domingo, 3 de julho de 2011

O Antenados está ficando por aqui! Até o próximo final de semana, e não deixem de ver as novidades que tem por aqui! THAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAA
Aaaaaaaaaaaaaaau!!!!!!!!!!

Programas de Tv (Agora: SBT)

Nos domingo, transmite no canal do SBT, o programa apresentado pela atriz e apresentadora Marília Gabriela, ''De Frente com Gaby''; no qual, hoje entrevista, a cantora Sandy.
A cantora fala sobre polêmica que gerou de sua participação em um comercial de cerveja.

Sobre o polêmico comercial de cerveja
- A loirice deixa a gente mais sacana
- Vou gravar mais um comercial para essa marca
- Ninguém imaginava meu nome nessa propaganda.

Sobre o casamento e a família
- É muito gostoso dividir a vida profissional com o marido e ele saber do que você está falando
- No gosto musical, ele é muito mais exigente que eu (sobre Lucas Lima)
- Claro, tenho saudade do meu irmão, mas é uma saudade boa
- Eu nunca me senti um peixe fora d´água na minha família
- Chegou num ponto em que as possibilidades musicais foram se esgotando, a gente já tinha passado por vários estilos (sobre o fim da parceria com o irmão, Júnior)

Obs: A imagem demorou pra carregar!

Revirando o Baú


Roberto Bolaños, o Chaves, já processou o seu próprio elenco.

Maria Antonieta de las Nieves, a atriz que ficou famosa ao interpretar a Chiquinha no seriado Chaves foi processada pelo criador e protagonista Roberto Gómez Bolaños, pelos direitos de seu personagem.
"Eu continuarei lutando pelos meus direitos. Preciso trabalhar para pagar os advogados no processo", disse a atriz em entrevista à revista TV y Novelas.Essa é a segunda fez que Bolaños processa a interpréte de Chiquinha. Em 1995, ele a processou pelo mesmo motivo.
Depois do sucesso de seu programa Chaves, Roberto Gómez Bolaños teve problemas com boa parte do elenco, já que se negou a dar permissão para que os atores explorassem comercialmente seus personagens. O ator Carlos Villagrán, que interpretou o Quico, também teve dificuldades para trabalhar com o personagem, e mudou a grafia. Atualmente ele se apresenta como Kiko.

A atriz mexicana Maria Antonieta de las Nieves, intérprete da personagem Chiquinha do seriado Chaves Foto: Reprodução Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha do seriado 'Chaves'

Acabou para os enganadores

Os parques de diversões de enganadores deverão ser fechados por uma cobertura exclusiva do Fantástico, programa da Rede Globo, passa todos os domingos. A de hoje é o tiro ao alvo. A rolha que sai da espingarda de um parque não sai certa. É disparada, perdão ... é disparada no sentido oposto, e fica a rolar no disparo. Os alvos são fixos na estante com durex.
Eu...

Eu devia ter amado...
Eu devia ter aceitado as pessoas como elas são...

Eu não terei de me lamentar por nada...
Eu não sei viver sem amor!
Eu sei que amar é tudo

Eu sou a tua sombra
Eu sou o teu amigo
Eu sou aquele que tanto te ama, gata!

Eu sou a tua dor

Morte de Itamar Franco

Morreu ontem pela manhã, um dos presidentes da república do Brasil: Itamar Franco.

Em 21 de maio de 2011, foi diagnosticado com leucemia. Alguns dias depois, se licenciou do Senado a fim de tratar-se da doença no Hospital Albert Einstein. No dia 27 de junho, um boletim médico do hospital divulgou que sua situação teria se agravado em virtude de uma pneumonia que o levou à UTI. Itamar faleceu na manhã do dia 2 de julho de 2011

Itamar Franco em 1993

Vida de Itamar Franco

Itamar Augusto Cautiero Franco (Salvador, 28 de junho de 1930São Paulo, 2 de julho de 2011) foi um político brasileiro, 33º presidente da República (1992-1994), vice-presidente (1990-1992), senador por Minas Gerais (1975-1983;1983-1990 e 2011) e governador do estado de Minas Gerais (1999-2003).

Momentos antes de sua presidência, nos anos 90, Collor é acusado de corrupção e se afasta do poder. Itamar assume a presidência em 2 de outubro de 1992.
O Brasil estava no meio de uma grave crise econômica, com a inflação chegando a 1100% em 1992, e alcançado quase 2500% no ano seguinte. Itamar trocou de ministros da economia várias vezes, até que Fernando Henrique Cardoso assumisse o Ministério da Fazenda.


Em fevereiro de 1994, o governo Itamar lançou o Plano Real, elaborado pelo Ministério da Fazenda a partir de idealização do economista Edmar Bacha, que estabilizou a economia e acabou com a crise hiperinflacionária.

 O Presidente Itamar Franco fez os primeiros projetos,de combate à miséria ao Lado do sociólogo Betinho. Um homem sério e correto em tomar decisões, o Governo de Itamar Franco talvez seja o único da historia republicana livre de escândalos de corrupção. Em 1995 apoia o então candidato Fernando Henrique Cardoso que sai vitorioso nas urnas,além de garantir a democracia Itamar Franco terminou o seu governo com 84% de aprovação popular.

Itamar foi o primeiro presidente da República desde Artur Bernardes a eleger o seu sucessor. Com a vitória de seu candidato, Fernando Henrique Cardoso, Itamar foi nomeado embaixador brasileiro em Portugal, e, posteriormente, embaixador brasileiro junto à Organização dos Estados Americanos (OEA) em Washington, Estados Unidos.
No entanto, Itamar logo se tornou um crítico do governo Fernando Henrique Cardoso por discordar de sua política econômica. Além disso, Itamar pretendia se candidatar à Presidência novamente nas eleições de 1998, porém viu seus planos serem desfeitos quando o então presidente mudou a Constituição para tentar se reeleger para um 2° mandato consecutivo. Mesmo com essa nova mudança nas normas eleitorais, Itamar tenta se candidatar a presidência, mas não consegue obter a indicação do PMDB em uma ação creditada à enorme pressão exercida pelo então presidente que não gostaria de ter Itamar como adversário. Esse foi mais um dos motivos apontados para o rompimento de Itamar com Fernando Henrique Cardoso.
Sem a indicação para a presidência, Itamar se candidata então ao governo de Minas Gerais obtendo a vitória contra o então governador Eduardo Azeredo (PSDB), apoiado por Fernando Henrique.

Em 2006, tentou se candidatar a presidente da República pelo PMDB, competindo pela indicação do partido com Anthony Garotinho, o ex-governador do Rio de Janeiro. Porém, no dia 22 de maio, anunciou a sua desistência e a sua intenção de disputar uma vaga no Senado Federal.
Acabou perdendo a indicação do PMDB de Minas Gerais para o Senado para Newton Cardoso (líder das pesquisas no início, mas que sofreu uma derrota às vésperas das eleições). Itamar anunciou, em 2006, o seu apoio à candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República.
Aliado de Aécio Neves desde 2002, foi conselheiro do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Em maio de 2009, anunciou sua filiação ao Partido Popular Socialista (PPS), o que alimentou especulações sobre uma possível candidatura à Presidência da República ou ao Senado Federal. Em 27 de janeiro de 2007, anunciou sua pré-candidatura a senador, disputando uma das duas vagas nas eleições deste ano, apoiando Aécio Neves como candidato à outra vaga. O candidato a primeiro suplente será o atual presidente do Cruzeiro Zezé Perrella, do PDT, e a segunda suplente, Elaine Matozinhos, do PTB.
Nas eleições de 3 de outubro de 2010, foi eleito senador pelo estado de Minas Gerais, derrotando Fernando Pimentel do PT.

Itamar Franco
Itamar Franco foi o 33º presidente do Brasil.


Brasil encara Venezuela

No jogo de 03 de julho, ou seja, hoje, nem o Brasil nem a Venezuela conseguiram vencer alguma jogada.

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT2ytx2KGDJdjTQayxeAXUapFZEFKQMS-Rf7-tKXqLfUZ4Nxuf2SA 0 x 0 http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSFpk-a9vdOF64RHsgaB20Xe2BpYhpX5ut_he-oRJyPtIkkQcAI


Esse resultado diz queeee... nenhum dos dois times foram bons na jogada. Mas se esforçaram muito. E isso mostra que são grandes vencedores.

O blog Antenados está fazendo 1 aaaaaaaaaanooooooooooooooo!!!!!!





Isso que você está vendo aí em cima, são as estatísticas do Blog. Viu só como evoluiu em visitas? Isso é muito bom. Mas, o meu segredo é colocar no blog algo que preste.

Brasil
 1.165
Estados Unidos 
79
Portugal
 63
Dinamarca 
32
Moçambique 
15
Reino Unido 
11
Alemanha
 9
Cingapura
 9
Croácia
 7
Angola
 6

Hora da Verdade - Quadro Novo! Aviso: a foto do quadro novo não deu para pôr aqui na postagem. Fica na próxima

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Dilma Rousseff, 63 anos, presidente da república do Brasil, já fez muitos delitos antes. Na época da ditadura...

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O Peso da Ditadura

O novo quadro desse blog quer publicar a vida de pessoas que sofreram com a ditadura brasileira de 1964 à 1985, tempo de sua duração. Nessa época, ninguém, eu disse ... NINGUÉM ... tinha sua liberdade de ir e vir, de se manifestar, e ... lá ... o negócio era sério. Venho a comentar e lançar esse quadro aqui mesmo, por um motivo: a novela do SBT Amor e Revolução em exibição atual neste ano de 2011, e pra não esquecer, a novela Senhora do Destino que ja foi exibida de 2004 a 2005, na primeira fase. O caso do Brasil foi Ditadura Militar. Só aqui no Brasil, houve duas temporadas. a primeira de 1937 à 1945; a segunda de 1964 à 1985. Foi uma lástima nessa época. Eu não era nascido nessa época. Tenho apenas 13 anos, e sei que não tinhamos liberdade nenhuma de expressão. Era uma pena. Uma das vítimas da ditatura foi a presidente da república Dilma Rousseff, de 63 anos. Atualmente,o país que sofre com isso é o Níger. Mais estou aqui para falar daqueles que sofreram com a ditadura brasileira, ou como eu chamo, o Terror do Século XX. E a primeira pessoa que vou por aqui é...

DILMA ROUSSEFF

A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro

Veja também
Notícias diárias sobre o governo Lula
Nesta edição
O que é isso, companheiros?
No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares.
O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.
"A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.
 
Décio Bar
O capitão Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunião realizada em Teresópolis. Com Iara, ia à praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes

A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.
A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas — mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza. "Ela é uma mulher suave e determinada", diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971). "Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma. É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo. Ela não é mulher de meio-tom", resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.

Países que já foram governados por ditadores