domingo, 9 de janeiro de 2011

Ônibus 174 (reprise)

Um dos fatos que mais entrou para a história do século XX, tendo 11 reféns e 2 mortos na história. Tudo começou com Sandro Barbosa do Nascimento, de 21 anos entrando no ônibus cheirando a cocaína. Ele, para entrar no ônibus passou por debaixo da roleta. Segundo a tia que está localizada no estado da Bahia, Sandro não ia assaltar o veículo, mas por causa de um alerta vermelho de um passageiro á polícia,e, sem ter como escapar dela, retirou de sua cintura uma arma de calibre 38, e abordou os 11 passageiros que lá estavam. Absurdo da época não? E assegurou a alguns passageiros que não tinha intenção de matar ninguém, mas dizía a polícia e a imprensa que ia matar todos os reféns.
Ás 18h50min no horário de Brasília, Sandro resolveu descer do ônibus usando Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um policial do BOPE atirou no sequestrador, mas o tiro acabou acertando Geisa. Os outros três tiros foram da arma de Sandro nas costas de Geisa. A população queria linchá-lo. Sandro foi imobilizado e levado até a viatura, onde morreu asfixiado.
Após as investigações de que a morte de Sandro foi ocasional, os policiais responsáveis pela morte foram levados a julgamento e declarados inocentes.
Foi concluído que Geisa recebeu 4 tiros: o primeiro de Marcelo, e os outros três da arma de Sandro.

Caso Daniela Perez (18 anos)

Fez neste 28 de dezembro de 2010 18 anos da morte da atriz Daniela Perez, filha da escritora de telenovelas Glória Perez (62). Ela interpretou a sua ultima personagem: Yasmim de ''De Corpo e Alma''(1992), e como par romântico o ex-ator Guilherme De Pádua vivendo Bira. Ela tinha apenas 22 anos de vida. Morta por
ma emboscada feita pelo colega de novela e sua mulher. Morta por 18 golpes de tesoura. O ex-ator havia sido julgado com uma pena de 19 anos de prisão, e cumpriu 7 anos, menos da metade demandada pelo juiz pelo habeas corpus. Abaixo, Glorinha diz:

” Fiz essa página para que as pessoas tenham acesso à verdade dos autos que condenaram os assassinos de minha filha Daniella. É insuportável ver que, depois de sacrificada por dois psicopatas, minha filha continue a ser agredida pelas versões fantasiosas que ainda povoam a imaginação de alguns.. 15 anos depois, os abutres que se alimentam da dor alheia continuam insaciáveis. Já existe até quem se passe por mim, para divulgar falsas entrevistas através da internet, onde apareço dizendo insanidades. É hora de botar ponto final nesse circo!”

''Esses assassinos cruéis só cumpriram 1/3 da pena, e não foi muita coisa para mim: como no máximo uma prisão perpétua, igualzinho ao assassino de Jonh Lennon. Temos que acabar com isso: ciúme não vai valer nada, e muito menos morte por causa disso. Daniela Perez poderia hoje ter tudo para ser uma boa atriz, eu poderia assistir a todas as novelas que ela fazia hoje. Eu não era nascido nesse tempo, só tenho 13 anos e acho que se estivesse viva, seria isso que eu falei.''.

Então galera, xau!

Ela está pagando tudo com Katiucia Canoro(32)

A montagem da perua Lady Kate.

De estilo moderno e desencanado, a comediante demora uma hora e meia para virar a exageradíssima Lady Kate, com a ajuda de cinco pessoas e mais:
no cabelo, dois apliques loiríssimos, um de franja, outro de cascata de cachos n na maquiagem, sombra e batom nos tons mais resplandecentes da paleta
na comissão de frente, dois sutiãs com silicone sobrepostos (o tal peito de "prástico")
no figurino, tudo muito justo, muito curto e muito reluzente; e salto 15
na decoração, cinco pulseiras em cada braço; anelões nas duas mãos; três a seis colares e brincões de ferver as orelhas

Ela está pagando tudo com Katiucia Canoro(32)

E nem é com o dinheiro do senador: Katiuscia Canoro, em
versão Lady Kate, ganha o público dentro e fora da Globo

UM BRILHO SÓ
Todos os fulgores no figurino da falsa lady, que na vida real prefere tênis, jeans e camiseta


