terça-feira, 11 de agosto de 2015

Mulher é abusada por falso paciente dentro do Pronto-Socorro de Cuiabá


Uma mulher de 25 anos denunciou ter sido abusada sexualmente dentro do Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá(PSMC), na madrugada desta terça-feira (11), no Bairro Bandeirantes, em Cuiabá. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a vítima acompanhava o marido dela que está internado no corredor do hospital.
A vítima dormia ao lado da maca do marido quando acordou sendo beijada por um homem de 47 anos. Carlos Eduardo Fortes da Silva foi preso e confessou o crime à polícia. Em depoimento, o suspeito confessou que abusou da mulher e explicou que fez isso porque 'gosta de beijar'.
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A assessoria do PSMC informou que está apurando o caso. A mulher relatou à polícia que estava cansada e acabou dormindo sentada na cadeira enquanto fazia companhia ao marido. Alguns momentos depois a vítima acordou assustada com o homem que a beijava.

Mulher estava no Pronto-Socorro de Cuiabá com o marido (Foto: Reprodução/TVCA)

Ao ver que a mulher acordou, o suspeito tentou fugir correndo pelo hospital, porém, acabou preso por um segurança. Carlos Eduardo, que usava um uniforme usado pelos próprios pacientes do Pronto-Socorro, foi encaminhado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.
A PM informou que verificou o sistema de entrada de pacientes no PSMC e não foi encontrado nenhum prontuário de Carlos. Sobre o uniforme que usava, Carlos disse aos policiais que conseguiu entrar no hospital e roubou um jaleco usado por pacientes.
O falso paciente foi autuado por estupro de vulnerável e deve ser encaminhado para uma unidade prisional até o final da tarde desta terça-feira.

Fonte: G1

Morte de Robbin Williams faz 1 ano hoje (11)

Hoje completa 1 ano da morte do ator e comediante Robin McLaurin Williams, que mesmo fazendo comédia, não estava feliz com nada do que tinha.


Robin nasceu em Illinois, na cidade de Chicago, em 21 de julho de 1951 e conseguiu ser famoso graças à série Mork & Mindy dos anos 70.
O ator se casou três vezes. O primeiro casamento foi com Valerie Velard, com quem teve seu primeiro filho Zachary, nascido em 1983. O segundo casamento foi com a babá de seu filho, Marsha Graces, com quem teve Zelda Rae e Cody Alan, nascidos em 1989 e 1991, respectivamente.

Zelda
Robin ao lado do filho Zachary
Cody
Adotou o filho do casal Dana e Christopher Reeve, William.


Durante o casamento com Valerie, Robin não era um marido fiel, mantendo até uma relação extra-conjugal com uma garçonete chamada Michelle, que o processou por ter sido infectada por ele com herpes.
Depois de se mostrar ser infiel ao seu casamento, o ator também era viciado em drogas e álcool desde o final da década de 1970, quando começou a usar cocaína. Ele diz que parou de usar drogas depois da morte do comediante John Belushi e do nascimento de Zachary.
Seus filmes mais conhecidos são Patch Adams - O Amor é Contagioso, Uma Babá Quase Perfeita, O Homem Bicentenário, Amor Além Da Vida, Popeye e Uma Noite No Museu. Era também dublador, tendo emprestado sua voz ao filme Robôs, Happy Feet, O Pequeno Herói e A.I. - Inteligência Artificial.
Robin Williams morreu em 11 de agosto de 2014, tendo como causa da morte asfixia devido à enforcamento, concluindo que o ator teria se suicidado.
1 ano após a morte do artista estadunidense, a viúva Susan Schneider e os filhos estão brigando pela herança estimada em torno de $50 milhões de dólares.

Robin ao lado da mulher Susan Schneider

Abaixo, está a suposta foto de Robin quando foi encontrado morto após se enforcar:

Flash Dance: com Power

Vamos relembrar mais um pouco dos anos 2000, e desta vez com Play Success, do artista desconhecido chamado Power, divulgado pelo selo Building Records, gravadora de música eletrônica muito conhecida no Brasil que abandonou a carreira de dance music e passou a se dedicar à trilhas sonoras de novelas do SBT. Play Success integrou os CD's Metro Tech Vol 4, mixado pelo DJ Gasparian e O Fenômeno Techno, do DJ Zé Pedro, e os dois CD's foram distribuídos pela própria Building.
Vou lembrar que a música não tem clipe.
Boa vibe à todos os fãs de EDM:

Mariana Ximenes está com novo visual! Confira


A atriz Mariana Ximenes, de 34 anos, tingiu seu cabelo e ficou ruiva. Ela não fez isso para papel de novela, e sim para o longa 'Um Homem Só', com autoria de Cláudia Jovin. Nesse filme, a atriz irá interpretar uma jovem que trabalha em um cemitério de cachorros.
A primeira exibição do filme será no 43º Festival de Gramado nesta sexta-feira (14).
As informações são do site Globo.com

'A advocacia é uma classe sexista e racista', critica advogada militante

A advogada Sílvia Cerqueira
Fotos: Virgínia Andrade / Bahia Notícias

Nesta terça-feira (11), Dia do Advogado e do Magistrado, o Bahia Notícias traz a visão de um setor com pouco espaço e voz no Judiciário brasileiro: a advogada mulher e negra. A baiana Sílvia Cerqueira é uma das poucas advogadas negras em uma classe majoritariamente branca e masculina, situação que a faz, em 36 anos de sua carreira como causídica, militar pelo protagonismo das mulheres negras na advocacia. Palestrante no evento "Mulheres em Movimento na Advocacia Baiana", que será promovido pelo Instituto dos Advogados da Bahia (IAB) na próxima quarta-feira (12), Sílvia falou, em entrevista ao Bahia Notícias, sobre sua participação na iniciativa e relatou suas experiências como advogada e militante dentro da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB). Para ela, a instituição é “sexista e machista” e não se interessa por dar às mulheres e aos negros maiores e melhores espaços internamente. A advogada também relata sua frustração em saber que, por ser negra, talvez “nunca chegue à presidência da OAB”. Ela, que também é membro do Instituo dos Advogados da Bahia (IAB), alerta: “Enquanto essa pecha do racismo permanecer, nós teremos uma sociedade doente. Precisamos de uma sociedade que respeite a diversidade”.
Você fará uma palestra na próxima quarta-feira (12), no Instituto dos Advogados da Bahia (IAB), com o tema “O empoderamento da mulher na advocacia”. Como a senhora avalia este processo de empoderamento na Bahia e no Brasil?
Este é um tema que eu já persigo há algum tempo, tanto que escrevi o livro “Poder de saia na Bahia do século XX”, no ano de 2000, que foi uma tese minha de especialização. Sempre vi que, apesar de a medida que o tempo vai passando nós ocuparmos espaços, e nós temos ocupado espaços sim, essa questão do poder, também na OAB, nós mulheres estamos muito distanciadas dele. E por uma razão muito simples: é uma coisa direcionada mesmo. Uma questão que também é histórica e cultural, e isso se reflete nesses espaços. Eu vejo que existe ainda um distanciamento muito grande das mulheres, feito pela própria instituição, que embora se afirme como um espaço democrático, na verdade, não foi um espaço que possibilitasse absorver a mulher nesse exercício dos cargos maiores, como diretoria dos conselhos. Fui conselheira federal, mas como suplente. Quando eles resolvem abrir o espaço, a mulher é vista como aquela que vai fazer as atas, a pessoa que cuida das letras bonitas, ainda que você seja uma pessoa que tenha a mesma formação dos homens. Isso você vê em todos os espaços e na Ordem dos Advogados não é diferente. O poder que eu persigo não é qualquer poder, é o poder de decisão, é o poder econômico, é o poder na cúpula das grandes instituições, é ser protagonista enquanto mulher. E nesse processo a gente vem participando da Articulação de Mulheres Brasileiras, tivemos grandes vitórias, como a criação do Conselho Nacional de Direitos da Mulher, a criação das Delegacias de Proteção à Mulher e, logo em seguida, veio uma grande conferência da ONU em Beijing, que foi onde vimos um processo muito grande de conscientização sobre o empoderamento.

