quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Já saiu 'Hot Hits' volume 6

Capa da 6ª edição da série
Já saiu a nova edição da série 'Hot Hits'. Hoje a 'Dance Mania' lança o seu volume 6, com os maiores sucessos das baladas brasileiras e mundiais, como Alexxa, a veterana Corona, Inna, Kaskade, os respeitáveis integrantes do grupo 'Fragma' e a sensação Zoe Badwi que esteve presente no Brasil no festival Spirit Of London em 2011. Ninguém pode ficar parado!

CD1
  1. Alexxa (The Reason)
  2. Mr. Jam Feat. Ali Pierre & Cymcolé (Bring On The Nite)
  3. AnnaGrace (Celebration)
  4. Cascada (Night Nurse)
  5. Chris Brown (Turn Up The Music)
  6. R.GO Feat. Nando Vedder (Famous Before Five)
  7. Kaskade With Rebecca & Fiona (Turn It Down)
  8. Otherview (See You Again)
  9. Richard Grey and Nari & Milani Feat. Alexandra Prince (Mas Que Nada)
  10. Dab & Sissa (I Wonder)
  11. Fragma (Everytime You Need Me)
  12. Corona (Angel)
  13. Chuckie Feat. Gregor Salto (What Happens In Vegas)
  14. Zoe Badwi (Accidents Happen)
  15. Steve Forest Vs Marilyn Monroe (I Wanna Be Loved By You)
  16. Bonus DJS: Katy Perry (Last Friday Night [T.G.I.F])
  17. Bonus POP: Lady Gaga (Hightway Unicord [Road To Love])
  18. Bonus FLASH: Alice DJ (The Lonely One)

CD2
  1. Fresh & Lipps (Be My Lover)
  2. Afrojack (Rock The House)
  3. Zedd Feat. Matthew Koma (Spectrum)
  4. Groove Coverage (Riot On The Dancefloor)
  5. Steve Forest (Be Bop A Lula)
  6. Nightcrawlers Feat. Taio Cruz (Cryin' Over You)
  7. Kaskade Feat. Mindy Gledhill (Eyes)
  8. Swanky Tunes & Peking Duk feat. James Mcnally (You Are Like Nobody Else)
  9. Inna (Caliente)
  10. Manian (Loco)
  11. Quick-Jaxx (Boots R Made 4 This)
  12. DJ Sammy (Look For Love)
  13. Nora En Pure (Saltwater)
  14. Swedish House Mafia (Don't You Worry Child)
  15. Milk & Sugar Pres. MS2 (Stay Around [For This])
  16. AnnaGrace (Loves Keeps Calling)
  17. Bonus Extended: Duck Sauce (Anyway)
  18. Bonus Flash: Benassi Bros. Feat. Dhany (Rocket In The Sky)

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Maioria no Brasil é contra casamento gay, legalizar maconha e aborto

Maioria no Brasil é contra casamento gay, legalizar maconha e aborto – Pesquisa levantada pelo Ibope e divulgada nesta quarta-feira (3), ouviu a opinião dos brasileiros sobre temas polêmicos como casamento gay, legalização da maconha, aborto e entre outros temas.

Os dados levantados, revelaram que 79% dos eleitores brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Um placar semelhante envolve a questão do aborto: 79% são contrários à legalização e 16%, favoráveis. A maioria – ainda que por margem não tão larga – também rejeita o casamento gay: 53% a 40%.
O tema da união entre homossexuais ganhou força na campanha eleitoral depois de a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, alterar o capítulo de seu programa de governo que tratava do tema. Aproveitando-se da repercussão do caso, a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) passou a defender a criminalização da homofobia em discursos.
O programa de governo da candidata do PSB trazia em sua versão original, divulgada na sexta-feira, a defesa do casamento do gay e do PLC 122, projeto de lei que criminaliza a homofobia. Após receber críticas de lideranças evangélicas, a campanha de Marina recuou e retirou o apoio formal às duas propostas, adotando uma redação mais genérica que se compromete em “garantir os direitos civis” dos gays.
Os homens são os que mais rejeitam o casamento entre pessoas do mesmo sexo: 58% deles são contra. Já entre as mulheres, são 49% contra e 44% a favor. Há faixas do eleitorado que são majoritariamente favoráveis à bandeira da comunidade gay: 51% entre os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, e 55% entre os mais escolarizados, com curso superior. Já a legalização da maconha e do aborto não é defendida nem pelos mais jovens: 74% e 77%, respectivamente, são contrários.
A população está dividida em relação à pena de morte: 46% defendem a medida, e 49% a rejeitam. Já a redução da maioridade penal tem o apoio de oito em cada dez brasileiros. A pesquisa mostra ainda apoio significativo ao Bolsa Família, principal programa social do governo federal: 75% favoráveis e 22% contrários. Entre os que têm renda mensal de até um salário mínimo, a taxa de apoio chega a 90%. A privatização da Petrobras, bandeira levantada pelo candidato Pastor Everaldo (PSC), é rejeitada por 59% e aprovada por 22%.
(Informações Veja / conteúdo Estadão)

Fonte: Amigo De Cristo

A covardia dos que amavam Bernardo

Breno Rosostolato e Aspásia Basile Sula*

Ao longo dos tempos, as crianças foram consideradas como seres de menor importância. Até o século 19 a criança era vista como um estorvo inútil, porque nada produzia. Com a Revolução Industrial passou a ser “valorizada”, pois deveria sobreviver para se tornar um adulto produtivo.
Os castigos físicos como método pedagógico e educacional perduraram desde os primórdios da civilização e foram defendidos até por filósofos da grandeza de Santo Agostinho, que justificava: "Como retificamos a árvore nova com uma estaca que opõe sua força à força contrária da planta, a correção e a bondade humanas são apenas o resultado de uma oposição de forças, isto é, de uma violência”.
O infanticídio, termo popularesco que designa a sumária execução de crianças não desejadas pela família, era uma prática comum no Império Romano e em algumas tribos bárbaras. Até os dias de hoje, em algumas etnias, centenas de crianças são enterradas vivas, sufocadas com folhas, envenenadas ou abandonadas para morrer.Esses assassinatos são, muitas vezes, fruto de aspectos culturais colocados acima do bem-estar e da vida, condenando as crianças à morte, em nome de crenças e tradições imutáveis.
A falta de informação e de políticas públicas de saúde e educação, além do isolamento social de muitos desses grupos, favorece tais práticas, que são perpetuadas na história como procedimentos comuns e naturais. Mortes que se estabelecem como verdadeiros processos seletivos, conceito fundamentado numa espécie de eugenia social e que determina quem está apto, adaptado ou não, para viver na comunidade. Mas o infaticídio não é uma exclusividade de algumas etnias. Os chamados “civilizados” também matam crianças. Matam crianças para roubar. Matam crianças para se vingarem. Matam crianças em guerras para aniquilar o futuro de uma nação.
Cotidianamente, ouvimos notícias sobre os maus-tratos infantis que podem vir travestidos de várias formas: negligência, mau trato psicológico, abuso físico, abuso sexual. Em todas elas, o que prevalece é sempre o poder do mais forte contra o mais fraco.
Leis, normas e resoluções são aprovadas na tentativa de obrigar os adultos a respeitarem as crianças. Infelizmente, os maus-tratos começam e se perpetuam, na maioria das vezes, dentro das relações familiares. Aí o problema toma dimensões perigosas: o lar, espaço considerado sagrado e indevassável, passa a ser palco de horrores onde amigos, parentes e vizinhos não se sentem no direito de invadir.
Gritos, choro, marcas pelo corpo. Tudo é percebido por alguém do lado de fora. Tudo é comentado à boca pequena. Até que, um dia, a criança sofrida, espancada, estuprada não resiste e... morre.
Ah! Quantas testemunhas dos abusos surgem nesse momento! Vizinhos juram que ouviam a criança chorar. Professores afirmam que a criança tinha o corpo coberto por manchas roxas. Familiares, aos prantos, lembram que sempre desconfiaram que a criança fosse maltratada.
Por algum motivo aprendemos que não se deve “meter o nariz” na vida dos outros, e essa danosa hipocrisia, como um véu, recobre os atos de violência contra a criança. E, com essa mania de não interferir na vida alheia, nos tornamos covardes anônimos que dão aval a outros covardes.
Bernardo Boldrini foi visto pela última vez em 4 de abril, e seu corpo foi encontrado no dia 14 do mesmo mês. As investigações revelaram que o menino morreu em consequência da superdosagem de um sedativo e depois enterrado em uma cova rasa. O pai, que em um vídeo aparece dopando o filho, e a madrasta, que em um áudio aparece ameaçando Bernardo de morte, foram indiciados no crime de homicídio doloso e ocultação de cadáver.  Eles tiveram a ajuda de outras duas pessoas.
Nesse ciclo vicioso de poder, subjugo, mau trato e omissão, vítimas como o menino Bernardo sofrem, nos poucos anos de suas vidas, a mais cruel das torturas: verem seus corpos machucados e suas almas estraçalhadas por aqueles a quem seus frágeis corações amavam e em quem confiavam.
Proteger uma criança é meu dever. É seu dever. Deixe a educação de lado. Meta-se na vida do outro! Denuncie. Critique. Mostre-se. Salve uma criança.

* Breno Rosostolato, psicólogo, e Aspásia Basile Sula, mestre em enfermagem pediátrica, são professores da Faculdade Santa Marcelina.