Pense numa mulher loira, siliconada, decotada e maquiada, coberta de jóias, com um personal stylist para chamar de seu e sustentada por um senhor rico. Acertou quem pensou nos inúmeros e exuberantes exemplares de loiras falsas, embora peruas verdadeiras, que se multiplicam país afora. Mas, para chegarem aos pés (sempre enfiados num salto 15) de Lady Kate, elas têm de arfar muito os implantes tamanho GG. A personagem da televisão sobre a qual todo mundo comenta é o epítome de todos os exageros femininos já inventados e ainda por inventar, apimentados pelos arroubos de novíssima-rica. "Tô pagando" é o bordão contagiante que acompanha as piadas de Lady Kate, no ar desde abril no programa Zorra Total, na Globo. "Dinheiro eu tenho, só me falta-me o gramur", repete a cada sábado a ex-menina pobre, egressa do casarão cheio de quartos de uma certa madame Sofia. O dinheiro, no caso, vem de um senador corrupto, que apropriadamente nunca aparece – tudo é feito para Lady Kate brilhar. E é exatamente o que tem acontecido com a personagem, invenção da atriz curitibana Katiuscia Caroline Canoro (nome verdadeiro, acreditem, inspirado em uma heroína de fotonovela), 30 anos completados nesta semana, cabelo liso na altura dos ombros, pouquíssima maquiagem, 1,64 metro de altura, jeito de menina, enfim, o exato oposto da fulgurante emergente da Barra da Tijuca. De quem, aliás, confessa certa inveja. "Vestida de Lady Kate, eu me acho linda, poderosa, a rainha da cocada preta. Canto todo mundo no estúdio", brinca.
Katiuscia já foi maquiadora, cabeleireira, babá, faxineira, vendedora de loja, de curso de informática e de agência funerária, imigrante ilegal nos Estados Unidos. Para completar o currículo multidisciplinar, fez tererê em feira hippie e trabalhou na agência de viagens do pai. Há dezesseis anos, vem intercalando tudo isso com o teatro. No palco, fez Shakespeare, Heiner Müller, Machado de Assis, musical e peça infantil – em geral somando à interpretação uns bicos de iluminação, figurino e cenário. Como o país inteiro hoje constata, sua verdadeira vocação é a comédia. Lady Kate nasceu no Zorra Total, mas é produto dos esquetes satíricos que a atriz faz no teatro, carregados de um pessoalzinho politicamente incorreto, gente como a assistente social preconceituosa, a ciganinha cega explorada pela mãe e a prostituta pobre Bruna Moribugui, autora de O Doce Veneno da Lagartixa – esta, justamente, a personagem que lhe abriu caminho para a Globo, ao ser vista pelo diretor Mauricio Sherman. "Quando ela começou a ensaiar aqui, no fim do ano passado, não era uma novata que eu tinha descoberto. Era uma atriz preparada, talentosa, inteligente e observadora. Sua ascensão foi uma das mais rápidas nestes meus dez anos de programa", elogia Sherman.
Katiuscia se diz plenamente integrada ao humor escrachado, embora na TV só contribua com palpites e improvisos nos textos, que são escritos por uma equipe que sabe muito bem quem é o público-alvo. "O Zorra não é para mim, nem para você, é para todo mundo. Não é um humor sofisticado, mas faz muito sucesso", diz a comediante. E de onde vem a inspiração para Lady Kate? "Ela não foi inspirada em uma pessoa só. Vem de pessoas que existem, com quem eu convivi, e de outras que eu nem conheço. É uma caricatura carioca. Existem muitas Lady Kate no Rio de Janeiro. Outro dia minha maquiadora contou que alguém falava ‘babylóide’, em lugar de debilóide, e eu incorporei imediatamente. Eu mesma já ouvi ‘Jesus Craime’ (Jesus Christ) e ‘ô mai gof’ (oh, my God). Parece exagero, mas as pessoas falam assim mesmo." Como se espera da criadora, há também amor pela criatura. "Lady Kate é absolutamente alucinada, sem coordenação motora, ignorante, sem cultura, não entende nada de nada, mas tem bom coração: sempre protege os amigos", diz Katiuscia.
O convite para o humorístico veio acompanhado de contrato de um ano com a Globo, que o sucesso da personagem fez com que fosse renovado por outros dois. Com a renovação, cresceram o salário (agora fixo, no fim de todo mês), o público das suas peças e o reconhecimento na rua. "Foi um ano de muita mudança. Tenho plano de saúde pela primeira vez na vida", comenta, genuinamente satisfeita. Para quem já representou para platéia de dez pessoas, hoje a rotina é lotar os teatros em que se apresenta com a amiga Fabiula Nascimento (protagonista do filme Estômago). O reconhecimento inclui inevitáveis e infindáveis fotos (até, certa vez, num pronto-socorro, ardendo em febre) e, claro, cantadas pouco sutis. "Em geral, o homem que mexe comigo é grosseiro, acha que está falando com a Lady Kate", reclama. Aos educados interessados: Katiuscia nunca foi casada, não tem nenhum senador e sequer namora no momento. Mas anda muito satisfeita de estar pagando, sem grande esforço, o aluguel no fim do mês e as despesas do carro que divide com a irmã.

