sábado, 19 de outubro de 2013

Videoclips 'Hits De Balada' - com Michael Gray

Artist: Michael Gray
Music: The Weekend
Year: 2004

Hits De Balada - Anos 2000

Artist: Vinylshakerz
Music: Daddy Cool
Year: 2014
Genre: House

Mais de 10 milhões de arquivos legais foram apagados do extinto Megaupload

Mais de 10 milhões de arquivos legais foram apagados do extinto Megaupload

O já extinto Megaupload velou não apenas algumas toneladas de conteúdo pirata. Junto disso, pouco mais de 10 milhões de arquivos foram simplesmente deletados dos servidores do falecido e contundente site. Essa constatação é fruto de uma pesquisa conduzida pela universidade de Northeastern que, ao analisar uma amostragem composta por 1000 arquivos, revelou dados no mínimo curiosos.
A partir da seleção manual dessa milhar de extensões enviadas (que poderiam ser legais, piratas ou “indefinidas”), uma porcentagem foi construída. Eis os resultados computados pelo estudo: 31% do conteúdo armazenado pelo Megaupload era claramente ilegal, 65% dos arquivos foram classificados como “indefinidos” e, finalmente, 4% dos registros (algo que ultrapassa os 10 milhões de arquivos) eram, de fato, legais.

Não parece muito, parece?!

Se considerarmos essa dezena de milhões de extensões deletadas à luz de um contexto mais amplo, naturalmente logo uma ideia vem à mente: 10 milhões de arquivos perdidos não é lá muita coisa... Contudo, e conforme bem especificam as intenções da pesquisa responsável por publicar estas informações, grande parte do material outrora hospedado no Megaupload era autoral.

Mais de 10 milhões de arquivos legais foram apagados do extinto Megaupload 
Kim Dotcom, criador do extinto Megaupload. (Fonte da imagem: Reprodução/Au.Ibtimes)

Grosso modo, significa dizer que os arquivos legais velados pelo extinto site eram, também conforme afirmam os pesquisadores de Northeastern, únicos e, portanto, irreproduzíveis. O direito de autoria reserva apenas aos responsáveis pela criação de um registro intelectual qualquer o total domínio sobre suas obras.
E não somente “material de relevância científica” foi apagado; se você, na falta de um pendrive ou cartão de memória, decidiu guardar suas fotos de família no Megaupload, nossos pêsames. Dez milhões de registros pessoais (e legais!) destruídos pode até não parecer uma grande perda. Mas o “valor agregado” desses arquivos, certamente, é irrecuperável.

Ex-The Smiths, Morrissey lança autobiografia e divide críticos no Reino Unido

Londres, 17 out (EFE).- O excêntrico cantor Morrissey, ex-líder do The Smiths, sente 'falta de interesse' pelas mulheres e não tinha vivido uma 'relação séria' até chegar aos 30 anos de idade, segundo afirma o astro em sua autobiografia lançada nesta quinta-feira, a qual dividiu os críticos e gerou muita repercussão no Reino Unido.
Publicada pela reverenciada coleção de clássicos da editora britânica Penguin, que divulga trabalhos de consagrados autores como Jorge Luis Borges, Oscar Wilde e Henry James, o livro da vida de Morrissey, intitulado 'Autobiography', conta com mais de 800 páginas, mas, segundo alguns críticos, carece de alguns importantes capítulos.
A publicação, comentada avidamente hoje por emissoras e sites especializados, dedica várias páginas à sua vida amorosa e não demorou muito para gerar sensações díspares, que oscilam entre a surpresa, a desconfiança e, inclusive, a admiração pela prosa irônica do músico.
Morrissey, de 54 anos, relata com detalhes episódios de sua adolescência e de sua época como líder do grupo The Smiths, mas deixa no ar as dúvidas que permeiam sua ambígua sexualidade, embora tenha confessado sua falta de interesse em direção às mulheres.
Vegetariano desde os 11 anos, inimigo declarado da monarquia britânica, arredio, provocador, introvertido e 'raro' - segundo sua própria confissão -, Morrissey esteve no foco da mídia durante décadas e, o melhor, sem perder o lado complexo de sua personalidade.
O jornal 'The Guardian' relatou hoje que o volumoso livro 'está cheio de surpresas', como sua breve participação em uma telenovela britânica quando ainda era criança e sua convicção de que teria sido vítima de uma 'tentativa de sequestro' em 2007 no México, da qual foi salvou por sua equipe de seguranças.
Steven Patrick Morrissey - seu nome verdadeiro - também confessou não ter vivido uma 'relação séria' até os anos 90, quando tinha 30 anos estava na trintena, mas não soluciona o 'mistério' criado em torno de suas preferências sexuais.
Segundo o ex-líder do The Smiths, ele só viveu uma grande história amorosa ao conhecer o fotógrafo Jake Owen Walters, quando 'pela primeira vez' em sua vida 'o eterno 'eu' - escreve - se transformou em 'nós', já que estava finalmente 'conectado com alguém'.
Sobre essa relação, que se estendeu por dois anos, o músico fala de maneira aberta e comovente, mas sem especificar se ambos, que chegavam a compartilhar suítes de hotéis, eram amantes de fato.
Neste aspecto, Morrissey também admite sua 'falta de interesse' pelas mulheres durante a adolescência: 'As meninas continuavam se sentindo misteriosamente atraídas por mim e eu não tinha nem ideia por que', afirmou Morrissey, que achava 'muito mais emocionante' as bicicletas de corrida que seu pai tinha em casa.
O jornal irlandês 'The Irish Times' apresentou críticas positivas ao falar da autobiografia de Morrissey, que opina que o livro 'está bem escrito e reflete o ácido sentido do humor' que caracteriza o astro, embora tenha destacado que ainda existam 'muitos acertos de contas' em sua história.
Nos últimos anos, Morrissey preocupou seus fãs com alguns problemas de saúde e também se envolveu em várias polêmicas, como quando qualificou os chineses de 'subespécies' por sua repulsa aos maus-tratos dos animais e comparou o massacre de baleias na Noruega com 'o que se passa no McDonald's', o que lhe rendeu acusações de radical e racista.
Apesar da autobiografia em questão não ter entrado em detalhes sobre essa questão, os fãs de cantor britânico não deixam de sonhar com uma hipotética volta do The Smiths, o quarteto de Manchester fundado por Morrissey e Johnny Marr em 1982. EFE

Isis Valverde seria o pivô da separação de Grazi e Cauã

A gota d’água do fim do casamento de sete anos de Grazi Massafera e Cauã Reymond teria um motivo: um suposto affair do ator com a atriz Isis Valverde. Segundo uma fonte do EGO, Cauã e Isis começaram a se relacionar durante as gravações da minissérie “Amores roubados”, que aconteceram no Nordeste, na qual os atores vivem um romance. Ao voltar da viagem, o ator teria procurado Grazi para ter uma conversa final sobre a crise do relacionamento e, assim, optar pela separação.
Cauã deixou a casa da mulher, onde morava com ela e a filha, Sofia, de dois anos, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio, ao retornar da viagem de trabalho. Ele só tem ido lá para visitar a menina.
Segundo uma fonte que participou das gravações da minissérie, apesar de discretos, Isis e Cauã sempre davam um jeito de deixar as festas da equipe sozinhos. Eles também gostavam de praticar stand up paddle juntos.

Procurada pelo site no início da semana, a assessoria do casal informou que não fala sobre a vida pessoal do casal.  Os representantes de Isis disseram que isso não fazia sentido e que ela ainda namorava o músico Tom Rezende .A fonte do EGO contou também que Isis inclusive estaria tendo aula de media training para falar com os jornalistas sobre o suposto rormance.
A notícia da separação do casal foi publicada pelo colunista Ancelmo Góis, do jornal "O Globo", nesta quinta-feira, 17. Em seu perfil no Facebook, Cauã ironizou: "Acabaram de nos separar mais uma vez, rs", escreveu o ator.

Cauã Reymond, Genilson e Isis Valverde (Foto: Reprodução / Facebook) 
Isis Valverde e Cauã Reymond com o guia turístico Genilson Campos, durante uma folga das gravações da minissérie "Amores roubados", no Nordeste (Foto: Reprodução / Facebook)

Fonte: EGO

Onze mortos em queda de avião na Bélgica


Um avião de paraquedistas despenhou-se em Marchovelette, na província de Namur, Bélgica, e nenhum dos onze ocupantes sobreviveu. A bordo estavam dez paraquedistas e o piloto.
O avião tinha descolado do aeródromo de Temploux para deixar os paraquedistas na região de Fernelmont. A causa do acidente ainda não é conhecida mas segundo testemunhas no local o avião terá perdido uma asa.

Fonte: CM Jornal

A busca pela Arca de Noé: ciência ou questão de fé?

 
A busca pela Arca de Noé no Monte Ararat continua a alimentar imaginação de exploradores de todo o mundo

Yerevan (Armênia), 19 out (EFE).- A busca pela Arca de Noé no Monte Ararat continua a alimentar, 5 mil anos depois, a imaginação de exploradores de todo o mundo, mas a falta de provas científicas transformou o que já era uma lenda em questão de fé.

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"Noé é muito mais que um personagem do 'Gênesis'. É uma figura histórica para cristãos, judeus e muçulmanos", afirmou à Agência Efe Andrei Poliakov, orientalista russo que protagonizou, em 2003, uma das últimas expedições ao monte de 5.435 metros de altura, fronteira natural entre Turquia, Armênia, Azerbaijão e Irã.
O explorador russo acredita que documentos históricos, em particular as crônicas históricas sumérias, confirmam a existência do profeta Noé, a construção de uma arca e, de fato, um grande dilúvio.
"Quando estivemos em Nakhichevan, região azerbaijana que significa 'país de Noé', um especialista local nos mostrou o túmulo de Noé, que estaria sepultado ali até 1983", declarou.
Poliakov garante que a Mesopotâmia foi afetada por uma grande inundação há cinco mil anos, mas é impossível saber sua magnitude e o raio de ação, e se é possível qualificá-la de Dilúvio Universal, como diz a Bíblia.
A aventura de Noé, citada pela Bíblia, pela Torá e pelo Corão, aparece pela primeira vez na "Epopeia de Gilgamesh" (2.500 anos antes de Cristo), um rei mesopotâmico que teria conhecido pessoalmente o profeta.
"Existem muitos mitos. O que sabemos pelos documentos sumérios é que Noé não fabricou a arca com suas próprias mãos, já que não tinha conhecimento para isso, mas mandou construir. Além disso, mais que um barco, era um submarino à antiga", disse.
De sua expedição há 10 anos Ararat confirmou que muitos das descobertas e conclusões às quais outros exploradores que estiveram na região nos últimos 50 anos chegaram são meras invenções.
"As autoridades turcas proíbem há dez anos visitar o monte. A única coisa que fazem é contribuir com a lenda", afirmou Poliakov, que considera que o motivo da proibição é a presença da minoria curda na região.
Poliakov esteve na jazida de Durupinar, a 30 quilômetros ao sul de Ararat, considerado o local onde encalhou a arca de Noé com seus três filhos, as esposas e um casal de cada animal, quando caiu definitivamente a água do dilúvio.
Não é preciso ter uma imaginação fértil para ver a silhueta de um barco, mas os arqueólogos turcos não encontraram nenhum rastro de madeira e concluíram que se trata de uma formação natural surgida após o terremoto que sacudiu a zona em 1948.
Quanto às supostas ancoras de pedra da Arca encontradas não muito longe dali, e que incluem um buraco na parte superior e cruzes gravadas, os especialistas creem que são monumentos construídos pelos primeiros cristãos.
Supostamente, o único pedaço fossilizado da arca está preservado na Catedral de Echmiadzin, na Armênia, relíquia que é objeto de peregrinação desde tempos imemoriais e que chegou ao templo na Idade Média, pelas mãos do monge bizantino Iakob.
O piloto russo Vladimir Roskovitski foi quem deu a largada pela corrida para encontrar a Arca depois de supostamente tê-la avistado em um lago gelado em 1916, após o czar Nicolau II, crente confesso e supersticioso, decidir enviar uma expedição ao Ararat em 1917.
Aparentemente, segundo Poliakov, a expedição czarista encontrou a Arca, mas os documentos e fotos que corroboravam o achado se perderam após o caos que seguiu à Revolução Bolchevique, dizem as más línguas, por ordem de Trotski.
Desde então, muitos tentaram encontrar a Arca. O último foi o americano Daniel McGivern, que anunciou que a tinha localizado em uma geleira a mais de cinco mil metros de altura partir de imagens de satélite da CIA, e chamou a Turquia a construir um monumento nacional para atrair turistas.
Hollywood não é alheia ao mistério e Russell Crowe será o protagonista de "Noah", filme que relata os 110 dias de navegação de Noé, com estreia prevista para o ano que vem.
Se Ararat foi o porto de destino da Arca de Noé, cujas medidas se calculam em 137 metros de comprimento e 23 de largura, é pouco provável que seja achada, já que o monte é na realidade um vulcão, e a teria queimado na erupção de 1840.
Já outros analistas opinam que foi o próprio Noé quem desmontou a Arca e utilizou a madeira para construir uma casa para sua família, de cujos descendentes procederiam os homens, mais do que da costela de Adão.
Poliakov acredita que, apesar da ausência de provas, a Arca de Noé é mais uma questão de fé e se mostra convencido que, se em algum momento for encontrada, já não haveria razões para duvidar da existência de Deus.
"Com Noé nascemos pela segunda vez. Deus nos deu uma segunda oportunidade", comentou. EFE