Fonte: Jornal Do Brasil

Autor de peça inspirada em Isabella Nardoni é condenado


Lucas Arantes, de 28 anos, foi condenado pela Justiça de São Paulo por ter escrito a peça teatral Edifício London, inspirada na história de Isabella Nardoni. Ele terá que pagar indenização de R$ 20 mil a Ana Carolina de Oliveira, mãe da menina. A decisão admite recurso. As informações são da Folha de S. Paulo. 
Isabella foi assassinada aos 5 anos de idade em 2008. Os culpados, de acordo com determinação da Justiça, foram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da garota, que supostamente a asfixiaram e a jogaram pela janela do sexto andar do prédio em que viviam. Segundo o jornal, o texto do espetáculo de Lucas (que nunca chegou a ser encenado) menciona o nome do edifício em que o crime ocorreu, mas não cita nomes e faz apenas algumas referências factuais ao caso.

Em março de 2013, ainda de acordo com a publicação, a Justiça já havia proibido a estreia de uma montagem do texto e a comercialização de uma versão impressa, publicada pela editora Coruja, que também foi condenada a pagar indenizações. A responsável pelo julgamento entendeu, na ocasião, que a obra "violava o direito à privacidade" da mãe de Isabella e que o público não conseguiria separar a "licença poética" dos acontecimentos reais.
Para o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, especialista em legislação de imprensa, no entanto, acontecimentos "notórios" e "de caráter público" podem ser "apreciados por artistas, jornalistas, sociólogos e críticos".

Fonte: Terra

Mais polêmica: Beatriz será agredida por homofóbicos em Império


Renato Rocha Miranda, TV Globo

Renato Rocha Miranda, TV Globo

Os personagens gays da novela Império estão dando o que falar. Se Aguinaldo Silva queria que sua trama caísse na boca do povo, seja para o bem ou para o mal, está conseguindo este feito.
Nos próximos capítulos, o escândalo envolvendo Cláudio Bolgari (José Mayer) promete muitos barracos e fortes emoções. Já sabemos que Enrico (Joaquim Lopes) ficará contra o pai, afinal, o rapaz sempre deixou bem clara sua homofobia. E Beatriz (Suzy Rêgo), continuará ao lado do marido em meio a esse turbilhão?
O autor adiantou que sim, a esposa dedicada chegará a arriscar a própria vida para defender o marido. No site da novela, Aguinaldo revelou que Beatriz será agredida por um bando de mulheres preconceituosas no meio do supermercado.
Após a agressão, Beatriz será levada em estado grave para o hospital e ficará alguns dias em coma. Tudo por tentar proteger a família a qualquer custo…
Aqui nos comentários do blog, as opiniões são bem controversas. Há quem abomine as atitudes de Beatriz e acredite que mulher nenhuma seria tolerante como ela. Por outro lado, a esposa de Cláudio tem muitos admiradores, que acreditam no amor verdadeiro, capaz de aceitar qualquer coisa, até mesmo a vida dupla do marido.

Fonte: ClicRBS (Noveleiros)

Jô Soares volta a gravar segunda-feira: "Daqui a pouco eu tô de volta"

Jô Soares volta a gravar segunda-feira: "Daqui a pouco eu tô de volta"
 Já recuperado de uma pneumonia que o deixou hospitalizado durante mais de 20 dias em São Paulo, o apresentador Jô Soares anunciou nesta quarta-feira (3), em seu site oficial que voltará aos estúdios e ao trabalho já na próxima segunda-feira (8).
"Daqui a pouco eu tô de volta", disse ele em comunicado divulgado em seu site oficial, no portal da Rede Globo.
Acometido de uma forte pneumonia aos 76 anos de idade Jô ficou afastado do trabalho por mais de um mês após dar entrada no hospital, somando-se internação e período de recuperação domiciliar.
De acordo com informações do diretor Willem van Weerelt, à frente do "Programa do Jô", o clima na produção é de alegria com a retomada das gravações.
Sem substituir o "gordo" na bancada, enquanto Jô esteve ausente, internado no Hospital Sírio Libanês a atração das madrugadas da Rede Globo sobreviveu de reprises, reapresentando entrevistas especiais.

Fonte: Diário 24hrs

A caminho do Maranhão, Alcione passa mal e é retirada do avião

A caminho do Maranhão, Alcione passa mal e é retirada do avião
Após passar mal no inicio da decolagem, a cantora Alcione, nesta quarta-feira (3), passou mal em um aeroporto do Rio de Janeiro e precisou ser retirada da aeronave.
De acordo com assessoria de imprensa da cantora, a artista apresentou uma forte crise de bronquite e falta de ar. Ela viajaria para São Luís, no Maranhão, para participar da gravação do DVD de Flávia Bittencourt nesta quinta-feira (4).
Alcione sentiu muito ter que cancelar o compromisso. "Lamentando muito, a Marrom deseja toda sorte para a amiga e conterrânea e espera que possam cantar juntas em breve".
Marrom estava no Rio de Janeiro gravando uma participação no programa "Esquenta" (Globo), comandado por Regina Casé, que vai ao ar aos domingos. 
"Espero que vocês se divirtam o tanto quanto eu com o 'Esquenta' que provavelmente irá ao ar dia 05/10! Foi engraçadíssimo e super alto astral, como sempre", escreveu. Com informações "A Tarde Online”

Fonte: Diário 24hrs