domingo, 2 de março de 2014

Gwen Stefani dá à luz Apollo Bowie, terceiro filho com o roqueiro Gavin Rossdale

Aos 43 anos, Gwen deu à luz um menino batizado Apollo Bowie Flynn Rossdale

Aos 43 anos, Gwen Stefani já é mãe pela terceira vez. Segundo informações do site Just Jared, a artista deu à luz na última sexta-feira, 28, um menino. O pai da criança, o roqueiro Gavin Rossdale, com quem a cantora está junto há cerca de 11 anos, revelou o nome em seu twitter. "Bem-vindo Apollo Bowie Flynn Rossdale em 28/02/2014. Bowie and Flynn = nomes de solteira da mamãe", explicou Rossdale na legenda.
A cantora comemorou com uma foto no Instagram hoje, 17, ao descobrir o sexo do seu bebê. "Eu estava pronta para abrir mão da coroa. Mas eu ainda sou a rainha da casa. É um menino. Cercada de meninos", escreveu Gwen Stefani. A loira é mãe de Kingston James McGregor, 7, e Zuma Nesta Rock, 5, do casamento com Rossdale.
Casada há onze anos com Gavin Rossdale, Gwen ficou muito feliz quando descobriu a novidade. Em setembro de 2010, a líder da banda No Doubt deu entrevista à Marie Claire afirmando que o casal tentou ter outro filho em 2010. "Eu realmente queria mais um há dois anos. E não deu certo. Então, estou bem com o que nós temos. Tudo funciona como deveria", afirmou.
Assim que descobriu a gravidez, a estilista se concentrou em descansar para proteger o bebê e garantir que tudo está bem com o seu terceiro filho.
Apesar do tempo de relacionamento com o líder da banda Bush, em 2012 surgiram boatos de que o casal estaria enfrentando uma crise e se divorciaria. Na época, o jornal "The Sun" chegou a noticiar que os dois estavam fazendo terapia de casal.

Fonte: Pure de People

Jared Leto ganha Oscar de melhor ator coadjuvante

Dois Óscares para 'O Clube de Dallas'
Foto: DN.pt

Jared Leto ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante por seu papel como o travesti Rayon em "Clube de Compras Dallas", na 86ª cerimônia de entrega do principal prêmio da indústria do cinema, em Los Angeles, neste domingo.
Esta foi a primeira indicação e premiação do ator de 42 anos, que ganhou elogios da crítica por seu papel como o doce e tolerante travesti Rayon, para o qual ele perdeu muito peso.
"Isto é para os 36 milhões de pessoas lá fora que perderam a batalha para a Aids", disse Leto ao receber a estatueta.
"Para aqueles que sentiram injustiça por causa de quem vocês amam e quem vocês são, eu estou aqui com vocês e por vocês."
Também disputavam o prêmio Barkhad Abi, por "Capitão Phillips", Bradley Cooper, por "Trapaça", Michael Fassbender, por "12 Anos de Escravidão", e Jonah Hill, por "O Lobo de Wall Street".
Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é eletricista e eventual participante de rodeios, cuja vida toma caminhos inesperados quando é diagnosticado com Aids, em meados dos anos de 1980, quando a doença era tão mais perigosa e desconhecida. Machão arrogante e cheio de si, ele logo começa uma batalha contra a indústria farmacêutica.
O inimigo de Ron - quase até mais que a doença - será o sistema de saúde e seus meandros. Sempre batendo de frente com seus médicos, o protagonista burla leis, compra AZT roubado (na época, o remédio usado no tratamento).
Quando a médica muda de lado e se torna uma aliada - também por interesses científicos sobre os efeitos da droga -, os dois percebem que altas doses do remédio podem ser mais prejudiciais do que benéficas no controle.
A mudança radical acontece quando Ron cruza a fronteira com o México, onde procura um médico norte-americano expatriado que lhe sugere uma combinação de outras drogas e uma dieta específica para aumentar a imunidade.
Em pouco tempo, Ron se torna um tipo de traficante, receitando a mesma combinação a pessoas com Aids - obviamente, ele é o fornecedor das drogas. O negócio é tão lucrativo que, com a ajuda da travesti Rayon, monta e administra um escritório num quarto de hotel. Logo uma fila gigantesca se forma, uma evidência do vulto que a epidemia estava assumindo naquela época.
O setor do governo responsável pela fiscalização dos medicamentos está batendo na porta de Ron. E aí que o filme mostra a omissão do Estado que, aliado à indústria farmacêutica, parece mais interessado na burocracia do que na corrida para salvar vidas, sem demonstrar nem ao menos compaixão.

