segunda-feira, 25 de abril de 2016

Geraldo Luís é demitido da Rede Record e Luiz Bacci fica em seu lugar!


As coisas não estão indo muito bem para o apresentador. Na semana retrasada, Geraldo fez uma reclamação em seu programa sobre os cortes que fizeram de uma de suas matérias.
“O Domingo Show tem todo esse sucesso porque, graças a Deus, a Record me permite ser quem eu sou. Eu sou muito feliz nesta casa, mas eu quero dizer que eu fiquei muito triste hoje. Como um contador de histórias, é muito difícil eu ver uma matéria, como eu vi a minha agora, não pelos editores, que eu tenho uma equipe maravilhosa. Mas não façam mais isso, porque eu faço com tanto amor, eu brigo pela Record” - afirmou.

Antes, a emissora tinha optado por afastar Geraldo Luís temporariamente, mas agora, segundo o jornalista Daniel Castro, Edir Macedo e companhia resolveram demitir o apresentador. A decisão só foi tomada no início da noite de hoje, 25, e por isso, em seu lugar ficará o seu colega Luiz Bacci.
Mas antes disso, na terça-feira, 19, Geraldo tentou se aproximar do SBT, mas Sílvio Santos preferiu não integrá-lo à emissora por ser muito polêmico, e na sexta-feira, 22, passou a tarde na RedeTv! com um dos sócios e um diretor da emissora.

SOPHIE CHARLOTTE APARECE PELA PRIMEIRA VEZ APÓS DAR À LUZ


Extra - Quase dois meses após dar à luz Otto, Sophie Charlotte finalmente resolveu dar o ar da graça. A atriz esteve neste domingo acompanhada do marido, o ator Daniel de Oliveira, na festa de aniversário de 8 anos de Inácio, filho da também atriz Dira Paes. A comemoração aconteceu num bar na Ilha dos Pescadores, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Essa é a primeira vez que Sophie aparece em público após o nascimento do filho, no dia 14 de março. Ela estava dedicada exclusivamente ao bebê e não havia sido vista saindo de casa, na Barra, desde então.
Na foto acima, ela aparece com a organizadora da festa de aniversário do primogênito de Dira.


Aos 87 anos, Lolita Rodrigues fratura fêmur e revela: 'Não quero mais trabalhar'


Aos 87 anos, a atriz Lolita Rodrigues fraturou o fêmur em um acidente doméstico na última terça-feira (19) e está afastada dos palcos. Segundo a família, Lolita estava andando pelo apartamento dela, em João Pessoa, na Paraíba, quando escorregou em um tapete e caiu.
Ela precisou passar por uma cirurgia e agora está em casa se recuperando. "Foi um acidente doméstico que toda pessoa que passa dos 80 anos está sujeita a sofrer, pela fragilidade do corpo. Ela gosta muito de tapetes e tinha vários pela casa. Porém, depois disso já recolhemos todos os tapetes para a segurança dela. Ela está bem e não reclama de dores", disse a filha, Sylvia Rodrigues.
Ícone da televisão brasileira, a atriz revelou que pretende se aposentar em breve. "Não quero mais trabalhar... Daqui a três anos, vou completar 90! Quando trabalhava na Globo, eu morava em São Paulo. Agora, morando em João Pessoa, nem pensar! Não posso alçar grandes voos", disse.
Lolita fez questão de diminuir a preocupação dos fãs. "Agora estou naquela fase chata de puxar perna (risos). Puxa a esquerda, depois puxa a direita... É uma mão de obra! Quando chego onde quero, respiro aliviada", explicou ela ao 'Ego'.

Fonte: Correio da Bahia

Racismo da direita não é diferente do racismo da esquerda


Dia 17 de abril de 2016 não só foi o dia de uma das decisões mais importantes para o cenário político brasileiro, desde a redemocratização, como foi um dia de decepções para determinados grupos sociais. O deputado Tiririca (PR-SP) decepcionou os profissionais do circo, Sérgio Reis (PRB-SP) foi descoberto como deputado (ironia), Wlad Costa (Solidariedade-PA) foi indicado como o deputado mais faltoso do Congresso Nacional, Jean Willys (PSOL-RJ) provocou a ira da direita e o frisson nos aliados após direcionar (e errar!) um cuspe a Jair Bolsonaro (PSC-RJ) que o vinha provocando há algum tempo, entre outras cenas.
De acordo com a jornalista Flávia Oliveira, no último pleito nacional foram eleitas apenas 10 mulheres negras entre os 513 parlamentares. Ou seja, a nós, mulheres negras, cabe pouquíssima representatividade no cenário político nacional. Temos menos de 1% de representatividade entre deputadas e deputados federais eleitos, ainda que a população negra seja mais de 50% dos 190 milhões de brasileiros. Ainda assim, mesmo sendo apenas 10 mulheres negras, são todas diferentes umas das outras, inclusive as que são de mesmo partido. Logo, os votos pelo impeachment de Dilma também tiveram motivações diferentes.
De 513 deputados federais, foram 367 votos a favor do impeachment. A suprema maioria desses votos é de homens brancos, de classe média/ricos e muitos estão no 3º, 4º, 5º mandato, isto é, estão deputados há pelo menos 12 anos. De acordo com o site nexojornal, o centro-oeste, o sul e o sudeste, respectivamente, foram as regiões cujos deputados votaram majoritariamente pelo impeachment. Entre as bancadas temáticas, todas votaram majoritariamente pela saída de Dilma, incluindo a bancada de Direitos Humanos e das Mulheres. Mais de 50%, das 51 deputadas, votou a favor do impeachment, inclusive duas das 10 deputadas negras, ambas do Partido Republicano Brasileiro (PRB), que votou 100% a favor da cassação do mandato da presidenta. A deputada Eronildes Vasconcelos Carvalho, Tia Eron (PRB-BA), foi uma dessas pessoas.
Em seu discurso Eron declarou: “Eu sou a voz da mulher negra e da mulher nordestina, que não quer mais a migalha do Governo Federal porque tem dignidade para trabalhar e para vencer, (…) eu sou a voz dos jovens, das crianças da minha Salvador (…)”. Imediatamente no meu feed do Facebook surgiram várias manifestações de mulheres negras declarando que não são representadas pela deputada Eron. Professoras, estudantes, donas de casa, artistas, ativistas ou não, do Brasil inteiro, dizendo que Eron falasse por si, não generalizasse a voz da mulher negra ou nos reduzisse à sua pessoa. Mas muito provavelmente ela represente sim uma parcela de mulheres negras e de mulheres nordestinas, gostemos ou não. A grave falácia no discurso de Eron é falar em nome das mulheres negras, especialmente das mulheres negras nordestinas. Afinal, somos mais de 48 milhões de mulheres negras no Brasil, de acordo com o censo de 2010. Não somos todas iguais apenas por sermos mulheres negras. A própria Eron ocupa um espaço político predominantemente masculino e branco e, mesmo que ela não tenha a oportunidade de disputar poder nesse espaço, ocupá-lo já nos diferencia. Discursos generalistas como o de Eron desconsidera algo de supra importância para nós: as intersecções de nossas subjetividades enquanto mulheres negras. É preciso cautela, ciência, compreensão de que não somos todas iguais e que colocar nossas identidades e nossas culturas sob o mesmo rótulo é reproduzir o mesmo discurso racista dos traficantes que sequestraram povos africanos para as Américas e que nos reduziram ao biológico.
O voto de Eron agradou uns, desagradou outros. Quando resolvi escrever sobre ela, foi em função de um print feito de um comentário na página de Eron e que tem circulado no Facebook e no Twitter. O texto do print diz: "Tia Eron, você é negra, porém, bonita e inteligente. Votou como uma verdadeira patriota pelo impeachment da Dilma".
O comentário é de um homem branco que aparenta entre 50 e 60 anos, advogado, de Mato Grosso do Sul e pelo seu perfil no Facebook é possível perceber que ele é declaradamente a favor do novo golpe. Resolvi escrever sobre a dimensão do discurso racista que está embutido no comentário desse “senhor de bem”, sobre os conceitos de beleza e inteligência e o lugar da mulher negra nessas categorias, mas antes fui analisar outros comentários na página de Eron. Minha hipótese era de que havia outros comentários “elogiosos” como esse vindo de outras pessoas brancas. Mas ao me deparar com os demais comentários, fiquei espantada com as altas doses de machismo e racismo despejados em Eron. Algumas vezes em forma de falsos elogios, mas outras tantas, de forma explícita, proposital e inconsequente, com o único objetivo de desqualificá-la enquanto mulher negra.
A direita racista agradece e elogia esta mulher “negra, porém, bonita e inteligente” (sic), uma espécie de racismo cordial dentro da hierarquia racial no Brasil. Como afirma o sociólogo Ronaldo Sales Jr (2006, p.230), essa cordialidade é algo como uma “tolerância com reservas”, que diminui a tensão racial. Mas essa mesma cordialidade não se aplica a “negros impertinentes”. Ou seja, Eron é “digna” de um elogio, apesar de ser negra, pois ser bonita e ser inteligente não são atributos pertencentes às mulheres negras. A beleza das mulheres negras, quando destacada, é quase sempre de cunho sexual, o corpo da mulher negra tem sido socializado para servir basicamente de duas formas: ao trabalho braçal e ao sexo farto. É a dupla imagem da mulher negra: mulata e doméstica, afirma Lélia Gonzalez (1984, p. 224). São as eternas violências à autoestima de mulheres negras.
Mas engana-se quem pensa que foram apenas os comentários da direita racista que lotaram a página da deputada Eron. A quantidade de comentários de pessoas de esquerda criticando o voto de Eron com o uso de xingamentos, é enorme. A esquerda branca* racista não contemplada por Eron abandona a cordialidade racista e parte para agressões, mas a cordialidade é mantida com Benedita da Silva por ter votado a favor do governo de Dilma. E se Benedita tivesse rompido com o PT e votado pelo impeachment? Haveria cordialidade? As duplas violências destinadas a mulheres negras só reforçam a inescrupulosa hierarquia racial existente no Brasil, na qual a gente preta ainda é vista pela branquidade com subalternidade e, que, desprovida de identidades e subjetividades próprias, acata a ordem do senhor escravocrata.

Recentemente Djamila Ribeiro publicou um texto no qual compara o “outro absoluto” sobre ser mulher nas obras de Grada Kilomba e Simone de Beauvoir. No texto, Djamila afirma que para Grada Kilomba “o olhar tanto de homens brancos e negros e mulheres brancas confinaria a mulher negra num local de subalternidade muito mais difícil de ser ultrapassado”. Dessa forma, referir-se a Eron com expressões como: “neguinha vendida”, “negra horrorosa”, “louca”, “maluca”, “preta colonizada q lambe cu de branco”, são violências e agressões tão racistas e sexistas que reforçam cada vez mais que a condição das mulheres negras é de um outro absoluto, solidificado na subalternidade, que não pode ser sujeito de sua própria fala, muito menos a mulher negra que causa desconforto, seja à direita ou à esquerda. Foram 367 votos a favor do impeachment, por que não fazer a mesma cobrança feroz à branquidade racista, que quer a redução da maioridade penal e permanente criminalização da mulher? Por que não se cobra que os herdeiros da casa grande superem sua tradição escravocrata? A branquidade racista, seja de direita ou de esquerda, mantém seu predomínio e seus privilégios em relação aos demais povos no Brasil.
A maioria das mulheres negras que eu conheço não está contemplada na fala de Eron, mas eu nem conheço 20% das mulheres negras no Brasil. Eu concordo com o posicionamento político de Eron? Nenhum pouco. Não vejo como suas alianças podem nos favorecer. Minha compreensão de luta antirracista inclui lutar para que o povo negro não sofra mais um golpe. E isso inclui pensar na vida da juventude negra e pobre e não apoiar a redução da maioridade penal, pensar na vida de mulheres negras e pobres e apoiar a legalização do aborto, não permitir que mulheres estupradas sejam duplamente violentadas. E isso exige um trabalho árduo de denúncias, busca pelo empoderamento, cruzar estatísticas, projetos, planos e lutas por políticas públicas que diminuam as sequelas de quase 400 anos de escravidão nesse país. Mas mesmo com todas as nossas divergências políticas, jamais estarei conivente com as abordagens racistas e sexistas em relação a Eron ou a qualquer mulher negra.

