sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Fãs especulam gravidez de Débora Nascimento, mas José Loreto nega

Débora Nascimento publicou em seu Instagram nesta sexta-feira, 7, um vídeo em que José Loreto, seu namorado, aparece sem camisa, cozinhando. Mas foi só a atriz usar a hashtag #DiaDosPais para os fãs começarem a especular que ela estaria grávida. "Você está grávida", perguntou um seguidor. "Ele é pai?", questionou outro. "Então, está grávida, deu a entender", cogitou uma garota.
Porém, ao EGO, José Loreto negou que ele e Débora - que namoram desde setembro de 2012, quando se conheceram nas gravações de "Avenida Brasil" - estejam esperando um bebê . "Ainda não, infelizmente (risos). Por enquanto só tenho duas filhas, nossas cachorrinhas. Treino com elas", brincou o ator.

José Loreto (Foto: Reprodução / Instagram)

G1: Após frases racistas, símbolo nazista é pichado em banheiro da Unesp

Pela segunda vez em 15 dias, um dos banheiros masculinos da Unesp em Bauru (SP) recebeu pichações discriminatórias. Nesta sexta-feira (7), foram encontrados símbolos nazistas desenhados nos cartazes onde um grupo de alunos havia manifestado o repúdio às frases racistas pichadas há duas semanas. 
Na ocasião, as frases racistas foram escritas contra estudantes negros e o coordenador do Núcleo Negro de pesquisas da Universidade. Nas paredes e nos cartazes com frases de líderes negros como Nelson Mandela foi escrita a palavra hipócritas e também o desenho da suástica.
A suástica foi um símbolo usado pelo exército alemão na Segunda Guerra Mundial e indicava do ponto de vista nazista a superioridade das pessoas de pele branca. Os estudantes Júlia Conceição, Solon Neto e Ana Carolina Moraes fazem parte de um grupo formado por estudantes que debatem na universidade a discriminação racial e temas ligados à comunidade universitária afro-brasileira.

Símbolo da suástica foi desenhado sobre as frases de líderes negros (Foto: Reprodução / TV TEM)

“A gente vê com muita preocupação o que está se desenvolvendo na universidade, que deveria ser um local de conhecimento, em prol da ciência, de uma sociedade melhor e, na verdade, estão sendo reproduzidos valores como esses, tão ultrapassados”, ressalta Solon.
Para os estudantes as novas pichações só vão fortalecer o debate da presença dos negros e de outras minorias na universidade. “Nós estamos aqui não só para ser um coletivo que discute o racismo, mas também que luta contra essas manifestações tanto dentro da universidade como na sociedade como um todo”, afirma Ana Carolina.
A direção da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da unesp deve concluir neste mês a investigação sobre a autoria das primeiras pichações. Caso algum estudante seja identificado poderá ser expulso da universidade. A congregação da faculdade, formada por professores, funcionários, alunos e professores já se reuniu para debater o assunto no campus no final do mês passado.

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Em nota, a Unesp disse que repudia o desenho da suástica realizado em banheiro da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Universidade em Bauru. Após ser documentada, a inscrição, realizada com caneta esferográfica sobre um cartaz que condena o racismo, foi retirada.
A documentação passa a integrar a Comissão de Apuração Preliminar, de natureza investigativa, em razão dos fatos e atos racistas praticados em 24 de julho último no Câmpus de Bauru. A referida Comissão, instaurada dia 27 de julho, é composta por dois docentes e um servidor técnico administrativo e tem prazo de 30 dias para concluir os seus trabalhos.
A Unesp condena pichações racistas ou que defendam movimentos que atentem contra o Estado Democrático de Direito. Informa ainda que conta com um Grupo de Prevenção da Violência que atua na conscientização da comunidade e no fomento aos Direitos Humanos e com um Observatório de Educação em Direitos Humanos.
Cabe à Comissão de Apuração Preliminar levantar informações, obter nomes, datas e horários que possam resultar em provas substanciais de comprovação de responsabilidades da infração ao Regimento Geral da Unesp, o que pode levar às sanções previstas no seu artigo 162, que vão da advertência verbal ao desligamento dos responsáveis.

Cartazes com frases de apoio foram colocados no banheiro (Foto: Giuliano Tamura/ TV TEM)

Entenda o caso
As frases pichadas no banheiro foram encontradas no dia 24 de julho e ofendiam mulheres e estudantes negros, além de ofensas pessoais contra o professor Juarez Xavier, que é coordenador do Núcleo Negro para Pesquisa e Extensão (Nupe). As pichações foram apagadas no dia seguinte e no local foram colocados cartazes contra a discriminação e que traziam frases de líderes negros.
No dia 27 de julho, uma comissão de professores foi formada para averiguar o caso. De acordo com a reitoria da universidade, o processo aberto irá averiguar os fatos, o que inclui levantamento de informações e obtenção de nomes, datas e horários que possam indicar a autoria das pichações racistas. E caso seja identificado o autor, ou autores, poderá haver punições que vão desde advertência verbal até expulsão dos envolvidos.
Para o professor Juarez Xavier, que foi citado nas pichações, os debates devem criar mais envolvimento da comunidade acadêmica quanto ao problema.
“Deve provocar a retomada do debate e, em um cenário positivo, a possibilidade de apontar mudanças no comportamento de professores, alunos e funcionários quanto a questão racial”, acredita o professor.

Medidas e propostas
O diretor da FAAC (Faculdade de Artes e Comunicações) Nilson Ghirardello presidiu a congregação. “Nós vamos fazer um evento ligado a questão racial. A própria congregação vai fazer um documento a ser lido no conselho universitário da Unesp. Então são medidas muito importantes para o futuro da nossa unidade.
Na congregação, alunos envolvidos com o movimento Coletivo Negro tiveram voz e falaram sobre as políticas de permanência dos negros nas universidades. Para eles, a presença dos negros incomoda e deve-se promover a expansão dos debates na universidade para que, segundo eles, os racistas também escutem as ideias e possam entender. Os alunos também falaram de tomar medidas além das cotas raciais para que os negros sejam bem recebidos e aceitos na universidade.
Participantes relembraram o “rodeio das gordas” que aconteceu durante jogos estudantis da Unesp em 2010 e discriminava as mulheres. Eles lembraram que há outros tipos de preconceitos que precisam ser debatidos, para que eles deixem de acontecer.
A pedagoga Ivanilda Amado Cardoso, de 26 anos, é mestranda da Ufscar e participou da congregação. Ela acredita que o racismo é um processo estrutural e que não falar sobre o assunto é prejudicial. “A educação é uma parte importante para essa mudança, como uma reeducação das relações sociais. Mas também é preciso mudar em outros âmbitos também, como no mercado de trabalho, na área da saúde.”

Mensagens racistas foram escritas em um banheiro da Unesp em Bauru (Foto: Juarez Tadeu de Paula Xavier / Arquivo pessoal)

Aos 63 anos, Bruna Lombardi sensualiza de camisola e ganha elogios: ‘Coloca muita menininha no chinelo’

Não foi à toa que Bruna Lombardi ganhou o status de símbolo sexual, e ela prova isso até hoje. Aos 63 anos, a loira mostrou uma foto em que aparece de lingerie para desejar bom fim de semana aos seus fãs. E não demorou muito para que ela recebesse uma enxurrada de elogios.
“Coloca muita menininha no chinelo”, “Meu coração quase saiu pela boca! Que coisa mais bela”, “Não sei o segredo, mas pode ter certeza que você está cada vez mais linda, com todo respeito”, foram alguns dos comentários dos fãs da atriz.


Bruna Lombardi iniciou a carreira como modelo em 1967, e sua estreia na televisão aconteceu dez anos depois. Foi nos bastidores de "Aritana" que ela conheceu seu atual marido, Carlos Alberto Riccelli.
Afastada da TV desde 2002, quando atuou em "O quinto dos infernos", ela tem se dedicado ao cinema na função de roteirista como nos longas "Sob o signo das cidades" e "Stress, Orgasms, and Salvation", com direção de seu marido.

