domingo, 15 de julho de 2012

'Zoando com .Evaristo Costa. e .Sandra Annenberg' (Episódio #2)

Episódio #2: Piada do Mamão

 
 

Zoando com "Evaristo Costa" e "Sandra Annemberg" (Episódio #1)


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Bruno é ‘demitido’ por enviar cartinha pra TV

 
Ex-goleiro não pode mais fazer faxina na cadeia e só sairá da cela para tomar banho de sol
Uma carta enviada pelo ex-goleiro Bruno Fernandes a um apresentador da TV Alterosa, afiliada do SBT em Minas Gerais, fez o atleta ser punido pela administração da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, no mesmo estado, onde está detido há dois anos. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), o jogador foi suspenso do trabalho de faxina que vinha realizando na pavilhão para tentar reduzir o tempo de cadeia.
O documento foi entregue por Bruno na quinta-feira pela manhã aos advogados Francisco Simim e Rui Pimenta. À tarde, a defesa do ex-goleiro levou a carta até o programa de TV. Em seu texto, Bruno faz referência a Deus, nega ligação com o desaparecimento de Eliza Samudio e diz que Bruninho, filho dele com a ex-amante, tem, sim, um pai.
"Te confesso, pelo ‘sangue cristão de Jesus', que nunca desejei, ordenei ou determinei a quem quer que seja o desaparecimento de Eliza Samudio! Inclusive, gostaria de acrescentar que o Bruninho tem, sim, um pai, aliás, sempre haverá esse compromisso perante a sociedade", escreveu o ex-jogador.
Em outro trecho da carta, Bruno diz que está pagando pelo crime que não cometeu e que seu "erro foi ter confiado em algumas pessoas". "Sei que estou pagando já há dois anos pelo um possível crime que não cometi, nem ordenei, e Deus é minha testemunha. O único erro da minha vida foi ter confiando em algumas pessoas", escreveu.

Caso será analisado
Segundo a secretaria, o goleiro vai passar na segunda-feira por uma Comissão Disciplinar do Complexo Prisional, órgão que analisará a suspensão ou fixará o prazo do recolhimento de Bruno a sua cela. O advogado Francisco Simin disse que vai recorrer caso a decisão na segunda seja negativa. "Bruno e nós (advogados) não fizemos nada de errado. Essa decisão da punição é injusta", frisou o defensor do goleiro.
A Seds ainda afirmou que vai notificar a Ordem dos Advogados (OAB-MG) sobre o caso. "Eles podem falar com quem quiser e vamos provar que estamos certo", desabafou Francisco Simim.
‘Foi a única forma de defesa do Bruno até hoje', diz advogado
A Seds informou que, a partir de agora, Bruno só poderá sair da sua cela para usufruir das duas horas diárias de banho de sol. No entanto, o ex-goleiro não ficará em cela individual.
Para o órgão, Bruno ‘cometeu um erro disciplinar ao ignorar as regras de segurança do Complexo Penitenciário Nelson Hungria e enviar, fora dos trâmites legais, uma carta ao público externo à unidade, por meio de seu advogado".
O texto da a carta não passou pelo crivo de departamento específico que registra as correspondências destinadas aos presos e aos familiares deles.
No entanto, para Francisco Simim, advogado do ex-goleiro, não houve infração, e a punição é uma arbitrariedade. "Não fizemos na ditadura. Somos advogados do Bruno e podemos levar a palavra do nosso cliente. Nada saiu da penitenciária escondido. Essa carta foi a única forma de defesa do Bruno até hoje", ressaltou Simim.

Fonte: Jornal Meia Hora

Bonde das primas leva pau da polícia

Anny Ribeiro
 
Doze prostitutas são presas acusadas de dar golpe em turistas endinheirados
Após quatro meses de investigações, policiais da Delegacia de Apoio ao Turismo (Deat) apresentaram ontem 15 acusados e integrar uma quadrilha especializada nos golpes "Boa Noite Cinderela" e "Ctrl+C", capturados em dois dias de operações. Os principais alvos do bando - formado por 12 mulheres que seriam prostitutas e três homens que teriam relacionamento amoroso de algumas delas - eram visitantes estrangeiros que frequentavam bares e boates na Zona Sul do Rio. As vítimas tinham seus cartões de crédito e débito temporariamente furtados pelas ‘primas', que faziam saques e compras.
De acordo com a investigação, que contou com policiais infiltrados em bares e boates, além de filmagens, as 12 mulheres trabalhavam em equipe. "Elas abordavam o turista e propunham que fizessem um programa em conjunto. Já no motel, algumas distraíam a vítima e outras saíam levando os cartões com a desculpa de buscar camisinha ou um drinque, mas faziam saques nos caixas eletrônicos ou transações de cartão de crédito na máquina portátil", explicou o delegado da Deat, Alexandre Braga, acrescentando que este golpe é novo e ganhou o nome de "Ctrl+C", que são as teclas usadas no teclado para copiar textos no computador.
As 12 mulheres responderão por formação de quadrilha, furto, roubo qualificado e estelionato; já os três homens, por participação direta nos roubos, além de favorecimento à prostituição.</CW>
Saque de R$ 80 mil
Os agentes descobriram que, ainda no bar, as prostitutas dopavam os turistas com a substância usada no golpe "Boa noite Cinderela", que deixa a vítima tonta, o que a faz revelar senhas de cartões e cofres. As mulheres, então, faziam saques em dinheiro com os cartões de crédito, enquanto o turista estava no motel. A vítima só descobria o golpe ao receber a fatura do cartão. "Houve caso de saque de 30 mil euros (80 mil reais)", afirmou Braga.
Tinham até maquininha
Algumas das mulheres presas na operação tinham máquinas de cartão de crédito. Com isso, elas não precisavam sair do motel para dar o golpe, já que passavam o cartão da vítima na própria máquina. "Depois elas pediam antecipação de recebíveis à operadora de cartão de crédito, que depositava o dinheiro na conta indicada mediante o pagamento de uma taxa de 3,5% do valor total", explicou o delegado Braga.

Fonte: Jornal Meia Hora

Joel ressalta vitória em Salvador: "isso é Flamengo, é coração"

Vitória sobre o Bahia ameniza a situação de Joel Santana no Flamengo. Foto: Daniel Ramalho/Terra
Vitória sobre o Bahia ameniza a situação de Joel Santana no Flamengo

A vitória por 2 a 1 sobre o Bahia, em Salvador, deu fôlego para o treinador se manter no cargo e mostrou união entre os jogadores. Após o triunfo, os atletas se reuniram no centro do gramado e fizeram uma corrente para celebrar a conquista dos três pontos na Série A do Campeonato Brasileiro.

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"Começamos bem e abrimos o placar, mas demos bobeira, tivemos jogador expulso e complicamos a partida. Perdi jogador por lesão e não pude mexer no time como queria. Foi uma vitória de Flamengo. Isso é Flamengo, é coração", analisou o técnico rubro-negro na saída do gramado do Pituaçu.

Para deixar o treinador mais confiante para permanecer no Flamengo, o titular Leonardo Moura deve ter condições de jogo para o clássico da 10ª rodada contra o Corinthians, na quarta-feira. Cariocas e paulistas se enfrentam, ás 21h50 (de Brasília), no Engenhão.

Fonte: Terra

Com gols de ex-cruzeirenses, Grêmio vence em BH e se recupera

Marcelo Moreno marcou duas vezes contra o ex-clube neste domingo. Foto: Gil Leonardi/Lancepress!
Marcelo Moreno marcou duas vezes contra o ex-clube neste domingo

O Grêmio venceu neste domingo o Cruzeiro por 3 a 1. Os gols foram marcados, por ironia do destino, por jogadores que passaram pelo time mineiro: Marcelo Moreno e Kleber. Com o triunfo, a equipe gaúcha se reabilitou na Série A do Campeonato Brasileiro.

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Os três pontos obtidos em Belo Horizonte elevaram o Grêmio ao sexto posto na classificação com 15 pontos. Já o Cruzeiro, que não ganha há três rodadas, caiu para a décima posição, com 14.
Na próxima quarta-feira, os comandados do técnico Vanderlei Luxemburgo tentarão embalar contra o Sport, em Porto Alegre. Já o clube celeste, do treinador Celso Roth, buscará, no mesmo dia, retomar as vitórias em São Paulo, diante da Portuguesa.

O jogo
Derrotado nas duas últimas rodadas, o Cruzeiro começou o jogo pressionando o Grêmio. Aos 18 min, o estreante Borges recebeu cruzamento, subiu entre dois marcadores e testou firme. Marcelo Grohe defendeu e acordou os gáuchos, que a partir de então aumentaram o ritmo dos contra-ataques.
E em uma dessas investidas, Elano, o outro estreante da partida, levantou na área e o boliviano Marcelo Moreno, aos 26 min, completou de cabeça. Ex-jogador do Cruzeiro, o atacante não comemorou. Ao contrário de Kleber. Apenas três minutos depois, o atleta arrematou após belo passe de Moreno dentro da pequena área e extravasou no Estádio Independência.
O primeiro tempo foi impecável para o Grêmio até os 43min, quando o zagueiro Werley dividiu com Montillo e, como já tinha cartão amarelo, foi expulso. A decisão do juiz do Marcelo Aparecido de Souza foi muito contestada pelos gremistas.
Nos últimos 45 minutos de jogo, o time anfitrião bem que tentou fazer valer a superioridade numérica. Mas o técnico Vanderlei Luxemburgo, que voltou com Vilson no lugar de Kleber, postou bem a defesa e neutralizou os ímpetos da equipe adversária.
Organizado defensivamente, o Grêmio mais uma vez obteve sucesso contragolpeando. Aos 20min, o volante Souza disparou pela esquerda, fez fila e só rolou para Marcelo Moreno limpar e fechar a conta na capital mineira.
Com dois tentos marcados, o boliviano saiu de campo aplaudido até pelos torcedores cruzeirenses, que, nos acréscimos, vaiaram o gol de Wellington Paulista de pênalti.

Fonte: Terra

Com um a menos, "remendado" Santos segura empate sem gols com Inter

Miralles estreou pelo Santos diante do Internacional no Beira-Rio. Foto: Edu Andrade/Gazeta Press
Miralles estreou pelo Santos diante do Internacional no Beira-Rio

O Santos perde (e muito) com as ausências de Neymar, Paulo Henrique Ganso e Rafael, que deixaram o clube para defender a Seleção Brasileira na Olimpíada de Londres. Sem o trio e o lateral esquerdo Juan durante a maior parte do segundo tempo, em virtude de um cartão vermelho polêmico, o time da Vila Belmiro conseguiu superar as dificuldades e segurar o empate sem gols com o Internacional, no Estádio Beira-Rio, em duelo válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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O empate dentro de casa impediu o Internacional de se aproximar do topo da tabela de classificação. A equipe comandada por Dorival Júnior chegou aos 16 pontos, seis a menos do que o líder Atlético-MG. Em contrapartida, o Santos soma nove pontos.
Depois do tropeço neste domingo diante do rival paulista, mesmo com a vantagem numérica durante boa parte da etapa final, o Internacional retorna a campo na próxima quarta-feira, quando, ás 21h50 (de Brasília), terá pela frente o Atlético-MG, no Independência. Já o remendado Santos, sem Neymar, Rafael e Paulo Henrique Ganso, encara na mesma data, mas às 19h30, o Botafogo, na Vila Belmiro.
As novidades promovidas por Dorival Júnior e Muricy Ramalho em seus respectivos times tornaram o confronto no Beira-Rio truncado nos primeiros 45 minutos. Desfalcado de jogadores como Oscar (Seleção olímpica) e D'Alessandro, o Internacional perdeu em criatividade e mostrou muita lentidão na criação, setor sob a responsabilidade dos jovens Lucas Lima e Mike.
Ao contrário do clube colorado, o Santos procurou se retrair, ainda mais depois do lance mais polêmico da partida. Aos 2min da etapa final, o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães assinalou falta de Juan em Lucas Lima e mostrou o segundo cartão amarelo para o lateral esquerdo santista, desfalcando o time de Muricy Ramalho até o final do jogo.
Entretanto, com um homem a menos, o Santos se soltou em campo. Bem postado na defesa - Gerson Magrão substituiu Dimba e ocupou o setor deixado por Juan -, o time paulista ameaçou em contra-ataques e bolas aéreas. Na melhor chance do jogo, aos 22min, Felipe Anderson cruzou na medida para Henrique desviar de cabeça livre. Muriel, bem colocado, fez a defesa e impediu o gol visitante.
Pouco criativo e apostando apenas na velocidade dos jovens jogadores do setor ofensivo, especialmente Lucas Lima, o Internacional criou sua melhor oportunidade na partida aos 31min. João Paulo arrancou pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou na medida para Otavinho. O jogador colorado, de frente para o gol, arrematou para fora. Sorte do estático Aranha, que apenas torceu para o tento não estufar as redes.

Fonte: TERRA

Com um a menos, Flamengo vence Bahia no reencontro com Kléberson

Hernane comemora o primeiro gol do Flamengo diante do Bahia. Foto: Romildo de Jesus/Lancepress!
Hernane comemora o primeiro gol do Flamengo diante do Bahia


No primeiro jogo do meia Kléberson contra o Flamengo, clube que defendeu até a metade deste ano, o time carioca, atuando no Estádio de Pituaçu, conseguiu uma importante vitória por 2 a 1 diante do Bahia, em confronto válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, mesmo atuando com um homem a menos durante todo o segundo tempo.

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Na primeira metade do primeiro tempo, o jogo foi muito truncado, sem nenhuma grande chance para ambos os times e com os sistemas defensivos prevalecendo sobre os ataques.
A primeira boa oportunidade aconteceu aos 20min, a favor do Bahia. Souza tocou para Gabriel, que se livrou da marcação e finalizou para defesa de Paulo Victor. O Flamengo respondeu aos 27min, com Renato Abreu cobrando falta no travessão do goleiro Marcelo Lomba.
Três minutos depois, a equipe carioca abriu o placar no Estádio de Pituaçu com Hernane, que aproveitou o vacilo do zagueiro Titi para marcar o primeiro gol da partida. Aos 35min, Ibson invadiu a área do time baiano, mas Hélder se jogou no chão para bloquear a finalização.
Aos 37min, Gabriel recebeu lançamento e cruzou para o ex-flamenguista Kléberson, que sem marcação, só empurrou para o fundo das redes. Se a situação do Flamengo não era boa no final do primeiro tempo, ela piorou aos 44min com a expulsão do zagueiro Luiz Antonio, que recebeu o segundo cartão amarelo após fazer falta em Mancini.
A etapa final começou da mesma maneira que o primeiro tempo, sem nenhum grande lance de perigo nos primeiros minutos. Aos 10min, Hélder tocou para Kleberson, que chutou de fora da área para defesa de Paulo Victor. Aos 13min, Souza recebeu a bola livre, mas a defesa da equipe rubro-negra afastou pela linha de fundo antes do atacante finalizar. Um minuto depois, o Bahia teve nova chance com Mancini, que finalizou de perna esquerda, mas o chute parou nas mãos do goleiro Paulo Victor.
Aos 21min, Jone subiu pela direita e cruzou para Kléberson, que chutou para ótima defesa de Paulo Victor. Diante da pressão do Bahia, o técnico Joel Santana se viu obrigado a queimar todas as três substituições, sacando Adryan, Ramon e Deivid para as entradas de Magal, Diego Maurício e Negueba respectivamente.
Aos 25min, Ibson caiu na área e o juiz marcou pênalti, interpretando que o jogador do Flamengo sofreu falta de Fabinho. Na cobrança, Renato chutou alto no canto direito, sem chance de defesa.
O Bahia ainda teria duas chances, uma com o zagueiro Titi e outra com Mancini, mas o time baiano esbarrou na boa marcação imposta pelo Flamengo. No último lance da partida, Vander recebeu passe de Junior e finalizou para o gol, mas o auxiliar assinalou impedimento, garantindo a vitória para a equipe visitante.
Com o resultado, o Flamengo é o nono colocado, com 15 pontos, enquanto que o Bahia, com sete pontos, é o 18º colocado, permanecendo na zona de rebaixamento.
Na próxima quarta-feira, o Flamengo recebe o Corinthians no Engenhão, às 21h50, em jogo válido pela décima rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Na quinta-feira, às 21h, o Bahia enfrenta outro clube carioca, o Fluminense, também no Engenhão.

Fonte: Terra

Cirque du Soleil deixa mil litros de óleo vazar no Paraná

Cerca de mil litros de óleo diesel vazaram de um gerador do Cirque du Soleil na tarde deste domingo na cidade de Pinhais, região metropolitana de Curitiba, informou o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O órgão foi chamado e já realizou a contenção e a retirada da camada de óleo do solo.
De acordo com o IAP, não houve sério impacto ambiental no local. O Cirque du Soleil será o responsável por destinar a terra retirada do local para um local específico.

Fonte: Terra

Criminoso nazista mais procurado do mundo é encontrado na Hungria

Laszlo Csatary, 97 anos, é acusado de cumplicidade na morte de 15.700 judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Foto: Reprodução 

O criminoso nazista mais procurado do mundo, Laszlo Csatary, 97 anos, acusado de cumplicidade na morte de 15,7 mil judeus durante a Segunda Guerra Mundial, foi encontrado em Budapeste, anunciou neste domingo o diretor do escritório do Centro Wiesenthal em Israel. "Confirmo que Laszlo Csatary foi identificado e encontrado em Budapeste", declarou à AFP Efraim Zuroff. "O (jornal britânico) The Sun pôde fotografá-lo e gravá-lo graças a informações que nós fornecemos em setembro de 2011", acrescentou.
"O The Sun pôde fotografá-lo e filmá-lo graças a informações que fornecemos em setembro de 2011", acrescentou. "Há 10 meses, um informante nos deu elementos que nos permitiram localizar Laszlo Csatary em Budapeste. Este informante recebeu US$ 25 mil que prometemos em troca de informações que permitam encontrar criminosos nazistas", disse Zuroff.
As informações sobre o paradeiro de Csatary foram enviadas em setembro de 2011 à promotoria da capital húngara. O vice-procurador de Budapeste, Jen Varga, não confirmou a informação, limitando-se a declarar que "existe uma investigação em andamento. A promotoria está estudando as informações recebidas".
Em abril, o Centro Wiesenthal colocou Csatary no topo da lista dos criminosos de guerra mais procurados do mundo. Ele foi chefe da polícia no gueto de Kosice, situado no território da atual Eslováquia, onde 15.700 judeus foram assassinados ou deportados para o campo de extermínio de Auschwitz, Polônia, durante a ocupação alemã da Checoslováquia.
Csatary foi condenado à morte à revelia em 1948, por um tribunal tcheco, mas desapareceu misteriosamente após se esconder nas cidades canadenses de Montreal e Toronto. Posteriormente, com uma identidade falsa, dedicou-se a comercializar objetos de arte. Há cerca de 15 anos, autoridades canadenses descobriram a verdadeira identidade de Csatary, e, por isso, ele voltou a desaparecer, desta vez escondendo-se na Hungria, segundo Zuroff.

Fonte: TERRA

O que os arquitetos holandeses tanto veem em São Paulo?

Uma passarela está sendo construída no coração de Roterdã, entre o combalido centro financeiro da segunda maior cidade holandesa e uma zona residencial, do outro lado da ferrovia. A estrutura de madeira por ora só tem alguns metros: as obras mal começaram.
Depois que os arquitetos arrecadaram a verba necessária numa vaquinha virtual, o governo decidiu investir R$ 10 milhões para concluir os 350 metros. Será um corte no tecido urbano, um risco de madeira crua, sem pintura nem ornamentos --símbolo austero dos rumos que querem dar à arquitetura num país que ostenta escritórios de vanguarda, verdadeiras butiques de projetos, tendo à frente o poderoso OMA, de Rem Koolhaas.
Em vez dos vistosos prédios ao longo do canal principal de Roterdã --assinados por Norman Foster, Koolhaas, Renzo Piano e outras estrelas--, o que se busca é um esforço de reurbanização das metrópoles vítimas da hecatombe financeira global e soluções para a atrofia das megalópoles dos países em desenvolvimento.
Essas ideias foram alardeadas na atual Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã, que começou em abril e vai até agosto, como propostas urgentes para evitar o colapso das cidades --grandes ou pequenas, desenvolvidas ou não.
Em vez de exibir projetos, como costumam fazer as bienais de arquitetura, a holandesa busca debater o futuro das cidades e propor soluções para problemas das tramas urbanas. O Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, recebeu um recorte-satélite da exposição.
MAU AGOURO
A Bienal começou sob o mau agouro da queda do premiê conservador Mark Rutte, que renunciou ao não conseguir aprovar um pacote de austeridade no Parlamento. "Os governos estão desmoronando, não têm dinheiro nem estrutura. Estamos diante de dilemas de proporções históricas", disse Ole Bouman, diretor do Instituto Nacional de Arquitetura da Holanda, ao apresentar a mostra a jornalistas em Roterdã. "Se dependermos do Estado para fazer arquitetura, vamos todos morrer."
Especialistas apontam a necessidade de readequar zonas abandonadas nas cidades que sucumbiram ao estouro da bolha imobiliária. É o caso de Roterdã. Ao mesmo tempo, alertam para os riscos da poluição e as consequências de uma requalificação econômica em metrópoles emergentes, que vêm esvaziando seus parques industriais para entrar com força na economia de serviços e informação.
É o caso de São Paulo e Istambul, que entram na equação como objeto de estudo e contraponto ao que se debate agora em Roterdã.
Mas o que isso tem a ver com a nova ponte no centro da cidade? A construção liga um prédio ocupado por escritórios de arquitetura e design recém-legalizados às casas dos trabalhadores, driblando o tráfego de carros e trens e criando uma conexão em escala humana entre os bairros de Roterdã.
Parece ingênuo diante da dimensão dos problemas das metrópoles, mas o projeto é a síntese dos novos mandamentos para as cidades, que pregam a readequação de prédios abandonados, o uso misto do espaço público, flexibilidade nas leis de zoneamento, coabitação de diferentes classes sociais e ocupação de praças, parques, pontes e vias por pedestres e ciclistas.
"Estamos testando as ambições desse distrito da cidade", contou Kristian Koreman, arquiteto do escritório Zones Urbaines Sensibles, que desenvolveu o projeto. "Queremos implementar projetos para concretizar todas essas ambições."
Num brunch de verduras e legumes plantados no jardim da cobertura do prédio, Koreman explicou a ideia de devolver vida urbana de qualidade a uma zona que perdeu o brilho com a crise econômica e o fechamento de escritórios.
Defronte ao Schieblock, prédio de escritórios transformado em usina de tipos criativos, um antigo estacionamento virou uma praça de restaurantes "pop-up" (trailers que servem de cerveja artesanal a sopas). As construções ao redor tiveram as fachadas adaptadas e também dão para a nova praça.
"Antes ninguém queria passar aqui", diz Christian Dobrick, no salão de seu restaurante, um contêiner usado. "Essa caixa servia para levar Rolls Royces e agora é um bar." Em volta da praça, revitalizada por Koreman, funciona uma marcenaria que transforma sucata de móveis em mobiliário urbano. As mesas e cadeiras que o hotel Hilton jogou no lixo, por exemplo, viraram bancos de praça.
Num restaurante no alto da torre Euromast, a mais alta de Roterdã, o brasileiro Fernando de Mello, do escritório paulistano MMBB, refletiu sobre a proposta de revitalização feita nesse microcosmo holandês. "Eles sofrem o oposto do que sofremos em São Paulo. Roterdã é uma cidade com ordem brutal, o centro é cheio de infraestrutura e sem nenhuma vitalidade. Todos buscam outra forma de cidade."
CANTEIRO
Basta conversar com arquitetos locais para constatar que os europeus perderam clientes com a crise e agora veem emergentes como São Paulo e Istambul como um possível canteiro de obras, terreno fértil para suas ideias.
Bete França, da Secretaria de Habitação paulistana, apresentou em Roterdã os projetos de requalificação urbana de Cantinho do Céu, zona de ocupação irregular às margens da represa Billings, na zona sul de São Paulo, e de Cabuçu de Cima, na divisa com Guarulhos.
"São Paulo é um laboratório mundial, concentra novidades", disse. "Por estarmos num país que está sobrevivendo à crise econômica, temos a ensinar nesse sentido."
E a aprender. Nas palavras de Mello, que coordena com seu escritório o projeto de reurbanização de Cabuçu de Cima, nossa maior cidade não vive um momento positivo na arquitetura, apesar do deslumbramento dos europeus.
"Não estamos na doença holandesa nem no êxodo rural", diz Mello, comparando São Paulo a Roterdã e Istambul, respectivamente. "Não vejo a cidade com otimismo, mas a hora da transformação é essa. É preciso repensar o urbanismo, já que nosso capitalismo é bastante selvagem e temos inúmeras fobias urbanas."
Entre elas, a ausência de áreas públicas de qualidade e a frouxidão na fiscalização de empreendimentos, como revelaram escândalos recentes envolvendo os shoppings Paulista e Higienópolis e a explosão patrimonial de um responsável na prefeitura pela aprovação de construções.
Enquanto se apuram os fatos, arquitetos e urbanistas voltam a bater na tecla da reciclagem urbana. Joachim Declerck, arquiteto e crítico belga que organizou parte da Bienal em Roterdã, equipara os esforços de paulistanos na readequação de favelas a projetos elogiados como a transformação de um ramal ferroviário em parque, o High Line, de Nova York.
"Da mesma forma que a Philips deixou Eindhoven, São Paulo também está perdendo sua indústria", diz Declerck. "É preciso pensar em como reciclar as cidades, usando estruturas já existentes. A arquitetura não pode se contentar com projetar ícones. Novas práticas precisam convencer o poder público a reinventar as cidades."
A poucas quadras da Bienal, o OMA, de Rem Koolhaas, que fez fama e fortuna projetando tais ícones --como a sede da Casa da Música, no Porto, e a Fundação Prada, em Milão-- volta os olhos a algo menos ambicioso. Nas paredes do maior escritório do mundo, onde trabalham 320 arquitetos, estão simpáticas fotografias de camponesas, dos rincões de Portugal à Rússia, inspiração para uma nova arquitetura mais pé no chão que Koolhaas pretende pôr em prática nesses tempos difíceis.
"Nos vemos como agentes num processo de mudança. Somos arquitetos críticos à arquitetura", diz Koolhaas. "Não gosto de arquitetura que atinge só a condição de ícone. O que queremos agora é um espetáculo mais contido."

Fonte: Folha de S.P.

Todos querem tirar a nova classe média para dançar

A patroa, em crise financeira, diz para a filha não destratar a empregada, porque ela, a empregada, prestes a se casar com um bom partido, pode ser a única oportunidade para a família sair da lama.
A cena, da novela das sete da Globo, "Cheias de Charme", pode ser vista como uma alegoria da economia brasileira e mundial. A tão falada "nova classe média", representadas pelas "empreguetes" do folhetim global, é a moça que todos querem tirar para dançar. E não só no mercado interno: as nações ricas também correm atrás dos mercados consumidores dos emergentes (Brasil incluído).
Não é para menos: em oito anos, de 2003 a 2011, 40 milhões de pessoas passaram das classes D e E para a C no Brasil, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas), do Rio de Janeiro.
Apenas 31 países no mundo têm população maior que essa, equivalente à da Argentina ou à da soma dos habitantes da Dinamarca, da Finlândia, da Noruega, da Irlanda, da Nova Zelândia e da Holanda.
A classe média, ou classe C, como definem os institutos de pesquisa, representa hoje 54% da população brasileira. Na política, ela pode, sozinha, selar uma eleição. Na economia, transforma um pequeno investimento em um negócio gigante.
Os efeitos da mudança são visíveis: a propaganda no Brasil vai mudando e começa a não espelhar apenas brancos e ricos; grupos que só atendiam a classe AAA lançam produtos mais populares; novelas da Globo, como "Cheias de Charme" e "Avenida Brasil", colocam os emergentes no centro da trama, relegando os ricos de berço a núcleos periféricos; vendedores vêm sendo treinados para não desprezar um possível comprador só pela aparência.
"Os empresários perceberam que é essa classe média crescente que dará aos negócios escala econômica. Com essa escala, é possível reduzir os custos e ampliar o lucro", diz Celso Grisi, professor da FEA (Faculdade Economia e Administração) da USP e diretor do Fractal Consult, instituto especializado em análises de mercado.
Para o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, a indústria nacional só não se beneficiou ainda mais desse aumento do mercado consumidor por causa do câmbio, que desviou o dinheiro da nova classe média para produtos importados.
"Esse é um bom momento para que as empresas brasileiras possam não só ganhar escala, mas ampliar sua especialização", afirma.
Aloísio Pinto, vice-presidente de planejamento da WMcCann, uma das principais agências de publicidade do país, afirma que os publicitários tiveram que estudar esse novo consumidor para entender o que ele quer.
"Ficou claro que aquele excesso de luxo, típico da propaganda do passado, não funciona para essa nova classe C. Não basta apenas colocar uma pessoa famosa para atraí-la, para fazê-la comprar. Esse novo público está mais esperto e cínico para os velhos truques da publicidade. Ele valoriza muito grandes lições de vida, histórias que mostram que quem se esforça é recompensado e que quem é mau é punido."
Um bom exemplo está no ar atualmente. Não tem ator nem cantor famoso, mas uma mãe e um filho, de aparência simples, que tomam um ônibus e um avião para chegar à formatura do irmão, que cursou medicina. A fábula de que o esforço compensa é usada para vender um cartão de crédito.
Em 2011, um anúncio feito pela Neo Gama para a Tim foi ambientado no Complexo do Alemão, no Rio, e o foco estava nos moradores de favela, algo impensável há alguns anos. A intenção era ampliar a venda de celulares com acesso à internet e banda larga pré-paga.
A Tim é um exemplo da nova atitude empresarial. A empresa tem revendas nas favelas cariocas e vendedores circulando nos trens suburbanos do Rio. Comprador não falta, já que ter celular com acesso à internet sai bem mais barato que frequentar lan houses.

MAIS EXIGENTE
Outras empresas preferem preservar suas marcas "premium" e lançar novas para brigar pelo novo consumidor. No ano passado, por exemplo, o Grupo Fleury, cujos laboratórios são exclusividade da classe AAA paulistana, montou uma nova rede para atender as classes C e B em vários Estados.
Chama-se A+ e já possui 30 unidades na cidade de São Paulo e mais de 90 no país. Muitas das unidades já pertenciam ao grupo, mas funcionavam com outras bandeiras, sem o endosso explícito do Grupo Fleury. Agora, a marca famosa vem junto ao logo da A+.
O presidente do grupo, Omar Hauache, afirma que o consumidor dessa nova classe média emergente está cada vez mais exigente, e o grupo viu nessa mudança a oportunidade para crescer.
"Essas pessoas entraram no mercado formal de trabalho e passaram a ter acesso a planos de saúde corporativo, que representam 70% de nosso faturamento. Elas perceberam que poderiam ter acesso a mais qualidade." O A+ teve, no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 15% em suas receitas, mesmo índice registrado pelos laboratórios da bandeira Fleury.
Abundam outros exemplos. No setor de academias de ginástica, por exemplo, a Bodytech ressuscitou a marca Fórmula, que agora tem unidades e preços menores. A Bio Ritmo lançou a Smart Fit, que não oferece aulas, apenas os aparelhos, em troca de mensalidades mais baixas. A Kopenhagen criou a Brasil Cacau, com produtos até 80% mais baratos que os da marca-mãe.
A rede de salões de beleza Jacques Jannine, que sempre focou as classes mais altas, criou a Basic Beauty, mais popular. A primeira unidade fica no Mais Shopping Largo 13, em Santo Amaro (zona sul de São Paulo).
Enquanto o corte e a lavagem de um cabelo feminino, no mesmo salão, mas nos Jardins, custam juntos R$ 135, no Basic Beauty, de Santo Amaro, o serviço sai por R$ 40 --70% a menos.

MARCAS DE COMBATE
O mercado chama essas linhas mais populares de "marcas de combate". Você mantém os produtos "premium", para uma elite que pode pagar mais, e cria uma linha diferente para disputar um novo consumidor, que já supriu suas necessidades mais básicas e vai em busca de qualidade.
"As ascensões dentro da classe média explicam o sucesso dessas empreitadas. Num primeiro momento, a pessoa sobe das classes D e E para a C e passa a consumir produtos básicos, como alimentação. Depois ela vai atrás de itens aspiracionais [objetos de desejo] e paga mais por produtos com melhor acabamento, mais bem apresentados", afirma Grisi.
O fenômeno chegou também ao elitizado mundo das editoras de livros, cuja produção beirou os 500 milhões de exemplares em 2011, quase 200 milhões a mais que em 2003.
A editora Cosac Naify, identificada com um público mais sofisticado, acabou de criar uma coleção de bolso, com preços entre R$ 19,90 e R$ 24,90. Já a Companhia das Letras lançou um novo selo em abril: a Paralela, que tem o objetivo de trabalhar com tiragens altas e preços baixos. Matinas Suzuki Jr., diretor-executivo da editora, prefere não ligar o novo selo ao inchaço da classe média.
"O que sabemos é que está crescendo o número de leitores mais jovens e do sexo feminino, e que há uma demanda por livros mais baratos", diz. "Mas é um equívoco atribuir isso ao acesso de pessoas à classe média. Esse processo ocorre no mundo todo, não apenas no Brasil." Mas, já que o aumento do emprego e da renda no Brasil vem acompanhado de maior escolarização básica e de universitários, o que, em tese, tende a elevar a procura por livros, tudo pode estar relacionado, não?
"Poder, pode", afirma Matinas. "Mas não temos como mensurar."
"O Sinal - O Santo Sudário e o Segredo da Ressurreição", título impensável no catálogo da antiga Companhia das Letras, sai por R$ 24,90 na Livraria Cultura. O recém-lançado "Cidade Aberta", de Teju Cole, em formato menor e com 200 páginas a menos que "O Sinal", custa R$ 39,90.
Já que todos a querem, cabe a pergunta: quem é e o que quer essa nova classe média brasileira?
A resposta varia, dependendo do interlocutor --e, se o mundo discorda sobre o tema pelo menos desde o século 19, com marxistas puxando de um lado, weberianos de outro, no Brasil não seria diferente.
A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Previdência da República tentou criar um critério oficial. Anunciou, no final de maio, que, para o governo federal, está na classe média a pessoa que vive em uma família cuja renda mensal per capita varia de R$ 291 a R$ 1.019. Ou seja, se a soma dos salários e rendimentos de quatro pessoas de uma família superar R$ 1.164 por mês, todos serão considerados de classe média.
Já para o Centro de Políticas Sociais da FGV do Rio, é de classe média a pessoa que faz parte de uma família cuja renda total varia de R$ 1.200 a R$ 5.174.
Márcio Pochmann, ex-presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e candidato do PT à Prefeitura de Campinas, fica de cabelo em pé quando ouve essas cifras. Para ele, definir a classe média a partir da renda é uma deturpação dos conceitos sociológicos --correto seria dizer que houve no Brasil, nos últimos anos, um aumento da classe trabalhadora com a criação e formalização de empregos.
"A grande maioria dos empregos criados foi de no máximo um salário mínimo e meio, e no setor de serviços. No conceito de classe média, as pessoas estão em carreiras em que o aumento da escolaridade aumenta também a renda. São funcionários públicos, professores, bancários. Não é o que acontece no Brasil agora. Se a pessoa é motorista de ônibus, não adianta fazer um pós-doutorado que não terá um salário maior."
Para Pochmann, que acaba de lançar o livro "Nova Classe Média?" [Boitempo, 128 págs., R$ 36] --assim mesmo, com interrogação no final--, há, por trás dessas classificações, componentes político-ideológicos.
"As reivindicações da classe média e da classe trabalhadora são muito diferentes. Quem vai lutar pelo SUS (Sistema Único de Saúde), quem vai lutar pela escola pública? Só a classe trabalhadora. A média vai brigar por reduções no Imposto de Renda", afirma.
Isso, segundo ele, influencia na definição de políticas públicas e alimenta a discussão sobre o tamanho e as incumbências do Estado: maiores, em que a classe trabalhadora é maior, ou menores, em que a classe média é maioritária.

CRITÉRIO BRASIL
Para o sociólogo Amaury de Souza, coautor, com Bolívar Lamounier, de "A Classe Média Brasileira: Ambições, Valores e Projetos de Sociedade" [Campus, 192 págs., R$ 52,90], essa é uma discussão estéril e ultrapassada. Para ele, termos como classe operária ou trabalhadora não têm sentido no século 21.
"No século 19, quando Marx falava de classe trabalhadora, referia-se àqueles que apenas tinham sua força de trabalho para vender. E esse força era muscular. Isso tudo mudou. Nem no agronegócio a força muscular é mais importante. A questão é o cérebro, a qualificação." Amaury diz que os conceitos mais bem compreendidos no mundo todo atualmente são os que separam a classe média dos pobres.
"A discussão relevante é sobre a permanência dessas pessoas que ascenderam à classe média. Temos que analisar qual o risco de elas voltarem a ser pobres. Isso vale para o Brasil e para o mundo, porque o crescimento da classe média é mundial e é um efeito da globalização."
Os recém-chegados à classe média correriam mais riscos de deixá-la que os mais antigos porque, em geral, têm menos patrimônio, pouca escolaridade e pouco capital social, que é uma rede de amigos ou familiares com condições de ajudar em caso de dificuldades.
A discussão não fica apenas no campo político/sociológico. Acontece também entre aqueles que precisam definir como anunciar para atrair o consumidor A ou o B. A Abep (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa), que municia o mercado publicitário, está em busca de uma melhor definição econômica e social do brasileiro.
A associação utiliza hoje o chamado Critério Brasil, que combina itens como a posse de determinados bens (como TVs ou automóveis), estrutura da moradia (número de banheiros), presença de empregados na casa e o nível educacional do chefe da família. A população é, então, dividida em classes: A1 e A2; B1 e B2; C1 e C2; D e E. Mas há uma busca por entender melhor a classe A (pequena e muito heterogênea) e a C (enorme e também muito heterogênea).
Os professores Wagner Kamakura (da Universidade Duke, nos EUA) e José Afonso Mazzon (da USP) estão ajudando a Abep na busca de um novo critério. Eles acreditam que, para traçar um bom perfil de classe, é melhor analisar a maneira como a pessoa gasta do que os bens que possui.
Pelo mundo, há vários modelos de classificação, com inclusão de status profissional, grau de escolaridade e até aparência interna e externa da moradia. Na Alemanha e no Japão, por exemplo, a ocupação do chefe da família é um fator determinante. Em outros países europeus, conta também quantos anos de estudo essa pessoa possui.
Agências de publicidade como a WMcCann trabalham com critérios próprios. O que importa, no caso, é o comportamento do consumidor. Eles dividem a classe média em dois grupos. O maior lembra a população mais endinheirada dos anos 1980, quando adquirir bens significava status.
O outro grupo é chamado de "C Beta". Esse está mais próximo de uma tendência moderna, de consumo consciente, com preocupações ecológicas, por exemplo. Se as classificações diferem, muitos dos desejos coincidem, e pesquisas mostram que a nova classe média se aproxima da velha.
Questionados sobre o que querem conquistar, seus membros elencam: uma casa para morar; uma casa para obter renda (aluguel); uma aplicação financeira; uma boa aposentadoria. O desejo de consumir é forte, principalmente entre os recém-chegados, mas aparece também o desejo de poupar e investir na educação, principalmente dos filhos.

AMBIÇÃO
"Essa nova classe média é ambiciosa, empreendedora", afirma Amaury de Souza. "Quer enriquecer e depender menos do Estado. Um dado bem positivo é que ela sabe quão importante é a educação e está investindo nisso."
Alheia a toda essa discussão, Claudete Duarte, 24, autointitulada feliz pertencente à classe média, olhava vitrines na hora do almoço no Mais Shopping Largo 13, em Santo Amaro, numa tarde de maio. Inaugurado há pouco mais de um ano e meio, o centro de compras é um clássico exemplo de empreendimento para os recém-ingressados na classe média.
Quase a totalidade das lojas é pequena (de 12 a 25 metros quadrados) e tem decoração simples.São boxes de vidro, cheios de prateleiras móveis, cujo aluguel varia de R$ 3.800 a R$ 7.000 mensais.
Os sonhos dos emergentes estão lá: um quiosque expõe apartamentos à venda pela construtora MRV, especializada em habitações populares. Outro oferece panfletos da Unip (Universidade Paulista), um dos maiores grupos educacionais do país, com mais de 200 mil matriculados.
Com pais que não completaram o ensino fundamental, Claudete estuda administração em outra universidade, a Uninove, cujo campus na região foi inaugurado em 2008. Ela diz que sua vida melhorou muito nos últimos anos, e espera mais. Afirma que já teve sua fase consumista, mas conseguiu escapar de um mal cada vez mais comum entre brasileiros, o endividamento.
"Sei o que é ser pobre, bem pobre, e espero conhecer o que é ser rica. Nem precisa ser muito rica, um pouco rica já está bom. Daquele jeito que não precisa pensar muito em dinheiro, sabe?"
Indústria, comércio e os demais setores da economia, por interesses próprios, torcem por ela.

Fonte: Folha de S. Paulo

Memorial homenageia vítimas do voo da TAM, em São Paulo



Cerca de 20 operários enfrentaram uma chuva, ora forte, ora branda, na tarde da última quinta-feira. Eles estavam a 250 m da pista do aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do Brasil com a missão de deixar pronto o memorial em homenagem às 199 vitimas do acidente do voo da TAM JJ 3054.
Em nome da filha, pai faz peregrinação a Congonhas
O Memorial 17 de Julho [dia da tragédia] será inaugurado na tarde da próxima terça-feira, em frente a Congonhas, na zona sul de São Paulo.

 

 

 
"Essa praça simboliza nossa luta pelo respeito à memória de nossos familiares", diz Silvia Xavier, mãe de Paula, que morreu no acidente aos 23 anos. E completa: "E também pela melhoria das condições da aviação brasileira."
A praça é composta por uma esplanada, que tem em seu centro uma mureta com um espelho de água.
Preservada do fogo do acidente ficou um "xodó" dos familiares: uma amoreira localizada bem no núcleo do espaço, contornado por grama e mudas de flores.
A vida das 199 vítimas será representada por fachos de luzes, instalados no chão.
Ao fundo, estão vários brinquedos infantis, como um trepa-trepa, gangorra e balanças. A esplanada é circundada por quatro longos bancos semicirculares.
Logo no primeiro mês após o acidente, em agosto de 2007, os familiares das vítimas começaram a discutir o que fazer com o terreno, que foi doado pela TAM à Prefeitura de São Paulo, mas, só em dezembro do ano passado, a obra, de fato, começou.
Isso ocorreu, segundo Archelau Xavier, vice-presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas da TAM, por causa da morosidade do processo de desapropriação das casas que ocupavam o quarteirão, vizinhas do terminal de cargas expressas da companhia e de um posto de combustíveis, onde o avião se chocou.
Outro ponto foi a escolha do projeto, bancado pela Prefeitura de São Paulo. A primeira ideia do arquiteto Ruy Ohtake previa uma creche e um centro de segurança aérea do país. Mas, segundo Xavier, pela proximidade do aeroporto, o projeto de criação do centro foi abandonado.
Aí então foi acertado o projeto do arquiteto Marcos Cartum. A obra levou oito meses para ser concluída.
A cerimônia de inauguração começa às 17h30, com uma missa do bispo de Santo Amaro Dom Fernando Antonio Figueiredo.
Às 18h51, horário da explosão, será feito um minuto de silêncio. (FELIPE VANINI BRUNING)
*
MEMORIAL 17 DE JULHO
Onde fica
Avenida Washington Luís
O que vai ter
Espelho de água contornando a árvore que resistiu ao acidente, jardins e quatro bancos extensos
Área
8,3 mil metros quadrados
Lazer
Brinquedos infantis
Custo
R$ 3,6 milhões
Financiador
Prefeitura de São Paulo

Fonte: Folha de S. paulo

Transplantes de órgãos aumentam 54% no primeiro semestre no Paraná

Transplantes de órgãos crescem 54% no Paraná, durante primeiro semestre de 2012 (Foto: Divulgação/AE Notícias)

O número de transplantes de órgãos realizados no Paraná cresceu 54% no primeiro semestre de 2012, ante o mesmo período do ano passado. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), foram realizados 190 transplantes de janeiro a junho, contra 123 na primeira metade de 2011.
O transplante de rim foi o que mais aumentou, com 88%. Em segundo lugar, estão os transplantes de fígado, que foram de 30 procedimentos para 43 - um acréscimo de 44%. No primeiro semestre, 557 córneas já foram transplantadas.
Para a Central Estadual de Transplantes, o aumento se deve à melhoria na captação e transportes dos órgãos, às campanhas desenvolvidas no primeiro semestre e à utilização de aviões e helicópteros do governo no transporte dos órgãos. Segundo o governo, atualmente, o estado conta com 54 serviços credenciados para a realização de transplantes de órgãos e tecidos.
Para ser doador, basta comunicar a família, pois a doação de órgãos só acontece após autorização familiar.

Pronto para decolar, voo da Gol é cancelado em Foz do Iguaçu, no PR

O voo 1441 da companhia aérea Gol que sairia de Foz do Iguaçu às 4h50 deste domingo (15) com destino ao Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi cancelado. A aeronave estava pronta para decolar quando o piloto avisou aos passageiros sobre o cancelamento. Eles tiveram que desembarcar e foram acomodados em outros voos, segundo a Gol.
De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, às 10h40, a aeronave ainda estava em solo, em manutenção.

Fonte: G1

‘Congresso acredita que Demóstenes deve perder o mandato’, afirma Cristiana Lôbo


Nesta quarta-feira (4), por unanimidade, os 22 senadores da Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovaram o pedido de cassação do senador Demóstenes Torres por falta de decoro parlamentar. A sessão em plenário deve acontecer na próxima quarta-feira (11). Segundo a comentarista Cristiana Lôbo, Demóstenes tem poucas chances de reverter a situação: “O Congresso acredita que ele deve perder o mandato. Demóstenes não tem sequer conseguido conversar direito com os senadores, porque os parlamentares têm medo de serem associados a alguém que pode absolvê-lo, então ninguém mais quer conversar com ele. A situação de Demóstenes é tão difícil que ele resolveu ir todos os dias ao plenário para fazer discursos em sua defesa”.
Cristiana Lôbo lembra que não basta a maioria presente na sessão para que a cassação seja aprovada. “Se houver 30 votos pela cassação e 10 contra, ele continua com o mandato. Mesmo tendo recebido mais votos, é preciso 41 votos pedindo pela cassação para que ela seja concretizada. Para garantir a segurança da cassação o plenário deve ter, pelo menos, 70 senadores”, explica a comentarista.

Fonte: Globo News

Criança de 3 anos atira e mata o próprio pai nos EUA


Uma criança de 3 anos encontrou uma arma carregada em casa e, acidentalmente, atirou e matou o próprio pai, nos Estados Unidos. Veja em vídeo a casa onde mora a família, no estado de Indiana.
A criança estava com os pais, os dois irmãos e um amigo da família. Em um momento de descuido, Michael Bayless, de 33 anos, deixou a arma ao alcance das crianças. O filho mais novo do casal pegou a pistola calibre 45 e disparou contra o pai. Quando os paramédicos chegaram, Michael já estava morto.

Fonte: Globo News

Autópsia do corpo do filho de Stallone será concluída neste domingo

 Sage Stallone (Foto: Getty Images)
Segundo o site TMZ, a autópsia do corpo de Sage Stallone, filho de Sylvester Stallone, começou a ser feita neste domingo, 15, e será concluída ainda hoje. Sage foi encontrado morto em seu apartamento em Los Angeles, nos EUA, na sexta-feira, 13, aos 36 anos. Ainda de acordo com o site, a polícia acredita que a morte tenha sido acidental, por overdose.
No sábado, 14, o TMZ afirmou que Sage estava morto há pelo menos três dias, mas este tempo poderia chegar a uma semana. O advogado da família, George Braunstein, porém, afirma que Sage postou fotos em seu perfil no Facebook 17 horas antes de ser encontrado morto. Ele também garante que Sage não consumiu bebida alcóolica e que não havia sinais de que tivesse usado drogas, apesar de meses antes de sua morte ele tivesse sido visto "fora de si".

Guimbas de cigarro e latas de cerveja
De acordo com uma fonte do TMZ, Sage muitas vezes passava dias seguidos em seu quarto, que estava cheio de guimbas de cigarro, latas de refrigerante e cerveja e comida. O site também afirma que foram encontrados vários frascos de comprimidos, e que o local cheirava mal.
Segundo uma fonte do site, Sage vivia como um ermitão. Ele não falava com ninguém há uma semana antes de ser encontrado morto. Uma empregada teria estado no apartamento dele durante este tempo, mas ela tinha ordens para nunca entrar no quarto de Sage e nem mesmo bater na porta.
Ainda de acordo com o TMZ, Sasha Czac, primeira mulher de Sylvester Stallone - ele se casou outras duas vezes - e mãe de Sage ligou para a empregada na sexta, 13, depois de não conseguir falar com o filho, e pediu que ela checasse se estava tudo bem com ele. Foi quando a empregada o encontrou morto.

Fonte: EGO

Chineses fazem maior 'dominó humano com colchões' do mundo

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Um grupo de 1.001 voluntários chineses se juntou para quebrar o recorde de maior dominó humano de colchões em Xangai, segundo o Sky News HD. Entre o primeiro colchão derrubado até o último foram dez minutos (veja aqui).
A publicação conta que os voluntários ajustaram cuidadosamente em sequência 1.001 colchões em uma seção de um shopping. Eles se posicionaram na frente dos colchões e começaram a cair de costas, tomando cuidado.
“Todos os participantes, do primeiro ao último, devem agir como uma só pessoa”, disse o primeiro voluntário da fila, seguindo um rádio, informa o Sky News. “Precisamos de trabalho de equipe e os colchões precisam estar ajustados de maneira igual.”
Após fazer seu discurso, o primeiro voluntário abriu os braços e caiu, dando início ao efeito em cadeia.
Cheng Dong, um representante do Guinness World Records, disse que o planejamento cuidadoso ajudou na obtenção do sucesso do time chinês. “Os voluntários foram muito corajosos e ninguém se esquivou ao ver um colchão de dois metros vindo em sua direção”, disse, segundo a Sky News HD.
A publicação afirma que o recorde anterior para maior dominó humano com colchões era dos Estados Unidos, quando 850 voluntários se reuniram em Nova Orleans em fevereiro.

Fonte: G1

Homem recupera carro 42 anos após veículo ter sido roubado

Um homem que teve seu carro esportivo roubado há 42 anos recuperou o veículo ao encontra-lo no site de compras on-line eBay, informaram as autoridades neste domingo (15).
Robert Russell disse aos policiais de Los Angeles que ele nunca tinha desistido de procurar pelo seu Austin Healy de 1967, depois de ele ter sido roubado na Filadélfia em 1970.
Carro roubado é devolvido ao dono 42 anos depois (Foto: Los Angeles County Sheriff's Department/AP) 
Carro roubado é devolvido ao dono 42 anos depois
(Foto: Los Angeles County Sheriff's Department/AP)
Recentemente, Russell viu no eBay o que pensou ser seu carro e decidiu chegar o número de identificação disponibilizado no site com a documentação do veículo. Assim, ele descobriu que o automóvel sendo vendido era sim o seu, diz o comunicado divulgado pela polícia de Los Angeles.
Russell, que atualmente mora no Texas, entrou em contato com os policiais em maio e o detective Carlos Ortega rastreou o veículo, encontrando-o em Los Angeles.
“Ortega localizou o carro roubado na concessionária listada no anúncio feito no eBay e confirmou que o veículo era o mesmo que havia sido roubado em 1970”, informou a polícia de Los Angeles.
Depois de trabalhar em conjunto com a polícia da Filadélfia para resolver os problemas de identificação do veículo, o detetive disse que Russell poderia resgatar seu carro. “Ele continuou a busca por seu carro, não por valor monetário, e sim por valor sentimental”, disseram os policiais.
Após recuperar seu veículo, o dono trouxe o carro esportivo para o Texas. O veículo, comprado por US$ 3.000 na época, agora vale US$ 23.000.

Fonte: G1

Link para o vídeo 'Vida de Empreguete'

Foto:Reprodução/TV Globo/Site da Veja


A produção do vídeo "Vida de Patroete" conta com imagens da câmera de segurança do fictício condomínio onde vive a cantora Chayene, vilã protagonizada por Claudia Abreu, e de celulares de personagens da novela, que registaram a briga entre Socorro (Titina Medeiros) e a artista.As madames aprecem em flagras nada exemplares.Confira completo no endereço do site da novela "Cheias de Charme" na Globo.com:

'Éder Luiz' saiu da 'Record'



Segundo o colunista Flávio Ricco, o narrador Eder Luiz vai pedir demissão, amanhã, segunda-feira na Record, poucos dias antes do embarque de toda a equipe da emissora para a Olimpíada em Londres.

O narrador se reuniu com Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo e Esportes, e colocou as razões que o levaram a tomar tal decisão.

Uma de ordem particular e a outra é que ele não estava se sentindo confortável em viajar, para desempenhar funções que não são bem a dele. Entendia que o bom trabalho apresentado nas transmissões do futebol, no último Pan-Americano, tinha todas as condições de se repetir agora, mas o companheiro Maurício Torres foi transferido para desempenhar essas funções.

A Record ainda não se manifesta sobre o assunto. Oficiosamente se fala que Octávio Muniz, antes escalado para transmitir os jogos nos cinemas, tomará o seu lugar na viagem.
 
Fonte: Hipersessão

Cidade do Automóvel no 'Auto Esporte'

Foto:DIVULGAÇÃO – TV GLOBO

No programa deste domingo (15), os telespectadores poderão conferir as curiosidades de Autostadt, conhecida como a Cidade do Automóvel, em Wolfsburg, na Alemanha. O local pode ser considerado um parque de diversões para os apaixonados por automóveis, com museus e test-drive em pistas cheias de obstáculos. Lá os carros ficam estacionados em prédios operadores por elevadores automatizados, que colocam e retiram os carros nas vagas.

Também neste domingo, o piloto do programa César Urnhani acompanha duas mulheres acostumadas com a boleia de um caminhão para realizar uma pequena trilha cheia de saltos e buracos. Uma delas é uma norte-americana que gosta de aventuras em áreas geladas do planeta e a outra, brasileira, vai disputar o Rali dos Sertões na modalidade.

Incentivado pela estreia do filme “On the Road”, de Walter Salles, o programa mostra as histórias de alguns brasileiros que passam meses dentro de um carro em viagens de aventura. O telespectador vai conhecer um casal que viajou o Brasil de carro e um grupo de amigos que buscam as trilhas 4×4 pelo país. A reportagem terá participação especial do diretor do filme, que fala sobre o Hudson, personagem do filme.

No último bloco, o piloto Leandro Mello dá instruções de como guiar uma moto carenada, ou seja, com uma capa que cobre o motor das motocicletas esportivas. E ainda, como evitar que alguns vícios, como parar em ladeira e segurar o carro no pedal, desgastem a embreagem do carro de forma prematura.

Fonte/Divulgação:Rede Globo

João Lucas Takaki entra em "Carrossel". Conheça um pouco da história de mais este astro mirim


Em cena de Carrossel, exibida pelo SBT/Alterosa de segunda a sexta-feira, às 20h30, o estreante João Lucas Takaki vai aparecer como uma criança cadeirante que está acostumada a ver o mundo da janela de casa e com medo de ser “zoado” por todos. Assim, surge Tom, o novo personagem da novela. No entanto, ficção e realidade só serão semelhantes quando o menino da trama passar a viver feliz e cheio de amigos, o que deve acontecer no desenrolar da história.
João Lucas nasceu com um tipo de câncer que comprimiu sua medula e, com isso, ele perdeu os movimentos das pernas. Aos 9 anos, mostra que a deficiência física não o impossibilita de ser uma criança como todas as outras. Além de virar ator, o garoto pratica um esporte radical. “Ele faz hardcore sitting e treina com o Pablo Moyá, que é o precursor da modalidade no Brasil. Meu filho já faz algumas manobras na pista de skate, inclusive tem o patrocínio da Jumper, que fabrica a cadeira de rodas que ele usa”, diz a mãe de João, Adriana Dutra.
Preconceito Para Adriana, a oportunidade de seu filho entrar numa novela que retrata o universo infantil é incrível e Adriana explica por quê: “Existe um paradigma em torno do cadeirante. Eu tive muita dificuldade para encontrar uma escola para o João. Muitas que fui visitar achavam que era um favor receber o meu filho ou não tinham acessibilidade. A inclusão social ainda não é uma realidade”. Ou seja, na opinião de Adriana, que trabalha como presidente de uma ONG, Carrossel vai levar o tema para dentro das casas das pessoas. “O Tom vai proporcionar às famílias reverem alguns conceitos”, acredita.
João com a atriz Tereza Villela Xavier (professora Glória) e a coleguinha Larissa Manoela (Maria Joaquina)
A oportunidade de João entrar na novela surgiu quando ela viu pela internet que estavam abertas as inscrições para o elenco. Como muitas outras mães, Adriana preencheu uma ficha no site do SBT e enviou duas fotos do filho. Com outras crianças selecionadas para os testes, João participou de várias etapas até ser escolhido para o papel. “Ele já havia tentado a carreira de modelo, mas, em todos os desfiles de que participou, as outras crianças recebiam cachê, mas os cadeirantes não”, lamenta Adriana.
De acordo com ela, a rotina de João sempre foi igual à de qualquer outra criança. Ele vai para a escola de manhã e no período da tarde estava fazendo inglês, violão e escolinha de esportes até passar nos testes. Aos sábados, o pequeno frequenta a ONG Atitude Paradesportiva, onde pratica as manobras radicais em cadeira de rodas. “O João não se priva de nada por ser cadeirante. Muitas vezes, ele tem que ser carregado, passa algum sufoco, mas participa de tudo que tem vontade”, conta a mãe.
O estreante já começou a gravar suas cenas, mas o capítulo em que Tom aparece vai demorar para ir ao ar. Sua história passa a ser contada por volta do capítulo 100. Nesta semana, o SBT exibe os episódios de números 41 a 45. Mesmo assim, o trabalho do novato teve início lá atrás. Foram dois meses fazendo workshops e aprendendo a representar. “Ele ficou ansioso, mas estava bem confiante. Meu filho não mudou seu comportamento, a única coisa que realmente mudou é que agora ele tem uma rotina mais agitada”, comenta Adriana.
Cheio de energia, João Lucas está dando conta de tudo sem problema. Agora, nos dias de gravação, um carro do SBT o busca na saída da escola e ele grava até a noite. Quando chega em casa, o pequeno faz a lição, janta, dá uma lida no texto do dia seguinte, toma banho e vai dormir.
“Eu trabalhava o dia inteiro no escritório, agora vou ao trabalho no período da manhã e à tarde eu acompanho o João. Fico trabalhando à distância. Tivemos que nos adaptar aos horários de gravação, mas está sendo tranquilo para toda a família, pois o João está muito feliz e é isso que importa”, revela Adriana, que se separou do pai de seus filhos. Ela também é mãe de Luiz Alexandre, de 12 anos.
DRAMA
Na trama, João vai fazer o filho da professora Glória (Tereza Villela Xavier), que será contratada pela Escola Mundial para dar aulas de inglês. O perfil de Glória é definido comoo de uma mulher mal-humorada por ter um passado que a perturba: seu marido morreu em um acidente e o filho, Tom, ficou paraplégico.
Fonte: Jornal Estado de Minas

Conselhos de Carminha Episódio #12 (Avenida Brasil)

Conselhos de Carminha - Avenida Brasil (Episódio #11)


Conselhos de Carminha - Episódio #10 (Avenida Brasil)

Conselhos de Carminha - Avenida Brasil "Episódio #9"


'Conselhos de Carminha' - Avenida Brasil {[(Episódio #8)]}

Pesquisa indica Salvador como a pior capital para se viver

A capital baiana ficou na pior colocação em habitação e mobilidade

Pesquisa da Proteste, associação de defesa do consumidor que avalia produtos e serviços, entrevistou neste ano 2.202 brasileiros de 21 capitais, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 74 anos. Eles colocaram suas opiniões e ranquearam suas cidades que foram avaliadas, de acordo com cada tema, como boa, satisfatória e ruim. Na pesquisa, Salvador aparece como a pior capital do País para se viver.
O estudo abrangeu seis critérios em números levando em consideração a acessibilidade, habitação, saúde, educação, mobilidade urbana, emprego e segurança pública. Foi considerada a situação nos últimos cinco anos.
A capital baiana ficou na pior colocação em habitação e mobilidade e conquistou o segundo pior lugar em segurança, saúde e emprego, atrás de Maceió, Natal e João Pessoa, respectivamente. Apenas no quesito “educação” que os entrevistados disseram estar razoavelmente satisfeitos. A administração municipal e a estadual, por sua vez, informaram que foram feitos inúmeros investimentos para melhorar a vida na cidade nos últimos anos.
Segundo a Proteste, a pesquisa procurou determinar como a pessoa percebe a cidade onde mora para avaliar se o local oferece qualidade de vida. Mais quatro países participaram do estudo – Portugal, Espanha, Bélgica e Itália. A pesquisa foi realizada pelo envio de e-mail com um questionário. A maior parte dos participantes foi composta por homens com idades entre 35 a 54 anos, casados e com alto índice de escolaridade.
No quesito percepção da evolução da qualidade de vida de seis capitais nos últimos cinco anos, apenas 19% dos entrevistados – incluindo turistas que estiveram pela segunda vez na capital baiana – consideram que a situação melhorou em Salvador contra 53% que disseram ter piorado e 28% ter permanecido a mesma. No Rio de Janeiro, 44% afirmaram que "melhorou" e 20% piorou. Em Cuiabá, o índice de percepção de melhora foi de 65%.
A radialista Núbia Leão, 33 anos, moradora de Brasília, passeava pelo Pelourinho na última sexta-feira, em sua segunda visita à capital. A primeira vez foi em 1998. “A impressão que tenho é que aqui as obras que começam nunca terminam. Amo Salvador, há uma coisa inexplicável aqui, mas dá pra ver que ela está muito mais abandonada do que em 98”, opina.
O cantor e compositor soteropolitano Lazzo Matumbi lamenta o “provincianismo” com que as gestões públicas municipais têm tratado a primeira capital do Brasil: “As administrações tratam Salvador de maneira provinciana”, constata.

Mobilização
Para o sociólogo Ordep Serra, a população soteropolitana é criativa e talentosa, mas está perdendo a autoestima. “Cada vez mais pessoas, profissionais, deixam Salvador em busca de cidadania, direitos e serviços públicos. As pessoas abandonam a cidade, por não acreditar mais nela”.

Em contrapartida, ele percebe uma forte mobilização por pessoas bem informadas com o apoio das mídias sociais. “Está começando uma mobilização que precisa ser constante. E é preciso que essas pessoas busquem apoio nas periferias para realçar nossa autoestima”, analisa.

Fonte: Jornal A Tarde

Após morte de surfista, Austrália fecha praias e caça tubarão branco

Após mais um ataque de tubarão no litoral australiano no sábado - o quinto em dez meses - o governo do estado de Perth, na Austrália, fechou as praias e começou uma busca pelo tubarão branco responsável pelo ataque e morte do surfista de 24 anos, informou o jornal La Repubblica neste domingo.
De acordo com a publicação, o surfista estava na ilha Cunha, a 160 km ao norte de Perth, capital do estado, quando foi atacado. O governo da Austrália está gastando cerca de US$ 14 milhões para reduzir os ataques de tubarões no litoral (só no país, há cerca de 165 espécies), já que o número de ataques é considerado alto e poderia causar danos à economia, ao afetar o turismo da região.
Medida semelhante, de caçar um tubarão que atacou uma pessoa, já havia sido tomada antes. Em 2011, as autoridades tentaram capturar o animal que matou George Thomas Wainwright, um americano de 32 anos, que sofreu o ataque enquanto mergulhava.

Fonte: Terra

Salvador: Doze praias estão impróprias para banho neste domingo

Por causa da chuva, banhistas devem evitar algumas praias de Salvador e Região Metropolitana

Os banhistas devem evitar, neste domingo (15), as praias de Periperi (atrás da estação férrea) Penha (em frente à Igreja N. S. da Penha), Pedra Furada (Atrás do Hospital Sagrada Família), Boa Viagem (ao lado do forte) e em Roma (em frente à Rua Professor Roberto Correia), segundo recomendação do Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia).
Em Ondina (em frente ao Posto Shell), Rio Vermelho (em frente à Rua Bartolomeu Gusmão e em frente à Igreja N. S. Santana), Pituba (em frente a Rua Paraíba e atrás do Clube Português), Armação (em frente ao Clube Inter. Pass), Boca do Rio (em frente ao Posto Salva Vidas), Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas e em frente ao Posto Salva Vidas Patamares) e Buraquinho (em frente à barraca de praia Chalé), as praias também não estão apropriadas.
Nas demais praias de Salvador e Região Metropolitana, as condições são normais.
O diagnóstico das condições de balneabilidade é obtido mediante o recolhimento de amostras em 30 praias de Salvador, mais quatro praias de Lauro de Freitas, durante cinco semanas.
No período em que o tempo estiver chuvoso, as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos, carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças.
Além disso, é desaconselhável, ainda em dias de sol, o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem.

Fonte: Jornal A Tarde

Ministério da Saúde de Cuba confirma 158 casos de cólera

O Ministério da Saúde de Cuba confirmou hoje que 158 pessoas foram diagnosticadas com cólera e reiterou que apenas três delas morreram em decorrência da doença. As informações são da agência Ansa.
Em uma nota oficial, a pasta afirmou que o surto epidêmico está diminuindo sem se propagar "por alimentos ou outra via".
De acordo com o Ministério, também foram registrados casos isolados em outras regiões do país, de pessoas que se infectaram em Manzanillo, cidade que registrou o início do surto, e que elas já estão sendo tratados para que não haja disseminação da doença.
O comunicado ainda explicou que estão sendo aplicadas "medidas preventivas e higiênicas". "Reiteramos a necessidade de intensificar as medidas higiênicas, especialmente as relacionadas com a lavagem das mãos, a ingestão de água de qualidade ou fervida em casa, a limpeza e cozimento adequado dos alimentos, aspectos imprescindíveis neste momento do verão".
O Ministério informou pela primeira vez sobre o surto epidêmico em 2 de julho, ao divulgar a contaminação de 53 pessoas em Manzanillo, no estado de Granma.

Fonte: Jornal do Brasil

Wisconsin: 1ª candidata gay ao Senado é esperança democrata


Uma mulher de 50 anos pode se tornar a primeira pessoa abertamente gay a se eleger para o Senado dos Estados Unidos. A democrata Tammy Baldwin já faz parte da Câmara dos Representantes pelo Estado de Wisconsin desde 1999, mas quer a vaga que Herb Kohl, do mesmo partido, deixará ao se aposentar. Baldwin é a única democrata concorrendo ao lugar de Kohl, que ela disputará com o republicano vencedor das primárias de 14 de agosto. A candidata, que é advogada de formação, geralmente fala pouco sobre sua orientação sexual - ela prefere assuntos como a reforma de saúde nos EUA, a utilização de fontes renováveis de energia e os direitos das mulheres. Nos últimos meses, Baldwin tem enfrentado mais críticas republicanas por suas propostas "liberais" de reformas do que por ser homossexual.
Tammy Baldwin nasceu em Madison, capital do Estado de Wisconsin, e foi criada pelos avós - a mãe dela, Pamela Baldwin, tinha 19 anos quando deu à luz. Aos 9 anos, ela teve uma doença grave - "uma espécie de meningite", disse ao The New York Times - que a fez ficar três meses hospitalizada. Os avós não tinham plano de saúde para a neta e fizeram grandes sacrifícios para pagar o tratamento médico, segundo Baldwin.
A história da infância se tornou o principal argumento da candidata a favor da reforma do sistema de saúde proposta pelo presidente Barack Obama, que obriga todos os americanos a obter um seguro médico até 2014, sob pena de multa, com o objetivo de baixar os preços do atendimento de saúde no país. Atualmente, os planos de saúde dos EUA, que são privados, não aceitam novos associados que já tenham problemas de saúde - o que impediu que os avós de Tammy Baldwin fizessem um seguro para a neta logo que ela adoeceu. "Agora, nenhuma criança poderá ter o atendimento médico negado por causa disso", disse a candidata.
Uma das bandeiras de campanha da democrata é o investimento em tecnologias para a geração de energia não poluente em Wisconsin. Baldwin também fala de uma campanha pelo desenvolvimento da indústria local e criação de empregos chamada "Made in Wisconsin" ("Feito em Wisconsin"). "Para Estados como Wisconsin, que são altamente dependentes de energia do carvão, nós devemos encontrar novas tecnologias para capturar e armazenar carbono que pode prejudicar o meio ambiente e contribuir com o aquecimento global", diz Tammy Baldwin em seu site oficial de deputada.
Apesar do discurso aparentemente ecológico, os fins da candidata são principalmente focados no crescimento econômico. "A energia é o coração da nossa economia. Eu apoio o desenvolvimento de uma estratégia energética abrangente, que irá posicionar a nossa nação para um forte crescimento econômico e de segurança para o século XXI", afirma ela no site. O foco do governo dos EUA deveria ser a reconstrução da economia para beneficiar a classe média, disse Baldwin ao Wisconsin Rapids Daily Tribune.
Outro tema que Tammy Baldwin aborda bastante é a defesa de direitos iguais para homens e mulheres. A candidata faz campanha para que o acesso a métodos contraceptivos seja garantido a todas as mulheres e defende o planejamento familiar "para reduzir a taxa de gravidezes não desejadas e abortos, e para salvar vidas". Baldwin defende o direito da mulher à escolha pelo aborto, afirmando que "os abortos protegidos por decisões deveriam ser raros e seguros, mas essa decisão está entre uma mulher, a família e o médico dela, baseada em sua própria saúde e circunstâncias".

Gay e "comunista"
O republicano Eric Hovde, que concorre nas primárias do partido para se candidatar a senador por Wisconsin, já chamou a rival de "comunista". "Eu discordo fundamentalmente de Tammy em quase tudo. Ela tem um histórico de votação mais liberal do que praticamente qualquer um no Congresso", disse Hovde ao jornal The Hill no mês passado. "A filosofia dela tem raízes no Marxismo, comunismo, socialismo, liberalismo extremo - ela chama de progressismo -, contra a minha, que tem raízes em um conservadorismo de livre mercado", afirmou o republicano.
Eric Hovde, um empresário, disputa com outros três republicanos a vaga de candidato do partido ao Senado: Tommy Thompson, ex-governador de Wisconsin, Mark Neumann, membro da Câmara dos Representantes, e Jeff Fitzgerald, líder da Assembleia do Estado. A pesquisa mais recente sobre as eleições em Wisconsin, feita pela Marquette University Law School, aponta que Tammy Baldwin venceria três dos quatro republicanos - apenas Tommy Thompson apareceu com mais intenções de votos, segundo a AP.
Grupos conservadores já lançam campanhas de ataque às políticas da democrata, mas a homossexualidade de Baldwin não costuma chegar ao discurso oficial dos rivais. Porém, dependendo do vencedor das primárias republicanas, o assunto pode voltar ao debate. Em 1997, Mark Neumann afirmou que "se alguém me diz 'eu sou gay, quero um emprego em seu gabinete', eu diria que isso é inapropriado, e a pessoa não seria contratada porque isso significaria que ela estaria promovendo sua causa". "O estilo de vida gay e lésbico (é) inaceitável, para não deixarmos dúvida sobre isso", disse Neumann há 15 anos. Atualmente, ele evita falar sobre o assunto.

Estado decisivo nas eleições
Wisconsin é considerado um Estado decisivo nas eleições presidenciais americanas por não ser homogêneo em relação aos eleitores - é difícil prever se a maioria votará em democratas ou republicanos. Tammy Baldwin tem grande apoio na região de Madison, mas faz campanha na região rural para tentar os votos dos eleitores considerados "independentes" (que não votam de acordo com o partido). A democrata busca principalmente se apresentar e mostrar suas propostas de valorização da classe média, e geralmente evita entrar em polêmicas sobre sua sexualidade.
Em entrevista ao The New York Times, Baldwin elogiou medidas do presidente Barack Obama em favor dos homossexuais, como a lei que acaba com a restrição a militares abertamente gays, chamada de "Don't Ask, Don't Tell" ("Não pergunte, não diga"). Porém, ela reconheceu que o papel dela é "persuadir pessoas". "Eu não faço ideia do que passa pela cabeça de outra pessoa", disse a candidata.
Tammy Baldwin é a esperança do Partido Democrata de recuperar várias perdas em Wisconsin que começaram em 2010, quando os republicanos tomaram o controle das duas casas dos legisladores, o conservador Scott Walker foi eleito governador do Estado e Ron Johnson, do movimento Tea Party, derrotou Russ Feingold e se tornou senador. Estrategistas de campanha democratas dizem que ela pode ganhar devido ao grande apoio na região de Madison, e que a homossexualidade da candidata não deve influenciar o resultado da eleição. "Qualquer pessoa que não vota nela porque ela é gay não a apoiaria se ela fosse heterossexual", disse Sachin Chheda, estrategista do Partido Democrata em Milwaukee, segundo a AP.