terça-feira, 29 de outubro de 2013

BMW é condenada por morte do cantor João Paulo e pode pagar R$ 400 mi

Cantor João Paulo morreu em um acidente com sua BMW 328i em 1997  Foto: Divulgação
Cantor João Paulo morreu em um acidente com sua BMW 328i em 1997


A BMW do Brasil e a matriz alemã foram condenadas pela morte do cantor João Paulo, em setembro de 1997, segundo sentença da 4ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo. Conforme a decisão, o acidente que matou o então parceiro artístico de Daniel foi causado por um problema no pneu da sua BMW 328i, que capotou na rodovia Bandeirantes (SP) e pegou fogo. A indenização por danos materiais e morais chega a cerca de R$ 400 milhões, afirmou o advogado da família, Edilberto Acácio.

Em nota, a BMW do Brasil afirma que não concorda com a decisão. "A empresa esclarece que essa é uma decisão de primeira instância e que apresentará recurso de apelação junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, quando o caso será novamente julgado por um órgão colegiado formado por desembargadores", afirmou a fabricante.

De acordo com a decisão do juiz Rodrigo Cesar Fernandes Marinho, uma segunda perícia contrariou o laudo do Instituto de Criminalística na época, que apontou como causa do acidente a velocidade acima da permitida no momento do acidente. A nova perícia feita por um especialista afirma que a velocidade era superior sim, mas não provocaria a derrapagem e o capotamento. Segundo o laudo, o pneu dianteiro direito estourou, saiu da roda ou esvaziou repentinamente.


Tanto a perícia policial quanto a do especialista independente verificaram que não havia marcas de pneus na estrada, o que diminui a chance de ter ocorrido um movimento brusco ou uma perda de controle do veículo pela velocidade excessiva. Além disso, a perícia inicial constatou que o acidente ocorreu a 268 km/h - velocidade superior à máxima indicada pela fabricante de 240 km/h. No processo, a BMW afirma que não pode afirmar qual era a fornecedora dos pneus. 

Após o acidente, o catalisador teria entrado em contato com a gasolina derramada, provocando o incêndio que matou João Paulo. Como a perícia não atribuiu a culpa do acidente ao motorista e a BMW não conseguiu descartar um possível defeito de fabricação no conjunto das rodas ou nos pneus, o juiz determinou uma indenização de dois terços dos rendimentos do cantor e mais R$ 300 mil por danos morais para a filha e a ex-mulher. De acordo com o advogado Edilberto Acácio, o cantor faturava em torno de R$ 1 milhão por mês e o valor da indenização, acrescido de juros, seria de cerca de R$ 400 milhões.

Estudo de perfis de casais no Facebook mostra se namoro vai dar certo

Um estudo revelou que um relacionamento tem mais chances de dar certo quando o casal fica amigo no Facebook dos amigos um do outro. A pesquisa feita por Jon Kleinberg, cientista da Universidade de Cornell, e Lars Backstrom, engenheiro do Facebook, analisou o perfil de 1,3 milhão de usuários aleatórios com pelo menos 20 anos de idade e com 50 a 2 mil amigos inscritos no site.
Facebook elimina configuração antiga de privacidade; saiba o que muda
Coração partido através do Facebook (Foto: Arte: All Facebook) 
Facebook tenta prever se um namoro vai
dar certo ou não (Foto: Arte/All Facebook)

