terça-feira, 22 de outubro de 2013

CD 'Hits De Balada Vol. 3' (2013)


A série 'Hits De Balada' traz seu 3º volume com o melhor da e-music mundial e o melhor do Brasil! Inclui o grande sucesso do DJ Antoine "Má Chérie", o remix de 'Another Brick In The Wall' de Pink Coffee, a nova versão de 'Harlem Shake' dos Harlem Groovers, o remix de 'Goes Around' de Richard Grey, 'Glamour Girl' de William Ribeiro, 'Missing You' de Alex Gaudino, o remix de 'One More Time' de Daft Punk, incluindo o bônus flash 'Song 2' de Nice Cream, e muito mais! São 32 hits incluídos em 2 CDS! Só na 'Antenados Music'


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Militante do ETA deixa prisão na Espanha

Horas depois de o Tribunal Nacional da Espanha ordenar a libertação imediata de Inès del Río, a extremista basca presa por cometer 24 assassinatos foi liberada da prisão na tarde desta terça-feira, 22. Cercada por parentes, Inès entrou em um carro e foi embora sem falar com jornalistas.
A ordem para liberar Inès del Rio, integrante do grupo separatista basco ETA, é a primeira de uma série de sentenças que podem ser revogadas na Espanha como resultado da decisão do tribunal europeu, disseram analistas. Inès del Rio havia sido condenada a mais de 3 mil anos de prisão por ataques nos anos 1980.
O Tribunal Europeu constatou que a Espanha calculou de maneira irregular o tempo descontado por bom comportamento na sentença de Inès del Rio. De acordo com o Tribunal, ela deveria ter sido libertada em 2008. A Espanha tinha argumentado que a terrorista deve permanecer na prisão até 2017 por seus cálculos. Mais de 100 outros prisioneiros - muitos deles terroristas do ETA, mas também outros condenados por crimes graves como homicídio e estupro - devem ganhar a liberdade, devido à decisão do Tribunal Europeu contra as práticas de sentença espanhola, disseram analistas judiciais e oficiais do governo.
O caso de Inès del Rio é uma questão delicada para a Espanha, pois traz lembranças dolorosas da violência do ETA, que matou mais de 800 pessoas ao longo de quatro décadas. O ETA, que busca um Estado basco independente, declarou um "cessar definitivo" da atividade armada em 2011.
Ativistas de direitos das vítimas protestaram depois da decisão do Tribunal Europeu na segunda-feira. Os manifestantes usaram cartazes com as fotos e os crimes dos agentes presos do ETA que podem ganhar a liberdade. "Esta assassina estará livre", dizia o cartaz de Inès del Rio. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: O Povo

No Facebook não há maminhas mas há decapitações

 
As polémicas não afectaram a prestação do Facebook na bolsa

É um mundo estranho, o do Facebook. Um mundo onde não se pode mostrar a imagem de uma mama de mulher, mas se autoriza a publicação de vídeos de pessoas a serem decapitadas.
A administração desta empresa americana com mais de mil milhões de utilizadores em todo o mundo decidiu, esta semana, voltar a permitir a publicação de imagens e filmes de decapitações. Em Maio, e depois de milhares de protestos – um deles da Family Online Safety Institute, que tem representação na administração do Facebook –, a empresa decidiu suspender "temporariamente" as publicações, até tomar uma decisão.
A suspensão, explicou o Facebook em comunicado na altura, aconteceu para proteger a liberdade dos utilizadores desta rede social que não queriam ver aquele tipo de imagens ou correr o risco de ficar perturbados por elas. Agora é usado o mesmo argumento: as decapitações voltam ao Facebook em nome da liberdade dos utilizadores que querem "conhecer o mundo em que vivem" e ter a possibilidade de condenar o que lhes desagrada.
Em 2012, quando o Facebook actualizou as suas regras de publicação, insistindo que não podem ser mostradas imagens de mamas de mulheres mas podem ser publicados filmes em que se vê pernas a serem partidas e com os ossos de fora, o especialista do jornal britânico The Guardian Charles Arthur escreveu que as regras demonstram claramente que o Facebook é (e só podia ser) uma empresa com origem nos Estados Unidos da América.
Foi nos Estados Unidos da América que uma estação de televisão, a CBS, teve que pedir desculpas públicas porque, na transmissão em directo de uma final do campeonato de futebol americano se viu o mamilo da cantora Janet Jackson. Quinhentas mil pessoas apresentaram queixa e a Federal Communication Commision (comité para as comunicações) multou a CBS em 550 mil dólares (cerca de 450 mil euros), que só não foram pagos depois de o assunto ter sido levado ao Supremo Tribunal, que deliberou a favor da estação.

Uma empresa americana
Só na América, então, se percebe que exista uma rede social mundial onde é proibido mostrar pessoas embriagadas (ou desmaiadas por excesso de álcool), mas é permitido publicar vídeos de sangrentos acidentes de automóvel.
"Estamos a trabalhar para dar aos utilizadores mecanismos para controlarem os conteúdos que querem ver", disse à BBC um porta-voz do Facebook cujo nome não é revelado. Acrescentou que, em breve, poderão surgir banners a advertir que as imagens são sensíveis e podem causar perturbações. E, concluiu a fonte da BBC, nos casos em que claramente as decapitações são glorificadas ou que as imagens sirvam para defender aquele tipo de acto, serão apagadas pela empresa.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, considerou a decisão do Facebook uma "irresponsabilidade". E espera-se uma polémica semelhante à que levou à suspensão da publicação dos vídeos com este tipo de conteúdos – na origem das queixas esteve um filme em que uma mulher, que se crê mexicana, é decapitada por um homem de cara coberta.
"Isto é absolutamente horrível e tem que ser imediatamente apagado... Há muita gente nova que pode ver isto. Tenho 23 anos e estou perturbado com os poucos segundos que vi", dizia uma das queixas. O Facebook só admite utilizadores com 13 ou mais anos, mas há muitos milhares que são mais novos.
Os utilizadores de todo o mundo vão reagir, uns a favor e outros contra, o que demonstra mais uma vez as falhas de se usar a legislação de um país num serviço que é usado em todo o mundo.
Muitas associações de pais vão condenar o Facebook, que entrou na bolsa em 2012 (as acções, de valor considerado demasiado alto, 38 dólares, caíram a pique no primeiro ano, mas estão agora quase nos 60 dólares) e cuja prestação nos mercados nunca foi afectada pelas polémicas. As associações de psicólogos já repudiaram a decisão dos gestores americanos e falaram de regras de bom gosto e de bom senso: "Bastam uns segundos de exposição a este tipo de material gráfico para se ficar com danos psicológicos permanentes", sintetizou a organização Yellow Ribbon, da Irlanda do Norte.

O poder de decisão do Facebook
No outro lado do espectro do protesto, também já há movimentações. Nos EUA, alguns grupos já disseram estar preocupados com a possibilidade de o Facebook poder tapar parcialmente imagens, o que consideram ser uma violação à liberdade de expressão – defendem que a responsabilidade pela exposição de menores aos conteúdos da Internet é dos pais e não das empresas.
Outros, como o grupo de direitos digitais francês La Quadrature, sublinharam que o problema que os vídeos de decapitados – e outros regulamentos do Facebook – levanta é mais abrangente. "Mostra o poder que o Facebook tem de decidir o que pode e o que não pode ser expresso na rede. Quando faz essas escolhas, está a ser profundamente antidemocrático, seja qual for a razão para a tomada de decisão. Só uma autoridade judicial pode determinar restrições, e sempre de acordo com a lei", disse à BBC o co-fundador de La Quadrature, Jeremie Zimmermann.

Fonte: Público.PT

Justiça decreta prisão de mais três PMs do caso Amarildo

A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e decretou, na noite desta terça-feira (22), a prisão preventiva dos sargentos da Polícia Militar, Reinaldo Gonçalves e Lourival Moreira, e do soldado Wagner Soares. Vinte e cinco PMs foram denunciados. Dez já estão presos há quase 20 dias.
Uma escuta feita pela polícia, com autorização da Justiça, e revelada com exclusividade pelo Jornal Nacional nesta terça-feira (22), foi a prova decisiva para a conclusão do caso para o Ministério Público, que indiciou mais 15 policiais militares pela morte de Amarildo de Souza. Ao todo, já são 25 PMs acusados de participação no desaparecimento do ajudante de pedreiro, no dia 14 de julho. Todos trabalhavam na UPP da Rocinha.

Um homem que se identifica como o traficante Catatau faz ameaças a um policial infiltrado no tráfico - e dá a entender que matou Amarildo, conhecido como Boi. A perícia comprovou que esse homem era o soldado Marlon Campos Reis fazendo uma encenação.
A investigação apontou tentativas de forjar provas e incriminar traficantes da Rocinha pela morte do ajudante de pedreiro. Uma escuta telefônica, autorizada pela Justiça, revelou a manobra.
PM Marlon: Fala aí, seu "X-9". Vou cortar tua cabeça, maluco, tu vai ver.
Não identificado: Camarada. camarada. Deixa eu te explicar aqui.
Marlon: Já botamo (sic) o Boi (Amarildo) na tua conta, neguinho. Já botamo o Boi (Amarildo) na tua conta.
A promotoria disse que foram feitas análises das vozes dos policiais e do traficante de drogas para chegar a essa conclusão. “A perícia feita deu negativa para a voz do Catatau”, completou.

Quatro PMs torturaram Amarildo
Após depoimentos, foram identificados quatro policiais militares que participaram ativamente da sessão de tortura a que Amarildo foi submetido ao lado do contêiner da UPP da Rocinha. Segundo informou o Ministério Público nesta terça-feira (22), testemunhas contaram à policia sobre a participação desses PMs no crime.
De acordo com a promotora Carmem Elisa Bastos, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), o tenente Luiz Medeiros, o sargento Reinaldo Gonçalves e os soldados Anderson Maia e Douglas Roberto Vital torturaram Amarildo depois que ele foi levado para uma "averiguação" na base da UPP. Ainda segundo eles, outros PMs são suspeitos de participar ativamente da ação.
Enquanto o ajudante de pedreiro era torturado por quatro policiais, outros 12 ficaram do lado de fora, de vigia. Oito  PMs que estavam dentro dos contêineres que servem de base à UPP foram considerados omissos porque não fizeram nada para impedir a violência. Outros cinco policiais que decidiram colaborar com as investigações disseram que o major Edson, então comandante da UPP, estava num dos contêineres, que não têm isolamento acústico, e podia ouvir tudo.
Segundo o MP-RJ, mais 15 policiais militares, entre eles três mulheres, foram denunciados pelo órgão, totalizando 25 acusados pelo crime. As três policiais militares foram denunciadas por tortura –  uma delas havia prestado depoimento na semana passada.
Dos novos denunciados, três terão a prisão preventiva decretada: sargento Reinaldo Gonçalves, sargento Lourival Moreira e soldado Wagner Soares. Gonçalves permanecia no cargo até a manhã desta terça-feira, antes da divulgação do aditamento da denúncia. Segundo a PM, será pedido o afastamento do cargo de todos que tiverem a prisão decretada.
Quatro PMs que estavam no contêiner durante a execução de Amarildo não foram denunciados, já que a promotoria entendeu que eles foram coagidos a aceitar a situacão. "Eles foram debochados pelos outros policiais e, por se sentiram ameaçados, decidiram não interromper o crime", disse a promotora.

Formação de quadrilha
Ainda segundo ela, dentre os denunciados, 13 policiais foram indiciados por formacão de quadrilha. Um deles era o major Edson Santos, que encontrava-se no contêiner de cima, mas que estaria de acordo com toda a situação; um tenente, três sargentos e oito soldados que vigiavam o local do crime.
Do total de denunciados, 17 devem responder também por ocultação de cadáver e quatro por fraude processual, já que houve a tentativa de esconder as provas do assassinato.
Os quatro policiais acusados de tentar ocultar as provas são: major Edson Santos, tenente Luiz Medeiros, soldado Marlon Campos Reis e o soldado Douglas Roberto Vital Machado. O major Edson Santos foi denunciado por todos os crimes, sendo dois deles por fraude processual.

Veja os nomes dos PMs denunciados
Edson Raimundo Dos Santos
Luiz Felipe De Medeiros
Douglas Roberto Vital Machado
Marlon Campos Reis
Jorge Luiz Gonçalves Coelho
Victor Vinicius Pereira Da Silva
Jairo Da Conceição Ribas
Anderson Cesar Soares Maia
Wellington Tavares Da Silva
Fábio Brasil Da Rocha Da Graça
Reinaldo Gonçalves Dos Santos
Lourival Moreira Da Silva
Wagner Soares Do Nascimento
Rachel de Souza Peixoto
Thaís Rodrigues Gusmão
Felipe Maia Queiroz Moura
Dejan Marcos De Andrade Ricardo
Jonatan de Oliveria Moreira
Márcio Fernandes De Lemos
Bruno dos Santos Rosa
Sidney Fernando De Oliveira Macário
Vanessa Coimbra Cavalcanti
João Magno De Souza
Rafael Bayma Mandarino
Rodrigo Molina Pereira

Fonte: G1

Fugitiva da Interpol declara seu amor por Osama bin Laden


Samantha Lewthwaite (Foto: interpol)


Samantha Lewthwaite, também conhecida pelo pseudônimo sul-africano de Natalie Webb ou pelo apelido de 'viúva branca', é procurada no Quênia por posse de explosivos e conspiração para cometer um crime em dezembro de 2011. Seu nome foi citado recentemente como possível participante no ataque a um centro comercial de Nairóbi, no qual dezenas de pessoas morreram.

A britânica, de 29 anos, tem também sido associada ao grupo terrorista baseado na Somália al-Shabaab e consta como a mulher mais procurada do mundo pela Interpol. Em investigação no apartamento alugado por Samantha em Nairóbi em 2011, foi encontrado no computador um poema escrito por ela e pesquisas de dieta e mudança de cabelo - ela tinha intenção de ficar parecida com Taylor Swift. Entre outras coisas, lê-se no poemo um aviso para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o grupo terrorista al Qaeda está mais forte do que nunca. E que o amor de Samantha por Osama bin Laden, chefe do grupo que foi morto pelos EUA no Paquistão em 2011, é “maior do que qualquer outro amor”. Confira o poema na íntegra, divulgado nesta terça-feira (22) pelo jornal britânico “Metro”:
Ode a bin Laden
Oh sheik Osama, meu pai, meu irmão. Meu amor por você é como nenhum outro. Oh sheik Osama, agora que você se foi os muçulmanos devem acordar e ser fortes. Eu sei que você está em um lugar melhor, que Allah concedeu-lhe a graça. Nós estamos à esquerda para continuar seu trabalho. Para buscar a vitória, até os inimigos serem martirizados. Para incutir terror em kuffar. Até que o mundo seja governado por la illaha illala. Oh sheik Osama Meu coração não encontrará paz até que os muçulmanos façam tudo o que o senhor começou, porque Deus não desiste e vai nos levar além. Sua vida é um exemplo de como deveríamos ser.

Oh, muçulmanos, ouçam as palavras do nosso amado sheik. Não deixem que sua luta e seus esforços sejam esquecidos. Revivam o que ele começou e se esforcem para o sucesso. Então, talvez possamos nos preparar melhor. Oh sheik Osama, estamos com inveja de você por agora conhecer as promessas verdadeiras. Em verdade Allah adquiriu as vidas dos crentes que tem a graça do paraíso. Eles lutam, matam e morrem pela causa de Allah. É uma ligação de Allah com promessa em Taurat, injill e o Alcorão. Quem mais fiel à sua promessa do que Deus? Quanto aos nossos inimigos, nossas palavras são curtas. Eles escolheram o exército errado para competir. Al Qaeda está mais forte e feroz do que nunca. Pensando no fim, eles são estúpidos e nunca verão o fim, até o dia em que nossas terras serão regidas por Deus, o Todo-Poderoso, cuja lei é completa. Ele é o melhor dos planejadores. A vitória é sua, Sr. Osama. A honra é o seu martirizado!”

Fonte: Marie Claire