domingo, 2 de agosto de 2015

Ronda Rousey nocauteia Bethe Correia e mantém cinturão do UFC


Ronda Rousey precisou de apenas 34 segundos para ganhar a luta e o público que lotou a HSBC Arena, no Rio de Janeiro, na noite de sábado, para assistir ao UFC 190. Campeã absoluta do peso-galo feminino, ela passou os últimos dias ouvindo da brasileira Bethe Correia que seria nocauteada. Mas, com um cruzado firme de direita, nocauteou. Foi sua 11ª vitória no primeiro round em 12 lutas de uma carreira invicta no UFC.
O triunfo de Ronda, tão esperado quanto consagrador, mereceu gritos efusivos do público. Quando desceu do octógono, a norte-americana percorreu o trajeto de volta ao vestiário ouvindo em uníssono um "olê, olê, olê, olá... Ronda, Ronda". Pouco antes, de cabeça baixa, Bethe fez o mesmo trajeto sob aplausos mais contidos.
O público, aliás, teve participação ativa durante toda a noite, principalmente após iniciar o card principal. Apoiou com entusiasmo o brasileiro Rodrigo Minotauro - mesmo que tenha perdido por decisão unânime dos juízes para o holandês Stefan Struve - e vaiou a vitória questionável de Maurício Shogun, também por pontos, diante de Rogério Minotouro. Em dois momentos a torcida ainda gritou ofensas em coro à presidente Dilma Rousseff.

Cinturão
Já era madrugada de domingo quando Bethe Correia e Ronda Rousey subiram ao octógono para a principal luta da noite. Com a bandeira do Brasil às costas e ao som de "Beijinho no ombro", música da funkeira Valesca Popozuda, Bethe entrou agitada e de rosto fechado. Como fizera nos eventos pré-luta, apontou o dedo para a campeã, que entrou na sequência, e prometeu que iria vencer. Mas não conseguiu cumprir a promessa.
Não conseguiu porque a norte-americana fez o que costuma fazer: partiu para cima da brasileira sem se descuidar da defesa. Ronda surpreendeu ao apostar na chamada trocação de golpes, especialidade da adversária, ao invés de investir nos arremessos sua grande marca. Foi uma forma de responder às provocações da brasileira, que se dizia preparada para neutralizar a conhecida estratégia da americana. 
Bethe, porém, foi mais afoita neste rápido confronto. Levou um cruzado de direita, outro soco na sequência e caiu. Fim de luta. "Quando nos encaramos (na pesagem), ela (Bethe) me disse para não chorar. Hoje eu disse o mesmo para ela quando eu a nocauteei", ironizou Ronda Rousey após a luta, segurando o cinturão no ombro.
Procurando demonstrar tranquilidade, Bethe afirmou estar pronta para novos combates após sua primeira derrota no UFC. "Não me arrependo de nada. Tudo que falei foi sincero, foi porque acreditei. O evento foi incrível, só não tive o resultado que eu esperava", declarou. "Aprendi várias lições com esta luta e estou muito satisfeita com meu trabalho."

TUF
O UFC 190 também registrou as finais do reality show The Ultimate Fighter (TUF) Brasil. Pelo peso-galo, Reginaldo Vieira venceu Dileno Lopes na luta mais "feroz" a noite por decisão unânime dos juízes. Na sequência, Glaico França finalizou Fernando "Açougueiro" no último round e se sagrou vencedor entre os leves. Assim, Reginaldo Vieira e Glaico França vão assinar contrato com o UFC.

Confira abaixo os resultados do UFC 190:
-Card Principal
Ronda Rousey venceu Bethe Correia por nocaute
Mauricio Shogun derrotou Rogério Minotouro por pontos
Glaico França venceu Fernando "Açougueiro" por finalização
Reginaldo Vieira venceu Dileno Lopes por pontos
Stefan Struve derrotou Rodrigo Minotauro por pontos
Antônio Pezão venceu Soa Palelei por nocaute técnico
Cláudia Gadelha superou Jessica Aguilar por pontos

-Card Preliminar
Demian Maia superou Neil Magny por finalização
Patrick Cummins bateu Rafael Feijão por nocaute técnico
Warlley Alves venceu Nordine Taleb por finalização
Iuri Marajó superou Leandro Issa por pontos
Vitor Miranda venceu Clint Hester por nocaute técnico
Guido Cannetti bateu Hugo Wolverine por pontos

Zimbábue denuncia morte de outro leão por homem americano

As autoridades do Zimbábue anunciaram neste domingo (2) que estão à procura de um outro cidadão norte-americano suspeito de matar um dos leões protegidos do país durante uma caça ilegal ocorrida em abril. A caça teria sido realizada com arco e flecha, segundo fontes locais, por um homem originário da Pensilvânia. A denúncia vem dias após o dentista norte-americano Walter Palmer confessar ter caçado o leão Cecil, considerado o símbolo do Zimbábue. O Ministério do Meio Ambiente local já pediu a extradição do norte-americano, morador de Minnesota. 
Com 13 anos de idade, Cecil era a atração principal do parque de Hwange há uma década. De acordo com as investigações, ele teria sido atraído para fora do local para ser abatido. O animal foi ferido com uma flecha, mas não morreu de imediato. Após receber um tiro de rifle, ele foi degolado e teve sua pele arrancada. 
De acordo com a imprensa do Zimbábue, o dentista norte-americano teria teria pago cerca de US$ 50 mil para caçar Cecil. Associações de defesa dos animais afirmam que ele chegou a receber ajuda de moradores locais para a caça. 
O caso gerou comoção mundial e provocou críticas de dezenas de entidades de proteção animal, que pediram ao governo do Zimbábue o cancelamento das autorizações de caça no país. Irmão - A direção do parque de Hwange confirmou neste domingo (2) que o irmão de Cecil, Jerico, está vivo. Os funcionários exibiram uma foto do animal para desmentir os boatos de que ele também teria morrido em uma caça.

