sábado, 16 de junho de 2012

Lesionado, Minotauro é o sexto brasileiro fora do UFC 149, diz site

Minotauro treinando no Team Nogueira Day (Foto: Alexandre Durão / GLOBOESPORTE.COM)

Após José Aldo, Maurício Shogun, Thiago Silva, Thiago Alves e Bibiano Fernandes, o card do UFC 149 pode perder seu sexto brasileiro. De acordo com o site americano "Sherdog", o peso-pesado Rodrigo Minotauro deixou o evento, incomodado com dores no braço direito, operado no ano passado, e foi substituído por Shawn Jordan no combate contra o francês Cheick Kongo.
Fontes próximas ao lutador baiano confirmaram ao SPORTV.COM que ele ainda sente dores no braço, mas negaram que uma decisão houvesse sido tomada.
- O braço está todo cicatrizado, está tudo bem. É a parte de sensibilidade dele, ele sente a placa ainda - afirmou a Dra. Ângela Côrtes, fisioterapeuta pessoal do peso-pesado, que no entanto disse que o lutador treinou normalmente neste sábado.
Minotauro não atendeu às ligações da reportagem do SPORTV.COM. Na última quinta-feira, durante a inauguração de um projeto social na Zona Norte do Rio de Janeiro, o lutador havia confidenciado que sentira algumas lesões durante os treinos para o UFC 149, mas que permanecia no evento.
- Já me machuquei duas vezes neste mês, senti algumas lesões, mas insisto ali treinando, fazendo minha fisioterapia com a Dra. Ângela Côrtes, que é muito boa - disse Minotauro na ocasião.
O peso-pesado precisou operar o braço direito em dezembro passado após quebrar o úmero (osso longo ligado à escápula e aos ossos do antebraço) em sua última luta, contra Frank Mir, no UFC 140. A estimativa era que retornasse às lutas em junho, e aceitou enfrentar Cheick Kongo no UFC 149, marcado para 21 de julho, em Calgary, no Canadá.
Sua saída seria a sexta de um brasileiro no card. José Aldo, Thiago Silva e Thiago Alves tiveram de deixar o evento por causa de lesões. Shogun, que enfrentaria Silva, não se lesionou, mas foi transferido para o evento do dia 4 de agosto em Los Angeles, onde encara Brandon Vera na luta principal. Bibiano Fernandes, que foi anunciado oficialmente pelo UFC, não chegou a um acordo com a companhia e está em negociação com o One FC, torneio asiático de MMA. Renan Barão, que faz a luta principal contra Urijah Faber, é o último brasileiro restante no card.
Segundo o "Sherdog", Shawn Jordan será o substituto de Minotauro. O americano estreou no Ultimate em março, com uma vitória por nocaute técnico sobre Oli Thompson no UFC: Alves x Kampmann, na Austrália. O lutador da equipe Jackson's MMA tem passagens pelo Strikeforce e Bellator e um cartel de 13 vitórias e três derrotas.

Confira o card atualizado do UFC 149:
UFC 149
21 de julho de 2012, em Calgary (CAN)
CARD PRINCIPAL*
Renan Barão x Urijah Faber
Hector Lombard x Tim Boetsch
Shawn Jordan x Cheick Kongo**
Siyar Bahadurzada x Chris Clements
CARD PRELIMINAR*
Court McGee x Nick Ring
Ryan Jimmo x Anthony Perosh
Bryan Caraway x Mitch Gagnon
George Roop x Antonio Carvalho
Mitch Clarke x Anton Kuivanen
Claude Patrick x James Head
Roland Delorme x adversário indefinido
* A ordem oficial dos combates ainda não foi definida
** A luta ainda não foi anunciada oficialmente

