domingo, 19 de junho de 2016

Inês Brasil é presa em aeroporto após mostrar os seios


A web-celebridade e musa gay Inês Brasil foi presa pela Polícia Federal por desacato à autoridade, no aeroporto de Florianópolis, cidade onde se apresentaria neste domingo (18). De acordo com o Portal dos Famosos, as informações são de Ralphe Amorim, organizador do evento em que ela faria o show.
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Os fãs da cantora de Make Love não gostaram da atitude de Amorim, por terem exposto a famosa desta forma, e afirmaram que ela sairá em breve dessa situação e cumprirá sua agenda lotada.
A assessoria de imprensa de Inês Brasil se retratou sobre o fato na página da artista no Facebook, alegando que foi um momento de desequilibro dela.

Leia na íntegra:
COMUNIDADO: gostaria de comunicar a todos os fãs e à toda imprensa, sobre o ocorrido hoje com a Inês Brasil no aeroporto. De fato o que aconteceu foi um momento de desequilíbrio naquelas horas em que quando vamos passar pelo 'raio-x' do aeroporto e que nos mandam voltar e tirar uma peça para passar novamente, à mesma por um rápido momento se estressou e acabou sim mostrando os seios. Daí foi chamada até à delegacia fazendo-a perder o voo para o show na cidade de Porto Velho mas já se encontra em sua casa no Rio de Janeiro. Nós, da nova assessoria da Inês Brasil, estamos aqui dando este parecer em consideração a todos que estão se preocupando e mandando mensagens positivas. Mas deixamos bem claro que à artista (Inês Brasil) ainda está em cumprimento do show da antiga assessoria e o primeiro show com à nova assessoria será realizando no dia 1 de julho em Campo Grande. Grato!
Esta semana, casualmente, a artista brasileira encarnou o papel de uma presidiária para divulgar a estreia da quarta temporada da série de Orange is The New Black no Brasil.

Fonte: Notícias Ao Minuto

Cantor processa filho e pede R$ 20 mil


O Sertanejo Marciano – que atualmente participa de um projeto em parceria com Milionário – está processando o filho, Fabiano Martins, que também é cantor, por danos morais e pedindo uma indenização de R$ 20 mil. O motivo seria uma publicação que ele fez em seu Facebook no dia 12 de abril, em que diz que o pai nunca o aceitou e o chama de mau-caráter.
“Meu pai nunca se preocupou se estou bem ou mal e muito menos quis um dia conhecer seu neto, que é meu filho. O que me chama a atenção é hoje ele estar indo pra mídia e mostrando o lado bonzinho dele e enganando o Brasil todo como um cara fora de série. Por que ele não vai pra mídia e fala que ele bloqueou seu próprio filho de todas as suas redes sociais? Por que ele não fala pra mídia que ele barrou seu próprio filho no seu show? Por que ele não diz a mídia que enganou seu filho dizendo dar uma oportunidade e isso se faz oito anos e até agora nada? (..) Pra mim um pai que rejeita e nega seu próprio filho é ser mau-caráter”, diz parte da postagem (veja completa abaixo).
Fabiano, hoje com 32 anos, é filho de Marciano com Ruth Martins, com quem o sertanejo teve um affair de uma noite. “Quando eu tinha 14 anos, fizemos exames de DNA e comprovou que ele é meu pai. Mas a última vez que o vi foi em 2008. Ele sempre teve uma relação fria comigo, nunca me ligou. A publicação foi um desabafo de um filho. Ele sempre me rejeitou. As pessoas precisam saber quem é o Marciano de verdade”, contou ele.

SEM QUERER
Fabiano disse que descobriu o processo sem querer, quando teve um financiamento rejeitado para comprar um carro. “Falei com um amigo meu do Serasa que disse que eu tinha um processo. Ele falou: ‘O autor do processo é um tal de José Marciano, você conhece?’. ‘É meu pai, cara’”, conta o cantor, que tentou entrar em contato com o pai: “Mas ele mudou de telefone, não consegui”.
Agora, Fabiano espera receber a intimação para ver que providências irá tomar. Porém, ele disse que perdoaria o pai, caso ele se desculpasse. “Se ele se retratasse, o perdoaria. Não tenho ódio dele. Todo mundo erra. Querendo ou não, somos pai e filho. Sempre senti falta dele”.

