quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Famosos Que Partiram: JANETE CLAIR

Nome artístico de Jenete Stocco Emmer Dias Gomes. Nasceu na cidade de Conquista (MG) em 25 de abril de 1925.

Biografia e começo de carreira
Filha do libanês Salim Emmer, Janete Clair se mudou de Conquista, sua cidade natal, para França (SP) e foi lá que ela descobriu seu talento de ser artista. Na cidade onde passou a morar, existia a Radio Herz, a Janete interpretava canções em árabe e em francês, fazendo o maior sucesso. Aos quatorze anos, precisou parar por um tempo a vida artística para trabalhar como datilógrafa, ajudando na renda da família. Assim que se mudou para a capital paulista, Janete estagiou num laboratório como bacteriologista e aos vinte anos passou no teste para ser locutora e radio atriz da Rádio Tupi. Foi nessa época que adotou o sobrenome artístico Clair, inspirada na música "Clair de Lune", de Claude Debussy.

Casamento e maternidade
Na época da Rádio Tupi, conheceu Dias Gomes, que mais tarde veio a se tornar seu marido, tendo também quatro filhos: Guilherme, Alfredo, Denise (poeta, compositora, cantora, violoncelista e escritora) e Marcos Plínio, que morreu ainda criança, o que a fez sofrer muito.

Janete Clair ao lado de Dias Gomes
Carreira
Nos anos 50, incentivada pelo seu marido, começou a escrever radionovelas e teve sucesso na Rádio Nacional, ao escrever Perdão, Meu Filho, em 1956. Outra que fez maior sucesso foi Vende-se Um Véu de Noiva, que veio mais tarde a ganhar um remake de Íris Abravanel, exibido em 2009 pelo SBT.
Na televisão, começou em 1963 na TV Rio, mas só teve sucesso ao se mudar para a Globo em 1967, onde escreveu O Astro (1977 - a que lhe consagrou), Selva de Pedra (1972), Pecado Capital (1975), Pai Herói (1979) entre outros.
Pelos seus sucessivos sucessos no horário das oito, o mais nobre da Rede Globo, ganhou três apelidos: Maga das Oito, Nossa Senhora das Oito e Dama das Oito.

Logotipo de 1977 da novela O Astro
Pecado Capital de 1975
Logotipo de Pai Heroi, de 1979
Selva de Pedra, de 1972

Morte
Janete morreu cedo, aos 58 anos, em 16 de novembro de 1983, enquanto escrevia a telenovela Eu Prometo, que foi concluída pela sua colaboradora Glória Perez e pelo seu viúvo, Dias Gomes.
A causa da morte foi câncer no intestino.

Remakes
No Brasil, seis de suas obras ganharam uma nova versão, sendo que apenas uma foi exibida fora da Globo. Foram elas: Vende-se um Véu de Noiva, O Astro, Selva de Pedra, Irmãos Coragem, Direito de Amar e Pecado Capital. No exterior, cinco emissoras (duas do México, duas do Peru e uma do Chile) também fizeram o mesmo, principalmente com o folhetim Vende-se um Véu de Noiva.



Francisco Cuoco e Ilva Niño em Pecado Capital (1975)
Francisco Cuoco e Regina Duarte nos bastidores de Selva de Pedra (1972)
Francisco Cuoco e Elizabeth Savala em O Astro (1977)
Paulo Autran e Glória Menezes em Pai Herói (1979)
Dina Sfat em O Astro (1977)

Elizabeth Savala em O Astro (1977)

Betty Faria e Francisco Cuoco em Pecado Capital (1975)

Walmor Chagas e Carlos Augusto Strazzer em Coração Alado (1980)
Estes eram os 'Irmãos Coragem' de 1970: Tarcísio Meira (centro), Cláudio Cavalcanti (esquerda) e Cláudio Marzo (direita)
Cena de Irmãos Coragem, 1970: Glória Menezes e Arthur Costa Filho
Francisco Cuoco e Regina Duarte em 'Sétimo Sentido' (1982)




A novela Pai Herói será reprisada na íntegra no Canal Viva à partir de setembro deste ano. Em julho, foi lançado um DVD com 13 discos da novela.

Famosos Que Partiram: DINA SFAT

Dina Sfat na novela Selva de Pedra
Dina Sfat, nome artístico de Dina Kutner de Sousa, nasceu em São Paulo, no dia 28 de agosto de 1939.

Dina em Verão Vermelho
Vida pessoal
Era filha de judeus poloneses. Ela adotou o nome Sfat em homenagem à terra natal da sua mãe, localizada em Israel, de nome original Tzfat.

Dina Sfat na revista Grande Hotel
Dina Sfat na revista Contigo
Seu primeiro emprego foi em um laboratório de análises clínicas aos 16 anos.
Ela foi casada uma vez, com o também ator Paulo José. Se conheceram no Teatro Arena. Com ele, Dina teve as também atrizes Bel Kutner e Ana Kutner, e Clara Kutner, cuja profissão é desconhecida. O casamento durou 17 anos.

Dina e Paulo José, na época em que eram casados
Dina Sfat com o ex-marido e as filhas
Dina Sfat ao lado de Renata Sorrah (à esquerda), Djenane Machado (à direita) e de Carlos Vereza
Doença e morte
Em 1986, Dina descobriu que estava com câncer de mama. A doença surgiu como um nódulo no seio direito e ela quis recorrer à homeopatia, acupuntura e parapsicologia. Meses depois da descoberta do câncer, se submeteu à mastectomia. Os médicos haviam lhe dado apenas seis meses de vida.
Em 1987, Dina tirou os ovários e uma metástase óssea foi identificada.
Mesmo doente, gravou as cenas de Bebê a Bordo até o último capítulo. Após a novela, seu estado de saúde piorou, precisando se submeter à sessões de quimioterapia que não lhe deram resultado.
Em seus últimos dias, já não conseguia mais se levantar da cama, passando o tempo todo deitada e dormindo.
A atriz Dina Sfat morreu em 20 de março de 1989, após três anos lutando pela vida.

Dina Sfat em sua última novela, Bebê a Bordo, de 1988
Carreira

Teatro
Dina sempre quis ser artista, tendo sido a sua estréia no teatro em 1962 em um pequeno papel no espetáculo Antígone América, dirigida por Antônio Abujamra. Sua estréia como atriz de teatro profissional foi no Teatro Arena, atuando em Os Fuzis da Senhora Carrar, do dramaturgo Bertolt Brecht.

Dina Sfat e Juca de Oliveira na peça O Colecionador
Televisão
Depois de trabalhar no teatro, em 1966 fez a sua estréia na TV Tupi na telenovela Ciúme. Mudou de emissora em 1967, atuando em Os Fantoches, escrita pela célebre Ivani Ribeiro. Em 1969, foi para a Record, onde fez outra novela, até que em 1970 estreia na Rede Globo, com a novela Assim Na Terra Como no Céu. Ainda por lá, se destacou fazendo diversos personagens, como em O Astro (1977), Selva de Pedra (1972) - grande sucesso, interpretando a grande vilã, Fernanda -, Os Ossos do Barão (1973) - que em 1997 ganhou um remake exibido no SBT - e Verão Vermelho (1969).
Seu último papel foi na novela das sete Bebê a Bordo (1988).

Dina Sfat em Saramandaia (1976)

Dina Sfat como Zarolha de Gabriela (1975)
Dina Sfat e Francisco Cuoco em O Astro (1977)
Os dois atores em outra cena de O Astro (1977)
Dina Sfat em Fogo Sobre Terra (1974), outra novela de grande sucesso
Dina em Os Ossos Do Barão (1973)
Dina Sfat em Selva de Pedra (1972), ao lado de Francisco Cuoco e Regina Duarte
Cinema
Se consagrou em Macunaíma (1969), vivendo uma guerrilheira de nome Ci; Os Deuses e os Mortos (1970) e O Barão Otelo no Barato dos Milhões (1971). Fez 19 filmes, incluindo O Judeu, lançado em 1996 e gravado em 1988.

Dina Sfat e Grande Otelo em O Barão Otelo no Barato dos Milhões
Dina Sfat e Grande Otelo em Macunaíma
Dina Sfat e Ittala Nandi em O Homem do Pau Brasil
Outros projetos
Fez um ensaio fotográfico para a revista Playboy, em janeiro de 1982.
Escreveu um livro falando sobre sua luta contra o câncer, intitulado Dina Sfat - Palmas Prá Que Te Quero, juntamente com a jornalista Mara Caballero.
Quando estava doente, viajou para a União Soviética e participou de um documentário sobre o país.

*Texto adaptado dos sites Além da Imaginação e Wikipédia
*Imagens retiradas da Globo.com e do blog Astros em Revista

Morte de Fernando Ramos da Silva, o Pixote, completa 29 anos

Fernando Ramos da Silva na época do filme A Lei do Mais Fraco
Fernando Ramos da Silva nasceu numa família pobre do estado Paulista, em 28 de novembro de 1967. Ganhou notoriedade ao participar do filme, dirigido por Hector Babenco, Pixote - A Lei do Mais Fraco, que entrou em cartaz no ano de 1980, interpretando o personagem-título, quando tinha 12 anos. No filme, estão os célebres atores Tony Tornado e Marília Pera.

