segunda-feira, 10 de março de 2014

Ricky Martin desembarca no Brasil e soma mais um estrangeiro em solo nacional


O Brasil está recebendo vários artistas estrangeiros nas últimas semanas. Entre eles estão o jogador David Beckham, o ator James Phelps, Dulce María, entre outros.
Agora foi a vez do cantor Ricky Martin desembarcar em solo nacional. O mesmo irá gravar o clipe “Vida”, faixa que fará parte da trilha sonora oficial da Copa do Mundo.
Ricky chegou sorridente e acenando para os fãs e a imprensa que o aguardavam.

Fonte: Boa Informação

Como cancelar uma compra e ser reembolsado na Google Play

Nem sempre as aplicações que compra na Google Play correspondem às expectativas. Mas nem tudo está perdido - pode pedir um reembolso. Saiba como
Apesar da variedade de aplicações gratuitas existentes para Android, existem algumas opções que só são acessíveis mediante a sua compra. Só que, ao contrário de uma aplicação gratuita, comprar uma app para Android exige especial ponderação por parte dos seus utilizadores - e nem no mercado digital nos livramos de realizar más compras.
Só que, ao contrário de uma loja física mais convencional, o processo de ser reembolsado pela compra de uma aplicação não é do conhecimento de todos os utilizadores.

Fonte: Telemóveis

68% dos usuários de smartphones costumam ser fiéis ao sistema operacional de seu aparelho


A Kantar Worldpanel divulgou seu novo relatório ComTech, que fez uma análise de quais foram as principais tendências em alguns dos mercados mais importantes do mundo no ano de 2013. Um desses segmentos foi a telefonia móvel global, que passou por mudanças significativas no ano passado.
O estudo aponta que no ano passado o sistema operacional Android teve uma clara liderança na batalha de smartphones e chegou a responder por 70% do mercado nas 12 principais economias mundiais, contra 22% do iOS, sistema operacional da Apple.
Já o Windows Phone ganhou o título de top-performer. Apesar de não ter um começo muito promissor no inicio de 2010, devido a sua falta de aplicativos e a cautela do consumidor em relação a uma nova plataforma, atualmente vem sendo o sistema operacional que mais cresce no mundo e chegou a ultrapassar a Apple na Itália e está em segundo lugar na Alemanha, e em terceiro lugar na Grã-Betanha.

O uso diferenciado dos smartphones levou o consumidor a uma busca por aparelhos com telas cada vez maiores. Com a possibilidade de assistir vídeos e navegar pela internet 58% dos consumidores já procuram por uma tela com 5 ou mais polegadas, enquanto outros 32% optam pela tela de 4.5 ou 4.9 polegadas e 31% dos usuários investem em aparelhos com telas de 4.0 ou 4.4 polegadas.

Existe fidelidade entre os consumidores?

Quando o assunto é fidelidade em relação à marca, é possível analisar que, cerca de 41% dos usuários de smartphones costumam ser fiéis a uma marca específica quando decidem mudar de dispositivo, contra 68% que preferem manter sua lealdade ao sistema operacional do aparelho.

Persuadir os clientes a comprar a marca e não o sistema operacional tem sido um foco importante para a Samsung nos últimos dois anos, com os resultados claros em seus números crescentes. Já as marcas HTC, Sony e LG estão investindo também em ajudar os consumidores a se conectar com a marca e não apenas com o software, pensando em trazer sucesso em longo prazo aos negócios.



Enquanto alguns consumidores querem mudar de Android para Windows Phone e vice versa, os usuários da Apple não pensam muito nessa troca. Para eles, o sistema operacional iOS, combinado com um produto atraente desestimula-os a deixar a marca.

Já a Samsung, que entrou na corrida do smartphone um pouco tarde, mas, desde então, tem investido em recursos consideráveis para recuperar o tempo perdido. O investimento valeu a pena, e é hoje a maior fabricante de smartphones do mundo, mas ainda encontra dificuldades na manutenção de sua liderança. Só na Europa, a participação de vendas durante os três meses encerrados em novembro 2013 caiu para 41,3%, de 43,4% um ano antes. Na América Latina, a concorrência vem de marcas como LG e Motorola, mas a empresa não deve ficar ultrapassada em 2014.

Fonte: Administradores

Compra da WhatsApp pelo Facebook contestada em nome do direito à privacidade


Duas organizações de defesa do direito à privacidade na Internet estão a pressionar a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission, uma agência governamental de protecção dos consumidores) para travar a compra da WhatsApp pelo Facebook, anunciada há cerca de duas semanas.
A WhatsApp, uma aplicação para telemóveis que permite enviar mensagens gratuitas, sempre se comprometeu a não recolher dados pessoais dos seus 450 milhões de utilizadores para fins publicitários. Mas não existe qualquer garantia de que esse compromisso continue a ser honrado quando a WhatsApp passar a fazer parte do Facebook, segundo uma queixa apresentada na quinta-feira pelo Electronic Privacy Information Center e o Center for Digital Democracy na Comissão Federal do Comércio.
“Os utilizadores forneceram informação pessoal à WhatsApp, incluindo mensagens privadas enviadas a amigos próximos”, lê-se no documento que formaliza a queixa. “O Facebook aproveita sistematicamente informação dos seus utilizadores para fins publicitários e tornou claro que tenciona incorporar os dados dos utilizadores da WhatsApp nesse modelo de negócio.” A maioria das receitas do Facebook, que com os seus 1200 milhões de utilizadores é a maior rede social do mundo, provém dos anúncios de publicidade que dispõe nas páginas pessoais, de acordo com a idade, género e preferências do utilizador.
As duas organizações não-lucrativas que apresentaram a queixa defendem que o negócio “viola o entendimento que os utilizadores da WhatsApp têm sobre a sua exposição a publicidade online e constitui uma prática comercial injusta e enganosa, sujeita a investigação pela Comissão Federal do Comércio”.
Num comunicado citado pela agência Reuters, a empresa Facebook garantiu que “a WhatsApp irá funcionar como uma empresa à parte e honrar os seus compromissos relativamente à privacidade e segurança”.
Apesar das garantias dadas pelo Facebook, os opositores ao negócio notam que no passado a empresa de Mark Zuckerberg alterou a política de privacidade de aplicações adquiridas por si – foi o caso do Instagram, o serviço de partilha de fotografias que o Facebook comprou em 2012.
As organizações de defesa da privacidade solicitam que a Comissão Federal do Comércio exija que o Facebook mantenha a informação pessoal dos utilizadores da WhatsApp à margem das suas práticas de recolha de dados. “Os utilizadores da WhatsApp não podiam ter antecipado que ao escolher um serviço de mensagens pró-privacidade iriam sujeitar os seus dados às práticas de recolha de dados do Facebook”, lê-se na queixa.
A Comissão Federal do Comércio deverá decidir se a aquisição da WhatsApp pelo Facebook pode avançar e se há condições que devem ser impostas para esse efeito.
A compra da WhatsApp pelo Facebook gerou um intenso debate quando foi anunciado, a 20 de Fevereiro, por causa do seu valor elevado: 12 mil milhões de euros, um preço muito superior a outros negócios do género, o que para os especialistas é um indício do “apetite insaciável” de grandes empresas pelos dados dos consumidores (Leo King, na revista Forbes).
Fonte: Público