Fonte:SporTv

Volkswagen apresenta protótipo e-Bulli na Rio+20

A Volkswagen apresenta o protótipo e-Bulli na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre até o dia 22 de junho. O modelo reinterpreta a forma original compacta da Kombi, mais conhecida pelos alemães como Bulli, remetendo-a ao futuro na forma de um veículo conceitual. O e-Bulli é movido por um motor elétrico e é equipado com seis assentos e controle de recursos de "infotainment" via iPad.
A Kombi da Volkswagen, como nenhum outro veículo, representa o espírito de liberdade. Ela estreou há mais de 60 anos, em 1950, um design extremamente eficiente. O seu codinome interno na Volkswagen era T1, em referência a Transporter 1. Os alemães a chamavam de Bulli, e os americanos, de Microbus, ou Micro-ônibus. Ela rodou em todos os continentes. E a primeira van da Volkswagen ainda é apreciada por uma base de fãs espalhada pelo mundo. Agora, a Volkswagen está reinterpretando a forma original compacta dessa lenda automotiva e remetendo-a ao futuro – na forma de um veículo conceitual para um Bulli da nova geração. Ele é espaçoso e tão inspirador como sempre foi, com linhas enxutas como nunca antes.
Emissão zero – até 300 km com uma carga da bateria
Graças às tecnologias de acionamento altamente avançadas, o e-Bulli é denominado como um 'veículo de emissão zero', pois é movido por eletricidade. O motor elétrico do e-Bulli produz 85 kW de potência e 27,5 kgfm de torque. Como costuma ocorrer com esse tipo de mecanismo de transmissão, as suas forças máximas são geradas desde o estado imóvel. O motor silencioso é alimentado com energia de uma bateria de íon de lítio com capacidade máxima de armazenagem de 40 kWh. Essa eletrizante combinação possibilita uma autonomia de até 300 km – valor alto para um carro elétrico. Quando a bateria do e-Bulli é carregada em uma "estação de reabastecimento elétrico" especialmente projetada para veículos elétricos, o processo de carregamento leva menos de uma hora.
O e-Bulli acelera de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos, e a sua velocidade máxima é de 140 km/h (limitada eletronicamente). A sua autonomia e desempenho em movimento não apenas tornam o veículo ideal para curtas distâncias mas também ideal para a maioria das atividades recreativas e de transporte urbano com emissão zero no escapamento.
O conceito também pode incorporar os motores de injeção direta a gasolina e a diesel extremamente eficientes como mecanismos de acionamento alternativos. Motores com 1,0 ou 1,4 litro de deslocamento são eficientes no uso de combustíveis. Ideal para qualquer pessoa que deseje percorrer grandes distâncias com o mínimo de consumo de combustível.
Bulli – a ideia remonta a 64 anos atrás
Sem o importador holandês Ben Pon, o T1 da Volkswagen talvez nem existisse, e é claro tampouco o veículo conceitual e-Bulli apresentado na Rio+20. Isso porque foi Pon que, no dia 23 de abril de 1947, fez uma imagem de esboço de um ônibus compacto no seu bloco de notas. Na verdade, o desenho do holandês era uma simples vista lateral de um ônibus público radicalmente diminuído colocado sobre os eixos de um Fusca com um "m" para "motor" escrito nele. Isso foi tudo. Nascia então a primeira van da Volkswagen. As Os designers da Volkswagen pegaram aquele esboço e criaram o veículos que se tornou um ícone automotivo com o característico "V" na parte frontal.
O protótipo e-Bulli agora segue os passos do veículo original e retoma o conceito de utilização máxima do espaço com o característico "V" com o logotipo da Volkswagen na parte frontal e proporções mais enxutas. No processo, o estilo do veículo conceitual segue as máximas do novo "DNA de design" da Volkswagen. Retrô? Dificilmente. A equipe liderada por Walter de Silva, Chefe de Design do Grupo Volkswagen, e Klaus Bischoff, Chefe de Design da marca Volkswagen, desenvolveram o "DNA de design" para a era moderna com base nos princípios de estilo dos campeões de vendas Fusca, Golf I e T1.
Design – mundo visual de uma obra de arte
A edição elétrica do Bulli tem 3,99 metros de comprimento, 1,75 metro de largura e 1,70 metro de altura. O T1 era um tanto mais comprido e mais alto, porém mais estreito. Com uma distância entre os eixos de 2,62 metros, o e-Bulli utiliza muito bem o seu comprimento geral. Também impressionantes são as larguras de via relativamente amplas do e-Bulli (1,50 m na frente e atrás) com relação à largura da carroçaria.
Parte frontal: Como a versão Samba lançada antes dele, o e-Bulli foi apresentado mundialmente em 2011 no Salão de em Genebra e também possui pintura em dois tons – nesse caso branco e vermelho. O "V" sobre o capô é mantido na cor branca. O capô de fato abriga o motor: em vez de tração nas rodas traseiras com um motor boxer, como na Kombi, o e-Bulli possui um motor elétrico localizado na frente do eixo frontal e tração nas rodas dianteiras. Eis aqui um compacto mecanismo de acionamento cujos principais componentes são um motor elétrico, um inversor de frequência de alta tensão e um conversor para o sistema elétrico de 12 volts.
Acompanhando o DNA de design da Volkswagen, há um layout horizontal dos faróis duplos estreitos com luzes diurnas de LED em forma de "L" e indicadores de mudança de direção implementados como LEDs arranjados na forma de um "L" invertido em cada canto externo. Não surpreende que os LEDs não apenas possuem uma tremenda potência luminosa e longa vida útil; devido ao seu baixo consumo de energia eles são ideais para o e-Bulli. Localizado entre os faróis está, como sempre, o logotipo da Volkswagen. No mesmo nível abaixo, encontra-se – mais uma vez arranjados em uma linha horizontal – as entradas de ar para o compartimento de passageiros e para resfriar a bateria ou para resfriar os mecanismos de acionamento convencionais alternativos.
Finalmente, o para-choque que é suavemente integrado à parte frontal completa o design. Lateralmente, ele apresenta uma grande "luz de neblina" redonda em cada lado, uma outra entrada de ar no meio, e um spoiler frontal na cor preta em baixo. Essa linha combina com as linhas das soleiras laterais.
Perfil lateral: A pintura em dois tons do e-Bulli também distingue as laterais. Toda a área acima do que é conhecido como a linha de cintura é tratada em branco. Surge das alas uma listra branca que corre até as distintivas colunas traseiras; acima deles, toda a seção do teto é pintada nessa cor. A linha de janelas contínuas cria um contraste especialmente admirável entre as seções na cor branca. Aqui, as colunas pretas visualmente esguias executadas no estilo do conceito do Micro-ônibus de 2001 são visualmente admiráveis. Os compartimentos dos espelhos colocados nas portas e que se projetam a partir da linha das janelas são pintados de vermelho.
Abaixo da linha de cintura fica a área vermelha da carroçaria. Elementos de design tais como os distintivos compartimentos das rodas, a modulação adicional das formas nas superfícies das portas acima das soleiras laterais e os faróis que envolvem as laterais sem quase deixar marcas são detalhes que não teriam sido possíveis fabricar com essa forma e precisão em um T1. Oculto no piso atrás das soleiras fica a bateria de íon de lítio do e-Bulli. As maçanetas brancas das portas são práticas, abrindo na direção do arrasto. As rodas de liga-leve de 18 polegadas são especialmente atraentes. Na sua área central há uma área cromada estilizada – um outro tributo ao veículo de muitos anos atrás. Mais curtos do que nunca antes são as saliências na frente e atrás.
Seção traseira: O DNA de design da Volkswagen com suas linhas horizontais também domina a traseira do e-Bulli. Vista de baixo para cima, em cima do para-choque na mesma cor da carroçaria (incluindo o difusor estilizado na cor preta) há a porta traseira que se estende por toda a largura do veículo. Na porta traseira, as estreitas luzes de LEDs perpetuam um tema do conceito do Micro-ônibus de 2001. No centro, porém menor do que na parte frontal: o símbolo da Volkswagen. Quando todos os seis assentos estão erguidos, há um bagageiro com capacidade para 370 litros atrás do assento traseiro.
Espaço interno – mescla de carro e iPad
Como o design da carroçaria, o interior também é marcado por um nível de claridade cuja aplicação consistente só pode ser encontrada em um Volkswagen. O compartimento dos passageiros – imerso em luz durante o dia graças ao seu teto solar panorâmico – também traz algumas surpresas.
Um realce prático: como o T1 no passado, graças ao seu piso nivelado o e-Bulli também é equipado com uma única fileira de bancos na frente. A van também oferece espaço para três pessoas na parte de trás.
"Infotainment": um iPad removível no console central serve de tela sensível ao toque multifuncional. Juntamente com as aplicações para iPad baseadas na Internet e a central multimídia, o tablet também cuida do controle de funções tais como telefone com Bluetooth e sistema de navegação. Integrados exatamente na base do iPad há controles para o ar-condicionado e o interruptor de luzes intermitentes localizado na parte central.
Típico da Volkswagen: todos os detalhes da cabine são claramente organizados e projetados para serem intuitivos. Correndo lateralmente por todo interior há uma linha com saídas de ar. Em frente ao motorista, há um velocímetro na forma de um semicírculo. Um painel colorido multifuncional, também na forma semicircular, pode ser usado para visualizar e controlar (por meio de teclas multifuncionais localizadas no guidão e acima dele) o sistema de navegação, o telefone, o computador de bordo e a central multimídia – toda a unidade com velocímetro e painel multifuncional também se comunica com o iPad.
A palavra-chave aqui é som: um sistema produzido pela lendária fabricante de guitarras e amplificadores, a Fender (EUA), garante que a música soe como se estivesse sendo executada ao vivo.
O que não há no e-Bulli é um conta-giros (desnecessário com um motor elétrico) ou uma caixa de câmbio ou alavanca de trocas de marchas convencionais (também desnecessários com um motor elétrico). A alavanca de transmissão é substituída por um seletor rotativo à direita do motorista, que é usado para ativar as marchas à frente e ré. Um botão no mesmo seletor é usado para ligar e desligar o motor. Um outro seletor rotativo à esquerda do motorista é usado para controlar as funções das luzes.
Os assentos se tornam superfícies reclináveis em um instante
Assentos das portas podem ser dobrados (divisão em 2/3); a fileira de assentos traseira, enquanto isso, pode ser completamente recolhida. Quando a fileira de bancos traseira é recolhida, a capacidade de carga aumenta para 1.600 litros. Além disso – e aqui o e-Bulli lembra o seu lendário antecessor – o sistema de assentos pode ser transformado em uma grande superfície reclinável com apenas alguns poucos movimentos manuais. Isso transforma o MPV em um companheiro perfeito para uma viagem de fim se semana.
Por último, tão importante para muitos usuários, porém, é que o sistema de assentos deve não apenas ser versátil, mas também oferecer o máximo conforto. A posição dos assentos é confortavelmente alta e igualmente relaxante. Como benefício extra, ela também oferece uma vista ótima na frente. Isso também era assim no T1. O que contribui para o conforto mental a bordo dos veículos de hoje é o fato de que o e-Bulli da nova era é equipado com todos os recursos de segurança concebíveis. E essa é a diferença crucial: o carro tem sido essencialmente reinventado desde os dias do primeiro T1, também conhecido como e-Bulli, também conhecido como Microbus.
 
Fonte: Blog do Moquenco

Brasileiro de 6 anos passa em testes e é convidado para jogar no Barcelona

Artur Miani faz teste no Barcelona (Foto: Arquivo pessoal)

Um brasileiro de apenas seis anos terá chance de passar pela escola de futebol que já formou craques como Xavi, Iniesta e Messi. Natural de Monte Alto, no interior de São Paulo, o garoto Artur Miani foi aprovado em teste e deve ir à Espanha em setembro para integrar as categorias de base do Barcelona.
O pai do menino, Adilson Miani, recebeu um e-mail do Barça nesta sexta-feira de manhã, informando que o filho passou nos dois testes que realizou em maio e perguntando à família se havia o interesse de ficar com a vaga na base do clube espanhol. Adilson não escondeu a felicidade.
– Respondi na hora que sim. É um orgulho muito grande. Ele disputou com meninos que nunca tinha visto na vida. Enfrentou o fuso horário e a viagem cansativa, pois fizemos um bate-volta para ele jogar. A ficha ainda não caiu. Estou muito feliz. O meu filho foi aprovado no teste de um dos maiores clubes do mundo, tem como me sentir diferente? – gaba-se o pai, orgulhoso.
Agora, Adilson aguarda novas informações para saber como deve proceder. O menino irá se apresentar no começo de setembro, já que, com o fim da temporada europeia, o staff do Barcelona está em férias até o final de julho.
– Ainda não mandaram mais informações, se vai haver ajuda de custo ou qualquer coisa assim, mas já começamos a pensar como será isso. Ele tem seis anos, não pode ir sozinho para lá. Eu não tenho como deixar o país neste momento. Provavelmente a mãe dele vai junto morar com ele – planeja.
O talento de Artur chamou a atenção do Barcelona. A irmã do garoto, Gabriela Miani, o inscreveu no site do clube espanhol. No início de maio, ele foi chamado para participar de testes em La Masía (local das categorias de base do Barça) e não se intimidou. Aprovado na primeira ocasião, Artur voltou à Espanha ao lado do pai dias depois, para fazer um último teste, ao lado do Camp Nou.
– É indescritível a sensação. O que me deixa mais feliz é saber da capacidade dele. Ser reconhecido pelas categorias de base que revelou Messi é o mais importante. Ainda estamos nos acostumando com a novidade, mas será uma experiência maravilhosa para ele.

Fonte: Globo Esporte

Isto é Le Mans!

