quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Deborah Blando: "Eu me sentia completamente incompleta"


Quem - Aos 46 anos, Deborah Blando volta ao meio artístico com a música Jeito Particular. A cantora ítalo-brasileira prepara um DVD e fala obre o período que ficou afastada dos holofotes. “É impossível um artista deixar de ser artista”, disse ela, que enfrentou um período de síndrome do pânico e encontrou forças na psicanálise e no budismo.
Nascida na Itália e morando no Brasil desde os 5, ela começou a se apresentar com turnês com apenas 12 anos. O sucesso de Unicamente, que fez parte da trilha sonora da novela A Indomada (1997), coincidiu com um periódo de síndrome do pânico. "O primeiro pânico que tive foi em 1993. O outro veio em 1997, ano em que fiz 180 shows. Não sobrava tempo para nada. Depois, entre 2003 e 2004, existiu a forte queda do mercado fonográfico. Tudo se complicou. Entrei em depressão, não sabia o que eu queria. Foi um período em que fiquei bem infeliz com a questão profissional."
No bate-papo, ela conta que a psicanálise foi sua grande aliada nos momentos difíceis. “Não tinha uma vida preenchida. Percebi que levei uma vida voltada para meu lado profissional, mas não para o pessoal”, conta Deborah, hoje morando em Florianópolis (SC), feliz com um novo amor e “mãe canina” de três pets.


QUEM: Você encara esse momento como seu grande retorno?
DEBORAH BLANDO: Eu nunca saí do meio musical, mas saí do meio artístico. Acho que o artista tem que estar bem para dar o melhor de si para o público. Eu me retirei quando percebi que não estava com a cabeça para estar sob holofotes. Trabalhei no backstage, compondo...

QUEM: Como foi esse período para você?
D.B.: Todo artista passa por isso. Não é sempre que estamos no auge. Nosso trabalho é de muita pressão e eu penso que não dá para ser fake. Tem que fazer quando existe a disposição. Parei porque tive necessidade dessa pausa. Nunca tive tempo para mim. Trabalhava desde os 12 anos. Não dá para estar bem se você passa o tempo todo trabalhando. Bateu um certo pânico.

QUEM: Como assim?
D.B.: Um certo pânico, não. Um pânico, literalmente. Fui diagnosticada com a síndrome. Tive que olhar para dentro de mim. O pânico vem quando a pessoa vive uma realidade que não é a dela. Tinha pânico de andar na rua, não sabia lidar com isso. Não queria ser grossa com ninguém, mas não tinha vontade de parar para autógrafos, fotos...

QUEM: Sentia-se como?
D.B.: Na época queria ser mãe, ter uma vida espiritual. Minha espiritualidade sempre foi muito aguçada, mas não tinha uma vida cheia, preenchida. Percebi que levei uma vida voltada para meu lado profissional, mas não para o pessoal. Vi que precisava investir na minha vida pessoal. Não sabia fazer outra coisa que não fosse cantar e precisei ver o que realmente queria. Estava completamente incompleta.

QUEM: Foi fácil se livrar dessa sensação?
D.B.: Comecei a fazer psicanálise. Entrei cedo para esse mundo artístico, quando venci um festival na Itália, aos 12 fazia turnê. Já nasci cantando (risos). Tem muitos artistas que são assim.

QUEM: Chegou a fazer uso de medicamentos?
D.B.: Tomei remédios, mas os remédios adiantam na hora. Eles apagam o fogo, a crise, porém, não são a solução. Adoro minhas sessões de psicanálise. Elas que me ajudaram de verdade.

QUEM: Quando teve os primeiros sinais da síndrome do pânico?
D.B.: O primeiro pânico que tive foi em 1993. O outro veio em 1997, ano em que fiz 180 shows. Não sobrava tempo para nada. Depois, entre 2003 e 2004, existiu a forte queda do mercado fonográfico. Tudo se complicou. Entrei em depressão, não sabia o que eu queria. Foi um período em que fiquei bem infeliz com a questão profissional. Daí, fui morar em um templo budista em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2004.


QUEM: De que forma o budismo te ajudou?
D.B.: Quando comecei a estudar budismo, vi que a felicidade do outro é importante, não só a nossa. Tive que me desnudar totalmente da Deborah Blando. Cheguei ao monge e disse: “Não aguento mais a Deborah Blando”. Tive que construir uma pessoa só. Não é tão fácil esse processo para quem começa a trabalhar desde cedo. Vejo o Justin Bieber, a Britney Spears... Em determinado momento, quem começou cedo como nós acaba dando uma pirada. O Michael Jackson é outro exemplo. Ele teve uma vida de coitado. Tanto é que hoje sou contra o trabalho desde criança. A criança quer cantar? Que seja só como hobby.

QUEM: E como foi a decisão de voltar à carreira?
D.B.: É impossível ser um artista e deixar de ser artista. Pelo menos, para mim. Acho o retorno natural. Jeito Particular é a minha atual música de trabalho. Uma composição minhas com Paula Mattos, Silmara Nogueira e Laércio da Costa. Também preparo um DVD com versões atuais dos meus principais hits e inéditas, como Jeito Particular.

QUEM: Nesse período afastada da mídia, chegou a cogitar planos pessoais – como casar e ter filhos?
D.B.: Quis ser mãe desde criança. Na infância, dizia que queria ser mãe, cantora e veterinária. O desejo de gerar uma criança já não existe mais. Acho que passou o momento, mas sou uma mãe canina. Tenho três cachorros e eles dormem na minha cama. Todos os anos, costumo ir para a Suíça estudar. Lá, as pessoas tratam o pet como uma pessoa da família. Acho que tem que ser assim.

QUEM: E a vida amorosa, Deborah?
D.B.: Já tenho meu amor. Ele não gosta que eu fale dele. Por ser uma pessoa muito discreta, não quer que eu fique falando dele. Vivemos bem. Eu, ele e nossos filhos caninos.

QUEM: Como define seu atual momento?
D.B.: Sou bem mais madura, sei lidar com a pressão. Sinto que agora que estou pronta. Parece que a minha vida e minha carreira estão começando agora. Nunca é tarde e estou muito feliz. Nunca estive tão feliz a minha vida. Não adianta ter fama, dinheiro. A felicidade não se encontra fora da mente, ela não está dinheiro, tem que ser interna. O dinheiro é uma ilusão. Antes, tudo o que eu queria era fazer sucesso. Cheguei até lá e quando cheguei me questionei: “Cadê o glamour?”. Vi que não era o que imaginava. Outro dia vi o Russel Brand falando que a fama é como aquele par de sapato na vitrine, mas quando consegue comprá-lo, você vê que não é confortável. Concordo.

Carlinhos Brown, Ivete Sangalo e Victor e Leo serão os técnicos do ‘The Voice Kids’

Carlinhos Brown, Ivete Sangalo e Victor e Leo (Foto: Isabella Pinheiro/ Gshow, Divulgação e Rubens Cerqueira / TV Globo )

Chega de ansiedade! Acabaram de sair os nomes dos técnicos do The Voice Kids: Carlinhos Brown, Ivete Sangalo e a dupla Victor e Leo serão os responsáveis por montar os times com os cantores de 9 a 15 anos, que vão se apresentar no novo reality show musical da TV Globo .
Na atração, que tem estreia prevista para janeiro de 2016 , eles vão se juntar ao apresentador Tiago Leifert, anunciado no comando do programa na última semana, e a Dani Suzuki, que também é revelada como uma dos integrantes do time do The Voice Kids .
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Fonte: Gshow

'Vai acontecer naturalmente', diz mãe de Stefhany Absoluta sobre 1ª noite


Nety França, mãe de Stefhany Absoluta, conversou com o EGO nesta terça-feira, 27, e falou da alegria em ver a filha casada. "Para mim foi muito emocionate e gratificante porque foi um casamento por Deus. Deus mostrou para ela e para ele, e eles obedeceram a voz de Deus. Porque hoje em dia as pessoas não querem mais se casar, querem se juntar. Mas Deus deu a ela um esposo que obedece a voz de Deus", disse Nety, que ainda mal pode acreditar que a filha famosa, de 25 anos, casou para valer.

TUDO SOBRE O CASAMENTO

"Sinceramente achei que ela não fosse aceitar (o pedido de casamento). Me surpreendi. Porque ela nunca quis casar, dizia que só casaria mais velha, com uns 30 anos. Mas quando Deus fala tem que obedecer, e ela foi tocada por Deus. Deus falou com ela através de pessoas que a gente não conhecia, sonhos e a palavra", contou.
Nety contou que não se preocupa por Stefhany e o marido, Roberto Cardoso, não se conhecerem muito bem, porque também se casou sem ter tido muito tempo de contato. "Quando me casei conheci meu esposo apenas 15 dias antes, não namoramos, só casamos. E a Stefhany também falava isso, que só queria casar e não namorar. O tempo de namoro não faz a pessoa conhecer o outro. Às vezes você namora dez anos e quando casa logo separa. Ninguém conhece ninguém. Só as pessoas que servem o mesmo Deus. Então não tem porque temer. Tem que confiar na escolha Dele", comentou.

Nety França, mãe de Stefhany Absoluta
(Foto: Reprodução/Facebook)

A mãe da cantora falou ainda que não se incomoda com a diferença de idade entre Roberto e Stefhany. "Na nossa família ensinei minhas filhas a não terem preconceito com raça, cor ou posição social, então não temos nenhum tipo de preconceito. Por isso eu já sabia que ela não teria. Ela não se importa com isso. Muito menos eu", afirmou.

"Ela achou a metade dela"
Nety disse que após o casamento Stefhany está se sentindo realizada. "Stefhany está muito feliz, totalmente mudada. O rosto dela é um brilho contagiante assim como o dele. Acho que ela achou a metade dela, o que faltava. Porque Jesus ela já tinha na vida. Agora só faltam os meus netinhos", disse a mãe da cantora. E completou: "Ela vai deixar nas mãos de Deus".
Segundo ela, Roberto e Stefhany não pegavam nem mesmo na mão um do outro antes do casamento. "No dia do noivado pegaram na mão só para tirar a foto. Agora só andam de mãos dadas e não soltam para nada", falou.

Roberto Cardoso e Stefhany Absoluta deixam casamento em um carro de luxo, presente do noivo para a cantora
(Foto: Divulgação/Sergio Alves Portal V1)

Cuidadosa, Nety disse que conversou com a filha sobre a primeira noite do casal após o casamento. "Conversei com ela sobre isso porque eu casei assim. Expliquei que tudo tem que acontecer naturalmente, não tem que fazer nada, isso vem com o tempo, não é de uma vez. Agora é um namoro. Não tem que partir para cima. Vai acontecer naturalmente. Eu dormi uma semana com meu esposo sem ter nada até tudo acontecer conforme Deus quer. Agora eles podem deixar as coisas acontecerem dentro da bênção de Deus", revelou.

"Não sei dizer", diz mãe sobre virgindade
Nety esclareceu que apesar de muitas pessoas criticarem a decisão de Stefhany, ela a fez por fé. "Quando o ser humano tem que ser fiel a Deus ele tem que ser fiel a Deus em tudo: no trabalho, nas finanças, no amor, na família. Ela confia no Deus que ela serve e, por isso, ela aceitou e age dessa maneira. As pessoas acham difícil, estranho e diferente, mas nós não somos pessoas que fazem as coisas por causa do que os outros querem", pontuou.

Roberto Cardoso e Stefhany Absoluta cortam o bolo
(Foto: Divulgação/Sergio Alves Portal V1)

Ela disse não saber se a filha se casou virgem ou mesmo se já consumou o casamento porque Stefhany e Roberto estão viajando a trabalho, mas falou que a cantora nunca fez o tipo namoradeira. "Não sei te dizer se ela casou virgem. Ela teve um namorado aos 13 anos, mas nos mudamos e aí acabou. Depois disso não teve mais nada. Mesmo antes de se converter e virar evangélica, Stefhany nunca se interessou por namoro. Ela fazia os shows dela, entrava no carro e ia embora. Não dava espaço para ninguém se aproximar", contou.

Apesar de toda atenção da imprensa sobre o casório, Nety disse que Roberto não parece incomodado. "Ele é um homem de bastante posses então as pessoas já andam atrás dele o tempo inteiro há muito tempo. Já estava acostumado com isso", comentou.

E, pelo menos por enquanto, o casal não tem planos de lua de mel. "Ela me falou que a lua de mel dela é todo dia. Mas deixamos duas semanas de janeiro sem nada para ela na agenda. Não acho que ela vá viajar. Porque de tanto viajar o lazer dela é ficar um pouco em casa", entregou.

Fonte: EGO

Joelma soube que filha teria sido abusada após fim do casamento

Joelma tem crise de choro durante show em Goiânia (Foto: Murillo Velasco/G1)

A assessoria de Joelma, da banda Calypso, informou nesta quarta-feira (28) que a cantora só soube que sua filha, a também cantora Natália Sarraff, teria sido abusada pelo seu ex-marido após a separação do casal. Em nota, a assessoria de Chimbinha disse que ele nega as informações divulgadas por Natália, e quie irá tomar medidas judiciais cabíveis para preservar sua imagem.
O caso teria ocorrido quando Natália tinha 12 anos, e foi revelado por ela para uma amiga durante um bate-papo através de um aplicativo de troca de mensagens por celular, que acabou caindo na internet. "Eu o tinha como um pai, desde que certa noite acordei com ele me apalpando, isso eu tinha mais ou menos 12 anos ou menos, não lembro, só lembro que foi em uma das minhas férias que passei com eles" (sic), diz a mensagem.
A assessoria de Joelma confirma que a mensagem é autêntica, e que a revelação foi um momento doloroso para a família. A advogada de Joelma está estudando se irá tomar medidas legais sobre o caso.
Natália Sarraff, que é filha biológica apenas da cantora, foi procurada pelo G1 para comentar o caso, mas não atendeu as ligações. Segundo a assesoria de Joelma, as duas tinham uma relação distante, e estão retomando o contato após o fim do casamento da cantora.

Veja, na íntegra, a nota divulgada pela assessoria de Chimbinha:
O guitarrista Chimbinha vem a público lamentar mais vez informações deturpadas e inverídicas que visam unicamente prejudicar sua imagem num momento de renovação profissional.
Ele nega a informação e diz que medidas judiciais cabíveis serão tomadas para preservar sua imagem neste momento de sua vida.
Chimbinha, que deve anunciar a sua nova vocalista no meio da próxima semana, é taxativo ao afirmar que apesar de todas inverdades levantadas até agora, continuará focado única e exclusivamente no trabalho que vem desenvolvendo no repertório e na estruturação da sua nova banda.
Chimbinha ressalta por fim que mantém seu posicionamento de cordialidade e respeito com todos os envolvidos e que não será mais uma inverdade plantada nas mídias sociais que diminuirá seu modo digno de ver a vida, como ficou claro em posicionamentos anteriores. E finaliza: "Transformei uma banda do Norte num dos maiores fenômenos musicais do Brasll. E não fiz isso com fofoquinhas. Fiz isso com música é muito trabalho!"

Fonte: G1

No Rio, aluno de 7 anos tem ‘dia de fúria’ e destrói sala de professores; veja o vídeo




O Buteco da Net - Uma cena assustadora foi gravada por uma funcionária de uma escola não identificada no Rio de Janeiro. Um aluno, de aproximadamente 7 anos, promove uma verdadeira confusão na sala de professores do estabelecimento. A pessoa que filma orienta os demais funcionários da escola a não o segurarem para manter sua integridade física. O vídeo termina com alguém pedindo ajuda à polícia e aos bombeiros.