segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Dance Mania: com Calvin Harris


Esse é o novo single do Calvin Harris, dono do hit Feel So Close, Blame. Boa vibe à todos:

Doença rara deixa espanhola em cadeira de rodas em pouco mais de 24 horas

A espanhola Lidia García Villar sofre da rara síndrome de Guillain-Barré (Foto: BBC)
A espanhola Lidia García Villar sofre da rara síndrome de Guillain-Barré (Foto: BBC)
Em pouco mais de 24 horas, a espanhola Lidia García Villar, de 34 anos, deixou de levar uma vida perfeitamente normal e passou a depender de alguém para tudo.
"Me davam banho, me vestiam, me alimentavam...", diz, lembrando o período logo após o diagnóstico, há apenas nove meses.
"Você se sente super vulnerável", confessa.
Sua filha, de 19 meses, não entendia o que estava acontecendo com a mãe, já que do dia para a noite ela não mais podia carregá-la, brincar com ela ou levá-la para o parque.

Atrofia muscular
Tudo começou numa tarde de outubro, quando estava na casa de sua família, na Galícia, Espanha. Lidia conta que perdeu a força nas mãos.
No começo, ela conta não ter dado muita importância ao fato, mas com o passar das horas descobriu que a sensação foi ficando cada vez mais forte.
Um dos primeiros sinais, lembra Lidia, foi não conseguir abrir e fechar a presilha do cabelo da filha.
"Depois senti os meus pés pesados", afirma.
Mas Lidia tinha dificuldades para explicar à sua família o que sentia.
"Era difícil contar o que estava acontecendo. Ninguém me viu chorar, porque não sentia dor; é uma sensação que você mesma acha que não tem importância. Mas eu dizia a eles: 'Isso não é normal; aconteceu algo comigo'".
Na manhã seguinte, ela já não conseguia usar as mãos. "Eu não podia abrir uma porta, tomar banho ou me vestir".
Quando se deu conta de que os movimentos de seu corpo estavam prejudicados, Lidia decidiu ir ao hospital e, ao se consultar com uma neurologista, um dia e meio após os primeiros sintomas, conta que não conseguia mais se levantar sozinha. Tampouco tinha reflexos involuntários.
"Em poucas horas, meus músculos estavam completamente atrofiados".

Uma em cada 100 mil pessoas
Lidia, que trabalha como enfermeira no setor de emergência de um hospital em Madri, reconhece ter sentido algum alívio ao ter o diagnóstico confirmado: ela sofria da rara síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que afeta uma a cada 100 mil pessoas no mundo.

Lidia recorda não conseguir abrir e fechar a presilha de cabelo da filha (Foto: BBC)

A cientista política brasileira Lucia Hipólito, comentarista da rádio CBN, também passou pela mesma situação. Em entrevista ao 'Programa do Jô', da TV Globo, ela contou que estava de férias na França quando a doença se manifestou pela primeira vez.
"Fui levantar para trocar de roupa e parei de sentir minhas pernas. Fiquei três meses lá e depois mais um ano e cinco meses internada aqui", disse ela ao apresentador Jô Soares em setembro do ano passado.
"Teve alguns dias em que eu quis morrer para liquidar tudo de uma vez. Essa é uma doença infernal", acrescentou ela na ocasião.
Hipólito já recobrou parte dos movimentos. O mesmo aconteceu com Lidia.
Nove meses depois do diagnóstico, a espanhola ainda não conseguiu recuperar todos os movimentos, mas já pode, por exemplo, abotoar a roupa da filha.
"Pelo menos não tenho um tumor cerebral ou esclerose múltipla, uma doença deste tipo seria bem pior", afirmou ela.
Doença autoimune, a síndrome de Guillain-Barré é uma condição grave por meio da qual o sistema imunológico começa a atacar o sistema nervoso.
A doença faz com que as defesas do organismo destruam a mielina que envolve os nervos, que, por sua vez, param de trabalhar. E se os nervos não funcionam, as ordens do cérebro não chegam aos músculos.
Como resultado, os músculos se atrofiam em pouco tempo e pacientes ficam incapacitados em questão de horas.
A síndrome de Guillain-Barré não tem causa conhecida, embora 60% dos pacientes a desenvolvam logo após ter tido uma infecção bacteriana ou viral leve, como gripe, resfriado ou gastroenterite, segundo o NHS, o sistema de saúde público britânico.