 Dois acidentes com carros da classe LMP1 assustaram no início das 24 Horas de Le Mans neste sábado. Com o Toyota TS030 Hybrid número 8, Anthony Davidson se envolveu em uma batida na entrada da Curva Mulsanne com a Ferrari F458 da classe LMGTE-Am número 81 de Piergiuseppe Perazzini. O italiano errou e fechou o inglês, que não pôde evitar o choque. Os dois carros decolaram, mas os pilotos envolvidos saíram andando.
Em uma batida anterior, o Audi Ultra número 3 pilotado pelo francês Romain Dumas escapou na Chicane Forza e bateu de frente nos pneus. Desesperado para não perder tempo, o piloto saiu do carro e arrancou as partes danificadas para retornar aos boxes e os mecânicos consertarem o modelo. Isto é Le Mans! 


ATUALIZAÇÃO: De acordo com a Toyota, Anthony Davidson foi levado por precaução a um hospital próximo a Le Mans, onde ficará até segunda-feira em observação. Os exames preliminares não detectaram lesões, mas o piloto, em seu twitter, disse que os exames no hospital apontaram um problema nas costas.

Fonte: Globo Esporte

Legista diz 'não ter dúvida' de que executivo da Yoki foi decapitado vivo

O legista Jorge Pereira de Oliveira confirmou neste sábado (16) que o diretor-executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, foi decapitado ainda vivo. A mulher do empresário, Elize Matsunaga, confessou ter matado e esquartejado o marido, no dia 19 de maio.
Elize está presa temporariamente na cadeia de Itapevi, na Grande São Paulo. O caso vai ser julgado pela Justiça na capital paulista.
O corpo de Marcos chegou ao Instituto Médico Legal (IML) sem identificação para a equipe, disse Oliveira. "Entrou para nós como desconhecido", afirmou ele, em entrevista ao SPTV. Questionado sobre as circunstâncias da morte, o legista disse não ter dúvidas de que o empresário estava vivo quando foi decapitado.
"A perícia indica reação vital na secção do pescoço e da raiz dos membros superiores", afirmou Oliveira.
Caso o empresário estivesse morto, não haveria a hipótese de ser encontrado sangue nos pulmões de Marcos, fato que foi constatado pelo legista. "A entrada de sangue em vias aéreas é um movimento ativo. Então quer dizer que ele tem que estar respirando."
A defesa de Elize havia definido como estratégia defender que o corpo do executivo foi esquartejado pela mulher depois de morto. Mas a conclusão do legista causou uma reviravolta no caso.
Segundo o laudo, Marcos estava abaixado e recebeu um tiro de cima para baixo, vindo da arma de fogo empunhada por Elize, que estava de pé. O tiro foi à queima-roupa, segundo análise dos peritos, que constataram queimadura nas margens do ferimento.
A conclusão do laudo é que o executivo morreu por traumatismo craniano, causado pela bala, e asfixia respiratória provocada por sangue aspirado devido à decapitação.

Presa até o julgamento
O Ministério Público deve pedir, na próxima semana, que Elize fique presa até o seu julgamento. A prisão temporária dela vence no próximo dia 21 de junho, mas a promotoria deve oferecer denúncia contra a suspeita no máximo até a próxima quarta-feira (20). O promotor José Carlos Cosenzo também deverá pedir a decretação da prisão preventiva, para que Elize fique presa até o julgamento.
Segundo informações do SPTV, o inquérito que resultou da investigação do assassinato do empresário tem 551 páginas, que incluem os depoimentos de 11 testemunhas.
Por decisão da Justiça, o inquérito foi transferido de Cotia (SP), onde o corpo foi encontrado, para o 5º Tribunal do Júri, no Fórum da Barra Funda, na capital.

Herança
A confissão de que assassinou o marido pode levar Elize a perder qualquer direito sobre a herança e até mesmo sobre a administração dos bens da filha do casal.
A declaração de indignidade, porém, como é chamado o procedimento que exclui um herdeiro dos direitos sucessórios, não é automática, e depende de uma ação proposta por outros herdeiros ou pelo Ministério Público.
“Se Elize não tivesse praticado nenhum crime, ela teria direito a concorrer com os filhos do executivo pela herança, mas diante da prática e da confissão do crime, ela deve ser declarada indigna. Essa declaração, no entanto, não é automática. Algum outro herdeiro precisa entrar com a ação para que o juiz declare formalmente a indignidade”, afirmou o advogado Nelson Susumu, presidente da Comissão de Direito de Família da OAB/SP.
A Justiça prevê o prazo de quatro anos para que se promova a ação de exclusão de herdeiro por indignidade.
O crime exclui Elize dos direitos de herança do marido, mas a filha do casal irá herdar todos os bens do pai junto com seus outros filhos, segundo advogados ouvidos pela equipe de reportagem.
Já o direito de administrar esses bens, pelo menos enquanto Elize estiver presa, em julgamento, ou após uma possível condenação, não deverá ser da mãe da criança.
“O ato de indignidade regula uma pena civil para o crime, por isso ela perde também, neste momento, o direito de administrar os bens da filha. Quem deverá cuidar dessa herança será o tutor, aquele que tiver a guarda da filha do casal”, explica César Klouri, presidente da Comissão de Direito Civil da OAB/SP.
O advogado Braz Martins Neto, que cuida dos interesses da família Matsunaga na área civil, afirmou que a criança permanece sob os cuidados de uma tia, no apartamento do casal. A família Matsunaga vai visitar a menina quando quer. O advogado afirmou que  Elize não deve estar entre os herdeiros de Marcos Matsunaga. “Por força do dispositivo 1814 do Código Civil, Elize será excluída da sucessão”, afirmou.
O código prevê que o autor, co-autor ou partícipe de homicídio doloso não receberá herança. Segundo ele, a exclusão independe de uma solicitação da família. “Nesses casos, o Ministério Público deve fazer esse pedido em favor da filha do casal. Como se trata de um menor, os direitos não permitem nenhuma concessão”, disse.

Fonte: G1

Casal de ex-BBBs fica noivo em arena de rodeio

Aion Jeans/ Twitter

A ex-BBB Adriana está tão alegre que chega a ser contagiante. A moça publicou, nesta madrugada, em seu Twitter frases como "Hoje é o dia mais feliz da minha vida!" e "Eu sou a mulher mais feliz do mundo!".
Tanta felicidade foi graças a surpresa preparada pelo namorada da loira, o também ex-BBB Rodrigão. O moreno pediu Adriana em casamento durante o rodeio de Americana, no interior de São Paulo.
A bela não se contou e teve que compartilhar sua alegria com todos os fãs. E escolheu o Twitter para isso. Ainda de madrugada ela publicou:
— Muitas mulheres choraram comigo. Foi a cena mais linda deste mundo! Eu te amo, Rodrigo! Até que a morte nos separe. Amém!

— Sempre assisti filmes de romance e chorava com os pedidos mais românticos de casamento, mas o dele superou qualquer filme. Imaginem uma arena com 40 mil pessoas em volta chorando junto comigo. Vocês não têm noção, não sei o que dizer. Tomara que alguém tenha gravado! - concluiu Adriana.

Fonte: R7.com

Luiz Gonzaga e Mazzaropi serão homenageados no São João de Santo Antônio de Jesus

8 de junho de 2012
O São João da cidade de Santo Antônio de Jesus deste ano, que tem como tema “Recordando o Passado, o São João Tradição de Verdade” trará cerca de 300 peças, entre balões luminosos, nega maluca, bumba meu boi, pau de fitas, ciganos, balões luminosos e caipiras em homenagem ao músico Luiz Gonzaga e ao ator Mazzaropi, ambos com seus centenários celebrados em 2012.
“Não existe São João sem Luís Gonzaga, que é o rei do baião, e sem Mazzaropi, que é o nosso caipira, estritamente brasileiro e famoso”, explica a artista plástica, autora do projeto de ornamento da cidade, Assunção Oliveira.
A festa em Santo Antônio de Jesus, que acontece entre 21 e 24 de junho, contará ainda com apresentações musicais de bandas como Chiclete com Banana, Aviões do Forró e Estakazero.

São João: a Bahia em contagem regressiva

Padre Fábio de Melo será uma das atrações


Os baianos e visitantes que curtem o bom forró já estão em contagem regressiva para o ponto alto dos festejos juninos, daqui a uma semana. O dia de São João cai no próximo domingo, com programação animada, mas que desta vez recebe um freio orçamentário com a prolongada estiagem em várias regiões. Em Santo Antônio de Jesus, a 185 km de Salvador, o colorido das bandeirolas sinaliza o que por lá é chamado de “maior festa do interior da Bahia”.
Cálculos oficiais apontam 350 mil pessoas nos quatro dias de festa do ano passado. O festejo ocupará uma área de 22 mil metros quadrados. Também no Recôncavo, Cachoeira, a 110 km de Salvador, terá São João do dia 22 a 25, homenageando o centenário de nascimento de Luiz Gonzaga, com decoração inspirada na música Sabiá, de autoria do artista.
Já Amargosa, a 240 km de Salvador, terá como tema a literatura de cordel dentro de uma programação que vai do dia 21 a 24. Amargosa tem 13 mil residências, das quais 1,5 mil são alugadas a visitantes. Em Cruz das Almas, o Arraiá da Cultura Popular começa no dia 21 e termina dia 24, reunindo 30 atrações no Parque Sumaúma e na Praça Multiuso. Cerca de 100 mil visitantes são esperados na cidade, a 146 km de Salvador. A festa de São João do município também conta com 77% dos artistas da própria cidade, como a Filarmônica Euterpe Cruz-almense. Os festejos buscam resgatar costumes da cultura popular, como quadrilhas juninas e casamento na roça.
Quem visita Lençóis (a 415 km de Salvador), na Chapada Diamantina, encontra o tradicional arrasta-pé, mas também natureza encantadora na zona rural. Já em Ibicuí, 535 km a sudoeste de Salvador, a prefeitura investe cerca de  R$ 520 mil e espera retorno dobrado para a economia local. A festança completa 45 anos e acontece na Praça Régis Pacheco e ruas próximas.

Fonte: Forró e Cia 2012

Versão do documento feito pelo Brasil adia definição de financiamento para 2014

O rascunho do documento final da Rio+20 entregue ao meio-dia deste sábado (16) às delegações pelo Brasil adia para 2014 a definição sobre quais serão as fontes de financiamento para o desenvolvimento sustentável.

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O rascunho, de 56 páginas, é uma versão "limpa" do texto que vinha sendo negociado nos últimos dias e que tinha mais de 80 páginas. Ontem à noite, como país anfitrião, o Brasil assumiu oficialmente a coordenação das negociações.
Em entrevista coletiva no Riocentro (zona oeste do Rio), o chanceler Antonio Patriota confirmou que foi retirada do texto a proposta do fundo anual de US$ 30 bilhões que havia sido apresentada na última quarta-feira pelo G77, grupo de países em desenvolvimento que inclui Brasil e China. A criação do fundo foi rejeitada por EUA, União Europeia e demais países desenvolvidos.
No lugar do fundo, a proposta que está no rascunho brasileiro reproduz uma solução de compromisso que foi apresentada ontem à noite pelo mesmo G77. Ela prevê que um comitê intergovernamental de 30 integrantes, a ser nomeado pela Assembleia Geral da ONU, decidirá em dois anos sobre as fontes que financiarão a transição para um modelo de desenvolvimento que preserve o ambiente.
O parágrafo sugerido pelo G77 afirma que os recursos financeiros terão que ser "novos, adicionais e previsíveis", isto é, não poderão se resumir às antigas promessas dos países ricos da chamada "ajuda ao desenvolvimento" (ODA, no jargão da ONU). Há 20 anos, os ricos prometeram fornecer ajuda equivalente a 0,7% do seu PIB, mas nunca chegaram a cumprir esse compromisso.
O parágrafo-chave do capítulo sobre financiamento deixa claro que o mecanismo financeiro tem que incluir "transferência de tecnologia" -outro ponto que sofre resistência dos Estados Unidos e de europeus. Washington tem insistido em que toda menção à transferência de tecnologia "verde" explicite que ela deve ser "voluntária" e baseada em entendimentos entre os dois lados, isto é, em contratos comerciais.
Na entrevista, Patriota afirmou que o Brasil espera ter um documento concluído até a noite do dia 18. Isso deixaria aos negociadores um dia de folga antes da cúpula de chefes de Estado e governo, que começa na próxima quarta-feira.

fonte: Folha.com

Lula inicia agenda na conferência com novo presidente da França

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia sua agenda na Rio +20 a partir de quarta-feira (20) com um encontro com o novo presidente da França, François Hollande.

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Segundo o ministro (Secretaria da Presidência) e amigo Gilberto Carvalho, foi Hollande quem pediu o encontro. Os dois discutirão sobre assuntos comuns entre os dois países. Carvalho não deu detalhes da agenda de discussões.
A estreia de Lula na conferência, que vai até o dia 22 de junho no Rio, estava prevista para este sábado, mas ele foi internado na última quinta-feira (14) para a retirada do cateter usado para administrar medicamentos contra o câncer na laringe.
De acordo com o ministro, após o encontro com o novo presidente francês, Lula terá outras reuniões bilaterais. "Mas será tudo com muito cuidado porque o ex-presidente ainda precisa poupar a voz e não correr com a agenda como fazia na Presidência", disse.
Carvalho participou da abertura da Arena Socioambiental, um espaço criado pelos ministérios do Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente para discussões ambientais que integram a Cúpula dos Povos, que acontece no Aterro do Flamengo, no Rio.

Fonte: Folha.com

Justiça decide manter prisão de Carlos Cachoeira

Cachoeira ao lado do advogado Márcio Thomaz Bastos durante depoimento à CPI no Congresso
O empresário Carlinhos Cachoeira teve seu pedido de liberdade negado pelo desembargador Sérgio Bittencourt, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Com isso, a decisão favorável a Cachoeira tomada ontem pelo desembargador Tourinho Neto, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), passa a não ter efeito prático e ele continua preso na penitenciária da Papuda, em Brasília.
Os dois magistrados trataram de mandados de prisão diferentes. A decisão de Tourinho Neto referia-se à Operação Monte Carlo, deflagrada em 29 de fevereiro pela Polícia Federal. Já o habeas corpus analisado no fim da tarde de hoje por Bittencourt tinha como objeto a Operação Saint Michel, conduzida pela Polícia Civil do DF, num desdobramento da investigação da PF.
Pivô de uma CPI no Congresso, que investiga suas relações com políticos e empresários, Cachoeira está preso preventivamente há 108 dias - parte deles em presídio de segurança máxima, em Mossoró (RN).
Os advogados de Cachoeira esperavam que a decisão favorável ao empresário, no TRF-1, influenciasse positivamente a análise do habeas corpus apresentado na manhã de hoje, mesmo depois de negativa na Justiça de primeira instância.
Decisões judiciais recentes resultaram na libertação dos mais próximos colaboradores de Cachoeira: o araponga Idalberto Matias, o Dadá, o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, e o ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez.
Cachoeira, no período em que esteve preso, compareceu a depoimento marcado pela CPI que investiga suas relações com políticos e empresários. Contudo, não respondeu às perguntas feitas pelos parlamentares, usando do direito constitucional de permanecer calado e não produzir provas contra si.
Na época, afirmou que poderia voltar à comissão futuramente, depois que prestasse depoimento em juízo, no processo movido contra ele pela Justiça Federal de Goiás. A audiência, no entanto, ainda não aconteceu.

Fonte: Folha.com

Depilando a ratazana: Chayene se vinga de Tom Bastos com cera quente!

 Chayene capricha na cera quente para cima de Tom Bastos (Foto: Cheias de Charme / TV Globo)


Quem se mete na frente de Chayene (Cláudia Abreu) acaba pagando caro. Tom Bastos (Bruno Mazzeo) se engraçou para o lado das Empreguetes, a rainha do eletroforró descobriu tudo e aí já viu?! Vai sobrar para o empresário.
Para se vingar da trairagem, Chay chama Tom para ir a sua casa e, com a ajuda de Socorro (Titina Medeiros), trata de dar um sossega-leão para o empresário. Dopado, ele é amarrado na cama da musa piauiense e não tem ideia do que o espera. "Pense numa coisa bem dolorosa! Pensou? Então agora sinta! Curica, traga a cera quente!", pede Chay a Socorro quando Tom finalmente acorda. Ele fica desesperado.

Fonte; Rede Globo

'Perdidos na Tribo':Último Episódio

Amizade entre diferentes /
BAND – DIVULGAÇÃO
Chega ao fim o reality que pôs a prova três famílias

Nesta sexta(15) a partir das 23h00 a Band mostra o último episódio do reality PERDIDOS NA TRIBO. Chega ao fim a aventura das três famílias que viveram durante três longas semanas com membros de três das tribos mais primitivas do planeta.
As famílias se preparam para o último conselho tribal, onde saberão a decisão das tribos. A ansiedade em saber se foram aceitos por elas e o retorno para suas casas os deixam com as emoções a flor da pele. Está em jogo 250 mil reais e um fechamento para a maior experiência de suas vidas.

Que família sairá vencedora?


Acompanhe a última edição do programa PERDIDOS NA TRIBO, nesta sexta(15) às 23h00.


DIVULGAÇÃO:BAND

'Ângela Bismarchi' sai de 'A Fazenda' depois da Morte da Irmã?

Foto:Divulgação/Record

Uma tragédia pessoal: a morte da irmã, Angelina Filgueiras;  continuar a concorrer a um prêmio de 2 milhões de reais...

Caberá a Ângela Bismarchi decidir.Se ela sair do programa, ela não poderá voltar.Mas como poderá ficar sem se despedir da irmã?!

Uma decisão que só caberá a ela.

Egito vai às urnas em eleição presidencial inédita e marcada por temores

O Egito deu início hoje (17) aos dois dias de votação do segundo turno da primeira eleição presidencial livre do país. Os dois candidatos na disputa são Mohammed Mursi, líder da Irmandade Muçulmana, e Ahmed Shafiq, ex-primeiro-ministro de Hosni Mubarak, deposto no ano passado.
O Supremo Conselho das Forças Armadas, que assumiu o controle do país após Mubarak ter deixado a Presidência, comprometeu-se a entregar o posto ao vencedor até o dia 30 deste mês.
O entusiasmo em torno do pleito foi abalado por uma decisão da Suprema Corte do Egito, divulgada quinta-feira (14), que invalidou a primeira eleição parlamentar livre no país em mais de seis décadas. Os juízes da Suprema Corte foram todos indicados por Mubarak.
De acordo com a corte, o pleito parlamentar, realizado em duas fases, em novembro de 2011 e em fevereiro deste ano, foi inconstitucional porque representantes de partidos puderam competir por assentos no Parlamento destinados a candidatos independentes.
Mohammed Mursi foi o mais votado no primeiro turno, com 24,8% dos votos, enquanto Shafiq ficou com 23,7%. Cerca de 52 milhões de eleitores estavam aptos a votar, mas o índice de comparecimento às urnas foi de apenas 46%.
Foram montados 13 mil postos de votação nos 27 distritos do país. O fechamento das urnas está previsto para as 20h tanto, tanto hoje quanto no domingo. A segurança para a votação foi reforçada, com 400 mil soldados e policiais mobilizados em todo o país.
O resultado oficial deve ser divulgado pela Comissão Eleitoral Presidencial no próximo dia 21, mas o nome do vencedor será conhecido bem antes. No primeiro turno, os resultados parciais saíram em 24 horas.

Fonte: Jornal do Brasil

Movimentos sociais denunciam retrocessos na agenda ambiental brasileira

 Rio de Janeiro – O Brasil enfrenta um retrocesso em sua agenda ambiental, depois de ter registrado importantes avanços nos últimos anos, segundo avaliação do documento Agenda Socioambiental: Avanços e Obstáculos Pós Rio-92, divulgado hoje (16) na Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, na zona sul da cidade, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).
O diretor de Políticas Públicas da organização não governamental SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani, disse que foram muitos os avanços desde a II Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano (Rio92). Porém, destacou que nos últimos anos também ocorreram retrocessos, como a aprovação do Código Florestal pelo Congresso e a liberação de obras que produzem impactos ambientais, como as grandes barragens.
“Vinte anos depois, não tem uma empresa que não tenha o tema ambiental nas suas propostas de responsabilidade social. Na sociedade civil, cresceu muito o número de ONGs. Mas o que nós percebemos é que o governo, que tinha avançado muito, teve um grande retrocesso, aceitou a chantagem de segmentos atrasados, principalmente a oligarquia rural, que não agregam valor ambiental. Pelo contrário, concentram terras e fazem com que o Brasil seja um dos países que mais usam venenos [agrotóxicos] no mundo”, disse Mantovani.
O presidente do conselho diretor do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), João Paulo Capobianco, também chamou a atenção para a falta de avanços ambientais nos anos recentes. Segundo ele, isso ocorre por causa da visão do governo de que o desenvolvimento é o que importa.
“Tivemos muitos avanços que agora estão caminhando para retrocessos. Tudo aquilo que veio da Rio92 está agora sob ameaça, incluindo a redução de unidades de conservação por medidas provisórias, modificação na legislação de proteção das florestas, mudanças no sistema de licenciamento, fragilizando a capacidade de avaliação de danos ambientais. Tudo o que possa ameaçar o crescimento a qualquer custo tem que ser eliminado.
O documento Agenda Socioambiental: Avanços e Obstáculos Pós Rio-92 foi assinado por 11 entidades ambientais e pode ser acessado no  endereço www.idsbrasil.net.

Fonte: Jornal do Brasil

Bebê é arremessado no chão durante briga

Bebê foi atendido e passa bem

O bebê Maicon Santana Santos, 4 meses, foi encaminhado ao Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, após ser arremessado no chão durante uma briga de família.
A doméstica Ana Lucia Silva Santos é apontada como autora da agressão. Ela é madrasta da mãe do bebê, Edcleide Santana da Silva, 17 anos, que também foi agredida a socos e mordidas. O caso ocorreu na noite de quinta-feira, 14, no Conjunto José Ronaldo, no bairro Diadema, na periferia da cidade.
De acordo com a mãe do bebê, ela e a madrasta se desentenderam e chegaram a trocar xingamentos. Depois, partiram para a agressão e o bebê, que estava em seu colo, foi tomado pela madrasta, que o arremessou no chão. “Eu ia entregar o meu filho para a minha tia, ela me mordeu e tomou o menino dos meus braços”, contou.
Com a queda, o bebê ficou desacordado e vizinhos o socorreram para uma policlínica e logo depois para o HEC. “Quando ouvi os gritos dela, peguei o bebê e coloquei embaixo da torneira, aí ele acordou e começou a chorar. Então minha filha o levou para a policlínica”, informou Maria Solange de Oliveira, moradora do local.
No hospital, o bebê foi submetido a vários exames e após permanecer em observação, foi liberado. Na manhã desta sexta, 15, ele brincava nos braços da mãe e apresentava um pequeno hematoma na cabeça.
Acusada da agressão, Ana Lúcia, que está grávida de dois meses, negou que tivesse feito mal ao bebê e alegou que durante a briga, a criança caiu dos braços da mãe. “Quando ela veio para cima de mim, o menino escorregou do colo dela e a tia foi quem pegou ele no chão”, alegou.
A guarda municipal foi acionada pelos médicos da policlínica e após ir ao bairro, comunicou o fato à delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) e ao Conselho Tutelar, que deverá acompanhar o caso.

Fonte: Jornal A Tarde

Acidente causa grande lentidão na BR-324

Um acidente na BR-324, sentido Salvador, está deixando o trânsito lento na região.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão, entre dois veículos aconteceu próximo ao viaduto do Cabula e deixou feridos.
Ainda não há informações sobre a dimensão do acidente e nem quantas pessoas ficaram feridas na colisão.
Uma viatura da PRF e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)   foram deslocadaa para o local.
Por conta do acidente, o trânsito está lento em parte da BR-324. O motorista que trafega pelo local já encontra lentidão até nas proximidades da localidade da Jaqueira do Carneiro e do bairro de Águas Claras.

Fonte: Jornal a Tarde

Primeiro computador da Apple é leiloado por R$ 765 mil em NY

Computador fabricado por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976 (Foto: Agência EFE)

Um exemplar do primeiro computador da Apple, fabricado por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976, foi vendido nesta sexta-feira (15/06) em Nova York por US$ 374,5 mil (R$ 765 mil), em um leilão realizado pela Sotheby's, no qual também foram oferecidas as primeiras edições de livros e manuscritos de figuras históricas.
"Este computador representa o nascimento da Apple, não só em teoria, mas também como produto físico", disse o diretor do departamento de Livros da Sotheby's, Richard Austin, em alusão a um dos 50 computadores que restam da primeira série de 200 criados por Jobs e Wozniak.
Mais de 35 anos depois, este computador, um dos seis únicos daquela época que ainda funcionam e que inclui os manuais de usuário básico, alcançou um preço de US$ 374,5 mil.

Um exemplar do primeiro computador da Apple, fabricado por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976, foi vendido nesta sexta-feira (15/06) em Nova York por US$ 374,5 mil (R$ 765 mil), em um leilão realizado pela Sotheby's, no qual também foram oferecidas as primeiras edições de livros e manuscritos de figuras históricas.
"Este computador representa o nascimento da Apple, não só em teoria, mas também como produto físico", disse o diretor do departamento de Livros da Sotheby's, Richard Austin, em alusão a um dos 50 computadores que restam da primeira série de 200 criados por Jobs e Wozniak.
Mais de 35 anos depois, este computador, um dos seis únicos daquela época que ainda funcionam e que inclui os manuais de usuário básico, alcançou um preço de US$ 374,5 mil.

Fonte: Época Negócios

Juliana Paes diz que nudez não é tabu e afirma: ‘Sei que vai ter gente assistindo à novela para me ver nua. Que vejam e que gostem!’


Na pele da sensual personagem Gabriela, de Jorge Amado, que estreia nesta segunda-feira, Juliana Paes diz ter consciência de que muitas pessoas só vão assistir à novela pra vê-la nua e não se importa com isso:
- Todo mundo gosta de ver cenas de amor, sensuais. Até eu! Sei que vai ter gente vendo a novela para ver a Juliana Paes nua, o que eu posso fazer? Que vejam e que gostem! O que a gente quer é contar uma bonita história de amor, permeada por um cenário político dos anos 20 que continua muito atual - afirma a morena de 33 anos, que precisou se preparar para fazer as cenas românticas com Humberto Martins, seu par romântico na trama:
- Intimidade se cria com convívio. Eu e Humberto fizemos várias dinâmicas com o preparador Sergio Penna para criar essa intimidade. Ficamos frente a frente, decorando cada linha do rosto um do outro; sentimos a temperatura da pele; dançamos abraçados, sentindo o ritmo do coração. O jeito como isso se conduziu foi muito especial, não nos deixou constrangidos. Agora somos amigos.
Quando questionada se toparia posar na Playboy novamente, a bela responde, categoricamente, que não:
- Posei (em 2004) pelo dinheiro. Agora não é mais o caso. Acho lindos ensaios nus, faria um sem cachê só pela beleza, pela estética. Não tenho o menor problema com nudez, não é um tabu. Tem imagens que me tiram o fôlego, que me inspiram. Mas o enfoque do nu pago é outro. Não tem por quê.

Fonte: Extra

Filha viu ex-marido de irmã de Ângela Bismarchi invadir a casa armado

 Filha adotiva de Angelina Filgueiras deixando a delegacia (Foto: Bernardo Tabak/G1)


A filha adotiva de Angelina Filgueiras disse, em depoimento à polícia neste sábado (16), que presenciou a hora em que Márcio Luiz Dias Fonseca, ex-marido da vítima, irmã da modelo Ângela Bismarchi, invadiu a casa onde elas moravam, com uma arma em punho. Márcio entrou na casa, em Piratininga, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, utilizando uma escada para chegar ao segundo andar e pulando a janela do quarto onde estava a menina.
Após a invasão, na noite de sexta-feira (15), a adolescente correu e se trancou no banheiro. Ela contou que ouviu os tiros, que terminaram com a morte de Angelina e Márcio. As informações são do delegado Gabriel Ferrando de Almeida, titular da 81ª DP (Itaipu), na Região Oceânica de Niterói.
De acordo com o delegado, Márcio teria parado o carro afastado da casa de Angelina, o que reforça a tese de um crime premeditado. “Foi uma ação premeditada, fria e cruel”, afirmou Ferrando.
“A jovem está muito abalada. Ela ficou em estado de choque”, acrescentou o delegado. “Ela presenciou o começo da luta corporal, mas depois ficou escondida, trancada no banheiro e não viu os tiros: só ouviu”, complementou Ferrando.
O delegado contou ainda que segundo o depoimento de Jolmar Alves Milato, namorado de Angelina, após a invasão, houve uma briga entre os três. Segundo o depoimento, Angelina, que era policial federal, acabou conseguindo desarmar o ex-marido.
“Jolmar contou que após Angelina dizer que se mataria caso a briga não parasse, ela teria disparado conscientemente contra o próprio peito”, afirmou o delegado.

Histórico de tentativas de suicídio
Segundo Ferrando, familiares de Angelina relataram informalmente que ela teria um histórico de outras tentativas de suicídio. “Ela estaria, psicologicamente, muito debilitada, devido às ameaças que viria sofrendo do ex-marido, que dizia que mataria ela e o namorado”, afirmou o delegado.
Após Angelina ter supostamente disparado contra si, Jolmar teria conseguido pegar a arma e deu três tiros em Márcio, que morreu na hora. Angelina chegou a ser levada para o hospital, mas já chegou morta.

Ainda segundo Ferrando, a maior dúvida agora é saber se Angelina realmente disparou contra si, ou se outra pessoa disparou contra ela. “Já recolhemos a arma do crime – uma pistola calibre nove milímetros –, requeremos as imagens das câmeras de segurança da casa e solicitamos exames de resíduos de pólvora nas mãos dos envolvidos no crime”, disse o delegado, acrescentando que o exame de resíduo de pólvora já foi pedido.
“Pelos depoimentos de vizinhos e do ex-namorado de Angelina, além de relatos informais de familiares, havia uma relação conflituosa entre ela e o ex-marido. E Angelina já teria tentado suicídio por duas vezes”, afirmou o delegado. “Jolmar vai responder por homicídio doloso. A esfera judicial vai decidir se ele agiu em legítima defesa”, concluiu o delegado.

Sentimento 'doentio'O cirurgião plástico Wagner de Moraes, marido da modelo Ângela Bismarchi, classificou de “doentio” o sentimento de Márcio Luiz Dias Fonseca, militar da Marinha, pela ex-mulher, Angelina Filgueiras, irmã da modelo.
De acordo com o cirurgião plástico, Angelina, de 42 anos, contava que o ex-marido, de 48, não aceitava a separação, há cerca de três meses, após 17 anos de casados. Eles tinham uma filha, hoje com 15 anos. “Na noite anterior ao crime, na quinta-feira (14), Angelina foi visitar a filha, na casa do Márcio, em Olaria (subúrbio do Rio). Eles discutiram e ele a agrediu. Ela estava com manchas roxas no braço”, contou Wagner.
Segundo Wagner, que mora no mesmo bairro de Angelina, na noite de sexta-feira (15), um vizinho o avisou que haviam sido disparados tiros na casa dela, e que a cunhada do cirurgião plástico e o ex-marido haviam falecido. “Eu havia falado com ela uns dez minutos antes, e a alertei de que o Márcio tinha me ligado dizendo que iria fazer uma visita”, recorda ele. “Foi uma loucura. Uma loucura. Ângela e Angelina eram as únicas mulheres de sete irmãos. Elas eram as melhores amigas”, lamenta o cirurgião.

Fonte: G1

'Avenida Brasil':Capítulo de Sábado, 16/6



Suelen diz a Olenka que o filho que supostamente está esperando pode não ser de Iran. Tufão e Monalisa combinam de se encontrar novamente. Carminha fica com Max em seu quarto. Nina garante a Betânia que Carminha ainda não está derrotada. Olenka repreende Monalisa por abandonar Silas por causa de Tufão. Débora estranha o comportamento de Jorginho. Leleco convence Darkson a continuar trabalhando para ele. Suelen vê Olenka e Silas se beijando. Verônica e Noêmia desconfiam de que Cadinho esteja com Alexia. Nina tenta fotografar Max e Carminha juntos. Valdo avisa a Jorginho que Betânia ajudará Lucinda a fazer uma festa para Nina. Silas pensa em Olenka. Jorginho chega para a festa de aniversário de Nina.

Fonte:Rede Globo

'Gabriela':Resumo dos Capítulos de 18 a 23 de Junho



Segunda-feira, 18 de junho - Ramiro e seus jagunços invadem a mata e se apropriam das terras de Ilhéus, expulsando moradores da região. Há uma passagem de tempo. Gabriela e seu tio seguem emdireção a Ilhéus em busca de uma vida melhor. Tonico Bastos demonstra interesse por Zarolha. Nacib diz a Ezequiel que nunca encontrou mulher como Zarolha. Maria Machadão repreende Zarolha ao perceber que ela está apaixonada por Nacib. Nacib fica furioso ao saber que sua cozinheira Filomena deixará Ilhéus. Ramiro Bastos encomenda a padre Cecílio uma procissão para ajudar a fazer chover em Ilhéus. Nacib pede ajuda a Quinquina e Florzinha para fazer os quitutes do Vesúvio e o jantar para a Associação Comercial. Zarolha pede a Nacib que converse com o padre sobre a participação das meninas do Bataclã na procissão. O tio de Gabriela não sobrevive e ela segue viagem com Clemente e Fagundes. Arminda sugere a Nacib que procure cozinheira no mercado de retirantes. Nacib vê Gabriela.



Terça-feira, 19 de junho - Nacib leva Gabriela para ser sua cozinheira. Olga e os filhos acordam Tonico Bastos, que finge ter trabalhado até tarde no cartório. Conceição aconselha Olga a ficar de olho no marido. Gerusa pede à mãe e à tia para não discutirem. Maria Machadão convoca suas meninas a bordarem o manto para a procissão. Pelópidas diz a Douglas que a única forma de ele ter um jornal diário é pedindo dinheiro para Ramiro Bastos. Gabriela surpreende as beatas de Ilhéus ao se banhar na fonte da praça, deixando os homens encantados. Glória cumprimenta Doroteia e suas amigas, mas só Sinhazinha retribui a saudação. Coriolano avisa a Ezequiel que Glória é sua amante. Ramiro não dá dinheiro a Pelópidas para o jornal de Douglas. Zarolha se nega a ficar com Nacib ao saber que ele não falou com o padre sobre a presença das meninas do Bataclã na procissão. Nacib observa Gabriela dormindo.


Quarta-feira, 20 de junho - Nacib pede a Gabriela que leve seu almoço para o bar. Tuísca acompanha Gabriela até o Vesúvio e os homens a olham admirados. Nacib adora a comida de Gabriela e pede para ela fazer os quitutes do bar. Ramiro Bastos apresenta Gerusa para Amâncio e decide que a neta se casará com Juvenal. Amâncio alerta Ramiro para a possibilidade de Mundinho Falcão financiar o jornal diário e entrar para política em oposição a ele. Padre Cecílio não aprova a presença das meninas do Bataclã na procissão. Sinhazinha intervém em favor das meninas de Maria Machadão. Josué fica embevecido com Malvina, quando ela recita um trecho de um poema de Camões em sua sala de aula. Malvina escandaliza as mulheres da cidade ao dizer que as meninas do Bataclã têm o direito de participar da procissão. Glória observa Josué olhando para Malvina. Berto pede Lindinalva em casamento. Melk fica surpreso quando Malvina diz que quer fazer faculdade em Salvador. Nacib e Gabriela se olham intensamente.


Quinta-feira, 21 de junho - Nacib pensa em Gabriela. Malvina chora porque Melk e Marinalva não aceitam que ela faça faculdade. Tonico chega tarde em casa e mente para Olga dizendo que estava no cartório. Gabriela deixa o almoço no Vesúvio. Sinhazinha sofre de dor de dente e Doroteia sugere que ela procure o novo dentista da cidade. Zarolha fica indignada por não poder participar da procissão. Melk orienta Clemente e Fagundes no trabalho. Clemente quer ir a Ilhéus para ver Gabriela. Fagundes olha para Lindinalva com interesse. Clemente propõe casamento a Gabriela, mas ela recusa. Doroteia pede a Amâncio que dê um corretivo em Zarolha. Malvina avisa a Gerusa que lerá um livro escondida. Sinhazinha e Osmundo trocam olhares intensos. Nacib e Gabriela ficam juntos.


Sexta-feira, 22 de junho - Arminda percebe que Nacib e Gabriela estão juntos no quarto. Berto não tem coragem de investir contra Zarolha e confessa que foi designado a fazê-la desistir da procissão. Doroteia procura Ramiro para impedir a presença do Bataclã na procissão. Nacib aconselha Zarolha a desistir de enfrentar os coronéis. Jesuíno repreende Sinhazinha quando ela lhe pergunta por que nunca foi beijada. Josué aconselha Osmundo a evitar problemas, quando o dentista lhe confessa que está interessado em uma mulher casada. Tonico tenta seduzir Fabiana. Nacib e Gabriela dormem juntos. Ramiro oferece dinheiro para Zarolha desistir de participar da procissão.


Fonte:Rede Globo

Os 'Filhos' de 'Chaves' e 'Chiquinha'

Tal filhos...


Tal pais...



Seu Madruga ficou feliz da vida com a chegada das novas crianças.Agora, em outros tempos, ele já tem uma máquina fotográfica digital, e não precisa mais passar por aqueles perrengues típicos como:o tripé da máquina ser derrubado por um encardido, ou algum bochechudo aloprado ficar na frente da lente.

Foi ele quem tirou a foto dos queridos 'netinhos'.Veja só o sorriso estampado do vovô 'Madruga':






Antes e Depois de "Gabriela"



Gabriela:Sonia Braga e Juliana Paes


Nacib:Armando Bógus e Humberto Martins


Coronel Ramiro:Antonio Fagundes e Paulo Gracindo


Maria Machadão:Ivete Sangallo e Eloísa Mafalda


Mundinho Falcão:José Wilquer e Mateus Solano


Jerusa e Malvina:Nívea Maria e Elisabeth Savalla; Luíza Valdetaro e Vanessa Giácomo


Tonico:Fúlvio Stefanini e Marcelo Serrado


Olga:Ângela Leal e Fabiana Karla

Ator que fez o Irmão da 'Super Vicky' virou 'Morador de Rua'


Foto:Reprodução/National Enquerier/Blog Page Not Found

Jerry Supiran era uma das estrelas do seriado "Super Vicky", (transmitido aqui no Brasil nos anos 80 e 90, pela Globo, e depois pela Record), no qual interpretava o menino Jamie, irmão da menina-robô Vicky, criada pelo pai dele.

Hoje com 39 anos ele mora debaixo de um viaduto em uma pequena cidade da Califórnia, contou a "National Enquirer". Às vezes, consegue passar a noite em um abrigo público.O irmão lhe dá refeições e deixa ele tomar banho na sua casa.


Ele culpa o estado lamentável em que se encontra pelo envolvimento que teve com uma stripper, quando tinha 18 anos, e levou todas as economias que tinha, responsabiliza também, um agente, que segundo o ex-ator, roubou dele meio milhão de dólares.



A atriz que viveu a 'Super Vicky', que hoje tem 37 anos, e trabalha como enfermeira numa cidadezinha do Colorado,  comentou que muitos atores mirins não estão preparados para o sucesso instantâneo.


Com informações do blog Page Not Found.

Para onde vai o baião


Esteja ele agora empenhado, tocando sanfona ao vivo para São João, ou descansando sob a sombra, com o fole escorado entre as pernas num banco de forquilha n’alguma nuvem do céu, o certo é que o Rei do Baião irá gostar de ter notícias da música que a novíssima geração de artistas baianos anda fazendo para o povo do seu sertão. Ainda mais neste ano, em que completa cem anos de nascido, no dia 13 de dezembro próximo.




Às vésperas do dia da fogueira, artistas de quatro grupos baianos que começaram nos anos 2000 conversaram com Muito sobre suas escolhas artísticas, tendo como ponto de partida a influência de Gonzagão. Mestre Lua terá de pelejar para entender que suas duas características mais marcantes – ser um “ícone pop”, que embalava multidões Brasil adentro, e, ao mesmo tempo, ser um autêntico representante da tradição popular, “de raiz”, do sertão – não cabem, hoje em dia, num único artista.
Porque, ao que parece, bandas novas que tentam levar adiante o reinado de Luiz acabam tendo que escolher: ou decidem “estourar” – e trilham um caminho de sucesso que os distancia da tradição – ou optam por fazer uma música mais ligada às raízes – que, por sua vez, tem menos apelo, faz menos sucesso e dá menos dinheiro.
Adeus, Ingenuidade
Luiz Gonzaga decidiu ganhar a vida como músico nos anos 1930. Mas ainda não usava sua famosa indumentária (mescla de cangaceiro e vaqueiro), tampouco tocava o baião. Usava trajes de baile de gala para se apresentar no rádio e tocava valsa, polca, tango e mais o que estivesse na moda. Resultado: “fracasso total”, como escreveu o jornalista Roniwalter Jatobá em seu livro O jovem Luiz Gonzaga.
Gonzagão só começaria a fazer sucesso no final daquela década. Encorajado pelo cearense (e futuro ministro da Justiça da ditadura militar) Armando Falcão, resolve tomar pé de seu reinado e tocar “uma música lá do meu pé de serra”. No início dos anos 1940, Luiz sente falta de uma indumentária própria, como as que caracterizavam os sambistas cariocas e os artistas estrangeiros. Decide, numa mistura de jogada de marketing e homenagem ao povo do sertão, apresentar-se de chapéu meia-lua e lenço, capanga bordada e sandália de couro. Fica bonito – e famoso de vez.
Pois bem. O caso é que, na Bahia dos anos 2000, o caminho para o sucesso se afigura inverso para grupos novos que tocam para animar o povão (outrora a grande especialidade de Gonzaga). Exemplo disso é a banda Cangaia de Jegue. De 2002, quando surge, em Eunápolis, a 2004, o grupo subia no palco com um visual interiorano: chapéu de palha, camisa de botão, calça de linha e sandália de couro. Mas, após a vinda para Salvador, tocar com essa vestimenta os faria sentir-se “meio estranhos”. “Vimos que nosso público vestia roupas ‘normais’. Aí cortamos os cabelos, tiramos os chapéus e as sandálias, para parecer com ele”, recorda Norberto Curvêllo, líder da banda.
A partir de 2006, quando adotou uma cara parecida com a que tem hoje, a banda cresceu. E, desde 2009, a agenda já não fica mais vazia. Neste ano, mesmo com algumas apresentações canceladas por causa da seca, junho tem sido intenso: o grupo deve fazer de 22 a 25 shows, a maioria pelo interior da Bahia. O cachê por cada um sai na faixa dos R$ 80 mil.
Temas tradicionais do universo de Gonzaga, como o “pau de arara”, o “jumento”, a “migração” do sertanejo para a cidade grande por causa da estiagem longa, ficaram no passado, segundo Norberto. “Mas amor até hoje dá certo. Mudaram só algumas palavrinhas, como ‘xodó’, que virou ‘meu amor’”. Também sobrevivem letras que falem de festa. “Aquela Vixe, como eu tô feliz [Forró de Cabo a Rabo, de Gonzaga e Humberto Teixeira] é como se fosse o Bolo doido [atual sucesso da Cangaia] daquela época”, compara. No mais, “hoje em dia, o tema é curtição, é farra, para a galera solteira que quer paquerar”.
Outras mudanças, segundo Norberto, foram a incorporação de quatro casais de dançarinos no palco e o uso de uma sonoridade mais eletrônica e acelerada que a do tradicional forró pé de serra – uma assumida aproximação ao chamado “forró vaneirão” de bandas que tocam para multidões, como Aviões do Forró. E, aos poucos, foi-se embora a “ingenuidade”. “As letras antes eram coisa de adolescente apaixonado. Hoje, têm um pouco mais de malícia, de duplo sentido, mas sem baixaria. Cada disco é musicalmente melhor”, garante.
Norberto conta que até a estratégia na hora de compor mudou: hoje, ele compõe “já pensando na dança” que a canção terá. Se a música que faz o realiza? “Não sou músico, minha praia não é estudar música. Sou formado em educação física, já dei aulas de suingue baiano”, responde, embora faça aulas de canto, “para a voz durar”.
O ritmo intenso de trabalho tem lhe roubado horas de sono. Mesmo tendo dormido apenas três horas na noite passada, atende a Muito com uma gentileza que faz o semblante cansado transmutar-se em sorriso ao clique da foto. Terminada a entrevista, despede-se, abrindo o laptop: “Agora vou pagar as contas”, diz Norberto, que é também diretor financeiro da Cangaia Produções Artísticas e Entretenimento – a produtora da Cangaia de Jegue e de novas bandas, que ele coordena junto com o sócio e colega de banda Júnior Bonfim.
Coisa bonita, rica
Com o nome consolidado após 11 anos na estrada, Leo Macedo, líder da banda Estakazero, afirma ser fã de Gonzagão. “Em 2009, gravamos um disco só de músicas dele. Foi um sonho antigo que realizei”.
A repercussão do álbum, diz Leo, foi positiva. “Nos deu respaldo, credibilidade”. Mas não ajudou a fechar novos contratos. “Os contratantes me ligavam dizendo assim: ‘Olha, o CD de Luiz Gonzaga está lindo. Mas não tem aí algum ao vivo, mais pesado, com as músicas da banda, não?’”.
Era 2009 e, prestes a completar dez anos de Estaka (o que significava que o público da banda já “girou”, ou seja, envelheceu), Leo viu que era hora de renovar. “O que a galerinha quer ouvir hoje?”, perguntou-se. E concluiu: “Festa popular não pode ser sem movimento. O prefeito [que contrata as bandas] quer espetáculo para mostrar ao povo. Aí, a gente se adapta. Dentro do que a gente gosta de fazer, é claro”.
Assim, em 2010, a banda lançou “um disco mais arrojado”, com o hit Balada (“Tchêrerê tchê tchê…”), que estourou nacionalmente: foi regravado por outros artistas (Aviões do Forró, Garota Safada, Gustavo Lima), concorreu a prêmio no Faustão e reposicionou a Estakazero no mercado.
Leo conta que hesitou muito antes de incorporar trejeitos de outros estilos à banda, então fortemente associada ao pé de serra. Mas não se arrepende: “Decidi não ter mais barreiras, abrir a mente. Como dizer que não é forró o que milhões de nordestinos dizem que é forró?”.
Leo define a Estakazero hoje como “eclética” e a si mesmo como empresário, além de intérprete. Diz que é difícil sobreviver ao público baiano, que “gosta de xote e, ao mesmo tempo, de arrocha, de sertanejo, de (forró) vaneirão”. Resultado: “Tem que ser versátil, misturar. Hoje, a Estaka faz um ‘forró pop’” – com casais de bailarinos no palco e um som mais pesado. A agenda de shows em junho está cheia: cerca de 25, cada um negociado na faixa de R$ 90 mil.
Com a mistura, o grupo ficou mais pop, mais distante da tradição – “e olha que eu ainda mantenho o chapéu de palha”, diz Leo, que é calvo. “O momento de Luiz Gonzaga era o do lamento. Hoje, é o da explosão, da riqueza rural. O caipira, o sertanejo, não quer ser aquilo. Quer ser bonitão, quer ver uma coisa bonita, rica. Quer sonhar”.
Se a música que faz o realiza? “Cada ocasião pede um tipo de música, nem sempre a gente pode tocar tudo o que gosta num mesmo show. Eu, quando quero tocar só para mim, toco bossa-nova, samba. Tenho os songbooks de Vinícius, tudo de Chico, de Tom Jobim”, responde. Leo também canta numa banda de pop rock, a Plano C.
Sem bumbo, não bomba
Líder do Bando Virado no Mói de Coentro, Fernando Corisco é conhecido por subir no palco todo paramentado de cangaceiro, montado numa burrinha de pano – alusão ao folclore tradicional do sertão. Sua especialidade é o pífano, instrumento de sopro feito de madeira ou tubo de PVC. “Era no ‘pife’ que se tocavam as melodias das farras do sertão, para os cangaceiros. A sanfona só entra depois de Gonzagão”.
Para o São João deste ano, o som do Bando será uma ode à tradição do pífano – serão dois, simultâneos, no palco. A temporada de shows, porém, é que anda fraca: apenas nove confirmados no mês de junho, a maioria em eventos de empresas. Corisco negocia cada apresentação na faixa dos R$ 25 mil. Diz que a dificuldade para conseguir shows é furar o bloqueio dos empresários, que são “um termômetro do que o povão quer”. Corrige-se: “Na verdade, do que o próprio empresário quer”.
“Um dia, um empresário me perguntou se eu não queria ‘bombar’. Disse que sim. Ele aí me pediu que tirasse esse chapéu e essa roupa e passasse a usar ‘bumbo-dance’” [sonoridade mais eletrônica]. Corisco não pode conter a ironia: “Só falta agora me pedir para balançar a bundinha”. Ele não aderiu à moda. Mas, neste ano, trocou o chapelão meia-lua de cangaceiro por um chapeuzinho menor, mais elegante e discreto – é para “mostrar a cara”.
Criado ao som das cirandas de Itamaracá, em Pernambuco, Corisco considera a influência de Gonzagão “natural” em suas canções. Bebe também na fonte do movimento armorial – grupo fundado nos anos 1970 pelo escritor Ariano Suassuna, que buscava criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular nordestina.
Corisco conta que vive “só de música” – além de fazer shows, fabrica e vende pífanos. Autodefine-se “um artista visceral”, “portador da cultura” popular. “Não acho errado quem incorpora novos estilos, acho legal. Mas não é meu papel, não quero ficar milionário com a música”.
Sem concessão
“Gonzagão é o último elo entre o sertão ancestral, que nos interessa, e os tempos de hoje”, explica Anderson Cunha, da Sertanília. A banda foi formada em 2010 por ele, que é produtor musical, Diogo Flórez e Aiace Félix, que estudam música na Ufba.
Embora afirme ter influência de Luiz Gonzaga, o grupo não incorpora sequer os elementos do chamado “trio nordestino” (sanfona, zabumba e triângulo) instaurado pelo Rei do Baião – a base da banda é viola (Anderson), percussão (Diogo) e vocais (Aiace). “É uma estratégia radical. De sonoridade e de imagem”. O grupo chegou a receber convites para tocar no São João. “Queriam que incluíssemos sanfona, triângulo e zabumba. Não topamos”.
A Sertanília escolheu um sendeiro mais árido. O ponto de partida para as composições são gravações da música tocada em reisados e terreiros da região de Guanambi, no sudoeste baiano, onde Anderson se criou. Além desses registros etnográficos, outras influências são o movimento armorial, o imaginário de artistas como Elomar, Bule-Bule, Patativa do Assaré, e algo da sonoridade do Cordel do Fogo Encantado.
“Não somos uma banda de entretenimento. Falamos de saudade, da dificuldade, das agruras que o sertanejo passa. Não é triste, mas é denso”, observa Anderson. O primeiro álbum do grupo, a ser lançado neste ano, terá, além das canções, artigos de acadêmicos sobre música e sertão.
O Sertanília faz cerca de seis shows por mês. Já tocou em São Paulo, Fortaleza, Recife – e toca pouco em Salvador. A estreia do grupo foi em Portugal, na Universidade de Coimbra, graças à indicação da professora da Escola de Música da Ufba Simone Guerreiro, estudiosa da obra de Elomar.
O cachê por apresentação é negociado em torno de R$ 5 mil. Anderson até quer um dia viver da renda da banda, mas, por enquanto, tira o sustento mesmo é de seu estúdio de gravação de jingles publicitários. Ele já compôs para artistas da axé music, como Tuca Fernandes, Mano Góes, Netinho. E é autor do hit Festa, de Ivete Sangalo. “Agora resolvi cantar minha aldeia”.
Apois, mestre Lua: eis as notícias. Quem está no bom caminho e quem não, majestade, isso aí quem diz é o senhor. O certo é que é tudo muié séria e home trabaiadô.