A técnica que utilizaram no estudo chama-se "Dispersão" e consiste na análise dos grupos de amigos das duas pessoas que estão na relação. Se um dos dois começa a ter muitos amigos em comum com o outro, a tendência é que o namoro dure mais.
Segundo os pesquisadores, os relacionamentos mais longos estão relacionados à “alta dispersão”, o que indica que havia poucos ou nenhum amigo em comum entre os dois no começo do relacionamento e, ao longo dele, amigos uns dos outros foram sendo apresentados e, consequentemente, adicionados no Facebook.
Casais que já são amigos próximos costumam ter “baixa dispersão”, ou seja, muitos amigos em comum e poucos ou nenhum amigo novo um do outro sendo adicionado ao longo do tempo.
O estudo, que levou dois anos para ser concluído, mostrou a dispersão como um critério razoavelmente preciso. A pesquisa acertou se duas pessoas estavam namorando ou não em 60% dos casos analisados. Além disso, segundo a pesquisa, os casais estariam 50% mais propensos a terminar nos próximos dois meses se o algoritmo de dispersão não achasse que eles estavam namorando.
Segundo o Facebook, a pesquisa pode ajudar a decidir quais posts dar mais destaque no feed de notícias dos usuários. "Se nós pudermos fazer um trabalho melhor para identificar as pessoas mais importantes da sua vida isso dará uma grande oportunidade de tornar o Facebook melhor”, diz Lars Backstrom.

MEC divulga gabarito oficial do Enem deste ano

Por Flávia Foreque
BRASÍLIA, DF, 29 de outubro (Folhapress) - O gabarito oficial do Enem 2013 já está disponível para consulta. O MEC (Ministério da Educação) divulgou na noite de hoje as respostas das 180 questões objetivas das provas de sábado e domingo. O gabarito pode ser consultado no site do Inep.
O resultado de cada candidato, entretanto, está previsto apenas para janeiro.
Ao todo, pouco mais de 5 milhões participaram do exame, já considerado o vestibular nacional. Inicialmente, foram 7,1 milhões de inscritos.
Os participantes fizeram quatro provas objetivas: ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias.
Também houve uma redação, que teve como tema "Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil".
Redação
Neste ano, o Ministério da Educação aumentou o rigor na correção da redação. Textos com deboche receberão nota zero - a regra foi criada após divulgação de textos com trechos do hino do Palmeiras e uma receita de miojo.
Assim, terá nota zero a redação que tiver "parte de texto deliberadamente desconectado com o tema proposto", como previsto no edital do exame.
Também foi alterada a lógica para a redação seguir para um terceiro corretor. No ano passado, se houvesse uma diferença de mais de 200 pontos entre as notas de dois corretores, o texto seguia para um terceiro avaliador. Agora, a discrepância máxima será de 100 pontos.
A nota máxima da redação é 1.000. No ano passado, pouco mais de 2.000 redações receberam nota máxima. Os corretores passaram por capacitação, mas após a prova farão uma outra especificamente sobre o tema da redação deste ano.
Neste ano, o número de corretores será 50% maior em comparação ao ano passado (de 5,6 mil em 2012 para 8,4 mil em 2013). 

Fonte; Diário de Guarapuava

Na Pista - anos 2000 - with Koka

E essa música é outra versão do hit 'Wanna Be Startin Something' de Michael Jackson, e regravada pelo artista anonimo Koka, em 2008. Essa versão mais atual caiu no álbum 'As 7 Melhores 2009' da rádio Jovem Pan, lançado pela Building Records.



OBS: PRETENDEREI UM DIA FAZER UM VIDEOCLIPE COM ESSA MÚSICA

Melhor redação do ENEM 2013




















BRAVO! De loooooonge, a melhor redação que este ENEM 2013 poderia ter....foi melhor que a minha pelo menos HAHAHAHA

Médico de Michael Jackson saiu em liberdade

 
O médico durante o julgamento em 2011

Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson, acusado de homicídio involuntário e condenado a quatro anos de prisão efectiva, saiu esta segunda-feira em liberdade. O médico acabou por cumprir apenas metade da pena devido ao seu bom comportamento.
Segundo a AFP, Conrad Murray, de 60 anos, deixou a prisão de Los Angeles na madrugada de segunda-feira sob escolta policial. Foi num carro da polícia que o médico foi para casa, uma vez que à sua espera à porta da prisão estavam já vários jornalistas e alguns fãs de Michael Jackson, que não gostaram de saber da decisão.
A CNN escreve que os fãs que esperavam Conrad Murray acusaram a polícia de favoritismo e tratamento especial em relação ao médico por este não ter saído pela porta principal por onde saem todos os presos, mas antes por uma porta traseira.
Há dois anos na prisão, Conrad Murray, descrito pelo porta-voz da polícia, Steve Whitmore, como um “preso exemplar”, foi mantido longe da vista da maior parte dos reclusos. Ao médico foi ainda concedido, no último ano, um telefone dentro da sua cela.
O advogado de Murray disse aos jornalistas que este quer agora voltar ao activo, pretendendo recuperar a sua licença médica, que foi cancelada em 2011 quando todo este processo arrancou em tribunal.
Conrad Murray foi condenado em Novembro de 2011 a quatro anos de prisão efectiva, a pena máxima para o crime de homicídio involuntário, depois de várias sessões mediáticas em tribunal. O julgamento foi mesmo transmitido em directo na televisão norte-americana e podia ser acompanhado na Internet em todo o mundo.
Ao longo de vários meses ficou-se a conhecer detalhes da vida privada de Michael Jackson, que morreu a 25 de Julho de 2009 aos 50 anos. Conrad Murray foi acusado de ter administrado ao cantor uma dose demasiado forte de propofol, um poderoso anestésico que terá sido a causa da morte de Jackson. A acusação disse na altura em tribunal que o médico sabia que este medicamento não era o indicado para o problema de Michael Jackson, que não conseguia dormir, e mesmo assim administrou-o sem depois acompanhar devidamente o cantor, nem acautelou a possibilidade deste ter tomado outros medicamentos anteriormente. De acordo com um gráfico que a acusação mostrou em tribunal, em dois meses, Murray administrou a Michael Jackson cerca de 15 litros desta forte substância.
Tendo em conta o cenário, o médico deveria estar preparado para qualquer eventualidade e pronto a socorrer o cantor, o que não aconteceu no dia 25 de Julho, quando Michael Jackson morreu de paragem cardíaca. O advogado de acusação explicou que desde o momento em Michael Jackson se terá sentido mal até Conrad Murray ter ligado para o 112 passaram cerca de 25 minutos.
A defesa chegou a admitir que o médico falhou em algumas circunstâncias mas que não seria o culpado pela morte de Michael Jackson. Os seus advogados ainda chegaram a pedir pena suspensa, argumentando que o seu cliente seria ser punido toda a vida por ser “o homem que matou Jackson” mas o tribunal acabou por condená-lo à pena máxima.

Excesso de presos
Conrad Murray acabou agora por beneficiar de a um programa que visa combater o excesso de população prisional. As prisões estão tão sobrelotadas que em caso de bom comportamento, os reclusos com apenas uma condenação saem geralmente a meio da pena.
Quem não recebeu a notícia com agrado foi a família de Michael Jackson que em comunicado voltou a lembrar a responsabilidade do médico na morte do cantor. “É claro que Conrad Murray foi contratado pela AEG e matou Michael Jackson”, escreveu, acrescentando ainda que é desejo da família que o médico nunca mais volte a exercer a sua profissão para que não aconteçam mais acidentes.
Sobre a morte de Michael Jackson, a sua família continua a querer apurar responsabilidades, mesmo depois de o médico ter sido acusado. Já este ano a família perdeu em tribunal o caso que tinha contra a promotora AEG, que acusava de ter tido responsabilidades na morte do cantor. Daí que no comunicado que esta segunda-feira divulgou volte a ligar a promotora ao médico.
Há pouco tempo, sobre a possibilidade de sair em liberdade, Conrad Murray disse numa entrevista, ao telefone da prisão, que só quer é recomeçar de novo. “Vou recomeçar a minha vida e, se Deus quiser, vou mostrar ao mundo que apesar da adversidade, quando alguma coisa má acontece a alguém de bem, essa pessoa pode recomeçar do zero e ser bem sucedida.”

Matéria retirada de Público