sábado, 24 de março de 2012

Os Filhos e Esposas de Chico Anysio


Esposas e filhos

Nancy Wanderley, atriz – teve com Chico o filho Lug de Paula, ex-marido de Heloísa Perissé e intérprete do Seu Boneco da “Escolinha do Professor Raimundo”. Lug nasceu em 1957.

Rose Rondelli, vedete – Quando Chico se uniu a Rose, ela já tinha o filho Duda, do casamento com Carlos Gil. Chico adotou Duda como filho. Depois, Rose e Chico tiveram dois rebentos. O primeiro nasceu em 1964 e é Nizo Neto, ator, dublador e mágico. Entre os trabalhos mais famosos de Nizo, estão o Seu Pitolomeu da “Escolinha do Professor Raimundo”, e a voz de Ferris Bueller (Matthew Broderick) na dublagem de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986). O outro filho desse casamento é Rico Rondelli, hoje diretor de TV. No final dos anos 1960, Chico ainda adotou André Lucas, hoje comediante teatral.

 

Alcione Mazzeo, atriz – Chico e Alcione viveram juntos nos anos 70, e o filho do casal é o hoje célebre Bruno Mazzeo, humorista, redator, apresentador. Com o programa de TV e filme “Cilada”, Bruno tornou-se ainda mais famoso. Bruno nasceu em 1977.

Regina Chaves, atriz e cantora – Regina fez parte do grupo As Frenéticas, que esteve no auge no Brasil entre 1977 e 1983. Em 81, Regina deixou a banda e se casou com Chico, com quem teve Cícero Chaves, nascido em 1983, hoje DJ profissional, envolvido com produção de música eletrônica.

Zélia Cardoso de Mello, economista – A ex-Ministra da Economia do Governo Collor se casou com Chico no início dos 90. Tiveram dois filhos: Rodrigo e Vitória. Zélia e seus filhos vivem hoje nos EUA.

Malga de Paula, empresária – A última esposa de Chico. E a única com quem o humorista não teve filhos.


Parentes famosos

Chico tem três irmãos artistas: o compositor Elano de Paula, o cineasta Zelito Viana – pai do ator Marcos Palmeira – e a atriz Lupe Gigliotti, falecida em dezembro de 2011. Lupe é mãe da atriz e diretora Cininha de Paula. Cininha, por sua vez, foi casada com o ator e diretor Wolf Maya, com quem teve a filha Maria Maya, também atriz.


Fonte:IG

Hot Rats, de Frank Zappa - Um Disco Clássico

Hot Rats, de Frank Zappa, é um dos discos mais representativos de sua obra genial. Lançado em 1969, Hot Rats é considerado por muitos críticos, um dos precursores do jazz-rock, já que foi lançado no mesmo do ano do revolucionário Bitches Brew, de Miles Davis, considerado como a pedra fundamental do nascedouro estilo fusion. Como o disco de Zappa trazia elementos jazzísticos, unidos ao rock, o álbum também carrega esse caráter inovador.
Em 1979, dez anos depois de seu lançamento, Hot Rats foi relançado no Brasil, pela gravadora Warner, em uma série denominada Momentos Históricos, que também trazia outras obras de peso. Na ocasião, o crítico Luís Fridman, comenta o álbum:
"'Hot Rats' tem dez anos. Desde a sua edição, Frank Zappa mudou muito, mas o que mudou mesmo foi o panorama do rock. Zappa é um desses artistas que qualquer mentalidade mais conservadora considera logo como uma ameaça às instituições, o que certamente funciona como forte atrativo a qualquer mentalidade mais transformadora. Ele conseguiu o que poucos artistas dentro do mundo do rock puderam realizar com suficiente coerência: ser musical e político, e igualmente talentoso nos dois campos. Desde o início, Frank Zappa incomodou os produtores das gravadoras com seus esquemas caríssimos de produção de discos e suas declarações audaciosas acerca dos mecanismos não muito honestos do mundo do rock, que naquela época ficavam mais obscurecidos pela fantástica significação que as modernas experiências tinham para parcelas muito ampliadas da juventude.
Ele não fazia uma música fácil e suas declarações não se pautavam, também, por certezas fáceis. Esses aspectos poderiam contar desfavoravelmente para a sua carreira musical mas, ao contrário, serviram para uma definição de gostos e posições que o distinguiram no mercado, não sei para sua satisfação ou desespero. Zappa, apesar de roqueiro inato, nunca se entusiasmou pela cultura do rock que acreditava ser dominado por certos valores retrógrados e alienantes, e não chegou a surpreender algumas suposições que ele lançou, durante um certo tempo, de que a cultura das drogas tinha forte influência dos planos da Cia para alienar a juventude americana de propósitos culturais e políticos de maior consequência. Essas afirmações não podem ser provadas com exatidão, mas, sem dúvida, Frank Zappa fez muita gente coçar a cabeça numa época em que 'paz e amor' significavam palavras de ordem de grande repercussão.
Musicalmente Zappa sempre teve uma forte influência do jazz, porém a sua maneira de fazer música tinha os componentes básicos de interpretação própios do rock desenvolvido duarante a década de 60, além de um inesgotável talento no manejo da guitarra que o fez um dos maiores do instrumento. Ainda assim, amargo quanto a seu futuro, enquanto estrela, Zappa não deixou de declarar, algum tempo depois, que não adiantava mais desenvolver as suas escalas e solos porque as fileiras dos músicos modernos estavam cheias de garotos que conheciam tudo da guitarra e que eram, sempre, candidatos ao estrelato do instrumento. Ironizava, com isso, o que esquema de competição próprio do rock já em decadência onde antes da música vinha o interesse imediato de participar dos pools de instrumentistas das revistas especializadas. Ainda assim, diga-se que Frank Zappa foi um feroz crítico do rock a partir de dentro. Suas decepções, e mesmo esperanças, não se alimentavam de uma atitude racionalista e distanciada dessa maneira de fazer música e de atuar na cultura.
'Hot Rats' é um dos melhores momentos musicais de Zappa que, com o correr dos anos, perdeu a sua influência ideológica, mas permaneceu um inveterado experimentador. Esse disco, se levarmos em consideração os dez anos que nos separam de sua edição, traz experiências muito significativas de associação do rock com o jazz e inovações rítmicas e de integração de instrumentos bastante originais. A faixa 'Beaches en Regalia' é uma passagem clássica das novidades que Zappa trouxe para a música norte-americana. Fica ainda a lembrança que outros desses magníficos momentos de sua música, o LP 'Chunga's Revenge', ainda não foi editado no Brasil." 
 
Fonte: Tarati Taraguá

Um Show Memorável: Edu Lobo, Nana Caymmi e Boca Livre (1979)

Em novembro de 1979 eu assisti a um grande show, daqueles que não saem da memória, mesmo passados tantos anos. Edu Lobo, Nana Caymmi e um novo grupo vocal, ainda desconhecido e com um disco independente recém-lançado, Boca Livre, estavam fazendo um show pelo Brasil, e vieram a Campos, em uma noite memorável de boa música.
Quem os trouxe a Campos foi uma nova produtora, chamada Abertura, cuja primeira realização foi justamente esse show. Para minha sorte, um amigo meu trabalhava nessa produtora, e com ele consegui um ingresso de cortesia.
Lembro que naquela noite de sexta-feira, o ginásio do Automóvel Clube estava lotado, e havia grande expectativa para o show reunindo um dos maiores compositores desse país, uma cantora refinada e um novo grupo vocal que prometia. Lembro também que antes do show iniciar o som ambiente, dentre outras músicas, tocava Força Estranha, na gravação ao vivo de Gal Costa. Houve uma promoção da produtora, que sorteou um aparelho de tv portátil para o público, e quem ganhou foi um velhinho.
O show foi perfeito, embora eu tenha achado que Edu Lobo tenha deixado de cantar suas músicas mais lentas e introspectivas, preferindo as mais animadas e de maior sucesso. Dois dias depois, o jornal Folha da Manhã trazia uma resenha do show, assinada pelo jornalista Péris Ribeiro:
"Edu Lobo, Nana Caymmi (e o conjunto Boca Livre) fazem, sem dúvida, um show que pode ser apontado como de alta qualidade. Em termos de Campos - não há como negar - o que de melhor existiu no ano de 79.
O entrosamento dos dois no palco chega a surpreender, inclusive. E é uma pena que a personalidade de Nana e o jeito rebentador de Edu se juntem em apenas três músicas: Pra Dizer Adeus, Marta Saré e Suíte dos Pescadores.
Irretocável em todas as músicas, Nana consegue ser realmente uma sensação à parte. Quando canta Cais, Beijo Partido, Medo de Amar, Contrato de Separação, Saveiros e Pra Dizer Adeus só se sente uma coisa em volta: o seu magnetismo agindo sobre a plateia, fascinada por sua voz grave, mas incrivelmente melodiosa e que faz, ainda, um gênero diferente de pé-de-ouvido.
Já Edu inicia de maneira um tanto insegura a sua participação. Talvez por dividir com uma Nana já aquecida de palco e público Pra Dizer Adeus. Quando de Cordão da Saideira e Ponteio, dois dos mais marcantes sucessos da fase primeira de sua carreira (a fase de campeoníssimo de festivais), chega a ser pouco capaz de segurar a marcação e guiar a vocalização, quase se perdendo de vez em alguns momentos. No entanto, quando parte para outras velhas conhecidas do público como Decididamente (música sua e de Vinícius de Moraes), Upa Neguinho, Viola Fora de Moda e Marta Saré (um assombro de interpretação sua, de Nana e do Boca Livre) começa a se dizer presente de maneira definitiva. E chega ao ponto máximo em Lero-Lero e o Trenzinho Caipira - onde procura homenagear com intensa sinceridade a obra de Villa-Lobos e Ferreira Gullar, da qual, fez questão de nos dizer, não passa de um mero 'coordenador de arranjos'.
Sobre o Boca Livre, cremos que basta dizer que a plateia parou por inteiro para ouvi-lo. E quando rompeu em rasgados aplausos após Toada, Ponta de Areia e a maravilhosa Desenredo, de Dori Caymmi e Paulo César Pìnheiro, foi para reconhecer realmente o aparecimento do mais promissor conjunto vocal (e também instrumental) de nossa música de uns tempos pra cá.
Aliás, em determinados momentos parecia que o Boca Livre estava ali para roubar o que seria de dirreito um show de consagração de Nana e Edu. E daqui a algum tempo já será chegada a hora e a vez de saírem Maurício Maestro, Cláudio Nucci, José Renato e Davi Tygel por aí a terem um show muito próprio e um público muito deles também, pois a rota já está traçada nesse sentido. De maneira irreversível.
O grande senão - já explicado com argumentos sólidos e merecedores de crédito - ficou por conta da grande demora quanto ao início do espetáculo. Mas não seria uma falta de luz no Ginásio Olavo Cardoso, uma porta emperrada na entrada, um errar de caminho de Edu, Nana e da turma do Boca Livre no retorno do almoço no sítio de Fernando Lima (o que motivou o atraso da repassada das 24 músicas) que empenaria a promoção da 'Abertura Promoções e Produções Ltda'.
Afinal, ela marcou da maneira mais positiva possível a sua entrada no campo difícil e cheio de meandros do 'show-business'. Com uma organização e qualidade até então não vistas por aqui. E pode perfeitamente dar seguimento e uma liderança praticamente já assumida no ramo com promoções do mesmo quilate - e por que não dizer, mais ambiciosas, pois Douglas Bianncho e Cléa Malaquias, como os que querem chegar para ficar, têm simplesmente esse tipo de pensamento em suas cabeças."
Obs: Esse foi o único evento da produtora 'Abertura'. No verão seguinte, a produtora contratou a cantora Beth Carvalho para um show na praia de Grussaí. A cantora não cumpriu o contrato e não realizou o show, dando um enorme prejuízo aos promotores. Uma briga judicial, se arrastou por anos, e só recentemente os promotores ganharam a causa. 
 
Fonte: Tarati Taraguá

Peter Gabriel - 1986

Peter Gabriel é um caso interessante no mundo artístico. Fez parte de uma banda de grande sucesso, o Genesis, do qual era vocalista, partindo para uma careira-solo, como tantos outros. Porém, como artista-solo, Gabriel passou a fazer um tipo de música totalmente diferente do que interpretava em sua antiga banda. O seu som traz elementos de música étnica, rotulada como world music, com influência de ritmos africanos e também brasileiros. Aliás, sobre sua saída do Genesis, ele declarou: "Quando saí do Genesis (em 1975), jurei a mim mesmo deixar para trás todas as coisas associadas com meu trabalho no grupo, o violão de 12 cordas, por exemplo. O lado teatral também. Mas acho que as pessoas exageraram muito minha participação na banda. Ali havia, realmente, um trabalho de grupo."
Em 1986 lançou o seu disco de maior sucesso, "So", que chegou a ficar em primeiro lugar na parada inglesa, além de alcançar bons índices também nos EUA. Na edição de O Globo de 29/06/86 o fotógrafo e jornalista Maurício Valadares escreveu sobre o disco, que acabava de ser lançado no Brasil:
"Peter Gabriel, um belo nome. Desde o lançamento, em 82, de seu quaro elepê solo, todos nós começamos a imaginar o que estaria por vir. O tempo passou, e nada. Ele chegou a nos visitar por duas vezes. Na última, há exatamente dois anos, veio gravar com Djalma Correa algumas tomadas de percussão. O Brasil fazia parte de um roteiro intercontinental visando 'o próximo disco'. Por aqui, Gabriel demonstrou seu fascínio cada vez maior pela música africana. A preocupação de jamais chegar perto de algo descartável era constante.
O elepê ao vivo de 83 e a trilha de 'Byrdy' não chegaram a fazer cócegas na saudade. Não era possível um artista como ele produzir um silêncio tão grande. Até que mês passado a barreira foi rompida. De primeira, Gabriel entrou na parada inglesa com a música 'Sledgehammer'. Finalmente pudemos sentir o cheiro do que ele estava aprontando. Para quem esperava alguma coisa densa, o compacto foi uma surpresa. Um funk, um bate-bola entre James Brown e Marvin Gaye com tudo a que tem direito - metais, vocais de apoio, baixo e bateria mais na cara do que quem perde penalti, etc. Além de ter rendido um vídeo inacreditável. O mix de 'Sledgehammer' já foi lançado aqui e vale, também, por suas duas faixas no lado B.
Custou mas apareceu. Com um retrato em preto e branco na capa e intitulado de 'So', Gabriel está de volta. Como sempre, ele se faz acompanhar por Tony Levin, Jerry Marotta e David Rhodes. Para reforçar o time chegaram Stewart Coppeland, L. Shankar e Richard Tee. Para ajudar nos vocais vieram Kate Bush, Jim Kerr (Simple Minds) e Youssou N'Dour (a mais nova sensação da música africana).
Neste disco Gabriel não se afasta dos temas de tabalhos anteriores, nem se aventura por direções pouco conhecidas. O branco de quatro anos não o levou a 'inventar' nada. Ele continua quase o mesmo. Mais balançado como em 'Sledgehammer' e 'Big Time'. Faixas como 'Mercy Street', 'In Your Eyes' e 'Don't Give Up' são marcas registradas. 'Excelent Byrds', que primeiro foi lançada por Laurie Anderson em seu elepê 'Mr. Heartbreak', recebeu uma nova mixagem. A produção foi dividida com Daniel Lanois (Brian Eno, U2).
É difícil apontar qual o melhor disco de Gabriel. Todos sempre foram o melhor em suas datas de lançamento. Com o tempo eles se confundem e passam a ter a expressão de seu criador. Pedro Gabriel, lindo nome." 
 
Fonte: Tarati Taraguá

Governo da Ditadura Proíbe Joan Baez de Cantar no Brasil

A ditadura militar do Brasil, já no início dos anos 80, quando estava mais branda, e em plena era de uma abertura política gradual, ainda demonstrava seu caráter totalitário. A cantora americana Joan Baez, famosa não só por sua bela voz, mas também por sua posição política, sempre em defesa dos direitos civis, foi proibida de cantar no Brasil. Não me lembro exatamente do ano em que esse fato ocorreu, já que o recorte de jornal que guardo está sem data, mas sei que foi no início dos anos 80.
Na época, a redemocratização do país acontecia de forma tímida, mas já era um avanço, após tantos anos de ditadura. Alguns setores de esquerda, ligados principalmente ao recém-criado PT enxergavam na vinda Joan Baez uma possibilidade de discutir sobre os desmandos da ditadura e questões ligadas aos direitos humanos e outros fatores que incomodavam os militares, e a proibição dos shows da cantora, conhecida por seu posicionamento político de esquerda desde seu início de carreira como cantora folk, ainda nos anos 60. Ao lado de Bob Dylan era os principal nome de um estilo de músicas engajadas e politizadas, conhecidas como protest songs. Segue abaixo a matéria, do jornal O Globo:
"Bonita, elegante, bem humorada e, principalmente, muito simpática, Joan Baez conversou durante pouco mais de uma hora com os repórteres na sala de recepção do Hotel Excelsior, na Avenida Atlântica. Apesar de se dizer feliz por estar no Rio, lamentou que sua apresentação esteja cercada de proibições:
- A polícia ainda não falou comigo, mas com os organizadores do show. É estranho reparar que os únicos três países que me impediram de cantar foram a União Soviética, a Argentina e o Brasil. No Chile não houve qualquer proibição oficial, não tive problemas com a polícia e cantei para sete mil pessoas. Assim, não sei como vai ficar. Vamos aguardar.
A pergunta de como ela via um símbolo da paz proibido de cantar, respondeu:
- Um símbolo da paz fala de repressão, opressão, direitos humanos.
A proibição de cantar surgiu depois que você fez declarações políticas em São Paulo, falando de Lula e Miterrand? - perguntou um jornalista.
- Não, acho que os problemas começaram antes disso. Só agora entendo porque houve tantos problemas antes. É, mas esse é só um pequeno problema. Talvez seja bom para o Brasil. Talvez isso consiga mostrar que o Brasil não é só lugar de sol e praias bonitas. O importante não sou eu aqui. Importante são as pessoas que ficam aqui depois de eu viajar.
Joan Baez, que afirmou ser impossível não misturar arte à política, disse que o que tem feito nesses últimos 25 anos é 'tentar introduzir qualquer alternativa para a violência, em qualquer que seja a situação, porque já se vive num mundo enormemente violento'.
Citando Indira Ghandi e Martin Luther King, a cantora pacifista que costuma atrair multidões a seus shows, disse que gostaria de ver o fim dos militares e de todas as pessoas que acham bom matar outra pessoa, 'em qualquer que seja o país'.
Sempre muito simpática, Joan Baez disse que não se sentiu em perigo na América Latina, onde está há 20 dias, e que tudo que aconteceu serviu para lhe dar uma ideia dos problemas enfrentados pelos que aqui querem 'fazer um trabalho sério'."

