terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Morreu Nagisa Oshima, um dos grandes cineastas do corpo

O realizador japonês Nagisa Oshima morreu esta terça-feira aos 80 anos na sequência de uma pneumonia, noticiam os meios de comunicação japoneses. A televisão pública japonesa NHK precisa que o cineasta morreu num hospital em Kanagawa, a sul de Tóquio.
"O meu pai morreu tranquilamente", disse à AFP o seu filho mais novo, Arata, precisando que o cineasta se encontrava internado desde o ano passado e que faleceu rodeado pela família, entre os quais a mulher, Akiko.
A primeira longa-metragem de Oshima foi Uma Cidade de Amor e Esperança (Ai to Kibo no Machi), de 1959, tendo logo aí firmado uma temática que iria percorrer a sua obra: os deslocados, as personagens mal amadas e à margem de uma sociedade. Já Feliz Natal, Mr. Lawrence, um filme de guerra protagonizado por David Bowie, que interpreta um prisioneiro britânico num campo japonês, e pelo compositor Ryuichi Sakamoto, que veste a pele de um militar japonês que dirige o campo, mereceu a Nagisa Oshima a entrada a concurso para a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1983. Seria o seu único filme em inglês, onde o realizador tenta resgatar a memória do comportamento do Japão na Segunda Guerra Mundial. O filme explora a relação homoerótica entre Bowie e Sakamoto, contando ainda com a presença do actor e realizador Takeshi Kitano.
Nascido a 31 de Março de 1932 em Quioto, no meio de uma família aristocrática e tradicional, Nagisa cedo se interessou por causas estudantis e por política. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Quioto, onde liderava actividades estudantis de esquerda, e especializou-se em História Política. Mais tarde, tornou-se crítico de filmes e editor da revista de cinema Eiga Hihyo. Foi nos estúdios Shochiku que aprendeu a filmar, trabalhando como assistente de realização.
Nagisa Oshima foi um dos nomes-chave da “nova vaga” japonesa conhecida como nuberu bagu, iniciada em finais dos anos 1950 por uma geração de jovens realizadores que trabalhava dentro do sistema de estúdios nipónico, da qual faziam igualmente parte Shohei Imamura, Kaneto Shindo, Masahiro Shinoda ou Seijun Suzuki. A carreira dos velhos mestres acabava, o cinema era cada vez mais ameaçado pela televisão, um novo público chegava às salas e os velhos estúdios não tinham como não acolher a "revolução" – tal como aconteceria na América à "nova Hollywood".
Depois da sua estreia na longa-metragem em 1959 com Ai To Kibo No Machi, Oshima assinou durante os dez anos seguintes 17 das suas 26 longas-metragens, tornando-o num dos mais prolíferos cineastas de uma década fértil em convulsões na arte e na sociedade nipónica. A que Oshima respondeu, em filmes como O Enforcamento, Noite e Nevoeiro no Japão ou Cerimónia Solene, como ferozes investidas contra a sociedade burguesa, armadas de sexo e política.
Experimentalista formal incansável e iconoclasta assumido que disse em tempos odiar tudo no cinema japonês, Oshima abandonou os estúdios Shochiku onde iniciara carreira na sequência da controvérsia levantada por Nihon no Yoru to Kiri (Noite e Nevoeiro no Japão, 1960). Esta sátira da política japonesa foi retirada de exibição pela companhia, preocupada que o filme tivesse incentivado o assassínio de um político por um membro da extrema-direita. Oshima estabeleceu-se então independentemente e partiu para uma carreira marcada pelas reviravoltas estilísticas. Para Ninja Bugei-cho (Bando de Ninjas, 1967) sonorizou quadradinhos de um popular manga de época; Shinjuku Dorobo Nikki (Diário de um Ladrão de Shinjuku, 1969) construía-se como uma colagem godardiana de ficção, improvisação, documentário e found-footage.
Se os críticos e estudiosos consideram a sua produção dos anos 1960 como fulcral para a compreensão da sua carreira, a maioria destes filmes foi pouco vista fora do Japão e só começou a ser descoberta no Ocidente com o recente reacordar do interesse na história do cinema japonês.
Foram os últimos filmes de Oshima – as obras realizadas a partir de Cerimónia Solene (1971) – a valer-lhe a sua aclamação internacional: a co-produção britânica Feliz Natal, Mr. Lawrence (1983), com David Bowie, e o controverso díptico formado por O Império dos Sentidos (1976) e O Império da Paixão (1978, Melhor Realizador em Cannes). O seu último filme, Tabu, foi realizado em 1999, numa altura em que Oshima se encontrava já debilitado; dois AVC sofridos posteriormente impediram-no de voltar a filmar.
O escândalo em Portugal
E foi O Império dos Sentidos que lançou inesperadamente, pelo menos sob a forma de referência de cultura popular, Oshima para o mainstream português. Os anos 1990 tinham acabado de começar e a RTP programou a exibição de O Império dos Sentidos para uma noite do início de 1991. O erotismo do filme, focado na relação num crescendo obssessivo entre a prostituta Sada (interpretada por Eiko Matsuda) e o dono do bordel Kichizo (Tatsuya Fuji), gerou escândalo em Portugal e teve honras de primeira página dos jornais – na época, o arcebispo de Braga, D. Eurico Dias Nogueira, insurgiu-se contra a administração da RTP pela inclusão da obra na grelha do canal público, tendo ficado conhecida a sua frase sobre o visionamento de O Império dos Sentidos: "Aprendi mais em dez minutos deste filme do que no resto da minha vida". O humorista Herman José imortalizou o momento em que o país discutiu a obra e o seu cariz explícito num sketch do seu programa de fim de ano.
Como escreveu Augusto M. Seabra, em 2008, é mais que lamentável que um tão grande cineasta – e seguramente com Fassbinder e Pasolini um dos grandes “cineastas do corpo” – tenha sido remetido para um virtual esquecimento, como se só houvesse a recordar, e porque “escandalosos”, O Império dos Sentidos e O Império da Paixão. O crítico do PÚBLICO escrevia a propósito da exibição pela Cinemateca de Noite e Nevoeiro no Japão, o quarto filme do realizador (depois de Contos Cruéis da Juventude e O Cemitério do Sol), afirmando que este foi a matriz da nuberu bagu, talvez a mais política de todas as “novas vagas” dos anos 60, por certo a mais radical na sua abordagem não só da política como da sexualidade. Noite e Nevoeiro no Japão é seguramente um dos grandes filmes políticos e um dos filmes mais marcantes dos anos 60.