Fonte: Jornal Do Brasil

Aos 43 anos, Patricia França diz que acha cruel ver sua imagem na TV em ‘Malhação’: ‘Fico bolada’


Dorival Caymmi afirmou: “De um ditado que dizia que beleza não põe mesa, eu não sou o inventor”. O verso é da canção-tema do papel mais marcante da carreira de Patricia França, a bela protagonista de “Tereza Batista” (1992). Dezenove anos depois das primeiras experiências na dramaturgia, parece que o tempo passou num compasso diferente para a atriz, modesta aos 43.
— Não tenho mais o rosto que eu tinha com 20 ou 30 anos — pondera a intérprete de Delma, de “Malhação”, que encerra esta temporada dia 14.
Mesmo com elogios frequentes de colegas e fãs, Patricia confessa que tenta superar a dificuldade em assistir às próprias cenas por um motivo surpreendente: o visual.
— Preciso entender que tenho o rosto e o corpo de uma mulher de 40 e poucos anos. Mas ainda fico muito bolada. Acho cruel olhar para mim mesma e me ouvir. Falo para quem está do lado: “Olha o meu pescoço, cheio de ossinhos!”, “Veja só: um lado está maior que o outro” (risos).
Apesar de fazer a atriz encarar suas imperfeições estéticas — que só ela parece perceber — , o mais recente papel na TV trouxe muita diversão e aprendizado à morena.
— Poder trabalhar com gente jovem é a melhor troca que existe. Eles estão frescos, sem vícios e, quando a gente se deixa levar, todo mundo ganha. Vejo a forma como eles cantam, brincam, dançam... Dou tanta risada!
Mãe de Fernanda, de 15 anos , e de Gabriel, de 6, ela leva referências dos bastidores de “Malhação” para casa. A novela a ajudou a se aproximar do universo da filha, embora muitos atores sejam mais velhos que a menina, lembra Patricia, que fica imaginando como a primogênita será na idade dos colegas de trabalho. Entre uma conversa e outra com Fernanda, a atriz se viu recentemente questionada pela filha no que diz respeito à alimentação. Dia desses, a adolescente perguntou: “O que você acha de eu ser vegetariana?”.
— Respondi que ela já tem discernimento para tomar essa decisão. Amo bichos e acho lindo ter compaixão pelo animal. Às vezes, eu me sinto cínica quando percebo o mal que o ser humano faz à natureza. No entanto, não consigo deixar de comer carne. Acho lindo quem consegue. Dentro do possível, procuro me alimentar de maneira saudável: não sou junkie nem punk. Parto do princípio de fazer o que está ao meu alcance nesse momento, já que não me disciplinei a esse ponto.

Patricia conta que tem paixão por animais e se sente “cínica” por não ser vegetariana
Foto: Pedro Paulo Figueiredo / Agência O Globo

Para conseguir resultados felizes na balança, a atriz acredita que o equilíbrio é fundamental: ingredientes variados, dieta sem neuras e zero vício.
— Evito comer fritura em excesso, mas sem paranoias. Prefiro optar pela carne branca, evito refrigerantes, não bebo muito álcool, não fumo, não me drogo — enumera a dona de um corpo de 53kg e 1,58m de altura, que conta estar com a silhueta ainda mais fininha desde que iniciou o trabalho na novela: — Dei uma remanejada na alimentação e perdi dois quilos por sugestão do meu agente. Engraçado é que me achei magrela a vida inteira, mas a gente é magro e às vezes está fora de forma. Gostei do resultado final!
Adepta de ginástica localizada durante a semana, Patricia admite ter “inveja de quem é disciplinado para malhar”, define-se como “uma pessoa meio preguiçosa” e confessa não gostar muito de frequentar a academia.
— Tenho que me redescobrir nessa área, talvez se eu voltar a dançar... Quando se associa atividade física ao prazer, sem querer, vem a regularidade nas aulas. Mas o que aprendi mesmo é o seguinte: quando a gente cuida da alimentação, o corpo responde. É importante estar em movimento, mas aí não precisa morrer de fazer exercícios.

Patricia França emagreceu dois quilos com reeducação alimentar e exercícios durante “Malhação” Foto: Pedro Paulo Figueiredo / Extra

Fonte: Extra

Marieta Severo, a Fanny de ‘Verdades secretas’, diz que jamais dividiria um homem: ‘Coloco a malinha na porta’


Lineu, Tuco, Bebel, Agostinho e todos os agregados de “A grande família” não acreditariam se só ouvissem falar. Mas eles e o Brasil todo estão vendo: a matriarca zelosa e carinhosa do lar dos Silva se transformou numa cafetina, uma mulher sem escrúpulos, que explora sexualmente garotinhas para se dar bem na vida. Pode parecer doloroso, mas é surpreendente e, por isso, dá gosto de assistir: Dona Nenê morreu para dar lugar a Fanny Richard, a dona da agência de modelos de “Verdades secretas”.

— Minha missão interior era essa: fazer com que as pessoas se esquecessem da Nenê quando me vissem em cena. Nem eu tinha consciência de como estava impregnada por ela, na maneira de falar, no gestual, nos pensamentos e sentimentos — confirma Marieta Severo, a atriz por trás dos dois papéis: — Fiz um trabalho meticuloso, no sentido de me afastar. Tive essa sorte enorme de ser chamada para uma personagem que me levasse para outro lugar, e fui. Não aceitaria fazer outra dona de casa, boa índole, que preparasse um cozido delicioso! Até porque, na cabeça do público, as coisas se confundem. E eu, como atriz, nunca me senti atraída por estender algo que deu certo. Não tem graça!