Fonte: Extra (Globo.com)

"Pensei em até tirar minha vida", diz Claudia Rodrigues sobre esclerose


Afastada da televisão desde o final de programa Zorra Total no final do ano passado, a atriz e humorista Claudia Rodrigues revelou ter passado por um período muito difícil nos últimos quatro anos e até pensou em suicídio durante uma crise de depressão.
"Pensei, mas não pensei mais. Foi um momento que aí ainda falei 'Caramba, tem a minha filha. Tem a menina, não posso fazer isso com a menina. Imagina, a garota vai dizer 'Cadê a sua mãe?' . 'Morreu, se jogou'. Não posso fazer isso com ela, não podia. Cheguei perto, cheguei ali, na coisa.", contou Claudia que já perdeu um irmão (Márcio, aos 25 anos, em 1991) nessa circunstância. "Pensei até em me mat... tirar minha vida, como meu irmão tirou." 
Em entrevista ao "Domingo Espetacular", que vai ao ar no próximo domingo (9). Claudia também falou sobre sua luta contra a esclerose múltipla e da mágoa dos antigos colegas que desapareceram nos momentos mais difíceis de sua vida: "Eu chorava no meu travesseiro...Meus amigos? Que amigos?", assumiu a atriz que no início de julho chegou a ficar internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após ter problemas de saúde em decorrência da doença, que ataca o sistema nervoso.
Mesmo desempregada, Claudia Rodrigues tenta retomar à vida normal e mostrou a sua atual rotina a reportagem durante os dois dias de entrevista no início do mês de agosto.

Fonte: Televisão (UOL)

Funcionários do Villa Mix eram forçados a barrar "negro, humilde e gente gorda"

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) instaurou inquérito para apurar denúncias de discriminação racial e social na casa noturna de estilo sertanejo Villa Mix, localizada na Vila Olímpia, região nobre da capital paulista. Ex-funcionários da casa relataram que são orientados a selecionar quem pode frequentar o local por critérios de raça, posição social e padrão estético.
“Eles barram negros, eles barram pessoas humildes, eles barram gente gorda”, diz um dos relatos incorporados ao inquérito. Segundo o MP-SP, a casa noturna recebeu prazo de 20 dias para prestar os esclarecimentos sobre os fatos relatados e o treinamento dado aos funcionários que fazem a seleção dos frequentadores.

MP investiga discriminação contra frequentadores de casa noturna em SP

As denúncias postadas na página Boicote ao Villa Mix, no Facebook, com cerca de 17 mil participantes, deram início ao inquérito do MP-SP. A jornalista Stephanie Calazans, de 24 anos, é uma das criadoras da página, que teve a iniciativa ao presenciar a discriminação contra uma amiga.
“Eu estava com duas amigas, uma delas foi barrada. Era aniversário dela, e as três tinham nome na lista. Eles ficaram perguntando o número do RG [Registro Geral, a identidade] e alegando que estava errado, mas a gente viu que era mentira. Foi uma situação bem humilhante. Minha amiga é simples, humilde, não tem os padrões da casa. Não usa salto, nem maquiagem pesada, nem roupa justa. E ela é parda”, disse a jornalista.
Segundo Stephanie, as amigas estavam na fila para pagar, e o estabelecimento não poderia impedi-las de entrar. “Muita gente diz que a casa não tem obrigação de deixar entrar VIP (gratuitamente), mas nós estávamos dispostas a pagar.”
Para a promotora de Justiça Beatriz Helena Budin Fonseca, a escolha de quem entra ou não “tem a função de segregar e marcar a divisão entre pessoas que não têm a mesma classe social, a mesma cor de pele, o mesmo peso, ou a mesma beleza considerada como ideal”.

Fonte: Último Segundo