Fonte: Correio do Estado

Zayn Malik pede ajuda a Adele para superar crise de ansiedade, diz jornal


Recentemente, Zayn Malik cancelou no último minuto a participação que faria no festival Summertime Ball, em Londres, após sofrer uma crise de ansiedade. O cantor chegou a publicar em seu Instagram um pedido de desculpas aos fãs e explicando o motivo de não ter aparecido no show. Agora, de acordo com o jornal "Sunday Mirror", Zayn resolveu pedir ajuda a Adele para combater o problema.
O jornal lembra que a cantora sofria com crises de ansiedade e ataques de pânico no início de sua carreira. Na época, a cantora chegou a afirmar: "Eu tenho ataques de ansiedade, constantemente ficando em pânico no palco. Meu coração tem vontade de explodir".
Fontes afirmaram que o jovem, que ficou conhecido ao participar do grupo "One Direction", foi diagnosticado com o problema durante a sua carreira.

Fonte: EGO

Ruben Aguirre, o Professor Girafales, coleciona polêmicas na vida e na carreira


Ruben Aguirre foi uma pessoa de vários talentos. Formado em Agronomia, já foi locutor de rádio e televisão, ventríloquo, ator, narrador de touradas, peão, toureiro e diretor de televisão. Mas seu ápice foi com o personagem Professor Girafales, no seriado Chaves. Com esse papel, se tornou conhecido mundialmente. Porém, ele não repetiu e nem superou esse sucesso durante a carreira. Assim, Ruben chegou ao fim da vida em decadência profissional e enfrentando problemas de saúde derivados da diabetes.


Sempre bem humorado e simpático em frente às câmeras, Ruben também esteve envolvido em polêmicas durante a trajetória. Além de desentendimentos com equipe de Chaves, o ator chegou ao fim da vida com problemas financeiros e trocando acusações com o Sindicato dos Atores por não promover nenhuma ajuda nas custas médicas de seu tratamento de saúde. A seguir, relembre os obscuros escândalos do eterno Professor Girafales.


Par romântico de Florinda Meza no seriado, o ator teve problemas com ela durante as gravações. Inclusive, chegou a ser apontado como affair da mulher do diretor e protagonista de Chaves, o ator Roberto Bolaños. Ele negou em sua biografia.


No livro, Ruben diz que a atriz foi a responsável por separar o elenco de Chaves. Ele complementa que Bolaños não percebia isso por estar muito apaixonado por ela. "Falar mal de Florinda em frente de Bolaños era pedir para perder sua amizade. Creio que ele nunca se deu conta desta situação", garantiu Aguirre.


Apesar do grande sucesso do Professor Girafales, o ator nunca emplacou outro grande sucesso na carreira. Ele teve participações apagadas na TV e no cinema, além de atuar nos bastidores como produtor, diretor na Televisa e dono de circo.


Chiquinha também não escapou das críticas do ator. Durante o programa Venteaneando, da TV Azteca, Aguirre criticou a companheira e Quico por ainda usarem os personagens do seriado durante shows e eventos. 
— Me dá uma pena que eles ainda precisem trabalhar. Devem precisar de dinheiro para terem que seguir trabalhando.
O ator comentou que consegue se manter até hoje com a fortuna que acumulou durante a época em que participou de Chaves. Para concluir, ele ainda deu outra alfinetada em Chiquinha, dizendo que não entende como uma senhora com idade para ser avó consegue se vestir e agir como criança até hoje.


Mas não é bem isso que Ruben demonstrou em seus últimos dias. Em 2015, ele denunciou a Associação Nacional dos Atores por não cumprir suas obrigações. Há dez anos, ele travava uma luta contra a entidade para custear os custos médicos dele e da mulher na cidade de Puerto Vallarta, no México.


No fim da vida, as dívidas do ator estavam avaliadas em cerca de R$ 20 mil. "Se tivesse forças e recursos para resolver esta situação, eu o faria, até porque questões de saúde não podem esperar", disse o ator em uma carta sobre as dificuldades que enfrenta, publicada recentemente com o título "E agora, quem poderá me defender?"


Segundo sua filha, Verónica Aguirre, a dívida de seu pai gerou complicações. "Não aceitam meu pai no hospital sem termos uma garantia de pagamento", diz ela.
Essa situação se agravou após um acidente. No fim de 2007, Aguirre e sua esposa, Consuelo Reyes, bateram o carro, e o ator teve de deixar os palcos.

Objetos pessoais não poderão ser retirados de moradores de rua, diz decreto

São Paulo - As orientações para a abordagem de moradores de rua realizadas por agentes que fazem o serviço de zeladoria e da Guarda Civil Metropolitana (GCM) foram publicadas no Diário Oficial da Cidade deste sábado, por meio de um decreto assinado pelo prefeito Fernando Haddad (PT). Colchões, cobertores e pedaços de papelão usados pela população de rua para se proteger do frio não poderão mais ser retirados deles.
O texto destaca que todas as ações deverão ser conduzidas por meio do diálogo e sem nenhum caráter discriminatório. "Na hipótese de resistência ou recusa por parte da pessoa em situação de rua à realização da ação, o diálogo será adotado como primeira e principal forma de solução de conflitos, não sendo admitidas, em hipótese alguma, atitudes coercitivas que violem a sua integridade física e moral."
As subprefeituras deverão informar os dias, horários e endereços das ações de zeladoria, que devem ocorrer de segunda a sexta, das 7 às 18 horas. Documentos, roupas, medicamentos, mochilas, cadeiras de rodas, muletas, barracas desmontáveis, colchonetes, materiais de reciclagem e carroças estão entre os itens que não podem ser removidos.
Apenas objetos que atrapalhem a circulação de pedestres e veículos, como camas e sofás, poderão ser retirados quando o proprietário não fizer a remoção. "Na hipótese de apreensão administrativa, será deixado com o possuidor ou proprietário, ou no local do recolhimento, notificação ou contralacre com o endereço para restituição do pertence em até 30 dias", explica o texto.

Monitoramento
Também ficou estabelecido que as ações serão acompanhadas por um grupo de monitoramento formado por representantes das secretarias municipais de Direitos Humanos e Cidadania, Assistência e Desenvolvimento Social, Segurança Urbana, Saúde, Coordenação das Subprefeituras, além de integrantes do Comitê Intersetorial da Política Municipal para a População em Situação de Rua (Comitê PopRua), membros da Defensoria Pública e do Ministério Público Estadual (MPE).
"O servidor ou o empregado de empresa terceirizada que desrespeitar as determinações deste decreto responderá administrativamente por seus atos, nos termos da legislação vigente", informa o decreto.

Fonte: Jornal O Dia

UnB é alvo de manifestação de extrema direita de fãs de Bolsonaro

Rio - Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) foram alvo de uma manifestação de um grupo classificado como de “extrema direita”, na noite dessa sexta-feira (17). De acordo com a ocorrência policial registrada por dois alunos da instituição e vídeo publicado nas redes sociais, cerca de 15 manifestantes entraram no Instituto Central de Ciências (ICC) da universidade com megafone e bandeiras do Brasil, gritando palavras preconceituosas contra os estudantes, como insultos racistas e homofóbicos. A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso.
O grupo foi denunciado por dois estudantes, de 19 e 21 anos, que compareceram à 2ª Delegacia de Polícia e registraram boletim de ocorrência por injúria. Além dos xingamentos e ameaças de agressão, os alunos dizem que foram seguidos por um motociclista no estacionamento após a confusão.
No vídeo publicado na internet, os manifestantes gritavam: “vai ter que estudar”, “não vai ter greve”, “maconheiros”, "cotistas golpistas não passarão" além de frases homofóbicas. Os manifestantes também entoaram cantos de apoio ao deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância.