De herança, Nenê deixou para Marieta a aliança de casamento (“Fiquei com ela, de recordação. Mas não é de ouro, hein?”, avisa). Da jarra de suco em formato de abacaxi, que virou sensação no seriado, ela também mantém um exemplar em sua casa na Gávea, Zona Sul do Rio. E o espaço que lhe cabia no latifúndio do Projac ainda é o mesmo:

— Coincidentemente, gravo no mesmo estúdio F e uso o mesmo camarim da Nenê. No começo, ficava mexida, achava que Bebel, Agostinho, Lineu... estavam todos pairando por ali.

O elenco de “A grande família”: convivência que deixou saudade Foto: Ana Branco/ 13.03.2012

Guta Stresser, por sua vez, guarda e cuida com carinho da orquídea que ganhou da “mãe para toda a vida”.
— Plantei e agora vejo dar flor. Chamo a orquídea de Minha Marieta, que me faz lembrar da convivência com essa grande mulher. Que saudade! — diz a intérprete de Bebel, de 42 anos.
“A grande família” terminou em setembro do ano passado, após 14 anos no ar com os mesmos protagonistas. Dois meses depois, Marieta já recebia o convite do autor Walcyr Carrasco para integrar o elenco da novela das 11.
— Quem não quer trabalhar com Marieta? Tenho uma profunda admiração por ela. Descobri que é uma grande amiga, que veste a camisa! — conta Walcyr, em sua primeira parceria com a atriz.
Ainda durante o convite, o autor teve uma conversa franca com a veterana:
— Falei tudo. Nunca minto para um ator que estou convidando. E Marieta é uma artista, faz o que o papel exige, até mesmo se humilhar. Ela é grandiosa!

Fanny em ataque de fúria: ela já quebrou pelo menos dez objetos de vidro em três cenas assim Foto: Raphael Dias/ Rede Globo/ Divulgação

Na pele de Fanny, os insultos são constantes. Chamada de velha o tempo todo por Anthony (Reynaldo Gianecchini), Giovanna (Agatha Moreira) e Alex (Rodrigo Lombardi), a empresária — que de boazinha não tem nada, mas não é considerada vilã por sua intérprete, e sim uma mulher amoral —, provoca sentimentos controversos no telespectador. A cada cena assim, pipocam nas redes sociais comentários como “Marieta, volta para ‘A grande família’, porque você está sendo massacrada”, “Que texto cruel!” e “Fanny, mais humilhada em três minutos do que eu na vida inteira”.

— A garotada do elenco me conta o que tem rolado na internet, porque eu não participo desse universo virtual. E qual não foi a minha surpresa quando me disseram que tem gente com pena de Fanny! — comenta Marieta, revelando que deu carta branca a Walcyr Carrasco para pegar pesado no texto: — Eu o conheço, sei do poder corrosivo que tem com as palavras. E liberei, disse para não ficar melindrado. É um texto cruel, mas eu queria que ficasse muito clara a diferença de idade entre os personagens. Sou bem mais velha que Giane, uns 20 anos pelo menos. Ele poderia ser meu filho. Então, o caminho era esse: a velha que compra o cara. E esse cara é lindo, não é um qualquer (risos).
Quando ouve humilhações — do tipo “A sua pele, debaixo de todos os cremes, é seca... O seu cheiro, por mais perfume que passe, é de velha” ou “A minha pele é sedosa, a sua é de velha. É a mim que ele deseja!” —, Marieta garante que não se deixa abalar pessoalmente, apesar de ser ela a dona da pele da personagem.
— Não misturo estações. Esse seria um caminho para a loucura. Fico engasgada, porque é muito duro uma mulher ouvir isso. Choro, mas é pela Fanny. O que fica no fim é a satisfação de uma cena bem-feita. Mergulho profundamente ali e depois exorcizo ao ir embora. Caso contrário, vira hospício, não é arte. Minha vaidade não vale nada em cena. Se você é aquele tipo de ator que tem o ego exacerbado a ponto de achar que aquilo vai mexer com sua imagem, se tem esse tipo de preocupação, vai perder o melhor da profissão. Talvez se a minha vaidade fosse maior que a minha paixão pelo trabalho, eu me sentiria atingida.

Reynaldo Gianecchini estreou na TV em “Laços de família”, no papel de sobrinho da personagem de Marieta Severo Foto: Carlos Ivan/ 08.04.2000

Reynaldo Gianecchini, de 42 anos, que contracena novamente com a atriz 15 anos depois de sua estreia na TV, no papel do sobrinho da personagem de Marieta em “Laços de família”, também não se aflige. Segundo ele, a colega é das pessoas mais joviais que conhece:
— E ela tem um lugar muito importante na minha história. Reencontrá-la, com mais maturidade, tem sido uma delícia. Estamos em outra situação, com papéis mais desafiadores. É um papo reto, sabe? Não podia estar mais feliz.
Tem dias em que acordo com 110 anos, mas em geral a minha tônica é de 20. Sou jovial, animada, cheia de energiaMarieta Severo
Consciente de seus 68 anos bem vividos, Marieta diz que as rugas são, sim, um incômodo, mas não uma preocupação. Em favor da expressão facial mais natural, tão importante para o ofício de atriz, ela nunca foi capaz de se entregar ao bisturi ou ao botox.
— Ruga é uma chatice, que fique claro. Ninguém gosta de ficar enrugado. Eu reclamo do meu pescoço há milênios, só agora atingi a idade dele, que começou a ficar velho antes de mim — brinca, para depois fazer uma autoanálise: — Quando eu me vejo, estranho a minha imagem. É quase como se não fosse eu. Tem dias em que acordo com 110 anos, mas em geral a minha tônica é de 20. Sou jovial, animada, cheia de energia. E sempre mantive o mesmo peso, tenho roupas de 20 anos atrás.