Geraldo Azevedo Lança Inclinações Musicais - 1981

Em 1981 Geraldo Azevedo lançava Inclinações Musicais, seu quarto álbum, sendo que o primeiro foi gravado em dupla com Alceu Valença. Dono de um jeito bem pessoal de compor e interpretar, além de ser um exímio violonista, Geraldo Azevedo já era um artista estabelecdo no cenário da MPB quando lançou esse disco.
Sua música traz toda uma influência da cultura regional nordestina e de sua terra Petrolina/PE, mais especificamente. Hoje, com 40 anos de carreira (seu primeiro trabalho gravado, com Alceu Valença é de 1972), Geraldo Azevedo é um músico reconhecido por seu talento e musicalidade, sendo considerado um músico do primeiro time da MPB.
Na ocasião do lançamento de Inclnações Musicais, o crítico Luiz Fridman escreveu em sua coluna "Discos Pop":
"Geraldo Azevedo é um músico que traz a rica bagagem cultural do Nordeste brasileiro. E, poderia satisfazer-se com isso, pos os elepês já gravados e os batismos de mercado foram obstáculos ultrapassados. A temática das populações ribeirinhas do São Francisco, o contraste entre um Brasil 'pujante' e um Brasil 'faminto', a resignação, a melancolia ou a revolta dos despossuídos encontram frequentemente nos músicos populares renovadas e enérgicas formas de expressão. Geraldo Azevedo tem parcela de responsabilidade na difusão dessas formas de sentir, junto com Alceu Valença e outros tantos.
Ao mesmo tempo sua música alcançou os temas urbanos, perseguindo a inquietação das cidades, os novos jogod mentais e culturais e, enfim, outras inclinações musicais. Ou, como diz a letra de Renato Rocha para a canção que dá título ao seu novo disco: 'Quantas canções parecidas/E tão desiguais/Como as coisas da vida/Coisas que são parecidas/Feito impressões digitais'. As impressões de Geraldo Azevedo não se resumem a opor o passado ao presente, o urbano ao rural, o íntimo ao social. Inclinações Musicais reúne uma turma curiosa para um passeio que pela emoções que vai desde Garcia Lorca (com música de Renato rocha) até os Beatles, passando por Ray Charles, Billie Holiday, o beijo de John Lennon e Yoko Ono, Jackson do Pandeiro, Lupiscínio Rodrigues, Noel Rosa, Mercede Sosa, Milton Nascimento, Rita Lee e todos aqueles registrados na vitrina de uma loja de discos, que compõem a contracapa do elepê.

'Quem inventou o amor/Teve certamente inclinações musicais', sugere a letra de Renato Rocha. E Geraldo Azevedo, animado pela vitrina diversa de uma esquina da cidade roteiro procurando talvez, a simpressões heterogêneas de uma mesma dor e dos mesmos sentimentos alimentados à beira de um grande rio. Ele canta 'Um Dia', de Caetano Veloso, em que o cenário do amor é verde, a planta e o mar, e 'Canta Coração', em parceria com Carlos Fernando, em que um passarinho anuncia a cantiga dos sentimentos populares do Nordeste: 'Meu alegre coração/É triste como um camelo/É frágil que nem brinquedo/É fote como um leão/é todo zelo, é todo amo/ É desmantelo/É querubim é cão de fogo/É Jesus Cristo, é Lampião/Passarinho, eu vou voar'. Duas violas e o baixo elétrico bastam para Geraldo Azevedo desenhar a bela canção, na qual ele tocou todos os instrumentos.
Em parceria com Pippo Spera e Eduardo Marques segue pelos caminhos da música latino-americana

Os 70 Anos de Jorge Ben

Hoje o mundo da música está em festa. Os 70 anos de Jorge Ben estão sendo comemorados. Jorge Ben é sem dúvida um de nossos músicos mais criativos, dono de um estilo sem igual, e uma das personalidades mais marcantes de nossa música. Desde que gravou, em 1963, seu primeiro compacto - Mas, Que Nada - até hoje um de seus maiores sucessos, e logo depois, seu primeiro disco, Samba Esquema Novo, a música brasileira nuna mais foi a mesma, pois surgia ali uma batida de violão diferente de tudo que se ouviu até então, e também um compositor inspirado, com letras criativas e harmonias bem próprias, com uma marca pessoal. Seu samba eletrificado, com influências da batida do rock, algo até então nunca ousado por qualquer músico, fez com que Jorge Ben fosse ganhando prestígio, além de conquistar seu público.
"Minha preocupação é fazer uma música global, que seja entendida no Brasil e na Suécia, sem perder a identidade", assim uma vez Ben definiu seu trabalho e a linguagem universal de sua música, que nunca se prendeu a barreiras de estilo ou segmentos. Tanto é que trafegava livremente entre setores até então incompatíveis, como a ala mais radical da MPB, formada pelo pessoal ligado ao programa de TV O Fino da Bossa, e também do pessoal da Jovem Guarda, do qual era amigo pessoal de Roberto e Erasmo. Mais tarde também foi adotado como uma espécie de guru pelos tropicalistas.
Sua ousadia musical o levou a fazer trabalhos experimentais, desafiando os executivos de sua gravadora, que temiam ver suas vendagens de discos despencarem. É o caso de um de seus álbuns mais aclamados, A Tábua de Esmeraldas, de 1974. Ao apresentar sua proposta para um novo álbum, como um disco temático, falando de um assunto estranho para seu público, a alquimia, com músicas aparentemente com pouco teor comercial, o disco foi de início vetado. Jorge teve que bater pé, e ter o apoio do diretor da Philips, André Midani, para que sua obra-prima fosse finalmente lançada, e alcançado o sucesso merecido. Na ocasião a prática da alquimia, a vida de seus praticantes e sua filosofia eram suas leituras mais constantes e isso se refletiu em sua música. Seu álbum seguinte, Solta o Pavão, de 1975, também trazia músicas inpiradas nos alquimistas, e é um excelente álbum. Nesse mesmo ano lançaria um álbum duplo em parceria com Gilberto Gil, com muita improvisação acontecida no estúdio. Embora criticado por alguns, o disco com Gil é uma verdadeiro clássico, mostrando a criatividade e o poder de improvisação de dois músicos excepicionais. Na sequência, em 1976, ele lançaria outro disco explêndido, África-Brasil. Essa foi uma de suas fases mais criativas.

A partir de 1994, já adotando o Benjor em seu nome, ele experimentou um período de enorme sucesso, quando as novas gerações descobriram sua música, seu balanço e seu suíngue, fazendo-o voltar a lotar seus shows. Na verdade a música de Jorge Ben nunca perdeu a atualidade, a força e o poder de comunicação, apenas o mercado o havia deixado de lado, e assim que foi redescoberto reencontrou o sucesso.

Hoje, aos 70 anos (embora nem de longe pareça), Jorge Ben ou Benjor, continua a ser o grande propagador da alegria, da poesia simples e direta, do balanço, da raça e do suíngue e da simpatia, tão propagado em suas composições. Um alquimista do som, que faz da música uma festa. Salve Jorge! 
 
Fonte: Tarati Taraguá

James Brown - O Rei do Soul

Quando adolescente, comecei a moldar meu gosto músical, através principalmente do rádio e da tevê. Naquela fase eu começava a descobrir novos sons, bandas e artistas que me faziam observar atentamente o que tinham a mostar, e aquilo tudo me fazia adentrar em um mundo novo, em que a música ia me conduzindo. Gostava de música brsileira, mas me encantei também pelo rock. Mas antes do rock entrar em minha vida como uma avalanche, um artista negro me cativou, e foi meu primeiro ídolo na música internacional: James Brown.
Eu via muitos clipes de James Brown em um programa apresentado por um DJ e dono de equipe de som, que promovia bailes pelos subúrbios do Rio de Janeiro, chamado Monsieur Limá. Eu via aqueles clipes e ficava extasiado com o vigor, o ritmo, a voz e o balanço daquele negão. Lembro também de ter assistido a uma apresentação pela tevê de um show que ele deu no Brasil na época, início dos anos 70, e enlouqueci com o que ele fazia no palco. Sua música trazia um balanço irresistível, sua dança era hipnótica, sua presença no palco era algo de arrepiar. De vez em quando ele jogava o pedestal do microfone em direção ao chão, e ele voltava a posição normal imediatamente, sempre aparecia um assistente de palco que enxugava seu rosto em uma toalha, e depois colocava um manto sobre ele, enquanto a banda, impecável, conduzia o ritmo sem parar. Sex Machine era minha música preferida naqueles tempos. Assim foi James Brown, o sacerdote do soul, até sua morte, no Natal de 2006. Sempre irei me lembrar daquelas imagens que me fizeram admirar a soul music antes mesmo do rock.
Em 1986, em plena forma, Brown lançava mais um disco, Gravity, e na ocasião o crítico Tárik de Souza fez uma resenha no Jornal do Brasil:

"Como toda majestade ele desfila repleto de títulos: 'O chefão do funk','Mr. Dinamite', 'Soul Brother nº 1', 'O homem que mais trabalha no show business', 'A máquina do sexo' e o autoproclamado 'Ministro do novo super heavy funk'. Imortal com fardas e manto sem dispensar a cerimônia da coroação durante os shows, o peso-pesado James Brown volta literalmente ao centro do ringue. Físico do boxeur que foi na juventude, Brown reaparece nas paradas após dez anos de ostracismo catapultado pelo filme Rocky IV do esmurrador Silvester Stallone. Foi do ator a exigência da cena com JB cantando enquanto o personagem Apollo Creed prepara-se para enfrentar o gigante soviético Drago. A canção Living In America, uma das poucas coisas que se salvam na pífia trilha sonora do filme, impulsiona o novo elepê de Brown, Grafity, selo Scott Bros., distribuído pela Epic/CBS. Mas não é a melhor faixa do Lp que tem pedradas do tipo Turn Me Loose, I'm Dr. Feelgod, de ritmo afiadíssimo. Ou Let's Get Personal onde funciona a mil uma usina de gritos e sopros que influenciou meio mundo da música, de Prince e Miles Davis a Tim Maia e Mick Jagger.
Americano da Georgia, nascido na parte miserável da sulista Augusta num ano impreciso do início da década de 30 (uns biógrafos dizem que está com 56 anos, outros com 53) James Brown levou ao paroxismo a ligação do canto da igreja com a eletrificação do rhythm & blues. Nascia o funk de frases curtas, metais fumegantes e uma ambiguidade safada entre os místicos apelos religiosos do gospel e os uivos da Sex Machine, de It's a Man Man's World, I'll Go Crazy You've Got To The Power, Please, Please, Please e outros meteoros. A marca Soul Brown fez a cabeça de várias gerações de ídolos negros, a começar pelo mítico Ottis Redding, do cortante Wilson Picket e do iluminista Sly Stone. Não é pouco. Além das canções que escrevia, onde as poucas palavras martelavam com insistência a consciência negra emergente, Brown era um militante independente mas fervoroso da causa de Martin Luther King. Saiu de sua garganta o grito da raça, Say It Loud - I'm black and I'm proud (Diga em voz alta - Sou negro e me orgulho disso).
Para os adeptos dessas facetas do megastar (o movimento Black Rio o entronizava), o Lp Gravity desembarca com algumas decepções. O aprumado astro de rosto roliço e escandalosa peruca mais os inseparáveis lenços no pescoço, se não mudou de lado, ao menos aposentou a borduna. Fez a campanha de Ronald Reagan a quem considera 'um bom homem' e não emite qualquer proclamação rebelde em Gravity. Ao contrário, abdicou da função de compositor: as oito canções do disco levam a assinatura da dupla Dan Hartman (também o produtor, guitarrista e backing vocal) e Charlie Midnight. Cercado de convivas ilustres como o tecladista Stevie Winwood e o guitarrista Stevie Ray Vaughan, e os metais Uptown Horns, unica evocação dos Famous Flames que o consagraram, Brown limita-se a cantar. Mas isso é suficiente para recomentdar o disco. Ele fica na fronteira entre a acidez de uma arte sem concessões, a do Soul Brown do final dos 50 e início dos 60 e a 'tecnopoperacia' atual. Do funk marcial (Goliath) ao didático (Repeat The Beat); do bolero moderno (How Do You Stop) ao velho rhythm & blues com direito a evoluções de órgão Hammond (Return To Me), a diferença entre o aroma e a essência soa paupável. É o que separa o original da diluição. Nascida do super-heroi único do funk a arte musculosa de James Brown (ainda) tem a força." 
 
Fonte: Tarati Taraguá

Fagner Lança Novo Disco em 76


Em 1976 Fagner lançava seu terceiro disco, que levava seu nome, Raimundo Fagner. Considero esse um dos melhores discos de sua careira. Fagner ainda vinha se afirmando no cenário da música, e ainda não havia alcançado um grande sucesso, mas já era um cantor e compositor de prestígio, capaz de lotar teatros por onde se apresentava. Na ocasião, dois de seus conterrâneos cearenses, Belchior e Ednardo, estavam fazendo grande sucesso, e serviam de referência quando se falava de artistas nordestinos bem sucedidos. Numa matéria da jornalista Ana Maria Bahiana publicada no jornal O Globo, em 08/11/76, Fagner fala sobre o novo lançamento, sua carreira, e a busca pelo sucesso:
"Eu diria que este disco fecha um triângulo. Ele tem coisas do primeiro e do segundo, mais do primeiro que do segundo. Ele é bem pé-na-terra, daí a ligação com aquele primeiro Lp, o da Philips. Era um disco de quem estava chegando aqui, cheio de coisas pra contar, cheio de coisas do Ceará, onde tudo é muito chão, não tem besteira não, é tudo muito real. O segundo disco tinha um pique que essse também tem, mas era um disco muito assim... voando, não sabe. Foi uma zorra danada. Foi uma época muito zorrada da minha vida, onde tudo estava voando, fora do chão, e o disco refletiu isso naturalmente, essa confusão. Daí esse disco... é como um marco. É como se eu visse tudo o que eu fiz até aqui, erros e acertos, e dissesse, tá bom, teve tudo isso mas agora não tem mais, agora é tudo de novo. Ele ensina muito, esse disco. Quem estava me secando, querendo saber alguma coisa nos outros discos, vai ver isso claramente agora. É um disco muito claro e muito simples".
"Hoje estou fora e dentro ao mesmo tempo. Hoje eu sei como é, como se faz. Antes eu fazia discos pra não vender. Eu tenho toda a consciência disso, embora na época não soubesse disso. Eu tinha oportunidades incríveis de fazer sucesso, de acontecer coisas, e estragava tudo, jogava tudo pro alto. Agora eu fiz um disco para vender. Não foi feito propositalmente pensando nisso, com esse objetivo, não tem um fim puramente de jogada, de grana. Não: é um disco com todas as coisas exatamente como eu queria dizer. Mas é um disco que me possibilita uma escolha: ele pode vender ou não. Depende de mim e do que eu quiser fazer. Olha, vou dizer como é que é: estou em cima de um muro. É isso, eu me sinto exatamente assim. Em cima de um muro."
"Agora, eu também desconfio muito do sucesso que vem de repente, de uma hora pra outra. Esse eu não quero. O sucesso tem que vir como uma coisa natural, gradativa, tem que vir como decorrência do teu trabalho, da tua atuação constante, e não por causa de lances, jogadas, acidentes... O sucesso só é legal quando chega na hora certa, quando você está pronto. Senão você se dá muito mal. Como eu acho que o Belchior e o Ednardo vão se dar, se eles não abriram o olho e tomarem cuidado."
"Eu comparo minha carreira com a do Milton Nascimento. Sempre ali, sempre firme, mas sempre pelos lados, assim paralelo ao sucesso, mas sempre crescendo. Eu também estou indo paralelo às coisas, sem ir com muita sede, com sofreguidão. Na hora certa as coisas pintam."
 
Fonte: Tarati Taraguá

O Diabetes

O diagnóstico do Diabetes inicialmente è feito através dos sintomas descritos pelo paciente ao médico, depois pelo exame clinico e por fim são feitos exames laboratoriais para confirmação do diagnóstico. Quando já se possui histórico de diabetes na família se faz alguns exames de forma rotineira como meio de prevenir o aparecimento do diabetes.


Os exames sugeridos são :

glicemia de jejum :

Inicialmente, o primeiro exame realizado para verificar se um indivíduo é portador de diabetes, ou possui tendência a se tornar, é a glicemia de jejum.
Os valores considerados normais, após jejum de oito horas, são de 70 a 99 mg/dl. Valores acima de 126 mg/dl indicam uma suspeita de diabetes, exigindo a realização de exames mais específicos, dentre os quais a Curva Glicêmica ( teste de tolerância a glicose ). No entanto, valores 20 % acima de 126 mg/dl são suficientes para se afirmar que o individuo está diabético, dispensando a realização de qualquer outro exame.


glicemia pós-prandial :

O método mais simples e cômodo para avaliar se o individuo está diabético, principalmente do tipo 2, é dosar a glicemia 1, 2, 3 horas após uma refeição rica em carboidratos. Em pessoas normais a glicemia não deve ser superior a 160 mg/dl,, 120 mg/dl, 100 mg/ dl em 1,2, 3 horas respectivamente.

curva glicêmica :

Este exame consiste em, após uma coleta de sangue em jejum, administra-se glicose por via oral ou glucagon de maneira subcutânea e repete a coleta de sangue 1, 2, 3 horas após, os resultados deste teste dependem do método de analise, mas continua sendo o melhor meio de diagnóstico do diabetes. Valores em jejum acima de 130 mg/dl e após 2 horas acima de 200 mg/dl confirmam o diagnóstico de diabetes mellitus.

Fonte: Portal Diabetes

Rodrigo Santoro no 'Altas Horas'

 


Serginho Groisman entrevista Rodrigo Santoro no Altas Horas

Neste sábado, dia 25, o apresentador recebe o ator Rodrigo Santoro em sua arena. Protagonista do filme “Heleno”, o ator fala sobre sua atuação no filme: “Eu não conhecia profundamente a história dele. Quando contei para o meu avô sobre o projeto, ele ficou super empolgado. A história do jogador é incrível, mistura a paixão pelo futebol com a vida louca que ele levava”, diz.

Fonte:Rede Globo

Gato Feliz de 'Férias' no Hotel 5 Estrelas

Jonas ou Kelly:Quem sai do 'BBB12' ?

Eles estão no 'Paredão'...e agora?!
Quem merece sair?!
Quem deve ficar?!
Dê a sua opinião!!!

Audiência do 'Último Capítulo' de 'Fina Estampa'




A novela terminou nesta sexta-feira (23). Segundo dados prévios do Ibope, a novela marcou 45 pontos de média (cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo). A trama já havia batido a casa dos 47 pontos em seus melhores dias.
Fonte:F5

Finais dos Personagens de 'Fina Estampa'


Griselda (Lilia Cabral): Após ser sequestrada por Tereza Cristina, ela começa o capítulo amarrada e amordaçada em um cativeiro. Ela se nega a implorar pela própria vida quando a vilã provoca um incêndio no local. É salva por Antenor e Patrícia. É escolhida como paraninfa da turma de medicina de Antenor. Faz o discurso na formatura dele, com a presença de quase todo o elenco na plateia. Ela recebe o capelo do filho Antenor. Na última cena, vê Tereza Cristina dentro de um carro e saca da bolsa uma chave de grifo, mas a vilã se afasta.