Carreira
Com o sucesso de Pixote, Fernando foi chamado para fazer sua primeira novela: O Amor É Nosso, de 1981, exibida no horário das 19hrs e considerada o maior fiasco da televisão brasileira.
Depois do filme de Hector Babenco, Fernando nunca mais se destacou, fazendo apenas participações nos filmes 'Eles Não usam Black-Tie', no qual contracenou com as atrizes Bete Mendes e Fernanda Montenegro, e 'Gabriela - Cravo e Canela'.
Decadente, voltou para Diadema (região do ABCD Paulista) para tentar seguir na carreira de ator.
Tentando se reerguer no mundo artístico, vai para a cidade do Rio de Janeiro e é escolhido para interpretar um personagem em sua segunda novela. Foi demitido por não conseguir decorar os textos, já que era analfabeto.
Sem oportunidades, Fernando voltou novamente para Diadema e passou a se envolver com a criminalidade por influência dos outros irmãos. Foi preso duas vezes, sendo a primeira prisão por assalto e a segunda por porte de armas, ficando menos de uma semana na cadeia em ambas as prisões.

Cartaz do filme "Pixote, A Lei do Mais Fraco"
Momentos antes da morte
Na tarde de 25 de agosto de 1987, ele tinha cometido um assalto. Logo após, a Polícia Militar foi avisada desse delito atrás dos infratores. Após percorrer 4 quilômetros pelas ruas de Diadema, os PMs avistaram dois jovens num barranco perto da Rodovia dos Imigrantes. Um deles era o próprio Fernando, que tinha 19 anos, e o outro se chamava Marcelo Bicalho, de 16. Marcelo era foragido da FEBEM - hoje Fundação Casa -, e Fernando era conhecido pelos policiais da região. Bicalho foi detido por três PMs de uma viatura. Uma outra viatura, que estava atrás do ator, bateu, mas os PMs saíram do carro até encontrá-lo.
A última cena de Ramos da Silva é se esconder embaixo de um estrado, que com um fino colchão por cima servia de cama para uma idosa. O esconderijo logo foi descoberto.
O ator havia dado suas últimas palavras antes dos policiais fazerem sua execução com 8 tiros, feitos por dois policiais e um sargento: "Não me matem, eu tenho uma filha pra criar!". Os policiais nunca foram presos pela morte dele, apenas demitidos da Polícia Militar por fraude processual.


Em seus últimos dias
Cida Venâncio
Quando Fernando estava preso, Cida foi na delegacia que ele estava e convenceu o delegado a lhe dar o direito de uma rápida visita ao jovem. Cida Venâncio era a sua fã nº 1. Ele se sentia abandonado pela classe artística e começou a se relacionar com ela. Ao sair da prisão, os dois se casaram e tiveram Jacqueline, que hoje está com 30 anos. Na época do assassinato do pai, ela tinha apenas dois.

Filmografias e Novela
  • 1981 - Pixote - A Lei do Mais Fraco ... Pixote
  • 1981 - Eles Não Usam Black-Tie ... Bié
  • 1983 - Gabriela Cravo e Canela ... pequena participação
  • 1981 - O Amor É Nosso ... Pingo
Túmulo de Fernando Ramos da Silva
Pixote - A Lei do Mais Fraco foi um filme que não transformou em nada a vida do jovem.


A reportagem acima do jornal Notícias Populares mostra o relato de sua mãe, Josefa, sobre como andou a vida da família após o filme: "Há dias que temos dificuldade até para comer. Não houve nem pão para as crianças".
Na época, morava em uma casa de dois cômodos junto com a mãe e dos irmãos. Fernando sonhava em estudar arte dramática e fazer a carreira de ator. Recebeu 45 mil cruzeiros pela sua atuação no filme 'Pixote'.
Nessa mesma reportagem, Hector Babenco rebate: "Já esperava um desfecho dessa natureza (...). Se o Fernandinho veio de uma favela e voltou para uma favela, não é culpa minha".
A situação entre Hector, Fernando e a sua família ficou conturbada. Josefa entrou com um processo na justiça exigindo dele pelo menos 5% da renda do filme, mas desistiu após Hector ter feito um acordo com a mãe dele.

Era um jovem preguiçoso. Não se aplicava ao seu trabalho de ator chegando até a faltar os seus compromissos e não queria saber de estudar.

Para uma matéria do Fantástico, sobre sua morte, dois atores deram suas últimas palavras sobre Fernando:
Marília Pera: "Me pareceu que o Fernandinho teria um belo futuro como ator... se ele tivesse se dedicado à isso".
Walmor Chagas: "Tinha uma certa dificuldade de decorar o texto. Era um pouco rebelde, mas um bom menimo".

Príncipe George é um caos em casa, conta Kate Middleton


Príncipe George é o centro das atenções sempre que aparece em algum evento da família real britânica. Cheio de personalidade, o menino de três anos adora ajudar a mãe, Kate Middleton, na cozinha, como ela contou em entrevista à revista "People" durante visita ao YouthScape Project, na Inglaterra.
"Quando eu tento fazer (cozinhar) isso em casa, o chocolate e o xarope vão para tudo que é lugar. Ele faz uma bagunça danada. É um caos", brincou a duquesa de Cambridge, casada há cinco anos com Príncipe William.
No evento, a inglesa ainda conversou com outras mães no local. Suzanne Dow, uma delas, contou à publicação norte-americana, que Kate teria contado o prato favorito do menino, queridinho nas redes sociais. "Ela me disse: 'George ama spaguetti também, ele adoraria que virasse uma bagunça'", afirmou.

'Adora os bigodes', diz Kate Middleton sobre hamster da caçula
Durante recente visita a uma escola em Londres, Kate Middleton falou detalhes do novo pet da família para uma menina chamada Darcey: um rato chamado Marvin. "Ela tem um hamster e adora ele, porque seus bigodes fazem cosquinha nela", contou a mãe de Charlotte, que surpreendeu ao ganhar um chocalho de R$ 155 mil.

Fonte: MSN

Famosos Que Partiram: REGINA BRAGA (dramaturga)

Regina Lúcia Viana Braga nasceu em 13 de novembro de 1941 na cidade do Rio de Janeiro-RJ. Era roteirista de televisão, cinema e teatro.
Além de ter sido artista plástica nas décadas de 60 e 70 (foi aluna de Ivan Serpa), poetisa na de 80 e de também escrever prosa, ficou conhecida profissionalmente mesmo como roteirista de televisão. Mas também escreveu roteiros para cinema e teatro.

Ela foi casada com Bill Horne (William Oliver Horne), conhecido músico de jazz (trompetista e flautista) e engenheiro de som. Pelo seu Audio Studio B, na rua Anita Garibaldi, Rio de Janeiro, passaram alguns dos mais importantes nomes da Bossa Nova e do Jazz brasileiros. Durante algum tempo, Bill foi um dos poucos brasileiros membros da Audio Engineering Society dos EUA. Pela casa deles era comum topar-se com as figuras mais destacadas da música, artes, teatro e cinema.

Trajetória profissional
A escritora e roteirista trabalhou em quase todas as emissoras brasileiras. Ajudou Doc Comparato, na adaptação da obra épica O Tempo e o Vento, de Érico Verissimo, em 1985 para a TV Globo. Este foi seu primeiro trabalho em televisão. Em seguida, também colaborou com o novelista Aguinaldo Silva na minissérie Tenda dos Milagres, adaptada da obra do escritor Jorge Amado.
No ano de 1990, ela saiu desta emissora depois de fazer o roteiro para a novela de época do horário das seis Pacto de Sangue; única novela totalmente escrita antes da exibição, cujo diretor (também ator em várias outras novelas) Herval Rossano reivindicou a coautoria da obra. Por esta questão não muito esclarecida, a emissora decidiu por não mais manter o contrato com a roteirista, homônima profissional da atriz Regina Braga, que havia deixado para a "Casa de Criação", grupo de escritores, roteiristas e redatores da Rede Globo, decidir a respeito, pois ela apenas não concordara com a reivindicação do diretor. Esta novela teve a colaboração de Sérgio Marques.
Em 1995 escreveu A Idade da Loba, com Alcione Araújo, para a TV Bandeirantes. Trabalhou, escrevendo casos especiais e outros programas. Na TV Manchete, criou e escreveu em co-autoria com Márcio Tavolari em 1993 o seriado semanal Família Brasil, projeto pioneiro da televisão brasileira, o qual era uma mistura do realismo oriundo de notícias jornalísticas com a ficção da teledramaturgia. O seriado completava 1 ano no ar quando Régis Cardoso, então recém saído da TV Globo, entrou nesta outra emissora e decidiu que não haveria mais o seriado. Também na TV Manchete, Regina Braga assumiu a 2ª Parte da novela Amazônia, pois esta precisou ser reformulada. Em 1993, escreveu, com José Louzeiro, Alexandre Lydia e Márcio Tavolari, a minissérie O Marajá, uma comédia baseada no governo de Fernando Collor de Mello. No dia da estreia, a exibição foi proibida por uma liminar impetrada pelo ex-presidente. Até hoje, não se tem notícia das fitas em que a minissérie foi gravada.
Regina faleceu em 1 de novembro de 1999 no Rio de Janeiro, deixando um filho, Robert, e uma filha, Luciana. Ela sofria problemas de depressão, pois estava desempregada.