Beleza, revela Marieta, não é uma questão para ela. Bem-estar vale mais:
— Nunca fui uma mulher bonita. No máximo, era a moreninha ajeitadinha. Então, acho que estou envelhecendo bem. Eu me cuido, tenho a mesma professora de ginástica há mais de 20 anos. Adoro atividade física, não sei viver sem. Fiz balé clássico e moderno, queria ser bailarina quando jovem. Faço ioga duas vezes por semana e massagem. Eu me sinto confortável assim, caminhando para os 70.

Com a filha Silvia Buarque: referência como mulher e profissional
Foto: Leonardo Aversa/ 24.02.2010

A mãe de três filhas e avó de sete netos (e essa conta aumenta quando ela considera Janaina Diniz Guerra, de 43 anos — que “adotou” após a morte da amiga Leila Diniz — e seu filhinho como da família) diz que tem nos seus queridos sua maior fonte de vitalidade.
— Nesse ponto, sou bem parecida com Nenê. Reunir a família no domingo é sagrado. Mas sou incapaz de entrar na cozinha e não derrubar algo, não me queimar. Ficar longe do fogão, portanto, é questão de sobrevivência. Adoro casa, decoração. Todo sábado, coloco as coisas no lugar. Mas na cozinha eu só como. A santa Adalgiza, minha funcionária de uma vida, é quem arrebenta na feijoada, na comida baiana... — conta Marieta, cuja grande e real família é fruto do casamento de 33 anos com o cantor Chico Buarque, desfeito em 1999: — Somos grandes amigos. Ele participa desses almoços lá em casa.
Sou incapaz de entrar na cozinha e não derrubar algo, não me queimar. Ficar longe do fogão, portanto, é questão de sobrevivênciaMarieta Severo
Nos dias de folga, a atriz se divide entre o namorado (o ator e diretor Aderbal Freire-Filho, de 74 anos), as filhas (a professora de filosofia Luísa, de 39 anos; a pedagoga Helena, de 44; e a atriz Sílvia, de 46) e os netos, com idades que variam dos 2 aos 18 anos.
— Minha casa é muito atraente. Botei casinha de boneca, pula-pula, escorrega... eles amam! A grande farra é dormir todo mundo no meu quarto. Acho assim: como mãe, você prepara para a vida, essa é sua função. Tem que dar limite e educar. Já como avó, você quer proteger. Minhas filhas às vezes me gozam, dizendo que eu era tão liberal com elas e agora quero colocar uma redoma em volta dos netos... Também não gosto de criança mal-educada, sem limite. Na minha casa, não pode tudo, não!
Sílvia Buarque, que tem na genitora uma referência de mulher e profissional, entrega: com vovó Marieta não tem frescura.
— Talvez o maior talento da minha mãe seja a maternidade. Ela se joga nas brincadeiras, porque tem uma curiosidade pela vida muito infantil, no melhor sentido. E os netos têm muito amor por ela, que é alto-astral, vive gargalhando. Minha mãe passa essa imagem de mulher centrada e elegante, mas tem um lado bagaceira (risos). Quando vai a feirinhas de artesanato, sai com um carregamento de quinquilharias. Dar presente para ela é muito fácil. Ama tudo!

Com o ex, Chico Buarque: amigos
Foto: Marcos Ramos / 12.03.2010

Ser uma otimista incorrigível é outra das características de Marieta. Em recente participação no “Domingão do Faustão”, seu posicionamento político criou bafafá. Ela discordou, ao vivo, do apresentador quando ele disse que o Brasil era o país da desesperança.
— Democracia é isso: conviver com ideias opostas e ouvi-las, colocando seu ponto de vista. Não houve saia justa, Fausto foi gentilíssimo e me deu espaço para falar o que eu queria até o meu ponto final. Acho que a gente tem que acreditar que o Brasil e a humanidade têm jeito. Mas não sou uma otimista tola, desinformada. Leio os jornais todos os dias, sei da crise pela qual a gente passa. A desigualdade social me toca profundamente. Nunca fui de partido algum, mas quem brigar contra isso vai ter o meu apoio. O pessimismo está alimentando forças negativas, reacionárias. Ditadura não é solução para nada. Vivi essa fase trágica — reforça.
A desigualdade social me toca profundamente. Nunca fui de partido algum, mas quem brigar contra isso vai ter o meu apoio.
Nos seus dez anos de relacionamento com Marieta, Aderbal Freire-Filho diz que se encanta, dia a dia, com a inteligência e a jovialidade da namorada.
— É impressionante nela a consciência moderna. Como é parceira, espirituosa, leal, amiga dos amigos... E, fisicamente, é difícil de acompanhar o pique! Quando viajamos, ela quer ir a teatro, balé, ópera... Todo dia tem programação. Isso é admirável! — derrama-se em elogios, contando que não morar sob um mesmo teto foi escolha de ambos: — Tanto eu quanto ela fomos casados por muito tempo. Ela tem uma vida compartilhada com as filhas e netos, e eu, que não tenho netos, só dois filhos que moram fora, adoro ser só. Gosto de ficar sozinho no meu apartamento e sei que a tenho por perto.
Se na ficção Marieta costuma se envolver com homens bem mais jovens que ela — foi assim em “Laços de família” (2001), quando Alma bancava o bon-vivant Danilo (Alexandre Borges), e agora, em “Verdades secretas” —, na vida real ela diz nunca ter passado por experiência parecida:
— Sempre gostei de homens mais velhos. Mas tenho conhecidas que se relacionam com garotões, e nunca vi isso com maus olhos. Sou despida de preconceitos. Cada um sabe de si, sabe a dor e a delícia de ser o que é — afirma, citando um verso da canção “Dom de iludir”, do amigo Caetano Veloso.

