segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Claudia Abreu e Isabelle Drumond: 'A sensibilidade nos liga'


A partir desta segunda-feira (3), o telespectador poderá entender na prática um pouco mais do significado da palavra sintonia. De acordo com a revista Canal Extra, do jornal Extra, essa é a palavra que define a relação de Cláudia Abreu e Isabelle Drummond. E é essa conexão que vem ajudando as duas a dar uniformidade a Helô, protagonista de A Lei do Amor, nova trama a ocupar a faixa das 21h, na Globo. 
"Tenho uma afinidade pessoal com Belle, o que é fundamental para dar uma cara só a Helô. Seria difícil dividir um papel com uma pessoa com quem não existe uma conexão. Sinto que ela poderia ser da minha família e, aliás, é de alguma forma", diz a carioca Cláudia, de 45 anos, à Canal Extra.
Carinhosa, Isabelle, de 22, retribui.
"Ela é também (da minha família). Vivo falando da Cacau para minha mãe. Não poderia haver outra atriz para compartilhar esse trabalho comigo! Desde a outra novela que a gente conversa muito".
A jovem niteroiense se refere a Geração Brasil (2014), em que as duas interpretavam Pâmela e Megan, mãe e filha, respectivamente.
Mas elas já haviam contracenado em Cheias de Charme (2012), sucesso que está sendo reprisado, mas estreitaram os laços quando tiveram o mesmo sangue em cena.
"Foi uma sorte a gente ter feito mãe e filha. Tivemos uma descoberta maravilhosa, de amizade mesmo. Agora, estávamos com meio caminho andado", destaca Claudia à publicação.
As atrizes ficaram ainda mais próximas com a preparação para a novela das 21h. Durante duas semanas, a convivência foi intensa. Depois, ainda viajaram para gravar em Paraty. Juntas, descobriram a essência de Helô.
"A força da personagem vem da cumplicidade entre nós. Emprestamos também a ela a nossa fé na vida. Sem contar que temos uma sensibilidade que nos liga uma à outra. A gente começou a trabalhar bem nova, então, temos uma força de quem se virou muito cedo", analisa Cláudia.
Uma grande curiosidade: para a novela, Claudia Abreu "cedeu" à amiga sua marca registrada, a pintinha abaixo da boca. O sinal de nascença migrou para o rosto da amiga, através da equipe de caracterização.
"Fiquei superapegada, quase criei uma em mim", brinca Isabelle.
A parceira, 'gaiata', entrega.
"Ela nem tirava a pinta depois da gravação, acredita?".
"Fiquei contemplando no espelho, desejando... É um charme, né?", confessou Isabelle, num clima de total descontração.

Fonte: O Fuxico

Nenhum comentário: