quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Reveillon 2011:

O Reveillon é um momento mágico em que a confraternização pelo encerramento de um ano se une aos planos e a expectativa em relação ao novo ano que vai iniciar. É tempo de celebrar pelas conquistas de um período e de planejar o que está por vir. É época de festejar os sucessos dos últimos 365 dias e de acordar para um novo começo.

Reveillon 2011
O Reveillon 2011 vai ser inesquecível para milhões de pessoas e a ansiedade vai crescer conforme o dia 31 de dezembro for se aproximando. O ano de 2010 foi muito bom em muitos sentidos e nada mais correto do que aproveitar a passagem de ano para celebrar com os amigos e parentes, seja em casa ou viajando para um destino muito desejado.
Diversas cidades brasileiras estão planejando grandes festas para o Reveillon 2011 e existem opções acessíveis para todos os bolsos e gostos. As mais tradicionais festas de Reveillon do Brasil acontecem em cidades do litoral, como Rio de Janeiro, Fortaleza, Natal, Florianópolis, Porto Seguro, Aracaju, Salvador, Angra dos Reis, Búzios e João Pessoa, mas em outras cidades e capitais, como Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Gramado, Campos do Jordão, Ouro Preto, Caldas Novas e Pirenópolis a festa também deverá ser muito procurada, com garantia de diversão e comemoração, em eventos públicos com shows e fogos de artifício ou então em restaurantes e festas fechadas.
Para quem está pensando em viajar e aproveitar uma dessas festas a dica é de se antecipar e garantir logo um lugar para a virada de 2011.

Pacotes
As melhores opções para quem quer deixar tudo organizado são os pacotes para o Reveillon 2011, que podem incluir passagens e diárias em hotéis e pousadas e até o ingresso para as festas em clubes.
As agências de turismo oferecem pacotes para cidades do Brasil e também do exterior: Punta Del Este, Miami, Nova Iorque, Buenos Aires, Los Angeles, Paris, Roma, Lisboa, Barcelona, Madrid, Santiago e os parques da Disney são apenas algumas das opções que podem ser encontradas.

Cruzeiros
Os cruzeiros marítimos também estão sendo cada vez mais procurados e nesse caso as reservas costumam esgotar com bastante antecedência. Para garantir um lugar em um dos navios que vão estar viajando pelo litoral brasileiro durante o Reveillon 2011 é bom procurar logo uma operadora de turismo e comprar um pacote.
As opções incluem o Réveillon na Praia de Copacabana, em Búzios, Salvador e Fernando de Noronha, entre outros. Um cruzeiro marítimo é garantia de momentos de descontração e lembranças para o resto da vida.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Chacina da Candelária

A chacina da Candelária, como ficou registrada pela mídia, ocorreu na madrugada do dia 23 de julho de 1993 próximo às dependências da Igreja de mesmo nome localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro. Nesta chacina, seis menores e dois maiores sem-tetos foram assassinados por policiais militares.
Lista de mortos
Os nomes dos oito mortos no episódio encontram-se inscritos em uma
cruz de madeira, erguida no jardim de frente da Igreja:
  • Paulo Roberto de Oliveira, 11 anos
  • Anderson de Oliveira Pereira, 13 anos
  • Marcelo Cândido de Jesus, 14 anos
  • Valdevino Miguel de Almeida, 14 anos
  • "Gambazinho", 17 anos
  • Leandro Santos da Conceição, 17 anos
  • Paulo José da Silva, 18 anos
  • Marcos Antônio Alves da Silva, 19 anos
Na madrugada do dia 23 de julho de 1993, aproximadamente à meia-noite, vários carros pararam em frente à Igreja da Candelária. Logo após, os policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que estavam dormindo nas proximidades da Igreja. Como resultado da chacina, seis menores e dois maiores morreram e várias crianças e adolescentes ficaram feridos. Um dos sobreviventes da chacina, Sandro Barbosa do Nascimento, mais tarde voltou aos noticiários quando se tornou o responsável pelo sequestro do ônibus 174.