Com o namorado Aderbal Freire-Filho: dez anos de relacionamento
Foto: Divulgação

De dores e delícias, Fanny conhece bem. Apaixonada por Anthony, o ex-modelo que ela sustenta em troca de um pouco de carinho e prazer, a mulher poderosa se mostra frágil e desequilibrada quando sente que pode perdê-lo. Sua disputa amorosa com Giovanna pelo galã já rendeu algumas cenas de quebra-quebra e pelo menos dez objetos de vidro estilhaçados.
— Essa mulher, que domina o mundo dos negócios e é quase masculina, racional, quando se vê traída, demonstra ter um vulcão escondido. Fica descontrolada — analisa Marieta, dizendo não se satisfazer nas cenas em que atira objetos contra a parede para descarregar a raiva de Fanny: — Não preciso dessa catarse. Para mim, é só um esforço físico e emocional.

Sou um ser controlador, ciumento. Jamais aceitaria isso (dividir um homem)! Não teria estrutura emocional.

A carência por algum tipo de afeto é tamanha, que Fanny acaba se rebaixando e aceita dividir seu homem com a ninfeta pela qual ele se apaixonou. Para Marieta, uma ideia inadmissível.
— Você sabe qual é o meu signo? Escorpião. Sou um ser controlador, ciumento. Jamais aceitaria isso! Não teria estrutura emocional para aguentar uma coisa dessas. Minha tendência é fazer a malinha, colocar na porta e falar: “Vai, mas vai mesmo!”.
Fiel escudeiro de Fanny, Visky é quem junta os cacos do sofrimento da patroa. Rainer Cadete, seu intérprete, só faz comemorar a oportunidade.
— Acabo emprestando um pouco da minha admiração pela Marieta para Visky. Ele vive dando apelidos a ela, como magnânima, poderosa, absoluta. É assim que eu a vejo também. Meu sonho é ser amigo dela para sempre — confessa o ator de 28 anos, que há dez abraçava a carreira artística por influência da hoje colega de elenco: — Com 18 anos, fui assistir à peça “As centenárias”, com Marieta e Andréa Beltrão. Fiquei muito impressionado. Ali eu tive certeza do que eu queria. Uma década depois, estou eu entrando no estúdio com Marieta para nossa primeira cena, e quem é que a gente encontra lá na porta? Andréa. Foi muito emocionante! Fiz a cena com lágrimas nos olhos.

O triângulo amoroso Fanny, Anthony e Giovanna, de “Verdades secretas”
Foto: João Miguel Júnior/ Rede Globo/ Divulgação

Amiga, comadre e sócia de Marieta, Andréa Beltrão, de 51 anos, diz que tem a encontrado menos do que gostaria, por estarem se dedicando a trabalhos distintos no momento.
— Sinto falta da Marieta todinha, da ponta do cabelo até a do pé. A gente se fala por e-mail todos os dias, e assisto a tudo o que ela faz. A transformação dela como Fanny não me surpreende. Conheço de perto, e isso é um privilégio: acompanhar a capacidade que ela tem de se modificar. É uma mestra, gênia — afirma Andréa, com quem a veterana divide o comando do Teatro Poeira.
Eu me espanto com o tamanho que as pessoas dão a mim. Tem gente que nem sabe direito como é meu trabalho, mas passou a vida ouvindo falar de Marieta Severo e vai na opinião dos outrosMarieta Severo
Ao celebrar 50 anos de carreira em 2015, Marieta diz que o sucesso é relativo. De seus primeiros trabalhos no teatro (“Feitiços de Salém”, de 1965), no cinema (“Society em baby-doll, de 1965) e na TV (“O Sheik de Agadir”, de 1966) até a Fanny de “Verdades secretas”, ela relembra que as batalhas internas foram uma constante.
— Sempre lidei com a minha insegurança em relação ao meu talento. Chafurdei nessa lama durante anos, tanto que fiz muita psicanálise. Esse terreno do fiz ou não fiz sucesso é tão incerto! Às vezes, a repercussão de um trabalho que você acha que não está fazendo tão bem é ótima, e vice-versa. Eu me espanto com o tamanho que as pessoas dão a mim. Tem gente que nem sabe direito como é meu trabalho, mas passou a vida ouvindo falar de Marieta Severo e vai na opinião dos outros. Mas o reconhecimento é bacana, é claro que é bom ganhar prêmio. Ali não estão mentindo para mim. É algo concreto. O que me faz agradecida é que eu posso errar ou acertar, mas hoje sei que sou atriz.

Marieta Severo e Andréa Beltrão são amigas, comadres e sócias
Foto: Mario Canivello/Divulgação/ 23.03.2011

Estilista falida em 'A regra do jogo', Monique Alfradique fala da chegada dos 30 e do namoro à distância: 'Relação estável'


Depois do drama envolvendo a doação de óvulos de Beatriz em "Fina estampa", Monique Alfradique voltará às novelas num papel completamente diferente. Em "A regra do jogo", próxima trama das 21h, ela será Tina, uma estilista que vai morar no Morro da Macaca com o marido, o arquiteto Rui (Bruno Mazzeo), após uma crise financeira.
- Será um núcleo cômico. Tina teve tudo na infância, nunca cuidou da casa. Quando casa com Rui, começa a se deparar com outra realidade. Ela, que sempre morou no Leblon, se muda para Botafogo com ele. A novela começa desse ponto, mostrando os dois sem emprego e trabalhando como freelancers. Até que ele vê a possibilidade de se mudar para o Morro da Macaca e acerta tudo sem a mulher saber. Tina terá uma surpresa quando chegar lá. As situações são bem engraçadas - adianta ela.
Oziel (Fábio Lago), filho do porteiro do apartamento de Botafogo, é que convencerá Rui a morar na comunidade. Ele será casado com Indira (Cris Vianna), dona de uma loja de roupas no morro.
- Primeiro, Tina vair rejeitar o lugar. Depois, vai entrar na dança e acabar gostando - conta a atriz.
Monique teve o primeiro contato com comédia na peça "Qualquer gato vira-lata...". Recentemente, ela integrou o elenco de "#PartiuShopping", programa de Tom Cavalcante no Multishow, como a perua Perla.
- Sou uma atriz inquieta e sempre busquei coisas novas. Tive um bom retorno com a participação no programa. As pessoas ficaram felizes com essa minha descoberta no humor. E a Tina veio num momento de muito amadurecimento pessoal - avalia a atriz, que completará 30 anos em abril. - A idade está chegando e eu estou sendo preenchida. Estão surgindo personagens mais marcantes e desafiadores.
A atriz, que namora há um ano e meio um empresário de São Paulo, fala do namoro à distância:
- Nos encontramos no fim de semana. Eu preciso estar sozinha, gosto das minhas coisas, do meu momento. Então, aproveito bem essa distância, sem sofrimento. É uma relação estável, a gente se respeita bastante.

Fonte: Patrícia Kogut

"Sou a rainha da casa", diz Wanessa sobre ser mãe de meninos


Mãe de João Francisco e José Marcus, e casada com Marcus Buaiz há 8 anos,Wanessa vive cercada pelas vantagens de ser a única mulher da casa: "Estou amando ser mãe de menino, sou a rainha da casa. Meus três homens me adulam, me mimam, adoro!", diz a cantora em conversa com QUEM.

SAIBA MAIS

Satisfeita com a prole, a cantora de 32 anos diz não ter planos para aumentar a família - pelo menos por enquanto: "Tenho vontade, mas não tenho disposição física de trabalhar e ter mais um. Diria que no momento (o assunto) não está em aberto, está fechado. Pode ser que daqui 4 anos, com os meninos mais crescidinhos, eu pense 'ah, eu quero', ou pode ser que não; depende do ritmo de trabalho", resume.
Em 2015, Wanessa e Buaiz completaram 8 anos de casamento sem, ela garante, sofrer com a temida crise dos 7 anos: "Fiquei tensa por causa desse papo de maldição do sete anos, mas estava grávida do Joãozinho, então foi tranquilo. A gravidez traz uma paz muito grande".
Nascidos em uma família artística, os pequenos também embarcam no universo de Wanessa e estão começando a aprender como lidar com o assédio da mãe: "O José quer sempre fazer a foto junto comigo quando vem uma pessoa que ele nunca viu na vida. Ele me vê na televisão e se diverte, canta junto, mas não sei atéque ponto ele entende". 
Se os filhos vão ou não seguir o mesmo caminho trilhado pelos avós, a mãe e os tios, ainda é um mistério. E para ela pouco importa o caminho: "Tem três coisas com as quais me preocupo com meus filhos: A primeira é que eles tenham saúde perfeita pra realizar o que quiserem. A segunda é caráter, que sejam pessoas do bem, do bem, guerreiros. A terceira é que sejam sonhadores", resume.

Zilu Godoi e os filhos Wanessa, Camilla e Igor Camargo (Foto: Reprodução/Instagram)

Filha orgulhosa
O momento é também de pura tietagem com a matriarca da família. Orgulhosa, ela acompanha de perto a mãe, Zilu, dar seus primeiros passos como apresentadora. "Estou muito feliz por ela, não esperava. Minha mãe sempre foi muito tímida, cansei de ver ela morrendo de vergonha, roxa, quando alguém pedia para ela gravar depoimentos", relembra. "A Marlene (Matos, que dirige o programa) é danada, foi lá, propôs minha mãe, e ela foi ganhando confiança", elogia.
Fora do set de gravações, sempre que pode a vovó curte a companhia dos filhos, assim como Zezé: "Os dois são muito babões", diverte-se. "Meu pai ficou na sala do parto, e minha mãe passou meio mal no primeiro, não acompanhou. Eles são super presentes, meus filhos amam!", conta. "Quando meu pai está com meus filhos, é por inteiro. Eles tiram o sapato, brincam de luta, se jogam no chão".
Apesar de se definir como uma mãe mais 'relax', Wanessa não foge da raia quando o assunto de dar limite às crianças: "Educar dá trabalho mas é um barato. A gente educa a si mesmo, começa a prestar atenção na gentileza. O José Marcus está me ensinando gentileza por que eu tenho que reparar nisso para dar o exemplo, e isso me torna uma pessoa melhor também. Meus filhos são muito amorosos, e isso é o que levei da minha família pra eles".

Wanessa (Foto: Reprodução)

Marcus Buaiz e Wanessa com José Marcus e João Francisco (Foto: Reprodução/Instagram)

Fonte: Revista Quem

Adriana Esteves faz seu primeiro nu frontal em novo filme de Jorge Furtado

Uma das atrizes mais queridas do país, ela diz que mudança em novela é normal e pede cuidado com agressividade na web


SÃO PAULO — Em 2012, quando “Avenida Brasil” chegou ao fim, Adriana Esteves queria tirar férias, ficar longe dos holofotes e descansar da vilã Carminha. Na mesma época, seu marido, Vladimir Brichta, recebeu uma ligação do diretor Jorge Furtado, que queria convidá-lo para fazer um filme. Brichta interpretaria um fotógrafo que, numa viagem pelo interior do Rio Grande do Sul em busca de candidatas a modelo, apaixona-se pela mãe de uma delas. Adriana conta que o entusiasmo do companheiro a contagiou de tal modo que ela mesma se sugeriu para o papel da mulher por quem ele cai de amores. Sem saber disso, Furtado ligou uma segunda vez para Brichta perguntando o que o ator achava de contracenar com a mulher. Nascia assim a parceria de “Real beleza” (leia mais ao lado), que chega aos cinemas na próxima quinta-feira e traz a atriz completamente nua em uma das cenas.
— Quando o Jorge me convidou e disse que seria para dali a pelo menos um ano, achei perfeito. Daria tempo de tirar férias e depois fazer cinema, uma coisa que eu queria muito, além de trabalhar com ele e com o Vlad. Eu estava fisicamente exausta. Havia emendado alguns trabalhos em três anos seguidos. E, em “Avenida Brasil”, eu trabalhei muito, dormia poucas horas por dia. Não era só cansaço físico, estava difícil pensar em criar alguma coisa.

O cinema seria, então, um alívio para o ritmo frenético das novelas. Terminado o período sabático, no fim de 2013, a atriz emendou duas filmagens: de “Real beleza”, em que interpreta Anita, e “Mundo cão”, novo longa de Marcos Jorge (de “Estômago”), com previsão de estreia no fim do ano, no qual vive Dilza, mulher de um laçador da carrocinha. Além de ter atuado na minissérie “Felizes para sempre?”, que foi ar no início deste ano, com texto de Euclydes Marinho e direção geral de Fernando Meirelles.

— Foram praticamente três filmes, porque o esquema da minissérie foi quase cinema. Todo feito em locação, em São Paulo e Brasília. Minissérie pequenininha, em oito capítulos...

“PARECIA QUE A GENTE ESTAVA NO GELO”

A Anita de “Real beleza”, no entanto, guardava desafios. Entre eles, contracenar com o marido numa situação em que os personagens se descobrem. Para manter a surpresa, cada um estudava o roteiro separadamente e repassava as falas sozinho. Furtado não interferiu.

— O Jorge apresentou o roteiro e nos convidou para ir ao Rio Grande do Sul fazer leituras. Ouviu o que a gente achava na nossa experiência de contar uma história, de contar um draminha. Ele foi ouvindo e acrescentando coisas, tanto na hora de ler quanto na de filmar.

— É impressionante como ela mergulha no papel e pergunta a razão de tudo — diz o diretor. — Por que esse copo está aqui, por que ela o pega? Eu estava precisando dessa seriedade.

Outro grande desafio foi a cena em que Adriana protagoniza o nu frontal, sem qualquer recurso para encobrir, mesmo que parcialmente, o corpo. Sem nunca ter posado nua para revistas masculinas, ela conta que hoje, aos 45 anos, acha a nudez até necessária em algumas situações dramáticas. Na cena, ela e Brichta estão em um lago, no que seria um dia de verão, quando...

— Eu queria até mais, embarquei mesmo — conta Adriana. — Não tenho mais problema com cena de nudez. É uma entrega igual, apresentando emoção, o que tem de mais dramático em alguns trabalhos. Tivemos um probleminha porque aquele dia foi o dia mais frio da filmagem, e não poderíamos repetir a diária em razão de um equipamento que só poderíamos usar uma vez. Muito elegante que o Jorge é, porque parecia que a gente estava entrando no gelo, ele quis nos preservar. Se aquela cena tivesse sido filmada numa temperatura mais agradável, num outro dia, talvez eu pudesse propor voos ou nados maiores. Mas não deu.

Em dezembro, ela volta aos cinemas em “Mundo cão”, na pele da mulher de um funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses (Babu Santana), que recolhe cachorros abandonados e tem sua vida revirada por causa de um mal-entendido com o dono de um desses cães, vivido por Lázaro Ramos.

Entre um filme e outro, Adriana segue no ar como a vilã Inês, da novela “Babilônia”. E minimiza as dificuldades impostas pela rejeição de parte do público e pelas mudanças de rumo que o folhetim sofreu desde que estreou, no início do ano. Atriz há 26 anos (embora tenha feito uma ponta em “Vale tudo”, de 1988, seu primeiro papel para valer foi na novela “Top model”, em 1989), ela diz que mudanças são normais em novelas e que nem sempre se pode esperar um sucesso avassalador delas. O momento pelo qual o país está passando, incluindo aí o papel das redes sociais, contribui, segundo ela, para que fique mais fácil fazer correções de rota.

— O que está acontecendo hoje é a constatação da delícia que é amadurecer — afirma. — É preciso usar essa sabedoria e estar aberto para o novo, preparado para o fato de que nem tudo pode dar tão certo. Artisticamente, a novela poderia até ter dado. Mas aí veio um momento do país em que as pessoas estão diferentes também. E está todo mundo dando opinião. Não acho que essas opiniões sejam necessariamente ruins, uma novela é uma obra aberta. Não é surpresa para a gente, que faz novela há tantos anos, saber que ela pode mudar. Que pode não agradar tanto e ser transformada.

“É RUIM LEVAR (OPINIÃO) A FERRO E FOGO"

Adriana menciona a invasão dos seriados e sua influência também nas novelas, mas acha que os folhetins não sairão de cena tão cedo:
— “Avenida Brasil” veio para ser uma surpresa. Algumas novelas não estavam dando tão certo, mas ela foi um sucesso maior do que “Escrava Isaura”... Foi vendida para 130 países, e em todos, alguns de culturas muito diferentes da nossa, foi um sucesso. Acho que falta muito tempo para o fim das novelas.

Sobre a explosão de comentários nas redes sociais, Adriana pondera:
— Dar muita opinião é bom. O ruim é levar isso a ferro e fogo. É preciso ter cuidado com esse tipo de opinião. Algumas se transformam em ações castradoras, grosseiras e deselegantes. E é claro que isso não me agrada, não acho nada bom.

Fonte: Globo.com

Funeral de Bobbi Kristina é encerrado; enterro será amanhã (03)

Carro que carregou o caixão de Bobbi (G1)

O funeral de Bobbi Kristina Brown, filha da cantora Whitney Houston (1963-2012) e do cantor pouco conhecido no Brasil 'Bobby Brown' acabou neste sábado (01) e estava sendo realizado na Igreja Metodista St. James United. O caixão com o corpo de Bobbi, logo após o funeral, passou pelas ruas de Alpharetta, no estado da Geórgia. Ontem, durante o funeral, a tia, Leolah Brown, teve um ataque de nervos enquanto a cunhada de Whitney, Pat Houston, discursava em homenagem à jovem, dizendo que Pat era a pessoa errada para isso. Leolah precisou ser retirada da Igreja por seguranças que cuidava do velório.


O enterro da jovem irá acontecer amanhã, dia 3, em Nova Jersey, no mesmo cemitério onde também está enterrado sua mãe.
A morte de Bobbi se assemelha ao da sua mãe, já que as duas foram encontradas submersas na banheira sob efeito de drogas, mas Whitney veio a óbito horas depois, enquanto Bobbi ficou hospitalizada durante 6 meses.

Dance Mania: com Yves Larock

Bebê fica com a cabeça presa em panela ao brincar no interior do Piauí


Um bebê de um ano e meio ficou com a cabeça presa a uma panela de ferro enquanto brincava dentro de casa na cidade de Buriti dos Lopes, Litoral do Piauí. O fato foi registrado no sábado (1) e o menino foi levado por uma ambulância até o Corpo de Bombeiros de Parnaíba para que o utensílio fosse retirado.
De acordo com o major Rivelino de Moura, o bebê estava bastante agitado e dificultou o trabalho dos bombeiros, que após inúmeras tentativas, resolveram encaminhar a criança até o Hospital Regional Dirceu Arcoverde.


“Lá a equipe médica aplicou um sedativo para que ele dormisse e assim os bombeiros conseguissem fazer a retirada da panela. Após algumas manobras, optamos por utilizar um alicate de arrombamento para retirar o utensílio”, explicou o major.
Somente após fazer um corte na lateral do objeto, os bombeiros conseguiram retirá-lo da cabeça do bebê. Apesar do susto, a criança não teve nenhum ferimento.


"Em 22 anos de Corpo de Bombeiros essa é a terceira ocorrência desse tipo com criança. Não é tão comum. Nossa recomendação é que os pais tentem manter a calma e mantenham a criança calma até a chegada do socorro ou até mesmo encaminhar o mais rápido possível ao hospital mais próximo porque a pressão do objeto pode trazer danos maiores à vítima", alertou Rivelino de Moura.

Fonte: G1

Israel: morre adolescente esfaqueada em Parada Gay


Uma adolescente esfaqueada na última quinta-feira (30) durante a Marcha do Orgulho Gay, em Jerusalém, não resistiu aos ferimentos e morreu neste domingo no hospital. Mais cinco pessoas foram esfaqueadas na marcha.
O suspeito do ataque é o judeu ultraortodoxo Yishai Shlissel, que em 2005 já tinha ferido outras três pessoas durante o mesmo evento.
Shira Banki, de 16 anos, estava em estado crítico quinta-feira. A vítima foi esfaqueada na região das costas. As outras vítimas do ataque sofreram lesões de diferentes gravidades.
Yishai Shlissel cometeu os crimes apenas três semanas depois de ter saído da prisão. O suspeito cumpriu uma pena de prisão de 10 anos pelo ataque de 2005.
A polícia israelense informou hoje que constituiu um comitê para avaliar as circunstâncias que permitiram que o suspeito reincidisse.

Fonte: Band.com.br

Avicii bombardeia Deadmau5 através do Instagram



O DJ/Produtor sueco Avicii, iniciou uma treta com Deadmau5 na manhã de sexta-feira (31). Se antes era o rato, o vilão das intrigas contra seus companheiros de cena, passou a ser vítima depois da verdade verdadeira que Avicii falou contra ele. No Instagram, os disparos contra Mau5 foram relacionados ao seu talento como DJ. Em apenas 6 horas, mais de 40 mil pessoas haviam curtido a postagem na rede.
Avicii disse: “Ei Mau5! Entendo sua frustração. Eu me esforço diariamente com minha equipe para trazer elementos mais inovadores e criativos para tudo que estou fazendo, tanto no estúdio, quanto ao vivo… Eu tinha que saudar seu contributo técnico e tive o prazer de ajudá-lo aprender a tocar piano e todo seu material musical melódico… Venha para Ibiza e junte-se a mim. Realmente. Pare com todo seu ódio irmão. Se você precisar de um amigo, estou aqui para você!! PS: Você sabe o que é mais irritante do que “EDM”? Pessoas lamentando sobre EDM”, disparou o sueco.
Mais tarde, Mau5 foi para o Twitter para descarregar seu ódio e dar algumas respostas:
“Obrigado ‘Avichi’ pelo seu contributo e experiência valiosa, mesmo que ninguém lhe pediu porra nenhuma. Escolha zoar de alguém do seu nível”.
“Jogue suas mãos para cima porra, ela não rima com suas habilidades inferiores de produção”.
“Minha equipe não funciona em memes”, respondeu Deadmau5 às críticas.


Fonte: PHouse