sexta-feira, 15 de março de 2013

Rapper Lil Wayne está em estado grave após convulsões, diz site

LOS ANGELES, 15 Mar (Reuters) - O rapper Lil Wayne está em estado grave e em coma induzido num hospital de Los Angeles, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira depois de sofrer convulsões, de acordo com o site de celebridades TMZ.
O TMZ.com, citando fontes não identificadas, disse que Lil Wayne, de 30 anos, cujo nome real é Dwayne Michael Carter Jr., estava na Unidade de Terapia Intensiva depois de sofrer convulsões múltiplas no início desta semana.
Representantes de Wayne não retornaram as ligações para comentar o assunto.
O TMZ afirmou que o rapper foi internado no Hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, e recebeu alta na quarta-feira, mas foi readmitido algumas horas mais tarde, depois que seu guarda-costas o encontrou inconsciente no chão do quarto.
Lil Wayne, de Nova Orleans, começou a cantar rap com nove anos, quando se tornou o mais jovem artista a ser contratado pela gravadora Cash Money.
O rapper de "Got Money" lançou nove álbuns de estúdio ao longo de uma carreira de duas décadas e se tornou um dos maiores nomes da música rap.
(Reportagem de Piya Sinha-Roy)

Fonte: Reuters

Entenda a complexa relação entre o papa e os Kirchner

O conflito entre o governo argentino e o setor agrícola do país, em 2008, e a aprovação do casamento gay, em 2010, foram marcos na deterioração da relação do agora papa e da Presidência de Cristina Kirchner.
Mas a tensão entre o kirchnerismo e o então cardeal Jorge Mario Bergoglio já havia germinado anos antes, durante o mandato do ex-presidente Néstor Kirchner.
Sabe-se que Cristina e o papa Francisco não são os melhores amigos. Bergoglio, que por seis anos foi presidente da Conferência Episcopal Argentina, criticou abertamente muitas das decisões políticas da presidente.
Essa tensão chegou ao ápice à época da aprovação, em 2010, do casamento homossexual na Argentina, mas as diferenças vêm desde antes disso.
Néstor Kirchner, morto em 2010, chegou a chamar Bergoglio de "chefe espiritual da oposição política".
O distanciamento começou um ano depois da chegada de Kirchner ao poder, em 2003. Em um de seus sermões, Bergoglio questionou "o exibicionismo e os anúncios estridentes dos governantes", em mensagem que, ainda que não o citasse, parecia dirigida ao então presidente.
Em 2005, Kirchner anunciou que não participaria da tradicional celebração de 25 de maio na Catedral de Buenos Aires (data em que se comemora o início do governo independente da Espanha, a partir de 1810).
Meses depois, um porta-voz de Bergoglio anunciou: "não há relação da Igreja com o governo".
Desde então, esses laços estremeceram, agravados pelo fato de Kirchner acreditar que Bergoglio articulava um projeto oposicionista.

Catedral e críticas

Com a chegada de Cristina à Presidência, em 2007, a celebração de 25 de maio serviu novamente de termômetro do grau de estranhamento entre Bergoglio e o governo.
A correspondente da BBC Mundo na Argentina, Veronica Smink, explica que Cristina sempre evita ir à Catedral de Buenos Aires para não ter de escutar as críticas de Bergoglio sobre a pobreza e a desigualdade.
Mas não são essas as principais causas do estranhamento entre os dois. Em março de 2008, poucos meses após sua posse, Cristina apresentou a resolução 125, mudando regras para exportação de algumas commodities e desatou uma das piores crises de seu governo - provocando greves e bloqueio de vias em apoio ao setor agrícola.

Os Kirchner e Bergoglio em foto de arquivo

Desde o governo de Néstor Kirchner os laços com a Igreja estavam estremecidos
A resolução acabou sendo derrubada com voto do então vice-presidente Julio Cobos, no Senado.
Na época, Bergoglio se alinhou com os produtores agrícolas e chegou a pedir "um gesto de grandeza" da presidente, para pôr fim ao conflito. Também se reuniu com Cobos, que acabou rompendo com Cristina.
Para o sociólogo Juan Nicolás, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, "o gesto de Bergoglio marcou o que seria a relação do Episcopado com o Governo, principalmente se levarmos em conta que o governo de Cristina havia acabado de começar".

Desavenças em temas sociais

O governo e o cardeal superaram os altos e baixos, mas a relação não chegou a se normalizar. E voltou a piorar com o projeto de casamento entre pessoas do mesmo sexo, em julho de 2010.
A uma semana da aprovação do projeto, Bergoglio escreveu uma carta criticando duramente a iniciativa. "Não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política; é a pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo (este é apenas o instrumento), mas sim de uma (...) mentira que pretende confundir e enganar os filhos de Deus", dizia a carta.
Cristina respondeu se dizendo "preocupada com o tom do discurso" de Bergoglio e alegando que o projeto visava lidar "com uma realidade que já existe".
Assim que soube da eleição de Bergoglio como papa, especulou-se qual seria a reação de Cristina. Esta, pelo Twitter, divulgou uma carta cordial, "saudando e expressando felicidades" pela escolha do pontífice.
Acredita-se que, apesar do tom frio da mensagem, o fato de Cristina ter confirmado sua presença na primeira missa solene do papa Francisco, no Vaticano, seja significativo para a distensão entre os dois.
O sociólogo Juan Nicolás concorda e opina que a presença de Cristina na praça São Pedro possa servir para a aproximação de seu governo com o Vaticano.

