quinta-feira, 9 de junho de 2016

Dance Mania: com ERICK MORILLO (STRONGER)

Capa do single 'Stronger'
'Stronger' é uma das músicas que fez mais sucesso no Brasil em 2011, entrando em várias coletâneas no Brasil:
  • As 7 Melhores 2012 (Jovem Pan FM)
  • Adrenalina 2012 (Transamérica FM)
  • Adrenalina - Winter 2012 (Transamérica FM)
  • Spirit Of London - Evolution, Vol. 9 (Energia 97FM)
  • The Week - Perfect Universe
  • Rota 89 2012 (89 FM)
  • Sirena - Winter 2012 (Club Maresias SP)

Pai de Andressa Urach quer entrar no 'BBB': 'Mostrar que não sou ruim'

Carlos Alberto Krejci já preparou a ficha de inscrição para participar do 'BBB 17'. Em entrevista ao 'Ego', o pai de Andressa Urach afirmou que já fez o vídeo para mandar ao reality e quer mudar a imagem que a modelo fez de sua família.


"Quero entrar (no reality show) para responder as perguntas sobre o livro (Morri Para Viver). Ela usou a família. Vou ser como qualquer brasileiro. Se tiver a sorte, vou mostrar ao Brasil que não sou um pai ruim". 
"Eu fiquei bem chateado com o livro. Uma sobrinha, que usa o sobrenome, chegou a se separar do marido porque ele leu e disse que a família não prestava", revelou ele.

Fonte: Correio da Bahia

A história completa do estupro que chocou o Brasil


Encoberta pela sombra da vergonha, do medo, da culpa e da negação da própria vítima, a violação do corpo de uma mulher é, na imensa maioria dos casos, um ato inconfessado, tolerado e envolto em dúvidas. Foi assim no sábado 21 de maio, em que uma menina de 16 anos foi estuprada por pelo menos nove homens durante horas deitada sobre um colchão sujo de uma casa no Morro da Barão, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A primeira rea­ção da sociedade ao tomar conhecimento do caso que repercutiu em todo o mundo foi de choque diante da violência. Em seguida, veio a incômoda constatação: no ambiente frequentado pela adolescente, de criminalidade e valores tortos, violências sexuais abomináveis são constantemente confundidas com relações sexuais aceitáveis.
Em casos como esse, não deveria haver relativismo algum, compreensão com o que é intolerável. O sexo sem consentimento é crime - ainda que nem mesmo a moça, cevada em um ambiente de permissividade, tenha entendido de imediato que fora estuprada. Uma minuciosa reconstituição desta tragédia feita por VEJA comprova que a adolescente estava inconsciente desde o início da agressão. Quando o estupro coletivo aconteceu, a menina vinha de seis horas seguidas embaladas a bebida e drogas em um baile funk que a deixaram fora de si. Ainda fez sexo com um parceiro, num alojamento de bandidos do morro, e não teve forças para ir embora. Ali foi encontrada, sozinha e inerte, e levada por um marginal para outro imóvel. No "abatedouro", como é chamado, seria violentada pelo bando, que estava na área por acaso: planejava atacar uma facção rival, mas a ação fora abortada. Quando enfim voltou para casa, a garota tomou banho e foi dormir. Não lhe passou pela cabeça denunciar seus agressores. Em conversas com psicólogos, ela explicou por que não fez nada. Primeiro, por não saber direito o que tinha acontecido. Depois, porque na favela isso é normal. "A lei deles é outra", disse.
Com reportagem de Cecília Ritto e Maria Clara Vieira

Fonte: VEJA

Justin Bieber apanha de desconhecido em hotel

Justin Bieber levou a pior em uma briga com um homem desconhecido do lado de fora de seu hotel em Cleveland, na noite desta quarta-feira. Em vídeo divulgado pelo site TMZ, um homem aparece empurrando a cabeça do cantor, que responde com um soco, mas é logo dominado pelo desconhecido, aparentemente bem mais alto e forte do que ele. Bieber é empurrado e acaba caindo no chão, mas é salvo pelos seus seguranças.
De acordo com o TMZ, a briga aconteceu por volta das 23 horas (horário local) e ainda não se sabe o que motivou a confusão. Bieber estava em Cleveland para acompanhar um jogo da NBA, a liga nacional de basquete americana.


​Nesta quinta, Bieber debochou da situação, postando uma foto de seu rosto, que não parecia ter nenhuma marca ou hematoma. "Nenhum arranhão nesse garoto bonito", escreveu na legenda. Ele apagou a imagem logo depois, claro, como já é seu costume fazer.

Famoso por escoltar figurões presos na Lava Jato, agente da Federal acaba na gaiola

Rio - O agente Newton Ishii, conhecido como o ‘Japonês da Federal’, de 61 anos, que ficou famoso em todo o país por conduzir figurões investigados e detidos pela Operação Lava Jato, provou do próprio veneno. Na tarde de terça-feira, ele foi preso pela Polícia Federal, após ser condenado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, por facilitação de contrabando. A prisão gerou incontáveis zoações em redes sociais na internet. Em uma delas, o policial aparece sendo preso por ele mesmo.
A decisão foi da Vara de Execuções Penais da Justiça Federal em Foz do Iguaçu, no Paraná. Há 13 anos, ao lado de dois colegas, Newton Ishii havia sido preso sob a suspeita de liberar a entrada no Brasil de mercadoria contrabandeada do Paraguai. Ele está preso numa sala da Superintendência da PF do Paraná, onde é lotado, separado de presos da Lava Jato.


Por ser réu primário, a pena do ‘Japa da Federal’ pode ser reduzida a um sexto do total, ou seja, oito meses. Como já ficou quatro meses na tranca, em 2003, ele só cumpriria mais quatro meses da sentença.
Desta maneira, ele poderia ser monitorado através de tornozeleira eletrônica ou cumprir prisão domiciliar. Chefe do Núcleo de Operações da Superintendência da PF do Paraná, o ‘Japonês da Federal’ deve ser afastado da Lava Jato após a condenação. Ele pode até ser demitido da instituição.

Fonte: Jornal Meia Hora

Entrevista com Luiz Fernando Guimarães: "O humor não tem que retratar o lado bom das coisas"

Imagine um salão de beleza em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Por lá, oito figuraças: o faxineiro que é evangélico fervoroso, a atendente vigarista, a manicure que ganha um extra como garota de programa, o cabeleireiro que exala masculinidade e o que passa mais tempo inventando cortes de cabelo inusitados do que realmente atendendo a clientela, um psicólogo em momento narcisista, um solteirão e a proprietária do estabelecimento, uma ex-miss, que vive da herança do ex-marido. Em comum, todos são interpretados por Luiz Fernando Guimarães na peça “O Impecável”, proveniente do primeiro texto não-musical do duo Charles Möeller e Cláudio Botelho. Com direção de Marcus Alvisi, Luiz Fernando está às vias de chegar na Ilha de Vitória, nos dias 25 e 26 de julho, para apresentar o espetáculo no Teatro Universitário como parte do 8º Circuito Banescard de Teatro. Mas antes, interrompeu sua tarde livre em sua casa no Rio de Janeiro para responder à dez perguntas da coluna. No papo, a volta de “Os Normais” (“Gostaríamos demais de fazer o terceiro filme. Seria até mais coerente”), a Lei Rouanet (“Acho fundamento que sejamos cobertos de alguma forma, se não o teatro não existe”), o teatro, lógico, e até a sua orientação sexual virando notícia (“Parte da sociedade gosta disso, do fuxico. Mas eu estou fora dessa. Existe até revistas semanais especializadas nisso. Fazer o que, né?”). Vem que vale a pena.


HT: Eu sei que você pediu ao Charles Moeller e ao Cláudio Botelho, depois de ter terminado o musical “Fica Comigo Essa Noite”, um texto para que pudesse rodar o Brasil e aí surgiu “O Impecável”. Em que momento da sua vida – tanto profissional, quanto pessoal – você estava para querer entrar em turnê?
Luiz Fernando Guimarães: Eu quis rodar o Brasil, primeiro porque eu gosto de viajar, segundo porque eu gosto de fazer teatro, e terceiro porque eu gosto de viajar fazendo teatro – que me facilita a relacionar com as pessoas dos locais de forma bacana. E fazer uma peça em que só eu atuo está muito ligado à economia atual. É mais fácil você fazer, no sentido de ser possível de se realizar, em termos de grana, de apoiadores, quando você está realmente sozinho. Aliás, sozinho entre aspas porque eu viajo com iluminador e tem o cenário. E você tendo seu tempo de trabalho, você é só teu. É indiscutível: eu posso tudo. Mas…antes de tudo, era essa vontade de fazer mesmo, de realizar. Trabalhar com o Chaler e o Cláudio no “Fica Comigo Essa Noite” foi inusitado e muito bom. Gostei demais de conhecê-los porque os achava de outro universo. Quando acabou o musical, eu queria um texto que não fosse necessariamente do gênero que eles estão tão acostumados. Apresentaram-me então um texto, na verdade eram sete monólogos – cada um relacionado a um pecado capital -, e comecei a fazer leituras para grupos de teatro, sozinho e até m ONG’s. Foi quando percebi que não queria fazer um monólogo (dramaturgicamente falando) e sim uma peça comigo mesmo. Convidei o Marcus Alvisi, um amigo de longa data, mas um diretor sério, muito diferente de mim, para transformar aquele monólogo em peça de teatro. Ele me veio com a ideia de não trabalhar com figurinos para o público captar o personagem pela minha interpretação. Aí nasceu “O Impecável”.Gostaríamos demais de fazer o terceiro filme do 'Os Normais'

HT: Sempre que pergunto para um ator qual a dificuldade de se fazer um monólogo, me respondem que é a, entre aspas, solidão no palco, e a tarefa de segurar uma platéia sozinho. Você me responde a mesma coisa?
Luiz Fernando Guimarães: Teve uma época que fiz um texto do Alexandre Machado e da Fernanda Young sobre palestras motivacionais. Eu apresentava para aquela gente em família, em congresso, em alguma praia no interior. Sabe aqueles encontros tradicionais? É um público muito difícil de você lidar porque eles só querem farra. Então eu tive uma certa experiência em monólogo nesse sentido. Mas eu não me sinto só. Eu acho que é interessante a gente ter atores junto, mas ficar sozinho no palco não me traz nenhuma solidão. Até porque o teatro se relaciona com a plateia. E eu não preciso que elas me respondam necessariamente. Divirto-me demais com “O Impecável”, que, no palco, me toma muito tempo interno, de equações matemáticas, de ponto, vírgula, reticências no texto. E não me dá muito tempo de pensar em fatores externos. Não tenho esses temores. Todo dia que entro em cena, penso: “Como vai ser hoje?”. Procuro ser o mais coerente possível, o mais inteiro possível. Em todas as peças que fiz, procurei muito mais isso: a credibilidade naquilo estou fazendo. E o teatro é vivo. Se alguma coisa acontece, ela tem que voltar. Eu tenho que ter um jogo de cintura danado. Talvez esse medo de ficar sozinho de alguns atores é de ser desmascarado. Nesse aspecto, eu já sou um pouco desmascarado. E eu já fui criado assim. As coisas que eu aprendi foram assim na minha forma de ser. Eu não me freio, não entro com medo em cena. Eu gosto muito de atuar com pessoas, com elencos grandes, mas meu momento só era esse. E volto a dizer: relacionado à realidade que a gente está vivendo, era o ideal. Juntei a fome com a vontade de comer.

HT: O material de divulgação da peça diz que seus oito personagens têm “muitos vícios e poucas virtudes”. Logo, bem a cara da população brasileira, né. O que tem de crítica ou de reflexo na peça?
Luiz Fernando Guimarães: O Brasil está dentro do salão de cabeleireiros. O plano de fundo é sempre um pretexto para falar da humanidade. O humor não tem retratar o lado bom das coisas, e sim o lado perverso. E o Brasil tem problemas da convivência. Eu nunca fiz o humor que retratava o bonzinho. E as pessoas riem das suas dificuldades, dos seus problemas. Eu sempre penso assim: “Será que o teatro é momento de reflexão?”. Eu acho, na verdade, que a pessoa só reflete quando ela sai. Eu acho que tem um lance bacana do teatro que é a identificação – que, você olha para uma coisa e se identifica. Eu sei que um personagem carrega uma determinada gula – que é a tônica maior -, mas também carrega outros vícios e pecados. E eu devo ter criado algum personagem lembrando de pessoas. Eu não preciso conhecer um gordo para fazer um gordo, porque ele pode ter característica de magro. Se eu te falar que não sei como construí um personagem, eu vou ser muito verdadeiro. E tem mais: eu não sou um ator ligado a um acabamento. É uma coisa minha. Eu sou assim. Gosto das coisas profundas e de fazer um salão de beleza desse jeito, com figuras ordinárias, terríveis, mas não faço a minha peça por causa disso. Aquilo me atrai por ser uma coisa profunda, mas eu não faço questão. Eu quero mostrar para as pessoas algo que eu gostei. Como se fosse um: “Ah, já leu esse livro? É o maior barato. O que você acha?”. Sem fazer de caso pensando é mais atraente. Eu acho salão de beleza uma coisa cafonérrima e nunca havia parado para pensar nesse universo. Estou vivendo esse texto há um tempo e cada vez vou alimentando mais a peça. Então, a reflexão fica a cargo da platéia. Não é uma obrigação minha.Eu sei que o público gosta, existe essa vontade de saber da vida íntima da pessoa, que parte da sociedade gosta disso, do fuxico

HT: Um evangélico fervoroso, um enganador, uma prostituta e por aí vai na sua lista de personagens. Logicamente que com uma enorme carga de humor você representa estereótipos presentes por aí e que, nem sempre, são da melhor índole. Como dosar a interpretação dessas figuras?
Luiz Fernando Guimarães: Minha forma de fazer é muito leve. Eu não estou falando mal de nenhuma religião, por exemplo, porque também tem o devoto de Iemanjá. É porque eu lembro de uma época que eu fazia um espetáculo e, em dado momento, o personagem, que também trabalhava num salão, recebia a ligação de uma cliente que queria um horário e ele não tinha como atendê-la. Ele falava: “Ah, vai de lenço que você vai parecer uma muçulmana”. E teve alguma cidade que fui fazer essa peça que, não lembro qual, mas tinha uma forte comunidade muçulmana. Como eu não estou a fim de atingir ninguém, lembro que troquei o termo muçulmana por alguma coisa. E não alterou em nada os rumos da peça. Apesar de o Brasil ter muito forte essa questão de religiosidade, naquele momento aquilo é voltado para divertir, rir, não atacar.

HT: Você teve apoio da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, além de uma loja de departamentos, para viabilizar a peça. O ex-secretário e hoje Ministro da Cultura, Marcelo Calero, disse em entrevista ao Canal Brasil que houve uma “demonização” da Lei Rouanet no mandato de seu antecessor, o Juca Ferreira. Você, enquanto cidadão que vive da arte e conhece esse cenário de editais, concorda?
Luiz Fernando Guimarães: A lei é uma coisa ótima. Ela não favorece só o teatro, mas também favorece as empresas. Ela foi criada para que o teatro pudesse ter alguma possibilidade ser reerguido porque precisa de dinheiro e não pode der. E as empresas pudessem apoiar e ter essa dedução no importo de renda. A minha peça, em questão, é relativamente barata. Eu já produzi minhas peças com meu dinheiro e vou te confessar: acho difícil o teatro ter muito lucro sem nenhum apoio. Não tenho nenhuma experiência de ter tido o dinheiro que eu coloquei de volta. Eu também já fiz peça sem colocar dinheiro nenhum, só pedindo favores. “O fica comigo essa noite” mesmo foi um espetáculo caro que eu tive patrocínio da Shell. Acho fundamento que sejamos cobertos de alguma forma, se não o teatro não existe. Assim como cinema é caro para caramba, assim como a ópera. Os teatros cobram uma grana para que possamos encenar lá.

HT: Falando agora de televisão. A gente continua assistindo uma renovação de seriados humorísticos, tanto na TV paga ou aberta, mas ainda vemos uma demanda de inspiração no passado: “Escolinha do Professor Raimundo” retornou, o “Casseta e Planeta” vai voltar, o “Sai de Baixo” surgiu em dado momento. Como você analisa o cenário do humor na TV? É a hora do que?
Luiz Fernando Guimarães: Olha, eu gosto muito do Canal Viva. Assistindo por lá, eu me divirto mais hoje com “Os Normais” do que na época que eu fiz. As pessoas falam: “Ah, vocês podiam voltar com a ‘TV Pirata’”. Não acho que seja bom o retorno do passado puramente. No caso d’Os Normais se criou uma fórmula que você pode ficar com ela 40 anos, só que falando outras coisas. É que você encontra uma fórmula de fazer determinada coisa, de se comunicar. É como se fosse tudo telefone, mas diferentes modelos: são as variadas formas de falar. O maior problema da gente que faz televisão é ficar massificando até a coisa envelhecer.

HT: Já que você lembrou do “Os Normais”, esse mês completam 15 anos desde que o programa estreou. Se surgisse um convite, você voltaria a viver o Rui?
Luiz Fernando Guimarães: Quando paramos de fazer no auge, eu e a (Fer) Nanda (Torres) falamos: “Acho mais bacana pararmos agora, que estamos gravando para caramba, que o programa está no auge e sair assim”. Ótimo. Agora, eu, Luiz Fernando, não parei naquele tempo. Eu sou o Rui e a Nanda é a Vani. Se voltar, teria uma mudança, porque nós mudamos. É só você não forçar a barra, que Ruis e Vanis estão por aí. “Os Normais” podia voltar. Gostaríamos demais de fazer o terceiro filme. Seria até mais coerente. Nós somos atores muito presentes, faríamos uma coisa, renovada. É que a gente acaba se apegando a alguma informação tem das coisas para criar algo novo. E essa coisa nova não vem de uma explosão química. Vem de algo que está guardado dentro de você. Ela já vem de uma outra coisa.

HT: A sua orientação sexual ainda é motivo de notícia mesmo em um país assolado pela miséria, com escândalos políticos e crise econômica – ou seja: com tantos assuntos sérios a serem tratados e que mereçam noticiação. Como você enxerga isso?
Luiz Fernando Guimarães: As pessoas gostam. Não tem o que discutir. Eu sempre fui muito na minha. Sempre quis ser ator, mas nunca celebridade. Não me interessava ser capa de jornal. Não levo minha vida pessoal para fora. Sou assim. Se tem, por exemplo, a estreia de uma peça, eu não vou naquele dia porque sei que não vou conseguir cumprimentar meus amigos. Mas cada um canaliza de um jeito. Eu sei que o público gosta, existe essa vontade de saber da vida íntima da pessoa, que parte da sociedade gosta disso, do fuxico. Mas eu estou fora dessa. Existe até revistas semanais especializadas nisso. Fazer o que, né? Agora sobre esses outros assuntos sérios, boa parte do país é má informada, só vê o que está na capa do jornal. Se é notícia ruim, vende, vamos vender. Está tudo errado, dentro da polícia, dentro do Senado. Nós fomos para a rua e mandamos uma presidenta embora e agora aquele cara, que eu não quero nem falar o nome está lá de novo? É revoltante. Como se explica? Não se explica. E eu vejo muita televisão e fico sempre ligado em assuntos iguais que ficam sendo repetidos. E a gente dá atenção. Temos que nos perguntar: “Por que aquilo está ali de novo?”. Fico pensando: será que aquele porta-voz da bancada do telejornal, que repete tudo sempre, não padece?

HT: Depois desse desabafo, o que te faz rir e o que faz você fechar a cara?
Luiz Fernando Guimarães: Gente que joga lixo na rua me faz fechar a cara. Olha, o que me faz rir…coloca piada, mas eu odeio piada.
(Luiz Fernando começa a gargalhar alto e continuamente).
Pronto, você me fez rir.
(E continua.)

HT: Planos profissionais?
Luiz Fernando Guimarães: Vou pra São Paulo em agosto com “O Impecável”. Uma semana depois das Olimpíadas no Rio começarem. Eu quero encerrar no Teatro Imperator, no Méier, no Rio, mas vai depender de quanto tempo eu vou ficar em São Paulo.

Serviço – 8ª edição do Circuito Banescard de Teatro com a peça “O Impecável”, com Luiz Fernando Guimarães
Data: 25 e 26 de Junho de 2016
Direção: Marcus Alvisi
Texto: Charles Möeller e Claudio Botelho
Local: Teatro Universitário – UFES
Endereço: Av. Fernando Ferrari, 514 – Campus da UFES – Goiabeiras.
Horários: Sábado, às 21h / domingo, às 18h
Informações: Ufes: 27 3335 2953 / WB 27 3029 2765

Animais domésticos já podem ser transportados em ônibus


Quem tem animal de estimação já pode transportá-lo nos ônibus do Sistema de Transporte Coletivo de Passageiros de Salvador. A autorização foi dada pelo Decreto Municipal 27.307, que foi publicado no Diário Oficial de nesta quarta-feira, 8.
A novidade agradou a quem possui pet, não tem carro e tinha dificuldade para levar os animais ao veterinário, por exemplo, como a estudante de jornalismo Patrícia Souza, 23.
"Acho válida a regulamentação, desde que tanto os motoristas de ônibus como os donos de animais coloquem em prática. Ainda existe muito preconceito dos motoristas", disse a estudante.
Os animais domésticos de pequeno porte, com peso de até 10 quilos vão poder ser transportados, com exceção dos dias úteis nos horários compreendidos entre as 5h30 e 8h30, e entre as 16h30 e 20h30, horário de maior fluxo de passageiros.

Cão-guia
A limitação de peso não se aplica ao cão-guia, que deverá estar acompanhado da pessoa com deficiência visual. Os animais deverão ser transportados por seus responsáveis em equipamentos adequados, feitos de material liso, com ventilação adequada, que impeça vazamento e garanta a segurança, higiene e conforto do animal e dos demais passageiros do coletivo.
O passageiro, ao transportar o animal doméstico, deverá portar certificado de vacinação atualizado e, quando se tratar de aves ou animais silvestres, apresentar a respectiva autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Só poderão ser transportados dois animais por veículo.

Fonte: Portal A Tarde

Oi? Beyoncé espirra durante show e causa comoção na plateia! Entenda...

Jornal do Brasil - Qualquer coisa que Beyoncé faça torna-se logo um eventode proporções nababescas. A mais nova prova do fato é um prosaico episódio acontecido durante o show que a cantora fez em Nova York, nesta terça (07).
No intervalo entre uma canção e outra, Bey soltou um espirro, o que não seria nada demais a não ser pelo fato de que - pasmem! - em toda sua vida pública, até hoje, a popstar não tinha sido vista cometendo o "ato".
O polêmico espirro levou a plateia a loucura, que começou a disparar gritos de “saúde”, levando a cantora às gargalhadas. A história, é claro, não demorou para viralizar na Internet, tornando-se o centro de memes diversos. Cada uma…


Boninho ironiza suposto convite da Globo a Adriane Galisteu: “puro jogo de mídia”

Nós falamos por aqui, mais cedo nesta semana, sobre os boatos que começaram a pipocar acerca de uma suposta ida de Adriane Galisteu para a Globo. De acordo com as informações, a loura estaria negociando com a emissora carioca ou a apresentação do ‘Vídeo Show’ ou um papel em ‘À flor da pele’, próxima novela de Glória Perez.
No entanto… parece que a história não é exatamente assim. Através de suas redes sociais, o diretor Boninhocomentou a conversa que teve recentemente com a apresentadora, no Projac, no Rio de Janeiro.
“Impressionante o trabalho de marketing. Fui ser gentil e receber a Galisteu a pedido dela e virou 'um convite da Globo'. Puro jogo de mídia!", escreveu o todo-poderoso do canal. Pelo visto, o flerte entre Adriane e a emissora não passa de uma vontade… dela.


Fonte: Jornal do Brasil

Thalita Rebouças faz palestra para leitores no Palácio Tiradentes

A crise econômica levou à demissão do pai de Tetê e fez com que sua vida virasse de cabeça para baixo. Este é o pano de fundo de "Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática", o mais recente livro de Thalita Rebouças, da Editora Arqueiro, que trata, também, de temas como homossexualidade e bullying. Aautora, que já vendeu mais de dois milhões de livros no Brasil, estará nesta quinta-feira (09/06) no Palácio Tiradentes, a partir de 15h, para uma palestra seguida de debate com os fãs. A entrada é gratuita. "Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática", é o mais recente livro de Thalita Rebouças.


“Este trabalho representa o maior desafio da minha carreira. Pela primeira vez, falo de um personagem gay adolescente assumido e bem resolvido. O bullying também é um assunto importante na história. Foi instigante tratar de uma menina excluída, invisível, porque ela não é de todo triste, ela brinca com isso", diz Thalita.

Fonte: Jornal do Brasil

OLHA ELA! - Ex-BBB Ana Paula rebate críticas por carregar tocha olímpica: 'Façam melhor'

Olha ela! A ex-BBB Ana Paula rebateu as críticas que recebeu nas redes sociais por ter participado do revezamento da tocha, que aconteceu na terça-feira (7), em Fortaleza, no Ceará - cidade da qual o cantor Biel foi vetado após ser acusado de assédio


A loira recebeu mensagens negativas no seu perfil do Instagram ao postar uma foto com a tocha. "Não tenho nada contra você, nem sua personalidade, mas poderiam ter escolhido todos do Ceará e que tivessem alguma história com o estado ou com esporte", disse um. "Uma mulher barraqueira e acha que representa algo? Vergonha na minha cidade", criticou outro.
Ana rebateu. "Às pessoas que se indignaram com a minha participação: Façam melhor! Façam mais! Levem o espírito olímpico por onde passarem que com certeza estarão construindo um mundo melhor", postou ela.
A mineira, que chegou esta semana de uma viagem da Disney, registrou os bastidores do revezamento no Snapchat e explicou porque estava envolvida no evento. "Estava lá para divulgar os jogos, levar à todos a proximidade das Olimpíadas, aguçar a curiosidade, o interesse. Pelo jeito deu certo! Deu notícia, publicidade, ainda mais notoriedade ao momento histórico que estamos vivendo", disse Ana.

Fonte: Correio da Bahia

Apresentador do 'Cidade Alerta' infarta e morre aos 45 anos

Roberto César, apresentador do 'Cidade Alerta', de Fortaleza, morreu nesta terça-feira (7). De acordo com informações da TV Cidade, afiliada da Record no Ceará, o jornalista após sofrer um infarto. No canal, além de comandar o programa, ele trabalhou como repórter do 'Cidade 190'. 


"O Grupo Cidade de Comunicação informa, com pesar, o falecimento do querido apresentador Roberto César, que, com seu brilhantismo e sua competência, esteve à frente do programa Cidade Alerta Ceará desde o início da atração". 
"A Direção da TV Cidade Fortaleza lamenta o ocorrido e presta suas condolências aos familiares, amigos e admiradores de Roberto César, cuja irreverência e espontaneidade nas telinhas tanta falta farão. Que Deus conforte a família!", diz a nota divulgada pela emissora.

Fonte: Correio da Bahia

Caso para estudo: Mulher larga emprego para amamentar namorado a cada duas horas

Uma americana de 36 anos pediu demissão do emprego para amamentar o namorado adulto. O casal, adepto de uma prática conhecida como lactação erótica (ou ANR - adult nursing relationship), disse não ter vergonha do ato. Jennifer Mulford disse que ainda não produz leite, e que ela e o namorado estão tentando induzir a lactação fazendo com que ele sugue em seus seios a cada duas horas.
Tudo começou quando a americana, ainda solteira, se deparou com um site falando sobre a prática. "Quando eu li sobre a ligação que amamentar pode criar entre duas pessoas, eu fiquei com inveja. Eu sempre gostei de ter os meus seios manipulados durante a relação sexual mais que tudo, então eu saberia que iria gostar deste tipo de coisa", disse Jennifer ao jornal New York Post.


Ela trabalhava como garçonete em um bar. Após se informar um pouco mais sobre a prática de amamentar adultos, Jennifer decidiu procurar um parceiro adepto à prática.
"Eu usei sites de relacionamento, coloquei mensagens em fóruns dos adeptos e até cheguei a criar um anúncio no site Craiglist, mas não tive muita sorte. Cheguei a pensar que jamais experimentaria isso", comentou. Eventualmente, ela começou a conversar sobre isso com o ex-namorado da escola, Brad Lesson, 36 anos.
"Estávamos conversando, e Brad me contou que sempre gostou de mulheres com seios grandes. Eu achei que foi o momento perfeito para tocar no assunto e ver se ele se interessaria", disse. Brad logo se animou com a ideia, e o casal retomou o relacionamento pouco depois. Hoje, o casal está noivo e mudou toda a rotina para aumentar as chances de que Jennifer produza leite.
Além de sair do emprego, a americana toma um chá de ervas que supostamente imita os hormônios femininos três vezes ao dia. Ela também toma um remédio chamado Lactiful para induzir a amamentação, e adicionou aveia e sementes saudáveis a sua dieta.
Jennifer e Brad também acordam a cada duas horas durante a noite para que ele possa "se alimentar". Além do vínculo amoroso, o casal acredita que a amamentação vai ter efeitos positivos na saúde e nutrição de Brad, que é adepto de uma rotina fitness e pretende se tornar fisiculturista.
"Esse é um estilo de vida que escolhemos. Nós estamos muito animado pelos próximos anos, e esperamos ainda nos amar e nos desejar muito. Eu posso chegar em casa após ter um dia estressante, e segundos após Brad começar a mamar, eu sinto uma sensação indescritível de paz e calma. Nesse momento, eu me sinto como se fossemos uma só pessoa. Ainda não achei na minha vida nada tão reconfortante quanto isso", confessa Jennifer. O casal, que tem filhos de outros relacionamentos, não pretendem expandir a família após oficializar a união.

Fonte: Correio da Bahia

Cuidado, mulheres: Mulher é roubada e estuprada em falsa entrevista de emprego em Salvador


Um homem identificado como Wellington Gomes Batista foi preso suspeito de roubar e estuprar uma mulher em Castelo Branco, nesta terça-feira (7). A polícia informou que ele foi preso algumas horas depois do crime e não divulgou a idade do suspeito. Ele também é investigado por participar de uma quadrilha liderada por um traficante conhecido como Chacal.
Segundo a assessoria da Polícia Civil, Wellington atraiu a vítima com uma falsa proposta de emprego. Quando a mulher chegou no local, o homem roubou o celular da vítima e a estuprou. Depois da agressão, a mulher procurou a 10ª Delegacia (Pau da Lima) para registrar a ocorrência.
Em nota, a assessoria informou que o suspeito foi localizado próximo ao local do crime, algumas horas depois da agressão, na 3ª Etapa do bairro de Castelo Branco. Wellington ainda estava com o celular roubado da vítima e jogou o aparelho em um matagal, na esperança de que os policiais não localizassem. 
Os investigadores recuperaram o celular. O aparelho estava com a foto do suspeito na proteção de tela. Wellington foi conduzido para a 10ª Delegacia e encaminhado para o sistema prisional.

Fonte: Correio 24 Horas

Mãe escreve carta a médico que sugeriu aborto de sua filha com síndrome de Down

Correio da Bahia - A americana Courtney Baker escreveu uma carta para o médico que a incentivou a fazer um aborto e interromper a gestão da filha com síndrome de Down. A pequena Emersyn Faith tem hoje pouco mais de um ano. "Minha filha é perfeita", diz ela no texto.
A menina foi diagnosticada com Down durante um pré-natal. Assim que os pais receberam a notícia, o médico aconselhou Courtney a abortar. "Ele disse que a nossa qualidade de vida e a dela seriam horríveis", escreveu a mãe no Facebook.


Ainda com essa lembrança na memória, Courtney resolveu escrever uma carta ao médico, 15 meses após o nascimento da filha. A página Parker Myles, que destaca conteúdos ligados a pessoas com Down, compartilhou o texto, que foi compartilhado milhares de vezes.

Leia na íntegra:
“Caro Doutor,
Uma amiga me disse recentemente que, quando seu especialista em pré-natal via o seu filho nas ultrassonografias, ele sempre comentava: ‘Seu filho é perfeito’. Assim que seu filho nasceu com síndrome de Down, ela visitou o mesmo médico. Ele olhou para o bebê e voltou a dizer: ‘Eu te disse. Seu filho é perfeito’.
Essa história me tocou profundamente. Apesar de eu estar feliz pela experiência da minha amiga, me enchi de tristeza ao pensar no que eu deveria ter feito. Gostaria que você tivesse sido este médico.
Te procurei no momento mais difícil da minha vida. Eu estava assustada, ansiosa e completamente perdida. Ainda não sabia a verdade sobre meu bebê, e era isso que eu precisava desesperadamente de você. Mas em vez de apoio e coragem, você nos sugeriu acabar com nossa filha. Eu te disse o nome dela, e você nos perguntou novamente se havíamos entendido o quão baixa seria nossa qualidade de vida com um bebê com síndrome de Down. Sugeriu que a gente reconsiderasse nossa decisão de seguir com a gestação.
Deste encontro em diante, nós passamos a temer nossa responsabilidade. O momento mais difícil da nossa vida se tornou quase insuportável, porque você nunca nos disse a verdade.

Minha filha era perfeita.
Não estou brava. Não estou amargurada. Só estou muito triste. Estou triste porque os corações minúsculos que você vê todos os dias não o enchem de admiração. Estou triste que os intrincados detalhes e o milagre daqueles pequenos dedos e pés doces, pulmões e olhos e orelhas nem sempre lhe dão uma pausa. Estou triste que você estava tão errado para dizer que um bebê com síndrome de Down iria diminuir a nossa qualidade de vida. E eu estou de coração partido por pensar que, ainda hoje mesmo, você pode ter dito a mesma coisa para uma mãe. Mas estou ainda mais triste porque você jamais terá o privilégio de conhecer a minha filha, Emersyn.


Porque, veja, Emersyn não só está dando mais qualidade à nossa vida, como também tocando os corações de milhares de pessoas. Ela nos deu um propósito e uma alegria que é impossível expressar. Nos deu sorrisos maiores, mais risadas e os beijos mais doces que já tivemos. Abriu os nossos olhos para a verdadeira beleza e o amor puro.
Assim, a minha prece é para que nenhuma outra mãe tenha que passar pelo que passei. Minha prece é para que você também veja agora a verdadeira beleza e o amor puro em toda ultrassonografia.
E a minha prece é para que, quando você se deparar com o próximo bebê com síndrome de Down, cuidadosamente escondido no ventre de sua mãe, você olhe para que mamãe, que me veja em seguida, e diga a verdade: ‘Seu filho é perfeito’"

Ed Sheeran é acusado de plágio no hit 'Photograph'


Veja - O cantor britânico Ed Sheeran está sendo processado pelos compositores Martin Harrington e Thomas Leonard, que o acusam de plágio no hit Photograph, lançado por ele no disco X, de 2014. Segundo processo aberto nesta quarta-feira e obtido pelo site da revista The Hollywood Reporter, os dois afirmam que Sheeran copiou, nota por nota, a canção Amazing, que eles escreveram em 2009 e que foi gravada por Matt Cardle, vencedor da edição de 2010 da versão britânica do reality show musical X Factor.
O processo compara as sequências de acordes usadas nas duas músicas. Segundo o documento, os refrães das canções têm 39 notas em comum (cerca de 70% do total). "As semelhanças vão além do substancial, o que já seria o suficiente para estabelecer a violação de direitos autorais. As semelhanças nas palavras, estilo vocal, melodia vocal, melodia e ritmo são claras indicações, entre outras coisas, de que Photograph copia Amazing", diz o processo.
De acordo com estimativas, Photograph já rendeu cerca de 20 milhões de dólares em lucros para Sheeran, o coautor da canção, Johnny McDaid, e a gravadora do cantor.
Muito antes de o processo ser aberto, outras pessoas já haviam percebido a semelhança entre as canções, comparando as duas em vídeos postados na internet. Confira:

ONU aprova declaração política com meta de acabar com a Aids até 2030



Com o objetivo de acabar com a Aids no mundo até 2030, ministros, funcionários governamentais e representantes de organizações internacionais da área de saúde reuniram-se hoje (8), na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, e aprovaram uma declaração política sobre ações para enfrentar a doença.
O documento define um conjunto de metas específicas que devem ser atingidas até 2020 para acabar com a epidemia de Aids na década seguinte.
“As decisões tomadas aqui, incluindo o compromisso de zero nova infecção por HIV, zero morte relacionada à Aids e zero discriminação, irão proporcionar o ponto de partida para a implementação de uma agenda inovadora, baseada em evidências e socialmente justa que alcançará o fim da epidemia de AIDS até 2030”, disse o diretor executivo do Unaids, Michel Sidibé.
O fim da epidemia de Aids é uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, adotados pelos Estados integrantes da ONU no ano passado. Segundo a diretora do Unaids no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, todos os povos do mundo devem se unir para que a meta seja alcançada, principalmente os jovens.
“Vivemos hoje um momento histórico em que realmente o mundo pode vislumbrar o fim da epidemia”, disse Georgiana em declaração à Rádio ONU, ao comentar a aprovação do documento.
O presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Mogens Lykketofr, disse que a reunião de hoje estabeleceu as bases para um “progresso futuro na criação de resultados mais saudáveis para todos os afetados pelo HIV e na construção de sociedades mais fortes e preparadas para desafios futuros” relacionados à Aids.

Saúde Pública
Ao comentar os desafios dos próximos cinco anos para o combate à Aids no mundo, Sidibé disse que “o mundo tem a oportunidade de acabar com uma epidemia que definiu a saúde pública de uma geração”.
O diretor da Unaids destacou avanços na resposta ao HIV desde a última reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre HIV e Aids, em 2011, e lembrou que, em dezembro de 2015, 17 milhões de pessoas tinham acesso a medicamentos antirretrovirais. No mesmo ano, os números de novas infecções pelo HIV entre crianças e de mortes relacionadas à Aids foram significativamente reduzidos. Também houve progresso na redução de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV.
A reunião da ONU sobre HIV e Aids prossegue até sexta-feira (10) em Nova York, com ampla programação com especialistas e autoridades governamentais sobre o assunto.

Fonte: Agência Brasil

Atitude repugnante: Mãe queima filha viva por se casar sem permissão no Paquistão


Uma mãe queimou sua filha viva nesta quarta-feira (8) por ela ter se casado sem sua permissão no Paquistão, no segundo caso dessa natureza em duas semanas no país, segundo a polícia.
Zeenat Bibi, de 17 anos, foi envolvida com querosene e queimada por sua mãe, Perveen Bibi, em sua casa da cidade oriental de Lahore uma semana depois que a mesma se casou sem a permissão da família, disse à Agência Efe o porta-voz policial da área, Matloob Hussain.
O porta-voz explicou que a família pediu à vítima que retornasse à casa após fugir com seu marido para realizar uma cerimônia matrimonial e acabou morta.
Hassan Khan, marido da vítima, indicou à polícia que viu como vários familiares a agarravam enquanto a mãe jogava combustível e lhe ateava fogo.


"Ela não queria retornar para sua família porque temia que a matassem. Mas eu dei permissão depois que um de seus tios garantiu sua segurança. Deixei que fosse", disse Khan à televisão paquistanesa "Geo".
Há uma semana, uma professora de 19 anos foi torturada e queimada viva por um grupo de homens após rejeitar uma proposta matrimonial do filho do dono da escola onde ensinava na cidade de Murree, próxima à capital.
A jovem faleceu por causa dos ferimentos na quarta-feira passada, dois dias depois da agressão, disse à Agência Efe o porta-voz policial de Murree Mubashir Hussain Abbasi.
Os chamados "crimes de honra" são muito frequentes no Sul da Ásia e costumam envolver homens de uma família que consideram uma afronta que transgride a conservadora moral familiar das sociedades locais.
Em 2015, 923 mulheres foram vítimas desse tipo de crime no país, segundo um relatório da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão (HRCP), que adverte que esse número esconde uma realidade ainda maior que fica fora dos registros.
A comprometida cineasta Sharmeen Obaid Chinoy ganhou neste ano seu segundo Oscar pelo documentário em curta-metragem "A Girl in the River: The Price of Forgiveness", que conta a história de uma sobrevivente de um desses "crimes de honra".
O primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, prometeu tomar medidas legislativas contra este tipo de crime após ver o documentário.

Fonte: R7

Nathalia Dill receberá R$ 80 mil de indenização da Playboy, diz jornal


A atriz Nathalia Dill receberá uma indenização de R$ 80 mil da revista Playboy.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a decisão foi determinada pela 15ª Câmara Cível do Rio.
O advogado da atriz, Ricardo Brajterman, alega que a revista foi condenada por publicar, em página dupla, uma foto sensual da atriz nua extraída do filme Paraísos Artificiais, na edição de dezembro de 2012.
No longa, a atriz protagonizou cenas de sexo e de nudez.
Outra atriz que venceu uma ação semelhante foi Camila Pitanga, que teve imagens do filme Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios reproduzidas na revista.
Pitanga receberá R$ 300 mil de indenização.

Fonte: R7

‘Procurando Dory’ não terá casal gay



No último mês, o trailer final de ‘Procurando Dory‘ apresentava brevemente o que parecia ser o primeiro casal gay da história da Disney/Pixar.
A internet entrou em erupção com a cena em que duas mulheres levam um carrinho de bebê que é atacado por um polvo, dando a entender que elas formariam o primeiro casal de lésbicas do estúdio.
Porém, a Variety assistiu ao filme durante uma exibição de imprensa e desmentiu o boato. As personagens vistas no trailer aparecem apenas por alguns segundos, e não são desenvolvidas na trama ou possuem alguma fala. Ou seja: não foi dessa vez.


Há anos o estúdio se prepara para diversificar seus personagens, e tenta iniciar essa transição de uma maneira que não choque a sociedade e a “família tradicional”.
A única representando da comunidade LGBT no filme é Ellen DeGeneres, que se tornou a primeira apresentadora de TV a sair do armário em 1997, e dubla a personagem principal.


Recentemente, os fãs começaram uma campanha pedindo que Elsa, de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante‘, ganhasse uma namorada na sequência. A hashtag #GiveElsaAGirlfriend(#DêUmaNamoradaParaElsa) viralizou e ficou em primeiro lugar nos trending topics – leia mais!
Procurando Dory‘ reúne o favorito de todos, o esquecido peixinho tang azul Dory, com seus amigos Nemo e Marlin em uma busca por respostas sobre o seu passado. O que ela consegue se lembrar? Quem são seus pais? E onde ela aprendeu a falar Baleiês?
Andrew Stanton, que comandou o filme original, co-dirige ‘Procurando Dory’ com Angus MacLane(Toy Story de Terror!).
Antônio Tabet dublará o personagem Hank na versão nacional, um “polvo de sete tentáculos”. O personagem, originalmente interpretado por Ed O’Neill, é um molusco que perdeu um tentáculo – junto com seu senso de humor – em algum lugar ao longo de sua trajetória. Um talentoso mestre da fuga com habilidades para camuflagem, Hank é o primeiro a saudar Dory quando se encontram no Instituto da Vida Marinha.
Albert Brooks e Ellen DeGeneres voltarão a dublar Marlin e Dory, respectivamente. Ty Burrell(‘Modern Family’) dará voz a Bailey, e Bill Hader (‘MIB³: Homens de Preto 3’) pode interpretar um pepino do mar. Willem Dafoe rvoltará a dublar o peixe Gill. O personagem é o líder dos amigos de Nemo que viviam no aquário de um dentista.
Procurando Dory’ estreia em 30 de Junho de 2016 no Brasil.