quinta-feira, 11 de agosto de 2016

'Tem fofoqueiro que vive da mentira', diz Mamma Bruschetta


Os integrantes do programa Fofocando, do SBT, entre eles Mamma Bruschetta, Leão Lobo foram entrevistados por Danilo Gentili para o The Noite que vai ao ar nesta quinta, 11.
"Não sou nenhuma expert no assunto, mas gosto do que faço. Tem um monte de gente que faz fofoca bem, mas tem fofoqueiro que vive da mentira, da fofoca enganosa", declarou Mamma, cujo programa vai ao ar no mesmo horário que A Hora da Venenosa, quadro do Balanço Geral apresentado por Fabíola Reipert. "Eu sei de segredos tão cabeludos... Mas eu não falo. Pra quê? Só pra destruir a vida de uma pessoa? Pra ser famosa?", complementa.
Os dois apresentadores, que são amigos há mais de 35 anos, também falarão sobre como começaram neste mundo, como fazem para conseguir informações, e sobre suas idas para o SBT.
"Uma vez eu estava em uma padaria e uma moça bonita pediu para ser minha pulguinha. Fofoca por até derrubar governo", conta Leão, ressaltando a importância de seu trabalho.
O Homem do Saco, outro participante do programa, também participará da entrevista.

Fonte: Portal A Tarde

Filha de Obama é vista fumando maconha no Lollapalooza, diz site


O que era para ser um simples dia de descontração na vida de Malia Obama, filha de Barack Obama, acabou virando uma pequena dor de cabeça para a garota.
Ela foi ao festival Lollapalooza, em Chicago (Illinois), no mês passado e sua tentativa de curtir o dia como uma pessoa 'normal', mas acabou chamando a atenção de quem estava por perto. Além de ser filmada dançando twerk, Malia agora aparece em novo vídeo fumando um 'cigarro suspeito'.
De acordo com o site RadarOnline, uma fonte confirmou que o cigarro que a filha do presidente dos Estados Unidos fuma no vídeo é de maconha.
Embora chame a atenção, vale frisar que Malia não cometeu nenhum ato ilícito, já que o porte de maconha, em pequenas quantidades, é descriminalizado no Estado de Illinois.

Fonte: Portal A Tarde

Ao vivo, Sandra Annenberg pede para marido passar protetor solar


Quem assistia a cobertura dos Jogos Olímpicos 2016 na tarde desta quinta-feira, 11, na Globo, acompanhou um momento fofo. Sandra Anenberg, que apresentava o noticiário do estúdio, falou com seu marido e repórter Ernesto Paglia ao vivo e pediu que ele passasse protetor solar.
Paglia estava fazendo uma externa, cobrindo uma prova de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas, e falou: "Quem voltou com tudo foi o rei sol, reinando maravilhosamente bem sobre a lagoa Rodrigo de Freitas, onde fica o estádio de remeo. E nós estamos vendo, debaixo de sol, várias medalhas de ouro brilhando".
No estúdio, Sandra respondeu: "Belo refresco pulando na lagoa, mas todo mundo com protetor solar aí, viu?". Sandra e Ernesto são casados há 21 anos e têm uma filha, Elisa, de 12 anos.
Nas redes sociais, muitos fãs elogiaram a atitude da jornalista.

Fonte: Portal A Tarde

Atores Que Morreram: Guilherme Karan

Agora ele pode ser visto na novela Meu Bem Meu Mal, que está no ar desde 21 de março no canal pago Viva. Na trama, ele se destacou como o mordomo Porfírio, que trabalhava na casa de Dom Lázaro Venturini (Lima Duarte). Era empenhado em conquistar Magda (Vera Zimmermann), uma das amigas da neta de Dom Lázaro (Vitória - Lisandra Souto) e a quem sempre chamava de 'divina'. Divina Magda.

Guilherme Karan caracterizado como Porfírio em Meu Bem, Meu Mal, ao lado de Vera Zimmermann, como a Divina Magda

Nem sempre ele aparecia, mas quando aparecia dava um show! Meu Bem, Meu Mal foi exibida de 29 de maio de 1990 até 18 de maio de 1991 na Globo.

Guilherme Karan como o mecânico Raposão (O Clone)
Biografia e Profissão
Batizado com o nome Guilherme Pontes Karam, nasceu em 8 de outubro de 1957 na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Era filho de Lydiane Pontes e Alfredo Karam, Ministro e almirante da Marinha. Sua grande vontade sempre foi atuar, e sendo assim, estreou no cinema em 1978 com o filme O Grande Desbum. Tendo feito 14 filmes, se destacou em Super Xuxa contra Baixo Astral, de 1988, encarnando o vilão Baixo Astral, aterrorizando as crianças. É conhecido também por participar das duas sequências de Xuxa e Os Duendes como o vilão Gorgom.
Na TV, estreou na Rede Globo em Partido Alto (novela das oito de 1984) como Políbio, guru da antagonista Gilda (Susana Vieira). Após o fim da trama, se mudou para a extinta Rede Manchete e entrou em cena com as novelas Tudo ou Nada (1986) e Carmem (1988), fazendo também uma rápida participação em Dona Beija (1986), retornando para a Globo no humorístico TV Pirata, que durou de 1988 à 1992. Engatou outro sucesso: o mordomo Porfírio Tavares de Meu Bem, Meu Mal, em 1990. Dois anos depois, se prepara para gravar Perigosas Peruas, de 1992, interpretando o ambicioso Hector Torremolinos. Fez sucesso em 1995 com o rockeiro Adalberto/Bebeto à Jato, no folhetim Explode Coração. Ficou 3 anos fora, voltando apenas em 1998 com a minissérie Hilda Furação e o remake de Pecado Capital, ficando mais 3 anos distante da TV e retornando em 2001 com o sucesso 'O Clone', dando vida ao vigarista e estelionatário Raposão. Quatro anos mais tarde, volta em América, encarnando o cubano Geraldito, seu último trabalho na TV.

Em 1998, na novela Pecado Capital
Em 1995, na novela Explode Coração, como o rockeiro Bebeto à jato
Em 2005 na novela América, como o cubano Geraldito
Foto do ator ao lado de Maitê Proença nos bastidores de Dona Beija (1986)
Meu Bem, Meu Mal (1990)
Guilherme Karan e Susana Vieira em 'Partido Alto'
Drama
Tudo começou em 2005, quando estava na novela América. Nesse ano, o ator começou a sentir os sintomas da rara síndrome de Machado-Joseph, conhecida também como 'ataxia espinocerebelar tipo 3'. Karan foi perdendo aos poucos o equilíbrio e a coordenação motora, sendo forçado à usar uma cadeira de rodas para se locomover, se afastando assim dos palcos e da televisão. Seu pai disse que ele herdou a doença da mãe, que morreu com essa mesma anomalia genética. Ele ainda teve mais três irmãos e os três também apresentaram com a mesma doença. Dois morreram.
Em 2014, saiu a notícia de que Guilherme Karan começou a ter dificuldade para falar e comer, tendo que se alimentar pelo estômago.

Morte
Morreu no Hospital Naval Marcílio Dias em 7 de julho deste ano enquanto se tratava da doença que avançava ao longo dos anos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Curiosidades
_ Foi um dos poucos atores que não se relacionou com outros famosos. Sua esposa se chama Betina Callado, bibliotecária aposentada. Tiveram um filho, Gustavo, que hoje está com 18 anos.
_ Era amigo íntimo da novelista Glória Perez, com quem fez grande parte de seus trabalhos, chegando inclusive à atender os telefonemas que ela recebia.
_ Ele já deu aulas de inglês e estudou arquitetura antes de ser ator.
_ Morou durante 3 anos na Inglaterra.
_ Ele achava que ser um galã era um tédio.
_ Mesmo a doença comprometendo sua fala e sua locomoção, continuou lúcido até o último dia de sua vida.
_ Os telespectadores jamais se esqueceram de Zeca Bordoada, seu personagem na TV Pirata, que dentro do programa comandava o TV Macho, uma paródia da TV Mulher. Seu personagem urinava em pé no palco, falava aos berros, andava armado e seus bordões mais famosos eram "eu sou é muito macho!" e "a gente come abelha porque mel é coisa de afrescalhado".

Betina e Gustavo

Glória Perez era sua amiga íntima. Atuou em Carmem (Manchete), Explode Coração, Pecado Capital, O Clone e América, todas de sua autoria.

2014: "Escrevi para continuar vivendo", afirma Glória Perez sobre a volta ao trabalho após o assassinato da filha

Hoje, a filha de uma das melhores autoras de novelas completaria 46 anos! Daniela Perez, filha de Glória Perez, nasceu em 11 de agosto de 1970 no Rio de Janeiro-RJ. Filha da autora com o engenheiro Luiz Carlos Saupiquet Perez, foi a primeira filha do casal, que teve Rodrigo (1972) e Rafael (1977-2002).
Começou sua vida artística aos cinco anos, ensaiando seus primeiros passos na dança. Era chamada pelos amigos de Dany. Sua primeira novela foi Kananga do Japão, interpretando Eduarda, uma dançarina de Tango. Foi convidada pela Rede Globo para integrar o elenco da novela das seis Barriga de Aluguel, de 1990, assinada por sua mãe. Logo após, foi convidada para viver Yara, irmã da protagonista Stella, vivida por Glória Pires.
Sua última novela foi De Corpo e Alma, também escrita por Glória, na qual viveu Yasmin, irmã da protagonista vivida por Cristiana Oliveira, Paloma. Sua personagem era admirada pelo gótico Reginaldo, vivido por Eri Johnson, que a seguia em todos os lugares. Foi brutalmente assassinada por seu colega de elenco, Guilherme de Pádua, que vivia Ubirajara/Bira, seu par romântico no folhetim.

Daniella Perez ao lado da mãe
Após o assassinato da filha, Glória ficou 15 dias sem escrever os outros capítulos, passando a responsabilidade para Gilberto Braga e Leonor Bassères, que deram uma solução para o desaparecimento dos personagens. Eles escreveram que Yasmin viajou para estudar fora, já que a personagem era dançarina. Já o personagem Bira simplesmente deixou de existir.
Em 27 de abril de 2014, o jornal Extra (da Globo.com) publicou a entrevista de Glória Perez, onde ela fala também sobre o porque da decisão de continuar escrevendo novelas. Leia:

Você se considera uma autora ousada?
Em termos de novela, minha vida foi de audácias. “Barriga de aluguel” ficou seis anos engavetada. Tenho uma boa antena. E não saio caçando coisas, apenas presto atenção no que está à minha volta. É engraçado que essas coisas de “ficção científica” nasceram sempre do meu interesse por matérias jornalísticas.

Você já declarou que as pessoas podem amar ou odiar suas novelas, contanto que não sejam indiferentes.
A novela é feita para mobilizar o público, a indiferença é mortal. Hoje você vê novelas que marcaram muito, como por exemplo “A viagem” (1994). O que falavam na época? Será que criticavam? Ninguém lembra, o que fica é aquilo que emociona. Se você lembra é porque marcou. Daqui a 20 anos todo mundo vai lembrar de “Esse cara sou eu”, trilha do Theo (Rodrigo Lombardi). E também do cigano Igor (Ricardo Macchi), de “Explode coração”. Ele deu certo? Deu! Tem um acerto aí, né?

Janete Clair dizia que “não tinha medo de tocar na corda da emoção”. Você também não?
O que nos aproximou foi o despudor, ela mesma dizia. O despudor é mais do que necessário para o autor, é tudo. Se não tiver isso, ele vai ficar repetindo fórmula. Eu tinha essa audácia, aprofundei com ela, e ela me ensinou técnicas, o que fazer com essa capacidade.

Suas novelas têm sempre um núcleo mais popular. É também uma marca sua?
Minhas novelas sempre têm a gafieira porque é algo lindo da nossa cultura e dou minha contribuição para que isso não se perca. E tudo depende da forma como você vê o mundo, né? Para mim, o mundo é essa mistura, o Rio de Janeiro é isso. Há um tempo você não ouvia ritmos como o samba na Zona Sul, apenas música americana e bossa nova, parece que estava no estrangeiro.

E seus bordões, Gloria? De onde eles vêm?
Surgem desse caldo de imaginação. De repente, a personagem diz algo e aquilo pega. Quando o Piscinão de Ramos foi inaugurado, eu comecei a ver nos jornais fotos e fotos de personalidades por lá. Aí, pensei: “Cada mergulho é um flash”. E virou o bordão da Odete (Mara Manzan) em “O clone”.

Glória Perez escreve em pé em decorrência de um problema de coluna
O hábito de escrever sozinha veio da Janete?
Antigamente, todos escreviam sozinhos. A própria Janete só teve a mim de colaborador porque estava doente. Era mais fácil escrever? Sim, lógico, porque as novelas tinham 40-45 minutos no ar e menos capítulos. Outro dia, vi um capítulo de “Amor à vida” com uma hora. Duzentos capítulos de uma hora é uma saga! Antes, só havia um autor e um diretor que tinha um assistente. Tinha uma marca de autoria que é bacana também, mas esse modelo muito extenso acaba tornando inviável.

E por que você continua sem colaboradores?
Querida, acho admirável quem escreve em conjunto. Não seria capaz de escrever com equipe, morreria de angústia, teria um AVC. Tem que ser maestro para orquestrar tanta gente. Mas, veja bem, escrever sozinha só quer dizer solitária. Estou de olhos e ouvidos abertos para tudo à minha volta. Eu tinha um produtor que amava, o Madureira, daquele tipo de pessoa que tem a capacidade de se antenar com a maioria, sabe? Essas pessoas são os melhores analistas. Pode ser um porteiro, uma costureira...

Como foi a dupla com Aguinaldo Silva em “Partido alto"?
Aquilo foi uma maluquice da casa. A gente se conheceu no elevador. E o que pegou é que nossos métodos são diferentes. Admiro muito o Aguinaldo, um autor cheio de imaginação, mas ele é do tipo que gosta de saber o que vai acontecer com o personagem dali a 15 dias, e eu não sei e não quero saber. Acabo um capítulo sem saber como será o outro.

E os imprevistos?
O autor precisa ter jogo de cintura, porque é um trabalho longo, de meses e meses no ar. As pessoas adoecem, o equipamento quebra, chove... E o capítulo precisa ser reformulado. Em “O clone”, tem um bom exemplo: na cena clímax da história, a Mel (Débora Falabella), que era dependente química, ia ser internada e tinha uma longa conversa com a família, em que se despejavam mágoas e sentimentos. Um capítulo lindo, cheio de cenas emocionantes. A atriz ficou doente e foi internada. Como fizemos? Trucando. Com a irmã dela gritando no quarto e sendo carregada. Esses diálogos dançaram, outros entraram no lugar. Em “Explode coração”, truquei também. Como não podia dar grandes falas para o Ricardo Macchi (Igor), a Laura Cardoso (a também cigana Soraya) falava por ele, descrevia tudo o que ele estava sentindo.

De onde você tirou forças para voltar a escrever após a morte de sua filha, Daniella Perez? (A atriz foi assassinada pelo colega de elenco Guilherme de Pádua, durante as gravações de “De corpo e alma", em 1992).
Eu não voltei no dia seguinte, mas 15 dias depois. Voltei a escrever para continuar vivendo. Quando isso aconteceu, eu me lembrei da lição de um professor por quem eu tinha muito afeto. Ele foi preso e torturado na época da ditadura e dizia para a gente que nessas situações ou você enlouquece ou mantém um pé na realidade. O pé na realidade dele era uma caixa de fósforos que havia na cela. Todo dia ele contava os palitos, e esse era o seu vínculo com o mundo real. Fiz dos capítulos a minha caixa de fósforos. Ou me acabava ou me mantinha em pé. E tinha que ficar em pé. Terminei a novela de qualquer jeito, com esse vínculo de escrever o capítulo e sair correndo atrás de testemunha, de tudo que tinha que resolver nesse caso. Escrevi pela técnica, a cabeça não estava lá. Sei lá como, Deus sabe. Porque senão eu ia bater a cabeça na parede e aquilo me prendia ao real, no cotidiano.

Em “Caminho das Índias”, você descobriu um câncer na tireoide. Como fez?
Como eu fiz? Escrevia na cadeira da quimioterapia. Às vezes, a gente fica enfraquecida. Mas levava o computador porque tinha que escrever o capítulo, o que também era um estímulo para me manter fortalecida.

“Barriga de aluguel" foi reprisada no Viva. Você vê tramas antigas?
Nesse caso, eu vi e fiquei muito orgulhosa de constatar como a novela é moderna. Eu até me preparei para sentir alguma defasagem, mas, não fosse pela qualidade da imagem, poderia ser exibida hoje tranquilamente.

Gostaria de ver algum remake de obra sua?
Não. Gostaria é de poder vê-las com melhor qualidade.

Pensa em se aposentar?
Só penso em me aposentar quando eu morrer. É uma profissão que tem essa vantagem, depende da sua imaginação e do seu cérebro, e não do seu físico.

Glória Perez homenageia sua filha, Daniela Perez, que faria 46 anos hoje!

Glória Perez usou seu perfil no Instagram para relembrar o aniversário de sua filha, Daniela Perez, que iria completar 46 anos nesta quinta-feira. Ela postou o cartão que anunciou o nascimento da atriz - "É menina!" - e uma foto da jovem.
"Mais um 11 de agosto... Pra sempre é muito tempo, Dany!"


Glória foi assassinada no dia 28 de dezembro de 1992 a golpes de tesoura, aos 22 anos, pelo agora ex-ator Guilherme de Pádua, seu colega de elenco e par romântico na novela De Corpo e Alma. Ele não agiu sozinho. Estava com Paula Nogueira, que era casada com ele na época. Os dois foram condenados a 18 anos de prisão, cumprindo apenas sete.

Por onde anda o ator Hugo Gross?

Hugo Gross nasceu em 1964 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no dia 13 de fevereiro. Pode ser visto agora na novela 'Meu Bem, Meu Mal', no ar pelo Canal Viva, onde interpretou Zé Guilherme. Na trama, seu personagem é apaixonado por Fernanda (Lídia Brondi) e melhor amigo de João Emanuel (Edson Fieschi).


Sua primeira novela foi Pão Pão, Beijo Beijo, novela das seis de 1983. Conseguiu muitos trabalhos no decorrer dos anos, como Amor com Amor Se Paga, de Ivani Ribeiro; Bambolê (1987); De Corpo e Alma (1992); Quatro Por Quatro (1994); Coração de Estudante (2002) e O Profeta (2006). Seu último trabalho até agora foi Aquele Beijo (2011).

O ator durante a estréia de Aquele Beijo
Hugo Gross em cena de 'Meu Bem, Meu Mal'. Foto: Viva Play
Nesses 33 anos de profissão, atuou em 19 novelas, 3 temporadas de Malhação e uma minissérie (Teresa Batista). Não fez filmes.
Longe da televisão desde 2011, no ano passado enfrentou a sua mãe, Maria José e sua irmã, Cláudia, na justiça. Ele foi denunciado pela irmã em 2013 por ter roubado dinheiro da mãe para pagar suas dívidas com traficantes e prostitutas. Além dessa acusação, Cláudia alega que ele tenha feito ameaças à família e várias outras tretas. Na época, a irmã disse que faria mais uma denúncia contra o ator, mas dessa vez por falsidade ideológica e estelionato. Segundo ela, Hugo falsificou a sua assinatura 80 vezes para se livrar de multas de seu carro, além de ter falsificado a assinatura da mãe para vender o apartamento dela.
Maria José também acusou o filho de agressão. Ele negou.

"Enquanto caçam Pokemon, eu caço macho", diz Mulher Melão


Parece que Mulher Melão não cansa de causar nas redes sociais. Desta vez, a modelo resolveu soltar mais uma de suas pérolas em uma foto postada no Instagram, nesta quarta-feira, 10. Na publicação, a funkeira aparece usando um look sensual.
Na legenda, ela escreveu "Enquanto caçam Pokemon, eu caço macho!", fazendo referência ao aplicativo 'Pokémon Go', jogo de realidade aumentada que chegou ao Brasil na semana passada.
No mês passado, Mulher Melão lançou seu mais novo trabalho que recebeu o título de "Destruidora". Recentemente, a modelo disse que pretende aumentar o tamanho dos seios: "Já está na hora de trocar, Vou ter um colo mais bonito".


Japonês é bi olímpico na ginástica; Brasil fica em 9º e 17º

Sérgio Sasaki ficou no 9º lugar no individual geral de ginástica masculina
O ginasta japonês Kohei Uchumura confirmou nesta quarta-feira, 10, seu domínio absoluto na ginástica artística mundial, com a medalha de ouro no individual geral. Os brasileiros Sérgio Sasaki e Arthur Nory ficaram em nono e 17º lugares respectivamente.
Com 89,198 pontos, Sasaki conseguiu melhorar sua posição em relação aos Jogos Olímpicos de Londres, quando havia ficado em décimo lugar. Em sua primeira olimpíada, Nory comemorou o resultado ao participar da disputa final olímpica individual.
A final masculina foi emocionante até o último aparelho. Campeão olímpico em Londres e invencível nos últimos sete anos, Uchumura chegou a ter o reinado ameaçado pelo ucraniano Oleg Verniaiev. Mas por menos de um décimo - 92,365 contra 92,266 -, o japonês se manteve no topo. O britânico Max Whitlock ficou com o bronze.

Fonte: Portal A Tarde

Baiano Robenilson de Jesus estreia com vitória no boxe


Em decisão dividida (2 rounds a 1), o pugilista baiano Robenilson de Jesus, de 28 anos, venceu na tarde desta quarta-feira, 10, o argelino Fahem Hammachi, 24, na categoria peso galo, até 56 quilos, nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Com a vitória, Robenilson passa para as oitavas de final da categoria e enfrenta, no domingo, 14, às 12h15 (horário de Brasília), o norte-americano Shakur Stevenson.
Mais agressivo, Robenilson lutou melhor o primeiro round. Em desvantagem, o argelino mostrou mais intensidade no segundo assalto. Mostrando mais tranquilidade, o brasileiro foi melhor último round e venceu a luta.

Fonte: Portal A Tarde

Brasil fica em último no trampolim, e Luiz Outerelo chora por erro em salto


Globo Esporte - “É difícil a gente treinar quatro anos para um momento que dura um segundo”, desabafou Luiz Felipe Outerelo, com olhos marejados, na saída da piscina (com água ainda verde) do Centro Aquático Maria Lenk após a prova de trampolim de 3m sincronizado, em parceria com Ian Matos. Os saltos ornamentais, definitivamente, são cruéis. E qualquer deslize pode resultar em um grande erro e prejudicar o resultado final. Foi o que sentiu na pele o jovem carioca de 25 anos nesta quarta-feira na estreia da dupla em Jogos Olímpicos.
No segundo da série de seis saltos, o atleta se atrapalhou na saída e não conseguiu esticar as pernas corretamente no ar, o que prejudicou consideravelmente a sincronização (veja o vídeo).Os árbitros deram 28.80 para o salto, nota considerada muito baixa. No fim, os brasileiros ficaram com o oitavo e último lugar, com 332.21 pontos. O resultado não foi uma surpresa, pois o Brasil havia garantido vaga na final por ser país sede da Rio 2016 e não tem a mesma tradição das demais superpotências que competiram. Na saída da piscina, Outerelo não conteve a emoção. Com os olhos cheios de lágrima, revelou ter ficado abalado após erro, disse que disputou o restante da prova chorando e agradeceu o apoio que recebeu do parceiro e dos torcedores, amigos e familiares nas arquibancadas, que aplaudiram os atletas apesar do resultado.


- Eu tive um problema em meu pulo para a ponta e infelizmente não tinha condições de fazer meu salto no ar. Fiz o que pude. Fiquei extremamente abalado na hora. Não parava de chorar um segundo. Se não fosse o Ian, minha técnica, a torcida, eu não teria chegado ao fim da prova. A torcida só ajudou. No momento que a gente estava bem, eles ajudaram. No momento que eu fui mal, eles me colocaram para cima. E depois de todo o resultado, mesmo assim me acolheram - desabafou Luiz Felipe Outerelo.

Luiz Felipe Ouretelo

O paraense Ian Matos, de 27 anos, fez boa prova e buscou dar apoio ao companheiro de equipe:
- Hoje eu estava em um dia muito bom. Desde que acordei eu falava com ele que estava bem, que a gente ia saltar bem. Na última competição, na Itália, aconteceu o contrário. Eu estava muito nervoso, ele que me ajudou. Sei o quanto um salto pode atrapalhar. Quando a gente erra o salto, a gente tem duas reações. Ou a gente vai para cima, ou a gente se rende. E eu sabia que o Luiz não ia deixar isso acontecer. Eu sabia que tinha que me manter firme, porque se eu me desesperasse não ia ser bom para ninguém. Não deixei o salto dele me abalar. Somos uma dupla. O que acontece com ele reflete em mim também. Tive que me manter forte por mim e por ele.
O ouro ficou com a dupla da Grã-Bretanha, Jack Laugher e Chris Mears (454.32), atuais campeões europeus e terceiros colocados no Mundial de 2015. Foi a primeira prova na Rio 2016 que não teve vitória de duplas da China. Superpotência da modalidade, o país asiático foi representado pela dupla Yuan Cao e Kai Qin, e não ficou sequer com a prata, que coube aos americanos Sam Dorman e Mike Hixon (450.21). Os chineses tiveram que se contentar com o bronze (443.70).

Confira a programação dos Saltos Ornamentais da Rio 2016:
10/08 - Sincronizado Trampolim 3m masculino - Final (Ian Matos e Luiz Felipe Outerelo) - 8º 
12/08 - Trampolim 3m feminino - Preliminar (Juliana Veloso)
13/08 - Trampolim 3m feminino - Semifinal 
14/08 - Trampolim 3m feminino - Final 
15/08 - Trampolim 3m masculino - Preliminar (César Castro)
16/08 - Trampolim 3m masculino - Semifinal e Final 
17/08 - Plataforma 10m feminino - Preliminar (Ingrid Oliveira)
18/08 - Plataforma 10m feminino - Semifinal e Final 
19/08 - Plataforma 10m masculino - Preliminar (Hugo Parisi)
20/08 - Plataforma 10m masculino - Semifinal e Final