Fonte: Terra

Will e Jaden Smith eleitos os piores em filmes hollywoodianos


O filme "Depois da Terra" não conseguiu ser pior que "Para Maiores", mas Will Smith e Jaden Smith foram os destaques do ano no Framboesa de Ouro, premiação satírica que elege os piores filmes de Hollywood na véspera da entrega do Oscar. A participação de pai e filho na ficção científica de M. Night Shyamalan rendeu a Jaden o prêmio de pior ator de 2013, a Will o de pior ator coadjuvante e aos dois o título de pior dupla nas telas.
"Para Maiores", foi eleito o pior filme do ano, reúne esquetes de comédia realizadas por diferentes diretores de cinema. Por isso, o prêmio de pior diretor no Framboesa deste ano foi dedicado aos 13 cineastas que participaram do projeto. Os 19 roteiristas responsáveis por Para Maiores também foram eleitos como os piores na respectiva categoria.
Fracasso de bilheteria e crítica ano passado, O Cavaleiro Solitário, estrelado por Johnny Depp, levou o Framboesa como pior remake, cópia ou sequência.
Confira a lista de vencedores da 34ª edição do Framboesa de Ouro:
Pior filme: Para Maiores
Pior ator: Jaden Smith, Depois da Terra
Pior atriz: Tyler Perry, A Madea Christmas
Pior ator coadjuvante: Will Smith, Depois da Terra
Pior atriz coadjuvante: Kim Kardashian, Tyler Perry's Temptation
Pior dobradinha na tela: Jaden Smith e Will Smith, Depois da Terra
Pior diretor: os 13 que dirigiram Para Maiores
Pior remake, cópia ou sequência: O Cavaleiro Solitário
Pior roteiro: os 19 roteiristas de Para Maiores

Fonte: Cine Click

"Quero vocês comigo!" declara Alinne Rosa aos foliões do Campo Grande

A Banda Cheiro de Amor fez sua primeira apresentação no circuito Osmar durante o Carnaval deste ano. Em uma das últimas apresentações de Alinne Rosa como vocalista do grupo, ela agitou o público no final do percurso do Campo Grande ao som de 'Hoje eu saí procurando você' e 'Lepo Lepo'.

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A cantora emocionou os foliões ao lembrar da sua separação da Banda Cheiro: "Foram dez anos juntos e agora estou me despedindo. Esse é meu último ano no grupo. A partir de quarta-feira é Alinne Rosa! Vou seguir o meu caminho e quero vocês comigo", declarou a artista logo antes de cantar 'Pensa em mim'.


Se depender do casal Rafael Silva, 25 anos, e Manuela Mota, 26, a cantora não seguirá sozinha. Eles lamentam a saída da vocalista da Banda Cheiro de Amor, mas garantem que seguirão fiéis 'Alinnistas': "Onde ela for, nós vamos. Não vou acompanhar o Cheiro, mas vou acompanhar Alinne Rosa", declarou Rafael.

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Antes de se apresentar na avenida e já preparada para subir no trio elétrico, ela publicou em seu perfil no Instagram uma foto com sua sobrinha: "Olha quem veio visitar a tia antes de ir pra avenida....! Minha sobrinha pequetita aninha!", escreveu a cantora.
Ainda nesta segunda-feira (3) a banda Cheiro de Amor desfila novamente pelo circuito Osmar. A última apresentação de Alinne Rosa como vocalista do grupo está marcada para a terça-feira (4) deste carnaval. Comandando o bloco Gula/Cheiro, ela desfila pelo circuito Dodô durante a tarde.