Fonte: Público

Lançamento do CD 'Greatest Hits 6'

Edição nova da série Greatest Hits 6 já foi lançada! Incluindo 16 faixas com grandes hits!
Link para download abaixo:
http://www.4shared.com/rar/VI4xYPyQ/Greatest_Hits_Vol_6.html


Título: Greatest Hits Vol. 6
Lançamento: 2013
Ano de Lançamento: 1992-2012
Idioma: Inglês
Faixas: 16
Gravadora: Flatron Music
Gêneros: House, Dance, Pop, Rock



  1. Part Rock Anthem 4'23 (LMFAO)
  2. Part Of Me 3'30 (Katy Perry)
  3. Wild Ones 3'50 (Flo Rida Feat. Sia)
  4. All The Lovers 3'17 (Kylie Minogue)
  5. Where Them Girl At 3'44 (David Guetta Feat. Flo Rida)
  6. Over and Over 5'47 (Hot Chip)
  7. Give A Lil Love 3'50 (Bob Sinclar Feat. Steve Edwards)
  8. Stereo Love 6'33 (Edward Maya Feat. Vika Jigulina)
  9. Spin That Wheel 6'00 (Technotronic)
  10. Yeah 3x 3'57 (Chris Brown)
  11. Only Love 3'01 (Gasparian Feat. Camila Veick)
  12. Pump It 3'35 (Black Eyed Peas)
  13. Bom Da De (Extended) 6'09 (Candy Girls)
  14. Kids 5'37 (MGMT)
  15. The Rave 5'41 (MP3)
  16. Drop 4'53 (Cornelius)

Megan Fox compara Marilyn Monroe a Lindsay Lohan: "Ela era uma pessoa negativa"

Em entrevista à edição de fevereiro da revista norte-americana 'Esquire', Megan Fox deu declarações no mínimo polêmicas sobre a diva Marilyn Monroe. A atriz de 'Transformers' afirmou que está apagando a sua tatuagem com o rosto de Marilyn porque não acredita mais que a loura seja um bom exemplo: "Ela teve uma vida difícil, não aproveitou todo o potencial que tinha".
E Megan Fox vai além, chegando a comparar Monroe à troublemaker Lindsay Lohan. "Ela era como a Lindsay: uma pessoa em que não se pode confiar, que não tem segurança. Não estou interessada em seguir os passos dela", afirmou a atriz, que deu à luz seu primeiro filho em outubro de 2012. Então, Megan, comparar Marilyn Monroe a Li-Lo foi pegar pesado demais, hein?
Em entrevista à 'Esquire', Megan Fox compara Marilyn Monroe à Lindsay Lohan. Pode isso?
Em entrevista à 'Esquire', Megan Fox compara Marilyn Monroe à Lindsay Lohan. Pode isso?

Fonte: Heloísa Tolipan (Jornal do Brasil)

Megan Fox compara Marilyn Monroe a Lindsay Lohan: "Ela era uma pessoa negativa"

Em entrevista à edição de fevereiro da revista norte-americana 'Esquire', Megan Fox deu declarações no mínimo polêmicas sobre a diva Marilyn Monroe. A atriz de 'Transformers' afirmou que está apagando a sua tatuagem com o rosto de Marilyn porque não acredita mais que a loura seja um bom exemplo: "Ela teve uma vida difícil, não aproveitou todo o potencial que tinha".
E Megan Fox vai além, chegando a comparar Monroe à troublemaker Lindsay Lohan. "Ela era como a Lindsay: uma pessoa em que não se pode confiar, que não tem segurança. Não estou interessada em seguir os passos dela", afirmou a atriz, que deu à luz seu primeiro filho em outubro de 2012. Então, Megan, comparar Marilyn Monroe a Li-Lo foi pegar pesado demais, hein?
Em entrevista à 'Esquire', Megan Fox compara Marilyn Monroe à Lindsay Lohan. Pode isso?
Em entrevista à 'Esquire', Megan Fox compara Marilyn Monroe à Lindsay Lohan. Pode isso?

Fonte: Heloísa Tolipan (Jornal do Brasil)

'BBB 13': Globo surpreende, antecipa reality, mas bate recorde negativo no Ibope

Alguns mais desavisados tomaram um susto na noite deste domingo (13), com a exibição do 'Big Brother Brasil' em um horário diferente do tradicional, por volta das 23h, após o 'Fantástico'.
Pois ontem a Globo adiantou o encerramento de sua revista eletrônica e às 22h40 o 'BBB' já estava no ar (às 23h20 terminou), para a formação de seu primeiro paredão, que foi formado por Aline e Ivan, cuja eliminação será realizada na terça-feira (15).
Mas a estratégia de antecipar o reality no domingo não surtiu muito efeito em termos de audiência: em sua primeira noite, de fato, decisiva o programa marcou 16 pontos no Ibope, sua média mais baixa desde a estreia, há uma semana.

Fonte: Heloísa Tolipan (Jornal do Brasil)

Surpreendente: Jay-Z seria o 'culpado' por parceria de Rihanna e Chris Brown

O que se sabe, oficialmente, é que Jay-Z, padrinho profissional de Rihanna, seria absolutamente contra a reaproximação entre a cantora e Chris Brown, desde o rompimento do casal, em 2009. Muitos apontam até que o surgimento de Rita Ora (jovem estrela pop que muito lembra RiRi vocalmente) seria uma espécie de represália de Jay-Z ao observar que Rihanna e Chris Brown estariam irremediavelmente juntos novamente.
Mas, surpreendentemente, em entrevista à revista 'Complex', Tyran 'Ty Ty' Smith, companheiro de Jay-Z na Roc Nation (empresa que gerencia a carreira de Rihanna), revelou que o marido de Beyoncé teria sido o responsável pela parceria entre RiRi e Brown em 'Nobody's Business', faixa que está presente em 'Unapologetic', álbum mais recente da princesinha de Barbados.
Rihanna e seu 'padrinho' Jay-Z: ele teria pensado na parceria da cantora ao lado de Chris Brown na faixa 'Nobodys' Business'
Rihanna e seu 'padrinho' Jay-Z: ele teria pensado na parceria da cantora ao lado de Chris Brown na faixa 'Nobodys' Business'
"É tudo a favor da música. O The-Dream não escreveu 'Nobody's Business' pensando num dueto entre eles. Jay-Z e eu ouvimos a demo no carro e tivemos a ideia de que juntá-los seria algo grande. Parece uma droga. É uma sensação muito boa. Foi assim que Chris Brown entrou nessa música", confidenciou Tyran. Será que Jay-Z amoleceu seu coração ou, na verdade, nunca foi contra o 'amor bandido' dos pombinhos mais conturbados da Poplândia?

Fonte: Jornal do Brasil (Heloísa Tolipan)

Natalie Wood pode ter sido agredida antes de morrer afogada, diz relatório

Da Reuters
1 comentário
Natalie Wood e Robert Wagner em 1974 (Foto: AFP/The Kobal Collection) 
Natalie Wood e Robert Wagner em 1974
(Foto: AFP/The Kobal Collection)
A atriz Natalie Wood tinha hematomas em seus braços e pulsos e arranhões no pescoço quando o corpo dela foi retirado do oceano Pacífico em 1981, o que sugere que ela foi ferida antes de cair na água, de acordo com um relatório divulgado pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles nesta segunda-feira (14).
Mas o relatório, escrito em junho de 2012, disse que não havia provas suficientes para dizer que a morte dela foi definitivamente "não acidental".
O corpo da atriz de 43 anos foi encontrado boiando na enseada da ilha Santa Catalina, costa do sul da Califórnia, em 1981, depois de jantar e beber na ilha a bordo de um iate com o marido, o ator de televisão Robert Wagner, e o ator Christopher Walken.
O caso foi cercado de mistérios e suspeitas por décadas e detetives de homicídios de Los Angeles reabriram a investigação sobre a morte de Wood em 2011.
Em junho de 2012, as autoridades mudaram o atestado de óbito dela de morte por "afogamento acidental" para "afogamento e outros fatores indeterminados", mas não explicou por quê.
A mudança foi baseada em um documento de dez páginas, elaborado como um adendo ao relatório da autópsia original, que disse que Wood morreu logo depois que ela entrou na água.
"A localização das contusões, a multiplicidade das contusões, falta de traumatismo craniano, ou nódoas faciais, sustentam que os hematomas ocorreram antes da entrada na água", afirmou o relatório adicional.
Um porta-voz do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles disse nesta segunda que o caso ainda estava aberto, mas se recusou a discutir qualquer nova evidência que possa ter sido descoberta.
O departamento afirmou que Wagner, agora com 82 anos, nem Walken são suspeitos.
Woods estrelou ao lado de James Dean o filme clássico "Juventude Transviada", de 1955, e mais tarde no musical "Amor, Sublime Amor" e "Clamor do Sexo".

Fonte: G1

Mistério sobre morte da atriz Natalie Wood volta à tona

Los Angeles - O misterioso afogamento há mais de 30 anos da atriz Natalie Wood voltou à tona nesta segunda-feira, após a divulgação de um relatório médico-legal em Los Angeles que altera a causa da morte de "acidental" para "indeterminada".
O relatório, elaborado pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles após a reabertura do caso em 2011, deixa questões pendentes sobre o papel de Robert Wagner, marido de Wood, e de Christopher Walken, ambos atores e que estavam com a vítima na fatídica noite.
A estrela de "West Side Story" morreu no dia 29 de novembro de 1981, após uma noite em que Wood, Wagner e Walken beberam a bordo de um iate ao largo da ilha de Catalina, a sudoeste de Los Angeles.
No relatório divulgado nesta quinta-feira, os especialistas destacam que a atriz tinha hematomas e arranhões no braço, punho e pescoço, e que provavelmente sofreu os ferimentos antes de cair no mar, onde se afogou.
"Com a presença de hematomas recentes nas extremidades superiores do braço direito e na área do punho, e um pequeno arranhão no pescoço, não se exclui um mecanismo não acidental como causa de tais ferimentos", destaca o relatório.
Até o momento, a versão sobre a morte de Wood era a de que ela havia discutido com o marido, subido em um bote salva-vidas para partir e caído no mar, onde se afogou.

 Natalie Wood Picture

O novo relatório "não pode excluir uma entrada não voluntária na água" e conclui que as numerosas perguntas sem resposta apontam para uma "causa de morte indeterminada".
O porta-voz da Promotoria de Los Angeles, Steve Whitmore, destacou que "há uma investigação em curso".
O caso da morte de Natalie Wood voltou à tona após o capitão do iate "Splendour", Dennis Davern, escrever um livro no qual afirma que Wagner discutiu com a mulher antes de seu desaparecimento, e que retardou as buscas após a descoberta do sumiço da atriz.

Fonte: D24am

Morreu o último sobrevivente da Lista de Schindler


Morreu o último sobrevivente da Lista de Schindler
Foi o último a despedir-se da Lista de Schindler, o empresário alemão que salvou 1100 judeus dos campos de concentração nazi. Leon Leyson tinha 13 anos quando Oskar Schindler o colocou na lista. Saiu de Cracóvia para depois chegar a Los Angeles, onde morreu aos 83 anos depois de quatro de luta contra o cancro.
Era o mais jovem da Lista de Schindler, onde constavam os nomes de 1100 judeus salvos dos nazis por Oskar Schindler, alvos de Hitler e enviados para os campos de concentração. Leon Leyson, conhecido por "o pequeno Leyson", tinha 9 anos quando a Alemanha invadiu a Polónia.
Com 10 anos, a sua família foi enviada para um gueto de Cracóvia. Leon Leyson sobreviveu ao genocídio nazi não chegando sequer a ser deportado para os campos de concentração. Aos 13 anos, trabalhava numa fábrica de vidro de Oskar Schindler, e foi parar à sua lista.
De acordo com os seus próprios relatos em entrevistas sobre a Segunda Guerra Mundial, passou décadas sem falar da sua traumática experiência por pensar que não interessaria a ninguém. Até que Steven Spielberg decidiu pegar na história e realizar uma grande obra para cinema.
A partir daí foram muitos os órgãos de comunicação social que se interessaram pela história de Leyson, que reviveu todo o holocausto em palestras e discursos.
Passou muita fome, como quase todos os camaradas de trabalho, até que Schindler o ajudou duplicando a sua ração e colocando também a mãe e os irmãos sobreviventes na lista da salvação.

Zezé Polessa briga com motorista da Globo, que infarta e morre

zeze-tl 
Raphael Dias/Globo
Zezé Polessa discute com motorista da Globo que morre após sofrer um infarto

Publicidade
Um motorista da Globo, já idoso, morreu nesta segunda-feira (14), após uma briga com Zezé Polessa.

Segundo uma fonte da emissora, o motorista ficou encarregado de levar a atriz para uma gravação externa. No entanto, a locadora de carros teria passado o endereço errado para o profissional.

Ao invés de ir para o Recreio, os dois foram parar na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Zezé Polessa teria culpado o motorista pelo erro e brigado com ele. Após deixar a atriz na locação correta, o profissional começou a passar mal.

 Ele ligou para o chefe e avisou que iria para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, sentindo fortes dores de cabeça.

No hospital, ele não resistiu e acabou morrendo após sofrer um infarto.

A atriz ainda não teria sido informada da morte do motorista e a produção da novela estaria revoltada com a situação e a conduta da artista.

O R7 entrou em contato com a Globo, que ainda não retornou à reportagem, e a assessoria de imprensa do hospital ainda não confirma a informação.

Fonte: R7

EUA: apartamento onde assassino de Kennedy morreu é demolido

A cidade de Dallas demoliu na segunda-feira um prédio de dois andares em ruínas onde Lee Harvey Oswald tinha vivido brevemente antes de assassinar o ex-presidente norte-americano John F. Kennedy, em novembro de 1963. Oswald, sua mulher Marina e a filha do casal moraram no prédio de novembro de 1962 a março de 1963.
A demolição seguiu uma disputa de quatro anos entre a cidade, e a proprietária Jane Bryant, que comprou o prédio em 2007 com o objetivo de renová-lo e preservá-lo por razões históricas. Bryant foi processada em 2008 pela deterioração do complexo construído em 1925. Ela não cumpriu o prazo para fazer reparos que colocariam o prédio nos padrões da cidade, e um juiz ordenou a demolição. Bryant não pôde ser contatada para comentar o assunto.
A Comissão Warren, que investigou o assassinato de Kennedy, incluiu o apartamento em uma cronologia da vida de Oswald como parte de seu relatório que concluiu que Oswald tinha agido como um atirador solitário ao assassinar o presidente.

 

Gary Mack, curador do Sixth Floor Museum, que narra o assassinato e o legado de Kennedy, disse que o apartamento tinha pouca importância. "O apartamento foi onde Oswald viveu quando ele encomendou o revólver que usou para matar o oficial da polícia de Dallas J.D. Tippit 10 meses depois", afirmou Mack.
Tippit estava em patrulha quando ele parou Oswald em Oak Cliff, a uma curta distância do centro de Dallas onde Kennedy foi baleado durante uma carreata. Oswald atirou em Tippit e foi preso a alguns quarteirões de distância logo em seguida. Mack disse que Oswald tinha encomendado o rifle que investigadores descobriram ter sido usado para matar Kennedy 10 dias depois que a família se mudou do apartamento.
Fonte: Terra

Corpo de idoso que morreu após assalto é velado em São Paulo

O corpo do representante comercial Aldo Borges, de 79 anos, que morreu após ser assaltado na Zona Leste de São Paulo era velado no Cemitério da Quarta Parada no começo da tarde desta terça-feira (15).
Ele foi rendido por três assaltantes e passou mal na segunda-feira (14). Os criminosos entraram, roubaram a casa e deixaram o homem amarrado e sozinho. Um deles voltou usando pertences do idoso para buscar um veículo usado na ação e foi surpreendido pelos policiais. Outros dois ainda são procurados.
Borges tinha três filhos e morava sozinho. Amigos contam que todos os dias, às 9h, o representante comercial ia para o escritório onde trabalhava. Segundo a polícia, foi nessa hora que os três criminosos o abordaram.

Imagens de câmeras de segurança de uma empresa que fica quase em frente à casa da vítima mostram os assaltantes à espera do representante comercial. Eles estavam em um carro, estacionado atrás do caminhão. Para disfarçar, os criminosos fingem que o carro está com problemas e levantam o capô.

A rua onde ele morava é movimentada. Em um determinado momento, um homem de camiseta verde sai do carro e segue pela calçada oposta à casa de Borges. Em seguida, outro homem, de casaco, também sai do carro e atravessa a rua. As câmeras registram os assaltantes o tempo todo, rondando a casa da vítima. Um dos criminosos volta para o carro com um saco que parece ser de pão. Quase uma hora depois, segundo a polícia, eles fogem com o carro da vítima.

Borges era pontual e como não chegou ao escritório, os colegas avisaram à família, que chamou a polícia. Ele foi encontrado amarrado e desmaiado. A vítima foi socorrida, mas morreu no hospital. Segundo o boletim de ocorrência, ela tinha problemas cardíacos e ficou muito nervosa durante o assalto.
José Zerbinatti, amigo de Aldo, afirmou que sente "revolta" pelo fato.
O suspeito preso tem 33 anos e já tinha sido preso por roubo.
Para ler mais notícias do G1 São Paulo, clique em g1.globo.com/sp. Siga também o G1 São Paulo no Twitter e por RSS.

Lançamento do CD 'Greatest Hits 5'

Já saiu o CD 5 da série Greatest Hits! Incluindo sucessos de Britney Spears, Bob Sinclar, Celular, Diogo, Sidney Samson, Global Deejays entre outros!
São 17 faixas incluindo uma bônus! Os maiores hits da Dance Music, Free-Style, House, Pop unidos em um só CD!

Link para download: http://www.4shared.com/rar/WoMyn1iH/Greatest_Hits_Vol_5.html

Título: Greatest Hits 5
Lançamento: 2013
Período de Gravação: 1998-2012
Gêneros: House, Pop, Dance, Free-Style, Rave
Faixas: 17 + bônus


  1. Love Generation 3'24 (Bob Sinclar Feat. Gary Nesta Pine)
  2. Womanizer 3'42 (Britney Spears)
  3. Sim Amiga! (I'll Be There) 5'43 (Tiko's Groove Feat. Gosha)
  4. What A Feeling (Flash Dance) 3'16 (Global Deejays)
  5. Flash Dance (Deep Dish) 3'57
  6. Bom Da De 7'49 (Candy Girls)
  7. Back 2 Back 3'19 (DJ Ivan)
  8. Extreme 4'20 (Diogo)
  9. Overnight Celebrity 3'53 (Twista)
  10. Riverside 5'21 (Sidney Samson)
  11. 9 P.M. (Till I Come) 6'10 (ATB)
  12. Offshore (Instrumental) 3'06 (Chicane)
  13. Do You Really 3'28 (Alix)
  14. 7 Years and 50 Days 3'40(Groove Coverage)
  15. Free The Night 3'15 (DJ Joe K)
  16. 100% Pure Love 3'47 (Selda)
  17. Technophone 2'57 (Celular) - Faixa do CD 'Moonight 2' da Som Livre
  18. Bônus Best Of House: Beautiful Life 3'48 (Stefano Noferini, DJ Miss Babayaga & Blackwell Feat. D French)

Conheça a Transtornada do Funk, transexual do interior do Rio que virou cantora e namora ex-jogador

Arquivo pessoal
Paloma
Veja a galeria completaPaloma Transtornada do Funk ficou entre as cinco finalistas do concurso de dançarinas do Gaiola das Popozudas

O nome dela é Gilson Salume Moura, mas desde a adolescência, é chamada de Paloma. Depois de assumir o corpo de mulher e nova identidade, ter sido modelo e finalista de concurso para dançarina do grupo Gaiola das Popozudas, a transexual agora é Paloma Transtornada do Funk. Nascida em Volta Redonda, município do interior do Rio, a loira alta de formatos turbinados fala sobre sua infância e vida amorosa: ela se tornou a primeira cantora transexual do ritmo carioca e conquistou o coração do ex-jogador de futebol Carlos Henrique Kaiser. 


O namoro e a carreira são novos, mas Paloma já foi modelo, atriz e dançarina. A primeira música gravada como funkeira foi Joga Bumbum. A segunda tem um nome inusitado — Vem me aquendar — que, como ela explica, “significa vem me pegar”. O próximo passo será gravar com MC Marcinho.

— O MC Marcinho me convidou para uma parceria. A música ainda não está pronta, mas posso adiantar que será algo no estilo dos sucessos dele, no ritmo do funk melody.

Infância no interior do Rio
Paloma conta que nasceu mulher em corpo de homem. Quando pequena, gostava de brincar de boneca e de se vestir com roupas de menina. Fez tudo o que uma garota tem direito: passou batom da mãe, calçou sapatos altos e desfilou na frente do espelho. Aos 13 anos, a transexual começou a tomar hormônios femininos e decidiu que, um dia, faria uma cirurgia para mudar de sexo. Mas, segundo ela, a ideia não passava de uma pressão social.

— Eu cheguei a marcar a cirurgia, mas desisti porque tenho uma cabeça boa em relação à mudança de sexo. Sou autêntica, não preciso me 'mutilar' para provar quem eu sou. Eu nunca serei mulher. Eu gosto de 'estar' mulher e isso é o que importa para mim. Não vou operar para satisfazer as pessoas.

A ousadia em realizar o seu sonho foi maior do que o preconceito que teve que enfrentar na rua. Em casa, Paloma conta que nunca foi reprimida pelos pais. Ainda novinha, deixou os cabelos crescerem, ficou loira, depilou os pelos do corpo e passou a usar maquiagem. Para ficar ainda mais feminina, com o tempo, foi aprimorando a aparência. Hoje ela tem silicone nos seios e nos quadris, aplique nos cabelos, malha todos os dias e toma suplementos alimentares para definir as curvas do corpo.

— Eu sempre fui confundida com mulher. Eu ganhava boneca e objetos de menina de presente. Eu acho que eu nasci no corpo errado mesmo.

Namorado “171” do futebol

O encontro com Kaiser aconteceu em uma competição de mulheres wellness (que malham para ficar com o corpo perfeito sem tomar anabolizantes) no Rio. Ele não tem vergonha de apresentar a namorada na academia que trabalha no centro da capital e se orgulha em dizer que vai investir nela para ser a primeira transexual wellness do Brasil.

Ao contrário da maioria dos garotos, Kaiser nunca sonhou em ser jogador, mas a mãe dele o obrigou a treinar desde pequeno. Ele conta que, quando tinha 13 anos, a mãe vendeu seu passe para um empresário francês e ele foi obrigado a assinar com clubes grandes, como Vasco, Botafogo, Fluminense e Palmeiras, pois não tinha dinheiro para pagar a rescisão dos contratos.

— Eu não queria jogar futebol, mas a minha mãe me obrigava. Eu queria estudar, me formar, fazer intercâmbio, menos jogar futebol.

Kaiser lutava contra o dom de ser jogador. Ele sabia jogar, mas evitava mostrar para os treinadores sua qualidade nos gramados. Para não entrar em campo, o ex-jogador inventava uma história e era dispensado dos jogos. Ele chegou a ser chamado de panelinha e chinelinho e até ser agredido por torcedores.

— Os torcedores me odeiam, mas sou considerado ídolo entre os jogadores. Como naquela época não tinha ressonância magnética, eu inventava uma dor muscular, uma contusão e os médicos me liberavam.

Aos 40 anos, Kaiser cansou de ser o “171” do futebol, largou as chuteiras e se tornou personal trainer. Atualmente é treinador de wellness e promove campeonatos beneficentes.

Fonte: R7

Idoso que morreu atropelado cruzou avenida que tem semáforo desligado

Do G1 BA
Semáforo (Foto: Imagens/TV Bahia)Semáforo de avenida onde ocorreu acidente com morte está desligado (Foto: Imagens/TV Bahia)
O semáforo que fica na Avenida Octávio Mangabeira, no bairro Boca do Rio, em Salvador, local onde foi atropelado e morto um homem na tarde desta segunda-feira (14), estava desligado no momento do acidente. A vítima tinha 64 anos e morava no bairro de Pituaçu.
Segundo a Transalvador, o senhor tentou atravessar nas proximidades da sinaleira e da faixa de pedestres que fica no local, mas foi atingido por um veículo modelo Fox. Ele morreu na hora. O órgão de trânsito informou que o semáforo foi vistoriado durante a manhã desta segunda-feira, antes do acidente, e que nova equipe foi deslocada para fazer novos reparos no equipamento no início da noite.
Além do problema no semáforo, a faixa de pedestres na mesma localidade está parcialmente apagada.Uma outra equipe foi acionada para realizar uma nova pintura na área nos próximos dias, segundo a Transalvador.
acidente (Foto: Imagens/TV Bahia)Pedestre atravessa na pista cujo semáforo está desligado (Foto: Imagens/TV Bahia)
Atropelo
O acidente ocorreu por volta das 14h15 desta segunda-feira (14), na avenida que fica próximo à antiga sede de praia do Bahia, no bairro da Boca do Rio, em Salvador. No início da noite, o órgão informou que o condutor que atropelou o senhor acionou a polícia e deve ser ouvido na delegacia do bairro. Por conta do acidente, o fluxo na região da orla, no sentido Itapuã, ficou intenso durante a tarde.