sexta-feira, 15 de julho de 2011

Massacre de Corumbiara

O massacre de Corumbiara foi o resultado de um conflito violento ocorrido em 9 de agosto de 1995 no município de Corumbiara, no estado de Rondônia. O conflito começou quando policiais entraram em confronto com camponeses sem-terra que estavam ocupando uma área, resultando na morte de 12 pessoas, entre elas uma criança de nove anos e dois policiais.
Em agosto de 1995, cerca de 600 camponeses haviam se mobilizado para tomar a Fazenda Santa Elina, tendo construído um acampamento no latifúndio improdutivo. Na madrugada do dia 9, por volta das três horas, pistoleiros armados, recrutados nas fazendas da região, além de soldados da Polícia Militar com os rostos cobertos, iniciaram os ataques ao acampamento.
O número oficial de mortos no massacre é de 16 pessoas e há sete desaparecidos. Para os agricultores, entretanto, o número de mortos pode ter passado de 100 pois, segundo eles, muitos mais teriam sido mortos por policiais e jagunços, e enterrados sumariamente. Depois de horas de tiroteio, os camponeses não tinham mais munições para suas espingardas. O Comando de Operações Especiais, comandado na época pelo capitão José Hélio Cysneiros Pachá, jogou bombas de gás lacrimogênio e acendeu holofotes contra as famílias. A chacina ocorreu no governo do agora senador Valdir Raupp (PMDB).
Mulheres foram usadas como escudo humano pelos policiais e pelos jagunços do fazendeiro Antenor Duarte. A pequenina Vanessa, de apenas seis anos, teve o corpo trespassado por uma bala "perdida", quando corria junto com sua família. Cinquenta e cinco posseiros ficaram gravemente feridos. Os laudos tanatoscópicos provaram execuções sumárias. O bispo de Guajará Mirim, dom Geraldo Verdier, recolheu amostras de ossos calcinados em fogueiras do acampamento e enviou a Faculté de Médicine Paris-Oeste, que confirmou a cremação de corpos humanos no acampamento da fazenda.
Desde 1985 os camponeses se organizavam, tendo criado as vilas de Alto Guarajús, Verde Seringal, Rondolândia, e mais tarde o povoado de Nova Esperança - posteriormente cidade de Corumbiara. Dez anos depois, foram vítimas da chacina. E até hoje os parentes das vítimas aguardam a indenização. É uma das vergonhas de Rondônia. É uma das vergonhas nacionais.
A assessoria jurídica da CPT RO e a CJP (Comissão Justiça e Paz de Porto Velho) acompanham o processo judicial a favor da indenização das famílias vítimas da chacina.

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M.C

Chacina de Vigário Geral

Condenação

Alguns meses após o crime, 13 Policiais Militares foram expulsos da corporação. Desde a realização da chacina, apenas seis dos cinquenta e dois Policiais Militares acusados formalmente foram condenados (dois cumprem pena e quatro estão soltos por habeas-corpus). Desses cinquenta e dois, cinco moe provas.

Origem

Segundo relatos, a chacina teve sua origem na morte de quatro Policiais Militares no dia 28 de agosto de 1993 na Praça Catolé do Rocha, no bairro de Vigário Geral (a chacina foi na favela de Vigário Geral, do outro lado da linha férrea). As mortes foram atribuídas a traficantes daquela região e a chacina ocorreu como forma de represália policial a estas mortes, ainda que nenhuma das vítimas possuísse envolvimento com o tráfico de drogas. Na época da chacina, oficiais da Polícia Militar recorreram aos meios de comunicação para acusar a existência de um complô contra a corporação e negar que a Polícia estivesse envolvida nas mortes.

A Chacina de Vigário Geral foi um massacre ocorrido na favela de Vigário Geral, localizada na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Ocorreu na madrugada do dia 29 de agosto de 1993, quando a favela foi invadida por um grupo de extermínio formado por de mais de cinqüenta homens encapuzados e armados, que arrombaram casas e executaram vinte e um moradores. A chacina de Vigário Geral foi uma das maiores a já ocorrer no Estado do Rio de Janeiro.

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Chacina de Quintino

Chacina de Quintino foi o nome dado à ação policial de agentes da ditadura militar no Brasil, e que culminou no assassinato de militantes da resistência armada contra a repressão política.
Ocorreu no dia 29 de março de 1972, no bairro carioca de Quintino, na Av. Dom Helder Câmara n° 8988, casa 72. Naquele dia, Lígia Maria Salgado Nóbrega, Antônio Marcos Pinto de Oliveira e Maria Regina Lobo Leite Figueiredo foram assassinados pelos agentes do DOI/CODI do Rio de Janeiro. Todos eles estariam supostamente ligados à organização de esquerda VAR-Palmares responsável por diversos atentados contra o regime militar, destacando-se o Atendado Terrorista de Guararapes.

Chacina da Lapa

A Chacina da Lapa ou Massacre da Lapa (16 de dezembro de 1976) foi uma operação do exército brasileiro no comitê central do PCdoB - localizado na Rua Pio XI, nº 767, no bairro da Lapa em São Paulo - que culminou com a morte de três dos dirigentes do partido. Na ocasião o partido era mantido de maneira clandestina em função da proibição imposta pelo regime militar. A operação foi possível pela traição de Jover Telles, membro do CC, que fora cooptado pela repressão desde há muito. João Baptista Franco Drummond, preso no dia anterior, à tarde, após sair da casa é levado ao DOI/CODI e assassinado, sob tortura, na madrugada. Ângelo Arroyo e Pedro Pomar,sem esboçar qualquer reação, foram mortos na incursão e mais cinco integrantes - Elza Monnerat, Haroldo de Lima, Aldo Arantes, Joaquim de Lima e Maria Trindade foram presos e torturados.¹Conseguem escapar da prisão José Novaes e Jover Telles.

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CRIMINOSOS NOTÓRIOS

João Acácio Pereira da Costa (conhecido como Bandido da Luz Vermelha) (Joinville, 24 de junho de 1942Joinville, 5 de janeiro de 1998), foi um notório criminoso brasileiro.

João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de "Bandido da Luz Vermelha", em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.
Gastava o dinheiro obtido nos assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.

João Acácio foi preso em 8 de agosto de 1967, enquanto estava foragido no Paraná, foi acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos, sendo condenado a 351 anos, 9 meses e três dias de prisão, dizem que cometeu estupro ou que teve relações sexuais com as vítimas de seus crimes, porém não foi acusado deste crime (o comentário era que recebia muitas visitas de mulheres desconhecidas que choravam sua ausência). Após cumprir os 30 anos previstos em lei, é libertado na noite do dia 26 de agosto de 1997. Após libertado, ganha fama na cidade onde passa a morar (Joinville, em Santa Catarina), tinha obsessão em vestir roupas vermelhas e quando alguém lhe pedia um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra "Autógrafo".

Após apenas quatro meses e vinte dias em liberdade João foi assassinado com um tiro de espingarda no dia 5 de janeiro de 1998, durante uma briga com um afável tratador de animais na cidade de Ananindeua, Pará.



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João Acácio Pereira da Costa

Caso Rafael Mascarenhas

O Caso Rafael Mascarenhas refere-se ao atropelamento que resultou na morte do estudante e músico[carece de fontes?] Rafael Mascarenhas no dia 20 de Julho de 2010. Ele foi atropelado dentro do Túnel Acústico, na Gávea, que estava fechado para manutenção, porém havia um retorno aberto, por onde dois carros entraram e um deles atingiu Rafael em alta velocidade. O jovem andava de skate na companhia de dois amigos, em um local onde também não era permitida a prática do esporte.
Rafael Mascarenhas (Rio de Janeiro, 24 de setembro de 1991 — Rio de Janeiro, 20 de Julho de 2010) tinha 18 anos e era músico e estudante. Era o caçula dos três filhos da atriz Cissa Guimarães, o único de seu relacionamento com o saxofonista Raul Mascarenhas.