Fotos: Agnews







Fonte: Correio da Bahia

Carnaval: gigantismo dos blocos e falta de segurança ameaçam foliões do Rio

O jogo de empurra e o desencontro de informações entregam a segurança dos foliões nos blocos à própria sorte ou, talvez, a alguma proteção divina. Em caso de acidentes, como aconteceu no ano passado no Cordão do Bola Preta, os foliões não podem esperar da Prefeitura um plano de evacuação que impeça uma tragédia. Apesar dos desfiles acontecerem em locais abertos, é obrigatória a organização de uma estratégia de segurança capaz de atuar na prevenção de acidentes graves. Contudo, não é isso que acontece no Carnaval do Rio de Janeiro. Este problema se torna ainda mais grave com a constatação de que, a cada ano, os blocos atraem mais e mais participantes. O gigantismo aliado à falta de prevenção se transforma numa perigosa fórmula cujo resultado pode ser catastrófico.
A Riotur recebe o cadastro dos blocos e faz a triagem dos que serão autorizados a desfilar, priorizando os blocos mais tradicionais e negociando mudanças no trajeto em caso de blocos grandes e recentes. É preenchida uma ficha que, entre outras questões, informa o número de foliões esperados e, segundo a Prefeitura, esse também é um critério para avaliação. Sendo assim, blocos que desfilam com um milhão de foliões, por exemplo, recebem aval da Prefeitura e vão para as ruas.
Neste ano, o Cordão da Bola Preta levou 1,3 milhão de pessoas ao Centro do Rio
Neste ano, o Cordão da Bola Preta levou 1,3 milhão de pessoas ao Centro do Rio
Dessa forma, espera-se que haja um plano de segurança capaz de evitar acidentes, situações de risco e pânico dentro dos blocos. Mas não é isso que acontece. O Jornal do Brasil procurou a Riotur, que, primeiramente, informou que o trabalho dos vendedores ambulantes é regido pela Prefeitura, que proíbe carrinhos, braseiros, garrafas entre outros artigos. A Riotur também alegou que a segurança nos blocos é organizada em parceria com os próprios e que tudo é definido com “diálogo e organização”.
Contudo, Rita Fernandes, presidente da Sebastiana - Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro – contou que “esse é um assunto novo. Nunca foi tratado com a Prefeitura”. Rita disse ainda que, “por iniciativa própria, para o próximo ano, a Sebastiana vai fazer um workshop com especialistas que possam orientar os procedimentos e a atuação em situações de risco.” Rita disse ainda que “é uma ação necessária devido ao aumento do número de foliões a cada ano” e completou ressaltando que “não adianta a Sebastiana fazer sozinha, temos que fazer junto com o poder público”.
A Riotur não soube informar se a Antarctica, patrocinadora do Carnaval da cidade, teria algum tipo de participação na organização de um plano de segurança. Procurada, a Ambev declarou: “A Antarctica atende a todos os itens estipulados pelo caderno de encargos da Prefeitura, seguindo o que o município acredita como adequado para atender uma das maiores manifestações populares do Brasil. Demais questões como segurança e limpeza sugerimos que entre em contato com a organização oficial do evento - Prefeitura e RioTur -, responsável pelo planejamento de toda a estrutura para mais informações.”
A Dream Factory, que organiza o Carnaval do Rio há cinco anos, é responsável pela parte estrutural do evento. Entre as ações realizadas pela empresa estão a instalação e manutenção de banheiros químicos, cercamento de canteiros, instalação de postos médicos e credenciamento de ambulantes. A empresa declarou que cumpre as exigências da Prefeitura e afirmou não ter participação na montagem de um esquema de segurança. Contudo, a organizadora do Carnaval também não soube dizer quem seria o responsável pela segurança.
Novamente procurada, a Riotur informou: “O Centro de Operações monitora os maiores blocos e pode acionar o efetivo da Guarda Municipal próximo ao local em tempo real. Os grandes blocos contam com ambulâncias também, sem falar que montamos postos médicos no trajeto deles (centro e zona sul)”. Concluindo, assim, que não há um trabalho de prevenção de acidentes ou um plano de ação. Nesse caso, se houver algum problema, será necessário esperar a Guarda Municipal ser acionada e chegar ao bloco para começar a dispersão dos foliões.
Centro do Rio tomado de foliões durante o carnaval
Centro do Rio tomado de foliões durante o carnaval
O especialista em gerenciamento de risco da Coppe UFRJ, Moacyr Duarte, destaca: “Alguns blocos precisam de mais monitoramento, como as Carmelitas, em Santa Teresa. Como as ruas são mais estreitas, a situação ali é mais delicada”. Ele esclarece que como normalmente os blocos acontecem em locais abertos, o número de vítimas não será proporcional ao número de foliões, mas as pessoas mais próximas ao local onde supostamente acontecer algum problema serão afetadas.
O Corpo de Bombeiros destaca que o planejamento é primordial, como em qualquer evento. E a segurança do público frequentador é um ponto que não pode deixar de ser atendido. Em relação aos blocos de Carnaval, devem ser cumpridas algumas determinações. É necessário que o responsável dê entrada na FARE (Ficha de Avaliação de Risco em Evento), que é expedida pelo CBMERJ. Com público acima de mil e até 5 mil pessoas, também é necessária a presença de uma ambulância, um médico e um enfermeiro. Entre 5 mil e 20 mil, duas ambulâncias, dois médicos e dois enfermeiros. De 20 a 30 mil, três ambulâncias, seis médicos e seis enfermeiros. De 30 a 40 mil, quatro ambulâncias, oito médicos e oito enfermeiros. A instituição afirmou também que os organizadores dos blocos são responsáveis por providenciar os profissionais da saúde. No caso de blocos com mais de 40 mil foliões, os “recursos são definidos em avaliação especial”, ou seja, “novas definições de quantidade e posicionamento de médicos, profissionais de enfermagem e ambulâncias, que levam em conta outras variáveis do evento.”
No ano passado, um tumulto durante o desfile do Cordão do Bola Preta, que contava de 1,8 milhão de foliões, colocou em risco quem acompanhava o desfile. Em sua página oficial, a organização do bloco divulgou a seguinte nota: “O Bola aguarda reunião com a Riotur para entender o que houve em relação à segurança dos foliões. Problemas como o posicionamento inadequado dos carros da PM e do efetivo policial, a necessidade de instalação de torres de controle, como é feito no Réveillon, grades instaladas ao longo do trajeto e na Cinelândia, que dificultam o escape em situação de emergência, assim como, excesso de barracas de ambulantes (churrascos, bebidas, etc) impedindo circulação, entre outros, já haviam sido identificados pelo Cordão e comunicados previamente às autoridades. Sempre tivemos o apoio do Poder Público e estamos certos da atenção de todos”. Já a Riotur diz que “uma emissora de televisão colocou grades para cercar as câmeras e os foliões que estavam próximos acabaram prensados”. A Riotur afirmou não ter responsabilidade no acidente e pediu para que situações como essa fossem evitadas.

