quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Menino que devolveu carteira a idosa no RS recebe prêmio em olimpíada

O menino que encontrou e devolveu a carteira de uma idosa com R$ 1,5 mil, em agosto deste ano, em Porto Alegre, conquistou o segundo lugar na XVI Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Lucas Eduardo dos Santos Rosa, de 12 anos, recebeu sua medalha na manhã desta quinta-feira (24) em cerimônia realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Ana Íris do Amaral, no bairro Protásio Alves, na capital.
“Foi muito bonito e emocionante. O Lucas é um menino muito simples e ficou muito feliz, mesmo querendo ter alcançado o primeiro lugar”, comentou a diretora da escola, Maria Elaine Pilz. Cerca de 180 estudantes da instituição, professores, pais e comunidade participaram da iniciativa. Além de prova escrita, foram realizados lançamento de foguetes, observação do céu à noite, mostra de filmes e documentário de astronomia.

Evanir, de 74 anos, se emociona com ato honesto de dois irmãos em Porto Alegre (Foto: Lauro Alves/ Agência RBS) 
Evanir, de 74 anos, se emociona com ato honesto de dois irmãos em Porto Alegre
(Foto: Lauro Alves/ Agência RBS)

Em agosto, Lucas e o irmão Oséias, de 13 anos, encontraram uma carteira com R$ 1,5 mil perdida em uma praça próxima ao colégio. Os dois entregaram o objeto para uma professora que estava em sala de aula.
A vice-diretora, Evelise Antonello, descobriu que pertencia a uma idosa e fez contato com ela para devolver seus pertences. A aposentada Evanir Azambuja Vieira, de 74 anos, se emocionou com a atitude dos garotos.

Fonte: G1

Noiva faz sexo com padrinho após errar quarto

Um caso curioso ocorrido na China após a celebração de um casamento foi parar na Justiça. Uma noiva chinesa, na manhã seguinte à cerimônia, se confundiu e fez sexo com um dos padrinhos. A mulher disse que só percebeu que o homem na cama não era seu marido após o fim do ato sexual. A situação ocorreu na comarca de Napo, em Guangxi.
De acordo com a imprensa chinesa, a noiva, que estava na cama com o marido, levantou-se para ir ao banheiro. Na volta, ela errou de quarto e acabou deitando na cama em que estava o padrinho. O homem começou a acariciá-la e os dois fizeram sexo.
Ainda segundo a imprensa, ao descobrir que havia mantido relações sexuais com o padrinho, a noiva se desesperou e acusou o homem de abuso.
Ela e seu marido pediram uma indenização 20 mil yuan chinês (cerca de R$ 7 mil). Porém, o padrinho se negou a pagar a quantia.
Sem conseguir fazer um acordo, o casal entrou com uma ação contra o padrinho. A Justiça, no entanto, considerou que ele não teve nenhuma culpa, já que foi a mulher quem errou de quarto e manteve sexo consensual, mesmo sem perceber que o homem não era seu marido.
O incidente ocorreu no dia 30 de agosto, mas só foi divulgado neste mês pela imprensa chinesa.

Fonte: Rede Bom Dia

Tiroteio em base naval dos Estados Unidos deixa dois feridos

Dois membros da Guarda Nacional dos Estados Unidos foram feridos nesta quinta-feira (24/10) depois de um terceiro membro da Guarda supostamente ter aberto fogo contra eles ao lado da Base Naval de Millington, no estado do Tennessee. O suspeito foi detido e está sob custódia, segundo informou a polícia.

Um dos guardas foi atingido na perna e o outro, no pé, mas ambos não estão em estado crítico, de acordo com chefe da polícia de Millington, Rita Stanback. Ela também afirmou que o atirador não carregava consigo a arma que foi usada para fazer os disparos no momento em que foi preso.
“Tenho certeza de que poderia ter havido mais prejuízos se ele não tivesse sido detido”, disse Stanback. O atirador era um recruta que havia sido dispensado das funções, afirmou uma autoridade. O oficial não estava autorizado a discutir a investigação publicamente e falou à agência AP em condição de anonimidade.
Segundo Stanback, os tiros foram disparados em um prédio onde são armazenadas as armas da Marinha. Mais de 7.500 militares, civis e contratados, trabalham na base, de acordo com o site oficial. A Marinha afirmou que o local foi fechado temporariamente logo após o incidente.

Os guardas foram feridos pouco mais de um mês depois de Aaron Alexis, funcionário terceirizado do Pentágono, ter matado 12 pessoas a tiros em um complexo da Marinha em Washington, capital norte-americana. Ele foi morto pela polícia.