Xuxa ganha processo contra Editora Universal

FAMOSIDADES

Xuxa ganhou mais um processo, desta vez contra a Editora Gráfica Universal. A editora publicou na “Folha Universal” que a "Rainha dos Baixinhos", além de ser satanista, vendeu sua alma ao demônio por R$ 100 milhões.
Segundo a coluna do jornalista Ancelmo Gois, publicada neste sábado (8) no jornal “O Globo”, a empresa terá que pagar R$ 150 mil para a apresentadora

Atrações do Festival de Verão de Salvador

Programção dos Shows do Palco 2011

Dia 2 de fevereiro – Quarta-feira

  • Maria Gadú
  • Capital Inicial
  • Cláudia Leitte
  • Eva
  • Parangolé

Dia 3 de fevereiro – Quinta-feira

  • Belo
  • Jota Quest
  • Ivete Sangalo
  • Jorge & Mateus
  • A Zorra

Dia 4 de fevereiro – Sexta-feira

  • Tomate
  • Ana Carolina
  • Asa de Águia
  • Luan Santana
  • Harmonia do Samba

Dia 5 de Fevereiro – Sábado

  • Restart
  • Atração internacional
  • Chiclete com Banana
  • Jammil
  • Psirico
Então? Já sabem o nome das atrações que irão aparecer no festival de verão? Venha se divertir! A festa é sua!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Mendigo é encontrado morto em avenida da cidade de Parnaíba

O mendigo identifica como “Carlos Sapão”, de aproximadamente 30 anos, foi encontrado morto no inicio da manhã deste sábado (08) na avenida Pinheiro Machado, bairro Piauí, em Parnaíba, no litoral do Estado.



Segundo o morador de rua Carlos Cícero, “Sapão” havia comido muito na noite de ontem (07) e durante a madrugada de hoje pediu repetidas vezes água gelada para beber. Ao amanhecer, o mendigo começou a passar mal, teve convulsões e acabou falecendo.

A vítima era tida como uma pessoa prestativa. Ele frequentava o Mercado do Caramuru, onde ajudava as pessoas em troca de dinheiro. O corpo de “Sapão” foi encaminhado ao necrotério do Hospital Dirceu Arcoverde.

Corpo em decomposição é encontrado nas margens de rodovia no Piauí

Um corpo em decomposição foi encontrado no final da tarde de ontem (07) nas margens da BR-407, na divisa dos municípios de Paulistana e Jacobina do Piauí, na região Sul do Estado.

O cadáver, do sexo masculino, apresentava sinais de enforcamento. A Policia Civil manteve contato com delegacias da região, buscando informações sobre o desaparecimento da vítima. Até o início da noite, nenhuma informação foi obtida pelos agentes.

O corpo do homem foi conduzido para Hospital Regional e em seguida encaminhado para o cemitério local, onde foi sepultado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sete Virtudes

Todo mundo sabe que existe os 7 pecados capitais, mas você sabia que existe o oposto destes pecados? Sim, são sete virtudes.
As Sete Virtudes são derivadas do épico Psychomachia, poema escrito por Aurelius Clemens Prudentius entitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. É alegado que através a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos Sete Pecados Capitais, com cada um tendo sua respectiva contra-parte. Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos.
Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:
* Castidade  – opõe luxúria
Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.
* Generosidade  – opõe avareza
Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.
* Temperança  – opõe gula
Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de desagarro aos outros e aos seus arredores, uma prática de abstenção.
* Diligência  – opõe preguiça
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com as próprias crenças.
* Paciência  – opõe ira
Serenidade, paz. Resistência à influências externas e moderação da própria vontade.
* Caridade  – opõe inveja
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.
* Humildade  – opõe orgulho
Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo.

Sete Pecados

Conhecer quais são os 7 pecados capitais , suas consequências nas organizações , nos relacionamentos e exemplificá-los é o objetivo desta reflexão.

IRA : Tem como sinônimos a raiva, a cólera, agressividade exagerada. Se pararmos para observar, encontraremos nas empresas várias cenas que ilustram esse pecado. As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve". Como ficaria esta atitude em termos de gestão ? Como será o processo de tomada de decisão sob o impacto da ira ? Certamente o mais destrutível possível, com ranço de autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.. Uma maneira de detectarmos a manifestação da ira é observar a destruição do patrimônio da empresa bem como a expressão facial das pessoas. Por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira,de perder espaço,etc. Ao invés de tremer as pessoas atacam para defender-se de seus fantasmas.


