segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quadro "falso" é confirmado como Van Gogh

  • AP Photo
    Pintura ficará exposta ainda neste mês em um museu na Holanda


Uma paisagem francesa que passou um século guardada em um sótão por ser considerada uma tela falsa de Vincent van Gogh, na verdade, é um trabalho autêntico, segundo o resultado de um novo estudo divulgado nesta segunda-feira, 9.
A tela Ocaso em Montmajour, que mostra azinheiras retorcidas e uma distante ruína banhada pela luz do entardecer, foi pintada em 1888, quando Van Gogh vivia em Arles, no sul da França.
A pintura, pertencente a um colecionador privado, será exposta a partir deste mês, durante um ano, no Museu Van Gogh, em Amsterdã.
Ao apresentar a tela na segunda-feira em uma entrevista coletiva, Axel Rueger, diretor do museu, disse que se trata de "uma obra de transição na obra (de Van Gogh), e, além do mais, de uma pintura grande de um período que é considerado por muitos como o ápice da sua realização artística, seu período em Arles".
Em 1991, após ser procurado pelos proprietários para fazer uma avaliação, o Museu Van Gogh havia concluído que a tela não era de autoria de Van Gogh.
Mas novas pesquisas, incluindo uma análise dos pigmentos e da sua descoloração, além de cartas do próprio Van Gogh, fizeram os especialistas do museu mudarem de ideia.
Em carta datada de 5 de julho de 1888 ao seu irmão Theo, Van Gogh descrevia a cena pintada na véspera, mas se dizia frustrado. "Trouxe de volta um estudo também, mas estava abaixo do que eu desejava", escreveu o artista.
Aparentemente, a obra foi adquirida em 1908 pelo industrial norueguês Christian Nicolai Mustad, que foi depois alertado sobre sua suposta falsidade, e por isso a escondeu da vista do público.

Fonte: Portal A Tarde

Família é encontrada morta em SP; pai é principal suspeito de envenenar esposa e filhos

Uma família de quatro pessoas foi encontrada morta na manhã deste domingo (8) no município de Cotia, na região metropolitana de São Paulo. De acordo com o delegado que investiga o caso, Ricardo Pagrion Filho, a polícia está trabalhando com a hipótese de homicídio seguido de suicídio. O principal suspeito de ter cometido os crimes é o cabeleireiro Claudinei Pedrotti Júnior, de 39 anos, que teria matado a sua esposa, também cabeleireira, Suelen Cristina da Silva, de 26 anos, e seus dois filhos: Vitória, de dois anos, e Pedro Henrique, de sete.
Todos foram encontrados na mesma cama, na casa de três cômodos da família no bairro Mirante da Mata. Na cozinha do imóvel foram encontrados quatro pratos de comida à mesa e uma frase escrita com lápis de cor na parede: "Deus que me perdoe, não consegui cuidar dos meus filhos".
De acordo com o site da revista Veja, o cabeleireiro já havia comentado com uma prima que pretendia matar a família, mas sem entrar em detalhes sobre os motivos que o levariam a considerar estes crimes. Outros parentes foram ouvidos na delegacia e afirmaram que Pedrotti passava por problemas financeiros.


Pai teria escrito mensagem após envenenar comida da esposa e dos dois filhos

A família foi encontrada por um vizinho que sentiu o cheiro de podridão e estranhou a falta de movimentação na casa. Ele então pediu para que um garoto olhasse pela vidraça para tentar localizar a família na manhã de ontem. O garoto avistou os corpos e a polícia foi chamada.
De acordo com o delegado, as quatro vítimas estavam juntas e foram encontradas poças de sangue na residência - mas não há sinal de que tenham ocorrido disparos. A principal linha de investigação é a de que o pai teria colocado veneno na comida de todos. Pedrotti Júnior tinha passagem pela polícia por disparos de arma de fogo.