Tereza Cristina (Christiane Torloni): Confessou a Griselda que o ódio que sente por ela começou porque a achou que a portuguesa queria tirar seu marido e seus filhos, mas depois virou um "vício". Vai com Ferdinand ao Voyeur Motel, onde o assassina eletrocutado. Ao tentar recuperar as fitas que a incriminam, descobre que Ferdinand armou um plano para que divulgassem seu conteúdo caso ele fosse morto. Provoca um incêndio no cativeiro onde está Griselda. É impedida por Antenor e Patrícia de continuar com seu plano e escapa. Foge de barco com Pereirinha em meio a um temporal. A embarcação aparentemente afunda. O barco não é encontrado. Na última cena, aparece dentro de um carro com os cabelos mais escuros e ri, mas se distancia enquanto Griselda ergue uma chave de grifo.

Crô (Marcelo Serrado): O mordomo fica atordoado após a polícia dizer que pode indiciá-lo como cúmplice de Tereza Cristina. Ele se tranca no armário do quarto dela, chorando pela fuga de sua "rainha". Só sai de lá quando Baltazar o convence. Os dois se abraçam. Ele lembra que Tereza Cristina o chamou para fugirem para Mônaco, mas ele recusou. Ele revela ao delegado que o plano da vilã é fugir de barco com Pereirinha. Recebe de herança metade da fortuna de Tereza Cristina e sua mansão. Baltazar passa a trabalhar para ele. Crô não revelou quem era seu amante secreto.

Antenor (Caio Castro): Conta para Patrícia que Griselda foi sequestrada e pede que ela o leve para o lugar aonde o encontrou quando ele foi sequestrado. Por causa da escuridão, resolvem esperar amanhecer e dormem no carro. Chega ao cativeiro quando Tereza Cristina colocou fogo no local. Ela aponta para ele com um revólver, mas Patricia o salva. Batiza o filho no mesmo dia que o bebê da irmã Amália. Se forma em medicina e dá à mãe seu capelo após o discurso dela.

Ferdinand (Carlos Machado): Vai ao Voyeur Motel com Tereza Cristina, que prometeu a ele uma noite de amor caso ele sequestrasse Griselda e devolvesse a ela as gravações que a incriminam. Após ele dizer onde estão as fitas, ela manda ele tomar um banho na hidromassagem. Ele morre eletrocutado quando a vilã joga um secador de cabelo dentro da água.

Patrícia (Adriana Birolli): Leva Antenor ao local onde o encontrou quando ele foi sequestrado. Por causa da escuridão, os dois resolvem esperar amanhecer e dormem no carro. Ela acorda ao ver o cativeiro pegando fogo. Salva Antenor de levar um tiro da mãe e toma o revólver dela, mas não consegue atirar na própria mãe. Recebe um quarto da fortuna de sua mãe de herança.

Pereirinha (José Mayer): Com promessa de receber uma boa recompensa, foge de barco com Tereza Cristina em meio a um temporal. Os dois são perseguidos por um helicóptero da polícia. A embarcação aparentemente afunda. O barco não é encontrado.

Guaracy (Paulo Rocha): Ajuda a polícia a tentar encontrar pistas sobre o paradeiro de Griselda. Termina a novela como seu par romântico.

Renê (Dalton Vigh): Termina com Vanessa.

Baltazar (Alexandre Nero): Convence Crô a sair do armário ao dizer que a vida não tem graça sem ele. Os dois se abraçam. Vira motorista particular de Crô depois que ele fica rico.

Wallace Mu (Dudu Azevedo): Vence a luta contra Muralha e recupera o título de campeão mundial de MMA. Durante o agradecimento, diz que Dagmar conquistou seu coração.

Leandro (Rodrigo Simas): Após vencer a luta contra Pantera, ele diz a seu treinador que quer ir longe como lutador.

Esther (Julia Lemmertz): Fica com a filha Vitória após a Justiça decidir que o pedido de Beatriz não tinha viabilidade jurídica.

Beatriz (Monique Alfradique): A Justiça decide pela inviabilidade jurídica de seu pedido para ficar com Vitória.

Teodora (Carolina Dieckmann): Lava os pratos da casa de Griselda. Termina com Quinzé.

Quinzé (Malvino Salvador): Termina com Teodora.

Celeste (Dira Paes): Insiste para que Baltazar tire Crô do armário.

Dagmar (Cris Vianna): Termina com Wallace Mu.

Amália (Sophie Charlotte): Chora ao saber que a mãe foi sequestrada. Batiza o filho no mesmo dia que o bebê do irmão Antenor.

Juan Guilherme (Carlos Casagrande): Durante a noite de núpcias, assiste a luta de Wallace Mu.

Letícia (Tânia Khalill): Durante a noite de núpcias, assiste a luta de Wallace Mu.

Vanessa (Milena Toscano): Termina com Renê.

Zuleika (Juliana Knust): Pede desculpas a Juan Guilherme durante o casamento dele com Letícia.

Fonte:F5

Cena de 'Baltazar' Pedindo Perdão para 'Celeste' Não Foi ao Ar

Acompanhe mensagem que a atriz Dira Paes publicou no seu Twitter, reclamando do corte da cena, em que Baltazar pede perdão a Celeste.Confira:

'Pícara Sonhadora':Resumo dos Capítulos de 26 a 30 de Março


Segunda-feira, 26 de março – Frederico planeja ajudar Alfredo. Fausto ameaça José. Érica vai atrás de Frederico, entra no apartamento errado e não o encontra. Frederico tenta convencer Gregório a perdoar Rosa Garcia. Mila diz a Rosa que vai sair com Oswaldo para esquecer Carlos. Frederico busca Rosa. César diz a Érica que Frederico foi à loja. Frederico pede a Mila que deixe Carlos se explicar.


Terça-feira, 27 de março – Rosa e Frederico saem para jantar. Érica descobre o nome do restaurante onde Frederico está. Mila telefona para Oswaldo. Érica flagra Frederico e Rosa juntos no restaurante e faz um escândalo. Rosa esquece sua bolsa no restaurante com um documento dentro. José vai à casa de Marcelina. Márcia não cumpre o combinado com Frederico. Oswaldo e Mila se encontram.


Quarta-feira, 28 de março – Molina diz a Camilo que o detetive Telles vai conversar com Gregório e Rosa se preocupa. Carla vê Oswaldo e Mila juntos. Alfredo e Giovanna saem e assistem a uma luta de boxe. Telles entrega a Gregório o documento de Rosa. Gregório quer descobrir quem estava com Rosa. Fausto e Ronaldo planejam roubar o dinheiro de José. Gregório reúne a família e diz que não perdoará Rosa. Giovanna e Alfredo vão ao apartamento de solteiro dele.


Quinta-feira, 29 de março – Gregório diz que Telles descobrirá quem estava com Rosa. Alfredo não corresponde às expectativas de Giovanna. Frederico diz a Marcelina que era ele quem estava com Rosa. Carla ameaça Mila. Oswaldo leva Mila para a faculdade. Marcelina assina os papéis para a adoção de Julinho. Frederico volta ao restaurante e dá nome falso ao proprietário. Alfredo vai à faculdade e vê Oswaldo e Mila juntos.


Sexta-feira, 30 de março – Alfredo discute com Oswaldo e vai embora. Mônica diz a Frederico que o nome falso que ele usou no restaurante é de um amigo de Gregório. Carla e Mila discutem. Telles vai ao restaurante investigar quem estava com Rosa. Mila diz a Rosa que Gregório não a perdoará, mesmo ela estando saindo com Frederico. Telles diz a Gregório que era Damião quem estava com Rosa no restaurante. Frederico e Rosa se beijam. Alfredo telefona para Mila na loja, mas ela não o atende. Alfredo fica furioso com Mila. Frederico diz a Mônica que ele e Rosa se amam. Giovanna e Alfredo vão ao apartamento dele. Gregório pede explicação a Damião e os dois acabam discutindo. Gregório diz a Telles que não foi Damião quem esteve no restaurante. Gregório diz a Frederico que Érica foi localizada e será interrogada por Telles. Fausto e Ronaldo pressionam José. Frederico marca encontro com Érica. José exige que o pagamento seja feito em dinheiro e convida Julinho para ir a sua casa. Mila sai com Oswaldo.


Fonte:Rede Notícia

'Malhação':Resumo dos Capítulos de 26 a 30 de Março


Segunda-feira, 26 de março – Fabiano repreende Maria e Kiko pela discussão. Nelson convence Betão a seguir as regras de Carmem enquanto sua mãe está longe. Gabriel sugere que Kiko e Maria sejam fotografados para a capa de uma revista para divulgar o seriado. Nelson questiona Guido sobre Natália. Fôjo se preocupa ao saber que Moisés marcou muitos shows para os Pagodeiros dos Anjos. Jefferson reclama com Dieguinho de ter sido destratado no colégio. Laura desiste de ligar para Fabiano. Guido elogia Babi. Débora se irrita ao descobrir que não é mais a assistente de Nando. Fabiano se surpreende com o profissionalismo de Gabriel. Jefferson pede para Babi ajudá-lo a comprar roupas. Nelson procura Natália. Gabriel se preocupa com o estado de Cristal. Laura descobre que Débora convidou Fabiano para ir à sua casa.


Terça-feira, 27 de março – Débora explica a Laura que quer mostrar a Fabiano sua habilidade como atriz. Gabriel tenta confortar Cristal, sem entender o que está acontecendo com a ex-namorada. Natália recusa o convite de Nelson para sair. Laura se desculpa com Fabiano pelo comportamento de Débora. Natália conta para Alexia que o estado de Cristal é sério. Gabriel questiona Kiko sobre sua implicância com Maria. Filipe estranha o fato de Isabela não ter contado para o pai sobre o namoro deles. Alexia sugere que as artesãs da comunidade montem uma cooperativa de trabalho. Beatriz fala para Gabriel que ele precisa contar à namorada que tem cuidado de Cristal. Cristal chora ao pensar em seu bebê. Laura aceita a proposta de relacionamento de Fabiano, mas pede para que ele assine um contrato com algumas regras. Natália convida Nelson para jantar. Gabriel vai ao encontro de Cristal, acompanhado por Beatriz e uma médica.