GULA: No sentido literal, gula é o excesso no comer e beber,na sua simbologia maior significa voracidade.A característica da gula é engolir e não digerir.A gula pode ser entendida como gula intelectual inclusive, o sentido que está por trás da gula é o de estar funcionando abaixo das nossas , potencialidades.
A sensação é de que não estamos fazendo tudo que o nosso potencial permite, que estamos vivendo sem atender nossas expectativas.
A atitude mental básica é : necessito aprender tudo.
Um exemplo da gula nas organizações é quando compram-se equipamentos de última geração desnecessariamente ou quando os gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.
A gula vai influenciar tanto nos relacionamentos quanto na produtividade das pessoas.


INVEJA: É o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .O slogan que define a inveja é : Ele é mais do que eu, também quero" a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.
Nas organizações podemos entender quando não há apoio das chefias para determinados projetos, quando alguém tenta apagar o seu "brilho", vemos também a procrastinação e os processos de "fritura", geralmente quando o discurso é de um jeito e as ações não são coerentes com ele.
Esses pecados não são claros , não são declarados .
O que deixa a inveja bem caracterizada é a sua expressão pelo comportamento não verbal, o olhar, principalmente.
Não devemos confundir a competição com a inveja. Esta última é um sentimento negativo que pode transformar o processo de competição em algo destrutivo.


ORGULHO: É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que "Eu sou melhor que os outros" por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto passando inclusive por cima de padrões éticos e vendo os outros colaboradores ou colegas minimizados. Podemos criar a imagem de pavões relacionando-se na empresa o que certamente trás resultados desastrosos. Podemos citar o exemplo de gestores que tomam determinadas decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais mas com o único objetivo de dar vazão a este sentimento.

AVAREZA : Define-se como estar excessivamente apegado a alguma coisa levando a um grande medo de faltar, uma percepção de escassez. A avareza pode ser percebida no cotidiano das empresas levando ao slogan: "Não tenho confiança em ninguém" logo terei avareza com as informações que me chegam as mãos, com a expressão dos sentimentos e opiniões em relação aos projetos que estou envolvido, etc. Economizo pensamentos, sentimentos e ações pois não consigo lidar com a diversidade, com a transparência entrando num clima defensivo. Em termos de gestão de pesssoas podemos apontar a tendência a centralização como gesto avarento nas organizações.

PREGUIÇA: É definida como aversão ao trabalho, negligência. Este sentimento faz com que as pessoas desqualifiquem os problemas e a possibilidade de solução destes. A preguiça não se resume na preguiça física mas também na preguiça de pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é "Não necessito aprender nada", levando a um movimento freador das idéias e ações dentro das organizações que no cotidiano e traduzido pelo "deixa para depois".

LUXÚRIA: É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. Nas empresas este pecado é identificado pelo assédio sexual: em nome da posição hierárquica "Desfruto do poder de dominar." Aparece com isso a grande dificuldade de relacionamento entre homens e mulheres nos ambientes organizacionais, reforçando heranças culturais arraigadas bem como dificuldades emocionais de expressar a afetividade de forma saudável.
 
 
 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Crack

Crack (a droga mortífera)

Crack é uma droga feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio geralmente fumada. É uma forma impura de cocaína e não um sub-produto. O nome deriva do verbo "to crack", que, em inglês, significa quebrar, devido aos pequenos estalidos produzidos pelos cristais (as pedras) ao serem queimados, como se quebrassem.
A fumaça produzida pela queima da pedra de crack chega ao sistema nervoso central em dez segundos, devido ao fato de a área de absorção pulmonar ser grande e seu efeito dura de 3 a 10 minutos, com efeito de euforia mais forte do que o da cocaína, após o que produz muita depressão, o que leva o usuário a usar novamente para compensar o mal-estar, provocando intensa dependência. Não raro, o usuário tem alucinações, paranóia (ilusões de perseguição).
Em relação ao seu preço, é uma droga mais barata que a cocaína.
O uso de cocaína por via intravenosa foi quase extinto no Brasil, pois foi substituído pelo crack, que provoca efeito semelhante, sendo tão potente quanto a cocaína injetada. A forma de uso do crack também favoreceu sua disseminação, já que não necessita de seringa — basta um cachimbo, na maioria das vezes improvisado, como, por exemplo, uma lata de alumínio furada.
Estudos recentes estao indicando a mistura desta substancia à maconha vendida pelos traficantes no Brasil de forma enganosa, para viciar mais rapidamente os usuários.

História
A história do crack está diretamente relacionada com a da cocaína, droga que surgiu nos anos 60 e que, na época, era grandemente consumida por grupos de amigos, em um contexto recreativo. No entanto, a cocaína era uma droga cara, apelidada de “a droga dos ricos”. Esse foi o principal motivo para a criação de uma “cocaína” mais acessível.
De fato, a partir da década de 70, começaram a misturar a cocaína com outros produtos e conforme outros métodos. Foi assim que surgiu o crack, obtido por meio do aquecimento de uma mistura de cocaína, água e bicarbonato de sódio. Na década de 80, o crack se tornou grandemente popular, principalmente entre as camadas mais pobres dos Estados Unidos.

Efeitos
O crack eleva a temperatura do corpo, podendo causar no dependente um acidente vascular cerebral. A droga também causa destruição de neurônios e provoca a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), o que dá aquela aparência característica (esquelética) ao indivíduo: ossos da face salientes, braços e pernas finos e costelas aparentes. O crack inibe a fome, de maneira que os usuários só se alimentam quando não estão sob seu efeito narcótico. Outro efeito da droga é o excesso de horas sem dormir, e tudo isso pode deixar o dependente facilmente doente.
O livro Overdose, do pesquisador paraibano Jair Cesar de Miranda Coelho, membro do Conselho Estadual de Entorpecentes da Paraíba (CONEN-PB), faz uma análise comparativa entre o consumo de crack na década de noventa e qual o perfil do consumidor e usuário de crack no Brasil atualmente.
A maioria das pessoas que consome bebidas alcoólicas não se torna alcoólatra[carece de fontes?]. Isso também é válido para outras drogas. No caso do crack, com apenas três ou quatro doses, às vezes até na primeira, o usuário se torna completamente viciado[carece de fontes?]. Normalmente o dependente, após algum tempo de uso da droga, continua a consumi-la apenas para fugir do desconforto da síndrome de abstinênciadepressão, ansiedade e agressividade —, comum a outras drogas estimulantes.
Após o uso, a pessoa apresenta quadros de extrema violência, agressividade que se manifesta a princípio contra a própria família, desestruturando-a em todos os aspectos, e depois, por consequência, volta-se contra a sociedade em geral, com visível aumento do número de crimes relacionados ao vício em referência.

Associação à prática de crimes e promiscuidade
O uso do crack — e sua potente dependência psíquica — frequentemente leva o usuário que não tem capacidade monetária para bancar o custo do vício à prática de delitos, para obter a droga. Os pequenos furtos de dinheiro e de objetos, sobretudo eletrodomésticos, muitas vezes começam em casa. Muitos dependentes acabam vendendo tudo o que têm a disposição, ficando somente com a roupa do corpo. Em alguns casos, podem se prostituir para sustentar o vício. O dependente dificilmente consegue manter uma rotina de trabalho ou de estudos e passa a viver basicamente em busca da droga, não medindo esforços para consegui-la. Tais "sintomas" foram mostrados pelo programa Profissão Reporter, que foi ao ar pela TV Globo, no dia 16/11/2010. O crack pode causar neurofilexia e doenças reumáticas, podendo levar o indivíduo a morte.
Embora seja uma droga mais barata que a cocaína, o uso do crack acaba sendo mais dispendioso: o efeito da pedra de crack é mais intenso, mas passa mais depressa, o que leva ao uso compulsivo de várias pedras por dia.
O pesquisador Luis Flávio Sapori, do Instituto Minas pela Paz, que realizou a mais aprofundada pesquisa sobre o assunto, financiada pelo CNPq, aponta que o crack é sem dúvida um fator de risco para a violência urbana. Segundo Sapori, não há uma política nacional de saúde pública para acolher o dependente químico que queira se tratar. Ao mesmo tempo, não há mecanismos para aqueles que necessitariam de uma internação involuntária.

Chances de recuperação
As chances de recuperação dessa doença, que muitos especialistas[carece de fontes?] chamam de "doença adquirida" (lembrando que a adição não tem cura[carece de fontes?]), são das mais baixas que se conhece dentre todas as droga-dependências. A submissão voluntária ao tratamento por parte do dependente é difícil, haja vista que a "fissura", isto é, a vontade de voltar a usar a droga, é grande demais. Além disso, a maioria das famílias de usuários não tem condições de custear tratamentos em clínicas particulares ou de conseguir vagas em clínicas terapêuticas assistenciais, que nem sempre são idôneasÉ comum o dependente iniciar, mas abandonar o tratamento.
A imprensa também tem mostrado as dificuldades sofridas por parentes de viciados em crack para trata-los. Casos extremos, de famílias que não conseguem ajuda no sistema publico de saúde, são cada vez mais comuns .
A melhor forma de tratamento desses pacientes ainda parece ser objeto de discussão entre especialistas, mas muitos psiquiatras e autoridades posicionam-se a favor da internação compulsória em casos graves e emergenciais, cobrando previsão legal e aumento de vagas em clínicas públicas que oferecem esse tipo de internação. Poucas cidades brasileiras possuem o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que oferece atendimento à população e acompanhamento clínico de pessoas com transtornos mentais, entre eles usuários de drogas.
A recuperação não é impossível, mas depende de muitos fatores, como o apoio familiar, da comunidade e a persistência da pessoa (vontade de mudar).

Caso Isabella Nardoni

O caso Isabella Nardoni refere-se à morte da menina brasileira Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos de idade, defenestrada do sexto andar do Edifício London no distrito da Vila Guilherme, em São Paulo, na noite do dia 29 de março de 2008.
O caso gerou grande repercussão nacional e, em função das evidências deixadas no local do crime, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da criança, foram condenados por homicídio doloso triplamente qualificado (art. 121, § 2°, incisos III, IV e V), e vão cumprir pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias, no caso dele, com agravantes pelo fato de Isabella ser sua descendente, e 26 anos e 8 meses de reclusão no caso de Anna Jatobá, ficando caracterizado como crime hediondo. A decisão foi proferida pelo Juiz Maurício Fossen, no Fórum de Santana em São Paulo.
Isabella de Oliveira Nardoni (São Paulo, 18 de abril de 200229 de março de 2008) era filha de Ana Carolina Cunha de Oliveira (nascida em 5 de abril de 1984, natural de São Paulo) e de Alexandre Alves Nardoni (nascido em 26 de junho de 1978, natural de São Paulo).
Isabella Nardoni foi encontrada ferida, no dia 29 de março de 2008, após ter sido jogada de uma altura de seis andares, no jardim do edifício London, prédio residencial na rua Santa Leocácida, Zona Norte de São Paulo. No apartamento, que pertencia a seu pai, moravam além dele a madrasta da menina e dois filhos do casal, um de onze meses e outro de três anos. A menina chegou a ser socorrida pelos bombeiros mas não resistiu e morreu a caminho do hospital.
O pai de Isabella teria afirmado em depoimento que o prédio onde mora fora assaltado e a menina teria sido jogada por um dos bandidos. Segundo divulgado pela imprensa ele teria dito que deixou sua mulher e os dois filhos do casal no carro e subiu para colocar Isabella, que já dormia, na cama. O pai da vítima teria descido para ajudar a carregar as outras duas crianças, respectivamente de 3 anos e 11 meses, e, ao voltar ao apartamento, viu a tela cortada e a filha caída no gramado em frente ao prédio. Entre o momento de colocar a filha na cama e a volta ao quarto teriam passado de 5 a 10 minutos, de acordo com o depoimento do pai.
Dias após, a investigação constatou que a tela de proteção da janela do apartamento foi cortada para que a menina fosse jogada e que havia marcas de sangue no quarto da criança.
O caso teve forte repercussão no Brasil, nos dias 30 e 31 de março. Em meio da repercussão, o pai da criança afirmou à polícia no dia 30, que ela havia ficado sozinha no quarto enquanto ele foi buscar os outros filhos. No mesmo dia, a emissora de TV de notícias Globo News revela que a polícia descartou a possibilidade de acidente na morte de Isabella. Segundo um delegado titular da polícia sangue foi encontrado no quarto e um buraco na tela de proteção de uma janela reforçam as suspeitas da polícia de homicídio. A perícia feita pela Polícia Técnico-Científica no domingo, diz que a rede de proteção da sacada, foi cortada propositalmente, só que no quarto dos irmãos da Isabella e não no quarto em que ela foi colocada para dormir. No entanto, uma rádio afirmou que o pai disse à polícia que a menina foi jogada por um assaltante.

Falsas notícias espalhadas pela internet

Olá povinho!!! Está no ar o blog Antenados!!! O antigo SC.

FALSAS NOTÍCIAS ESPALHADAS PELA INTERNET!!!!!!

No ano passado, um grupo humorístico espalhou o boato de que havia sido criado um servidor alimentado por batatas. Vários sites importantes caíram na pegadinha e publicaram a história. O site brasileiro Magnet, que teve a dignidade de se admitir entre os enganados, possui a matéria.

No dia 15, o Yahoo noticiou que a Microsoft tinha admitido a existência de uma senha secreta em seus servidores IIS. A informação foi dada como uma descoberta recente. Além de não ser verdadeira, já tinha sido divulgada há mais de um ano (!) pelo Wall Street Journal.

Na primeira semana de maio, o site britânico The Register divulgou a história de que a BBC fora vítima de um hacker, o qual teria postado no site da conhecida agência uma falsa notícia sobre a morte de uma artista pop. Depois disso, a informação saiu no IDG News Service, The Standard Industry, SecurityNewsPortal e alguns outros.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Bullying

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

“É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro "Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz" (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa. Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio. 

Crime do Sacopã

Crime do Sacopã é como ficou conhecido o homicídio do bancário Afrânio Arsênio de Lemos ocorrido no Rio de Janeiro em 6 de abril de 1952, e que durante muitos anos atraiu a atenção da imprensa, restando não esclarecido, apesar da condenação de um suspeito, o tenente Alberto Jorge Franco Bandeira, posteriormente revogada. Bandeira era namorado de Marina Andrade Costa, que teria um caso com o bancário.
O fato recebeu este nome pelo lugar onde ocorreu - a Ladeira do Sacopã, nas imediações da Lagoa Rodrigo de Freitas, na então capital do Brasil.
O crime
No dia 7 de abril de 1952 um automóvel Citroën foi encontrado na Ladeira do Sacopã. Em seu interior um corpo com três perfurações a bala, de calibre 32, e diversas marcas de coronhada. Era o funcionário do Banco do Brasil Afrânio de Lemos, então com 31 anos de idade.
Dentro do automóvel foram encontrados documentos da vítima, batons, brincos e uma fotografia de Marina, à época com 18 anos, com dedicatória ao bancário. As impressões digitais encontradas não puderam levar a uma identificação. Marina havia terminado um namoro com Afrânio, quando descobrira que este era desquitado. Identificada pelo comissário Rui Dourado, foi levada a uma delegacia para prestar depoimento. Algum tempo depois apareceu ali à sua procura o tenente Bandeira, da Força Aérea Brasileira e então com 22 anos, identificando-se como seu namorado. Foi atendido pelo mesmo agente policial e, a partir daí, o caso ganhou notoriedade como provável crime passional, envolvendo um triângulo amoroso.
Havendo a polícia montado a história, restava levar o tenente Bandeira a júri: este apresentara como álibi o fato de estar em casa de sua avó, na noite do delito. Para a polícia o álibi teria sido forjado, após a consumação do crime.
Ganhando o fato repercussão na imprensa, em 23 de maio de 1952 surgiu o obscuro advogado Leopoldo Heitor e apresentou uma "testemunha" - Walton Avancini - que teria no dia do crime recebido uma carona da vítima e esta lhe teria dito que iria encontrar-se com o tenente Bandeira para tratar do triângulo amoroso.
Bandeira foi condenado a uma pena de 15 anos de prisão.
Com aval do político e jornalista Tenório Cavalcanti, nas páginas daquela que era a maior revista de circulação no país - O Cruzeiro - Avancini passou a ser tratado como testemunha preparada para levar Bandeira a uma condenação, apresentado como um "ator". Em 1959 Tenório apresentou um pistoleiro paraibano, Joventino Galvão da Silva, como verdadeiro autor do crime. Para Tenório, Bandeira estava sendo vítima de um erro judiciário. Após cumprir metade da pena, foi posto em liberdade condicional. O então Presidente Juscelino Kubitschek concedeu-lhe indulto.
Apesar de poder provar sua inocência em novo júri, Bandeira preferiu deixar o caso prescrever. Após isto, obteve a sua reintegração aos quadros da Aeronáutica.

Massacre do Carandiru

Boa noite, e em primeiro lugar, desejo um feliz 2011 a todos!!

O MASSACRE DO CARANDIRU.

O massacre na Casa de Detenção de São Paulo ou o massacre do Carandiru, como foi popularizado pela mídia, ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando uma rebelião causou a morte de cento e onze detentos pela Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A rebelião teve início com uma briga de presos no Pavilhão 9 da Casa de Detenção. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar a rebelião, mas acabou por realizar uma verdadeira chacina no local. Sobreviventes afirmam que o número de mortos é superior ao divulgado e que a Polícia estava atirando em detentos que já haviam se rendido ou que estavam se escondendo em suas celas. Nenhum dos sessenta e oito policiais envolvidos no massacre foram mortos. A promotoria do julgamento do coronel Ubiratan classificou a intervenção como sendo "desastrosa e mal-preparada".
Julgamento e morte do coronel Ubiratan
Em junho de 2001, o coronel Ubiratan foi inicialmente condenado a 632 anos de prisão por 102 das 111 mortes do massacre (seis anos por cada homicídio e vinte anos por cinco tentativas de homicídio). No ano seguinte, ele foi eleito deputado estadual por São Paulo, após a sentença condenatória, durante o trâmite do recurso da sentença de 2001. Por este motivo, o julgamento do recurso foi realizado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça, ou seja, pelos 25 desembargadores mais antigos do estado de São Paulo, em 15 de fevereiro de 2006. O Órgão reconheceu, por vinte votos a dois, que a sentença condenatória, proferida em julgamento pelo Tribunal do Júri, continha um equívoco. Essa revisão acabou absolvendo o réu. A absolvição do réu causou indignação em vários grupos de direitos humanos, que acusaram o fato de ser um "passo para trás" da justiça brasileira.
No dia 10 de setembro de 2006, o coronel Ubiratan foi assassinado num crime com nenhuma ligação aparente ao massacre. No muro do prédio onde morava foi pichado "aqui se faz, aqui se paga", ato que faz referência ao massacre do Carandiru.