Fonte: Jornal do Brasil

Jaques Wagner e ACM Neto trocam farpas durante carnaval


O clima de paz e amor instalado entre o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), e o prefeito da capital baiana, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM), que chama a atenção desde que o gestor municipal assumiu o cargo no início do ano passado em razão da rivalidade histórica entre seus partidos, foi estremecido neste domingo. Os dois estiveram no Circuito Osmar (Campo Grande), cada um em seu camarote, para acompanhar os desfiles de trios.

O pivô da polêmica foi o estabelecimento, por parte da Prefeitura, da "zona de exclusividade comercial" nos três circuitos da festa. Para obter valores maiores pelas cotas de patrocínio oficial da folia, a administração municipal restringiu o comércio de produtos dentro dos circuitos aos oferecidos pelos patrocinadores. Com isso, arrecadou R$ 45 milhões para a festa, que custa cerca de R$ 28 milhões aos cofres municipais.

Do total arrecadado, R$ 20 milhões vieram de duas empresas de bebidas. Com o investimento, o Grupo Petrópolis, por meio da marca Itaipava, obteve o direito de exclusividade de venda de bebidas no Circuito Dodô (Barra-Ondina) e a Brasil Kirin, com a marca Schin, o monopólio nos Circuitos Osmar e Batatinha (Pelourinho).

O governador fez críticas ao modelo: "(A exclusividade) é uma coisa antipática, vi muita gente reclamar", comentou Wagner. "Claro que quem paga quer ter direito à exclusividade, mas não é tão simples. É estranho, mas foi o que ele (o prefeito) vendeu para o patrocinador, para arrecadar mais. O governo não vendeu nenhum patrocínio e colocou R$ 62 milhões no carnaval, apenas pelo retorno que ele dá."

Não tardou para que ACM Neto soubesse das declarações e reagisse. "Lamentavelmente, o governo do Estado não teve a mesma criatividade, o que poderia resultar em outros benefícios para a cidade", disse. "O dinheiro que a Prefeitura utilizaria para fazer a festa será revertido em mais investimentos para cultura, educação, saúde, mobilidade e outras áreas. Ou seja, Salvador sai ganhando com essa medida, que é inédita."

Apesar da polêmica sobre a exclusividade comercial, os dois gestores concordaram sobre outra medida tomada pela Prefeitura - e derivada da primeira: o fechamento dos circuitos, com acessos apenas por pórticos nos quais trabalham fiscais da Prefeitura e policiais. "Essa medida passa uma sensação de mais segurança, acho que é um elemento inibidor para quem vem para a festa querendo bagunçar", disse Wagner. "Nos primeiros dias, a gente teve uma redução significativa dos registros policiais nos circuitos."

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, nos três primeiros dias do carnaval de Salvador, todos os indicadores de violência sofreram queda, na comparação com os do mesmo período da folia do ano passado. As mais expressivas são as reduções dos casos de furto (40% a menos), de lesões corporais (recuo de 29%) e de roubos (queda de 28,3%).

Apesar da melhoria dos dados, já foi registrado um homicídio nos circuitos da festa. A vítima, Wellington de Jesus Santos, de 27 anos, foi morta a tiros, nas proximidades do Circuito Osmar, na madrugada de sábado. Segundo o secretário Maurício Barbosa, o suspeito do crime foi flagrado por câmeras de monitoramento e as imagens estão passando por tratamento para a identificação.

Fonte: EM.com.br