quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Todos acharam um absurdo: "Sou uma ex-freira e me casei com um ex-padre"


É isso que Deus deseja para mim!” Eu tinha 21 anos quando entrei para o convento. Até então, levava uma vida absolutamente normal. Gostava de dançar, fazer teatro, andar de bicicleta, nadar, ir ao cinema e até de namorar. Mas desde os 18 já avaliava a possibilidade de seguir a vida religiosa, pois a vontade de ajudar os outros sempre falou alto em mim. Sonhava em ser enfermeira e ir para a África cuidar de leprosos. Movida por essa vocação, fui freira durante 13 anos e meio. Um dia, porém, comecei a questionar a vida religiosa. Para completar, conheci o Luís – que era padre! Rompemos os votos, casamos e há 36 anos vivemos uma linda história de amor. 


Meus amigos acharam um absurdo 
Sou de uma família humilde do interior da Alemanha. Papai era operário de fábrica, mamãe cuidava da casa e das três filhas. Aos 18 anos, fui trabalhar na área comercial de um escritório. Aproveitava a vida como qualquer jovem. Tinha meus namoradinhos, mas nos moldes daquele tempo: passeava de mãos dadas no domingo à tarde, sem maiores intimidades. 
Porém, minha vocação era auxiliar as pessoas. Tanto que procurei um padre amigo – era católica praticante – e comentei meus planos de ir à África. Ele me desaconselhou a fazer isso sozinha e me sugeriu entrar para o convento. Assim, cursaria enfermagem e ainda teria o apoio de uma comunidade. Depois de pensar nisso por três anos, entrei para as Beneditinas Missionárias de Tutzing. 
Meus amigos acharam um absurdo uma menina alegre como eu entrar para o convento. Mamãe aceitou bem. Papai, não. Por eu não levar um “dote” para a igreja, ele pensou que eu seria maltratada. O que não aconteceu, claro! 
Nunca trabalhei tanto e tão duramente como no convento. Levantávamos às 4h20 e só deitávamos às 21h30. Primeiro, trabalhei na lavanderia, cuidando de toda a roupa do hospital do convento. Também atuei na cozinha, preparando refeições para 450 pessoas, e na horta. Só parávamos de trabalhar para comer, orar e fazer um curto recreio, à tarde. Descanso? No domingo à tarde... por duas horas! Era puxado, mas eu estava feliz, aprendendo. Nem me sentia enclausurada! 
Dois anos após entrar no convento, fiz meus primeiros votos. Logo em seguida, me mandaram fazer um curso para obter o 2º grau e a licença para entrar na universidade. Estava ansiosa por enfermagem, mas decidiram que eu deveria cursar teologia, em Roma. Eu não podia contestar: tudo que as superioras decidiam era “a vontade de Deus”. Comecei a ter dúvidas... 


Passei a questionar minha escolha 
Começaram as incertezas. Aos 27 anos, eu já tinha feito os votos perpétuos. Não podia simplesmente sair do convento. Na verdade, esperava que a incerteza passasse, pois me preparava para trabalhar numa missão em Angola, na África. Mal sabia que lá minha história se cruzaria com a do Luís. 

Me apaixonei pelo padre Luís
Fiquei em Angola por um ano e meio, ensinando catequese e cuidando de doentes – mesmo sem ser enfermeira! Na época, padre Luís era o diretor da escola. Tinha 42 anos e seguia a vida religiosa havia 18. Quando o conheci, sabia que estava apaixonada. Mas lutei contra isso! E ele também, pois levávamos a sério os nossos votos. Apesar de nos gostarmos muito, não havia namoro. Apenas conversávamos sobre nossos questionamentos, sobre a vida religiosa fazer ou não sentido. 
Após uma intensa luta interior, percebi que aquele não era o meu caminho. Sofri demais! É muito mais fácil entrar num convento com o entusiasmo dos 21 anos do que deixá-lo aos 34. Ainda assim, voltei para a Alemanha, onde morei com minha irmã e trabalhei por um ano como professora de religião. Luís, então com 46, também desistiu da batina, virou gerente de construções e foi viver em Brasília com um irmão. 
Durante o ano em que ficamos separados, combinamos que cada um seria livre para voltar para o convento, achar outro parceiro ou ficar solteiro. Preferimos decidir nosso caminho individualmente. Mas trocávamos cartas toda semana. Até que decidimos tentar a vida juntos. Nossa licença de Roma já tinha nos liberado do celibato. 