A senhora avalia a advocacia como uma classe sexista e racista?
As duas coisas. Digo que racista mais até que sexista. Admitir a mulher não negra ainda está no padrão do razoável, mas admitir a mulher negra numa estrutura de poder é absolutamente inviável. Eu me recordo que há alguns anos eu insisti em fazer uma chapa de mulheres e negros na OAB, por duas gestões. A chapa era de protesto. Nós sabíamos que não ganharíamos. Só os grandes escritórios detinham o poder econômico para construir grandes chapas. E nossa chapa não detinha esse poder. A advocacia veio na minha vida por força de muita luta, muito trabalho. Isso fez com que eu conseguisse meu canudo, mas foi com muito suor. E, como eu, a maioria dos advogados negros. É o que digo: a questão negra prepondera sobre a questão de gênero. É muito mais difícil você ser negro e se afirmar dentro da estrutura da OAB. O ambiente em reuniões da OAB chega a ser hostil. É como se dissessem: “O que é que você está fazendo aqui? Faça suas audiências, ganhe seu dinheirinho e vá para casa. Essa estrutura de poder não lhe pertence”. Então, fala-se muito de democracia nesse espaço, mas a coisa não é bem assim. É evidente que temos alguns grupos que têm uma sensibilidade maior para a questão e, graças a isso, pudemos participar de uma comissão nacional de promoção da igualdade do Conselho Federal. Mas é sempre uma coisa muito batalhada. Você tem que ter um destemor razoável para que as pessoas lhe aceitem, você tem que se afirmar e reafirmar, até porque, se você for olhar a história da Ordem nacionalmente, o Conselho Federal, você vai ver raras ocasiões em que negros ocupam posições de destaque. É um espaço verdadeiramente branco.

Verificar situações de racismo e sexismo dentro da OAB foi o que fez você buscar essa militância? Em alguma ocasião você sentiu essas situações na pele?
Eu não diria na pele, pois ele é velado. É um racismo institucional, que se corporifica de uma forma muito velada, e que, por isso, é muito mais difícil de ser identificado por quem não tenha percepção. Quem não tem essa percepção pode ter até a sensação de que está sendo acolhido, quando, na verdade, não está. Às vezes, você pode estar compondo meramente uma peça, para lhe dar uma feição de que está tudo bem. Não há essa coisa direta, mas a gente sabe que na hora da escolha para presidência, por exemplo, você nunca será escolhido, embora você tenha todas as condições para tal. Eu não vejo o porquê de não poder ser presidente. Por que eu não posso? Eu vou fazer 36 anos de advocacia. O que me fez estar atenta à essas coisas é todo o processo que a gente percebe fora da instituição. Se você não tem a percepção de como o racismo se apresenta, suas diversas formas, é evidente que em qualquer instituição você não vai perceber. Mas é claro o desconforto nas suas intervenções, pois eu sempre estou no espaço pontuando a questão de gênero e de raça, e toda vez que se questiona alguma coisa ou se tenta construir alguma coisa dentro da instituição, é perceptível que se causa um desconforto. Hoje, as pessoas tem um certo receio de exteriorizar isso. No meu começo, foi muito pior, era bem mais claro. Hoje, eles já te assimilam de uma forma mais política. Mas, de qualquer forma, você não avança muito.


Neste mês, a Ordem dos Advogados dos Estados Unidos elegeu sua primeira presidente negra. Como militante da causa negra, o quão está distante esse dia no Brasil? Você acha que o que aconteceu nos EUA estimulará mais advogadas a se lançarem como conselheiras federais na OAB brasileira?
A questão da OAB hoje, infelizmente, não é tanto de lançamento, pois as escolhas são feitas por grupos, e isso já é um filtro natural. Aí vai ingressar as pessoas que tiveram o perfil de determinada chapa. Mas eu acho que isso abre um caminho. O fato da presidente da Ordem dos Advogados dos Estados Unidos ser negra é uma vitrine, serve para despertar isso em outros lugares. Aqui no Brasil, eu acho interessante na perspectiva da mulher, embora, no caso de gênero, eu acho que o fato de termos uma presidente mulher não repercutiu muito nas outras instância de poder, muito pelo contrário. Na Câmara dos Deputados, temos menos de 10% de mulheres deputadas, no Senado, em torno de 9%. Dentro do Judiciário, eu acho que o tribunal que tem mais acesso de mulheres é o Tribunal do Trabalho. Mas acho positivo para a mulher. Para a mulher negra, acho que isso vai dar visibilidade e acho super importante aqui no Brasil, até por toda nossa história, para que ela possa vir a ocupar cargos importantes dentro da instituição. Não fica aquela coisa do sonho, fica uma coisa que, sim, é possível.

Na sua opinião, quem enfrenta o maior desafio de empoderamento? O negro, a mulher, ou a mulher negra?
A mulher negra. Olha, é muito difícil. É preciso você se superar. É preciso matar um leão por dia para se afirmar nesse espaço, pois você lida contra o externo e o interno. É uma vivência de eterno conflito, e que você tem que superar. É algo que começa na estética, pois você não tem a aparência, o estereótipo do poder. Desde aí, até o preconceito do que você pensa, como se veste, como você se porta. Eu já tive a oportunidade de chegar para uma colega e cumprimentá-lo de forma normal, beijinho de rosto. E ele disse: “Nossa, Sílvia, como você cheira bem!”. Pois é, eu tinha que cheirar mal! Então, para você perceber, a coisa vem desde aí, até o céu, o céu é o limite. E, justamente, na Bahia, o lugar onde, se isso tivesse de acontecer, que acontecesse minimamente. A gente vive numa terra de negros. No entanto, no ponto de vista do poder, nós somos invisíveis. A nossa quantidade de negros não se reflete no poder.Nas eleições da OAB-BA em novembro, você acha que veremos mais mulheres concorrendo a cargos? Qual a sua avaliação sobre a participação da mulher advogada na gestão atual?
A mulher ainda está muito ausente em todas as gestões. Nesta, na que antecedeu a esta, em todas. Quando isso parte para o recorte de raça, a situação se agrava. Eu acho que essa palestra que nós vamos fazer é muito importante, pois nos oportuniza a fazer cumprir alguns pleitos nossos que estão no Conselho Federal, como, por exemplo, as cotas de 30% para as mulheres. Existe um provimento que é de 2011 e nesse nele já existem as cotas para as mulheres. E é para isso que eu alertarei nesta palestra, para as mulheres e para as chapas. As mulheres devem estar atentas a essa exigência legal. É claro que para fazer cumprir esta exigência legal a gente deve ter estrutura para participar em igual condição, e esse é o grande problema. Mas nós devemos alertar, pois eu acredito que a maioria do eleitorado não tenha essa informação. Só tem esta informação quem está ligado a parte mais institucional da OAB. O advogado trabalha muito para fora da instituição, não para dentro. A parte de dentro não está incorporada ao dia a dia dele, e nem a instituição estimula isso, pois não lhe interessa.


Você acredita que por conta desse provimento nós poderemos ver mais mulheres integrando as chapas, então?
Esperamos. Eu acredito que as mulheres do nosso grupo ingressem numa campanha muito focada nisso, até no sentido de que conscientizar as mulheres de que esse espaço também é delas, e elas têm todo o direito de participar dele.

Como você avalia a baixa participação de mulheres na lista sêxtupla para desembargador do quinto constitucional?
Na vaga da OAB-BA eu não lembro de nenhuma. Cai muito em tudo o que eu já disse. A gente sabe, muitas até se inibem, pois sabem que nas escolhas entre homens e mulheres, os homens sempre terão preferência, por uma questão de preconceito mesmo, pois não faz sentido o discurso “porque não é mulher, não está preparada”, até porque os critérios de avaliação são os mesmos. Só que na hora da escolha os homens acabam sendo escolhidos. Isso faz com que as mulheres fiquem inibidas, pois é muito chato você entrar numa luta tão somente para fazer composição. Eu acho que não tem que ser por aí. Acho que tem que partir para disputa, se afirmar cada vez mais, procurar os nossos espaços, pois se nós não formos, ninguém vai nos dar, ninguém vai fazer concessão.

O que você acha que deve ser feito para que a mulher negra possa ocupar o papel de protagonista na advocacia?
O primeiro passo, para mim, é ter consciência do quão importante ela é. Antes disso, ter consciência de que o racismo existe e é real, pois a medida que você não vê, você acha tudo real. O segundo passo é você continuar se preparando, se qualificando para que você chegue lá. E o terceiro passo é fazer o que eu faço: ir para o front e buscar meu espaço enquanto protagonista. Eu trabalho muito na perspectiva da minha, que pode não ser a mais correta, mas essa é a linha que eu tenho conseguido chamar a atenção da instituição e de outras mulheres de que nós, mulheres negras, podemos ocupar nossas espaços e que é possível e necessário combatermos esse racismo que tenta nos esmagar, mas que é completamente possível dar a volta por cima.

Fonte: Bahia Notícias

Vídeo mostra diário que Heath Ledger escreveu ao se preparar para o seu Coringa

O trailer de um documentário sobre Heath Ledger chamou a atenção dos internautas nos últimos dias. O filme Too Young to Die: Heath Ledger é uma produção alemã sobre o ator, que morreu em 2008 aos 28 anos - seu último grande papel foi o Coringa de Batman: O Cavalheiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan.
O trecho do filme - que na verdade foi divulgado em janeiro do ano passado, mas que recebeu atenção nos últimos dias - mostra o pai do ator folheando um diário que Ledger escreveu enquanto se preparava para interpretar o personagem:
O caderno mostra figuras do personagem de Malcolm McDowell no filme Laranja Mecânica, colagens de cartas de baralho e anotações sobre o universo de Batman.
"Ele se trancou em um quarto de hotel por um mês, para galvanizar o seu próximo personagem na sua própria mente. Isso era típico dele em qualquer filme, ele se imergia no personagem. Eu só acho que isso foi um outro nível", diz o pai no vídeo.
Alguns dos remédios que terminaram com a vida do ator foram receitados após ele relatar problemas para dormir depois de interpretar o Coringa no filme - fato que gerou muita especulação na época de sua morte.

Fonte: Diário do Grande ABC

A rainha da ‘selfie’: Kim Kardashian tira foto nua, mostrando barrigão de grávida…


Kim Kardashian é mestre em tirar fotos de si própria, fato que já culminou no até no lançamento de um livro apenas com as ‘selfies’ da socialite, intitulado ‘Selfish’. Nesta terça (11), Kim voltou a chamar atenção por seus cliques narcisistas.
A socialite postou foto em seu perfil no Instagram em que aparece totalmente nua, exibindo seu barrigão de grávida. A estrela espera o segundo filho com seu marido Kanye West. Aproveitando o ‘auê’ que sua foto causou, na rede social, Kardashian ainda resolveu desabafar sobre a obsessão da imprensa com seu corpo.
“Primeiro eles dizem que eu estou magra demais, então devo estar fingindo.. Agora, falam que estou muito grande, então estou fingindo! Alguns dias sou fotografada antes de eu comer e eu pareço menor, outros eu acabei de comer, então pareço maior. É tudo parte de um processo”, disse Kim.

Fonte: Jornal Do Brasil

Maria Bopp será Bruna Surfistinha em série de televisão


A ex-garota de programa Bruna Surfistinha já foi vivida por Deborah Secco em cinebiografia lançada em 2011. Agora, a Fox revelou que uma série de TV está sendo produzida. 
A atriz escolhida como protagonista foi Maria Bopp, da série Oscar Freire 279. Aos 24 anos, ela se prepara para seu primeiro grande papel na TV. Maria Bopp deixou para trás mais de 500 concorrentes.
O programa será baseado no livro O Doce Veneno Do Escorpião: o Diário de uma Garota de Programa, de Raquel Pacheco (a Bruna Surfistinha). O longa de 2011 também foi inspirado neste mesmo livro.
Mas não é apenas a fonte inspiração que irá se repetir, o diretor Marcus Baldini também estará de volta, desta vez em parceria com Roberto Berliner, para comandar alguns episódios.
A primeira temporada tem previsão de lançamento para setembro de 2016 e contará com 8 episódios.

Fonte: Cinema10

Dance Mania: com Avicii

O mega DJ Avicii nasceu em 8 de setembro de 1989 em Estocolmo, na Suécia. Ele pode também ser chamado de Tim Berg ou Tom Hangs, e com esses três nomes lançou 'Seek Bromance', 'Wake Me Up', 'Levels', 'Blessed' e este: Hey Brother, lançado em 2013.
Boa vibe à todos!

Xuxa terá quadro sobre sexo em novo programa: "Assunto é natural"

Xuxa  (Foto: Alex Palarea/Agnews)

A apresentadora Xuxa Meneghel participou, na terça-feira (11), de uma coletiva de imprensa para falar sobre sua estreia na Record, prevista para o dia 17.
"Estou me sentindo uma novata, me dá um medinho sim", disse ela. "Não sei fazer programa ao vivo, esse é um ponto tenho muita vontade de acertar, mas peço a todos que esperem o programa, assistam pela primeira vez, para depois falar".
Um dos pontos altos do programa será o quadro em que a apresentadora falará sobre sexo. Bem-humorada, ela brincou: "Muita gente falou que no programa teria uma cama eu e o Junno (Andrade, namorado de Xuxa). Não é isso gente, vou 'junnar' muito em casa, mas não no programa. Essa é uma oportunidade que eu vou ter agora e nunca tive, que é poder falar de um assunto que é natural pra todo mundo e fazer perguntas mais picantes por que o horário vai permitir", comemora.
Entre as inspirações de Xuxa, hoje com 52 anos, estão Chacrinha e Hebe Camargo. "Nunca vou chegar aos pés dela. Hebe é a grande dama da televisão brasileira", diz ela, referindo-se à apresentadora morta em 2012 ainda no presente. "Estou me sentido uma criança de 52 anos porque quando vim para cá me disseram que eu podia fazer tudo o que quisesse. A única coisa que me pediram para não falar é sobre religião".

Xuxa (Foto: Alex Palarea/Agnews)

Fonte: Quem

Flávia Alessandra sobre nova vilã: "Vou ser bem safada, uma Cristina II"

A atriz Flávia Alessandra acaba de entrar para o time das loiras platinadas. A atriz radicalizou no tom das madeixas para o comercial de um produto de coloração capilar, e por causa do trabalho, ficou escondida nesta segunda-feira (10) desde quando saiu de São Paulo ao Rio de Janeiro, indo ao aeroporto disfarçada.

Confira o novo look:


Em entrevista ao jornal Extra, ela conta que se orgulha do novo visual, que tem a aprovação do marido, Otaviano Costa, e das filhas Giulia e Olivia. “Estou me sentindo poderosa com esse lourão. Definitivamente cheguei à conclusão que minha alma é loura. Nasci assim e esse tom combina com a minha pele, minha estrutura de sobrancelha, de olho… Já deu para perceber que não dá para passar despercebida em lugar nenhum. Como descolori em São Paulo, tive que embarcar na ponte aérea de boné e óculos para não ser reconhecida. E desde que cheguei ao Rio, não saí de casa. Não tive outra alternativa”, diz.
Otaviano Costa, segundo Flávia, aprovou em 100%: “Ele amou. A gente brinca que o nosso casamento dura porque sou uma metamorfose ambulante e agora ele está casado com uma ‘platinum girl”‘, revela.
Ela voltará a interpretar uma vilã na próxima novela das seis, “Candinho”, de Walcyr Carrasco. Sua última megera foi exatamente com o mesmo autor, há 10 anos, em “Alma Gêmea”, um fenômeno do horário. E avisa: “Vou ser bem safada, bem ruim, será a Cristina II, a revanche, mais madura e má. Me divirto fazendo vilã e a faixa das seis me encanta muito. Adoro a forma como o Walcyr escreve seus roteiros”.

Fonte: Boa Informação - Na Telinha (UOL)

Leonardo fala sobre gravidez da filha: 'Vai ter que fazer DNA'

Leonardo em casa de espetáculos na Zona Oeste do Rio (Foto: Isac Luz/ EGO)

O cantor Leonardo quebrou o silêncio a respeito da gravidez da filha Jéssica, de 21 anos. No bastidor de um show, ele recebeu uma equipe do TV Fama, e falou a respeito da chegada do neto. Pouco à vontade, Leonardo começou a tocar no assunto fazendo piada ao ser perguntado com quantos meses a filha estava.
"Ela está com 21 anos. Não tem meses, não", disse rindo. Depois, confirmou que Jéssica, que é designer, está mesmo grávida, mas ao ser questionado se o pai era Sandro Pedroso, ele respondeu.
“Não está provado, vai ter que fazer o DNA. Não posso falar que é filho desse sujeito que você falou aí que eu não conheço, não sei quem é, nem quero saber também”, disparou. Ao ouvir da repórter que ele estava brincando, Leonardo ainda reiterou.
"Eu só falo a verdade. Estou falando sério, e só falo o que o povo quer ouvir", disse ele que depois minimizou rindo.
“Quando a criança nascer, a gente faz o DNA. O importante é nascer com saúde, que nós vamos tratar com amor e carinho. O avô é o segundo pai. Para mim, tanto faz como tanto fez”, disse.
A gravidez de Jéssica Costa e de Sandro Pedroso foi confirmada pela assessoria de imprensa do ator, no meio de julho, em primeira mão, ao EGO. Na época, a assessoria não quis dar mais informações sobre o tempo de gestação ou se o casal estava se relacionando.
"Por enquanto ele não vai se posicionar, mas a informação procede" , disse.
Segundo o EGO apurou, Jéssica estaria atualmente com 13 semanas de gestação.
Sandro e Jéssica chegaram a ser flagrados juntos no final de 2014 em um shopping de São Paulo. Na época, segundo rumores, os dois já haviam ensaiado um relacionamento não aprovado pelo cantor.

Fonte: EGO

Joe Jackson deixa o Brasil após sofrer AVC e passar oito dias internado

Joe Jackson no dia em que chegou ao Brasil (Foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News)

Joe Jackson foi embora do Brasil na noite desta segunda-feira, 10. Segundo fontes do EGO, o pai de Michael Jackson chegou por volta das 20h no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e foi direto para a sala de embarque, sem passar pelo check-in. Cercado por seis seguranças, ele estava utilizando uma cadeira de rodas e parecia bem debilitado.
Joe veio ao Brasil comemorar seu aniversário de 87 anos. Porém, ele teve um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico associado a um quadro de arritmia cardíaca e ficou uma semana internado , sem mesmo comparecer ao evento.
Mais cedo, Joe e sua família divulgaram uma carta em que agradecem a equipe médica que cuidou de sua saúde e o carinho do público brasileiro.“Em nome do nosso pai, Joe Jackson, queremos agradecer a toda a equipe do Hospital Israelita Albert Einstein pelo cuidado fantástico que ele recebeu durante sua estadia. Em particular, queremos agradecer especialmente ao Dr. Marco Knobel, Dr. Alexandre Pierei e Dr. Jose Luis Guioto por todo o seu profissionalismo e expertise. Também enviamos o nosso amor e gratidão a todas as pessoas maravilhosas de São Paulo e de todo o Brasil por sua incrível hospitalidade, apoio e orações. Ficamos profundamente emocionados com a atenção de todos em seu lindo país e temos certeza que isso fez uma diferença enorme para a rápida recuperação de nosso pai", diz o comunicado, assinado por toda a família Jackson.
Durante o período em que ficou no hospital, ele contou com o apoio da filha Janet, que veio ao país mas evitou falar com a imprensa.

Fonte: EGO

Atriz Daniella Perez faria 45 anos hoje e mãe homenageia filha


Hoje, Daniella Perez faria 45 anos, e sua mãe, Glória Perez, usou seu Instagram para lembrar um pouco mais dos momentos que viveram juntas enquanto Daniella estava feliz com sua vida artística e pessoal.

"Por 22 anos esse foi o dia mais feliz em nossa casa. Hoje não temos festa: só saudade. São 23 anos sem ela. O mundo mudou tanto e ela não viu. Não conheceu a internet, o celular, os avanços da tecnologia e ciência, não teve seus filhos nem viu nascer seus sobrinhos - não viveu o que sonhou viver.
Para os dois psicopatas (Guilherme de Pádua Thomaz e Paula Thomaz, hoje Paula Nogueira Peixoto), saiu barato"

Esse foi o desabafo que Glória postou em sua conta pessoal. Só para lembrar, Guilherme de Pádua era colega de elenco de Daniella Perez quando atuaram juntos na novela Global 'De Corpo e Alma', exibida em 1992, sendo também, junto com sua ex-mulher Paula, o responsável pelo assassinato de Daniella, em 28 de dezembro de 1992, por ciúmes ou amor não correspondido. Daniella estava na sua 3ª novela na Globo, e sua personagem em De Corpo e Alma, Yasmin, foi sua primeira protagonista.
A atriz era casada com o também ator Raul Gazolla desde 1990.
Após o assassinato, Glória revelou que passou 15 dias ausente na novela De Corpo e Alma, mas que voltou a escrever não para superar a morte da filha, mas sim para continuar vivendo.

Flashdance: com Nunca e Pat Krimson

Nunca foi um projeto de eurodance criado nos anos 90 pelos produtores Pat Krimson ou Patrick Claessen e Andres Romero. Seus principais hits mais lembrados até hoje foram 'Voodoo' e 'Movin' Train', lançados em 1999, porém, o último trabalho divulgado tem o nome Secret Way, de 2011.
A música Movin' Train será a que vou postar hoje.


Ela entrou no CD Metro Tech no 4º volume, mixado pelo DJ Ronaldo Gasparian, que até hoje está em atividade no mundo da música. Esse CD foi a única coletânea que a canção foi selecionada aqui no Brasil. Sintam uma boa vibe;

Diga NÃO às drogas ao dizer SIM à música eletrônica

Muito se tem debatido nos últimos anos sobre o uso de drogas em festivais de música eletrônica. Infelizmente, uma parcela de jovens e adultos que frequentam esses ambientes, está ingerindo dentro deles, cada vez mais substâncias ilícitas como ecstasy, maconha, cocaína, cetamina, entre outros e, ao invés de curtirem a verdadeira magia que os grandes eventos proporcionam, vão parar inconscientes nos “corredores de hospitais”, dando trabalho tanto para a equipe médica, quanto para os pais que, muitas vezes, nem sabe que seus filhos fazem uso dessas porcarias.

Enquanto cientistas como Teri Krebs e Pål-Ørjan Johansen, defendem que a proibição de drogas psicodélicas é “incompatível com os direitos humanos”, pessoas estão morrendo em festivais, por conta das irresponsabilidades por terem ingerido substâncias ilícitas.

Se por um lado, as drogas mancham a verdadeira magia que o cenário da música eletrônica possui, por outro, elas nunca deveriam ser aceitas dentro de festivais ou qualquer outro ambiente onde a maioria das pessoas vão para se divertir e assistir às performances de DJs de forma consciente.

Lamentavelmente, muitos amantes do cenário da música eletrônica estão indo parar em manchetes de jornais por conta da falta de responsabilidade e pelo mau uso de substâncias ilícitas que muitos cientistas discutem.

Para se ter uma noção do que está sendo dito aqui, recentemente, 17 pessoas foram levadas ao hospital por terem abusado de drogas no Chasing Summer Festival, que aconteceu no dia 7 e 8 de agosto, no Canadá. Dentre elas, o mais jovem tinha apenas 18 anos e o mais velho 38 anos. 11 se encontravam em estado estável, 5 em estado grave e 1 ficou à beira da morte.

Infelizmente, só neste mês de agosto, muitos foram os casos de pessoas que abusaram de drogas em festivais e tiveram sérias consequências, inclusive, duas adolescentes, uma de 18 e outra de 19 anos que acabou morrendo de overdose em Fairplex, no HARD Summer Music Festival, que aconteceu no sábado 1 e 2, na cidade de Pomona, Califórnia.

Jordan Blackburn de 19 anos, é também um triste exemplo de pessoa que se deixou levar pelas drogas em um festival de música no Reino Unido, e que agora se encontra em coma induzido pelo fato de ter tomado vários comprimidos de ecstasy com seus amigos, dentre eles, Christian Pay, que não resistiu e acabou morrendo.

Contudo, apesar de programas como o norte-americano – 60 minutes, se mostrar favorável aos testes de drogas em clubs e festivais australianos, uma vez que estudos realizados por programa da Áustria, mostram que um terço das pessoas que têm suas drogas testadas decide não levá-las para dentro de festas. Ou de outras pesquisas que hoje existem para fazer com que as pessoas, principalmente, os amantes da música eletrônica se tornem mais conscientes sobre os riscos que as drogas podem lhes causar em suas vidas, eles precisam, antes de sair de suas casas, dizer não às drogas ao dizer sim a música eletrônica.

Pra finalizar, fica aqui um excelente videoclipe do Laidback Luke, no qual mostra que a música é a única “droga” em que devemos nos tornar dependentes.


Fonte: P.House

Rita Cadillac: 'A moda é dizer book rosa, mas o que eu fiz foi prostituição'

Rita Cadillac (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Após contar em seu documentário "Rita Cadillac - A lady do povo", de 2009, que já havia se prostituído antes mesmo de ser conhecida, quando tinha 17 anos, Rita Cadillac voltou a falar do assunto nesta semana, embarcando, como ela mesma diz, na moda do termo "book rosa".
Ao EGO, a dançarina revelou que não tem problemas em relembrar este período de sua vida, mas que, por mais que tenham existido propostas, depois da fama ela nunca mais aceitou fazer sexo por dinheiro com qualquer homem.
"Não me arrependo de ter feito programas sexuais. Isso tem muito tempo, tanto é que nem sei falar em valores. Não lembro quanto eu ganhava e não me prostituí por muito tempo. Eu era jovem, recém-separada, com um filho embaixo do braço e precisava comer, pagar meu aluguel da pensão e alimentar meu filho. É preciso que as pessoas saibam que eu não tinha perspectiva nenhuma na época, eu não tinha ninguém que se importasse comigo. Graças a Deus não precisei fazer programas sexuais por muito tempo. Em menos de um ano fui dançar fora do Brasil", lembra Rita, garantindo não ter ganhado muito dinheiro: "Era só pra viver mesmo".
A dançarina e cantora, que continua atuante em seus shows, acredita que este assunto só tenha vindo à tona por conta da novela "Verdades secretas", da Globo, em que o termo "book rosa" ganhou popularidade: "A moda é dizer book rosa, mas o que eu fiz foi prostituição. Esses assuntos ganham notoriedade agora e me procuram para falar sobre isso, mas eu nem conhecia esse termo na época. Eu era a Rita de Cássia Coutinho, e não a Cadillac. Já tem muito tempo, anos e décadas que eu não faço programas sexuais e não faria hoje por dinheiro algum."
Rita conta também que por conta de suas revelações do passado vem ouvindo muitas críticas negativas a seu respeito. "As pessoas só falam como se eu não tivesse uma vida artística. Até dos filmes pornôs que eu fiz estão voltando a falar e me julgar. Eu fiz 20 cenas de pornô para nunca mais. Não posso ser reduzida a somente isso: pornô e prostituição."

Rita Cadillac no teatro, relembrando seu tempo de chacrete (Foto: Marcos Ribas / Foto Rio News)