quarta-feira, 15 de maio de 2013

Telescópio espacial 'caçador de planetas' está danificado, diz Nasa

Nasa
Ilustração conceitual do Kepler no espaço: caça a planetas pode estar no fim
O telescópio espacial Kepler da Nasa, que vasculha o universo atrás de planetas fora do Sistema Solar, está sofrendo problemas técnicos, e a agência espacial americana não sabe dizer se ele voltará a funcionar.
Nesta quarta-feira (15) a Nasa convocou uma coletiva de imprensa para anunciar que o Kepler perdeu a segunda das quatro rodas que controlam sua orientação no espaço, e com isso, o telescópio entrou em modo de segurança. Para funcionar com a precisão necessária, o Kepler precisa de três rodas.

Veja alguns dos exoplanetas descobertos até agora
Se os engenheiros não conseguirem consertar o problema, a falha significa que o telescópio não poderá continuar procurando pelos chamados exoplanetas. Mas a Nasa ainda tem esperanças que o Kepler volte a funcionar.
"Eu não diria que a Kepler já acabou," disse o chefe de Ciências da Nasa John Grunsfeld.

Entenda: Estudos dizem que existem 17 bilhões de 'Terras' na Via Láctea
O Kepler foi lançado em 2009, com o objetivo de buscar planetas parecidos com a Terra. Até agora, já confirmou a existência de 132 planetas e encontrou mais de 2.700 candidatos a planeta. O custo total da missão é de 600 milhões de dólares até o momento.
Charles Sobeck, um dos gerentes da missão, disse que há um arquivo de dados enviados pelo telescópio que ainda precisa ser analisado, com material para dois anos de trabalho, ainda que se confirme que o Kepler não possa mais funcionar. O Kepler concentrou seu trabalho em um trecho da Via Láctea contendo mais de 150 mil estrelas, registrando leves diminuições no brilho estelar - um sinal de que há um planeta passando na frente de uma estrela.

Galeria: imagens do espaço
A falta de uma das rodas faz com que o telescópio não possa apontar com precisão onde os técnicos desejam, fazendo com que os dados sejam inexatos.
Nas próximos semanas, os técnicos vão tentar consertar a roda danificada ou procurar outras soluções para solucionar o defeito. Eles também vão planejar outros usos para o telescópio caso ele não possa mais rastrear planetas.
(Com informações da AP)

Revista cita 'efeito Angelina Jolie' e coloca atriz em capa sobre cirurgia

G1 - Angelina Jolie é capa da nova edição da revista norte-americana "Time", divulgada nesta quarta-feira (15). A atriz declarou na terça-feira (14) que passou por uma dupla mastectomia preventiva, uma cirurgia para retirada dos seios.
A reportagem vai ser publicada no site da "Time" na quinta-feira (16) e chegará às bancas dos EUA na sexta (17).
A chamada de capa da Time cita "o efeito Angelina Jolie". "A dupla mastectomia de Angelina Jolie coloca o teste genético sob holofotes. O que sua escolha revela sobre calcular risco, susto e tranquilidade", anuncia a revista na capa.
"Jolie, em consenso quase universal, fez a escolha certa. Ela fez teste positivo para o gene relacionado ao câncer BRCA1, com a possibilidade de que ela desenvolveria a doença em terríveis 87%; depois da cirurgia, os médicos colocaram o número em apenas 5%. Mas muitos especialistas se preocupam com a leitura exagerada das lições. Os testes genéticos são uma ciência jovem", diz o site da revista no anúncio da reportagem.

Angelina Jolie na capa da revista 'Time' (Foto: Reprodução)

Cirurgia
A revelação de Angelina Jolie sobre a cirurgia foi feita em um artigo chamado "My Medical Choice", publicado no jornal americano “The New York Times”, na terça-feira.
"Minha mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56", diz a atriz no começo do texto. "Ela viveu o suficiente para conhecer seus primeiros netos e segurá-los nos braços. Mas minhas outras crianças nunca terão a chance de conhecê-la e sentir quão amável e graciosa ela era", afirma.
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A atriz Angelina Jolie nesta quinta-feira (11) em Londres (Foto: Reuters) 
A atriz Angelina Jolie em foto de abril de 2013 (Foto: Reuters)

"É difícil escrever livro fácil", diz o autor de 'O Código Da Vinci'

Desde que O Código Da Vinci se transformou no romance mais vendido da história, Dan Brown também tem seus próprios códigos: religião e arte voltam a atrair o olhar de Robert Langdon em Inferno, mas o autor reivindica a compatibilidade entre complexidade e best-seller.

"Não há nada mais difícil que escrever um livro fácil de ler", declarou Brown em entrevista à agência Efe. "Pelo contrário, é muito fácil escrever um livro difícil de ler. O truque para que as páginas voem tem muito a ver com mostrar algo novo em cada página", acrescentou.

Brown, especialista em tecer tramas que não deixam o leitor respirar, esquadrinha desta vez a complexa estrutura da obra-prima de Dante Alighieri, A Divina Comédia, e toma de sua primeira parte a inspiração para passear e interpretar as ruas de Florença, onde desperta sem memória seu personagem fetiche: o catedrático de Simbologia da Universidade de Harvard, Robert Langdon.

 Dan Brown Foto: Getty Images


Intrigas de poder que unem as desmoralizações do século XIV com as do XXI surgem deste Inferno, que chegou nesta terça-feira (14) às livrarias dos Estados Unidos. Brown leu Dante na adolescência, mas apenas há pouco tempo entendeu a influência definitiva que tinha para a modernidade esse passeio de Virgilio pelos nove círculos que conduzem ao reino de Satanás.

Foi então que decidiu investigar o que poderia encontrar ali seu alter ego Langdon, ao ver tão claramente reunidos todos os elementos de sua mágica equação: arte, religião e conspiração. "A arte imita a vida e a vida imita a arte. A arte funciona como um reflexo do que realmente estamos pensando e, em muitos casos, a religião funciona da mesma maneira. É um reflexo de perguntas para as quais seguimos clamando respostas", refletiu Brown.

Após convencer com sua análise de A Última Ceia de Leonardo da Vinci o número recorde de 81 milhões de leitores, e manter o nível em O Símbolo Perdido, o escritor e Langdon chegam ainda mais audazes a esta mefistofélica trama.

"Adoro este personagem, cada vez tem mais inteligência e melhor entendimento do mundo que o rodeia. Além disso, acho que os leitores gostam de voltar a encontrar-se com personagens que já conhecem", explicou o escritor.

Transformado em milionário (com seu sucesso atual editou obras do passado como A Fortaleza Digital e A Conspiração), não tem a crítica ao seu lado, mas também não se preocupa. "Escrevo o livro que eu gostaria ler. Só espero que o leitor tenha o mesmo gosto", afirmou entre risos.

E, após a rentabilidade comercial das adaptações cinematográficas de O Código Da Vinci e Anjos e Demônios, dirigidas por Ron Howard e protagonizadas por Tom Hanks, já espera que Inferno se transforme no terceiro filme baseado em sua obra.

"Tenho certeza de que haverá um filme de Inferno. Estes livros são muito cinematográficos e neste acontecem muitas coisas que se desenvolvem em cenários espetaculares que funcionam muito bem no cinema", assegurou.

Brown, aliás, já tem aura de estrela de Hollywood. Para a promoção de Inferno, concede as entrevistas sem entrar em contato com o jornalista, mas enviando as respostas em um vídeo através de internet.

Fonte: Terra

Casal gay vai a cartório do Rio para transformar união em casamento civil

A decisão do Conselho Nacional de Justiça que proíbe os cartórios de recusar a celebração de casamentos de pessoas do mesmo sexo começa a partir desta quinta-feira (16). O casal Roní e Gilson foi ao cartório nesta quarta-feira (15) dar entrada nos papéis para transformar a união estável deles em casamento civil. Roní tem pressa porque vai ter que fazer um transplante de medula em junho, como mostrou o RJTV.

Uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabelece que os cartórios não poderão se recusar a celebrar o casamento civil ou converter a união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo. A determinação já foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico. Pode ser o fim de uma espera para muitos casais que buscam uma garantia para seis direitos.
O casamento civil confere mais proteção e direitos ao viúvo, principalmente em relação a heranças e permite obtenção de financiamentos e a possibilidade de adoção. Já na união estável, o parceiro só tem direito a herança sobre os bens adquiridos na união e precisa de outros documentos além da escritura pra receber benefícios.
No Rio, uma portaria da Vara de Registros Públicos determina que os pedidos de casamento entre pessoas do mesmo sexo sejam encaminhados para avaliação do juiz responsável. Luiz Henrique Oliveira Marques disse nesta terça-feira (14), antes da publicação do CNJ, que costuma não autorizar os pedidos.
O RJTV procurou o juiz Luiz Henrique Oliveira Marques, mas ele estava em uma audiência. O Tribunal de Justiça do Rio informou que algumas cidades do país, como o Rio de Janeiro, contam com a Vara de Registros Públicos e que nessas localidades, os pedidos de casamento ou de união estável são encaminhados para o juiz, que tem autonomia para tomar as decisões. No caso de o pedido ser negado, o casal pode recorrer.

Fonte: G1

Coleção 'Super Hits 2013' - lançamento

A coleção Super Hits 2013 conta com vários sucessos internacionais e nacionais da Dance Music, desde 1990 até 2013! - em um dos CDS, está presente o single novo do cantor sul-coreano PSY Gentleman!

Baixem e dancem muito!










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