Soltinha no Rio, Grazi Massafera flerta com português amigo de Ricardo Pereira…

Enquanto Cauã Reymond e Mariana Goldfarb parecem mesmo emplacar seurelacionamento (o duo até postou a mesma foto, dia desses, em seus perfis no Instagram), Grazi Massafera anda curtindo sua solteirice ao máximo.
Recentemente, a loura havia sido apontada como a nova namorada do empresário cariocaTuta Marcondes Ferraz. No entanto, o romance parece não ter vingado, pelo menos a julgar pelos últimos passos da estrela no Rio de Janeiro.


Neste feriado, Grazi foi vista com amigos curtindo o Baixo Gávea, na Zona Sul da cidade, chamando a atenção dos frequentadores de um dos mais tradicionais bares da famosa região. Por lá, a atriz curtiu a noite na companhia do ator Ricardo Pereira e de sua mulher,Francisca.
Além deles, dois outros amigos portugueses do casal os acompanhavam, e um deles teria flertado a noite toda com Massafera. Quem viu a cena disse que a global foi embora no carro do bonitão, cuja identidade permanece uma incógnita. Solteira sim, sozinha nunca?

Fonte: Jornal do Brasil

Dance Mania: Touch Me (Rui da Silva Feat. Cassandra)


O grande êxito que marcou a chegada dos anos 2000, Touch Me, ainda não foi esquecido. A música do DJ Rui Da Silva ficou em 1º lugar em Portugal e na Irlanda, além de ter ganhado participações em diversas coletâneas, e muitos covers, entre eles se destaca Tom Novy e Jerry Ropero.
Assista ao videoclipe:

'Inaceitável que se defenda a tortura', diz pedido de cassação de Bolsonaro


A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) protocola nesta segunda-feira (25) o pedido de cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), por quebra de decoro parlamentar, no Conselho de Ética da Câmara. O ofício se baseia no elogio ao primeiro militarreconhecido pela Justiça brasileira como torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra, feito por Bolsonaro no voto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, no dia 17.
Ustra, que morreu aos 83 anos em 2015, foi apontado como algoz por dezenas de perseguidos políticos. Um deles, o hoje vereador Gilberto Natalini (PV-SP) disse à "BBC": "Enquanto me dava choques, ele me batia com cipó e gritava".
O G1 obteve o ofício feito pela OAB, que traz relatos da ditadura militar como um período que "os brasileiros gostariam que nunca tivesse existido na história deste país" e trata a repressão contra a população civil como "sanguinária".
O mandato outorgado pelo povo brasileiro não autoriza o parlamentar a cometer crimes de ódio e fazer apologia contra a ordem democrática"
Ofício da OAB-RJ sobre o
deputado Jair Bolsonaro (PSC)
"É inaceitável que se defenda a tortura", diz o texto assinado por Felipe Santa Cruz, presidente da OAB-RJ; Fábio Nogueira Fernandes, procurador-geral da OAB-RJ; Thiago Gomes Morani, subprocurador-Geral da OAB/RJ; e Luciano Bandeira Arantes, presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas.
Por meio da sua assessoria de imprensa, o deputado Jair Bolsonaro informou que vai esperar o texto ser protocolado para se pronunciar.

Apologia ao crime
Um outro documento foi entregue pela seccional fluminense da Ordem à Procuradoria-Geral da República (PGR) também nesta segunda. O texto acusa o parlamentar de apologia ao crime por "fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime".


Como Bolsonaro tem imunidade parlamentar, a ação penal teria que partir do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Caberá a ele levá-la adiante ou não.
"Não há se falar, também, em imunidade do parlamentar. O mandato outorgado pelo povo brasileiro não autoriza o parlamentar a cometer crimes de ódio e fazer apologia contra a ordem democrática", conclui o texto da Ordem.
Em seu voto a favor do impeachment, no domingo (17), Jair Bolsonaro citou também as Forças Armadas e o comunismo.
"Perderam em 1964, perderam agora em 2016. Pela família e pela inocência das crianças em sala de aula, o que o PT nunca teve. Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo Exército de Caxias, pelas nossas Forças Armadas, por um Brasil acima de tudo e por Deus acima de todos, o meu voto é sim.”
Neste domingo (24), o Fantástico ouviu três dos presos políticos que acusaram Ustra à Comissão da Verdade (veja o vídeo abaixo). Segundo o Ministério Público, 47 pessoas desapareceram entre 1970 e 1974 — período no qual o coronel comandou o DOI-Codi (órgão de repressão do governo) em São Paulo.



Fonte: G1

Destemida: em seu novo álbum ‘Lemonade’, Beyoncé fala sobre traições de Jay-Z

Quando Beyoncé tem um novo projeto para lançar, a cantora não faz por pouco e gosta mesmo de dominar as atenções ao seu redor. Neste sábado (23), a estrela compartilhou com o mundo, em especial da HBO, seu novo álbum, uma espécie de híbrido entre disco e filme,exclusivo, por enquanto, do canal de TV e do portal de streaming Tidal.
Na tela, a cantora - que costuma ser um tanto discreta sobre sua vida pessoal - escancarou detalhes de seu relacionamento com o rapper Jay-Z, abordando até a polêmica briga em um elevador, acontecida em 2014, em que Solange, sua irmã, chegou até a bater no astro.
Nas letras das canções, Beyoncé fala dos episódios de traição que sofreu com Z, mas não deixa de clarear que, atualmente, o casamento do duo está em um lugar tranquilo, sendo reconstruído por ambos. No mais, visuais arrasadores, letras dançantes e o discurso pró-movimento negro do qual a estrela vem se empoderando, nos últimos tempos. Em suma: mais um arraso na carreira de ouro da maior estrela do showbusiness mundial dos tempos atuais.

Ui! Kim Kardashian choca seguidores com fotos pra lá de ousadas… Vem ver!

Kim Kardashian é, sem dúvidas, uma das rainhas do Instagram. O perfil da socialite na rede social sempre foi um dos mais seguidos do mundo, muito em parte por conta da ousadia dos cliques da esposa de Kanye West.
Na noite deste sábado (23), Kim compareceu a cerimônia decasamento de sua amiga top model Isabela Rangel com oagente David Grootman. Ao longo da noite, a estrela postou mais de uma dezena de fotos no mínimo ousadas, focando em partes de seu próprio corpo e de outros convidados da festança.
As imagens não demoraram a causar um verdadeiro rebuliço entre os seguidores da socialite, que se dividiram entre mensagens empolgadas de apoio e demonstrações de insatisfação com a indiscrição da mais famosa das Kardashians.

Bahia: Mãe denuncia agressão de segurança contra filho em shopping


A farmacêutica química Josi Sousa usou o perfil dela no Facebook para denunciar uma agressão sofrida pelo filho dela e um amigo dentro do Salvador Shopping. De acordo com relato, o fato aconteceu na tarde deste sábado, 23, quando o filho de 16 anos e outros quatro adolescentes de 15 foram lanchar no estabelecimento comercial.
"Eles estavam em um aniversário no Caminho das Árvores, tomando banho de piscina e decidiram ir lanchar no shopping. Quando entraram, perceberam que estavam sendo seguidos e ainda comentaram: 'a gente está com essa roupa e estão seguindo a gente'. Mas como são meninos tranquilos, não se preocuparam", contou ela, explicando que os adolescentes são negros e trajavam short, camiseta e sandália, o que ela acredita que tenha motivado o preconceito.
Josi conta que os jovens foram abordados mais de uma vez. Na primeira, eles estavam parados em um corredor conversando, quando um segurança disse que eles estavam atrapalhando a circulação das pessoas no local.
Com a reclamação, eles decidiram sair de onde estavam e foram para a praça de alimentação, onde sentaram para lanchar em uma mesa com quatro lugares. Como eles estavam em cinco, puxaram uma cadeira extra, mas foram repreendidos novamente.
"Disseram que eles não podiam pegar mais uma cadeira, que a mesa era para quatro pessoas. Então, um amigo do meu filho perguntou porque não podia, já que tinha uma família ao lado com sete pessoas que juntou duas mesas. Disseram que não podia e não justificaram", contou Josy.
Chateado, o jovem levantou e afastou a cadeira onde estava sentado, mas sem colocá-la na outra mesa. Então, outro segurança repreendeu o rapaz. "Ele disse que o menino estava bagunçando, que tinha que colocar a cadeira no local. Eles (os adolescentes) estavam realmente chateados, porque é inadmissível não poder ficar em pé ou pegar uma cadeira em um shopping", disse.
Segundo Josi, o amigo do filho chegou a falar que colocaria a cadeira no lugar, mas o segurança achou que ele estava debochando e disse que os garotos iam sair do shopping. Em seguida, o funcionário teria segurado o braço de um dos jovens e o filho de Josi reagiu pedindo para soltar o amigo.
O rapaz começou a gritar para ser solto, mas ele e o amigo foram "arrastados" para um espaço reservado. "Uma senhora tentou intervir, mais três seguranças levaram eles para um corredor, onde meu filho foi empurrado pelas costas e arrastado. Um segurança deu um murro no peito dele", contou Josi, afirmando que dois policiais estiveram no local e presenciaram as agressões.
Ela ainda disse que um dos seguranças ameaçou colocar drogas na mochila do filho dela, mas que desistiu da armação. Em seguida, os adolescentes foram expulsos do shopping.
O shopping, por meio da assessoria de imprensa, confirmou a expulsão dos jovens, mas não se pronunciou sobre a denúncia de agressão. "O Salvador Shopping esclarece que, após observar alguns jovens com postura inadequada na praça de alimentação, causando incômodo aos demais clientes, solicitou que se retirassem do local. Eles foram acompanhados até a saída do shopping", disse em nota.

Preconceito
Josi disse que procurou a administração do shopping para prestar queixa. "Eles me disseram que o shopping protege as crianças, mas porque enxotaram meu filho e os amigos? Porque não me ligaram?", questionou.
Para ela, houve preconceito, por conta da roupa e da cor da pele dos jovens. "Quando eu estava na administração, vi três adolescentes brancos e com roupas de marca. Perguntei porque eles estavam lá e disseram que estavam bebendo na praça de alimentação e que iam ligar para os pais deles. Porque chamaram os pais deles e o meu foi expulso como cachorro do shopping? Tiveram duas condutas diferentes com crianças da mesma idade", afirmou.
Por conta das agressões e do constrangimento, a farmacêutica registrou queixa na Delegacia de Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (Derca).

Fonte: Portal A Tarde

Dance Mania: com Eric Prydz (Pjanoo)

Guns N' Roses confirma mais quatro datas na turnê norte-americana

Após se apresentar pela segunda vez no festival Coachella, na Califórnia, o Guns N' Roses anunciou na manhã desta segunda-feira (25) mais 4 apresentações no braço norte-americano da turnê "Not In This Lifetime".
Axl Rose, Slash e Duff McKagan vão tocar mais uma vez em Chicago, no Soldier Field (3 de julho), em Massachusetts, no Gillete Stadium (20 de julho), em Nova Jérsei, no MetLife Stadium (24 de julho) e na Califórnia, no Dodgers Stadium (18 de agosto).
Com um repertório lotado de sucessos da banda e de outros grandes artistas, o trio da formação clássica do Guns N' Roses vai passar por mais de 20 cidades dos Estados Unidos nesse retorno triunfal.

Axl no AC/DC
No primeiro show no Choachella, o Guns N' Roses convidou Angus Young, do AC/DC, para fazer uma jam com a banda. 
O guitarrista subiu ao palco horas depois de confirmar Axl Rose como vocalista no lugar de Brian Johnson, que se afastou por problemas de saúde, para uma série de apresentações da banda.
E, enquanto Young tocava "Riff Raff" e "Whole Lotta Rosie" no Coachella, Axl teve a oportunidade de antecipar seu novo papel. O primeiro show com o AC/DC será em Portugal, em maio, e a banda segue na Europa até junho, encerrando a turnê na Dinamarca.

Veja todas as datas da turnê norte-americana do Guns N' Roses:
23/6 - Detroid, MI Ford Field
26/6 - Washington, DC FedexField
29/6 - Kansas City, MO Arrowhead Stadium
1/7 - Chicago, IL Soldier Field
3/7 - Chicago, IL, Soldier Field (2º show anunciado)
6/7 - Cincinnati, OH Paul Brown Stadium
9/7 - Nashville, TN Nissan Stadium
12/7 - Pittsburgh, PA Heinze Field
14/7 - Philadelphia, PA Lincoln Financial Field
16/7 - Toronto (Canadá), ON Rodgers Stadium
19/7 - Foxboro, MA Gillete Stadium
20/7 - Foxboro. MA, Gillete Stadium (2º show anunciado)
23/7 - East Rutherford, NJ MetLife Stadium
24/7 - East Rutherford, NJ MetLife Stadium (2º show anunciado)
27/7 - Atlanta, GA Georgia Dome
29/7 - Orlando, FL Orlando Citrus Bowl
31/7 - New Orleans, LA Mercedes-Benz Superdome
5/8 - Arlington, TX AT&T Stadium
5/8 - Houston, TX NRG Stadium
9/8 - San Francisco, CA AT&T Park
12/8 - Seattle, WA CenturyLink Field
15/8 - Glendale, AZ University of Phoenux Stadium
18/8 - Los Angeles, CA, Dodger Stadium (novo show anunciado)
22/8 - San Diego, CA Qualcomm Stadium

Fonte: UOL

Irmã de Prince herdará toda fortuna do cantor


Tyka Nelson, irmã do falecido cantor Prince, poderá herdar todo o património e dividendos da obra do cantor, uma vez que o autor de "Purple Rain" não tinha o seu testamento feito. A fortuna de uma das maiores estrelas da música varia entre bens e receitas sobre os discos, estando o valor da mesma entre os 250 e os 500 milhões de euros.
É Owen Husney, o primeiro agente de Prince, quem revela, à agência britânica Press Association, os números da vida de sucesso do músico, alertando para a hipotética incapacidade da irmã do artista para cuidar de tão avultado património: "De certeza que Tyka é uma excelente pessoa. Mas eu seria negligente se achasse que ela tem competências administrativas que lhe permitam gerir uma obra cujo valor varia entre 250 e 500 milhões de euros."
Tyka Nelson tem um passado marcado pelo vício das drogas e em 2003 admitiu, ao "National Enquirer", ter recorrido à prostituição para sustentar os filhos: "Eu era mãe solteira e os meus meninos eram apenas bebés. Vendi o meu corpo por comida, dinheiro e fraldas. Empenhei o carro que o Prince me deu e vendi a televisão dos miúdos para comprar droga."
"A música de Prince nunca apareceu em publicidade. Deus proíba que quem fique com a herança da obra acabe por vendê-la para um anúncio de pasta dos dentes", revelou ainda Husney, preocupado com o destino do património do cantor. O agente acrescentou ainda que reza "para que o dinheiro e legado do músico fiquem nas mãos de pessoas que saibam o que fazer com isso."
Prince Rogers Nelson, que não tinha mulher nem filhos, morreu a 21 de abril com as causas da morte ainda por serem reveladas. O corpo do artista foi cremado no sábado, numa cerimónia íntima para família e amigos chegados.

Fonte: Jornal de Notícias

Sabrina Sato posa com a sogra, Leda Nagle: “Aprovada”


Sabrina Sato conheceu pessoalmente a nova sogra, Leda Nagle, mãe do ator Duda Nagle, com quem assumiu o namoro há pouco mais de um mês.
Aproveitando os dias no Rio de Janeiro, Sabrina posou com Leda, que apresenta o programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil. "Minha sogra é um gênio. Escrevi isso depois de já ser aprovada. E a foto não é pra fazer média, é porque gosto dela de verdade."

Coisa feia: José de Abreu cospe em casal durante discussão em restaurante


O ator petista José de Abreu perdeu a classe num restaurante numa discussão com um casal que é contra a presidente(a) Dilma Rousseff. O casal provocou José, que respondeu com uma cusparada no rosto de cada um.
A polêmica começou quando o cliente foi em direção ao ator e disse: "Vota no PT e vem comer no japonês". O artista, descontroladamente, se levantou da mesa e começou a bater boca, chamando o homem de "coxinha". A loucura dele foi tão grande que começou a cantar o hino nacional para abafar os protestos do cliente e depois pediu para um funcionário chamar a polícia.
Ao ser acusado de se aproveitar da Lei Rouanet, ele cuspiu no homem e na mulher que o acompanhava. O homem partiu pra cima do ator, mas um funcionário do estabelecimento o conteve, até o momento que José saiu.
Ele defendeu sua atitude baixa no Twitter, mas ao receber críticas, excluiu o seu perfil.