Fonte: Opera Mundi

Mudança em acusação a ativistas indica cálculo diplomático da Rússia

A brasileira Ana Paula Maciel (crédito: AFP)
A brasileira Ana Paula Maciel é um dos 28 ativistas do Greenpeace presos na Rússia

A decisão das autoridades da Rússia de substituir as acusações contra os ativistas do Greenpeace de pirataria por vandalismo pode ser uma manobra para ajudar a convencer a comunidade internacional que os ativistas cometeram um crime.
Um grupo de 28 ativistas, entre eles a brasileira Ana Paula Maciel, e dois jornalistas permanece preso na cidade portuária de Murmansk, no norte do país.
Eles foram detidos em 18 de setembro ao fazerem um protesto no Ártico contra a exploração de petróleo russa na região, e, nesta quinta-feira, tiveram um pedido de fiança negado pela justiça do país.
Segundo o correspondente da BBC em Moscou Steve Rosenberg, as autoridades russas podem estar calculando que a nova acusação de vandalismo “tem mais credibilidade do que ‘pirataria’, tornando mais fácil para Moscou argumentar perante o mundo que o Greenpeace cometeu um crime”.
"Até o presidente Vladimir Putin já disse que não acreditava que os 30 ativistas presos a bordo do navio Artic Sunrise eram piratas", lembra Rosenberg.
"Até o presidente Vladimir Putin já disse que não acreditava que os 30 ativistas presos a bordo do navio Artic Sunrise eram piratas", lembra Rosenberg.
Rosenberg explica que as acusações de vandalismo também são sérias, ainda que a pena seja mais branda. Se condenados, os ativistas podem pegar até sete anos de prisão, em vez de 15, no caso de pirataria.
A lei russa também prevê que a punição para crimes de vandalismo possa ser reduzida a uma multa.

'Acusação absurda'

O navio do Greenpeace foi capturado por forças de segurança russas depois que membros de sua tripulação tentaram escalar uma plataforma de petróleo para impedir a exploração de petróleo no Ártico.
Ativistas brasileiros do Greenpeace afirmaram que dizer que os ativistas são culpados de vandalismo é "uma acusação igualmente absurda". A entidade afirmou que contestará a ação da Justiça russa.
Na semana passada 11 vencedores do prêmio Nobel escreveram ao presidente russo, Vladimir Putin, pedindo que as acusações de pirataria fossem retiradas.
"Vamos contestar veementemente as acusações de vandalismo, assim como fizemos com as acusações de pirataria", afirmou o Greenpeace em um comunicado.
"Ambas são acusações fantasiosas, sem qualquer relação com a realidade. Os ativistas protestaram pacificamente contra os planos da empresa Gazprom de explorar petróleo no Ártico e devem ser libertados."
A entidade disse ainda que alguns dos ativistas podem responder pelo crime de uso da força contra autoridades – o que pode lhes render sentenças de dez anos de prisão.
A Holanda levou o caso para um tribunal da ONU em Hamburgo na última segunda-feira – porque o navio e parte da tripulação são holandeses.
Por sua vez, a Rússia afirmou na quarta-feira que não segue os procedimentos de disputa da legislação marítima da ONU desde 1997 e que irá boicotar as audiências judiciais.

Brasil

No dia dez de outubro, a presidente Dilma Rousseff determinou ao Itamaraty que entrasse em contato com o governo da Rússia para “encontrar uma solução” para o caso de Ana Paula Maciel.
Em mensagem no Twitter, a presidente disse que solicitou “ao ministro (das Relações Exteriores Luiz Alberto) Figueiredo contato de alto nível com o governo russo para encontrar uma solução para Ana Paula” e pediu que o Itamaraty dê “toda a assistência à brasileira”.
Segundo o Greenpeace, na quarta-feira o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL) disse que irá fazer um pedido oficial ao Parlamento russo para que intervenha pela libertação de Ana Paula.
Um novo protesto em apoio à brasileira foi marcada pela família dela para o próximo domingo em Porto Alegre.

Fonte: BBC

Homens andam mais devagar quando pensam em sexo, diz estudo

 Foto: Getty Images  
Foto: Getty Images
Se o seu namorado começar a andar lentamente durante um passeio de mãos dadas, sinal de que ele quer algo mais. De acordo com um estudo realizado pelo site Plos One, os homens tendem a desacelerar o passo quando pensam em sexo.

Informações publicadas no Mirror mostram que eles andam muito mais rápido quando estão acompanhados de amigos, enquanto as mulheres não variam o ritmo dos passos se estiverem na companhia de amigas ou do parceiro.

A antropóloga e líder do estudo Cara M. Wall-Sheffler, da Universidade de Washington, explica que o comportamente pode estar relacionado ao sexo porque faz com que as mulheres conservem energia para reproduzir e cuidar dos filhos. Segundo ela, se uma mulher tentar manter a mesma velocidade de um homem durante sua vida, provavelmente irá queimar calorias que podem ser vitais para a sobrevivência.

Fonte: Terra