Vim para Brasília rever meu amor 
Veio, então, a não aceitação dos familiares e amigos. Eles achavam loucura eu sair do convento e ainda ir para o Brasil, para casar com um ex-padre português com quem nunca tinha namorado. Mamãe fez drama. Uma tia disse que preferia ir ao meu enterro do que ouvir aquela notícia. Já papai e minhas irmãs me apoiaram. Mais tarde, o Luís virou o genro preferido, até para mamãe! 
Cheguei em Brasília em julho de 1975. Fui para a casa da família do irmão do Luís. Por segurança, havia comprado bilhete de volta. Bobagem: em outubro do mesmo ano, nos casamos na igreja. Usamos o dinheiro da passagem de volta para comprar nossa primeira geladeira. 
Foram tempos bem difíceis. Nos primeiros nove meses, fiquei desempregada. Ao saberem que era ex-freira, as pessoas me recusavam, pois achavam que eu não iria transmitir a fé verdadeira nas aulas de religião. Após uma fase financeiramente dura, virei secretária na Embaixada da Alemanha, em Brasília. Trabalhei lá durante 29 anos. Agora estou aposentada. Sou dona de casa e faço trabalhos voluntários no hospital, na paróquia e numa instituição infantil.Hoje já estou mais da metade da minha vida casada com o Luís. Não consigo me imaginar sem ele. Em 1978, nasceu nosso filho, o André. Batizado e frequentador da igreja, ele sempre soube que seu pai foi padre e sua mãe, freira. Ele lida bem com isso, na verdade, acha o máximo! 
Não me arrependo de modo algum de ter passado 13 anos e meio no convento. Foi um tempo em que amadureci e aprendi muito. Esse período faz parte da minha vida e não o negarei nunca. Além disso, nossa decisão de abandonar o hábito e a batina não significa que abandonamos nossa fé ou a igreja. - IRENE MARIA ORTLIEB GUERREIRO CACAIS, 72 anos, aposentada, Brasília, DF



“O casamento me fez mais humano e mais apto a ser o padre que eu sempre quis ser” 
“Abandonar o sacerdócio foi um momento de muito sofrimento. Eu tinha vocação e o entendia como serviço. Vivi isso com total dedicação durante 18 anos. E, ainda hoje, ele constitui uma das minhas maiores alegrias. Posso até afi rmar que valorizava a minha condição de celibatário, principalmente trabalhando numa zona de guerrilha. Assim, se eu morresse, não deixaria esposa ou fi lhos que chorassem e precisassem de mim. O celibato é um acréscimo de liberdade. E a liberdade nos deixa mais prontos para servir. Eu pensava assim nos primeiros anos do sacerdócio. Depois, vi como a solidão devastava a liberdade do padre. Aí, foi fácil pensar que o padre católico é escravo de uma ideologia que o desumaniza a serviço de um poder que de modo algum quer deixar que ele sirva aos seus irmãos como um humano entre os humanos. Essa é a razão do meu abandono. O casamento me tornou mais humano e mais apto a ser o padre que sempre quis ser.” - LUÍS GUERREIRO PINTO, 82 anos, aposentado, Brasília, DF

Fonte: Sou Mais Eu

Alegre com gorjeta, garçom se decepciona ao descobrir que era panfleto religioso

(Foto: Reprodução/Twitter)

O garçom Garret Wayman, de 17 anos, ficou animado quando viu algo parecido com uma nota de US$ 20 (cerca de R$ 80) em cima da mesa onde trabalha. Contudo, ao pegar a "gorjeta", o rapaz percebeu que, na verdade, tratava-se de um panfleto religioso. O caso aconteceu na última terça-feira (29).

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De acordo com o site Tech Insider, Garret, de Kansas (EUA), sentiu-se muito decepcionado quando viu que não se tratava de dinheiro, pois alegou ter problemas financeiros.
"Tenho 17 anos, tenho uma dívida de US$7 mil (aproximadamente R$ 28 mil) porque tive que comprar meu próprio carro, estudo em tempo-integral e trabalho 7 dias por semana", informou o jovem.
O panfleto iniciava com o título "não deixe se enganar. Existe algo mais valioso do que dinheiro". Em seguida, o recado pedia para Garret comprar uma bíblia.
"Ele [dono da 'gorjeta'] apenas deixou lá. Eu queria dizer para ele que eu faço apenas US$3 (R$ 12) por hora e que dou tudo de mim no trabalho para ganhar menos do que eu mereço, mas ele foi embora quando eu tive a oportunidade para lhe dizer isso", desabafou o adolescente.
Irritado, Garret publicou a imagem da "cédula" em sua conta no Twitter e já recebeu mais de 4,6 mil retuítes.


(Foto: Reprodução/Twitter)

Corpo de Antônio Pompêo será sepultado em cidade natal, diz irmão


O corpo do ator Antônio Pompêo será sepultado na cidade de São José do Rio Preto, em São Paulo. A informação foi confirmada por Oscar Pompêo, irmão do ator nesta quarta-feira, 6.
No facebook, o irmão do ator contou que o corpo vai deixar o Rio e seguir para São Paulo. "Amigos, o corpo de meu irmão Antonio Pompêo, será transladado e sepultado em Sao José do Rio Preto, em São Paulo. Agradeço ao Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro e São Paulo pela ajuda pois sem eles não seria possível . Agradeço os amigos que nesse momento de dor estão juntos. Me perdoem, mas estou sem palavras", escreveu.
Segundo o ator Hugo Gross, um dos dirigentes do sindicato dos artistas, contou ao EGO que o corpo deve deixar o Rio de Janeiro por volta das 17h desta quarta-feira, 6. "Era um desejo do próprio Pompêo ser enterrado em sua cidade natal", disse.

EGO NAS REDES SOCIAIS

O ator de 62 anos, foi encontrado morto em sua casa, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 5. Segundo o Corpo de Bombeiros, o rabecão da corporação foi acionado por volta das 16h45 pela Polícia Militar. A princípio, o ator estaria morto há mais de dois dias, mas essa informação será confirmada após perícia no Instituto Médico Legal, para onde o corpo foi encaminhado.

Carreira
Antônio Pômpeo nasceu em São Paulo, na cidade de São José do Rio Preto. Seu início na TV foi em 1975, na novela "A Moreninha". Na Globo, ele trabalhou em produções como "O Rei do Gado", "A Viagem", "Pecado Capital", "Mulheres de Areia", "A Casa das Sete Mulheres", "Pedra sobre Pedra" e "Fera Ferida". Pompêo também participou de filmes lendários, como "O Cortiço" e "Xica da Silva".
Oscar Pompeu (Foto: Reprodução/ Facebook)

Antonio Pompêo (Foto: Facebook / Reprodução)

Fim de 'Além do Tempo': Melissa mata Pedro para salvar Felipe

Imagem do Blog da Lele Navarro

Na segunda-feira, dia 11, após sofrer um grave acidente, Emília (Ana Beatriz Nogueira) é operada. Apreensivos, Vitória (Irene Ravache), Lívia (Alinne Moraes) e Bernardo (Felipe Camargo) ouvem da médica que a empresária vai se recuperar.


Ao recobrar a consciência, no penúltimo capítulo, Emília faz as pazes com a mãe. “Deus teve misericórdia de nós, mãe. Apesar de tantos anos perdidos em ódio, estamos juntas ”, diz Emília, que ainda é pedida em casamento por Bernardo. Já Alberto (Juca de Oliveira) cai da escada e, antes de morrer, consegue o perdão de Vitória.

Melissa mata Pedro
Melissa (Paolla Oliveira) vai atrás de Pedro (Emilio Dantas) para evitar que o vilão mate Lívia e Felipe. Na mesma cachoeira em que tiveram o final trágico de antes, eles se reencontram. Melissa luta com Pedro, que está armado. Na briga, o vilão é baleado e morre. Antes disso, porém, Pedro atira em Felipe, que cai do penhasco com Lívia. Diferentemente do passado, desta vez, Ariel (Michel Melamed) utiliza os seus poderes e resgata o casal. O anjo atende aos pedidos de Alex (Kadu Schons), que reza pelo pai.

Anita e Afonso se casam
Anita (Letícia Persiles) diz para Afonso (Caio Paduan) que o ama. Os dois se casam. Enquanto isso, Roberto (Rômulo Estrela) passa para trabalhar no Médicos sem Fronteiras. Salomé (Inês Peixoto) fisga Massimo (Luis Melo) e os dois também sobem ao altar. Final feliz também para Rosa (Carolina kasting) e Bento (Luiz Carlos Vasconcellos), que esperam mais um filho.

Todos de volta ao passado
Em uma das cenas finais, os personagens participam de uma festa à fantasia. Todos com roupas de época. Por um instante, eles lembram suas vidas passadas. Em seguida, todos estão de branco, numa confraternização. Mestre (Othon Bastos) e Ariel veem de perto a alegria de Felipe, Lívia e seus familiares. O anjo se despede: “Sempre que precisarem, chamem por nós”.

Dorotéia fisga ricaço e viaja
Dorotéia (Julia Lemmertz) encontra um homem rico e garante o seu “feliz para sempre”. A mãe de Melissa aceita o convite de seu novo amor para viajar para a Itália, onde ele mora. A madame tem a companhia da filha. De última hora, Melissa aceita a oferta da mãe e viaja com o casal para o exterior. Antes, ela se despede de Alex, Felipe e Lívia.

Amizade fala mais alto
Zilda (Nívea Maria) e Vitória também superam as diferenças que as acompanhavam desde suas vidas passadas. Vitória reconhece o valor da cunhada. Elas conversam e a mãe de Emília pede para Zilda ir morar na casa dela. “Se eu imaginasse a pessoa maravilhosa que você é, não teria perdido tanto tempo, já seria sua amiga há anos”, diz Vitória.

Antônio Pompêo morre em sua casa no Rio de Janeiro

Antônio Pompeo e Solange Couto em cena de 'Tenda dos Milagres' (1985)

O ator Antônio Pompêo (62) foi encontrado morto na casa em que morava no bairro Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (05). A notícia da morte foi dada pela Polícia Militar que estava no local às 17hrs para a ocorrência.
A causa da morte do ator ainda não foi divulgada e a informação é do site G1.

Cena de 'Mulheres de Areia' (1993)

Sobre Antônio
Antônio Pompêo nasceu em 23 de fevereiro de 1953 na cidade paulista de São José do Rio Preto. Além de ator, era também artista plástico e diretor da Fundação Palmares.
Na TV, seu primeiro papel foi na novela das seis exibida pela Rede Globo A Moreninha, uma adaptação do livro homônimo lançado em 1844 escrito pelo romancista Joaquim Manuel de Macedo. É muito lembrado pelos telespectadores por atuar em 'Mulheres de Areia' (1993), novela na qual interpretava o pescador Servílio.

Cena de 'O Rei do Gado' (1996)
O último trabalho de Antônio na Globo foi na minissérie 'A Casa das Sete Mulheres' em 2003, seguindo em 2005 para a Rede Record, na qual viria a atuar na novela Prova de Amor. Ficou na emissora até 2012, quando fez seu último trabalho, Balacobaco, ficando afastando até este ano.

Ludmilla compra lancha: 'me dei de presente'

"Olha a minha lancha, que eu me dei de presente", disse a funkeira / Reprodução/Snacpchat

Ludmilla está realizando todos os seus antigos sonhos. Desta vez, a gata de 20 anos comprou uma lancha e mostrou para os seus seguidores nas redes sociais, na última segunda-feira (4).

“Olha a minha lancha, que eu me dei de presente. Linda e maravilhosa. Aqueles são os meus marinheiros. E olha o meu jet de três lugares. Eu sempre quis um jet”, disse a funkeira em vídeo na rede social.


No Instagram, Ludmilla postou outras imagens do interior da lancha. “Valeu a pena todas as minhas correrias, Deus abençoa quem trabalha, obrigado Deus (SIC)”, comentou a gata na rede social.

Ludmilla estourou nas rádios de todo o país com a música “Hoje”, lançada em agosto de 2014. Antes disso ela já fazia sucesso como MC Beyoncé.

Fotos: Reprodução/Snapchat

Fonte: Diário de São Paulo

Carolina Kasting anuncia gravidez do segundo filho


A atriz catarinense Carolina Kasting (40) contou essa notícia no blog 'Cheguei Ao Mundo', da também atriz Fernanda Rodrigues, que está no oitavo mês de gestação.
Carolina é mãe de Cora, de 10 anos, e casada com o designer 'Maurício Grecco', com quem teve a Cora. Ela escreveu um texto para o blog de Fernanda sobre a descoberta da gestação:


"Como pode a vida ser tão perfeita?'. Pensei eu. Presente. Quando ainda não tinha feito o teste de gravidez, disse à mim mesma: 'Serei a mulher mais feliz do mundo, serei a mulher duas vezes mais feliz do mundo'. Da primeira vez que engravidei, sabia que me tornaria uma pessoa completa quando fosse mãe pela primeira vez e foi o que aconteceu. Foi um processo lindo de descoberta, doloroso, mas divino."