Quarta-feira, 28 de março – Cristal tenta evitar de ser atendida pela médica. Nelson se decepciona quando Natália pede que ele leve seus filhos para sair com eles. Cristal tenta manipular a Dra. Beth. Laura se diverte com a reação de Fabiano ao ler o contrato feito por ela. Carmem e Betão se acertam. Alexia reclama por Gabriel não ter falado com ela que precisava de ajuda com Cristal. Betão e Filipe não gostam da ideia de sair com Nelson e Natália. Moisés orienta Carcará a vigiar os jornalistas durante a coletiva. Fabiano pergunta por Kiko para Gabriel. As mulheres da Comunidade dos Anjos tumultuam a coletiva por causa da Kiko. Timtim consegue tirar uma foto de Kiko com trajes de praia.


Quinta-feira, 29 de março – Babi percebe o interesse de Maria em Betão e fica enciumada. Filipe avisa a Nelson que ele e o irmão não poderão sair com ele e Natália. Guido se desculpa com Natália por não acompanhá-la no jantar. Fabiano é flagrado beijando Suzana, sua ex-namorada. Laura conta para Alexia sobre o contrato que fez para Fabiano assinar. Kiko veste as roupas de Jefferson para se apresentar na coletiva. Cristal tenta disfarçar a tensão com a presença de Beatriz. Maria e Kiko simulam um bom relacionamento diante dos jornalistas. Kiko comete várias gafes ao falar sobre seu personagem. Betão fica apreensivo ao ver sua foto na internet com Maria. Moisés fala para os jornalistas que os Pagodeiros dos Anjos farão a trilha sonora do seriado e Bertoni fica furioso. Fabiano se enfurece ao ver uma foto de Kiko em traje de banho na internet e culpa Gabriel pelo ocorrido.



Sexta-feira, 30 de março – Fabiano é surpreendido pela publicação de uma foto sua beijando Suzana na internet. Nelson e Natália conversam entrosados no jantar. Babi discute com Betão depois de ver sua foto com Maria. Natália recusa a carona de Nelson. Fabiano tenta se explicar com Laura. Natália fica atônita ao saber que os Pagodeiros dos Anjos farão a trilha sonora do seriado de kung fu. Laura e Fabiano são fotografados no shopping. Nelson elogia Carmem. Laura se enfurece ao ver sua foto no jornal com Fabiano. Alexia chega à casa de Cristal.


Fonte:Rede Notícia

'Amor Eterno Amor':Resumo dos Capítulos de 26 a 31 de Março


Segunda-feira, 26 de março – Fernando tenta conter sua irritação ao ver Carlos e Miriam juntos. Dimas encontra uma antiga foto sua com Laura. Gracinha procura por Pedro. Verbena analisa com Kléber as alterações para o seu novo testamento. Zilda sugere que Gabriel converse com Gabi se quiser se relacionar com outra pessoa. Clara pergunta para Lexor se ele ajudou a trazer Rodrigo. Juliana pede informações sobre Bruno para Gil. Valdirene confidencia a Divina que tem uma neta. Miriam apresenta Priscila a Carlos, e ela se interessa por ele. Gracinha conta para Jacira que Pedro tem outra mulher. Verbena assiste com Carlos, Miriam, Priscila, Fernando, Uilha, Deolinda, Laís e Marlene a um vídeo caseiro sobre o filho. Gabriel fica decepcionado por Beatriz desmarcar o compromisso dos dois. Miriam e Carlos ficam perturbados ao se aproximarem um do outro.


Terça-feira, 27 de março – Verbena leva Carlos até seu antigo quarto e ele se encanta ao ver um farol parecido com o dos seus sonhos. Gabriel entrega o resultado do exame de DNA para Verbena. Melissa se descontrola ao descobrir que Carlos é mesmo Rodrigo. Miriam sugere que Henrique contrate Pedro. Todos estranham quando Clara vê uma onça ao lado de Carlos, em vez do gato. Kléber avisa a Pedro que ele receberá a recompensa por ter encontrado Rodrigo. Verbena fica inconformada quando Carlos lhe diz que vai deixar toda a sua herança para Melissa. Kléber pede para Priscila digitar a minuta com as modificações do testamento de Verbena. Mauro pega um documento sobre a ONG sem o consentimento de Dimas e Uilha se preocupa. Carlos pede para Antônio ajudá-lo a comprar roupas novas. Juliana e Miriam conversam sobre a reportagem sobre as novas crianças do milênio. Melissa chega para visitar Carlos e o gato se assusta.


Quarta-feira, 28 de março – Carlos acalma o gato, deixando Melissa mais tranquila. Antônio se diverte com Carlos. Verbena se sente mal depois de discutir com Melissa. Deolinda e Tereza encontram roupas que Carlos lavou. Antônio leva Carlos para ver o mar. Josué pensa em Valéria. Pedro pega com Tobias e Jacira algumas coisas para levar para Carlos. Clara conforta Verbena. Melissa tem uma crise de raiva ao pensar em sua irmã. Juliana convida Bruno para sair. Verbena pede que o filho fale sobre Elisa. Miriam e Carlos fazem uma busca na internet e não reparam quando Verbena se sente mal. Gabriel vai falar com Beatriz. Tereza percebe o abatimento de Verbena e entra em contato com Gabriel.


Quinta-feira, 29 de março – Verbena pede para Tereza não chamar ninguém para ficar com ela. Fernando diz à noiva que quer apressar o casamento por causa de Verbena. Mauro reclama da falta de atenção de Dimas com a ONG. Deolinda se entristece com a notícia da piora no estado de Verbena. Gabriel tenta convencer sua paciente a se internar. Clara leva Rodrigo para ver a mãe. A menina alegra Verbena ao falar que Augusto está perto dela. Verbena assina seu novo testamento e implora que Rodrigo não deixe sua herança para Melissa. Clara consola Tereza e Antônio. Zilda conforta Gabi. Jacira flagra Gracinha se arrumando para fugir para o Rio de Janeiro com o jornalista. Clara avisa a Verbena que chegou a sua hora e todos se emocionam.



Sexta-feira, 30 de março – A vida de Verbena chega ao fim. Melissa comemora a notícia da morte de sua irmã. Tati e Kléber reclamam por Jáqui ter feito mais um procedimento estético. Fernando critica Rodrigo e Miriam se chateia. Rodrigo afirma que vai descobrir quem o separou de seus pais. Cris, Gabi e Tati combinam de testar a fidelidade de Kléber a Jáqui. Carmem não acredita na mudança de Valéria. Gracinha se esconde na camionete de Pedro. Valdirene pede para ver sua neta. Fernando fica enciumado ao ver Miriam abraçar Rodrigo. Laura comenta com Gil que não acredita que Dimas seja cruel como Melissa. Juliana reclama por Bruno não ter ligado para ela. Melissa, Dimas e Fernando se surpreendem quando Rodrigo diz que vai à construtora.


Sábado, 31 de março – Fernando é irônico ao falar com Miriam sobre a ida de seu primo à empresa. Tobias se desespera por não encontrar Gracinha no apartamento de Pedro. Josué vai ao convento para ver Valéria. Miriam confidencia a Priscila que ela e Rodrigo se beijaram. Dimas se enfurece ao saber que Mauro pegou um documento sobre a ONG. Melissa tenta descobrir com Jáqui algo sobre o novo testamento de Verbena. Dimas demite Mauro. Valéria manda Josué embora depois que ele a beija. Jacira acalma Tobias com relação à irmã. Laís se entristece ao pensar em Verbena. Gabriel repreende Clara por falar mal de Melissa. Pedro descobre Gracinha escondida em sua caminhonete. Rodrigo é destratado por uma funcionária ao chegar na construtora.


Fonte:Rede Notícia

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Segunda-feira, 26 de março – O palhaço aciona uma bomba de fumaça, que toma o labirinto. As pessoas na festa fogem assustadas. Seguranças bloqueiam a entrada do labirinto, permitindo apenas o acesso da brigada de incêndio. Marialice se desespera. Patrícia toma o celular de Lucia e tenta falar com Regina. A empresária se emociona e decide falar com a filha. Patrícia questiona, mas Regina não revela sua localização. Depois de ser pressionada, Regina pede que Lucia leve Patrícia até o hotel em que está hospedada. A mãe de Miguel pega o endereço com a secretária e decide ir sozinha. Marialice chora muito por não ter acreditado em Jorge. Adalberto chega um pouco depois de toda a confusão e Guilherme desconfia. Raimundo e Juliana também ficam incomodados. Todos estranham a ausência dos integrantes do bolão. O investigador que cuida dos assassinatos surge no local da festa. Margarida aparece, fingindo que não sabe de nada, e logo começa a ser interrogada sobre a suposta aliança que fez com Regina. Severino sai do banheiro e fica em choque ao saber que Jorge foi assassinado. Ele também é chamado pelo investigador para prestar esclarecimentos. Francisco e Marizete chegam, separados, e também ficam chocados. Interrogado pelo investigador, Francisco afirma que toda a confusão pode ter sido armada por Regina e Margarida. Algumas pessoas estranham a ausência de Carlos. Margarida e Marizete brigam mais uma vez. No cativeiro, Carlos desperta, mas percebe que está amordaçado. Os integrantes do bolão, que estavam na festa, são interrogados um a um. Cleber provoca Carlos. O miliciano revela que antes dele, Regina e Elton já passaram por ali. Lucas volta para o local da festa e fica chocado ao saber que o palhaço assassino atacou mais uma vez. Margarida se aproxima de Lucas e afirma que Carlos provavelmente não é o assassino. O ex-motorista de van afirma que o milionário pode ter um comparsa. Margarida se descontrola durante o interrogatório. Patrícia e Regina se encontram. A empresária afirma que continuará empenhada em seu plano para eliminar os integrantes do bolão. A mãe de Miguel se irrita. Ela afirma que chamará a polícia se Regina não se entregar.

* Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos.



Terça-feira, 27 de março – Regina se sente traída por Patrícia. A empresária tenta justificar seus atos, mas a mãe de Miguel não se convence. Regina confessa que teve participação no assassinato de Andrea. Patrícia começa a chorar, quando entra o promotor de justiça. A mãe de Miguel revela que estava utilizando uma escuta autorizada por um juiz. Antes de sair, Regina se sente arrasada com a traição de Patrícia. Ela sai com o promotor, sem resistir. Quando fica sozinha, Patrícia chora muito. Ela liga para Francisco e conta tudo o que aconteceu. Ele se nega a encontrá-la e afirma que seu choro não passa de uma chantagem emocional. Lucas volta ao cativeiro muito irritado. Ele aponta sua arma para Carlos e exige que ele revele o nome do suposto comparsa. Lucas tira a mordaça do milionário e começa a agredi-lo. Patrícia conta a Lucia que entregou sua mãe. Francisco chega ao apartamento e afirma que levará Miguel para sua casa. Depois que Lucia sai, os dois começam a discutir. Patrícia se descontrola e acerta um tapa no rosto de Francisco. Ela expulsa o milionário, que promete conseguir a guarda de Miguel. Tatiana fica em choque ao descobrir que sua mãe foi presa. Lucas continua ameaçando Carlos. Mesmo sendo pressionado, o milionário afirma que não pode dizer o que estava fazendo no dia em que Augusta foi morta. Exausto, Adalberto chega na sala secreta do palhaço assassino e comemora mais uma etapa bem sucedida. Todos os suspeitos do bolão saem de suas casas, de madrugada, sem serem vistos. Quando retornam pela manhã, levantam suspeitas de seus familiares. Welligton se desespera ao saber, através de Fátima e Cacau, que Carlos desapareceu após a morte de Jorge. Ele calça os sapatos e consegue fugir da clínica. Margarida liga para Lucas e conta que Regina foi presa. Ela o alerta porque a empresária pode contar tudo na delegacia. Rita se encontra novamente com Franco, o homem que se comprometeu a fazer algo para acabar com a testemunha de Patrícia. Ele revela que encontrou a catadora de lixo, mas como a mulher é honesta, o único jeito seria matá-la. Rita fica indecisa. De carro, Fabinho e Marizete retornam para o local onde Elton foi encontrado. Ele mostra que está levando uma arma. O personal stylist freia bruscamente quando vê a van de Lucas estacionada no local. Eles se aproximam do veículo e decidem seguir algumas pegadas.

* Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos.



Quarta-feira, 28 de março – Fabinho tem um mau pressentimento, mas decide seguir em frente com Marizete. Ela afirma que vai se certificar do que está acontecendo. Se algo estiver errado, vai chamar a polícia. Lucas continua pressionando Carlos, que continua alegando sua inocência. Welligton encontra Stella em um estado deplorável. Ela assume que está se prostituindo para conseguir drogas. Ela entrega uma caneta para Welligton e pede que ele troque por mais pedras de crack. Fátima e Cacau saem para tentar achar o ex-jogador. As duas encontram Welligton ao lado de Stella, que está muito mal. Ardendo em febre, ela desmaia. O jogador coloca Stella nos braços e todos se dirigem ao hospital. Divina diz a Severino que Ernesto pode ter conseguido alguns cabelos de Jaqueline para fazer o exame de DNA. Daniel encontra o ex-presidiário e pede que ele não faça o exame, pelo bem de Jaqueline. Patrícia lamenta por Regina ter negado recebê-la na delegacia. Fabinho e Marizete avistam o casebre. Eles decidem se aproximar devagar. A dupla começa a ouvir gritos e acredita que Lucas está em perigo. Enquanto espera pelo atendimento no hospital, Stella piora e começa a tremer muito. Arrependida, ela aperta a mão de Fátima, que se emociona. Stella pede perdão por todos os seus atos e morre. Welligton chora bastante. Fabinho bate à porta do casebre. Como Lucas não atende, ele estoura a fechadura da porta dando tiros com sua arma. Fabinho entra com Marizete, mas fica surpreso ao ver que Lucas não é o refém. Confusos, eles percebem que Carlos e Cleber estão amarrados. O corpo de Stella é removido para o necrotério. Fátima explode em um misto de desespero e medo e começa a bater em Welligton, exigindo que ele largue as drogas. Ela cai em si e começa a chorar, desesperada. Lucas tenta se explicar, mas Marizete não o ouve. Mesmo sob a mira do revólver do ex-motorista de van, Marizete se aproxima de Carlos para desamarrá-lo. Lucas se joga para cima da milionária, que, depois do impacto, bate com a cabeça na parede. O ex-motorista de van se agacha para socorrer sua amiga. Fabinho se aproveita e o acerta com uma coronhada. O personal stylist desamarra Carlos. O milionário explica que tem pressa em encontrar Welligton e, por isso, Fabinho lhe entrega a chave do carro. Lucas se levanta, ainda zonzo, e corre para capturar Carlos. Marizete acorda e decide libertar Cleber para que todos possam sair do cativeiro antes que Lucas retorne. O miliciano é escoltado pela dupla. Carlos consegue entrar no carro e foge. Lucas pega sua van e inicia uma perseguição. Enquanto acelera o carro, Carlos encontra o celular de Marizete. Ele liga para um amigo e pede ajuda. Cleber tenta utilizar Marizete como escudo para se defender de Fabinho e fugir, mas acaba levando um chute que o deixa impossibilitado. Depois que se recupera, Cleber se aproveita de um momento de distração de Fabinho e decide fugir. A dupla decide persegui-lo. Welligton foge do hospital. Carlos chega em uma barreira policial colocada por seu amigo. Ele para o veículo e Lucas é obrigado a frear. O ex-motorista de van é rendido e levado pelos policiais. Cleber surge de repente e Fabinho aponta sua arma. O bandido não teme ser baleado e exige a arma.

* Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos.


Quinta-feira, 29 de março – Cleber não teme ser baleado. Ele se aproxima de Fabinho, que treme bastante. O bandido parte para cima do personal stylist, que fecha os olhos e atira. Cleber cai de joelhos. Nem o próprio Fabinho acreditava que podia atirar. Marizete fica boquiaberta. Incrédulo, Cleber afirma que fugiu da polícia, de armadilhas e até mesmo foi baleado na cabeça para no fim das contas, cair dessa forma. Ele cai morto, enquanto Fabinho e Marizete espalmam as mãos. Carlos conversa com Fátima ao telefone. Ela revela que Welligton fugiu. O jogador tem alucinações após fumar algumas pedras de crack. Ele entra em um bueiro para fugir de suas visões. Policiais encontram Marizete e Fabinho, que contam tudo sobre a morte de Cleber. O personal stylist cai em si e se desespera ao pensar que matou um ser humano. Marizete liga para Francisco e conta que Cleber foi morto por Fabinho. José fica muito feliz ao saber da notícia. Juliana e Raimundo visitam Lucas na clínica psiquiátrica em que ele foi internado. Amarrado na cama, o ex-motorista de van implora para ser solto. Raimundo conta que Cleber morreu, mas Lucas olha desconfiado, louco, e começa a gritar. Juliana chora muito, enquanto é confortada pelo filho de Augusta. Lucia e Dila contam a Regina que Cleber morreu. A empresária vibra de alegria. Lucas continua afirmando que Carlos vai matar todos. Raimundo busca uma enfermeira, que aplica um tranquilizante no ex-namorado de Andrea. *

*Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos.



Sexta-feira, 30 de março – Regina pede que Lucia providencie tudo para sua fuga. Divina discute com Ernesto e se revolta por ele ter mentido quando contou que não esteve na festa. Ele revela que os cabelos não serviram para o exame porque deveriam estar com a raiz. Divina ameaça abandoná-lo se tentar fazer o exame de DNA novamente. O promotor diz a Patrícia que Rita mordeu a isca. O encontro entre ela e a catadora de lixo já foi marcado. O promotor afirma que tomará providências para capturá-la. Patrícia revela que também estará presente. A dançarina conversa ao telefone com Zeca. O presidiário afirma que se ela for presa, irá matá-la. No dia seguinte, Patrícia sai com o promotor. Rita se disfarça de catadora de lixo e encontra Franco. Firmina utiliza uma escuta e fica em contato com o promotor o tempo todo. De longe, Rita observa a mulher.

* Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos.



Fonte:Rede Notícia

'Marisol': Resumo dos Capítulos de 26 a 30 de Março


Segunda-feira, 26 de março – Marisol mostra cicatriz para Amparo e Rosana. Dorina acorda do desmaio pega o envelope de dinheiro e o encontra vazio. Zulema vê as fotos que Mário pegou de Dorina. Rodrigo pede desculpas para Marisol por causa de Rosana. Amparo expulsa Marisol da mansão. Augusto diz a Mariano que quer mudar o testamento. Zeca chega de carro e tira os presentes do porta-malas. Rodrigo pinta quadro de Marisol. Amparo e Leonardo discutem por conta do anel de Zulema. Mimi tenta vender flores. Rodrigo mostra o quarto que foi de Sofia para Marisol e diz que o quarto é seu.


Terça-feira, 27 de março – Amparo se irrita ao ver Marisol no quarto. Rodrigo tenta convencer Marisol de ficar na mansão. Rosana entrega uma sacola de roupa usada para Marisol. Rosana olha para o novo quadro de Marisol. Amparo entrega o envelope para Marisol. Marisol entrega o envelope para Augusto. Augusto passa mal. Rodrigo lê o bilhete. Zulema vai na mansão falar com Augusto. Marisol fala a Mimi do convite para morar na mansão. Zulema mostra o anel de Marisol para Augusto. Mimi arruma as malas. Teca entrega marmita para Zeca. Marisol lê o bilhete deixado por Mimi.


Quarta-feira, 28 de março – Marisol mostra o bilhete de Mimi para Chico e Margarida. Mimi sai da estação com mala e gaiola na mão. Leonardo acha o envelope com as fotos que Mariano deixou em cima da mesa. Rodrigo pinta o retrato de Marisol. Chico procura Mimi. Mariano conta a mudança do testamento para Amparo. Augusto pega os aneis e a foto de Sofia. Mimi anda pela rua e vê uma pensão. Amparo ameaça Basílio por causa de Marisol. Mário se aproxima da casa de Marisol com um pedaço de arame. Marisol dorme. Mário entra no quarto de Marisol e tira uma tesoura do bolso.


Quinta-feira, 29 de março – Mário corta o cabelo de Marisol. Rodrigo olha o quadro de Marisol. Rodrigo vai à casa de Marisol, tira o lenço da cabeça e vê o cabelo cortado. Rodrigo e Marisol conversam e ela chora muito. Leonardo abre o envelope e vê as suas fotos com Dorina. Mimi começa a trabalhar numa pastelaria e briga com um cliente. Amparo fica irritada com a presença de Marisol e sai da mesa. Marisol experimenta algumas perucas. Amparo e Mário se beijam dentro do carro. Amparo mostra o apartamento para Mário. Rodrigo e Marisol caminham de mãos dadas. Amparo contrata Rui para ser seu motorista. Marisol e Rodrigo se beijam. Chico vê Mimi trabalhando na pastelaria. Carmen e Alessandra chegam na mansão. Rosana fica sabendo que está grávida. Leonardo e Teresa se beijam. Rosana dá a notícia para Rodrigo de sua gravidez.


Sexta-feira, 30 de março – Marisol ouve Rosana dar a notícia de sua gravidez para Rodrigo. Rodrigo fica deprimido com a gravidez de Rosana. Leonardo ameaça Zulema por causa das cartas. Mimi fica indignada com o cabelo de Marisol. Amparo ameaça Mimi. Em prantos, Marisol diz para Rodrigo que já sabe da gravidez de Rosana. Amparo provoca Marisol e ela sai da mansão chorando. Mimi vai morar na mansão. Amparo apresenta Mariano para Carmen. Marisol mostra a cicatriz para Alessandra. Augusto chama atenção de Rui por causa de Marisol. Zulema arromba a porta do apartamento de Mário com ferramenta. Augusto conta para Amparo e Leonardo que Marisol é sua neta.



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'Maria do Bairro':Resumo dos Capítulos de 26 a 30 de Março


Segunda-feira, 26 de março – Luís Fernando comenta com Vitória que a obsessão de Maria por seu filho lhe dá a certeza de que ela não está bem mentalmente. Carlota faz intrigas a Lupe dizendo que Penélope fará de tudo para conquistar Luís Fernando. Penélope envenena a cabeça de Luís Fernando para que ele procure outra mulher. Lupe ouve. Lupe diz a Penélope que é melhor ela ir embora da mansão, mas ela responde que vai quando quiser. Nando convida Maria a entrar em sua casa para conhecer sua mãe. Lupe aconselha Luís Fernando para não dar ouvidos ao que Penélope lhe contou e que ela se arrepende de tê-la trazido para sua casa. Agripina fica preocupada com Nando por causa dos presentes que ele ganhou. Vitória alerta Maria para tomar mais cuidado porque Luís Fernando acha que sua insanidade está voltando. Maria e Luís Fernando discutem e ele reclama de sua ausência. Nando garante a Agripina que não roubou os presentes e que jamais esquecerá de Maria. Luís Fernando cobra de Maria seu papel de mãe em relação a Tita, ele a beija e Penélope os interrompe. Penélope diz a Luís Fernando que está apaixonada por ele. Carlota ouve. Penélope marca um encontro com Luís Fernando e ele aceita. Maria e Vitória chegam de mais uma busca e Tita conta que Luís Fernando não foi trabalhar. Penélope consegue seduzir Luís Fernando e o beija. Luís Fernando chega em casa embriagado e Maria pede explicações. Penélope diz a Lupe que Luís Fernando é dela. Maria a surpreende.


Terça-feira, 27 de março – Penélope diz a Lupe que Luís Fernando é dela. Maria a surpreende. Carlota faz intrigas e diz ao Sr. Dela Vega que Luís Fernando voltou a beber por ter sido abandonado por Maria. Penélope diz para Lupe que passou a tarde com Luís Fernando e que o tirará de Maria. Dela Vega conta para Vitória que Luís Fernando tem uma amante. Maria tem certeza que Luís Fernando a trai. Luís Fernando pede perdão a Maria. Tita diz para Carlota que não gosta de Penélope. Luís Fernando tenta romper com Penélope, mas ela usa a solidão dele a seu favor e marca um novo encontro. Lupe aconselha Maria a ficar mais próxima do seu marido ou irá perdê-lo. Dela Vega surpreende Luís Fernando e Penélope quase se beijando. Maria sabe que Luís Fernando continua a traí-la, eles discutem e ele culpa o filho perdido por isso. Luís Fernando diz para Maria que continuará a sair com outras mulheres por culpa de sua demência e da solidão que ele sente. Luís Fernando tenta romper com Penélope, mas não consegue. Tita pergunta à mãe sobre o filho que ela procura e desabafa que não gosta de Penélope e nem de como ela e seu pai se tratam. Maria fica intrigada. Maria diz para Luís Fernando levar Tita à praça, mas sem a Penélope. Carlota ouve. Nando passa mal e Agripina pede ajuda a Vera Cruz. Dela Vega diz a Vitória que Luís Fernando tem um caso com Penélope.



Quarta-feira, 28 de março – Maria pede para Luís Fernando demitir Penélope. Maria diz a Penélope para não cuidar mais de Tita, elas discutem e Maria a demite. Penélope vai se queixar a Luís Fernando e marca um encontro. Tita diz à mãe que voltou cedo, pois Penélope foi levar um recado a seu pai. Penélope faz ameaças e exige que Luís Fernando não permita que Maria a mande embora. Luís Fernando pede a Maria que revogue a demissão de Penélope. Nando piora e Agripina fica desesperada. Maria surpreende Luís Fernando e Penélope se beijando. Maria expulsa Penélope, elas discutem. Carlota ouve. Penélope afronta Maria e diz que ela jamais deixará de ser uma catadora de lixo. Carlota comenta para Urbano e Felipa sobre Luís Fernando e Penélope. Vitória ouve. Luís Fernando pede perdão a Maria. Carlota conta a Lupe que Maria expulsou Penélope. Vitória tenta consolar Maria. Maria diz para Dela Vega e Vitória que não perdoará Luís Fernando. Maria pressente que seu filho não está bem. Dela Vega aconselha Luís Fernando a não deixar seu casamento fracassar. Lupe aconselha Maria a perdoar Luís Fernando. Luís Fernando, por telefone, acaba seu caso com Penélope. Carlota ouve. Soraia, ainda se recuperando do acidente, diz que quer vingança. Maria pede o divórcio a Luís Fernando.


Quinta-feira, 29 de março – Maria pede o divórcio a Luís Fernando. Soraia pede a Dr. Ricardo, seu comparsa, que a ajude a se vingar. Luís Fernando diz para Maria que a ama e pede mais uma oportunidade. Luís Fernando oferece dinheiro a Penélope para que o deixe em paz. Penélope, ao telefone, diz para Lupe que Luís Fernando e Maria jamais se livrarão dela. Maria perdoa Luís Fernando, eles se beijam. Nando se recupera de sua doença. O tempo passa… Nando e Tita são adolescentes. Maria continua obstinada em sua procura pelo filho. Vera Cruz pergunta para Agripina quando ela vai dizer a verdade para Nando. Maria encontra Nando na rua e ele oferece um bilhete da sorte. Maria se espanta ao vê-lo. Agripina decide voltar a trabalhar na rua para ajudar Nando a sustentar a casa. Nando pergunta a Maria por que ela o olha daquele jeito. Maria comenta com Lupe que os olhos de Nando lembram alguém.


Sexta-feira, 30 de março – Nando lembra-se de Maria. Luís Fernando convida Maria para ir ao teatro. Penélope tem um caso com Zé Maria, mas o relacionamento dos dois está em crise. Nando vai trabalhar na porta do teatro. Penélope diz a Zé Maria que pode arranjar uma boa quantia em dinheiro de alguém. Agripina é atropelada ao retornar do trabalho. Nando elogia Maria e Tita. Tita não gosta e se queixa com Luís Fernando que vai tirar satisfações com o garoto. Agripina é socorrida e levada para o hospital. Nando chega em casa e pergunta a Vera Cruz se viu Agripina. Maria comenta com Luiz Fernando que os olhos de Nando são parecidos com os dele. Vera Cruz diz a Nando que Agripina está trabalhando. Caridade conta a Nando que Agripina sofreu um acidente. Maria continua muito impressionada e não consegue deixar de pensar em Nando. Luiz Fernando diz a Maria que gostaria de encontrar seu filho para amenizar sua dor. A enfermeira diz para Nando e Vera Cruz que o estado de Agripina é grave. Maria comenta com Lupe que sonhou que Nando era seu filho.


Fonte:Rede Notícia