sábado, 5 de abril de 2014

Thammy Miranda não acredita no romance e detona casal Clara e Vanessa: ‘Tremendas marqueteiras’

Thammy detona casal Clanessa
Thammy detona casal Clanessa Foto: Divulgação

Adoradas pelo público, Clara e Vanessa estão longe de ser uma unanimidade. Tem gente apostando que esse namoro, iniciado no “BBB 14”, não passou de estratégia para ganhar o jogo e que foi, na verdade, de “uma grande palhaçada”. A polêmica opinião poderia ter vindo de uma pessoa considerada homofóbica, ou de um fã de algum outro participante do reality show. Mas não! Saiu de ninguém menos que Thammy Miranda. Homossexual assumida, a corajosa filha de Gretchen detonou as meninas em conversa com a coluna:
“Eu não acompanhei muito, mas pelo pouco que eu assisti, sei que uma tinha um marido, a outra nunca teve uma relação com outra mulher, ou era bissexual... Então, acho que as duas são umas tremendas marqueteiras. O que elas fizeram lá dentro foi promiscuidade”, opina.

Clara e Vanessa
Clara e Vanessa Foto: Xande Nolasco
Para Thammy, o casal Clanessa está longe de representar uma luta contra o preconceito a gays.
“O namoro delas só contribuiu para os héteros terem mais preconceitos e achar que todos os homossexuais são promíscuos. Agora, elas vão se separar ou ou namorar a três... isso é falta de respeito com os gays. Entendo que as relações homossexuais são, acima de tudo, uma relação de amor e de respeito. Uma pena ter pessoas como elas fazendo disso uma palhaçada, uma bagunça. Se a gente tivesse pregando o amor e o respeito desde o começo, já teríamos diminuído o preconceito desde lá de trás”, conclui a atriz.

Vanessa comenta críticas: ‘Não sou atriz’

Até agora, Vanessa e Clara garante que só têm recebido muito amor e carinho do público, o que, para elas, pode ser considerado como uma aceitação ao casal formando no “BBB 14”. Mas ambas dizem estar preparadas para tudo. Questionada sobre o que ela acha das críticas ao casal, Vanessa não fugiu da raia:
“Fico chateada com esse tipo de comentário, pois nunca trabalhei como atriz, não sou atriz, e fui eu mesma na casa: a Vanessa que todos os meus amigos conhecem! Não preciso forçar um relacionamento, vivi o que eu tinha vontade e faria tudo de novo. Se as pessoas acham que é meu relacionamento com a Clara é fake, isso é um problema delas”, rebate.
Clara faz coro com a namorada: “Nunca tive medo da opinião alheia, nunca tive medo de mostrar quem sou e viver cada dia como se não houvesse amanhã”. Polêmica à vista.

Clara e Vanessa se beijam
Clara e Vanessa se beijam

Fonte: Extra Globo.com

Morre o ator José Wilker

O ator José Wilker morreu na manhã deste sábado (5) no Rio de Janeiro. Ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte, mas suspeita-se que ele tenha sofrido um infarto.
A última participação do ator em novelas foi em 2013, em "Amor à Vida", de Walcyr Carrasco, na qual interpretou o médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de "Gabriela", baseado no livro "Gabriela Cravo e Canela",  de Jorge Amado. Em 2008, na novela Duas Caras, o ator fez o papel do professor Fernando Macieira.

Começo
De acordo com seu perfil no site Memória Globo, José Wilker de Almeida nasceu em Juazeiro do Norte no dia 20 de agosto de 1946 e se mudou com a família, ainda criança, para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa e o pai, Severino, caixeiro viajante.
Sua carreira no teatro começou no Movimento Popular de Cultura (MPC) do Partido Comunista, onde ele dirigiu espetáculos pelo sertão e realizou documentários sobre cultura popular.
Em 1967, Wilker se mudou para o Rio para estudar Sociologia na PUC, mas abandonou o curso para se dedicar exclusivamente ao teatro.

Em 1970, após ganhar o prêmio Molière de Melhor Ator pela peça "O Arquiteto e o Imperador da Assíria", foi convidado pelo escritor Dias Gomes o para o elenco de "Bandeira 2" (1971), sua primeira novela.
Wilker interpretou o primeiro protagonista em 1975: foi Mundinho Falcão em "Gabriela", adaptação de Walter George Durst do romance de Jorge Amado, um marco na história da teledramaturgia brasileira.

Personagens conhecidos
Wilker tem em seu currículo personagens memoráveis, como o jovem Rodrigo, protagonista da novela "Anjo Mau" (1976), de Cassiano Gabus Mendes. Em 1985, viveu Roque Santeiro, personagem central da trama homônima escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Em 2004 interpretou o ex-bicheiro Giovanni Improtta, de "Senhora do Destino", de Aguinaldo Silva, um personagem com diversos bordões como “felomenal” e “o tempo ruge e a Sapucaí é grande”.
O artista dirigiu o humorístico "Sai de Baixo" (1996) e as novelas "Louco Amor" (1983), de Gilberto Braga, e "Transas e Caretas" (1984), de Lauro César Muniz. Durante uma rápida passagem pela extinta TV Manchete, acumulou direção e atuação em duas novelas: "Carmem" (1987), de Gloria Perez, e "Corpo Santo" (1987), de José Louzeiro.
Apaixonado pelo cinema, o ator participou de filmes como "Xica da Silva" (1976) e "Bye Bye, Brasil" (1979), ambos de Cacá Diegues, e foi o personagem Antônio Conselheiro em "Guerra de Canudos" (1997), de Sérgio Rezende.
Wilker também se destacou em minisséries como "Anos Rebeldes" (1992), de Gilberto Braga; "Agosto" (1993), adaptada da obra de Rubem Fonseca; e "A Muralha" (2000), escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro. Em 2006, interpretou o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie "JK", de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira.
O artista ainda escreveu textos para revistas e jornais e comentou a cerimônia do Oscar durante vários anos.


Fonte: G1