terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cristina Pereira, a Fedora de “Sassaricando”, entra em “Haja Coração”


Durante a escalação de elenco de “Haja Coração”, no ano passado, tornou-se público o desejo do autor Daniel Ortizde contar com Cristina Pereira no elenco da trama. A atriz, então contratada da Record, foi a Fedora da versão original de “Sassaricando”, nos anos 80.
Pedido atendido. Cristina acaba de começar a graver as cenas de sua participação na trama, que será na pele deSafira Abdala, prima da falecida Teodora, mãe de Fedora, vivida por Tatá Werneck.
Nesta segunda (15), Cristina apareceu caracterizada para a personagem, com ares de perua como a personagem de Tatá. A sintonia entre as duas, alias, parece ser ótima, já que ambas já trocaram elogios publicamente.

Fonte: Jornal do Brasil

Francês que ficou com prata no salto com vara chora durante hino do Brasil

O francês Renaud Lavillenie voltou a chamar atenção e virar assunto nas redes sociais na noite desta terça-feira (16), durante entrega das medalhas da prova do salto com vara. O brasileiro Thiago Braz recebeu sua medalha de ouro, enquanto o francês ficou com a prata. Completou o pódio o americano Sam Kendricks.


Vaiado pela maior parte do público no Engenhão, o francês chegou a ser aplaudido ao subir no pódio. Quando Lavillenie teve nome anunciado, houve uma manifestação da maior parte da torcida brasileira. Thiago Braz então pediu aplausos para o vice-campeão, sendo atendido. Durante a execução do hino brasileiro, chamou atenção uma cena curiosa: o francês chorou.
Na foto oficial dos três medalhistas, Lavillenie é o único que aparece sério, ao lado dos sorridentes Braz e Kendricks. Brasileiro e francês não são amigos. "Na realidade ele nem fala comigo atualmente, faz um ano e meio que ele não fala direito comigo. Não sei o que aconteceu entre a gente. Sempre tentei criar esse ambiente de amizade com ele, de ser amigo, estar junto. Mas depois que mudei de treinador, houve alguma coisa, não sei se chegou alguma informação desencontrada que eu estava contra ele ou não estava, que não caiu bem. Só que isso não saiu de dentro de mim. Já o americano me deu um abraço. Gosto dele", disse Thiago ontem. Já Lavillenie afirmou que não está no esporte para "fazer amigos".


Recordista mundial, o francês defendia o título olímpico de Londres-2012 e reclamou muito da torcida brasileira durante a final. Ele chegou a comparar a reação hostil do público às vaias recebidas pelo americano Jesse Owens, negro, durante os Jogos na Alemanha nazista, em 1936. Depois, ele pediu desculpa pela declaração, mas manteve a crítica ao comportamento dos brasileiros pelas vaias que recebeu na final.

Fonte: Correio da Bahia

Atores Que Sumiram! - Cacá Carvalho

Carlos Augusto Carvalho Pereira, ou simplesmente Cacá Carvalho, ficou conhecido ao encarnar Jamanta (Ariovaldo da Silva), um portador de deficiência mental e muito atrapalhado, nas novelas Torre de Babel (1998) e Belíssima (2005).
Nasceu em Belém no dia 24 de abril de 1953. Atuou na televisão pela primeira vez em 1993, aos 40 anos, na novela Renascer. Ficou fora das telas até 1998, quando esteve em Torre de Babel. Em 2000 participou da minissérie A Muralha, e sete anos depois de 'Torre', reviveu Jamanta em Belíssima. No cinema, fez apenas 4 filmes: Jogo Duro (1985), Exu-Piá (1987), Lendas Amazônicas (1998) e Outras Estórias (1999).

Cacá Carvalho como Jamanta
Atualmente se dedica ao teatro. Sua última peça divulgada se chama 2 X 2 = 5 - O Homem do Subsolo. Ele se divide entre Brasil e Itália por conta de suas peças.
Cacá disse em entrevista para Patrícia Kogut (site da globo.com) que nunca mais recebeu convite para trabalhar na televisão, e que não reviveria mais o Jamanta. "Água passada. Já fiz isso uma vez. Tenho que alimentar outros personagens."
Torre de Babel foi uma de várias novelas da Globo que nunca foi reprisada antes, tendo sua reexibição marcada para 10 de outubro deste ano, substituindo Meu Bem, Meu Mal no horário das 14h30.

Famosos Que Partiram - Monique Alves

Monique Alves Frankenhuis nasceu em 7 de agosto de 1962 no Rio de Janeiro-RJ. Atuou pela primeira vez em Sétimo Sentido, em 1982, na Globo. Fez outros trabalhos na TV, como Partido Alto (1984) e Meu Bem, Meu Mal (1990), sendo esta sua última novela.

Monique Alves em cena da novela Meu Bem, Meu Mal. (Viva Play)
Monique Alves em Meu Bem, Meu Mal (1990). Viva Play
Foi casada com o diretor Dennis Carvalho e com ele teve uma filha, Tainá, hoje com 33 anos.
Nos últimos anos lutou pela vida contra a leucemia, mas em 29 de agosto de 1994, aos 32 anos, não resistiu e morreu.
Ela impressionava o público pelo seu talento e pela sua beleza.
Ela pode ser vista na novela Meu Bem, Meu Mal no Canal Viva. A trama está no ar desde 21 de março. Nela, interpretou Luciana, amiga de Bianca (Mila Moreira), com quem divide quarto, e uma das prováveis conquistas do mulherengo e ganancioso Henrique (Thales Pan Chacon). 

Após caso de agressão, Luiza Brunet sensualiza durante banho de espuma


A alegria voltou a reinar no Instagram de Luiza Brunet! Em meio à polêmica envolvendo o caso de agressão que teria sofrido do ex-companheiro, Lírio Parisotto, a atriz decidiu dar um break nas publicações falando sobre a luta enfrentada pelas mulheres contra a violência doméstica e apostou em um clique para lá de sensual.
Na imagem, Luiza aparece tomando um banho de banheira, cheia de espuma. Já na legenda, escreveu em francês: Boa noite, meus amigos!.
Os seguidores da atriz não perderam a chance de comentar o clique da ex-modelo na rede social e mandaram centenas de elogios sobre a beleza de Luiza.

Fonte: EGO

Fabiana Murer é eliminada do salto com vara e recebe xingamentos: 'Pipoqueira'

Não foi dessa vez que Fabiana Murer conseguiu um bom resultado e conquistou a torcida. Na manhã desta terça-feira, ela deu adeus aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro sem acertar nenhuma tentativa no salto com vara e encerrou sua terceira participação em Jogos sem medalhas. Nas redes sociais, alguns internautas não perdoaram criticaram as atuações da brasileira. Nem um foto postada em seu perfil no Instagram em homenagem ao Dia dos Pais foi escapou dos xingamentos. 
"Com todo respeito, Fabiana Murer, você é uma PIPOQUEIRA, uma vergonha para os brasileiros, como acreditar em alguém que tem um dos maiores patrocínios do nosso ciclo olímpico, toda Olimpíada você tem uma desculpa pronta. Pequim roubaram sua vara, Londres estava ventando e agora no RJ, está calor... Pede pra sair!!! Não precisamos de amebas nos representando!! VERGONHA!!!", escreveu um seguidor.


Pelo desempenho, a derrota em casa é mais sentida pela atleta do que as anteriores, quando chegou a perseguir as adversárias. Aos 35 anos, Fabiana havia alcançado a melhor marca da carreira. Ela chegou a liderar o ranking mundial e ostentar o status de quinta melhor corredora do mundo.
Há duas semanas, Murer anunciou a descoberta de uma hérnia cervical durante a reta final de sua preparação para os Jogos do Rio. Antes, ela tinha desistido de competir na Diamond League, em Londres, mas garantiu que estaria bem para disputar as provas em casa. 


"É a minha última Olimpíada, meu último ano, mesmo. Fico contente (pela carreira), fiz o salto com vara aparecer. Vim e tentei fazer o meu máximo. Bati meu recorde sul-americano nesse ano. Sei que fiz uma carreira muito boa. Queria agradecer a todos. Muitos me deram força quando souberam da minha hérnia. Agradeço a todos da parte médica que estiveram comigo".

Fonte: Correio da Bahia

Medalha de bronze, Arthur Nory perde patrocínios por episódio de racismo: 'Todos erram'

Medalhista de bronze nos Jogos do Rio, o ginasta Arthur Nory, de 22 anos, precisou superar polêmicas para conquistar a tão sonhada medalha. Estreante em Jogos Olímpicos, ele deixou de ganhar patrocínios e ainda não sabe como vai se manter apenas com a ajuda de custo que recebe da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).
O motivo para não conseguir trazer as marcas foi um episódio de racismo 2015, contra o também ginasta Ângelo Assumpção. Mesmo com o pedido de desculpas pública, Nory lida com a aversão dos patrocinadores. 
"Todos cometem erros. Eu cometi, mas realmente me arrependi. Sofri muito e me arrependo até hoje, porque estou sem patrocínio, nada. Foi uma fatalidade, o perdão do meu amigo eu já tive. Mesmo sem patrocinador, vim para dar o meu melhor. Vim para fazer o que sonhei a vida inteira, com o que amo. Agora, é comemorar com as pessoas que estão do meu lado, e acreditaram em mim desde o começo", disse ele ao Extra. 


"Nunca tive patrocinador. Sou atleta da Aeronáutica e recebo Bolsa Pódio. Ainda não sei se acaba ou se continua, não me passaram nada", diz o medalhista. 
Nas redes sociais, os internautas também não esquecem e aproveitaram a conquista neste domingo para relembrar o episódio. Já Ângelo Assumpção, afirmou que não tem mágoas de Nory, mas espera que ele seja medalhista também fora do tablado. 
"Não tenho mágoas, de verdade. Inclusive somos muito próximos. Torci muito por ele. Tenho muito orgulho do Nory. Agora eu espero que ele seja um medalhista também fora do tablado. Admiro muito quem conquista um pódio na Olimpíada, mas gosto mais ainda de quem consegue brilhar também fora das competições. Somos atletas e temos que aproveitar o espaço que temos para dar recados e exemplos", afirmou Ângelo ao Uol.

Fonte: Correio da Bahia

Graças à Deus - MC Melody apaga vídeos e anuncia: 'não faço mais falsete nem paródia'

Pelo visto uma nova Melody vai surgir em breve. A MC usou o perfil no Facebook no sábado (13) para anunciar que deletou todos os vídeos que tinha na rede social e que, a partir de agora, ela não vai mais fazer falsetes.


De acordo com a própria funkeira mirim, essa mudança vai proporcionar um rumo diferente a sua carreira. "Excluí 51 vídeos das minhas redes sociais, (que acumulavam) no total 227 milhões de views. A partir de hoje, não faço mais falsete e nem paródia. Desde já, agradeço as pessoas que estão aqui para me apoiar. Aquelas que não estiverem têm o direito de deixar de seguir minhas páginas, pois, daqui pra frente, vai existir uma nova Melody, com trabalhos mais sérios e músicas inéditas. Obrigada, beijos", postou.
Melody, porém, não entrou em detalhes sobre quando o novo material vai ser lançado. Confira o último vídeo que funkeira mirim postou fazendo falsete:

Morre a atriz russa Elke Maravilha, aos 71 anos

Elke estava internada desde o dia 20 de junho na Casa de Saúde Pinheiro Machado, zona sul do Rio de Janeiro-RJ. Ela fez uma cirurgia para tratar uma úlcera, vindo à falecer na manhã de hoje, dia 16.
Ainda não foi divulgado a data e o local do sepultamento. Ela tinha 71 anos.


Vida e carreira
Nascida Elke Georgievna Grunnupp em 22 de fevereiro de 1945, na Rússia, veio para o Brasil com a família com 6 anos de idade, fugindo de perseguições políticas do stalinismo soviético. Seus pais, o russo George e a alemã Liezelotte, mais os três filhos do casal, foram privados da cidadania russa.
Morou no Rio de Janeiro, trabalhando como secretária bilíngue, sozinha, aos 20 anos. Voltou a morar com a família entre 1966 e 1969 assim que seu pai foi transferido para Porto Alegre-RS.

Elke na sua época de modelo
Sua vida pessoal foi conturbada. Teve oito casamentos e morou em diversos países. Fez três abortos de seus três primeiros casamentos. Nunca se arrependeu, pois alegava não ter condições de ser mãe pelo seu jeito 'rebelde' de ser e acreditava não saber educar uma criança de forma digna. Em entrevistas, dizia que, quando tomava pílulas anticoncepcionais, fora enganada por alguns desses maridos que queriam ser pais, pois estes trocavam a pílula certa pela de farinha.
Usou todos os tipos de drogas e bebeu tudo de bebida alcoólica.
Não tinha preferência por nenhum tipo de homem e só queria saber de namorar.
Teve nacionalidade brasileira mas foi cassada nos tempos da ditadura. Em 1971, foi presa por desacato no Aeroporto Santos Dumont por rasgar as fotografias de Stuart Angel, filho de Zuzu Angel, de quem era muito amiga. Foi enquadrada na Lei de Segurança Nacional, o que fez com que ela perdesse a sua cidadania.
Começou a atuar como modelo e manequim aos 24 anos, vindo a trabalhar com estilistas famosos da época e foi considerada como inovadora nas passarelas. Inicialmente discreta, com o tempo ela abriu espaço para sua extravagância. Chamando atenção por ser bastante alta (1,80m) e loira natural, não pensava em seguir carreira artística, já que dava aulas de língua estrangeira há alguns anos, e gostava do que fazia. Apesar disto, foi convencida por muitas pessoas, pois era considerada de uma beleza exótica para os padrões do Brasil. Aceitou os convites que vieram e começou a sua carreira com Guilherme Guimarães. Muito famosa no mundo da moda, parou de dar aulas e conquistou sucesso.
Elke fez cursos de cinema e teatro e trabalhou na televisão: foi batizada como Elke Maravilha pelo jornalista Daniel Más, e se tornou conhecida ao ser chamada dessa forma por Chacrinha, com quem ela trabalhou durante 14 anos, a partir de 1972. Elke Maravilha tornou-se popular na TV brasileira nos anos 70 e 80, aparecendo como jurada de programas de calouros do Chacrinha e de Silvio Santos. Nesses programas sempre usava perucas e roupas chamativas e buscava passar mensagens positivas para os espectadores. Em 1993, estreou o 'Programa da Elke', onde recebia personalidades para bate-papo e entrevistas.
Começou a trabalhar como atriz em O Barão Otelo no Barato dos Bilhões, com Grande Otelo, e atuou em filmes como Pixote, de Héctor Babenco; Quando o Carnaval Chegar e Xica da Silva, de Cacá Diegues. Por sua interpretação em Xica da Silva, Elke foi premiada com a Coruja de Ouro como melhor atriz coadjuvante. No teatro foi expoente do Movimento de Arte Pornô. Sua estréia como atriz na televisão foi em 1986 como dona de um bordel na mini-série Memórias de um Gigolô, com direção de Walter Avancini, e a atuação lhe rendeu o convite para ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.
Em 2016 a atriz estava em cartaz com Elke Canta e Conta, peça itinerante sobre sua história, em que contava da sua infância na Rússia, dos casamentos e de sua vida como modelo e apresentadora.