'Lado positivo'
Surpreendentemente, porém, apesar do efeito explosivo, a maioria dos pacientes que sofre dessa rara doença consegue se recuperar depois de um ano.

Lidia conta ter conseguido recuperar movimentos após seguidas sessões de fisioterapia (Foto: BBC)

No entanto, não sem antes passar por um intenso e diário tratamento de reabilitação, com inúmeras sessões de fisioterapia e terapia ocupacional.
"Levei dois meses para perceber o quão lenta, dura e pesada seria a minha recuperação", confessa.
"Houve semanas que não via nenhuma melhoria".
Lidia conta ter levado um mês para se levantar sozinha. Eventualmente, contabilizava pequenos progressos: "Voltei a caminhar com ajuda", lembra ela.
"Não era capaz de tomar banho sozinha, mas conseguia me lavar aos poucos", diz. "Conseguia colocar as calças, mas precisava de ajuda para abotoá-las".

Nove meses depois
Hoje, Lidia tem poucas sequelas da síndrome que mudou sua vida, mas ainda precisa das sessões diárias para recuperar todos os movimentos.
"Ainda não consegui recuperar totalmente a sensibilidade das mãos", explica ela.
Ter de volta os movimentos significaria voltar a exercer uma de suas paixões: ser enfermeira.
Atividades diárias, como colocar o sutiã, escrever, abotoar roupas ou cortar alimentos para cozinhar continuam sendo um desafio.
Tampouco Lidia consegue correr, ficar na ponta dos pés ou andar de salto alto.
Mas Lidia diz ser otimista e acredita que sua atitude positiva vem contribuindo para sua recuperação.
Ela fica emocionada quando questionada sobre como a doença mudou o modo como encara a vida.
"Embora soe como um clichê, a doença mudou o modo como eu encaro minha vida. Agora dou valor a coisas pequenas, como sair para tomar um café, fazer compras ou levar a minha filha para o parque ...".
"E espero que, se conseguir me recuperar 100%, não perca a capacidade de continuar a apreciar as pequenas coisas".

Fonte: Bem Estar

Sabrina Sato posa sexy e exibe curvas em campanha de lingerie

Sabrina Sato deixou muitas mulheres com inveja e muitos homens babando nesta segunda-feira, 10. A apresentadora compartilhou em sua conta no Instagram uma foto feita para a nova campanha publicitária da marca de lingerie Marcyn. Na imagem, a japa usa peças da grife e exibe seu corpo escultural, em pose sexy.
Claro que choveram elogios para ela. "Que espetáculo", babou um admirador. "Minha meta é essa! Um dia eu chego lá", escreveu uma fã, se referindo ao corpo de Sabrina. "Nossa, ela photoshopou o rosto dela no meu corpo! Denuncia", brincou outra seguidora.

Sabrina Sato posa sexy e exibe curvas em campanha de lingerie (Foto: Instagram / Reprodução)

Flávia Alessandra radicaliza e vira loura platinada

Flávia Alessandra é a mais nova platinada do meio artístico (Foto: Ju Coutinho)
Flávia Alessandra entrou para o rol das louras platinadas e poderosas. A atriz acaba de radicalizar no tom dos fios por causa da campanha de uma marca de coloração e, por causa do trabalho, teve que ficar 'escondida' até esta segunda-feira (10), quando teve que sair de casa para produzir fotos de divulgação. "Estou me sentindo poderosa com esse lourão. Definitivamente cheguei à conclusão que minha alma é loura. Nasci assim e esse tom combina com a minha pele, minha estrutura de sobrancelha, de olho... Já deu para perceber que não dá para passar despercebida em lugar nenhum. Como descolori em São Paulo, tive que embarcar na ponte aérea de boné e óculos para não ser reconhecida. E desde que cheguei ao Rio, não saí de casa. Não tive outra alternativa", diz ela à coluna. E comoOtaviano Costa reagiu? "Ele amou. A gente brinca que o nosso casamento dura porque sou uma metamorfose ambulante e agora ele está casado com uma 'platinum girl' (garota platinada). As crianças também amaram (as filhas Giulia e Olivia). O bom é que agora eu posso deixar a raiz crescer e ficar aparente, porque é moderno. Não tenho que ficar na obrigação de retocar o tempo todo".
Em maio, a atriz havia mudado ligeiramente o visual pelas mãos do hairstylist Marcos Proença, cortando apenas as pontas. Mas agora ela precisa de mais cuidados para manter o 'platinum blonde'. "O cabelo passou por uma tintura radical e tem que ter um cuidado maior, como hidratação, maneirar no secador e no baby liss. Mas não sou aquela mulher de usar secador todos os dias, apenas lavo e deixo secar ao natural. Mas, por enquanto, meu cabelo respondeu bem porque eu já estava loura", explica a bela, que para acompanhar o novo look, até assumiu uma identidade mais rock and roll . "Estou num momento mais roqueira e amando muito. Sabe aquele jeans rasgado, camisa de roqueira, maquiagem negra nos olhos? É isso. Pelas revistas internacionais dá para perceber que esse visual atravessou gerações e permanece atual. O louro ainda reina, desdeMarilyn Monroe". 
Por falar em mulheres poderosas, Flávia, de férias das novelas desde maio do ano passado, quando encerrou Além do Horizonte, volta como a próxima vilã da próxima novela das seis, Candinho, deWalcyr Carrasco, cujas gravações começam em outubro. "Serei uma vilã, atendendo a pedidos, chamados e desejos". A última vilã interpretada por ela foi há 10 anos, quando viveu a perversa Cristina em Alma Gêmea, do mesmo autor. "Vou ser bem safada, bem ruim, será a Cristina II, a revanche, mais madura e má. Me divirto fazendo vilã e a faixa das seis me encanta muito. Adoro a forma como o Walcyr escreve seus roteiros".

Fonte: Bruno Astuto

Após oito anos sem gravar, Fafá de Belém lança disco inspirado em novos nomes da música brasileira

Fafá de Belém - Fernando Donasci 
RIO - Fafá de Belém viu o encontro de Criolo e Emicida no palco (“Fiquei fascinada com a mistura de Black Rio com Vitória Régia e um DJ louco”). Fafá viu o treme da Gang do Eletro (“Espetacular”). Fafá viu o show de Alice Caymmi (“Ela arrebenta minha casa”). Fafá viu, mais de uma vez, Simone Mazzer no Buraco da Lacraia (“Ela e Alice são as duas cantoras que me piram hoje”). Fafá viu até Iron Maiden, levada pelo seu produtor Fabio Buitvidas, baterista da banda de metal Shadowside (“Depois levei ele na Barbra Streisand, mas no meio ele falou que ia ao banheiro e sumiu”). Ou seja, o fato de estar há oito anos sem lançar um disco não quer dizer que ela está parada — o que se confirma também na agenda cheia, com os três formatos de shows, do mais intimista com canções de Chico Buarque ao mais popular recheado de hits, com os quais tem rodado o Brasil e o mundo. O silêncio fonográfico, ela explica, tinha a ver com o desejo de lançar um álbum apenas quando tivesse motivos fortes o suficiente para isso — não fosse uma mera repetição. Em outras palavras, quando tivesse algo como “Do tamanho certo para meu sorriso” (Joia Moderna), que chega às lojas no próximo dia 20 — e que carrega, de alguma forma, essa sua caminhada pela música brasileira contemporânea.
— Gosto de caminhar. Foi o que fiz em “Atrevida” (1986), quando fui buscar repertório e artistas desconhecidos por aqui e que tocavam de Pernambuco para cima. Ou em “Sozinha”, que tinha Chico Buarque e Ivan Lins misturados a José Augusto e Michael Sullivan. Nos últimos anos, fiz discos muito intelectualizados, como “Maria de Fátima Palha de Figueiredo”, “Piano e voz”, “Tanto mar”... — avalia Fafá, que este ano completa quatro décadas de carreira. — Nesse período sem gravar, todo mundo falava: “Faz um best of, grava com orquestra”. Já fiz tudo isso. Não queria gravar um disco por gravar. Até que vi Criolo e Emicida, fiquei louca e pensei: “Isso eu entendo”. E coincidiu com o fato de eu começar a voltar para Belém, para minha origem.
A concepção do disco já traz essa equação entre o contemporâneo e a origem. Em todas as faixas, apenas dois músicos tocam tudo — o que inclui programações, MPC, synth bass, guitarras, teclados e violões. E não dois músicos quaisquer. Um é Felipe Cordeiro, uma das revelações da cena da música paraense surgida nos últimos anos. O outro é seu pai, Manoel Cordeiro, guitarrista e produtor da linhagem popularíssima dos anos 1980 (de artistas como Beto Barbosa). E o repertório traz canções (quase todas inéditas) temperadas com sabor do norte, de compositores como Zeca Baleiro (em parceria com Felipe e Manoel), Péricles Cavalcanti, Dona Onete e Johnny Hooker. Ou seja, uma música que soa, na voz de Fafá, ao mesmo tempo nova e profundamente familiar.
— É como Zé Pedro (dono da Joia Moderna e responsável pela concepção do álbum, ao lado de Fafá) me disse: “A nova Fafá de Belém é você” — diz, antes de soltar uma de suas gargalhadas-assinatura (algumas delas, aliás, pontuam o disco). — Fizemos uma sonoridade que é leve, fresca, nosso asfalto amarelo (“Asfalto amarelo” é uma das canções do álbum), nossa estrada de chão. E um disco feminino, como a mulher do Pará, que para quebrar a monotonia do verde da mata é sempre colorida, usa batom, se perfuma, tem flor no cabelo.
O disco começou a nascer exatamente sob o signo dos asfaltos amarelos e das flores no cabelo, quando Fafá ouviu, há dois anos, numa roda de violão em Belém, uma música que um compositor fizera para ela. A canção era “Meu coração é brega”, de Veloso Dias.
— Aquilo me tocou como “Vermelho”, como “Brilhante”. A música (de versos como “E agora quando toca no rádio a nossa canção/ Eu viro montanha, me transformo em vulcão/ Com lavas ardentes de paixão/ A minha mente explode de emoção/ Sem razão, meu corpo se entrega/ O mundo diz não, mas não tem jeito não/ Meu coração é brega”) fez um passeio dentro de mim, pelo seu paraensismo, pela forma de falar da breguice do amor.