Fonte: BBC

Tratamento rápido de HIV resulta em cura de até 15% dos pacientes

Brasília – Pesquisadores franceses descobriram que o tratamento rápido logo depois da infecção pelo vírus HIV pode resultar na cura funcional de até 15% dos pacientes, quando o vírus da doença não desaparece do organismo, mas entra em remissão. Com isso, o paciente não precisa mais tomar remédios.
Os cientistas, do Instituto Pasteur, em Paris, analisaram os casos de 14 pessoas com o vírus da aids, que passaram a se tratar logo após o vírus ter sido detectado e depois deixaram a terapia. Nesse grupo, o vírus não voltou a se proliferar.
Os pacientes iniciaram o tratamento cerca de dez semanas após a infecção pelo HIV. Eles foram ao hospital para tratar outros problemas de saúde, quando tiveram o diagnóstico precoce do vírus por meio de exames de sangue. Em média, o grupo tomou antiretrovirais durante três anos e então os medicamentos foram interrompidos.
Geralmente, o vírus retorna quando o tratamento é interrompido. Porém, isto não ocorreu com esses pacientes. Alguns deles conseguiram, inclusive, controlar a quantidade do vírus no organismo por dez anos.
A pesquisa francesa foi divulgada na publicação especializada PLoS Pathogens e ocorre depois da notícia da cura funcional de um bebê depois de um tratamento precoce nos Estados Unidos.

 

Em nota, o Ministério da Saúde do Brasil informou que está atento às inovações tecnológicas no campo do tratamento da aids no mundo. A pasta não se manifestou sobre o caso francês. Sobre o caso de cursa funcional do bebês, o órgão disse que os “resultados do estudo da 'cura' do bebê americano, recentemente divulgado pela imprensa, não estão publicados, ainda não é possível uma posição oficial sobre o assunto”.
Segundo o ministério, é possível reduzir a taxa de transmissão do vírus de mãe para filho durante a gravidez de 30% para menos de 1%. No Brasil, a recomendação é o uso de antirretrovirais combinados na gestante, parto cesáreo (quando indicado), medicamento para o recém-nascido por seis semanas para evitar a transmissão e a não amamentação.
O protocolo nacional prevê que a gestante deve fazer o teste anti-HIV durante o pré-natal. Em caso de diagnóstico positivo, ela passa a ser acompanhada por um Serviço de Atenção Especializada em HIV/aids (SAE) e no momento do parto é encaminhada para uma maternidade de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) capacitada para atendê-la.
Se a gestante não tiver feito o teste de aids no pré-natal, ela tem direito ao teste rápido no momento do parto e, e se der positivo, todos os procedimentos para evitar a transmissão devem ser tomados pela equipe de saúde.
*Com informações da BBC Brasil

Mulher e filha de Dominguinhos negam que ele esteja em coma irreversível

Da Redação

A mulher do músico Dominguinhos, 72 anos, declarou nesta sexta-feira (15) que o marido está "se recuperando muito bem". Ele está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o início do ano, com quadro de infecção respiratória e arritmia cardíaca.
"Dominguinhos está reagindo bem, ele acabou de se recuperar de uma infecção no pulmão, ele abre os olhos e reage aos nossos estímulos, chora, se emociona e aperta a minha mão", contou Guadalupe Mendonça ao G1. "Nenhum médico disse que o estado de saúde do Dominguinhos é irreversível. Pelo contrário, ele está se recuperando muito bem. Já há uma projeção de alta da UTI, mas os médicos não me disseram data", acrescentou, dizendo que os danos neurológicos “foram os mínimos possíveis” 


"Tentei proteger meu pai ao máximo, mas achei que o Brasil merecia saber como ele estava. Ele é tão querido e as orações serão tantas, que estou certo de que ele irá melhorar", explicou.
Outra filha de Dominguinhos, Liv Moraes, também negou que o pai esteja em estado irreversível. "Eu não sei o que significa coma irreversível. Meu pai tem respostas, mexe a mão, abre os olhos, embora às vezes fique olhando para o nada. O estado dele é muito grave. Os médicos deram uma porcentagem muito pequena de volta, mas estão tentando", disse à Folha Online.
Os dois irmãos, filhos de mães diferentes, brigam na Justiça. Mauro tem duas ações contra Liv, uma em que pede uma procuração para administrar os bens de Dominguinhos, e outro acusando a irmã de impedir sua entrada no apartamento do pai em São Paulo, onde ele estava morando desde a transferência do músico para o Sírio-Libanês. Liv negou e disse que quer somente entender a intenção de Mauro e diz que se ele pretende morar no local deve arcar com as despesas.
"Todo mundo sabe que quem cuida das coisas do meu pai há mil anos sou eu. Quando meu pai ainda estava consciente, resolveu que minha mãe seria sua procuradora e que nós cuidaríamos das coisas dele. Meu pai resolveu que daria isso à minha mãe, não ao filho dele. Não precisa falar mais nada, não é?", diz Liv.

Dominguinhos tem diabetes e luta contra um câncer de pulmão.

Fonte: Correio da Bahia