Menor grávida morre com suspeita de overdose no Recife

Uma adolescente de 17 anos morreu nesta madrugada no Recife (PE) com suspeita de overdose. Grávida de dois meses, ela chegou já sem vida na Policlínica Arnaldo Marques, no bairro Ibura, na zona sul da cidade. A menor foi levada ao local por outros cinco adolescentes após passar mal.

O Instituto Médico-Legal (IML) divulgará laudo que vai apontar se ela morreu de overdose. Não há previsão para a conclusão do exame. No dia 26 de dezembro, a irmã dela, de 11 anos, morreu no Jardim Monte Verde, também por suspeita de overdose. Os casos são investigados pela Polícia Civil.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Réveillon sem água, sem luz e com lixo nas ruas do bairro Joana D'arc

Já são três dias em que os moradores não conseguem lavar as roupas, limpar a casa e tomar banho. Eles afirmam que o problema já ocorreu outras vezes.

Moradores do bairro Alto Joana D'arc, em Vitória, passaram a virada de ano sem água e energia elétrica e com lixo nas ruas e terrenos próximos. Ficou difícil comemorar o réveillon, muitas famílias tiveram que apreciar de longe as comemorações nos bairros vizinhos ou mudar o local da festa.
A energia elétrica voltou depois de um tempo, mas a falta de água continua desde a última sexta-feira. Já são três dias em que os moradores não conseguem lavar as roupas, limpar a casa e tomar banho. Eles afirmam que o problema já ocorreu outras vezes desde que a Cesan realizou obras para tratar o esgoto da região.

Leia mais notícias no Minuto a Minuto Para agravar a situação, moradores afirmam que a Prefeitura de Vitória não realiza a coleta de lixo no local a aproximadamente uma semana. Para não deixar o lixo em frente as residências,  terrenos baldios estão sendo usados como depósito de lixo.
O comerciante Antonio Barcelos, 50 anos afirma que há perigo de doenças na região devido ao lixo não recolhido. "A situação está complicada, porque choveu e o lixo continua lá. Tem muitos ratos nas ruas e ainda há o perigo da dengue.

O outro lado

A Cesan informou por meio de sua assessoria que o conjunto de bombas do bairro São Cristóvão, que auxilia no abastecimento da região, estava com problemas eletro-mecânicos, mas já foi consertado. A previsão é que o abastecimento seja normalizado até a noite desta segunda-feira.
Já a Prefeitura de Vitória afirmou que a coleta de lixo tem sido realizada todos os dias, mas o lixo jogado nos terrenos, a administração municipal não pode controlar porque é uma ação dos moradores.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Festa de Réveillon termina em morte em Itaguaí

Homem de 33 anos foi morto com várias facadas; suspeito do crime foi preso

Um homem de 33 anos foi assassinado com várias facadas na madrugada deste sábado (1º) na localidade de Vila Geni, em Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O suspeito de ter cometido o crime foi preso.
Segundo a Polícia Militar, a vítima, identificada como Jorge Luís Coelho de França, de 33 anos, participava de uma festa em comemoração ao Ano-Novo na avenida Presidente Roosevelt, quando um homem chegou e lhe deu várias facadas pelo corpo.
Jorge foi levado para o hospital São Francisco Xavier, no mesmo município, mas não resistiu aos ferimentos. Com base no depoimento da mãe de criação da vítima, a polícia prendeu o suposto assassino.
Os policiais apuram o motivo do crime.

Homem é preso após homicídio em festa de reveillón no rio

Um homem foi preso em flagrante após matar a facadas Jorge Luiz Coelho de França, 33 anos, pouco depois da meia-noite durante a festa de Réveillon em Itaguaí, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A polícia identificou o criminoso como Alisson Felipe Barros do Carmo, 24 anos.

Os policiais militares prenderam Alisson com o auxílio de pessoas presentes à festa. Testemunhas contaram que ele se aproximou da vítima e começou a esfaqueá-la sem motivo aparente no momento da confraternização na avenida Presidente Roosevelt, na Vila Geni.

A ocorrência foi registrada na 50ª DP (Itaguaí). A vítima chegou a ser socorrida e levada para o hospital São Francisco Xavier, mas não resistiu aos ferimentos.