Fonte: Yahoo

Esqueleto de 'gigante irlandês' é atração polêmica em museu londrino

Visitante observa o esqueleto do 'gigante irlandês' em museu londrino (Foto: Dennis Barbosa/G1)Visitante observa o esqueleto do 'gigante irlandês' em museu londrino (Foto: Dennis Barbosa/G1)

O Museu Hunterian, mantido por uma entidade britânica de cirurgiões, tem uma peça polêmica em sua coleção: o esqueleto de Charles Byrne, que ficou conhecido como o “gigante irlandês”.
Este homem, nascido em 1761, tinha fama de medir mais de 2,5 metros e, graças a isso, chegou a fazer muito dinheiro apresentando-se como uma atração bizarra. A fama também acabou levando-o ao alcoolismo.
Seus ossos indicam que Byrne,que sofria de acromegalia (excesso de hormônio do crescimento), media, na verdade, em torno de 2,40 metros. Ainda assim, era uma altura considerável, ainda mais considerando-se que a população humana cresceu um bom pedaço nos últimos dois séculos.
Byrne chegou com 21 anos em Londres e teve cerca de um ano para se apresentar a plateias de curiosos. Em seguida, ele morreu. Religioso, pedia em vida para que seu corpo fosse sepultado no mar – ele já desconfiava que havia gente interessada em se apoderar de seus restos mortais.  E foi exatamente o que aconteceu.
À revelia de seu pedido, a ossada de Byrne acabou como parte da coleção do renomado anatomista John Hunter, em meio a outras centenas de peças. O acervo do Museu Hunterian inclui toda sorte de animais e seres humanos, inteiros e em pedaços, conservados de diferentes maneiras.
Todo esse material foi comprado pelo governo britânico em 1799, e passou a ser administrado pelo Colégio Real de Cirurgiões, que mantém o impressionante acervo aberto ao público, gratuitamente, num museu na região central de Londres.
O caso de Byrne fez com que Thomas Muinzer, um pesquisador da area jurídica, escrevesse no “British Medical Journal”, em 2011, ao defender a retirada do esqueleto do “gigante irlandês” de exposição:  “O que foi feito não pode ser desfeito, mas pode ser moralmente retificado. Certamente é tempo de respeitar a memória e a reputação de Byrne”.
Somente da coleção original de John Hunter, o Museu Hunterian mantém 3.500 espécimes preservados, que permitem ao visitante mergulhar na história da medicina. Há ainda outros 2.500 objetos adquiridos posteriormente, além de uma extensa coleção odontológica, com peças raras como, por exemplo, dentes de soldados da batalha de Waterloo (1815).

Hunterian Museum
35-43 Lincoln's Inn Fields - Londres
Metrôs Holborn e Chancery Lane
Aberto de 3ª a sábado, das 10h às 17h
Grátis

Fonte: G1