segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Habbo Hotel: o lixo da internet

 
Eu vou escrever para vocês sobre jogos, e aí eu pensei no Habbo Hotel, já que eu jogo nele desde setembro de 2008, com o nome de usuário 'andrish' (horrível né?). E, nesses 5 anos, andei acompanhando as mudanças de um dos jogos mais famosos do Brasil, que também é jogado em mais de 10 países (alguns deles não usam mais o site).
Para quem não sabe, o Habbo foi criado em Fevereiro de 2006, e alcançou mais de 1 milhão de jogadores.
Em 2008, quando comecei a jogá-lo, achei uma maravilha, havia vários quartos principais que já eram do jogo, como a biblioteca. Havia discotecas, havia restaurantes, e muitas coisas legais.
Esse jogo é muito bom até para hackers entrarem em cena e roubar sua identidade, fazendo com que você, em outra hora, descobrisse que foi banido do jogo, como aconteceu comigo hoje. Ontem eu fui tentar editar meu código de segurança (suspeitei que alguém tinha hackeado minhas respostas). Coloquei várias respostas, e nenhuma delas deu certo. Até que, em uma bela hora da tarde, a notícia foi dada: banido até 2025.
Então, esse jogo atualmente está nas piores condições para lazer virtual. Praticamente tornou-se uma diversão ameaçada, porque um dia você cria sua conta, tudo numa boa, e em segundos você descobre que alteraram sua conta, e que você não poderá mais jogar usando a mesma.
A pior coisa do jogo foi a criação dos VIPs, e a criação do HC (Habbo Club), que para se tornar um desses, você tem que pagar com cartão de crédito ou via SMS. Odiei.
Apesar dos prêmios que o site recebeu, ele não deixa de despertar críticas negativas de usuários que foram banidos do hotel injustamente, mesmo sem ter feito a propaganda do Habbo Pirata (meu caso), sem ter feito assédio sexual, chamar para namorar, mesmo sem ter feito qualquer divulgação de seus dados pessoais.
Realmente, esse Habbo deveria melhorar.