Edson Celulari fala de processo de recuperação do câncer: 'Confiante'

Edson Celulari compartilhou foto nesta quinta-feira, 25, no Instagram, e falou sobre sua recuperação do câncer. "Passando pra dizer que sigo firme e confiante", disse o ator, que foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer no sistema linfático - doença que ele revelou em junho deste ano ao público em seu Instagram.
Recentemente, Celulari publicou uma foto fazendo exercícios em uma barra. "Já me aquecendo, aos poucos, pra Tokyo 2020. Cada dia melhor, com muita fé e coragem.
Obrigado pelas orações e carinho", disse o ator na ocasião. Os seguidores dele postaram diversas mensagens de apoio a ele. "Força e fé! Estamos com você", escreveu um. "Vai passar rapidinho e vai agradecer sua cura! Fé! Já passei por isto", contou outro. "Força e fé, entrega nas mãos de Deus e ele tudo fará", comentou mais um.

Fonte: Cidade Verde

Filme sobre Britney Spears será lançado em 2017


A vida da cantora pop Britney Spears, que passou de adolescente famosa a adulta decadente, será contada em um filme produzido pelo canal americano de TV Lifetime.
O filme Britney, de duas horas e com lançamento previsto para 2017, terá como protagonista a atriz australiana Natasha Bassett, informou um representante da Lifetime. 
O canal revelou que o filme contará a vida da cantora, hoje com 34 anos, desde sua infância no estado da Louisiana, onde foi descoberta muito jovem pela indústria da música. 
Após obter uma fama meteórica no final dos anos 90, uma conturbada vida privada e sua separação de Justin Timberlake terminaram por sepultar sua carreira.
Em 2013, a cantora reencontrou certa estabilidade com um espetáculo permanente em Las Vegas e na próxima sexta-feira lançará seu nono álbum, Glory, dois dias antes de cantar na entrega do MTV Video Music Awards.

Fonte: Correio Braziliense

Martinho da Vila lança disco novo com músicas inéditas


“É devagar! É devagar! É devagar, é devagar. Devagarinho]”. O sucesso do sambista Martinho da Vila foi levado ao pé da letra na última década por ele. Foram nove anos sem um trabalho de estúdio. Mas a espera dos fãs por um novo álbum acabou. Martinho está de volta com De Bem com a Vida (Sony Music), trabalho que conta com as participações de João Donato, Jorge Mautner e Criolo, além de parcerias com grandes músicos, como Ivan Lins, Francis Hime, entre outros.
“Estou de bem com a vida. Em todos os sentidos. Estou bem com a família, com os amigos, com o Vasco da Gama, com a Vila Isabel. Esse álbum é sobre isso”, diz Martinho, aos 78 anos.
A longa espera por um novo álbum tem explicação. E não está apenas relacionada com a brincadeira do início do texto. “Faço discos pensando em ideias de discos, em um conceito. Há muito tempo que não fazia um trabalho inteiro com músicas próprias. Sempre tem alguma coisa de outra artista, alguma pesquisa, algo que desperta a minha atenção. Então, saí procurando coisas que estavam arquivadas, refiz algumas e criei outras”.
Entre as canções de Martinho, muitas parcerias. Uma delas com Ivan Lins, na faixaSaravá! Saravá. “O Ivan é meu parceiro em algumas músicas. A Jobiniando, por exemplo, faixa-título de um disco dele, é nossa, uma parceria. Já Saravá! Saravá, a gente fez para um disco da Simone (Baiana da Gema, de 2004), mas eu não tinha gravado. Coloquei no álbum e o Ivan ficou contentão”.
De Bem com a Vida ainda traz outras faixas de Martinho gravadas por outros intérpretes.Danadinho, Danado (Simone) e Amanhã é Sábado (Roberta Sá). Choro e Chorão eMuita Luz, gravadas anteriormente pelo sambista, ganharam releituras. 
“Antes, Choro e Chorão tinha um choro mais cantado. Queria um choro mais instrumental. Agora, eu canto uma parte, fica bastante tempo instrumental e depois canto a segunda parte. Ficou mais chorinho. Já em Muita Luz, queria algo diferente também. O disco é todo na base do cavaquinho, violão e repique, mas essa faixa está diferente. Deixei entre o clássico e o popular”.
Sobre a participação do rapper Criolo no álbum, Martinho conta que foi uma ideia do filho, que foi atrás do músico. “Eu disse pra ele: ‘não tenho contato com o cara’, mas ele disse que ligaria como fã para propor essa ideia. E o Criolo ficou superfeliz porque o pai dele é fã do meu trabalho. Aí deu tudo certo no estúdio”.
Quanto aos encontros com João Donato e Jorge Mautner, o sambista relembra que já havia cantado com eles, mas nunca havia gravado. “Brincamos muito com aquele violino do Mautner, estava na hora de gravar também”.
Enquanto segue com a divulgação do álbum, Martinho afirma que fará shows em São Paulo e no Rio de Janeiro em outubro, com a possibilidade de gravar um DVD ao vivo. Mas aproveitou a entrevista para fazer um pedido aos produtores de Santos. 
“Seria legal arrumar um espaço aí. Gosto muito de Santos, uma cidade carioca. Esse show é perfeito para um teatro”, provocou.

Fonte: A Tribuna

Dance Mania: Shake It (LEE-CABRERA)


Vou escrever sobre um single que já tem 13 anos. Sim, Shake It (Move A Little Closer) foi lançado em 2003 pela gravadora EMI, e até hoje faz sucesso entre os fãs. A dupla Lee-Cabrera ficou consagrada com essa música, e a vocalista, Alex Cartana, também.
No Brasil, está presente na coletânea As 7 Melhores 2004 (Jovem Pan - a mais conhecida).
Em 2009, ganhou um remix do DJ brasileiro Tiko's Groove, que está presente na coletânea As 7 Melhores 2010.

Os melhores escritores de televisão de todos os tempos!

Ivani Ribeiro
01. Ivani Ribeiro: (São Vicente, 20 de fevereiro de 1916 - São Paulo, 17 de julho de 1995)
Nome artístico de Cleide Freitas Alves Ferreira, Ivani usou mais dois pseudônimos: Arthur Amorim (para escrever a telenovela O Leopardo, da Record) e Valéria Montenegro (para A Moça Que Veio de Longe, da TV Excelsior).
Escreveu para a TV Tupi, Record, Excelsior, Bandeirantes e Rede Globo.
Conhecida pelos seus folhetins Mulheres de Areia, A Viagem, A Gata Comeu e Hipertensão, todas elas são remakes de obras anteriores que também são de sua autoria.
Se consagrou ao escrever A Gata Comeu, de 1986, um remake de A Barba Azul da TV Tupi de 1974, que se tornou a novela mais assistida da década de 80 ao atingir excelentíssimos 49 pontos, sendo que a meta na época era de 35 pontos. O mesmo aconteceu sete anos depois, quando Mulheres de Areia (remake da novela homônima de 1973) foi ao ar, atingindo 50 pontos de Ibope.

Novelas de sucesso:


1986
1993
1994
Remake escrito em 2006
1985
1984
Janete Clair
02. Janete Clair: (Conquista, 25 de abril de 1925 - Rio de Janeiro - 16 de novembro de 1983)
A Dama das Oito, como era chamada, se destacou ao escrever as novelas Pai Herói (que será reprisada pelo Canal Viva ainda neste ano), Pecado Capital e O Astro.
Em O Astro (1977), o protagonista é o tarólogo Herculano Quintanilha (Francisco Cuoco), que no passado foi enganado pelo seu companheiro de trapaças Neco (Flávio Migliaccio). Humilhado em praça pública, Herculano foge para o Rio de Janeiro deixando sua mulher e seu filho, prometendo um dia voltar para buscá-los em Guariba, onde moravam. Anos depois, a novela mostra Herculano trabalhando numa churrascaria exibindo suas habilidades de tarô, cartomante e astrólogo. Em uma de suas apresentações, ele reconhece seu amigo traidor, Neco, de quem se aproxima novamente prometendo se vingar.
No capítulo 152 da novela Selva de Pedra (1972), o índice de audiência chegou até 100. Nesse dia, a antagonista Simone Marques (Regina Duarte) é desmascarada.

1972
1977
1979
1982
1975

03. Glória Perez: (Rio Branco, 25 de setembro de 1948)
Escreveu novelas, séries e minisséries.
Suas novelas costumam falar sobre costumes de outros países (Explode Coração, O Clone, Salve Jorge, Caminho das Índias) e também de assuntos mais comentados, como homossexualidade (América), barriga de aluguel (Barriga de Aluguel), transplante e doação de órgãos (De Corpo e Alma), esquizofrenia (Caminho das Índias), psicopatia (Caminho das Índias), o sonho de morar no exterior (América) e muito mais.
Ela ajudou a popularizar o famoso Clube das Mulheres da novela De Corpo e Alma, de 1992. Este clube era uma boate de striptease masculino. De Corpo e Alma foi a novela que ficou marcada pelo assassinato de uma das principais atrizes da trama: Daniella Perez, sua filha. Foi morta em 28 de dezembro de 1992 pelo seu companheiro de cena, Guilherme de Pádua, e sua atual ex-mulher, Paula.
Escreveu também a minissérie Hilda Furacão, inspirada na vida de Hilda Maia Valentim, também conhecida como Hilda Furacão, uma prostituta natural de Recife-PE.

1998
2005
1990
2009
1992
1995
2001
1984
2014 (minissérie)

04. Cassiano Gabus Mendes: (São Paulo, 29 de julho de 1929 - São Paulo, 18 de agosto de 1993)
Além de escritor, era radialista.
Autor de novelas como Anjo Mau (1976), Locomotivas (1977), Que Rei Sou Eu? (1989), e o grande êxito: Meu Bem, Meu Mal (1990), que atingiu 55 pontos no Ibope. Esta novela abordava questões familiares e disputa de poder na empresa Venturini Designers.
Costumava escrever sobre os conflitos entre ricos e pobres e seus personagens eram um retrato de uma sociedade vazia e superficial e era por esse motivo que o novelista não os admirava.
Ele escreveu o personagem Mário Fofoca, detetive particular contratado por Márcia (Eva Wilma) em Elas Por Elas (1982), para investigar quem teria sido a amante de seu marido. Fez muito sucesso, ganhando no ano seguinte um seriado com seu nome.

1977
1990
1989
1978
1986
1997 (versão II)

05. Sílvio de Abreu: (São Paulo, 20 de dezembro de 1942)
Conhecido por ambientar as suas novelas em São Paulo, onde nasceu e mora.
Costumava usar em suas obras o estilo policial, como em A Próxima Vítima (1995), a mais marcante de todas e uma das quais foram usadas as perguntas Quem é o assassino e porque matou?. Nela, a cena que revelou o assassino do horóscopo chinês foi gravada somente nas últimas horas antes do último capítulo ir ao ar para mostrar sigilo total aos telespectadores e à imprensa.
É autor dos sucessos Belíssima (2005), Deus Nos Acuda (1992), Guerra dos Sexos (1983) e Rainha da Sucata (1990).
Em 2010, Passione foi ao ar, em oito meses de novela, a trama termina com 35,3 pontos de média. A audiência não foi satisfatória, entretanto, na internet, 211 milhões de pessoas assistiram cada capítulo, o equivalente à 8 milhões de visualizações por mês, um índice superior ao registrado pelo site de sua antecessora, Viver a Vida.

1995
1983
2005
1986
1987

06. Aguinaldo Silva: (Carpina-PE, 7 de junho de 1943)
Escreveu em 2004 a fenomenal novela das oito, Senhora do Destino. Criou para essa novela a maquiavélica Nazaré Tedesco, a maior vilã da televisão brasileira, sendo vivida por Renata Sorrah. A personagem matava os seus inimigos empurrando eles da escada.
Escreveu Suave Veneno, em 1999, O Outro, em 1987, A Indomada, em 1997, fazendo parceria nesta última com Ricardo Linhares, Duas Caras, em 2007 e Fina Estampa, em 2011.
De todos os seus personagens, Nazaré Tedesco e Crodoaldo Valério, de Fina Estampa, foram os que mais fizeram sucesso entre os telespectadores.

1987
2007
1997
1985
1999
2004
2011

07. Gilberto Braga: (Rio de Janeiro, 1 de novembro de 1945)
Conhecido pelas suas novelas que, na maioria delas, tem um assassino misterioso nos capítulos finais.
Paraíso Tropical (2007), de sua autoria, foi indicada em 2008 ao Emmy de melhor novela.
É também o autor de Vale Tudo (1988), que deu no que falar na época quando a personagem Odete Roitman (Beatriz Segall) foi morta, surgindo a pergunta Quem matou Odete Roitman? O mesmo aconteceu em Celebridade (2003), com a pergunta Quem matou Lineu Vasconcellos?, personagem vivido por Hugo Carvana que foi assassinado no terceiro mês do folhetim.

2003
1991
2007
1988
1999
1976
1978

08. João Emanuel Carneiro: (Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1970)
Um dos autores mais jovens da atualidade.
Conhecido por inserir em suas novelas vilãs loiras. Todas, sem exceção, haviam uma loira fatal para infernizar a vida dos protagonistas. Foram elas: Bárbara (Giovanna Antonelli em Da Cor do Pecado - 2004), Leona (Carolina Dieckmann em Cobras & Lagartos - 2006), Flora (Patrícia Pillar em A Favorita - 2008), Carminha/Carmem Lúcia (Adriana Esteves em Avenida Brasil - 2012) e Atena (Giovanna Antonelli em A Regra do Jogo - 2015).

2008
2012
2006
2004

09. Walcyr Carrasco: (Bernardino de Campos-SP, 1º de dezembro de 1951)
Conhecido por escrever muitas novelas de época para o horário das seis como O Cravo e a Rosa (2000), Chocolate com Pimenta (2003), Alma Gêmea (2005) e Êta Mundo Bom (2016), que será substituída por outra novela amanhã (26).
Ele também assinou as tramas Amor À Vida (2013), Morde & Assopra (2011), Caras & Bocas (2009) e Verdades Secretas (2015).

2005
2003
2015
1996 (Rede Manchete)
1998 (SBT)
2000 (Globo)
Manoel Carlos
10. Manoel Carlos: (São Paulo, 14 de março de 1933)
É autor dos sucessos Por Amor (1997), Felicidade (1991), História de Amor (1995), Laços de Família (2000), Mulheres Apaixonadas (2003) e Páginas da Vida (2006).
É conhecido por ter colocado, na maioria de suas novelas, nas protagonistas o nome Helena.
Outro trabalho célebre do autor foi a minissérie Presença de Anita, de 2001.
As características de suas novelas são sempre abordar o cotidiano das famílias brasileiras e por terem a cidade do Rio de Janeiro como cenário principal.

1981
1991
1995
2003
1997
2006
2000
2001 (minissérie)
Dias Gomes
11. Dias Gomes: (Salvador, 19 de outubro de 1922 - São Paulo, 18 de maio de 1999)
É conhecido pelo seu casamento com a também novelista Janete Clair.
Estreou como autor em 1938 no teatro. A peça mais célebre que já escreveu é O Pagador de Promessas (1959), que três anos após o lançamento, foi adaptada ao cinema, ganhando diversos prêmios.
Na televisão, escreveu a novela O Bem-Amado, de 1973. Foi a primeira a ser exibida em cores no Brasil e a primeira a ser exportada para outros países. A sinopse criticava com humor a ditadura militar (1964-1985).
Escreveu também Roque Santeiro (A Fabulosa História de Roque Santeiro e de Sua Fogosa Viúva, a que Era Sem Nunca Ter Sido), que iria ao ar em 27 de agosto de 1975, mas foi censurada pela ditadura militar. Porém, 10 anos depois, uma nova versão foi produzida e escrita por ele e Aguinaldo Silva, tendo feito muito sucesso: 74 pontos de audiência no Ibope!
Dias Gomes era conhecido por explorar a cultura brasileira e fazer crítica política e social em suas obras.
As minisséries O Pagador de Promessas e As Noivas de Copacabana também fizeram sucesso.

1988
1992
1976
1973
1986

12. Lauro César Muniz: (Ribeirão Preto-SP, 16 de janeiro de 1938)
Estreou na TV Excelsior com Ninguém Crê Em Mim (1966).
É autor de As Pupilas do Senhor Reitor (1970 - foi ao ar na Record) que segundo arquivos da Unicamp, é a telenovela de maior audiência na história da emissora. Obteve uma média de 20 pontos de audiência e alguns capítulos chegaram a ultrapassar 30.
Escreveu, em 1977, a novela Espelho Mágico, que fala sobre o cotidiano, o sucesso e os conflitos de profissionais de meios de comunicação: atores, diretores, autores e jornalistas. As histórias são contadas através dos bastidores de Coquetel de Amor, uma novela inserida na trama.
Seus êxitos foram Escalada (1975) - esta sendo considerada sua melhor novela -, Carinhoso (1973) e O Salvador da Pátria (1989).
Em 1999, escreveu a minissérie Chiquinha Gonzaga, mais um grande sucesso, baseada na vida da compositora de mesmo nome (1847-1935).

1989
1973