SHOW NO RIO EM NOVEMBRO
A canção ficou guardada, junto com outras que ela foi recolhendo nesse período — como “Volta”, de Johnny Hooker, “Louco desejo”, de Dona Onete (que acabou não entrando no disco, substituída por outra da compositora, “Pedra sem valor”), “Usei você” (de Silvio Cesar, lançada por Angela Maria) e “Quem não te quer sou eu” (“Essa é da banda Sayonara, uma banda de baile de Belém ótima, superpopular”, conta Fafá). Até que a cantora teve a ideia de fazer um projeto comemorativo de seus 40 anos de carreira, um disco de remixes. Quando apresentou o projeto a Zé Pedro, ele a demoveu da ideia, alegando que a data merecia mais.
— Ele veio na minha casa na mesma hora — conta Fafá. — Mostrei para ele essas canções que estava ouvindo, ele me convidou para fazer pela Joia Moderna e sugeriu chamar Felipe e Manoel Cordeiro. Quando eles chegaram lá em casa e Manoel tocou “Os passa vida” (outra das canções do disco, batizada com o nome de um pássaro comum em Belém), chorei muito. A letra fala da chuva, das mangueiras, dos cheiros de Belém, dos sabores da minha infância. Foi mexendo com a menina sentada no tronco na capa de “Água” (seu disco de 1977), que está viva, que foi ver o Iron Maiden.
Em quatro dias, eles definiram o repertório e gravaram as bases. Em outros dois dias ela botou as vozes. Mas Fafá ainda estava reticente sobre a ideia de ter dois músicos apenas no disco — e mais ainda no show. Nesse ponto, entrou a forte impressão que causou nela o show de Alice Caymmi — no qual ela tinha companhia apenas de um músico, Lucas Vasconcellos.
— Era a ideia que buscava de show. Porque num show, ou você tem a plateia cantando junto, um show de sucessos, ou você cria uma viagem para que o público embarque com você. Chamamos (o idealizador e diretor artístico da São Paulo Fashion Week) Paulo Borges, que dirigiu o show de Alice. Ele me perguntou: “Você quer mais um show ou quer quebrar tudo, como no disco?”. Disse que queria quebrar tudo, porque nessa altura só isso faz sentido. Ele voltou com “Do tamanho certo para meu sorriso” pronto. Vamos trabalhar com projeções, imagens da minha vida, de Belém, das casas velhas, do Círio, da zona de meretrício... Mas sem olhar para trás. A ideia é mostrar o que me trouxe até aqui e que vai me levar por pelo menos mais 40 anos.
O show estreia nos dias 25 e 26 em São Paulo, no Teatro Itália, e chega ao Rio em novembro, ainda sem local definido. Fafá quer correr o país com o show (“Uma caravana Rolidei, como no filme ‘Bye bye Brasil’”, diz). Transmitir pelos asfaltos amarelos do Brasil seu retrato pintado em “O gosto da vida” (canção de Péricles Cavalcanti, lançada por ela em 1982 e regravada agora no disco”): “Se você quer/ Andar de ré/ Não conte comigo/ Mude logo para lá/ Se você não sabe ainda, sou Fafá”.
— Que mudando a vírgula é “se você não sabe, ainda sou Fafá” — nota a cantora, refrescando o sentido da canção e de si mesma como artista hoje.
Crítica: Som deixa Fafá perto de Belém (por Bernardo Araújo)
Novos sons, tecnologias modernas (que, em muitos casos, e até propositalmente, soam datadas), nada disso chega a fazer uma revolução na música de Fafá de Belém. A voz macia, os graves bem colocados, a risada (até um pouco forçada, em “Pedra sem valor”).
O disco tem uma dinâmica morde-assopra: se começa com a solar e esperançosa “Asfalto amarelo”, logo em seguida vem a sofrência de “Volta” (“A vida não mais me interessa/ Se você vai viver com um outro rapaz”), e por aí vai. A presença de músicos como Manoel e Felipe Cordeiro deixa a cantora mais próxima dos ritmos do Norte. Produção e performances são melhores do que o repertório.
Cotação: bom.

Fonte: O Globo

Falabella e Claudia Raia são condenados a pagar R$ 524 mil


Miguel Falabella e Claudia Raia foram condenados pela Justiça do Rio de Janeiro a pagar R$ 524 mil aos herdeiros do dramaturgo Mauro Rasi.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no Globo desta segunda-feira, 10, eles apresentaram 17 sessões da peça "Batalha de arroz em um ringue para dois" em Portugal, em 2005, sem a autorização dos herdeiros de Rasi.
No processo, a dupla de atores teria pedido autorização para Dinéia Rasi Baptista, irmá do dramaturgo, para apresentar a peça em 2004. Mas, segundo ela, a de 2005 não foi autorizada. Dinéia teria direito a receber, pelas 17 sessões da peça, € 9,5 mil.
Os detentores do direito dizem que o valor depositado também seria muito menor do que deveria, pois alegaram que a peça fez sucesso nas terras lusitanas.

Fonte: Portal A Tarde

Flashdance: com Gaudino

Gaudino em Londres

Gaudino é mais conhecido pelo seu nome 'Alex Gaudino', nascido em 23 de janeiro de 1970 na Itália, em Salerno. Gaudino é mais conhecido pela música Destination Unknown, lançada em 2004 em parceria com a cantora Crystal Waters, famosa pela canção Gypsy Woman. Essa música, em 2007, se tornou 'Destination Calabria', um mashup de Unknown com a música Calabria, de Rune K, que deu certo e até hoje ainda é lembrada por vários fãs de música eletrônica, além de ter integrado a coletânea Summer Eletrohits, no 4º volume, em 2007.

Metro Tech 12, álbum no qual a música está presente
4º volume da série Comando 97, da rádio paulista Energia 97FM
Destination Unknown chegou a integrar as coletâneas 'Metro Tech 12' (Metropolitana FM) e 'Comando 97 - Vol. 4' (Energia 97FM), lançadas pela gravadora Building Records.

'A regra do jogo': Giovanna Antonelli e João Baldasserini gravam no Rio

Giovanna Antonelli e João Baldasserini gravaram cenas da próxima novela das nove da Globo, "A Regra do Jogo", nesta segunda-feira, 10, no Rio de Janeiro. Na sequência, Victor, personagem de Baldasserini, obriga Atena a obedecê-lo e, para tal, usa um revólver, devidamente coberto por uma camisa para não chamar a atenção das pessoas ao redor.
Na história, a vilã interpretada por Giovanna tem o golpista Victor como seu cúmplice, mas irá descartá-lo quando achar conveniente, o que despertará sua ira.
Atena é uma estelionatária que não deixa passar uma oportunidade sem tirar proveito. Por causa disso, ela se aproximará do protagonista Romero Rômulo, personagem de Alexandre Nero. Conheça a história da novela!
As cenas com Giovanna e Baldasserini foram gravadas na Urca, bairro da Zona Sul do Rio, próximo à estação do teleférico do Pão de Açúcar. Na sequência, chamou a atenção o figurino sexy de Atena, que deixou as belas pernas de sua intérprete à mostra. Vale lembrar que Giovanna ficou loira para o papel.
"A regra do jogo" ficará no lugar de "Babilônia" a partir do dia 31 de agosto. A novela é escrita por João Emanuel Carneiro, mesmo autor do sucesso "Avenida Brasil".

João Baldasserini e Giovanna Antonelli gravam 'A regra do jogo' no Rio (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

João Baldasserini e Giovanna Antonelli (Foto: André Freitas / AgNews)

Angélica sobre acidente: passei a acreditar mais em milagres

Três meses após o acidente de avião que sofreu com sua família,Angélica voltou a falar sobre o assunto. "Agora estamos levando a vida com mais calma. Eu acreditava em milagres e passei a acreditar mais', contou ela, durante ensaio e entrevista a edição de agosto da revista Claudia.

Foto: Revista Claudia / Divulgação

Foto: Revista Claudia / Divulgação

A aeronava que transportava a apresentadora, seu marido, Luciano Huck, os três filhos, duas babás, o piloto e o copiloto, teve de fazer um pouso forçado a 30 metros de uma rodovia após sofrer uma pane na bomba de combustível no Mato Grosso do Sul. "A preocupação dele (Luciano) era com todo mundo. Tanto que abaixamos a cabeça para fazer a posição de emergência (durante a descida do avião) e ele não, pois queria olhar para todos nós”, explicou. Angélica e seus familiares voltavam de uma viagem após o fim das gravações de seu programa, Estrelas , no Refúgio Ecológico Caiman, no Pantanal.
Foto: Revista Claudia / Divulgação

Segundo ela, seus três filhos, Eva, Benício e Joaquim, "amadureceram muito", após o acidente que ocorreu no dia 24 de maio.

Fonte: Terra

Smartphones com Ubuntu já podem ser comprados por brasileiros


A partir de agora, você pode ter seu próprio celular com Ubuntu. A empresa espanhola BQ, que tem levantado a bandeira do sistema em smartphones, agora começou a vender seus aparelhos internacionalmente, o que significa que você pode ir até a loja deles imediatamente para comprar o seu. O frete é grátis, mas é provável que haja impostos adicionais na importação.
São dois modelos distintos: o Aquaris E4.5 custa 170 euros (cerca de R$ 650), com tela de 4,5 polegadas preenchida com resolução 960x540 (245 pixels por polegada). O aparelho conta com 16 GB de armazenamento interno, slot para cartão microSD de até 32 GB e 1 GB de memória RAM. A câmera traseira é de 8 megapixels, e a frontal de 5 MP. O system-on-chip é um MediaTek quad-core de até 1,3 GHz, cujo modelo não foi divulgado, usando o processador Cortex A7.
Já o Aquaris E5 é um pouco mais robusto, embora compartilhe o mesmo SoC de seu irmão menor, a mesma quantidade de armazenamento e a mesma memória RAM. A diferença fica na tela, de 5 polegadas com resolução 1280x720 (294 pixels por polegada), e na câmera traseira, com 13 megapixels e dois LEDs para o flash. Este modelo sai por 200 euros (cerca de R$ 760).
Ambos os aparelhos devem funcionar com o 3G brasileiro, já que ele foi projetado para funcionar com os espectros de 900 MHz e 2100 MHz, sendo o último o padrão usado pelas operadoras nacionais.
O aparelho em si, no entanto, não é o que empolga. O software é o que diferencia os modelos da BQ do resto do mercado, já que o Ubuntu OS nos celulares é significativamente diferente de todo o restante. O sistema, no entanto, ainda engatinha perto de competidores maiores, mas esse pode ser o começo de algo novo. Quem sabe um quarto competidor de peso?

Fonte: Tribuna Hoje

Maisa diz que sofre bullying na escola após lançar música 'NheNheNhem'


A apresentadora e atriz mirim Maisa Silva, de 13 anos, diz que está sendo bastante assediada depois que lançou seu hit NheNheNhem, afirmando também que já passou por situações constrangedoras. Quando esteve no programa Domingo Legal, Maisa diz que o assédio, após a música, cresceu muito.

"Você não está entendendo... Eu voltei às aulas e do nada todo mundo começou a me chamar de 'NheNheNhem'. Queria entrar embaixo da mesa e ficar lá"

Esse é o preço da fama conquistada no fácil, né Maisa? Agora tem que ir até o fim.
O hit que a mini-artista lançou já alcançou 4 milhões de views no Youtube e alguns comentários do tipo "É de cair o cu da bunda" ou "Que coisa irritante"... Good Luck, Maisa, pois aturar esse bullying não será fácil.

Silvio ganha festa de Dia dos Pais com decoração do Super-Homem


BRASIL - Quem aproveitou mesmo esse Dia dos Pais foi a família Abravanel. Silvio Santos, que ganhou um sapato de brilhantes no valor de R$ 5 mil, foi homenageado com uma festa inspirada no Super-Homem, com direito a um boneco do herói com o rosto do dono do SBT. Patricia Abravanel fez questão de compartilhar a decoração da festinha, repleta de canecas, balões e um painel com o rosto do "Super Silvio" estampado. 
"E assim começa a comemoração de hoje! Nessa família tudo é motivo de festa!", escreveu a apresentadora do "Máquina da Fama", que recentemente se transformou em Ariel para fazer uma apresentação da trilha do filme "A Pequena Sereia". A confraternização também serviu para homenagear o noivo de Patricia, o político Fábio Faria, com quem ela teve o filho Pedro, de 10 meses. 
Silvia Abravanel, que revelou uma mágoa com Gugu no Programa Eliana, também usou as redes sociais para homenagear seu pai adotivo. "Que nesse dia tão especial para os pais dos pais, para os pais dos amigos, pais dos primos, pais do mundo, pais de todos, pais dos outros, pais de todos os continentes, pais por um dia, pais do coração... Para o meu pai, que é o melhor pai do universo, que os anjos sempre iluminem o caminho de vocês e lhes dêem muita saúde, paz, amor, família sempre unida e alegrias", publicou a artista, que dirige e apresenta o programa "Bom Dia & Cia". 
Aos 84 anos, Silvio Santos brinca sobre morte: Deve ser gostoso dormir um sono profundo 
O encontro entre os donos da Record e do SBT deu o que falar. Após mais de 17 anos, Silvio Santos e Edir Macedo se encontraram para que o dono da Jequiti visitasse o Templo de Salomão. O encontro contou com Íris Abravanel, mulher de Silvio, e Ester Bezerra e Cristiane Cardoso, mulher e filha de Edir Macedo, respectivamente. 
Durante a caminhada pelo Templo de Salomão, Silvio fez diversas fotos com o celular. Aos 84 anos, ele brincou ao falar sobre a morte. "Quando eu morrer é só ir lá, fazer uma reza e me jogar no buraco", disse, soltando sua conhecida gargalhada em seguida. A repórter Adriana Araújo retrucou: "Tá longe ainda, Silvio". "Ah, eu sei lá... eu sei que é um sono profundo, deve ser gostoso dormir", respondeu o apresentador.

Fonte: Região Noroeste

Flashdance: com Bob Sinclar


Hoje, escrevo mais uma postagem sobre as músicas que abalaram as pistas de todo Brasil nos anos 2000, então, esse é mais um Flashdance, e desta vez será com o top Bob Sinclar.
Nasceu em 10 de maio de 1969 em Paris sob o nome Christopher Le Friant. Sua carreira de DJ começou quando ele tinha 18 anos, mas só se tornou conhecido no ano de 2006, quando lançou os 3 super sucessos 'Love Generation', 'World, Hold On' e 'Give A Lil Love'. Bob Sinclar sempre foi conhecido por não ter clipes com alto teor apelativo e em quase todos eles haviam crianças cantando. O primeiro vídeo com esse teor que ele lançou foi o da música Cinderella (She Said Her Name). A música que irei postar é What A Wonderful World, que fez muito sucesso no verão de 2008/2009 aqui no Brasil. Essa canção foi feita em parceria com os também DJ's Ron Carrol e Axwell. Boa vibe à todos: