sábado, 28 de julho de 2012

Thiago Pereira bate Phelps, conquista sua 1ª medalha olímpica e é prata nos 400 m medley 61

  • Thiago Pereira exibe a medalha de prata conquistada nos 400 m medley, nos Jogos Olímpicos de LondresThiago Pereira exibe a medalha de prata conquistada nos 400 m medley, nos Jogos Olímpicos de Londres
Thiago Pereira, enfim, conseguiu a sua primeira medalha olímpica. O rei dos Jogos Pan-Americanos conseguiu a medalha de prata dos 400 m medley, com direito a ficar à frente de Michael Phelps, que terminou apenas em quarto. O norte-americano Ryan Lochte ficou com o ouro, enquanto o japonês Kosuke Hagino completou o pódio.

MAIS MEDALHAS DO BRASIL

É OURO!

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É BRONZE!

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Para o brasileiro, a prata teve sabor de ouro. "Ô se tem. Finalmente, depois de várias Olimpíadas, várias tentativas, agora eu consigo finalmente subir no pódio", disse, em entrevista à Record. "Valeu, galera. A todo mundo que me apoiou, finalmente aí está a medalha olímpica."
Thiago afirmou que só acreditou na conquista da medalha no final. "Nos últimos 5 metros. Eu não sabia direito como estavam os outros. E como eu já tive outras experiências não tão boas, segurei até o finalzinho para ter certeza."
Curiosamente, a medalha marca a despedida do brasileiro dos 400 m medley. "Não estou nem acreditando. Estou muito feliz. Eu tinha falado assim para o Albertinho [Alberto Pinto, técnico]: é a última vez que eu nado essa prova. Quem viu, viu, quem não viu, não viu. É muito cansativo. Eu tinha dado algumas entrevistas antes, falando que era uma prova que eu ia estar tirando do meu calendário."

VAI, THIAGO!

Minha mãe está aí sim, mas não dá para ouvir direito, dessa vez não deu. Tentei procurar, mas não achei ninguém, é muita gente
Thiago, sobre a mãe, Rose Vilela, famosa por acompanhar o filho em competições e responsável pelo bordão "Vai, Thiago!"
Dono de 12 ouros nos Jogos Pan-Americanos, Thiago fez uma prova de recuperação para conquistar a sua primeira medalha olímpica. Nos primeiros 200 m, ele oscilou entre o quarto e o quinto lugares. No nado peito, ele assumiu a segunda posição e, mesmo pressionado por Hagino, manteve o lugar no nado livre.
Lochte chegou a nadar abaixo da linha do recorde mundial, de 4min03s84, de Phelps, mas não conseguiu o feito. Ele venceu com o tempo de 4min05s18, seguido por Thiago, com 4min08s86, mesmo tempo obtido pelo brasileiro, na época, com o supermaiô. Hagino ficou em terceiro, com 4min08s94, enquanto Phelps decepcionou e acabou em quarto, com 4min09s28.
Esta é a terceira participação olímpica de Thiago. Nos 400 m medley, ele não chegou à final em Atenas-2004 e terminou a prova em oitavo em Pequim-2008. Sua principal prova é o 200 m medley: ele foi quinto na Grécia, quarto na China e é um dos candidatos a medalha em Londres. "Tem mais chance de medalha. Tenho três dias para descansar", afirmou o nadador.
A medalha de Thiago é a 1ª da natação brasileira em Londres e a 12ª da modalidade na história das Olimpíadas, agora com 1 ouro,  4 pratas e 7 bronzes. No evento londrino, é a terceira medalha do Brasil, que já havia conquistado o ouro com Sarah Menezes na categoria até 48 kg e o bronze com Felipe Kitadai até 60 kg, ambos no judô.

Morreu a atriz 'Diva Pacheco'

Foto:Reprodução/TV Globo

A atriz e produtora teatral pernambucana Diva Pacheco faleceu aos 72 anos na cidade de Caruaru, no Agreste pernambucano, na manhã de sexta (20/7). Junto ao seu marido, Maria Diva Lucena de Mendonça Pacheco consolidou a ideia da cidade-teatro de Nova Jerusalém, considerado "o maior teatro ao ar livre do mundo”, onde é encenada a Paixão de Cristo.

Diva Pacheco sofria com a metástase de um câncer que, inicialmente, tinha atingido os ossos. Ela passou mal na quinta-feira (19) e foi levada para o Hospital da Unimed de Caruaru. Na manhã desta sexta, Diva não resistiu e faleceu.  O enterro ocorreu por volta das 9h do sábado (21), no mesmo local onde foi enterrado o seu marido, também em Nova Jerusálem.


