terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Esportes de Verão: rapel urbano é boa alternativa de lazer

  • Esporte alternativo consolidado, rapel é praticado em passarelas, viadutos e paredões de Salvador
Os esportes radicais que, mais notadamente a partir da década de 1990, invadiram viadutos, escadarias, passarelas e corrimãos de Salvador, ainda permanecem como boas alternativas de lazer na cidade. Distante das montanhas e das cachoeiras que tradicionalmente lhe serve de palco, o rapel urbano se vale do relevo acidentado da capital baiana e se mantém como uma das modalidades radicais mais destacadas na cidade.
"O rapel é um esporte diferente, porque proporciona adrenalina, aventura e emoção. Tudo isso num aspecto diferente de altura e de risco", resume Lucas Magalhães, fundador do grupo SubZero, que promove eventos empresariais com rapel e dá aulas do esporte para iniciantes.
De acordo com Lucas, apesar de o rapel urbano estar ainda em evidência em Salvador, a maioria das pessoas que procuram a SubZero revelam ter preferência por praticar rapel em paraísos naturais.
"Mas, infelizmente, como moramos numa metrópole, fica mais difícil se deslocar para esses lugares. Então, a gente acaba procurando alternativas dentro da cidade. Não deixa de ser bom, mas a preferência é no ambiente natural", conta.
O apreço maior por cachoeiras e por montanhas, ele pontua, se daria por conta do visual proporcionado por cenários que não podem ser contemplados nas grandes cidades. Em Salvador, um dos pontos que ainda aliam a possibilidade de se aventurar no esporte com um bom cenário de fundo é o viaduto da Avenida Garibaldi, justamente por permitir uma vista aprazível do bairro do Rio Vermelho.
Lucas, no entanto, não esquece da exuberância da Baía de Todos-os-Santos, curtida somente pelos rapeleiros que já desceram de corda o Elevador Lacerda, um dos principais símbolos da capital baiana: "o local mais interessante é o Elevador Lacerda. É uma vista fantástica".

Adrenalina urbana - Apesar dos visuais convidativos de cidades belas como as da região da Chapada Diamantina, na região central da Bahia, há quem prefira se arriscar em manobras mais radicais no rapel da cidade grande, em troca de adrenalina.
"No rapel urbano, o esporte é mais ligado à questão da adrenalina. Existem grupos que buscam adrenalina diferente. Por exemplo, invertem a cadeirinha e descem olhando para o chão. Se largarem a corda, é como se fosse uma queda livre. Mas isso não é recomendado", adverte Marcelo Ávila, um dos sócios da Rappel Adventures, empresa que oferece cursos de rapel e organiza viagens em grupo para a prática do esporte em cidades do interior.

Esporte seguro - Ainda segundo Marcelo Ávila, a corda, o mosquetão, a cadeirinha e o capacete, principais equipamentos do esporte, garantem segurança tanto no rapel urbano quanto no natural. Ele chama a atenção, porém, para os níveis de desgaste do equipamento, que podem ser diferentes entre as duas modalidades.
"Há uma possibilidade de desgaste maior do equipamento no ambiente natural, porque é um ambiente mais heterogêneo. A corda fica em contato constante com as rochas, que são irregulares, e a temperatura da água também pode influenciar. Já o espaço urbano é mais controlado, porque estamos vendo tudo o que está acontecendo. É possível até afirmar que o urbano seja mais seguro", finaliza.
A série Esportes de Verão entra em recesso durante os feriados de Natal e Ano Novo, não sendo publicada nos dias 30/12 e 6/01. Esportes de Verão retorna em janeiro de 2013, a partir do domingo, dia 13.

Fonte: Portal A Tarde

Morre a mãe de Murilo Benício

 
É gente morrendo héin? No dia 23, a mãe do ator Murilo Benício morreu aos 70 anos, em decorrência de um câncer na região abdominal.
Berenice Benício estava internada na Gávea, na Clinica São Vicente (Rio de Janeiro), e teve metástase no pulmão, no fígado e no intestino.

Morre Dona Canô, aos 105 anos

Dona Canô em 2002


A morte de Dona Canô (105), mãe dos cantores Caetano Veloso (70) e Maria Bethânia (66) em Santo Amaro da Purificação, comoveu muitos artistas, dentre eles, os apresentadores Luciano Huck (41) e Adriane Galisteu (39), que transmitiram pêsames à família Veloso, através do twitter.
Eu já estava crendo que ela não iria resistir aos sérios problemas de saúde apresentados na época, e parece que deram alta porque já estava previsto que ela não iria melhorar pra melhor. Ela morreu na própria casa.