Greve de ônibus de Porto Alegre se consagrou como afronta à Justiça Trabalhista


Reivindicações dos motoristas e cobradores perdeu foco em meio à disputada da “cumpanheirada” do sindicato.
ADAMO BAZANI – CBN
A atuação dos sindicalistas no caso da greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Porto Alegre mostrou a que vieram muitos que se dizem representar categorias trabalhistas: busca incessante por mídia positiva, poder político, imagem e dinheiro.
E até agora é a única coisa que muitos “cumpanheiros” conseguiram. Aumento salarial? Plano de Saúde? Redução na jornada de trabalho? Nada disso foi conquistado pelos sindicalistas profissionais que começam nos carros de som e terminam a carreira à frente de secretariados, prefeituras, governos e até na presidência da república, como Luís Inácio Lula da Silva, cuja atuação no sindicato dos metalúrgicos e o relacionamento com poder, desde a Ditadura Militar, levanta suspeitas não só de hoje, mas de muitos trabalhadores de verdade já naquela época.
Antes que os integrantes da banda “larga” “Só Prá Contrariar” postem comentários deselegantes e análises sobre o jornalismo, ninguém aqui é contra o direito de greve. Trabalhador tem sim de reivindicar melhorias nos salários e nas condições profissionais, mas tudo tem de ser feito dentro da lei, da ordem e sem prejudicar os outros. Os sindicatos, quando não viram vitrines de poder – o que tem sido difícil – são essenciais.
Sabe o que a “cumpenherada” do sindicato conseguiu até agora?
1) Que a greve fosse considerada ilegal.
2) Que o juiz Elson Rodrigues da Silva Júnior, da 10ª Vara do Trabalho, autorizasse o uso da Força Militar a partir da próxima segunda-feira nos piquetes que impedem de os ônibus saírem da garagem – a greve chegou a um ponto que não é unanimidade entre os trabalhadores (trabalhador é diferente de “cumpanherada”). – http://www.estadao.com.br/noticias/geral,greve-ja-divide-rodoviarios-em-porto-alegre,1127923,0.htm
3) Que cerca de 50 ônibus fossem depredados
4) Que as possibilidades de negociações fossem esgotadas, com o descumprimento de dois acordos. Na quinta-feira, a Justiça do Trabalho assumiu o dissídio coletivo.
5) Os trabalhadores que antes reivindicavam 14% de aumento – índice que nem os cumpanheiros acreditam – tinham conquistado por uma ala do sindicato 7,5% após negociações com as empresas de ônibus. Agora, é grande a possibilidade de o percentual ser menor que os 7,5%.
6) Que pelo décimo terceiro consecutivo dia completado neste sábado, um milhão de pessoas diariamente tivessem seu direito de ir e vir desrespeitado…. nem frota mínima foi cumprida nesta saga na qual todos são prejudicados.
7) Que a Justiça permitisse que as empresas de ônibus descontassem os dias parados dos trabalhadores
8) Que fosse fixada mais uma vez multa diária de R$ 100 mil ao sindicato. Punição ao sindicato? Não, aos trabalhadores. Sindicalistas profissionais não trabalham e o dinheiro do sindicato vem dos trabalhadores de verdade.
9) Antipatia em relação à categoria. Os trabalhadores são escudos de alguns sindicatos. Nem todos sabem quem está por trás de uma greve e os motoristas e cobradores é que são mal vistos pela população e destratados.
10) Suspeita de movimento combinado entre empresas de ônibus e sindicato. A afirmação chegou a ser feita pelo prefeito José Fortunati. As companhias de ônibus lutam por aumento no valor das passagens e o sistema não foi licitado ainda. Uma licitação não é bem vista por muitos empresários.
Motoristas, cobradores e funcionários dos transportes em geral: Vocês são dignos e o desenvolvimento das cidades depende de vocês que garantem os deslocamentos dos outros trabalhadores e a geração de emprego e renda. A mesma dignidade não pode ser atribuída a muitos que fazem parte da “cumpanherada”.
O portal G1, em Porto Alegre, fez uma cronologia sobre a greve de motoristas e cobradores de ônibus:
- 14 de janeiro
Em assembleia realizada no Ginásio Tesourinha, o Sindicato dos Rodoviários decide entrar em estado de greve. A categoria pediu reajuste salarial de 14%, aumento de R$ 4 no vale-alimentação e manutenção do subsídio do plano de saúde. O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) ofereceu 5,56% de reajuste, a reposição da inflação.
- 15 e 16 de janeiro
Após declarar estado de greve, os rodoviários realizam “operações-tartaruga” nos principais corredores de ônibus da região central da cidade. Os veículos circulam com velocidade entre 30 km/h e 40km/h, provocando congestionamentos.
- 23 de janeiro
Em nova assembleia, os rodoviários votam pela greve. O início da paralisação é marcado para a segunda-feira seguinte, dia 27. Na sexta-feira (24), a categoria realiza uma nova operação-tartaruga e comunica o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre a paralisação.
- 27 de janeiro
A greve começa com 436 ônibus dos 1.453 que circulam diariamente nas ruas da capital, o equivalente a 30% da frota. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) autoriza as lotações a transportar passageiros em pé. A Metroplan chega a anunciar a permissão para os ônibus metropolitanos pegarem passageiros dentro de Porto Alegre, mas muda de ideia antes da medida entrar em vigor. A prefeitura pede na Justiça o aumento da frota.
- 28 de janeiro
O prefeito José Fortunati diz que a greve é “combinada” entre rodoviários e empresários, mas os dois lados rebatem. A desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, vice-presidente do TRT da 4ª Região, atende parcialmente o pedido da prefeitura e determina a circulação de 70% da frota nos horários de pico (das 5h30 às 8h30 e das 17h às 20h) e 30% nos demais horários, além de fixar multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.
- 28 de janeiro
A primeira reunião de mediação entre rodoviários e sindicato patronal termina sem acordo no TRT. Após uma rápida deliberação com a categoria em frente ao prédio do TRT, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Julio Gamaliel Pires, anuncia a retirada de 100% da frota de circulação. “Se 30% estava ruim, agora vai ser pior”, diz.
- 29 de janeiro
O Sindicato das Empresas de Ônibus entra com ação judicial alegando “abusividade e ilegalidade” da greve dos rodoviários. O TRT aceita parcialmente o pedido e aumenta de R$ 50 mil para R$ 100 mil o valor da multa em caso de descumprimento.
- 30 de janeiro
Quase 150 ônibus voltam a circular em Porto Alegre, mas a frota é recolhida para as garagens após atos de vandalismo. Um acordo é assinado na segunda reunião de mediação no TRT: os rodoviários aceitam uma trégua de 12 dias na greve e prometem colocar 50% da frota nas ruas a partir desta sexta (31), além de levar para assembleia a proposta de retomar 100% da operação a partir de sábado (1º), enquanto o dissídio é negociado. O sindicato patronal oferece aumento de R$ 1 no vale-alimentação e suspensão temporária da cobrança de R$ 40 nos planos de saúde. Grupos de oposição à direção do sindicato dizem que não vão aceitar a proposta.
- 31 de janeiro
Apesar do acordo no TRT, a greve chega ao quinto dia sem nenhum ônibus nas ruas. A Justiça do Trabalho volta a declarar a ilegalidade da greve e a aplicar a multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento. Em nova assembleia, os rodoviários decidem manter a greve geral.
- 1º de fevereiro
Mais ônibus que tentam sair para as ruas são depredados. A prefeitura anuncia a liberação para o transporte de passageiros em vans escolares para amenizar o impacto da greve.
- 2 de fevereiro
A prefeitura divulga as rotas das vans escolares, que já começam a circular pelas vias de Porto Alegre. O governador Tarso Genro diz que a Brigada Militar garantirá a segurança dos veículos de transporte alternativo, e Fortunati solicita uma nova reunião de mediação entre rodoviários e empresários para solucionar o impasse.
- 3 de fevereiro
Em nova reunião no TRT, as empresas oferecem reajuste salarial de 7,5%, aumento no valor do vale-refeição de R$ 16 para R$ 19 e redução no valor pago a título de co-participação no plano de saúde, de R$ 40 para R$ 10, a partir de março. Os rodoviários prometem levar a proposta para aprovação da categoria em nova assembleia.
- 4 de fevereiro
Em nova assembleia, os rodoviários rejeitam a proposta do sindicato patronal e mantêm a greve geral. O Seopa anuncia que vai descontar os dias parados dos trabalhadores e diz que estuda a possibilidade de fazer demissões por justa causa. Representantes das empresas não comparecem a uma nova tentativa de medição no TRT.
- 5 de fevereiro
A greve dos rodoviários de Porto Alegre completa 10 dias. Um novo ônibus que tentou sair da garagem é apedrejado, elevando para 46 o número de veículos danificados por atos de vandalismo desde o início da greve, segundo a prefeitura. Uma nova reunião de medição no TRT é marcada para a quinta-feira (6).
- 6 de fevereiro
No 11ª dia da greve, rodoviários recebem salários com descontos pelos dias parados. Após mais uma reunião de mediação sem acordo entre rodoviários e empresas de ônibus, o Ministério Público do Trabalho (TRT) decide ajuizar o dissídio coletivo da categoria. Com isso, a Justiça é quem irá definir qual será o índice de reajuste dos rodoviários, a menos que as partes cheguem a um consenso durante a tramitação do processo. O TRT diz que vai julgar o caso no dia 17. Durante a noite, um protesto em apoio à paralisação é realizado por um grupo na capital.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

Fonte: Ônibus Brasil

Hackers anônimos roubaram meu Facebook

Ontem, às 00:06hrs do horário de verão, fui vítima de hackers que invadiram minha conta, mas, por sorte, eu consegui recuperar. Um conselho: se vocês não querem ser vítimas de comentários maldosos, e não quer perder sua conta, crie vários alias no Outlook, e associe-o ao Facebook.
Creio que eu possa ser até vítima de hackers que jogam Habbo Hotel, o lixo da internet.

Jardim zoológico dinamarquês abate girafa saudável

http://imagens9.publico.pt/imagens.aspx/824539?tp=UH&db=IMAGENS
Marius era uma girafa saudável

Contra muitos protestos, a administração do Jardim Zoológico de Copenhaga, na Dinamarca, avançou com a decisão de abater neste domingo uma girafa saudável, de apenas dois anos, para evitar a reprodução entre animais geneticamente parecidos. Nem uma petição online com milhares de assinaturas nem a disponibilidade de outros parques para receber o animal evitou este desfecho. A carcaça da girafa serviu depois de refeição para os outros animais do zoo.
Marius era o nome da girafa que milhares de pessoas tentaram salvar ao assinar a petição contra o seu abate. Nem a petição, nem os protestos à porta do jardim zoológico dinamarquês e nem o facto de outros responsáveis por parques terem demonstrado vontade em receber o animal, como o Yorkshire Wildfire Park, no Reino Unido, travaram a decisão, anunciada na semana passada.

À CNN, Bengt Holst, director científico do zoo, garantiu que nada se poderia fazer para evitar este desfecho, explicando que as girafas deste parque integram um “programa internacional de procriação”, que tem como objectivo proporcionar uma vida saudável a estes animais. “Isto só pode ser feito ao combinar a composição genética dos diversos animais com o espaço disponível… Quando as girafas se reproduzem como o fazem agora, então temos inevitavelmente um problema de excedente”, acrescentou o responsável, fazendo referência à falta de espaço para o animal neste jardim zoológico.
Esta explicação, porém, não convence toda a gente, em especial as 27 mil pessoas que assinaram a petição Save Marius (Salvar Marius) e que não compreendem como é que o animal não viajou para outro lugar. “O jardim zoológico criou-o e por isso é da sua responsabilidade encontrar-lhe uma casa”, defende a autora da petição, Maria Evans. Em resposta, numa página de perguntas e respostas criada pelo jardim zoológico para este caso, os responsáveis explicam que a transferência do animal “causaria endogamia”, ou seja, uma reprodução com alta frequência de cruzamento entre animais que apresentam consanguinidade.
Castrar o animal ou tentar outro tipo de contraceptivo para que este não se viesse a reproduzir também não seria possível uma vez que “há um número de efeitos secundários indesejáveis nos órgãos internos”, explicou ainda Bengt Holst.
A girafa foi então abatida com um tiro, uma vez que depois serviu de refeição para os outros animais do jardim zoológico. Uma injecção letal contaminaria a carne e impediria que os seus restos pudessem ser dados a outros animais.
Fonte: Públi