sábado, 5 de setembro de 2015

Fernanda Montenegro sobre novela: 'País estava em armários'

Fernanda Montenegro sobre novela: 'País estava em armários' - Ag News

Exatamente uma semana depois do término de Babilônia, Fernanda Montenegro parece ainda estar conseguindo ver os desdobramentos da advogada Teresa, que interpretou na última novela das 21h da Globo, substituída por A Regra do Jogo. 
Em uma entrevista para Roberto D'Ávila, que vai ao ar nas primeiras horas do próximo domingo (6) pelo canal Globo News, a renomada atriz falou um pouco sobre seu último trabalho, e revelou ter ficado surpresa com todo o alvoroço que o beijo gay que protagonizou com Nathália Timberg nas telinhas acabou gerando. 
"Agora nós estamos falando pouco dessa revolução real que está acontecendo no Brasil, que é falar com liberdade o que se quer dizer. Isso está chocando um pouco, porque sempre teve alguém que falava mais alto. Neste momento, todo mundo está em um palanque: Nós estamos ouvindo todos. Ainda mais pela internet. Não eram só os homossexuais que estavam no armário. De uma certa forma, o país estava em armários", afirmou ela na ocasião. 
O teatro carioca escolhido como cenário da conversa parece ter inspirado Fernanda (que, na verdade, está registrada como Arlette Pinheiro Esteves Torres) a também falar sobre sua carreira de um modo mais geral. 
Depois de revelar que, antes da fama, seu maior sonho era ser secretária, a atriz contou que chegou a cursar uma faculdade, mas a arte acabou falando mais alto, e foi nos palcos em que ela realmente teve suas aulas, e onde reina há mais de 60 anos, seu tempo de carreira. 
"O palco foi a minha faculdade", disse Fernanda, que é a única brasileira já indicada ao Oscar e a levar para casa um Emmy Internacional por conta de sua brilhante atuação.

Fonte: O Fuxico

Milhares de imigrantes que partiram da Hungria chegam a Alemanha e Áustria

Na manhã deste sábado (5), já tinham chegado a Munique, na Alemanha, cerca de mil imigrantes, de um total de até 10 mil que eram esperados no dia. Muitos deles refugiados da guerra civil da Síria, eles partiram nesta sexta-feira da Hungria rumo à fronteira com a Áustria.
Segundo a polícia austríaca, mais de 6 mil já tinham entrado na Áustria até o início da tarde deste sábado, mas um número maior era esperado ao longo do dia. Parte dos que chegaram à Áustria partiram logo em seguida para Munique em trens especiais.
Nesta sexta-feira, Alemanha e Áustria anunciaram que aceitariam receber os imigrantes que estavam na Hungria. Milhares permaneciam havia vários dias acampados nos arredores da principal estação de trem de Budapeste, capital húngara, depois que os trens rumo à Europa Ocidental foram cancelados.
O governo da Hungria insistia que os imigrantes se registrassem com pedidos de asilo no país, seguindo as regras da União Europeia. 


Menino imigrante que chegou no primeiro trem especial vindo da Áustria posa com chapéu de funcionário na estação de trem em Munique neste sábado (Foto: Reuters/Michael Dalder)



Esta é a pior crise de refugiados que a Europa enfrenta desde as guerras da Iugoslávia nos anos 1990. A polícia de Munique diz que intérpretes de árabe ajudaram os refugiados com os procedimentos nos centros de registro emergenciais. A recepção eficiente na Áustria e na Alemanha contrastou com a desordem prevalente na Hungria.

'Gratidão aos austríacos'
Na estação de Viena, na Áustria, os recém-chegados, embrulhados em cobertores, e alguns com crianças adormecidas nos braços, foram recebidos por muitos voluntários com comida, bebidas, sabonetes e bilhetes de trem. Um dos refugiados mostrava um cartaz onde era possível ler "Gratidão aos austríacos".
"Depois de inúmeros exemplos de tratamento vergonhoso aos refugiados e aos imigrantes por parte de alguns governos da Europa, é um alívio ver enfim um pouco de humanidade. Mas isso está longe de ter acabado, na Hungria e na Europa", alertou um funcionário da Anistia Internacional.


Mulher segura bebê no colo ao chegar a estalçao em Salzburgo, na Áustria, neste sábado, junto com milhares e outros imigrantes (Foto: AP Photo/Kersin Joensson)

O ministro húngaro das Relações Exteriores, cujo país foi porta de entrada de mais de 50 mil imigrantes em agosto, rebateu as críticas neste sábado.
Neste sábado, a estação de trem de Budapeste, que tinha sido esvaziada de imigrantes nesta madrugada, começava a receber novos imigrantes que, diante dos trens que permaneciam cancelados, anunciavam que partiriam à pé rumo à Áustria, como outros grupos fizeram nesta sexta-feira.

Oferta de ajuda
Mais de 40 cidades do Reino Unido se ofereceram para acolher refugiados do conflito sírio, anunciou neste sábado (5) a candidata a liderar o Partido Trabalhista britânico, Yvette Cooper. A candidata pediu nesta sexta-feira a colaboração das autoridades locais do país para fazer frente à crise migratória que assola a Europa.
Já o primeiro-ministro finlandês, Juha Sipilä, anunciou que dará abrigo aos refugiados em sua casa de campo - onde raramente vai devido a suas funções em Helsinki. O político já convidou repetidamente os finlandeses a mostrar solidariedade com os imigrantes que chegam ao país. "Espero que isso se torne uma espécie de movimento popular que faça com que muitos assumam suas responsabilidades nesta crise dos refugiados", afirmou.


Menino imigrante brinca com urso de pelúcia em Munique, na Alemanha: até o início da tarde, mais de mil imigrantes tinham chegado no país vindos da Hungria (Foto: AP Photo/Michael Probst)

Fonte: G1

Morreu o homem mais pequeno do mundo

O homem mais pequeno do mundo morreu esta sexta-feira, aos 75 anos, vítima de uma pneumonia. Chandra Bahadur Dangi nasceu no Nepal e media 54,6 centímetros. O vencedor do Guinness World Record fez uma sessão fotográfica, em 2003, com o homem mais alto do mundo. Até ter ganho o título de homem mais baixo do mundo, Dangi nunca tinha saído da sua aldeia.

Fonte: CM Jornal