quarta-feira, 24 de julho de 2013

Papa condena liberalização das drogas e diz que enfrentar o tráfico exige um desafio da sociedade

Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O papa Francisco condenou hoje (24) a liberalização do uso de drogas, ao discursar na inauguração do Polo de Atendimento a Dependentes Químicos, do Hospital São Francisco, no bairro da Tijuca, zona norte do Rio. “Não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química. É necessário enfrentar os problemas que estão na raiz do uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança no futuro”, disse.
O papa começou o discurso fazendo referência a São Francisco de Assis, patrono da ordem religiosa que mantém o hospital, onde a unidade inaugurada atenderá 70 dependentes químicos, entre eles usuários de crack. “Quero abraçar a cada um e a cada uma de vocês, que são carne de Cristo, e pedir a Deus que encha de sentido e de esperança segura o caminho de vocês e também do meu. Abraçar, abraçar...precisamos todos aprender a abraçar quem passa necessidade, como fez São Francisco de Assis”, declarou.
Durante a solenidade, que reuniu cerca de 1,5 mil pessoas, Francisco ouviu atentamente do arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, e do padre Manuel Manganão, da Pastoral da Sobriedade, relatos sobre o trabalho de assistência aos dependentes químicos prestado pela Arquidiocese do Rio, em colaboração com órgãos federais e estaduais e a iniciativa privada.
Os momentos mais emocionantes foram os relatos de dois ex-usuários de drogas submetidos a tratamento pelo Programa de Assistência a Dependentes da arquidiocese. Um deles disse que depois de passar 17 anos se drogando, mas há 11 anos está livre do vício. O outro declarou que parou de se drogar há pouco mais de um ano. Os dois ganharam presentes e foram abraçados pelo papa.
Em uma veemente condenação ao tráfico, Francisco condenou o egoísmo que prevalece no mundo de hoje e desafiou a sociedade a enfrentá-lo. “São tantos os mercadores de morte que seguem a lógica do poder e do dinheiro, como a chaga do tráfico de drogas, que favorece à violência e que semeia a dor e a morte e que exige da inteira sociedade um ato de coragem”.

Edição: Aécio Amado

Beatriz Segall sofre queda feia e fica com olho roxo

Beatriz Segall, 86, caiu e ficou com um dos olhos bastante roxo. O incidente aconteceu no último domingo (21). A atriz tropeçou quando chegava ao teatro para assistir à peça 'O tempo e os Conways', em cartaz no Rio de Janeiro.

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Assim que chegou ao local, ela tropeçou na calçada e bateu com o rosto no chão. “A calçada estava esburacada. Foi um tombo feio. Minha sorte é que as pessoas em volta me acudiram”, contou ao jornalista Ancelmo Gois.

 
Foto: Reprodução / Arquivo pessoal / coluna Ancelmo Gois


Beatriz foi levada para uma clínica para os primeiros socorros. “É impressionante como estas calçadas de pedras portuguesas do Rio estão em péssimas condições. Como pode chegar a este ponto?”, lamentou.

Fonte: Yahoo

"Cantei para ele até os últimos minutos", diz mulher de Dominguinhos

Após a morte de Dominguinhos, às 18h desta terça-feira (23), em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas, a mulher do cantor, Guadalupe Mendonça conversou com o Terra e contou que esteve com o marido em seus momentos finais. "Cantei para ele até os últimos minutos", disse.

O músico, de 72 anos, lutava há sete anos contra um cancêr de pulmão e estava desde o dia 17 de dezembro internado com pneumonia e arritmia cardíaca. Segundo Guadalupe, no momento da morte, Liv Moraes, filha do artista, fazia um show em homenagem ao pai no Recife, em Pernambuco. "Já falei com ela e ela está vindo para São Paulo. Só aqui vamos decidir o que fazer. É um momento de muita dor".

Dominguinhos foi internado em estado grave no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Joana, no Recife, no dia 17 de dezembro do ano passado. Pouco menos de um mês depois, em 13 de janeiro, ele foi transferido para o Sírio-Libanês, em São Paulo, a pedido de seus familiares.

Na época da internação na capital paulista o tratamento era avaliado de forma positiva, já que ele respondia de forma satisfatória a ele. No dia 9 de julho, no entanto, Dominguinhos piorou e precisou ser transferido às pressas para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital. O estado já era avaliado como grave pelos médicos.

Em outra ocasião, em agosto de 2011, ele cancelou uma série de shows também por conta de seu estado de saúde. Na ocasião, o motivo foi uma falta de ar, consequência de um problema no coração que o obrigou a ser submetido a um cateterismo e a uma angioplastia.

Carreira
José Domingos de Morais, mais conhecido como Dominguinhos, nasceu em Garanhus, no dia 12 de fevereiro de 1941. Instrumentista, cantor e compositor, ele começou a carreira no trio de irmãos Os Três Pinguins, quando tinha sete anos. Em uma das apresentações, o grupo tocou para Luiz Gonzaga, que encantado com a habilidade do menino resolveu apadrinhá-lo. Em 1954, foi para o Rio de Janeiro tentar construir sua carreira.

Na capital fluminense, ganhou uma sanfona de Gonzagão e formou com Miudinho e Borborema o Trio Nordestino. Em 1967 Pedro Sertanejo levou o rapaz para gravar discos de forró como solista. Um ano depois, conheceu Anastácia, sua primeira mulher, que também foi parceira musical em canções de sucesso como Eu Só Quero Um Xodó, Tenho Sede, Saudade Matadeira e Forró em Petrolina.

No pós-tropicalismo, firmou parcerias com Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Durante o período, conheceu e se casou com Guadalupe, sua segunda mulher. Com Chico Buarque escreveu Tantas Palavras e Xote da Navegação. Apesar de tantos nomes já famosos, foi com Nando Cordel que fez uma de suas canções mais famosas: De Volta pro Aconchego, que viria a se popularizar na voz de Elba Ramalho.

Em 2002, foi vencedor do Grammy Latino, com o álbum Chegando de Mansinho. Quatro anos depois, levou o Prêmio Tim como Melhor Cantor Regional. Em 2010, ganhou o Prêmio Shell de Música. O último álbum do cantor, Yamandu + Dominguinhos, foi lançado em 2008.

Fonte: TERRA

Papa anuncia que voltará ao Brasil em 2017

O Papa Francisco anunciou, esta quarta-feira, que voltará ao Brasil em 2017, para as celebrações dos 300 anos da descoberta da imagem da Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul.

«Eu peço um favor, com jeitinho, rezem por mim. Necessito. Que Deus os abençoe e Nossa Senhora Aparecida cuide de vocês. Até 2017, porque eu vou voltar», disse o Papa aos milhares de fiéis que assistiam à missa celebrada na basílica da Aparecida.


 Papa Francisco celebrou missa no Santuário da Aparecida (foto AP)

Francisco desculpou-se por falar em espanhol e perguntou aos populares se uma mãe poderia esquecer os seus filhos, tendo depois benzido os fiéis com a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Ainda durante a missa, o Papa pediu aos fiéis para não perderem a esperança, porque Deus é mais forte do que o diabo.

«Ainda que o diabo, o mal, exista, não é o mais forte, o mais forte é Deus», disse.

Ainda esta quarta-feira, o Papa vai visitar o seminário de Bom Jesus para benzer a imagem do Frei Galvão, proclamado santo por Bento XVI em 2007. Francisco deverá, depois, regressar ao Rio de Janeiro, onde irá visitar o Hospital de São Francisco de Assis na Providência, que acolhe jovens toxicodependentes e alcoólicos.


Fonte: A Bola

Bárbara Paz diz que muitas mulheres se identificam com Edith

Assim que recebeu os roteiros dos primeiros capítulos de Amor à Vida, Bárbara Paz viu que trataria de um tema que poderia gerar muito debate nas ruas. Principalmente pelo fato de sua personagem, Edith, casada com o homossexual Félix (Mateus Solano) na trama, flagrá-lo, já na primeira semana de exibição, na companhia de outro homem.

O que a atriz não imaginava era que isso poderia provocar uma série de confissões e desabafos por parte do público nas ruas. Mais ainda de mulheres que já sofreram na pele situações parecidas com a da retratada na ficção. "Outro dia eu estava no teatro e uma fã veio conversar comigo, dizendo que viu a mãe passar várias vezes pelo que minha personagem passou. A gente acha que é raro, mas isso é mais comum do que se acredita", diz ela, entregando que não poderia estar mais feliz com a repercussão em cima da relação do casal na história de Walcyr Carrasco.

Atriz está no ar na novela das 21h da Globo Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press
Atriz está no ar na novela das 21h da Globo
Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press

Para viver Edith, que trabalha como estilista, Bárbara decidiu pesquisar a fundo o universo da moda. A intenção principal era descobrir a melhor maneira de manusear os tecidos e entender como funcionam as relações nesse mercado profissional. E contou ainda com a ajuda do preparador de elenco da própria novela, Sergio Penna. Até hoje, aliás, ela tem encontros com o profissional. "Sou uma atriz em formação ainda. A cada trabalho, aprendo mais um pouco. Não tenho a menor vocação para me sentir em zona de conforto e achar que sei tudo. Minha onda é experimentar." 

Na verdade, interpretar Edith dá continuidade a um processo no mínimo curioso na carreira de Bárbara na TV. A atriz iniciou sua trajetória em novelas interpretando heroínas românticas em Marisol e Maria Esperança, e fazendo uma amiga da mocinha em Cristal, todas no SBT. Mas, desde que assinou com a Globo, vem ganhando personagens que circulam por tramas um tanto quanto undergrounds.

Em Viver a Vida, viveu a "drunkorexica" Renata; em seguida, foi escalada para interpretar a vilã Virgínia em Morde & Assopra. "É interessante porque acho que essa linha de personagens tem até mais a ver com meu físico. E mostra que sou capaz de fazer desde as mocinhas até os mais estranhos tipos", diverte-se ela, que esbanja charme e sensualidade aos 38 anos. 

Outra preocupação de Bárbara foi com o visual de Edith. Tanto que a mudança ocorrida na passagem de 12 anos na história foi uma sugestão da própria atriz. Adepta dos cortes mais curtos, ela defendeu para a equipe de Amor à Vida a ideia de que isso deixaria um ar moderno e condizente com o ambiente em que a personagem transita.

O resultado até poderia ficar próximo demais de seu último papel, em Morde & Assopra. Mas o tom louro distancia qualquer tipo de comparação entre as duas caracterizações. "Eu usava cabelo curto na adolescência e agora não tenho mais paciência e nem vontade de deixar crescer. Quando é preciso para algum trabalho, é só colocar um aplique", diz.  

Atriz interpreta Edith em Amor à Vida Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press
Atriz interpreta Edith em Amor à Vida
Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press
Em seu terceiro trabalho na Globo, Bárbara garante que encara o ritmo de gravar telenovelas da emissora – atualmente com cinco folhetins no ar, entre "Malhação" e "Saramandaia" – com entusiasmo. Na época em que ficou no casting do SBT, a atriz gravou três novelas em seis anos, uma média de uma a cada dois. Agora, em seu quarto ano de contrato com a emissora, já está na terceira, a segunda delas no horário nobre.

"Adoro fazer novela. Moro no Brasil e sei da importância que o gênero tem na cultura do país", afirma.

Ainda assim, Bárbara não esconde o interesse em poder participar de outros projetos tocados pela emissora. Como, por exemplo, os seriados. Além disso, conta que sonha trabalhar com alguns nomes com quem cruza nos corredores do Projac, complexo de estúdios da Globo. "Sou fascinada por tudo que o Ricardo Waddington faz e sinto o mesmo agora pela Amora Mautner. São diretores com um olhar ímpar. E gosto bastante do trabalho do Guel Arraes também", enumera.


Tudo ao mesmo tempo
Bárbara Paz tem contrato longo com a Globo e não ficou muito tempo fora do ar depois que, em 2009, passou a fazer parte do banco de atores da emissora. Mas sua inquietude artística transparece a todo momento. A atriz se mostra satisfeita com a fase atual na carreira. Porém se envolve nas mais diversas atividades mesmo enquanto grava uma novela.

Agora mesmo, por exemplo, ela escreve um livro, se prepara para ensaiar um espetáculo, planeja uma instalação com suas fotografias e artes plásticas e ainda trabalha em cima de dois documentários como diretora. Um deles sobre o próprio marido, o diretor Hector Babenco. "Não consigo parar. Ócio é algo que não existe em minha vida. Nem me considero atriz, mas sim uma criadora. Como ainda não tenho filhos, posso me dedicar plenamente à arte", ela explica.

Outro projeto de Bárbara é investir em um centro de bikram yoga – cuja prática se dá em salas aquecidas a uma temperatura superior a 40ºC – no Rio de Janeiro. A atriz tem como parceiras nesse empreendimento duas amigas: uma que vive na Inglaterra e outra que mora na França. E pretende também, em breve, ter uma residência na capital fluminense. "Minha casa será sempre em São Paulo, mas acho que é importante ter um cantinho por aqui. Sempre fico em hotel e não é a mesma coisa. Isso deve facilitar minha vida e meus diversos projetos." 


Instantâneas
Todas as novelas que Bárbara Paz fez na Globo tinham Mateus Solano no núcleo principal. Em Viver a Vida, os dois chegaram a fazer par romântico. "O bacana é que já nos conhecemos bem. Um sabe o que esperar do outro em cada cena", ela diz
Bárbara venceu a primeira edição do reality show Casa dos Artistas, em 2001, no SBT. Foi assim que se tornou "queridinha" de Silvio Santos e garantiu a vaga como protagonista de Marisol, sua primeira novela na emissora, no ano seguinte
A atriz apresentou, dirigiu e produziu todos os 13 filmes do projeto Curta Brasil, que o Canal Brasil exibiu em 2010
Bárbara é formada pelo Teatro Escola Macunaíma e pelo Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho. Ela também cursou jornalismo e já trabalhou com grupos teatrais como Parlapatões, Pia Fraus e o Grupo TAPA

Fonte: TERRA

Médico de Michael Jackson ameaça produtora e família do cantor

Conrad Murray está irritado por ser forçado a testemunhar no processo em que a família de Michael Jackson move contra a produtora AEG, responsável pela turnê que o rei do pop faria antes de morrer. De acordo com o site TMZ, ele ameaçou pela segunda vez as duas partes.

Murray insinua que apresentará um testemunho destrutivo, sugerindo que mantém um grande segredo, não revelado até agora por respeito a Michael Jackson e sua família. 

Em conversa com um amigo, ele mandou um recado: "por favor, parem! Se não fizerem isso...este é meu último aviso para ambos os lados. Não me obriguem a depor. Considerem isso um alerta nuclear. Já chega".


Conrad Murray, médico condenado por aplicar uma dose letal de propofol em Michael Jackson Foto: Getty Images
Conrad Murray, médico condenado por aplicar uma dose letal de propofol em Michael Jackson
 

Murray foi condenado a quatro anos de prisão por aplicar uma dosagem exagerada de Propofol em Michael Jackson, o que o levou à morte. A mãe de Michael move uma ação contra a AEG para provar que a produtora foi negligente ao contratar Murray e falhou ao não supervisionar os procedimentos do médico junto ao filho, que sentia muitas dores após os ensaios, por isso o uso de anestésicos.

Para conseguir mover a ação contra a AEG, Katherine precisaria do apoio de Murray, que se recusa a colaborar, para não se complicar em futuros processos.

Fonte: TERRA

Britânica adia tratamento contra câncer para proteger sonho de ser mãe




Casal britânico defende aconselhamento sobre tratamentos de fertilidade em casos de câncer. Foto: Arquivo pessoal
Casal britânico defende aconselhamento sobre tratamentos de fertilidade em casos de câncer. Foto: Arquivo pessoal
 
Em março de 2008, médicos disseram à britânica Amy Miller que ela tinha câncer no intestino.

Ao ouvir o diagnóstico, o primeiro pensamento que ocorreu à paciente, na época com 32 anos de idade, foi vencer a doença.

"Eu disse aos médicos, meu Deus, façam alguma coisa imediatamente".

Mas os médicos sugeriram que ela adiasse o tratamento por 20 dias.

Àquela altura, o tumor tinha cerca de 10 centímetros de diâmetro e estava localizado em um ponto muito próximo dos órgãos reprodutores de Miller.

"Isso pode não ser aconselhável para todo mundo, mas no meu caso não era uma forma agressiva de câncer e me disseram que um atraso de 20 dias não faria qualquer diferença em relação à eficácia do tratamento, disse Miller, que é PhD em história da arte medieval, à BBC.

"Por outro lado, sem esse atraso, eu jamais seria capaz de ter meus próprios filhos".

'Conversa difícil'
Logo após o diagnóstico, Miller e o namorado Justin Ward %u2500 hoje seu marido %u2500 receberam aconselhamento de um especialista em fertilidade.

"Eu não estava desesperada para ter filhos", disse Miller.

"Eu tinha 32 anos, estava estudando para o meu PhD e meu marido também. Não tínhamos pensado em ter filhos. Mas termos de nos deparar com a possibilidade de nunca poder tê-los, isso era muito diferente".

Tratamentos para câncer frequentemente destroem os óvulos da mulher e deixam a paciente infértil, mas com uma intervenção médica no início do processo, os óvulos podem ser extraídos e fertilizados, e os embriões podem ser congelados e guardados até que o casal decida usá-los.

"De repente, tivemos de ter uma conversa muito difícil. Ainda estávamos assimilando a notícia do câncer, não sabíamos se eu ia sobreviver e eles estavam perguntando se pretendíamos ter filhos".

Eram decisões sérias para um casal. "Eles explicam como funciona a adoção e discutem o que aconteceria aos embriões se nos separássemos, ou caso um de nós morresse".

De fato, foram conversas difíceis, diz ela. "Mas estou tão feliz que tenham feito isso".

Sem culpa
Miller, que é da cidadezinha de Kenilworth, no condado de Warwickshire, na Inglaterra, conta que, em meio ao intenso tratamento para o câncer, as sessões de aconselhamento sobre fertilidade lhe trouxeram conforto.

"Quando você está lidando com o câncer, não sabe se terá algum futuro. Fazer o tratamento para fertilidade, criar embriões viáveis, fez com que me sentisse bem porque eu sabia que se algo acontecesse, ao menos Justin e minha família teriam algo de mim que sobreviveria no futuro".

"Acho importante receber aconselhamento e ter essas conversas a respeito do impacto (do tratamento) sobre seus órgãos reprodutores logo no início. E não apenas se você quer ter filhos. É compreensível que os oncologistas queiram se focar no tratamento do câncer, mas o câncer não deve definir a pessoa".

"Tomar decisões sobre seu próprio sistema reprodutivo é importante para que mantenhamos nossa percepção de nós mesmos como seres inteiros, isso dá mais controle ao paciente".

Quatro anos após ter sido operada e recebido sessões de radioterapia, Miller continua livre do câncer. Ela diz, no entanto, que não tem planos imediatos de começar uma família. Por outro lado, ela e o marido não sentem qualquer pressão nesse sentido, disse.

"Um resultado positivo disso tudo é que não me sinto culpada por ter filhos mais tarde na vida, porque meus óvulos foram congelados quando eu tinha 32. E como teríamos de usar uma barriga de aluguel, não existe qualquer risco para o bebê por conta desse atraso".

Adolescentes
A entidade beneficente britânica The Teenage Cancer Trust, que oferece assistência a adolescentes com câncer, disse que mulheres jovens que sofrem de câncer - e que requerem tratamentos que podem prejudicar suas chances de ter filhos - deveriam receber mais atenção dos médicos.

E o oncologista infantil Dan Yeomanson, do Children's NHS Foundation Trust, em Sheffield, disse que é importante conversar sobre fertilidade com pacientes jovens - especialmente mulheres - antes do início do tratamento, mesmo que não haja opções disponíveis para preservar a fertilidade do paciente.
 
Fonte: Diário de Pernambuco

Amanda Bynes não será indiciada por crimes, diz site


Amanda Bynes (Foto: Splash) 
Amanda Bynes (Foto: Arquivo/Splash)
 
Amanda Bynes não será acusada de nenhum crime, segundo o site "TMZ". A atriz, que apresenta sinais de esquizofrenia, deixará de responder por seus atos, como ter iniciado um pequeno incêndio na garagem de uma casa em Thousand Oaks, na Califórnia, estopim para que fosse internada na última segunda-feira, 22.
Segundo fontes da publicação, o Ministério Público não a culpará pelo incêndio ou qualquer outro delito ligado ao incêndio da garagem, como ter jogado gasolina em seu cachorro. Os policiais e promotores devem avaliar sua conduta como não-criminal por conta da doença mental. Eles entenderam que ela precisa de ajuda profissional, e não punição.
No entanto, a lista de polêmicas de Amanda é longa. Na última quinta, 18, ela foi expulsa do hotel Ritz-Carlton, em Nova York. De acordo com o "TMZ", a atriz estaria fumando maconha em seu quarto e teria sido mal educada com os funcionários do estabelecimento.
No começo do mês, ela foi depor na delegacia usando uma peruca azul. O motivo da audiência foram as alegações de que Bynes teria jogado um objeto de vidro usado para o fumo pela janela de seu apartamento em maio, segundo informações do site "TMZ".
De acordo com a polícia, a atriz teria jogado o objeto após ter sido presa, mas ela nega a acusação. Ela, inclusive, diz que foi assediada sexualmente durante a prisão tendo levado um tapa em suas partes íntimas. Bynes também afirma que os policiais entraram em seu apartamento ilegalmente.
Durante a audiência a atriz se manteve silenciosa a maior parte do tempo e o caso deve ter um novo capítulo apenas numa nova audiência, marcada para o dia 26 de agosto.

Fonte: EGO

Bebê real se chama George, como queriam os ingleses

O bebê real se chama George Alexander Louis, anunciou nesta quarta-feira a Clarence House, a residência oficial do príncipe Charles e responsável pela divulgação dos assuntos relacionados a ele, sua mulher, príncipes Harry e William e Kate. O primogênito de Kate Middleton e do príncipe William recebe, portanto, o tratamento formal de Sua Alteza o Príncipe George de Cambridge. O primogênito é o terceiro na linha sucessória ao trono da Inglaterra e, quando se tornar monarca, vai ser George VII.

 Filho recém-nascido do Príncipe William e Catherine, Duquesa de Cambridge é visto em um assento de carro fora do Hospital de Santa Maria, em Londres

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O nome coincidiu com a maioria dos palpites feitos nas casas de aposta da Inglaterra. Se fosse menina, Alexandra foi o nome mais votado.
George VI é bisavô de William, pai de Elizabeth II, e foi retratado no filme O Discurso do Rei, protagonizado por Colin Firth, que ganhou o Oscar de melhor ator pela atuação.
Agilidade - A escolha foi considerada rápida para os padrões da realeza britânica. Seu pai, por exemplo, teve o nome anunciado somente após uma semana do nascimento. Bem mais rápido do que o avô paterno do príncipe George, que recebeu o nome Charles perto de completar um mês de vida.
Visitas - A rainha Elizabeth foi ver seu bisneto na manhã desta quarta-feira antes de Kate e William deixarem o palácio de Kensington para passar os primeiros dias ao lado do filho na casa dos pais da mamãe real, no condado de Berkshire, localizado a 14 quilômetros de Londres. A tia Pippa Middleton visitou o bebê na noite desta terça-feira.  
Através do departamento de relações públicas do palácio Kensington William e Kate pediram privacidade para se dedicar ao bebê.

Fonte: VEJA