Atropelamento

Na madrugada de terça-feira, 20 de Julho de 2010, Rafael e mais dois amigos (João Pedro Gonçalves e Luiz Quinderé) andavam de skate no Túnel Acústico, extensão do Túnel Zuzu Angel, quando Mascarenhas foi atropelado. A pista estava fechada para manutenção como de costume, sempre entre 1h10 às 4h10. De acordo com as investigações, dois veículos seguiam em direção a São Conrado e teriam retornado utilizando uma passagem de emergência que estava aberta. Os dois carros, um Honda Civic e um FIAT Siena, teriam se aproveitado da interdição da pista para apostar um racha. Um dos veículos, o Siena, atingiu Rafael Mascarenhas em alta velocidade na descida do túnel. O motorista do automóvel, Rafael de Souza Bussanra, abandonou o local e sem prestar socorro. Após o incidente, ele chegou a ser parado por uma viatura da polícia, mas foi liberado após garantir que pagaria propina aos policiais.
De acordo com bombeiros, Rafael foi levado ainda com vida para o Hospital Miguel Couto, no Leblon, na Zona Sul da cidade. A Secretaria municipal de Saúde do Rio declarou que o jovem chegou à unidade com politraumatismos na cabeça, no tórax, nos braços e nas pernas. Ele chegou a ser operado, mas faleceu por volta de 8h da manhã do mesmo dia.

Punição

Primeiras condenações: Gabriel Fernandes e Guilherme Bussamra

Do dia 7 de dezembro de 2010, o juiz do 2º Tribunal do Júri do Rio, Paulo de Oliveira Lanzelotti Baldez, homologou a transação penal de Gabriel Fernandes e Guilherme de Souza Bussamra, acusados de, respectivamente, participação em via pública de corrida automobilística não autorizada e fraude na pendência de procedimento policial. A transação penal é um instrumento legal que cabe em crimes com pena inferior a dois anos. Assim, os réus foram condenados a pagar cestas básicas. O réu Gabriel Fernandes foi condenado a pagar 10 salários mínimos em espécie ou cestas básicas à Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) e teve sua carteira de motorista suspensa pelo prazo de um ano. Já Guilherme de Souza Bussamra, (que ajudou a esconder o carro do irmão atropelador em uma oficina), irá pagar a metade do valor em dinheiro ou cestas básicas, para mesma instituição, pois, de acordo com sua defesa, ele estaria residindo em São Paulo, o que lhe trouxe despesas, dificultando o pagamento do valor de 10 salários. A ABBR irá escolher o meio de pagamento a ser recebido.

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Rafael Mascarenhas Guimarães 1991-2010

CASO SERRAMBI

Caso Serrambi, foi assim denominado o caso do assassinato ocorrido em maio de 2003, de duas adolescentes, de 16 anos de idade, Maria Eduarda Dourado Lacerda e Tarsila Gusmão Vieira de Melo.
As adolescentes foram passar o primeiro final de semana do mês de maio de 2003 na casa de veraneio do estudante Tiago Alencar Carneiro da Silva, na praia de Serrambi, Ipojuca, em companhia de seis amigos, Ana Catarina Meira Lins França, Thiago Nunes Galdino, Romero Mattos Vieira Santos, Guilherme Maciel de Araújo, Rodrigo Viana de Araújo e Fernando Marcondes de Araújo.
No dia seguinte à chegada do grupo em Serrambi, em 3 de maio de 2003, as garotas acompanhadas das mesmas pessoas que estavam hospedadas na casa de Tiago Carneiro, com exceção do próprio Tiago e de Ana Catarina (na época namorada de Tiago), participaram de um passeio de lancha até o pontal de Maracaípe, também em Ipojuca, à convite de Raimundo Souza Soares Neto, vizinho de Romero santos .
Já no pontal de Maracaípe, as adolescentes Maria Eduarda e Tarsila Gusmão separaram-se do grupo e foram andar sozinhas na praia, mais na frente próximo a um bar as meninas encontraram quatro amigos que as levaram de carro de volta ao local onde a lancha estava atracada e onde vieram a constatar que a lancha já havia retornado para Serrambi sem as mesmas.
Na tentativa de retornarem até a casa onde estavam hospedadas em Serrambi, as garotas dirigiram-se até a casa de João Corrêa da Mota Júnior e ligaram para Tiago carneiro e Romero Santos, ficando acertado que se encontrariam à noite na casa da amiga Nayana Sepúlveda Suzart em Porto de Galinhas
Apesar de combinarem por telefone um encontro em Porto de Galinhas com Tiago Carneiro, decidiram retornar sozinhas à Serrambi e, ao saírem da casa de João Corrêa da Motta Júnior, pegaram uma carona com o amigo Adriano Accioly de Araújo Marques, que voltava de um fim de tarde de surf com seu filho e namorada, até as imediações do Trevo de Porto de Galinhas, próximo ao posto de gasolina Texaco, a fim de pegarem uma condução até Serrambi.
Mesmo alertadas por Adriano Accioly sobre o perigo que corriam em esperar condução numa rua que dava acesso a Serrambi, as adolescentes ficaram no local onde foram aconselhadas por Adriano Accioly a não ficarem esperando condução.
As adolescentes foram vistas pela última vez com vida, entrando numa Kombi de para-choque verde por uma testemunha Regivânia Maria da Silva, que se encontrava em uma esquina próximo ao local onde as garotas aguardavam condução.
Tiago carneiro e alguns hospedes se dirigiram no sábado à noite até a Praça de Porto, local de grande movimentação de pessoas, para ver se encontravam as meninas, contudo não obtiveram êxito e voltaram para Serrambi na madrugada do Domingo.
Os cadáveres das adolescentes foram encontrados dez dias depois, já em avançado estado de decomposição e mumificação, em uma estrada vicinal, num canavião situado nas terras do engenho jenipapo, Ipojuca, por José vieira de Melo Neto (pai de Tarsila)e seu amigo Roberto Marcos de Oliveira Botelho que resolveram realizar uma busca paralela com a autorização da polícia.
O veículo Kombi foi encontrado pela polícia dias depois em uma oficina mecânica em Cachoeirinha, PE. Os kombeiros e irmãos Marcelo José de Lira e Valfrido Lira da Silva foram presos e responsabilizados pelos homicídios embora nunca tenham confessados.
O crime já foi investigado várias vezes pela polícia estadual e federal, devido ao Promotor do Município José Miguel Sales entender que não existiam provas suficientes para o oferecimento de denúncia. Após a substituição do Promotor José Miguel Sales do caso, foi finalmente oferecida a denúncia e o processo tramita atualmente em segredo de justiça na vara Criminal da comarca de Ipojuca, já tendo sido proferida até então a decisão de pronúncia contra os irmãos lira.
O caso divide opiniões no estado, aquém acredite que Valfrido e Marcelo sejam inocentes como e o caso da família de Maria Eduarda Dourado. O caso também e até hoje anunciado com destaque pelos veículos de comunicação local. Foram sete anos de expectativa. Dezenas de perícias, exames, provas e contraprovas. Polêmicas que ganharam por várias vezes manchetes de jornal em torno de um dos crimes de maior repercussão em Pernambuco. Depois de um julgamento exaustivo que consumiu cinco dias – mais de cinquenta horas de perguntas, depoimentos, embates, apresentação de provas e debates, enfim o veredito: os irmãos kombeiros Marcelo e Valfrido Lira, acusados pela morte das adolescentes Maria Eduarda Dourado e Tarsila Gusmão, estão livres.
Por decisão do corpo de jurados em 03 de setembro de 2010, ambos foram considerados inocentes da acusação de homicídio duplamente qualificado (sem condições de defesa para a vítima e com a intenção de ocultar outro crime, o de estupro) e de tentativa de estupro. O fim do julgamento se transformou em espetáculo: parentes das vítimas foram vaiados enquanto saíam do Fórum de Ipojuca, enquanto o pai de Tarsila, José Viera, atônito, não conseguia nem sequer se levantar da cadeira de onde assistiu ao julgamento. Ao serem informados da decisão, os kombeiros comentaram brevemente o veredito. "A justiça foi feita", disse Marcelo. "A verdade não chegou", completou Valfrido.

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As duas adolescentes que foram assassinadas, <here>

CASO AMANDA ROSSI

O caso Amanda Rossi refere-se à morte da estudante de Educação Física Amanda Rossi (?, 1 de abril de 1985 - Londrina, 29 de outubro de 2007), que ocorreu durante um evento de dança no campus da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) em Londrina, no estado do Paraná, no Brasil.
O corpo foi encontrado por um zelador da UNOPAR dois dias depois, dentro da sala de máquinas da fisioterapia, próximo a uma piscina.
Os pertences da jovem (bolsa e telefone celular) desapareceram e não havia sinais de violêcia sexual, o que fez supor, num primeiro momento, a hipótese de latrocínio.
O corpo foi sepultado no Cemitério João XXIII, em Londrina.
Dois meses mais tarde foi detido em São Carlos, no interior do estado de São Paulo, um rapaz de 18 anos que confessou que teria sido contratado para matar Amanda. De acordo com a confissão, em carta anexada ao inquérito policial, o móvel do crime teria sido passional. O rapaz teria sido contratado por duas alunas da UNOPAR, por encomenda de uma professora da mesma instituição, pelo montante de R$ 1.600,00, que jamais lhe foram pagos. Nenhuma das afirmações foi comprovada e o suspeito foi solto.
O laudo do Instituto Médico Legal de Londrina indica a asfixia como "causa mortis" da estudante. A jovem Amanda tinha marcas de ferimento no rosto e acredita-se tenha sido agredida com algum objeto pontiagudo antes de ser esganada pelo assassino.

Massacre no Complexo do Alemão

A operação policial no Complexo do Alemão aconteceu em 27 de junho de 2007, no Rio de Janeiro, e reuniu 1.350 policiais, entre civis, militares e soldados da Força Nacional. Foi a maior operação realizada no complexo desde que a polícia ocupou as favelas , no dia 2 de maio de 2007, após criminosos que seriam do Alemão terem assassinado dois policiais, em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Dezenove pessoas foram mortas e várias outras feridas. Treze dos corpos foram recolhidos pela própria polícia, e outros seis foram deixados à noite numa van em frente à delegacia local, na Penha. Entre os feridos, sete pessoas foram vítimas de balas perdidas, além de um policial e cinco traficantes atingidos.
De acordo com uma nota publicada pela Ordem dos Advogados do Brasil, pelo menos onze dos mortos não tinham relação alguma com o tráfico. Até o final dos XV Jogos Pan-Americanos, um grande cerco foi formado pela polícia na região - para garantir a segurança dos Jogos, bem como a viabilização de obras sociais do PAC, necessitando de uma intervenção policial que afastasse o poder paralelo na região. Um recente relatório publicado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) revelou que houve execuções durante a operação.

Cerca de 160 mil pessoas vivem nas favelas que compõem o Complexo do Alemão, bairro com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano da cidade do Rio.
A região concentrava 40% dos crimes da cidade e boa parte do tráfico. Traficantes afugentaram dali quase toda a atividade produtiva – no passado, a região era o maior pólo industrial do Rio. O "alemão" que dá nome ao morro era polonês: Leonard Kaczmarkiewicz, que imigrou para o Rio depois da Primeira Guerra e implantou na região uma zona industrial. Desde que a cocaína se tornou o melhor negócio dos morros, na década de 1990, 30 mil pessoas já morreram nos bairros que integram o Alemão.

FERIDOS
Menores de idade
  • Luana da Silva, 8 anos de idade
  • Larissa Andrade da Silva, 12 anos de idade
  • Carlos Henrique Matias Vitoriano, 13 anos de idade
  • Wesley Glauco da Silva, 17 anos de idade
  • Ivo Urbano da Silva, 17 anos de idade
Adultos
  • Karen Cristina Baptista Borges, 20 anos de idade
  • Valnice Alves da Silva, 27 anos de idade
  • Mônica Pinto, 30 anos de idade
  • Edvan Mariano de Sousa, 32 anos de idade
  • Arlete dos Santos, 48 anos de idade

Caso Tim Lópes

Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, conhecido como Tim Lopes, (Pelotas, 18 de novembro de 1950Rio de Janeiro, 2 de junho de 2002) foi um repórter brasileiro, produtor da Rede Globo desde 1996. Cursou Jornalismo na Faculdade Hélio Alonso (FACHA), Rio de Janeiro. Casado com Alessandra Wagner havia dez anos.
O jornalista desapareceu em 2 de junho de 2002. Depoimentos de narcotraficantes presos indicam que ele teria sido sequestrado e morto entre as 22 e 24h daquele dia.

Por volta das 17 horas de 2 de junho, domingo, Tim Lopes foi até a favela Vila Cruzeiro, no bairro do Complexo do Alemão, subúrbio do Rio de Janeiro, com uma microcâmera escondida numa pochete que levava na cintura, para gravar imagens de um baile funk promovido por traficantes de drogas. Ele havia recebido uma denúncia dos moradores da favela de que no baile acontecia a exploração sexual de adolescentes e a venda de drogas. Iria verificar também a informação de que os traficantes construíram um parque infantil numa via de acesso à comunidade, para dificultar a ação da polícia, e que desfilavam armados de fuzis.
Os traficantes estranharam a presença de Tim Lopes no local. Há suspeita de que, uma vez descoberto, sua morte tenha sido decidida como vingança pela reportagem feita anteriormente, sobre a venda de drogas no morro, veiculada em agosto de 2001 pela TV Globo. Depois dessa reportagem, vários traficantes foram presos e o tráfico da região teve um prejuízo em suas atividades criminosas por um longo tempo. Outras hipóteses são de que Tim Lopes tenha sido confundido com um policial ou um informante da polícia.
Segundo testemunhas, a morte de Tim Lopes foi definida pelo traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, um dos líderes do grupo criminoso Comando Vermelho, que dominava o Complexo do Alemão. As investigações indicam que participaram do crime outros nove traficantes de sua quadrilha. Antes da execução, os traficantes fizeram uma espécie de julgamento para decidir sobre a morte do jornalista. Ele foi torturado antes de morrer, com golpes de katana. Seu corpo teria sido esquartejado antes de ser queimado - método popularmente chamado como "microondas", usado para ocultar o cadáver e o crime - na localidade da Grota.

Os quadros do blog, e os logotipos dele! >obs: aniversário de 1 ano em setembro, dia 11. Vou editar ele com tuuuuuuuudoooooooo!!!!!!














O finado ator Paulo Gracindo faria 100 anos neste sábado, 16

Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo, foi um radialista e ator, mais só lembrado como ator, por fazer vários papéis que interpretou na televisão. Entre seus grandes trabalhos estão O Bem Amado, vivendo o Odorico Paraguassu.
Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola.português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope. Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto?
Na época da rádio, Paulo fez um maior sucesso com o rádioprograma Paulo Gracindo, com a rádionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta. Fez também o programa de rádio Balança Mas Não Cai.
Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!".

Morreu aos 84 anos. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista (Rio de Janeiro) no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Na televisão


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Notícias das Últimas Semanas PARTE2

Ônibus sem freio causa acidente em Bebedouro

Reprodução
Ônibus sem freio causa acidente em Bebedouro
A falta de freio de um ônibus da empresa São Francisco, que faz a linha Gama Lins/Centro ocasionou um grande engavetamento na ladeira Professor Benedito Silva, em Bebedouro. De acordo com as primeiras informações, oito veículos foram envolvidos no acidente, mas ninguém ficou gravemente ferido.
O trânsito no local ficou completamente paralisado depois que o problema mecânico ocasionou o acidente, que poderia ter terminado numa grande tragédia, com várias vítimas fatais.

 
Ônibus desgovernado provoca grave acidente em BebedouroConfira como ocorreu o engavetamento
O ônibus da empresa São Francisco, de placa MVF 1053 – Maceió, que seguia em direção à Chã de Bebedouro, perdeu o freio e causou um verdadeiro ‘efeito dominó’. Primeiro, ele se chocou na lateral de um Gol, depois em um taxi Uno, depois em um Corsa Classic, num Chevet e, por último, num Pálio, de cor prata e placa EGW 2063, que estava num cruzamento local e ficou com a frente totalmente destruída.
De acordo com as informações apuradas, o Pálio foi arrastado por pelo menos 15 metros, até ser imprensado por um caminhão que vinha no sentido contrário e acabou jogando o veículo contra o ônibus desgovernado.
“Por pouco eu não morri. Vi o ônibus me arrastando por metros, quando eu olho pra frente, um caminhão vindo em minha direção. Pensei que ia morrer na hora”, diz Tiago Lamenha Lins, sobrinho do ex-vereador Jorge VI, que dirigia o Pálio, pertencente a empresa Würth.
Um outro ônibus da mesma empresa tentou desviar do engavetamento, mas acabou subindo na calçada e quase invade uma loja de móveis.
Dois passageiros que estavam no ônibus sem freio entraram em estado de choque e precisaram ser encaminhadas ao Hospital Geral do Estado.
Duas viaturas do Samu e duas do Corpo de Bombeiros, além da SMTT, estiveram no local para prestar socorro e desobstruir a pista.
O motorista do ônibus desgovernado fugiu do local.


Leia mais: http://tudoglobal.com/blog/capa/139555/onibus-sem-freio-causa-acidente-em-bebedouro.html#ixzz1SDkTXU52

Notícias das Últimas Semanas » Brasil » Brasil Acidente entre ônibus e carreta deixa 4 mortos na Bahia

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Um acidente ocorrido por volta das 10h20 deste sábado envolvendo um ônibus e uma carreta deixou quatro mortos na altura do km 355 da BR-101, próximo à cidade de Wenceslau Guimarães (BA).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não soube dizer a quantidade de feridos, mas informou que nenhum deles estava em estado grave e que todos foram encaminhados para hospitais das cidades de Wenceslau Guimarães, Teolândia e Santo Antônio de Jesus.
Ainda de acordo com a PRF, o ônibus, que havia saído do Rio Janeiro, colidiu de frente com a carreta durante uma curva da estrada.

Notícia de São Paulo

 Acidente envolvendo ônibus e motos faz vítimas fatais em SP


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Um acidente envolvendo um ônibus e três motos interditava totalmente a avenida Cupecê por volta das 11h desta sexta-feira em São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, três pessoas morreram e uma ficou ferida.
Segundo as primeiras informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o acidente ocorreu no sentido centro da via, altura do número 5.000. Após a batida, o ônibus foi parar na contramão. A região apresentava lentidão por aproximação.

Explosão em garagem de ônibus causa pânico

Funcionários da Viação Deodorense, localizada em Marechal Deodoro, foram surpreendidos com a explosão, na manhã desta sexta-feira, dia 15, de um compressor de ar. A repercussão da explosão foi tamanha que atingiu o galpão de outra empresa de ônibus.
De acordo as primeiras informações, duas pessoas se encontravam no galpão - um funcionário e o proprietário - no momento da explosão e por pouco não foram atingidos. Apenas uma das vítimas foi identificada, como José Cícero.
Segundo relato de testemunhas, a explosão pode ser ouvida a vários metros de distância. O Corpo de Bombeiros foi acionado para inspecionar o local e saber se há riscos de desabamento, uma vez que parte do teto foi destruído.
Os prejuízos materiais ainda estão sendo avaliados. A explosão chamou a atenção de curiosos.


Thomas Bangalter - Turbo (MIDNIGHT CLUB 2), bom trabalho > pro dono do víííídeooh ;D

DJ Spyne & Pippo Palmieri - Play With Me

O blog Antenados está fazendo 1 aaaaaaaaaanooooooooooooooo!!!!!!

Eu tenho é coisa pra mostrar aqui, no aniversário dele, e ... com isso, quero mostrar-lhes a visualização de páginas do blog. Mas, agora, observem como cresceu as visualizações da minha própria página. Antes, vejam como estavam antes dessa imagem ser retirada, e como ficou depois (obs: e-mails ocultos por direitos autorais)











Meeeeeeeeeeeega Ciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiityyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy

Pessoal, olha só como a Ivete é linda até no ORKUT. ''IVETINHA NA ÁREAAA! TIRA O PÉ DO CHÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!!''