Em nota, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UnB disse que, no momento da manifestação, os estudantes estavam em aula e por isso reclamaram do barulho. Os manifestantes reagiram à reclamação com “com gritos ofensivos e preconceituosos, além de ameaçarem estudantes e soltarem dois 'cabeções' [pequenas bombas caseiras] no local”.
“O DCE repudia esse ato de violência e intolerância. Não podemos aceitar atitudes como essa em nossa universidade, que são uma agressão a toda a comunidade da UnB”, acrescentou a entidade.
O coordenador geral do DCE, Victor Aguiar, disse os envolvidos ainda não foram identificados e que o diretório medidas para que isso não volte a acontecer.

Relatos
Nas redes sociais, estudantes da UnB que estavam no local na hora da manifestação relatam as agressões. “Fiquei extremamente nervoso e com medo. Foi uma cena assustadora. Foram ali para dizer que todos nós éramos vagabundos, maconheiros”, contou o estudante de serviço social da UnB Kaic Ribeiro.
“A maioria de nós ficou olhando, perplexos com o que estávamos vendo. E quando um grupo pequeno se contrapôs, uma mulher que estava no grupo, tirou com um sorriso frio e nefasto uma arma de choque. Sério, ela tirou e apontou para um estudante. Tinha um dois senhores com cassetetes. E um deles gritou 'Isso é só o começo, vamos voltar com mais”, acrescentou o estudante.
A aluna de arquitetura e urbanismo Alessandra Adriane disse que os manifestantes a xingaram e jogaram objetivos em seu carro. “Me xingaram, jogaram coisas contra meu carro, me seguiram, jogaram coisas em mim. Bem-vindo ao Brasil sobrenome intolerância”, disse a estudante em sua página no Facebook.
O Movimento Reação Universitária, que se identifica como uma organização estudantil de direita, repudiou as agressões. “Manifestações agressivas com o objetivo de intimidar, venham de quem vier, são indignas do ambiente acadêmico e merecem o mais profundo rechaço de todos os que fazem parte da comunidade universitária – estudantes, professores, servidores e funcionários em geral”, disse o grupo em texto divulgado nas redes sociais.

Convocação
A manifestação teria sido convocada pela ativista conhecida como Kelly Bolsonaro. No último dia 9, Kelly postou uma mensagem no Facebook convocando interessados em fazer uma manifestação na universidade. “Tem alguém daqui de bsb afim de participar de uma ação na UNB?? :) #‎opressão ”, diz a mensagem.
A manifestação ocorreu dias depois que professores da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília sugeriram levar ao congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) uma proposta de greve na universidade, a partir do segundo semestre, até que a presidenta afastada Dilma Rousseff volte ao governo. O congresso ocorrerá no final deste mês. Segundo o coordenador do DCE, os estudantes foram consultados sobre essa possibilidade de greve, mas a maioria se manifestou contra a proposta.

Fonte: Jornal O Dia

Investigações da morte do MC Daleste chegam ao fim sem descoberta do culpado

As investigações sobre o assassinato do músico Daniel Pedreira Sena Pelegrine, MC Daleste, chegaram ao fim sem uma conclusão sobre autoria e motivação do crime, segundo revelou reportagem do G1. Daleste foi baleado quando fazia um show em Campinas, em julho de 2013, e não resistiu aos ferimentos. Ninguém foi preso pelo crime.


Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que o inquérito foi relato à Justiça em dezembro de 2015. O caso era tratado sob sigilo e a assessoria não respondeu quantos depoimentos foram colhidos no inquérito. O Departamento de Polícia Judiciária (Deinter-2) afirma que todos es esforços foram feitos para chegar aos culpados. 
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou que os autos foram arquivados em abril deste ano, a pedido do Ministério Público, e permanecerão assim até que "novas provas sejam apresentadas ou ocorra a prescrição".
O pai de Daleste, Rolland Pelegrine, lamentou a falta de resolução. "Como pode uma coisa dessa? A gente fica sem saber o que fazer na verdade. Tenho esperança, a gente fica meio desorientado, a dor é muito forte. Não vai aliviar (o esclarecimento do crime), mas a gente fica no escuro", disse.

Fonte: Correio da Bahia

Maria Flor adota cabelo 'pixie'. Confira:

RIO - Para Maria Flor, atores são carentes e inseguros por natureza. Aos 32 anos, ela diz ter aprendido a lidar melhor com a ansiedade que cerca a profissão desde que dirigiu a série “Só garotas”, exibida em 2014 pelo Multishow. De volta às novelas em “A lei do amor”, a substituta de “Velho Chico”, com estreia prevista para outubro, na Globo, ela quer entrar no set mais relaxada, assim como fez quando atuou em “O rebu” (2014) e “Sete vidas” (2015), seus trabalhos mais recentes:
— Passei a sofrer menos. Antes, acabava uma cena e ficava olhando para o diretor para saber se tinha sido bom. Descobri que não preciso ficar nessa insegurança. Se ele não falou nada é porque está O.k.
Maria Flor diz que a experiência como diretora fez dela uma atriz mais colaborativa e que passou a entender o funcionamento das coisas como um todo:
— Não adianta ser um ator chato, que reclama por ter que esperar, por exemplo.

Sócia de sua mãe, a roteirista e diretora Marcia Leite, na produtora Fina Flor Filmes, a atriz está envolvida em vários projetos, além da nova novela, escrita por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari.
Na semana passada, ela lançou um crowdfunding para viabilizar o roteiro do filme “DOAMOR”. O longa vai encerrar a história de Lulu (papel da própria Maria Flor), protagonista da série homônima — e cultuada por fãs na internet —, que teve duas temporadas exibidas pelo Multishow.
— A gente teve essa ideia do filme para fechar a história. Os fãs pediam muito por esse desfecho. Mas estamos produzindo outras coisas e não tínhamos como parar e escrever esse roteiro do filme — explica.
Maria Flor também vem trabalhando no documentário “Nômades”. Dirigida por ela, a produção mostra o processo criativo da peça homônima estrelada por Mariana Lima, Andrea Beltrão e Malu Galli. Com exibição garantida pela GloboNews, o documentário está sendo montado por Jordana Berg.










— As atrizes me deixaram filmar o processo de criação do espetáculo, mas eu não pude levar ninguém. Tive que fazer a câmera e o áudio sozinha, para não interferir muito.

‘Estamos vivendo um momento radical de colocação, com muitas questões feministas sendo discutidas atualmente. Posso ter o cabelo que eu quiser’ - MARIA FLOR sobre seu novo visual

Produtora das séries “DOAMOR” e “Só garotas”, a Fina Flor também está por trás de uma nova temporada do “Em família, com Isabel Salgado”, para o canal +Globosat, e do “Cena Londres”. Este último programa, sobre bandas que estão despontando no panorama musical britânico, tem sua terceira temporada exibida atualmente pelo canal Bis, todas as sextas, às 19h.
— Eu dou opinião nos projetos da produtora, mesmo os que não dirijo — afirma.

Apesar de ter tido experiências como diretora, ela garante que cumpre apenas seu papel quando trabalha como atriz:
— Adoro ir para o set e ter a liberdade de ser só atriz. Mas, no fim das contas, o nosso trabalho é solitário. É você quem vai para casa pensar e decorar o texto. Como diretora eu posso estar no set orquestrando um trabalho todo. Isso para mim é um frisson, uma excitação.

Maria Flor ainda está em fase de preparação para viver a Clara de “A lei do amor”. Ela contou com a ajuda do preparador argentino Eduardo Milewicz, que trabalhou com o elenco da produção. Sua personagem é uma DJ descolada que divide um apartamento com amigos na Rua Augusta, em São Paulo.
A atriz começa a gravar em julho e tosou o cabelo para o papel. Ela diz que nunca teve os fios tão curtos. Após superar o choque inicial ao se ver sem cachos, conta ter ganhando força por causa do corte “joãozinho’’.
— Experimentei o poder de não ter mais cabelo. Foi uma experiência libertadora — diz ela, que acabou entrando em contato com o preconceito e a falta de educação alheia por conta do visual: — Algumas pessoas me olham um pouco torto agora. Outro dia, uma menina me disse no salão: “Você era tão bonita”. Mas estamos vivendo um momento radical de colocação, com muitas questões feministas sendo discutidas atualmente. Posso ter o cabelo que eu quiser.
Nestes últimos anos, Maria Flor tem se dividido entre os trabalhos como atriz em novelas, filmes e séries, e outros projetos mais pessoais. Ela estreou em 2003 na TV, em “Malhação”, logo depois de protagonizar “O diabo a quatro”, de Alice Andrade, seu primeiro longa. Esteve em novelas como “Belíssima” (2005) e fez o papel-título na série “Aline” (2008-2011), inspirada nos quadrinhos de Adão Iturrusgarai.
No cinema, foi dirigida por nomes como Jorge Durán (em “Proibido proibir”, de 2006), Laís Bodansky (“Chega de saudade”, de 2008), Fernando Meirelles (“360”, de 2011), e Cao Hamburger (“Xingu”, de 2012). Mas diz não ter predileção por nenhum tipo de trabalho. E tampouco torce o nariz para as novelas.
— Adoro fazer. Todos os nossos atores mais célebres estão na TV. Onde mais teria dividido camarim com a Cleyde Yáconis (1923-2013)?

REENCONTRO COM VERA HOLTZ
Na nova trama das 21h, Maria Flor volta a trabalhar com a amiga Vera Holtz, com quem já atuou em outras três novelas. A personagem da atriz será filha da dona de um posto de gasolina — papel de Claudia Raia — onde os frentistas trabalham sem camisa:

Fonte: O Globo
Obs.: as pessoas costumam chamar os cabelos curtos femininos de 'Joãozinho', mas o nome certo é "pixie". Só analfabeto chama de Joãozinho. Se procede? Demais.

Onde está a atriz Cibele Larrama?

Nascida em Belém como Ana Cibele de Andrade Larrama, em 5 de abril de 1969, está em atividade na televisão desde 1992, quando figurou na minissérie As Noivas de Copacabana, protagonizada por Miguel Falabella, que era o vilão da história.
Seu primeiro papel de destaque se deu em Mulheres de Areia, onde interpretou Luzia, que nutria uma paixão por Alaôr. No ano seguinte, atuou na novela A Viagem, exibida em 1994. Fez uma novela no SBT, Pérola Negra, exibida em 1999. Anos depois, voltou à Globo, onde atuou em Cobras e Lagartos, exibida em 2006. Seu último trabalho na emissora foi Beleza Pura, de 2008.
Atualmente é contratada da Rede Record, onde fez as minisséries Sansão e Dalila (2011) e Rei Davi (2012) e a série Milagres de Jesus (2014), seu último trabalho até agora.
É casada com o ator e diretor Manitou Felipe desde 1998, e com ele teve dois filhos.
Cibele está no ar novamente pelo canal fechado Viva com a novela 'Mulheres de Areia' desde 29 de fevereiro deste ano.

Cibele no grande sucesso 'A Viagem' (1994)
Cibele em 'Mulheres de Areia' (1993)
Cibele em Pérola Negra (1999)

Cauã Reymond interpreta travesti em clipe de sobrinha da atriz Cláudia Ohana, Bárbara Ohana

O clipe de Bárbara Ohana se chama 'Your Armies', e nele, Cauã Reymond aparece irreconhecível na pele da travesti Clara. Na história, a sua personagem foi agredida por um homem e resolveu se vingar.
As informações são do site EGO. Veja as fotos de algumas cenas: