sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Felipe Dylon é assaltado no Rio: "Eles me cercaram na calçada"


Felipe Dylon é assaltado no Rio de Janeiro

Felipe Dylon foi assaltado por um grupo de dez garotos na noite do último domingo (22), no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro. A informação é da coluna Gente Boa, do jornal O Globo, desta sexta-feira (27). À publicação, o cantor disse que no momento do crime chovia muito.

— Eles me cercaram na calçada. Um deles agarrou a minha mochila e me empurrou.

O jornal conta que os assaltantes levaram a mochila e a bicicleta do de Dylon. O cantor não registrou queixa.

Fonte: R7

Novo Ford Focus tem versão hatch por R$ 60.990


Novo Ford Focus
Novo Focus: lançado em 2001, o modelo sempre teve boa dirigibilidade, com suspensão bem calibrada para as péssimas ruas brasileiras e conforto para os passageiros

São Paulo - Se fossemos definir o Ford Focus com um adjetivo, "injustiçado" seria a escolha mais adequada. Lançado em 2001, o modelo sempre teve boa dirigibilidade, com suspensão bem calibrada para as péssimas ruas brasileiras e conforto para os passageiros. Generoso, também oferecia uma boa oferta de equipamentos de série. Mas nenhum destes predicados bastou para fazer o modelo cair nas graças do consumidor brasileiro.
A terceira geração do modelo tentará reverter a pecha de eterna promessa atribuída ao carro. Mais moderno, o Focus será oferecido nas versões hatchback e sedã, - este segundo somente com motorização de 2-litros. É justamente este o grande chamariz do modelo: batizado de Duratec Direct Flex, ele é o primeiro motor flexível do mundo equipado com injeção direta de combustível. Sem tanquinho de partida a frio e cheio de tecnologia, o conjunto tem duplo comando variável independente de válvulas, coletor de admissão de alto fluxo, bloco, cabeçote e cárter de alumínio e alta taxa de compressão. A miscelânea resulta em 178 cv com etanol e 175 cv quando abastecido com gasolina, sempre a 6.500 rpm. O torque máximo é de até 22,5 mkgf com etanol no tanque.
O consumo de combustível melhorou até 15,8% frente a seu antecessor. Segundo a Ford, o modelo faz 6,6 km/l e 8,6 km/l com etanol e 9,6 e 12,6 km/l se abastecido com gasolina. A transmissão automática Powershift de seis marchas tem dupla embreagem, mas peca pelas trocas de marcha sequenciais, realizadas por um botão na manopla.
No que diz respeito a design, o Focus Sedan está bem mais esportivo - foi ele o primeiro modelo apresentado; o hatch vem depois. O teto tem uma suave curvatura em direção à traseira e as lanternas invadem uma parte dos para-lamas. Já a frente ainda não traz a nova identidade visual da Ford, com a grade filetada no melhor estilo Aston Martin - a reestilização estreará em breve na Europa, mas ainda deve demorar a chegar aqui. No caso do hatch, saem de cena as antigas lanternas elevadas, entram peças em formato parecido com um bumerangue. A cabine agrupa todos os comandos no console central, com sistema multimídia Sync com entrada USB e comandos de voz, mas sem tela touchscreen nas versões de entrada - a Ford optou por uma tela menor de LCD, mais convencional e menos vistosa.
O conteúdo das versões é o mesmo nas duas carrocerias. A versão de entrada é a S 2.0. Entre os itens de série, traz airbag duplo frontal e laterais, freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem), controles de estabilidade e de tração, assistente de partida em rampas e monitoramento da pressão dos pneus. Em seguida vem a SE, que agrega airbags laterais frontais, bancos revestidos em couro, sensor de estacionamento traseiro e piloto automático. Faltam alguns itens oferecidos na concorrência, vendidos à parte no pacote PLUS, composto por seis airbags (frontais, laterais e de cortina), chave presencial (liga o motor e destrava as portas), sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor fotocrômico, retrovisores com rebatimento elétrico e ar-condicionado digital.
Somente na versão topo-de-linha Titanium é que o Focus oferece a tela touchscreen de oito polegadas, com outra tela de 4,2 polegadas configurável no painel de instrumentos e sistema de som premium da Sony com nove alto-falantes. Os itens do pacote PLUS da SE mais a câmera de ré são oferecidos nesta configuração. A lista de opcionais da Titanium tem faróis bi-xenon com luzes diurnas de LED, teto solar, sensor de estacionamento dianteiro, estacionamento automático e banco do motorista com ajuste elétrico e seis memórias.
A lista de preços do novo Focus Sedan começa em 69.990 reais na versão S. A intermediária SE (que deve ser a preferida do consumidor, segundo a Ford) sai por 74.990 reais sem opcionais e 77.990 reais com o pacote PLUS. Já a Titanium começa em 81.990 reais, podendo chegar a 89.990 reais.
No caso do hatch, a principal diferença frente ao sedã está debaixo do capô: as versões S e SE são vendidas com o motor Sigma 1.6 do New Fiesta, equipado com duplo comando variável de válvulas. São 135 cv com etanol e 131 cv com gasolina e torque máximo de até 17,2 mkgf se o combustível for etanol. A opção mais barata é a 1.6 S, oferecida por 60.990 reais com câmbio manual, airbag duplo, freios ABS, rodas de liga leve de 16 polegadas e sistema SYNC. Em seguida vem a 1.6 SE, vendida por 63.990 reais – se o cliente quiser a transmissão automatizada de dupla embreagem PowerShift, o valor sobe para 69.990 reais. A versão SE com o motor 2.0 Duratec Direct Flex de até 178 cv sai por 72.990 reais e a versão mais requintada, a Titanium 2.0, custa 79.990 reais sem opcionais.

Fonte: EXAME

'Pena tinha de ser maior', diz filho de executivo da Friboi

O estudante de administração Carlos Eduardo Campos Magalhães, de 22 anos, disse na noite desta sexta-feira (27) que já esperava pela condenação da mãe, Giselma Carmen Campos, mas considerou a pena 'branda'. Ela foi condenada a 22 anos e seis meses de prisão pela morte do ex-marido, o diretor-executivo da Friboi Humberto Campos Magalhães, em 2008.
"Achei que ela merecia uma pena maior em razão do que ela fez com o meu pai", disse Carlos Eduardo. Além disso, ele contestou o fato de ela continuar em liberdade enquanto os recursos da defesa não forem julgados. "Se ela tivesse saído presa daqui, seria melhor", afirmou ao deixar o Fórum Criminal da Barra Funda ao lado da avó paterna, Maria Ilda Magalhães. "A gente segue esperando que na hora certa ela seja presa", completou.
Se ela tivesse saído presa daqui, seria melhor"
Carlos Eduardo Campos Magalhães
Além de Giselma, o irmão dela, Kairon Valter Alves, também foi condenado pela morte do executivo. A pena do ex-cunhado da vítima é de 21 anos de prisão, dos quais já cumpriu quatro anos. Ele voltou para o presídio após o fim dos trabalhos do júri.

Ao ser questionado se se sentia seguro com a mãe em liberdade, Carlos Eduardo respondeu: "Não sei. A partir de agora, é um momento complicado, porque agora, com ela estando solta, é um momento perigoso, sim, mas eu acredito em Deus". Ele disse não acreditar que ela vá fugir para outro país enquanto estiver em liberdade.

Carlos Eduardo e avó paterna deixam fórum após julgamento (Foto: Marcelo Mora/G1) 
Carlos Eduardo e avó paterna deixam fórum após
julgamento em São Paulo (Foto: Marcelo Mora/G1)

O promotor José Carlos Consenzo, por sua vez, ficou satisfeito com a condenação dos réus. "Isso coroa um trabalho que vem sendo realizado há muito tempo." E enalteceu o trabalho feito durante as investigações sobre o caso. "A prova técnica que a Polícia Civil nos conseguiu foi algo absolutamente diferenciado. A prova foi exemplar, tanto que ela (Giselma) não teve um único voto a favor dos jurados. Todas as votações foram por unanimidade."
Assim como Carlos Eduardo, o promotor demonstrou sua insatisfação com o fato de ela continuar respondendo em liberdade. "Eu tinha esperança de que pudéssemos prendê-la. Mas ela só poderá ser presa depois que todo o processo for transitado em julgado, o que é absolutamento injusto, já que os outros três condenados já estão presos e a pessoa que mais queria matar, não", declarou. Apesar disso, considerou a pena de 22 anos e 6 meses de prisão adequada, pelo fato de ela ser "primária"; ou seja, a ré não tinha antecedentes e não tinha respondido criminalmente anteriormente.
Já o advogado de defesa, Ademar Gomes, apontou a condenação de Giselma como "uma derrota", mas, em contrapartida, o fato de ela continuar respondendo em liberdade, "uma vitória". "Satisfeito eu não estou, porque ela foi condenada. Mas ela vai ficar solta durante três a quatros anos até que acabem todos os recursos possíveis. Então, vamos utilizar todos os recursos para que, amanhã ou depois, não acusem a defesa de negligência".
Ao contrário dos dias anteriores, Giselma optou por deixar o fórum pela porta dos fundos nesta sexta-feira. Ao ser questionado sobre este fato, Ademar Gomes afimou que é "melhor sair livre pela porta dos fundos do que algemada pela porta da frente".

Julgamento
O júri do caso durou quatro dias. Giselma negou aos jurados ser a mandante do crime, ocorrido em uma rua da Vila Leopoldina. Já Kairon Alves confessou a participação no assassinato e disse que a irmã planejou a morte de Humberto. A ex-mulher do executivo afirmou que o irmão “mentiu” ao apontá-la como mandante.
Os depoimentos dos filhos de Giselma e Humberto marcaram o julgamento. O estudante de administração Carlos Eduardo Magalhães, de 22 anos, disse que a mãe perseguia o pai. O filho mais velho, o estudante de direito Marcus Vinicius Magalhães, defendeu a mãe e afirmou que o irmão fez do júri "um circo".
Durante os debates entre defesa e acusação, o promotor José Carlos Cosenzo buscou convencer os jurados que os irmãos foram responsáveis pela morte do diretor-executivo da Friboi. Ele comparou a forma engenhosa como o crime foi planejado em 2008 com a literatura policial da escritora Agatha Christie. O promotor citou até mesmo o julgamento do mensalão.
O promotor disse aos jurados que o assassinato do executivo da Friboi acabou também com a vida dos filhos, dos comparsas e da própria acusada. “Giselma matou dois filhos, Carlos Eduardo e Marcos Vinicius, Giselma matou Kairon, Paulo e Osmar, e depois se matou”, disse.
Os primeiros 30 minutos da sustentação do promotor foram usados para agradecer a presença da família da vítima, vinda de Goiás, dos jurados e da imprensa. Em seguida, ele ressaltou a importância da decisão do Conselho de Sentença na vida da família da vítima. O representante do Ministério Público narrou todo o crime aos jurados. “Essa história parece um romance de Agatha Christie”, afirmou.
Cosenzo lembrou aos jurados que a liminar concedida pelo STF a pedido da defesa da ré foi analisada pelo ministro Celso de Mello. “Sabem quem deu a liminar para a Giselma? Foi aquele ministro do STF, o Celso de Mello, o mesmo do mensalão”, ressaltou, em referência ao voto que acabou levando a um novo julgamento para parte dos reús do caso.

Defensores
A segunda etapa dos debates foi reservada aos defensores dos dois réus. Eles falaram durante duas horas e 35 minutos. A advogada Vitória Nogueira, que defende Kairon, foi a primeira a falar. Ela pediu atenuante de pena pela confissão do réu, e facilitação do trabalho da Justiça.
Durante uma hora de argumentação, ela disse que o réu está se sentindo arrependido e enganado pela irmã. “Mesmo que a pessoa tenha errado e cometido um crime, como tráfico de drogas, não quer dizer que a pessoa não tenha dignidade e caráter”, afirmou. Ela ressaltou que o cliente dela foi manipulado, pois, na última vez que tinha visto a irmã, os dois eram ainda crianças e ela possuía uma índole diferente da atual.
Defensor de Giselma Campos, o advogado Mauro Nacif defendeu a todo momento o direito de absolvição em caso de dúvida, citando os incisos 6 e 7 do artigo 386 do Código Penal. “Se o juiz de direito togado, concursado, pode absolver pela dúvida, o júri também pode, tem o mesmo direito.”
Nacif disse que o Carlos Eduardo Magalhães tem ódio da mãe e que Kairon possui o mesmo sentimento pela irmã, por isso os dois a estão acusando. “Ele diz que não tem ódio da mãe, mas quer jogá-la em um lugar que tem ratos na água”, afirmou, em referência às condições de um presídio.
De acordo com o advogado, além da ganância financeira do jovem, a raiva de problemas na infância também foi outra motivação para o depoimento contra a mãe. “Vamos dar a ela esse crédito de confiança como o Supremo deu”, pediu, citando uma decisão do STF que permitiu que a ré ficasse em liberdade até o julgamento do processo.

Giselma nega
A ré Giselma Carmen Campos negou na quinta-feira a acusação feita pelo irmão, Kairon Valter Alves, de que seria a mandante da morte do ex-marido. "É tudo mentira", disse. Kairon Alves confirmou na tarde desta quinta que a irmã mandou assassinar o ex-marido.
No fim do interrogatório de Giselma, a juíza Eliana Cassales Tosi de Mello colocou os dois irmãos frente a frente. Ela perguntou se Kairon mantinha a versão de que a irmã era mandante do assassinato. Ele disse: "Confirmo". A ex-mulher do executivo voltou a repetir que era "mentira".
Questionado qual seria o motivo de Kairon a incriminar pelo assassinato, Giselma disse que o irmão havia pedido R$ 15 mil a ela para uma cirurgia de um filho, mas ela não tinha o dinheiro naquele momento para dar. Por isso, acredita que o irmão ficou com raiva dela.

O crime
Segundo a polícia e a Promotoria, Giselma passou a planejar o assassinato de Humberto depois da separação informal do casal. Apesar de estarem casados judicialmente, eles estavam separados na época do crime, em dezembro de 2008.
Giselma procurou o irmão Kairo Alves, no Maranhão, que havia saído da prisão, onde passou 18 anos condenado por tráfico de drogas. Segundo a polícia, Kairo veio a São Paulo e contratou dois pistoleiros no Centro de São Paulo. A investigação mostrou que Giselma pagou ao irmão e aos pistoleiros cerca de R$ 30 mil. Os dois foram condenados pelo crime em um julgamento anterior.
No dia da morte, um dos assassinos utilizou o celular do filho mais novo de Humberto, entregue por Giselma, e telefonou para o executivo dizendo que o jovem estava passando mal, no meio da rua. Humberto saiu de casa apressado e foi à rua indicada procurando o filho de casa em casa. Ao voltar para o carro, um motoqueiro se aproximou e depois de uma rápida discussão disparou dois tiros que mataram Humberto.

Fonte: G1

Estudo revela que amostra de solo marciano contém 2% de água

Este é um mosaico formado pelas imagens adquiridas pelo Curiosity em seu 85º dia em Marte; marcas de escavação mostram local de onde amostras foram retiradas para análise. (Foto:  NASA/JPL-Caltech/Malin Space Science Systems)Este é um mosaico formado pelas imagens adquiridas pelo Curiosity em seu 85º dia em Marte; marcas de escavação mostram local de onde amostras foram retiradas para análise. (Foto: NASA/JPL-Caltech/Malin Space Science Systems)


A primeira amostra de solo marciano analisada pela sonda Curiosity, da Nasa, continha cerca de 2% de água, trazendo a esperança de um dia hidratar os humanos que vierem a explorar o planeta vermelho, informaram cientistas nesta quinta-feira (26).
"Vemos Marte como um deserto muito seco e embora não se encontre tanta água quanto no solo da Terra, é substancial", afirmou Laurie Leshin, principal autora do estudo publicado na revista científica "Science".
Em 0,03 metro cúbico de solo marciano, um bloco com largura, profundidade e altura proporcional a um pé, "talvez você possa tirar dali uns dois 'pints' (cada 'pint' corresponde a 0,47 litro)", acrescentou Leshin, que é decana de Ciência do Instituto Politécnico Rensselaer.
Nenhuma agência espacial tem planos para enviar pessoas a Marte em curto prazo, mas os Estados Unidos dizem ter esperança de mandar os primeiros humanos ao planeta vermelho por volta de 2030.
Indícios de água no vizinho empoeirado e seco da Terra não são novidade.
Sondas e orbitadores já tinham descoberto anteriormente evidências que Marte provavelmente tinha água, seja na forma de gelo, de reservatórios subterrâneos ou, inclusive, água potável, talvez bilhões de anos atrás.
Mas as evidências mais recentes vieram de dez dos equipamentos mais avançados já enviados para investigar a superfície marciana a bordo da sonda Curiosity, que pousou ali em 2012.
As descobertas, descritas em cinco diferentes artigos publicados na "Science", incluem a análise de uma amostra de pó, terra e solo finamente granulado de uma parte da Cratera Gale, conhecida como Rocknest (berço rochoso).
Leshin disse que a amostra analisada pela sonda Curiosity provavelmente representa o que se poderia encontrar em outras regiões de Marte, uma vez que o planeta é coberto com uma fina camada de solo superficial.
'Agora sabemos que deve ter havido água em abundância e facilmente acessível em Marte', disse Leshin.

Fonte: G1