Investigação e condenados
A investigação pelos culpados, levou até Wagner dos Santos um dos adolescentes feridos na chacina. Santos sofreria um segundo atentado em 12 de setembro de 1994 na Estação Central do Brasil, o que lhe colocou no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas. Seu testemunho foi fundamental no reconhecimento dos envolvidos. Inicialmente foram indiciadas quatro pessoas pela chacina: o ex-Policial Militar Marcus Vinícios Emmanuel, os Policiais Militares Cláudio dos Santos e Marcelo Cortes e o serralheiro Jurandir Gomes França. Os condenados foram:
  • Marcus Vinícios Emmanuel, ex-Policial Militar – foi condenado a 309 anos de prisão em primeira instância. Recorreu a sentença e, num segundo julgamento, foi condenado a 89 anos. Insatisfeito com o resultado, o Ministério Público pediu um novo julgamento e, em fevereiro de 2003, Emmanuel foi condenado a 300 anos de prisão.
  • Nélson Oliveira dos Santos – foi condenado a 243 anos de prisão pelas mortes da chacina e a 18 anos por tentativa de assassinato de Santos. Recorreu a sentença, sendo absolvido pelas mortes em um segundo julgamento, mesmo após ter confessado o crime. O Ministério Público recorreu e, no ano de 2000, Nélson foi condenando a 27 anos de prisão pelas mortes e foi mantida a condenação por tentativa de assassinato, somando uma pena de 45 anos.
  • Marco Aurélio Alcântara Dias – foi condenado a 204 anos de prisão, além de matar as crianças estuprou um adolescente
Não-condenados
Envolvidos na chacina que não foram condenados:
  • Arlindo Lisboa Afonso Júnior – condenado a dois anos por ter em seu poder uma das armas usadas no crime.
  • Carlos Jorge Liaffa – não foi indiciado, mesmo tendo sido reconhecido por um sobrevivente e a perícia ter comprovado que uma das cápsulas que atingiu uma das vítimas foi disparada pela arma de seu padrasto.
A chacina foi retratada num episódio do programa Linha Direta da Rede Globo. Também é retratada, em formato de flashback, pelo protagonista do livro O Imperador da Ursa Maior de Carlos Eduardo Novaes. O documentário Ônibus 174 de José Padilha e o filme Última Parada 174, de Bruno Barreto, narram a história de Sandro Barbosa do Nascimento, sobrevivente do massacre que, anos mais tarde, protagonizou o sequestro ao ônibus da linha 174 da mesma cidade. No livro "A Fórmula da Esperança" de Roberto Freire

domingo, 19 de dezembro de 2010

Crimes da Mala ( dupla relatagem)

*1958:Crime ocorrido em São Paulo, quando os corpos de três chineses (o milionário Lee Ching Tea, seu secretário Pei Tesu Chee, e Chen Hui Ming), cada um dentro de um baú, foram jogados no Rio Pinheiros.

*1959:Também ocorrido em São Paulo, quando a enfermeira Florinda Marques, auxiliada por seu amante, usou um baú para transportar o corpo esquartejado de seu marido, o motorista de praça José Alves, que foi jogado no Rio Tietê.

Crime da Mala (1928)

O crime da mala foi um crime ocorrido em 1928 no Brasil, quando o imigrante italiano Giuseppe Pistone assassinou sua esposa Maria Fea e ocultou o corpo em uma mala. O episódio ganhou amplo destaque na imprensa da época, gerando consequentemente uma grande comoção entre a população.
Giuseppe Pistone e Maria Mercedes Fea conheceram-se em 1925 a bordo de um navio que seguia de sua terra natal, Itália, para Buenos Aires, Argentina. Ele, então com 31 anos de idade, buscava melhores condições de vida; ela, aos 20, ia visitar a mãe, que mudara-se para lá anos antes. Começaram a namorar e, quando Maria completou 21 anos, casaram-se, imigrando para o Brasil no navio  Conte Biancamano
Trabalhando na casa de salames e vinhos de seu primo Franceso Pistone em São Paulo, Giuseppe recebe deste uma proposta de sociedade. Sem o capital necessário, escreve um telegrama à sua mãe Marcelina Baeri, na Itália, pedindo um valor equivalente a 150,000 contos de réis, parte de uma herança deixada por seu pai. Mesmo diante da recusa da mãe, aceita a proposta do primo, pretendendo mais tarde extorqui-lo.
Maria Fea decidiu então escrever uma carta à sogra, revelando toda a verdade sobre os pedidos de dinheiro. Na manhã de 4 de outubro de 1928, Giuseppe descobre a carta. O casal briga, e Pistone sufoca a esposa com um travesseiro. Sem saber o que fazer com o corpo, decide ocultá-lo em uma mala, seccionando o joelho com uma navalha e quebrando o pescoço para que o cadáver coubesse na mesma. Usando endereços e nomes falsos, remete a mala à "Francesco Ferrero", em Bordeaux, França, através do navio Massilia.
No dia 7 de outubro de 1928 a mala é içada a bordo do navio, então atracado no Porto de Santos. Ao ser descarregada, sofre um pequeno impacto, que abre uma fresta na parte inferior e revela um forte mau cheiro. A mala é aberta, e o cadáver, em avançado estado de putrefação, descoberto. Junto a ele, além de algumas roupas da vítima (quinze pares de meia, duas almofadas, duas camisolas, duas saias comuns, uma saia com anágua, um chapéu) e a navalha utilizada no crime, estava um feto de uma menina, com aproximadamente seis meses de gestação.
As investigações conduzem a polícia até Giuseppe que, preso, falou que apenas discutira com a mulher e ela morrera de um mal súbito. Após o resultado da autópsia (morte por sufocação ou esganadura) alegou ter cometido o crime por encontrar sua esposa com um amante no apartamento do casal, versão que manteve mesmo após o testemunho de vizinhos, que ouviram a briga na manhã de 4 de outubro.
Em 15 de julho de 1931, é condenado a 31 anos de prisão, por homicídio e ocultação de cadáver.
Em 13 de junho de 1944, através de um decreto presidencial, sua pena é comutada para 20 anos de prisão. Pistone é colocado em liberdade condicional em 3 de agosto do mesmo ano, e sua pena é considerada cumprida em 5 de novembro de 1948.
Consegue emprego em Taubaté, como zelador de um prédio. Volta a casar-se em 1949, vindo a falecer em 28 de junho de 1956.
A mala encontra-se atualmente em exposição no Museu do Crime, em São Paulo.
O episódio inspirou a realização de um filme, O Crime da Mala. Dirigido por Francisco Madrigano, foi lançado em 31 de outubro de 1928. O assassinato foi também tema de um episódio especial do programa Linha Direta. Exibido em 2 de junho de 2005, reconstituiu os principais momentos do crime, com Ana Paula Tabalipa no papel de Maria Féa e Gabriel Braga Nunes no papel de Giuseppe Pistone.

Crima da Mala (1908)

O crime da mala foi um crime ocorrido no Brasil em setembro de 1908, quando o comerciante Michel Trad assassinou seu sócio Elias Farah e ocultou o cadáver em uma mala.
Trad embarcou no navio Cordillere seguido de dois carregadores, que transportavam uma pesada mala. Ao chegar no convés do navio, Michel foi parado por um marinheiro, que perguntou por qual motivo a mala exalava um fétido odor. Ele respondeu que levava enlatados, e que provavelmente alguns deles estivessem deteriorados. O funcionário do navio aceitou a justificativa de Trad, mas pediu que colocassem a mala em local visível.
À noite, durante a viagem, Trad tentou arremesar a mala no mar. Alertado pelo imediato, o capitão ordenou que o homem fosse impedido pelos membros da tripulação.
Imobilizado, Michel saca um revólver e atira para o alto, mas não consegue se livrar dos marinheiros que o agarravam. O capitão mandou Trad abrir a mala mas ele se recusou, alegando que sendo dono, poderia fazer o que quisesse com ela. Diante da recusa do passageiro, um serralheiro é chamado, e o corpo de Farah é descoberto. O corpo estava parcialmente putrefato, o couro cabeludo perdera a rigidez, a língua estava exageradamente inchada (caindo para fora da boca) a cabeça forçada para baixo.
Investigações posteriores indicaram que a motivação do crime seria o romance não-comprovado de Trad com Carolina Farah, esposa de Michel. O comerciante foi condenado a 25 anos de prisão, que cumpriu sem jamais confessar o motivo do crime.
A grande repercussão do crime na época inspirou a realização do filme A Mala Sinistra, de António Leal.

ULTIMA PARADA 174 - detalhado

FICHA TECNICA DO CRIMINOSO:

Seu nome: Sandro Rosa do Nascimento
Nascimento:7 DE JULHO DE 1978
Local: RIO DE JANEIRO - RJ
Condição:FALECIDO
Morte:12 DE JUNHO DE 2000
Local:RIO DE JANEIRO - RJ


Sandro Rosa do Nascimento foi um dos sobreviventes do MASSACRE DA CANDELÁRIA.

Antes do seu nascimento, seu pai biológico abandonou sua mãe ao descobrir que estava grávida.Aos seis anos de idade, Sandro presenciou o assassinato de sua mãe na favela onde moravam. Foi então que ele virou menino de rua e adotou o apelido de "Mancha". Ele acabou se viciando em drogas, roubando para manter seu vício em cocaína. Sandro nunca aprendeu a ler ou escrever, apesar de ter sido mandado para inúmeras instituições de atendimento a jovens delinquentes.
No dia 23 de julho de 1993, Sandro presenciou o infame massacre da Candelária, o que tirou a vida de vários amigos. Ele mesmo não ficou ferido no incidente, mas fez várias menções ao massacre durante o sequestro do ônibus 174, o que sugere que o evento o deixou perturbado psicologicamente.

SEQUESTRO DO ÔNIBUS 174

Em 12 de junho de 2000, Sandro ainda que habitava as ruas do Rio de Janeiro, sequestrou o ônibus 174 com um revólver de calibre 38. Entrou no ônibus após várias horas cheirando Cocaína comprada com dinheiro roubado. Nesse momento, adquiriu o revólver de calibre 38 que foi recusado pelos traficantes na hora de trocar por droga.


ALERTA VERMELHO

Um passageiro percebeu que ele levava na cintura o revólver, e fez um sinal para uma viatura da PM que passava na rua do ônibus, dizendo que Sandro estava armado. Sem ter como escapar da polícia, Sandro fez 11 reféns dentro do ônibus. Ele assegurou alguns passageiros que não tinham intenção de matar ninguém, mas dizia a polícia que mataria a todos.

RESULTADO DO SEQUESTRO

Às 18horas e 50 minutos no horário de Brasília, Sandro decidiu sair do ônibus, usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo, e com a arma apontada na cabeça da mesma. Um policial do BOPE, com o nome de Marcelo, atirou em Sandro, mas o tiro de raspão foi diretamente para Geisa. Na tentativa de acertar o condenado, o policial atirou novamente errado: os três tiros foram diretamente para a refém. Sandro foi imobilizado, enquento a população tentava linchá-lo, e conduzido por uma viatura policial, onde morreu por asfixia.
Após alegações de que a morte de Sandro foi ocasional, os policiais responsáveis pela morte de Sandro foram levados a julgamento por assassinato e foram declarados inocentes. Uma investigação concluiu que Geisa levou quatro tiros: todos da arma do policial.

sábado, 4 de dezembro de 2010

FIQUE POR DENTRO

LANÇAMENTOS: Será vendido a partir desse mês mais um volume da coletânea de CDS de musica eletrônica SUMMER ELETROHITS, e será o 7º album.
OUTRO LANÇAMENTO: JÁ ESTÁ NAS LOJAS O NOVO ÁLBUM DE WANESSA DA MATA: BICICLETAS, BOLOS E OUTRAS ALEGRIAS, COMPREM JÁ!!!!

O assassino e outros pontos da vida de Lennon

MARK DAVID CHAPMAN, nascido em Fort Worth nos EUA em 10 de maio de 1955. Marcado na noite de 8 de dezembro de 1980, na segunda-feira antes das 23 horas, pelo assassinato do ex-Beattle e cantor Jonh Lennon, e depois disso, cumpre prisão perpétua.

Chapman, segundo a mulher de Lennon, a artista plastica japonesa YOKO ONO, representava uma ameaça a sí própria e aos seus filhos.

Chapman dizia que ouvia vozes, que segundo ele, mandavam matar o ex-Beattle. MATOU!!! Após mata-lo em frente ao edifício Dakota onde Lennon morava, retomou a leitura do romance O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO de J.D. SALLINGER. O livro se trata da história de um adolescente revoltado. Chapman de identificava com o protagonista do livro, que odiava falsidade, e desferiu 5 tiros, e só 1 foi errado, e os outros 4 nas costas de Lennon.

O motivo do crime foi que Jonh Lennon disse coisas que Chapman considerava uma BLASFÊMIA contra Deus, que se achava mais popular que Jesus Cristo.

E com razão para o assassinato, teria repetido várias vezes: "Na altura achava que graças ao crime ficaria famoso, deixava de ser um zé-ninguém".

YOKO ONO, viúva de Jonh Lennon, Ringo Starr, George Harrison e Paul McCartney dizem se sentir ofendidos ao falar no nome do assassino.

Antes do assassinato, Lennon autografara o seu ultimo álbum "Double Fantasy"

Mark aparecia por lá (é lógico, o prédio de Jonh Lennon), para perguntar dele, se dizendo um "grande fã" do cantor.

Atualmente, Yoko Ono vive em Nova Iorque, nos EUA, mãe de Sean Lennon ( 9 de outubro de 1975 ) e Kyoko Chan Cox, fruto do relacionamento com Anthony Cox, e viúva de Jonh Lennon.

Jonh Lennon, antes de Yoko ono, se relacionou com CYNTHIA POWELL, com quem teve o seu primeiro filho JULIAN LENNON ( 8 de abril de 1963 ). Lennon conheceu Cynthia na escola de Liverpool na Inglaterra. Cynthia dizia que as drogas abriram um ABISMO entre os dois, e que sofreu com a ausência de Lennon.

Cynthia Powell afirmou que Lennon disse que Yoko Ono não era importante para ele, e que ela era a unica mulher que ele alguma vez havia amado.