Na TV ela foi destaque interpretando a 'Sulanca' da novela 'A Lua me Disse' em 2005.

As informações são do G1.

'Coronel Jesuíno' e o Atraso de Salário

O Casamento de Suelen e Roni em 'Avenida Brasil'

Suelen dá um beijasso em Roni no altar (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)

Suelen surpreende Roni com um beijo de cinema no altar
 (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)

Chegou o momento que todos esperavam! Padre Solano declara Roni (Daniel Rocha) e Suelen (Isis Valverde) marido e mulher e autoriza o beijo do casal.

Sem jeito, Roni dá um selinho na noiva e deixa os convidados decepcionados. Mas Suelen não se dá por vencida e tasca o maior beijão no marido, sob os aplausos da galera.

Fonte/Divulgação:Rede Globo

Panasonic cria nova tecnologia para produzir etanol

A Panasonic anunciou, neste sábado (28), que desenvolveu uma tecnologia que induz à realização de fotossíntese de forma artificial com uma eficiência cinco vezes maior que as atuais, e próxima a natural. Esta tecnologia pode reduzir a geração de dióxido de carbono durante a produção de etanol que poderá ser usado como um combustível alternativo para carros, afirma matéria publicada no jornal Nikkei em sua edição de domingo.

A fotossíntese artificial cria substâncias orgânicas, como etanol, através da luz do sol, água e CO2, como as plantas fazem. As descobertas da pesquisa da Panasonic irão ser divulgadas em um encontro internacional em Los Angeles, na próxima quinta-feira. A expectativa é de que a tecnologia já esteja sendo utilizada de forma prática em 2015.

Fonte: Jornal do Comércio

Ministério da Agricultura aponta para forte expansão da produção de soja no País

Embora os números finais da produção de grãos da safra agrícola 2011/2012 não sejam ainda conhecidos, uma vez que a divulgação do último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será só no dia 9, já começaram as especulações sobre o aumento da safra 2012/2013, provocadas, principalmente, pelo crescimento de recursos disponibilizados para a produção rural.

Uma das apostas do setor diz respeito ao crescimento da produção de soja, baseada na grande comercialização de fertilizantes para a sojicultura, cujo plantio começa no próximo mês de setembro. Com crédito à disposição e estimulados pelo aumento dos preços internacionais, provocado pela forte estiagem que prejudica a lavoura dos Estados Unidos, os sojicultores brasileiros sinalizam aumento da área plantada para 27 milhões de hectares, suficientes para colher 82 milhões de toneladas de soja.

A seca no Meio-Oeste norte-americano deve diminuir a produção de soja no país em torno de 7%, segundo estimativas do próprio governo dos EUA. A notícia elevou a cotação da soja na Bolsa de Chicago para 17,57 dólares o bushel (equivalente a 27,2155 quilos), com aumento de 15% no acumulado do mês. Esse cenário estimula o produtor brasileiro a fazer o maior plantio de soja de todos os tempos, e pode levar o Brasil a ultrapassar os Estados Unidos como maior produtor mundial, de acordo com Sávio Pereira, da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também trabalha com expectativa de uma supersafra de soja. A presidente da entidade, senadora Kátia Abreu, disse que o cenário externo de preços favoráveis e as medidas de apoio governamental estimularão o plantio. Adverte, no entanto, que a confirmação das previsões depende das condições climáticas durante o plantio, desenvolvimento e colheita da lavoura.

Análise técnica da CNA ressalta que apesar dos preços internacionais altos também em relação ao milho, a expectativa de cultivo do produto não goza de igual otimismo, uma vez que as duas culturas disputam espaço, principalmente no Centro-Sul do país. Além de a colheita de milho ter registrado o maior crescimento percentual na safra 2011/2012, a presidente da CNA diz que a preferência pela soja se justifica por causa da maior liquidez, menor custo e mais facilidade na obtenção de créditos, o que sinaliza ganho líquido médio de R$ 25,00 por saca de 60 quilos na safra 2012/2013.

Fonte: Jornal do Comércio

'Chiquititas' completa 15 anos.



Há exatamente 15 anos estreava no SBT a novela Chiquititas, que se tornaria um fenômeno entre as crianças e um sucesso de audiência no horário nobre da emissora pouquíssimo tempo depois. No dia 28 de julho de 1997 foi ao ar o primeiro capítulo das aventuras e dramas das crianças do orfanato comandando pela doce diretora Carolina (Flávia Monteiro).

( Fernanda Souza, a Mili, tem 28 anos e um extenso currículo de novelas na Globo. A mais recente foi 'Aquele Beijo', em 2012. )

Uma década e meia depois, nem o próprio elenco se dá conta que o tempo passou. “Caraaaaaaaaaca! 15 anos, já?”,respondeu Pierre Bittencourt (28), o Mosca, ao pedido de entrevista para falar da novela. O mesmo sentimento que tem Fernanda Souza (28), a Mili, protagonista entre o elenco infantil. “Pra mim foi ontem à tarde, passou muito rápido. Eu era uma criança e agora sou uma adulta”, disse a atriz.


O que também é unanimidade entre os atores é a felicidade em ter participado da produção gravada na Argentina e exibida no SBT até 2001. “Tenho o maior orgulho de ter feito a Mili. Sou fã de Chiquititas. Acho que foi a última novela que tinha pureza de verdade, nem uma gota de sensualidade, de violência, era só magia, alegria. Eu deixaria meu filho ver Chiquititas tranquilamente”, conta Fernanda.
Trabalho e diversão
Após uma maratona de testes, as crianças - cada um com um responsável legal - arrumou as malas e foi morar em Buenos Aires, onde a novela era feita em parceria com a Telefé. Longe dos amigos e familiares, eles encontraram no próprio elenco e nos colegas de escola uma nova família. “Eu até costumo dizer que a rivalidade Brasil-Argentina a gente não encontrou nada disso. Os argentinos nos receberam muito bem. Em 2010 eu voltei lá para reencontrar os meus amigos, fui visitar a TV... tenho muita saudade desse pessoal”, conta Paulo Nigro (28), que fez o Júlio, par romântico da Mili.
As crianças frequentavam o colégio de manhã e entravam em estúdio à tarde para seis horas de gravações. “Eu gostava de trabalhar, levava mais como uma diversão que como um trabalho”, conta Felipe Chammas (28), que deu vida ao Rafa.
Aos finais de semana, a diversão também era em grupo. Muitas vezes eles passeavam por pontos turísticos da capital argentina. “Praticamente todo final de semana, ou uma duas vezes por mês, a galera ia para o Parque De La Costa, era na beira do rio, era legal pra caramba”, lembra Pierre.
Anonimato na Argentina, fenômeno Brasil

(Aos 28 anos, Pierre Bittencourt, o Mosca, trabalha com dublagens de seriados, atua em 'A Praça é Nossa', no SBT, e está em cartaz com o espetáculo 'O Cunhado')
Como as gravações eram realizadas na Argentina, os atores não sentiam no dia a dia o sucesso que faziam no Brasil. A primeira vez que voltaram ao país após a estreia na novela, para participar do programa Domingo Legal, foram surpreendidos por uma multidão de fãs no aeroporto e aí caiu a ficha que eram ídolos. “Na hora do desembarque no aeroporto tinha muita gente gritando. Deu um susto, acho que ninguém estava esperando que fosse uma coisa tão grande como era realmente era”, conta Paulo, que hoje está na Record. “A sensação é tipo ser jogador de futebol. Todo moleque sempre sonhou em ser jogador, daí o cara quando vê o cordão de isolamento de segurança, gritaria... eu pensei ‘caraca eu sou famoso pra caramba’. Foi legal, até hoje eu sou bem nostálgico”, diverte-se Pierre.

(Felipe Chammas, o Rafa, tem 28 anos e mora em São Paulo. Atualmente é comissário de voo da Gol.)

O carinho do público era recebido em forma de cartas. “Hoje em dia todo mundo tem Twitter, fala com a gente por ali. Acho que foi um dos poucos programas que viveu essa coisa das cartas”, acredita Fernanda. “Recebi uma carta de 350 metros de uma fã com eu te amo”, recorda Felipe.
Danças
Um dos grandes sucessos da novela foi a trilha – ao todo foram seis CDs gravados – e divertidos clipes exibidos em meio às cenas. "Eu sempre fui muito desengonçado, para mim era muito difícil, mas eu me ajeitava", revela Felipe, o mais velho da turma. “As músicas que eu mais gostava era Tudo Tudo, que eu sei a coreografia até hoje, e Amigas, que tem uma letra muito linda e a gravação do clipe foi muito especial. Fizemos em São Paulo, em pontos turísticos, no final a gente se molhava com mangueira, foi muito especial”, entrega Fernanda, que recentemente causou alvoroço nas redes sociais ao confessar que nunca cantou nos discos da novela, apesar dos fãs sempre acharem que era dela a voz nas músicas da Mili.
A vida pós Chiquititas
A medida em que foram deixando a novela, algumas crianças formaram o grupo As Crianças Mais Amadas do Brasil e embarcaram em turnê pelo Brasil. "Fizemos um show com 44 mil pessoas em estádio de futebol, era o maior sucesso", conta Paulo. Fernanda participou apenas de oito apresentações ao lado dos colegas. "A coisa mais especial que vivi foi um show na Via Funchal, em São Paulo. A gente teve contato mesmo com o público e era uma energia muito forte que a gente nunca tinha experimentado. Me lembro que dias antes eu não conseguia dormir de tão emocionada que eu estava".
Após a turnê, cada um seguiu um caminho – nem sempre na vida artística. Foi o caso de Felipe. “Tentei continuar na carreira, mas foi difícil. Tentei até os meus 19 anos e acabei desistindo e parti para outra profissão. Fui trabalhar em um monte de lugares e hoje trabalho como comissário de voo na Gol”, conta. Já Pierre voltou para o teatro infantil e atuou também na novela Pequena Travessa, do SBT. Atualmente ele trabalha com dublagem de seriados, tem um quadro no humorístico A Praça é Nossa e está em cartaz com a peça O Cunhado ao lado de Andréa Nóbrega e Márcio Amaral."Minha ideia é fazer um trabalho que eu acredite, que eu vá levar alguma coisa pra galera", diz.

(Paulo Nigro, o Júlio, está no elenco da minissérie José - De Escravo a Governador, da Record)



Paulo Nigro passou pela TV Cultura, Bandeirantes, Globo e hoje está no elenco da minissérie José - De Escravo a Governador, da Record. Fernanda Souza está na Globo desde que deixou o SBT. “Chiquititas me abriu portas gigantescas, me deixou conhecida nacionalmente e me deu convite pra Globo. Me ensinou muita coisa porque foi a primeira experiência que eu tive com volume grande de texto, uma novela que todas as crianças eram protagonistas. Fora ter mudado de país, conhecido outra cultuira, aprendido outra língua. Fiz parte da infância de muitas pessoas, é delicioso ter sido companheira, mesmo que distante, dessas meninas”, finaliza a atriz.
O elenco de Chiquititas contou ainda com nomes bem conhecidos hoje em dia, como Carmo Dalla Vecchia (40), Bruno Gagliasso (30), Jonatas Faro (23), Débora Falabella (33), Carla Diaz (21), Kayky (23) e Sthefany Brito (25). Confira na galeria por onde andam alguns participantes da primeira temporada da novela!
Fonte: Caras

'Belo e Gracyane' no 'Ruim de Roda' do 'Caldeirão'

Belo e Gracyane falam sobre como mantem o corpo em forma (Foto: Caldeirão/TV Globo)
Belo e Gracyane pilotam juntos para mostrar habilidade com o volante (Foto: Caldeirão/TV Globo)


Sintonia até na direção? Neste sábado, o badalado casal Belo e Gracyanne vai pilotar muito para mostrar a habilidade que tem com carros. Os dois vão enfrentar as duplas de celebridades João Lucas e Marcelo, os lutadores Rogério Minotouro e Demian Maia e a atriz Nathalia Rodrigues com o namorado, Tchello, no Ruim de Roda especial com famosos.

A partir das 16h15 no Caldeirão do Huck!

Fonte/Divulgação:Rede Globo

SOS - Inteligência nacional

Uma grave realidade da atual conjuntura nacional é que o Brasil está vulnerável à atuação de organizações clandestinas internacionais, especialmente à ação adversa de serviços de inteligência estrangeiros e grupos terroristas. Isso porque os governantes encobrem da sociedade que a Inteligência de Estado no Brasil está na UTI, em estado gravíssimo, devido à ineficiência e desvirtuamento dos seus serviços secretos. A sociedade brasileira também desconhece que a Inteligência nacional está completamente fora de controle, protagonizando ingentes escândalos e crimes atentatórios ao estado democrático de direito vigente e à soberania nacional. Não por acaso, o Brasil sofre a sua pior crise institucional de inteligência, incipientemente revelada no festival de clandestinidades da Operação Satiagraha, em 2008, patrocinadas pela direção-geral e toda a cúpula da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Se por um lado é incontestável a importância da Inteligência no contexto do estado constituído, no caso brasileiro há muito por fazer, e os desafios são muitos. A começar pela promulgação de uma Política Nacional de Inteligência, pois a sua inexistência fomenta o desvirtuamento dessa atividade; a revisão e aperfeiçoamento dos nossos diplomas legais, começando pela embrionária e equivocada Lei 9.883, que cria a Abin; a estruturação de um verdadeiro e legítimo sistema nacional de inteligência, que prime pela ética e legalidade de suas ações, congregando os poderes da República, Ministério Público e entes federativos; a ruptura da “caixa-preta” dos serviços de inteligência nacionais, cuja prestação de contas deve submeter-se impiedosamente ao princípio constitucional da publicidade; a renovação dos cargos de direção da Abin e Sisbin, dominados pela “comunidade de inteligência”; e a responsabilização direta, funcional e criminal de todos os operadores de inteligência pelo seu desempenho, a começar pelos dirigentes máximos desses serviços.
Nesse mister, vale ressaltar a firme decisão da presidenta Dilma Rousseff ao promulgar a Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011, instaurando a Comissão da Verdade, para resgatar o nosso recente passado histórico. Todavia, resta saber se nossa presidenta terá a coragem e a força que faltaram aos seus predecessores para vencer a “comunidade de inteligência” que governa os serviços secretos do país. Porque é do maior interesse nacional que a Comissão da Verdade estenda seus trabalhos investigando também as clandestinidades cometidas pela Abin e o Sisbin, que encobrem verdades proibidas sobre a história do Brasil.
Esta magnânima contribuição seria um alvissareiro momento histórico no país, em seu fortalecimento como estado de direito e engrandecimento como nação democrática. Inaugurar-se-ia, assim, uma nova e eficiente Inteligência nacional, salvaguardando o estado brasileiro de vitimar-se com os crimes protagonizados por serviços secretos nacionais desvirtuados, como na Satiagraha; evitando também que o Brasil volte a sofrer atentados à soberania nacional, como a explosão do foguete brasileiro VLS-1, no Centro de Lançamento de Alcântara (MA), em 2003, o que, além dos incalculáveis prejuízos causados ao nosso estratégico projeto aeroespacial, assassinou impunemente 21 cidadãos brasileiros.
*André Soares, diretor-presidente de Inteligência Operacional, é autor do livro 'Operações de inteligência - Aspectos do emprego das operações sigilosas no estado democrático de direito'  -presidente@inteligenciaoperacional.com

Russomanno fez lobby por doador contra a Coca-Cola, diz jornal

Candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno teria se valido do mandato de deputado federal para defender o empresário Laerte Codonho, condenado à prisão por crime contra a ordem tributária. Dono dos refrigerantes Dolly, Codonho foi o principal doador da campanha de Russomanno de 2010 pelo governo paulista: R$ 250 mil por meio da empresa Tholor do Brasil. A Dolly patrocinou o Programa Celso Russomanno, exibido pela TV Gazeta entre 2006 e 2008. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Deputado pelo PP em 2004, Russomanno apresentou à Comissão de Defesa do Consumidor requerimento pedindo a investigação de denúncias de concorrência desleal da Coca-Cola contra a Dolly. Codonho acusava a multinacional de espionagem e até de agressões físicas, em suposta estratégia para "quebrar" sua empresa. Além de solicitar audiência no Congresso para ouvir a Dolly, Russomanno defendeu que a Coca-Cola deveria informar se seu produto continha extrato vegetal da folha de coca. "Toda vez que tiramos uma empresa do mercado, seja nacional, seja estrangeira, estamos impedindo que o consumidor tenha opção", disse o deputado no plenário da comissão. Na época, executivos da multinacional disseram que Codonho criara a disputa para vender sua empresa para a Coca-Cola, o que ele nega. "Nesse mercado de cerveja e de refrigerante, (...) absolutamente ninguém é santo", desabafou Russomanno. Em 2003, no programa 100% Brasil, da Rede TV!, patrocinado pela Dolly, Russomanno defendeu que "é crime não informar corretamente ou fazer publicidade e não dizer o que é que está compondo o xarope da Coca-Cola". O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Codonho e a Rede TV! a pagarem indenização de R$ 2 milhões à Coca-Cola. Cabe recurso.

Fonte: Jornal do Brasil

Até hoje, Barcelona é modelo a ser seguido pelas cidades olímpicas

Brasília - Barcelona esperou quase 70 anos para realizar suas Olimpíadas em 1992. Os Jogos haviam sido prometidos para 1924, mas o Barão de Coubertin, fundador das Olimpíadas Modernas, acabou optando por Paris para a sede daquele ano.
Mas a espera valeu a pena. A cidade catalã, antes escondida no interior da Espanha, ganhou notoriedade, valorizou-se e ficou marcada pela alegria dos 20 dias de disputas esportivas.
Uma oportunidade que foi muito bem aproveitada, de acordo com Pere Alcober, presidente do Instituto de Esportes de Barcelona.
“Durante os 20 dias dos Jogos Olímpicos tivemos uma oportunidade única, que não se sabe quando poderá se repetir. Essa oportunidade teria que servir para várias coisas. Uma delas é tentar fazer os melhores Jogos Olímpicos”.Depois dos Jogos, a cidade se tornou reconhecida em todo mundo. Para Alcober, esse sucesso vai além da infraestrutura.
“A transformação da cidade ocorre na infraestrutura, nas moradias, vias, no aeroporto, o que é imprescindível. Isso é o tangível. Mas há outra troca, que é muito importante, que são os benefícios intangíveis, que vem a ser a autoestima da cidade, o reconhecimento de que temos um desafio e que juntos vamos assumir um objetivo e vamos fazer bem, para mostrar ao mundo que somos capazes de avançar, de nos consolidar nesse mundo globalizado”.
Orgulho - O empresário Juan Martinez Palhares considera que as Olimpíadas foram importantes para a população de Barcelona, que passou a ter orgulho da cidade.
“Sem dúvida foram muito importantes para as pessoas que viviam em Barcelona, porque ficou um orgulho de que Barcelona estava presente em todo o mundo e vimos que não era uma coisa política, era uma coisa realmente feita para a cidade”.
Palhares explica que, além de a população aproveitar as melhorias feitas para os Jogos, a cidade passou a receber mais turistas.
“Tudo foi aproveitado: as telecomunicações, muitos hotéis e isso tudo nos permitiu avançar mais, organizar mais eventos, organizar mais férias, a cidade estava preparada para receber mais visitantes, já que a estrutura que havia sido feito era muito grande. Ainda bem que quem pagou foi o Estado e isso permitiu que os beneficiários fossem Barcelona e os barceloneses, que, de outra forma, não poderiam pagar”.
Valorização - A economista Maria Consol diz que a maior transformação foi na infraestrutura.
“Depois dos Jogos Olímpicos, obviamente, a maior transformação que se pode ver, foi a infraestrutura. A cidade onde moraram os atletas, toda essa parte foi criada, com as praias, o novo porto, além de muitas outras coisas. Também tem o anel olímpico, que facilitou o transito”.
O empresário Palhares destaca que os apartamentos da Vila Olímpica foram vendidos a preços altos e a cidade toda sofreu valorização imobiliária.
“Toda a área de Barcelona se valorizou muito. Houve um disparo de preços tremendo, foi mais de 50%, porque a cidade ficou bonita, tendo cada vez menos áreas à disposição. E as pessoas queriam ir viver em Barcelona, porque deixaram a cidade muito linda”.
Criatividade - O representante do Departamento de Marketing da Infraestrutura Olímpica, Joaquim Romero, explica que cerca de 1 milhão de pessoas visitam a área olímpica de Barcelona, inclusive o Museu das Olimpíadas de 1992. De acordo com ele, muita criatividade ajuda a manter o ginásio ocupado, local que pode receber até 18 mil pessoas.
“Aqui já foi feito de tudo, pista de neve, piscina para o mundial de natação, recebeu triatlon, enduro, windsurfjet ski também, ginástica sobre gelo, corridas de carros. Já tivemos de tudo”.
O Estádio Palácio São Jorge recebe concertos e grandes jogos, mas ainda encontra problemas para sua manutenção. Já o ginásio é utilizado cerca de 200 dias por ano e os lucros são convertidos para manter outras áreas do parque olímpico.
Mas o grande exemplo de Barcelona para o mundo é como 20 anos depois a cidade ainda vive da boa lembrança dos Jogos Olímpicos. A cidade se valoriza e se reconstrói, mas a recordação dos 20 dias de disputa está presente em toda sua população, que valoriza os visitantes, que sempre ficam com vontade de voltar.

Fonte: Jornal do Brasil

Sarah Menezes faz história, vence romena e conquista o ouro

Londres - A brasileira Sarah Menezes fez história, na tarde deste sábado, nos Jogos Olímpicos de Londres. A piauiense venceu a romena Alina Dumitru, campeã há quatro anos em Pequim, por um wazari e um yuko de vantagem e conquistou a medalha de ouro no judô, na categoria ligeiro (até 48 kg). Com apenas 22 anos, a competidora registrou a primeira vitória feminina da modalidade na história do País.
Duas vezes campeã mundial juvenil, Sarah Menezes enfrentou na decisão uma campeã olímpica, muito mais experiente. Entretanto, desde o início do combate, a brasileira controlou a adversária e por pouco não encaixou uma finalização. Apesar de não registrar o triunfo neste momento, o golpe da piauiense lesionou o cotovelo da romena, que se mostrou desconfortável até o final do embate.
Com o controle do duelo, Sarah aplicou dois golpes e conseguiu a vantagem para obter a inédita vitória feminina, e que quebra um longo jejum do judô, esporte que mais deu medalha ao País em Jogos Olímpicos. O ouro de Sarah Menezes é o primeiro em 20 anos - o último atleta nacional a subir no lugar mais alto do pódio havia sido Rogério Sampaio, em Barcelona 1992.

Campanha
Cabeça de chave número 2 da categoria ligeiro (até 48 kg) no judô, a piauiense venceu a belga Charline Van Snick para se garantir na final da competição. A vitória de Sarah Menezes registrou uma marca inédita para o judô feminino em Olimpíada. Bicampeã mundial júnior, a atleta nacional será a primeira representante feminina da história do País em uma decisão no tatame.
Nas quartas de final, a brasileira Sarah Menezes confirmou o favoritismo e venceu a chinesa Shugen Wu por um yuko de vantagem (fruto de duas punições contra a asiática). Em um combate equilibrado, a judoca conseguiu a pontuação necessária para avançar por conta da falta de combatividade da adversária, que buscava os contra-ataques.
Depois de somar um yuko à pontuação, a brasileira abdicou do combate e deu um susto nos últimos segundos de luta, quando por muito pouco não sofreu um golpe da chinesa, que poderia resultar até em um ippon.
Antes das quartas, Sarah superou a francesa Laetitia Payet por um yuko de vantagem, conquistado com pouco menos de 30s para o final do combate.
A judoca da categoria ligeiro (até 48 kg) havia estreado com vitória em Londres sobre a vietnamita Ngoc Tu Van, por dois yukos de vantagem. Dominante durante todo o combate, Sarah controlou a adversária e não teve grandes problemas para triunfar pela primeira vez na competição.
Medalhista de bronze no ano de 2011, Sarah desembarcou em Londres como uma das favoritas à medalha em Londres. Terceira colocada do ranking mundial na atualidade e segunda cabeça de chave no torneio, a jovem de 22 anos participa pela segunda vez da Olimpíada. Em Pequim, há quatro anos, a competidora caiu logo na estreia ao perder justamente para Eva Csernoviczki, eliminada das chances de ouro por Van Snick.
Diante da medalhista de bronze no Campeonato Asiático de 2011, Sarah abriu um yuko de vantagem antes do primeiro minuto de luta. A vantagem permitiu à brasileira ditar o ritmo de combate, sem ceder uma brecha para a reação da adversária. A vietnamita, sem conseguir ameaçar a competidora nacional, recebeu duas punições seguidas (Menezes também acabou punida) e viu a desvantagem dobrar.
Com dois yukos de vantagem, Sarah administrou o combate até o final para avançar à próxima etapa da competição. Depois de passar pela lutadora asiática, a brasileira, séria candidata à medalha, encara na próxima fase a francesa Laetitia Payet, medalhista de bronze no Europeu do ano passado e que folgou na primeira rodada.

Fonte: Jornal do Brasil

'Conselhos de Nina' - Tudo Vai Melhorar

Paixão de 'Viver a vida' perde 9 kg e volta à TV: 'Fui atrás de papel'


Três anos depois de surgir na Globo como a estagiária romântica Paixão, em "Viver a vida", Priscila Sol está de volta às novelas. A atriz será Sandra, amiga de Laura (Marjorie Estiano), em "Lado a lado", próximo folhetim das 18h. Ao contrário de sua personagem na novela de Manoel Carlos, a jovem, desta vez, terá muita atitude.
- Ela é moça de 22 anos que está à frente de seu tempo. Ela não tem a preocupação de casar e ter filhos, como era comum na época. Estuda e se torna professora ao longo da novela - contou Priscila, em entrevista ao blog. 
Além do papel bem diferente, a atriz, de 32 anos, surgirá nove quilos mais magra e sem silicone dos seios. Ela colocou a prótese depois de engravidar de Vitor, de 9.
- Sempre fui muito magra e, antes de fazer "Viver a vida", engordei um pouco. Acabei relaxando, até porque achei que cabia para a personagem, uma menina sem autoestima, que não se portava como mulher. Mas, quando se tem 20 anos, é só fechar a boca para emagrecer. Fui fazer isso aos 30 e não consegui. Engordei nove quilos e demorei um ano e meio para perder. E resolvi tirar o silicone justamente nesse época. Engordei e o peito cresceu muito.
Sobre os anos afastada da TV, Priscila diz que, a princípio, preferiu não fazer lobby com diretores e produtores, mas que depois reconsiderou a ideia de correr atrás de um papel:
- Fiquei dois anos e meio fazendo curtas de amigos. Tem ator que sofre muito quando não está na TV. Eu às vezes ficava pensando nisso também, mas fiz alguns testes e não rolou um papel. E eu também não buscava. Nunca mandei email para diretores e produtores. Resolvi, então, estudar. Até que, no último Natal, pensei: "Vou fazer o que todo mundo faz". Montei um videobook e levei à Globo. Disse que estava precisando trabalhar, mostrei o material e fui chamada para um teste. Fiquei muito nervosa na hora, tanto por ter ficado muito tempo longe como pela pressão que as pessoas depositam para você voltar logo.

Audiência da 'Abertura da Olimpíada' na Record



A Record ficou em segundo lugar no Ibope com a transmissão da cerimônia de abertura dos Jogos de Londres. Entre 17h e 20h49, a emissora marcou 8,2, segundo dados prévios da audiência. A Globo, no período, teve 23,5 e o SBT ficou em terceiro com 6,8. No horário, 57% dos aparelhos estavam ligados. Este números dizem respeito à audiência na Grande São Paulo.

Há quatro anos, no dia 8 de agosto de 2008, a cerimônia de abertura em Pequim, exibida pela Globo entre 9h e 13h, alcançou 19 pontos. Na ocasião, o SBT ficou em segundo, no horário, com 9 e a Record marcou 3. A Band, também mostrando a festa, ficou com 3. No horário, 44% dos aparelhos estavam ligados.

Em Atenas, em 13 de agosto de 2004, a cerimônia foi exibida entre 14h45 e 18h10, um horário semelhante ao de Londres. A Globo registrou na ocasião 26 pontos, seguida pela Band, que também mostrou a festa, com 7, SBT (7) e Record (3), com 48% dos aparelhos ligados.



Fonte:Mauricio Stycer/UOL

‘Avenida Brasil’: ‘Diaba, essa menina é uma diaba!’, grita Carminha, xingando Nina durante casamento de Roni e Suelen

 Nina faz Carminha se descontrolar durante casamento

Suelen (Isis Valverde) está crente que será o centro das atenções no dia de seu casamento. Mas a grande atração da noite será Carminha (Adriana Esteves). A vilã de “Avenida Brasil” vai ter uma crise durante a cerimônia, xingará Nina (Débora Falabella) e desmaiará durante o evento.


Carminha vai à cerimônia representando a família que está em Cabo Frio. O Clube Divino está cheio de convidados e Diógenes (Otávio Augusto) e Dolores (Paula Burlamaqui) estão realizados com o casamento do filho. “Que bom! Tudo tá correndo maravilhosamente bem!”, diz o presidente do time. “Claro que está... O que que podia dar errado?”, indaga Dolores.
Neste momento, a vilã tem o chilique. Ela olha Nina e grita: “Diaba, essa menina é uma diaba!” e desmaia. Todos ficam surpresos com o comportamento de Carminha, que é levada para a mansão.

Fonte: Extra

‘Avenida Brasil’: Jorginho vê fotos de Carminha e Max juntos

 

Jorginho (Cauã Reymond) vai ficar enojado ao ver as fotos da transa entre Carminha (Adriana Esteves) e Max (Marcello Novaes), em "Avenida Brasil". Quem mostra é Nina (Débora Falabella).
Arrasado ao descobrir que é filho biológico do malandro, o jogador vai ao lixão falar com Lucinda (Vera Holtz) e encontra a cozinheira. O rapaz lamenta sua origem e Nina faz o amado ver que os pais continuam juntos, mostrando as fotos que fez dos amantes. "Esses dois nojentos... Meus pais... Toma isso! Minha vontade é morrer, sumir desse mundo, nunca ter nascido!", brada o rapaz, devolvendo as imagens.

Do lamento ao ódio
Mesmo arrasado, Jorginho vai tirar satisfação com Carminha. A esta altura, a vilã já sabe da descoberta do filho, porque o amante a avisou. A vilã tenta virar o jogo, diz que o caso que teve com Max foi na adolescência, mas que, agora, Nina que está com ele. "Quanto tempo durou a sua adolescência? Porque a Ágata (Ana Karolina) também é filha do Max. Ele mesmo confessou! E as suas fotos com o Max que a Nina me mostrou? Pra dois adolescentes, vocês tavam bem passadinhos", ironiza Jorginho, acusando os pais de terem forjado o sequestro de Carminha.
A megera, então, afirma que a mentora foi Nina e que ela ficou com o dinheiro do resgate. Jorginho baqueia. "Ela bancou o Nilo (José de Abreu) um tempão naquele flat chique, até lancha ela deu pro Max! Com que dinheiro?", questiona Carminha, que sente que plantou a dúvida na cabeça do filho.

Fonte: Extra