Fonte: Correio da Bahia

MPF pede reforço policial para conflito no sul da Bahia

  • Joá Souza | Ag. A TARDE
    Índios ocupam várias propriedades rurais como forma de pressionar o governo
Brasília - O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Ministério da Justiça e ao governo da Bahia que reforçem o policiamento no sul da Bahia, sobretudo na região conhecida como Serra do Padeiro, onde índios tupinambás ocupam várias propriedades rurais como forma de pressionar o governo federal a concluir o processo de criação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença.
Após se reunirem com lideranças indígenas, agricultores e com representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Polícia Federal (PF) e de órgãos de proteção dos direitos humanos, os procuradores da República em Ilhéus expediram ofícios ao ministério e ao governo estadual apontando que o número de policiais na região é insuficiente para dar conta do conflito entre índios, produtores rurais e outras pessoas que se sentem ameaçadas pela reivindicação indígena.
Além de pedir o incremento das forças de segurança pública na região, o MPF solicitou ao Ministério da Justiça que se manifeste sobre a criação da terra indígena. A área que os tupinambás alegam ter pertencido ao seu povo mede 47.376 hectares (um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial) e abrange parte do território das cidades de Buerarema, Ilhéus e Una. Foi identificada e delimitada pela Funai em 2009, mas, desde então, os índios continuam esperando que o Ministério da Justiça publique a portaria em que reconhece a área como território tradicional indígena. Para os procuradores da República, o "silêncio gera incerteza, tensão e acirramento dos ânimos, sendo uma das principais causas dos conflitos na região".

Saiba mais


Conforme a Agência Brasil noticiou na última sexta-feira (6), a tensão entre índios e produtores rurais vêm se intensificando nas últimas semanas, apesar da presença da Força Nacional e de o efetivo da Polícia Militar ter sido reforçado na região. Ninguém, nem as próprias lideranças do movimento indígena, sabe ao certo quantas fazendas os índios já ocuparam em cidades como Buerarema (principal foco do conflito), Ilhéus e Una.
Com o número de propriedades ocupadas aumentando, crescem a tensão e os registros de atos de violência. Só nas duas últimas semanas, depois que a Força Nacional chegou à região, estradas ficaram bloqueadas, casas e veículos foram incendiados e estabelecimentos comerciais saqueados. Um trabalhador rural foi baleado durante uma ocupação. Um índio foi morto a tiros em circunstâncias que as autoridades ainda estão investigando, mas que os índios dizem ter relação com a disputa por terras com os produtores rurais. Um carro que transportava três professores do Instituto Federal da Bahia foi atacado após um grupo de pessoas que participava de ato contra a criação da terra indígena identificar que um dos professores era índio. Além de agredir os professores, os agressores levaram o carro, que foi encontrado incendiado.
Na sexta-feira (6), ao ser procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Justiça, a quem está subordinada a Força Nacional informou, por e-mail, que o efetivo militar foi enviado ao sul da Bahia para apoiar a Polícia Federal e as forças locais a garantirem a segurança e evitar conflitos fundiários e que o número de policiais da tropa especial pode ser ampliado caso o governo estadual entenda ser necessário e solicite.

Fonte: Portal A Tarde

Encontro reúne cerca de cem ruivos na avenida Paulista


A avenida Paulista conviveu ontem com uma concentração de ruivos --naturais ou tingidos, que, em meio a conversas sobre a forma de colorir e tratar os cabelos, tomaram a atenção dos flashes de celulares e máquinas fotográficas durante toda a tarde.
Não, não era nenhum protesto. Tratava-se do "2º Encontro de Ruivas e Ruivos SP", organizado por meio do Facebook --e que coincidiu com as comemorações pelo Dia Mundial dos Ruivos.
O grupo que partiu da estação Trianon-Masp do metrô em direção ao parque Trianon reuniu cerca de cem mulheres e homens com cabelos avermelhados ou alaranjados, disse Karol Oliveira, 25, uma das organizadoras --sem contar curiosos e admiradores.
Beatriz Rocha e Patrícia Felix, ambas de 17 anos, foram atraídas pela ideia de "ver muitos ruivos juntos" e também pelo sorteio de brindes.
As duas aderiram ao tom vermelho recentemente. "No dia em que eu pintei o cabelo, uma ambulância com a sirene ligada parou para eu passar", disse Beatriz, originalmente loira.

Fonte: Folha de São Paulo

Katy Perry chega ao topo das paradas na Inglaterra

Graham Denholm/Getty Images
A cantora Kate Perry
Kate Perry: " eu amo o Reino Unido"


LONDRES - A cantora norte-americana Katy Perry já se garantiu como número um na parada de singles britânica pela quarta vez com o seu mais recente lançamento "Roar", mostraram os números das vendas neste domingo.
A música, que já é um hit número um nos Estados Unidos e ao redor do mundo, tirou "Burn", do cantor e compositor inglês Ellie Goulding, do primeiro lugar em sua semana de estreia.
Katy, cujos sucessos anteriores incluem "Firework" e "I Kissed a Girl", vendeu 179.500 cópias na última semana, tornando-se o terceiro single mais vendido do ano, de acordo com a Official Charts Company, que compila a lista semanal.
"Eu amo o Reino Unido", disse Perry em um comunicado. "O Reino Unido é o lugar onde um monte de tendências da música começa." (Por Peter Griffiths)
 
Fonte: Exame

Reprise: Morte do garoto queimado vivo em 2001 ainda não está solucionada


Único condenado pelo homicídio de Lucas Terra, o pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Sílvio Roberto Santos Galiza, ratificou integralmente, nesta quinta, em uma acareação realizada no Fórum Rui Barbosa, o depoimento que prestou em juízo em julho passado. Na presença de Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda, respectivamente pastor e bispo da Iurd, Galiza reafirmou a acusação de que foram eles os autores do crime.

Ao contar detalhadamente a sequência dos fatos ocorridos na data em que Lucas foi assassinado, e no dia seguinte, Galiza também apontou a participação de uma terceira pessoa, identificada apenas como Luís Cláudio, que trabalhava como segurança de Aparecido. Disse também que foi ameaçado pelos três e que teria sofrido uma tentativa de homicídio por envenenamento, na prisão.

Lucas Vargas Terra era obreiro da Igreja Universal no bairro da Pituba e sonhava em ser bispo ou médico porque queria ajudar as pessoas. Tinha 14 anos quando, no dia 21 de março de 2001, foi amarrado, amordaçado, esganado e colocado dentro de uma caixa de madeira. O garoto ainda foi queimado quando ainda estava vivo, na tentativa de que fosse escondida a evidência de que ele teria sofrido abuso sexual. Seu corpo foi encontrado carbonizado em um terreno baldio, na Avenida Vasco da Gama.

Informações - “Lucas presenciou algo que não deveria ter presenciado”, disse nesta quinta em juízo Sílvio Galiza. Ele afirmou que o garoto teria flagrado Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda durante uma relação homossexual – seria este o motivo do homicídio.

Na acareação com Joel Miranda, Galiza pediu para acrescentar novas informações. A juíza do processo, Marivalda Moitinho, no entanto, não permitiu por se tratar de uma acareação e não de uma coleta de depoimento.

As acusações de Galiza foram negadas por Fernando Aparecido e Joel Miranda. A estratégia da defesa é demonstrar a inocência do bispo e do pastor da Iurd, desqualificando o depoimento. “Galiza mente. Esta é a quarta versão que ele dá ao caso”, disse o advogado de Aparecido e Miranda, César Faria.

Ex-pastor Natanael Bufalo está sendo procurado

 


O responsável pelo estupro e pela morte em 2007 da garota Márcia Andrea do Prado Constantino, de 10 anos, está sendo considerado como foragido. Se alguém viu este homem, ou o conhece, ou sabe onde ele se localiza, denuncie, entre em contato com a polícia de sua cidade antes que ele ocasione algum mal a outra pessoa, até mesmo à você ou alguém de sua família.

Champignon, da banda Charlie Brown Jr., é encontrado morto em São Paulo

 

O músico Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35, o Champignon da banda Charlie Brown Jr., foi encontrado morto no início da madrugada desta segunda-feira, em seu apartamento no Jardim Caboré, na zona oeste de São Paulo.
A morte de Champignon ocorre pouco mais de seis meses após a do vocalista da banda, Alexandre Magno Abrão, 42, conhecido como Chorão, encontrado morto em seu apartamento em Pinheiros, na zona oeste de capital.
Morador de um apartamento vizinho, o corretor de imóveis Alexandre Benaion relata que ouviu um barulho de tiro vindo do apartamento do músico por volta da 0h, seguido de gritos da mulher de Champignon, Claudia Bossle Campos, e latidos do cachorro do casal. Eles haviam chegado cerca de dez minutos antes de um jantar com um casal de amigos.
Preocupado, o corretor de imóveis foi ao apartamento do casal para saber o que havia acontecido. Segundo Benaion, a mulher do músico, que está grávida, abriu a porta do apartamento chorando muito e gritando: " Amor, você não fez isso".
Após sentar a mulher em uma cadeira, Benaion foi ao quarto onde o músico guardava instrumentos para verificar o que havia acontecido.
"Foi horrível, vi o Champignon caído no chão com um tiro na boca e uma arma na mão. Havia muito sangue espalhado pela cabeça", disse.
O corretor de imóveis ajudou a mulher do músico a ligar para o Samu (Serviço Médico de Urgência) e para a Polícia Militar. Quando o Samu chegou ao local Champignon já estava morto.
Abalada, a mulher do músico foi levada por amigos a um hospital da região para ser medicada. Segundo amigos do casal, ela está grávida de cinco meses.
Segundo o tenente da Polícia Militar Rafael Elias Franco Pinto, o músico tinha uma pistola 380 em uma das mãos e um tiro na boca. "A delegada deve pedir imagens das câmeras de segurança do prédio", disse.
A delegada Milena Suegama, do 89º Distrito Policial (Portal do Morumbi), foi ao local coletar informações e se limitou a dizer que trabalha com a hipótese de suicídio.
O corpo do músico foi retirado do apartamento pelo IML (Instituto Médico Legal) às 4h51. A perícia deixou o local minutos depois carregando uma sacola e sem falar com a imprensa.

VIGÍLIA
Fã do Charlie Brown Jr., o estudante Gustavo Geromel Baptistella, 18, esteve durante boa parte da madrugada em frente ao prédio onde o músico Champignon foi encontrado morto.
Baptistella, que mora em um prédio vizinho, ficou sabendo por amigos que Champignon morreu e foi para o local. Ele relembra que o músico era simpático e costumava caminhar pelo bairro.
"Um dia tirei uma foto com ele, mas infelizmente não peguei o autógrafo", lamentou o fã.

MÚSICA
Champignon era atualmente o vocalista da banda A Banca, criada pelos membros remanescentes do Charlie Brown Jr. após a morte de Chorão.
O último disco do Charlie Brown Jr., "La Familia 013", gravado antes da morte de Chorão, está programado para ser lançado neste mês.
As 13 músicas inéditas do álbum, o décimo da carreira do grupo, foram gravadas pela formação com Chorão nos vocais, Champignon no baixo, Marcão e Thiago Castanho nas guitarras e Bruno Graveto na bateria.
Entre elas, estão "Meu Mundo Novo" e "Um Dia a Gente se Encontra", faixas que já tocam atualmente nas rádios pelo Brasil.
Em 2009, a banda ganhou o prêmio Grammy Latino com o álbum "Camisa 10 Joga Bola até na Chuva". O último disco lançado pelo Charlie Brown Jr. foi "Música Popular Caiçara - Ao Vivo", no ano passado.
O grupo colecionou hits entre o fim dos anos 90 e o início dos anos 2000, como "Proibida pra Mim", regravada pelo cantor Zeca Baleiro, "Quinta-Feira", "Zoio de Lula", Só por uma Noite" e "Te Levar Daqui" --que foi tema de abertura da novelinha "Malhação", da Globo, entre 1999 e 2006.


Reprodução/Facebook/Charlie Brown Jr oficial
Capa do disco 'La Familia 013', o último de Chorão com Charlie Brown Jr.
Capa do disco 'La Familia 013', o último de Chorão com Charlie Brown Jr.


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Uruguaio comeu ratos durante quatro meses para sobreviver nos Andes

O uruguaio Raúl Circunegui, de 58 anos, foi encontrado com vida no passado dia 8 de setembro, depois de ter desaparecido em maio. Durante os quatro meses que esteve perdido na cordilheira dos Andes, Circunegui sobreviveu alimentando-se de ratos e de passas de uvas.
O homem - que se perdeu quando tentava atravessar a pé as montanhas que ligam o Chile à Argentina, depois da sua moto ter avariado - foi encontrado por agentes da província de San Juan, na Argentina, que se encontravam numa expedição para medir os níveis de neve. O uruguaio estava abrigado numa gruta a cerca de três mil metros acima do nível do mar.
Raúl Circunegui - que pouco se alimentou durante o inverno do hemisfério sul - perdeu cerca de 20 kg. Atualmente está a receber cuidados médicos, uma vez que se trata de um paciente com tensão alta, histórico de tabagismo e claro, sinais de desnutrição e de desidratação.
José Luis Gioja, governador da província de San Juan, explica que ainda não acredita que encontraram o homem - que já entrou em contacto com os familiares - e revela: "Eu perguntei-lhe se ele era crente e ele respondeu que não era até agora".
No ano de 1972 um avião - que transportava uma equipa uruguaia de râguebi - também caiu na cordilheira dos Andes e muitos dos sobreviventes alimentaram-se de carne humana de colegas que morreram no desastre.

Fonte: Visão