segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dance Mania: "Strings Of Life", de Soul Central, sucesso em 2004


Soul Central é o nome da dupla Andy Ward e Paul Timothy, que se tornou conhecida pelo lançamento de um dos fenômenos mundiais, Strings Of Life, em 2004. Foi criada em 2002, tendo encerrado seu período de atividades em 2007, porém, Andy ainda continua fazendo suas produções e seus lançamentos; o último foi em 2014. O Paul ainda continua lançando singles, com o nome Timmy Vegas. O último foi em 2015.
Strings Of Life é um remake da música com o mesmo título, de 1987, lançada por Derrick May, que se apresentou como 'Rhythm Is Rhythm'. A versão de 2004 entrou nos CDs 'Metro Tech 14', 'Vibe 97 Vol 5', 'Planeta DJ 2005' e 'Planet Pop, Vol. 5', todos distribuídos pela Building Records.

Relembre:

De estrela mirim a jovem com depressão: atriz conta como sofreu com ditadura da beleza em Hollywood


Quem se lembra da garotinha sorridente da foto acima, que ficou conhecida por seus papéis fofos, como o da filha de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993) ou a protagonista de Matilda (1996)?

Mas por onde ela anda?
Mara Wilson, hoje com 29 anos, acaba de lançar sua biografia, em que conta como ter virado uma estrela mirim só tornou sua vida triste. Revela ainda como foi difícil se dar conta de que jamais seria bonita como Scarlett Johansson ou Kristen Stewart - e de como isso minou sua carreira em Hollywood.


"Durante uma época, eu era paga para ser fofinha, mas depois fui contagiada pela maldição de ser uma atriz mirim", conta a atriz em seu recém-lançado livro Where am I now? (Onde estou agora?, em tradução livre, ainda sem versão para o português).
"Após uma seleção em que o diretor me disse que eu era perfeita para o papel da amiga gorda, a qual era alvo de piadas em todas as páginas do roteiro, me caiu a ficha. Aos 13 anos, ser bonita era o que importava. E não apenas no mundo do cinema e da televisão."

Mara Wilson com os pais na estreia do filme Mrs. Doubtfire, em 1993
"Lá estava Scarlett (nas páginas de uma revista), linda, falando sobre seu novo filme com Bill Murray. Ela definitivamente era uma mulher, estava toda sexy. Como ela conseguiu? Senti um soco no estômago. Ela era só dois ou três anos mais velha do que eu. E sabia que nada que eu fizesse me faria ter nem metade da beleza dela. Mesmo depois que eu tirasse o aparelho, mesmo se eu colocasse lentes e melhorasse meu corte de cabelo. (...) Mesmo assim eu jamais seria boa o suficiente para Hollywood."

Lacinho na cabeça
No livro, Mara conta a trajetória que percorreu ao sair da fama aos 6 anos de idade até perder papéis para colegas mais magras e com um corpo mais sexy, passando pela morte da mãe por um câncer fulminante.
Ela fala sobre como sua mãe questionava o porquê de diretores insistirem em colocar um lacinho da cabeça dela, mesmo na hora de dormir. A resposta era sempre a mesma: "Porque ela fica tão fofa".
E, mesmo criança, ela percebia como a mãe insistia para que a atuação da filha chamasse mais atenção do que sua fofura.


A atriz lembra ainda de como durante uma filmagem, quando tinha 12 anos e já sem a mãe, a diretora que ela considerava como "uma avó postiça" teve de lhe explicar que seu corpo estava mudando e, por isso, precisaria usar um sutiã. "A puberdade havia chegado, e eu fui a última a saber."

Mara Wilson hoje
Bullying e listas cruéis
Boa parte da biografia é focada em como ela sofreu com depressão e outros problemas, inclusive o intenso bullying de que foi alvo na internet e de como aprendeu - depois de muito sofrer - a lidar com tudo isso.
Ela cita uma crítica que achou particularmente brutal. "Uma vez eu entrei em contato com a autora de uma lista (online) chamada 'As ex-estrelas mirins mais feias' para perguntar por que ela, como uma mulher, punia outras mulheres pela aparência delas. Ela me escreveu se desculpando, dizendo que só escrevia coisas estúpidas online para pagar as contas."
Em outra passagem do livro, ela fala de como os comentários online a afetavam.
"Hoje sei que não é minha função ser linda, ou fofinha, ou qualquer outra coisa que alguém quer que eu seja. Então, a próxima vez que alguém escondido atrás de um apelido online decidir me dizer o que eu devo fazer para ficar mais bonita, vou propor um encontro cara a cara. E vou contar o que é passar pela puberdade diante dos olhos do público, pouco depois de perder sua mãe para o câncer."

Mara no filme Matilda
"Vou dizer como me senti quando achei um site com fotos (falsas) minhas nua aos 12 anos. Vou dizer que eu conheci os dois lados desse 'ser fofinha', e, nos dois casos (como atriz mirim e em sites de pornografia), isso só fez com que minha vida fosse miserável", afirma.


"Vou dizer o que realmente significa tentar encontrar seu lugar, ao ponto que agora eu só faço dublagem, onde ninguém pode me ver. Vou dizer como a minha mãe queria que eu me provasse pelo meu talento, e não pela minha aparência. Um talento que agora sei que tenho, e agora sou mais feliz do que nunca."
"Depois disso tudo, se essa pessoa insistir em me dizer como eu devo ser e me vestir, então vou considerar contratá-la para ser meu estilista."

Fonte: BBC

Sinônimo de estilo dentro e fora da TV, Giovanna Antonelli aposta nos quimonos


Para apagar da memória do público a exuberante Atena, de A regra do jogo, Giovanna Antonelli tem penado um pouco nas gravações deSol nascente, em que interpreta a mocinha Alice. "Trabalhei muito para ela ficar 'catita'. Quero crescer. Quando acaba uma novela e começa outra, eu quero me reinventar, zerar. Meu trabalho é muito artesanal, as mulheres são minhas maiores inspirações, sou muito observadora. Precisava agora fazer essa mudança radical", conta ela.


Conhecida por lançar tendências com suas personagens, a atriz segue um sinônimo de estilo na TV. "Estou apostando forte no quimono, para verão e inverno. Eu pesquiso brincos, adereços, roupas, mando a minha pesquisa para a figurinista. Na época da Jade (de O clone) a mulherada incorporou muito os lenços", lembra.


Mas se existe uma coisa em comum entre Giovanna e as mulheres que vive na ficção é o bom humor. "Seja vilã ou mocinha, acho que isso é uma coisa que faz parte do ser humano. Você se autozoar é maravilhoso." Na empreitada atual, a atriz também tem a oportunidade de ficar mais próxima do marido, Leonardo Nogueira, que dirige a trama das 6. "A gente só se encontra de três em três anos, não é?", brinca. "Eu amo trabalhar com ele, facilita a vida."

Fonte: Época

”Não acredito em nada do que eles falam”, opina Marcello Novaes sobre horário político


Marcello Novaes revelou que não tem a menor paciência para horário político. Descrente, o intérprete de Vitório na novela Sol Nascente, disse que prefere se manter alheio quando se trata desse assunto.
“Eu sou apolítico. Me recuso a ver [horário político] porque eu não acredito em nada do que eles falam. Acho que todos deveriam estar aqui na Globo, representando”, revelou ao jornal O Dia.

Fonte: Observatório da Televisão

Ouça a primeira música feita com um computador


Pesquisadores da Nova Zelândia conseguiram recuperar a primeira gravação de uma música feita com um computador. As três simples melodias, datadas de 1951, foram produzidas a partir de uma máquina construída pelo cientista da computação britânico Alan Turing.
Turing é lembrado principalmente por ser o pai da inteligência artificial e por hackear a Enigma, máquina eletromecânica de criptografia utilizada na Segunda Guerra Mundial. Mas como o cocriador da tese de Church-Turing, ele identificou a capacidade de os computadores fazerem praticamente qualquer coisa — inclusive música.
Com a ajuda da emissora BBC, Turing fez história ao ser a primeira pessoa a usar um computador para gerar música e então gravar a canção num meio de armazenamento — neste caso, um disco de acetato de 12 polegadas. Turing criou a música no Computing Machine Laboratory em Manchester, Inglaterra, num dispositivo primitivo que ocupava um andar inteiro. As três faixas que Turing gravou eram “God Save the King”, “Ba Baa Black Sheep” e In the Mood” de Glenn Miller.


Recentemente, pesquisadores da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, examinaram a única cópia conhecida das músicas. Ela ainda continha o áudio, mas ele estava muito distorcido. “As frequências na gravação não eram precisas”, dizem o professor da UC Jack Copeland e o compositor Jason Long à AFP. “A gravação nos deu apenas uma impressão aproximada de como o computador soava.”
Para recuperar as três faixas à sua forma original, os pesquisadores removeram os ruídos estranhos das gravações e ajustaram a velocidade do áudio para compensar a “oscilação” incessante. Você pode ouvir o resultado completo aqui — incluindo as reações das pessoas que estavam ouvindo a primeira música gravada por um computador.
O som tem tons característicos do digital, bem distante dos instrumentos analógicos convencionais da época. As músicas devem ter soado muito estranhas para Alan Turing e seu colaborador Christopher Strachey, que o ajudou com os arranjos.
Eles não perceberam, no entanto, que essas simples gravações eram o prenúncio da era da música digital. O trabalho pioneiro preparou o terreno não apenas para instrumentos musicais inovadores, como sintetizadores, mas também para novos gêneros musicais e novas formas de expressão.

Fonte: Giz Modo

Dance Mania: CD Techno Frequency, de Ricardo Guedes


CD lançado em 1997, assinado pelo DJ Ricardo Guedes, Techno Frequency apresentou 12 faixas e 2 bônus. Incluiu sucessos como Freed From Desire (Gala) e Make The World Go Round (Sandy B).
Relembre:

Luana Piovani comenta separação com Pedro Scooby : 'Me tirou a fé no amor'


Após rumores de que teria reatado o casamento com Pedro Scooby na festa de aniversário de um ano dos gêmeos, Bem e Liz, e ter a reconciliação negada pelo surfista, Luana Piovani contou como está o coração depois da separação e como os filhos reagiram com a notícia.
"Sempre tive muita fé no amor, mas de alguma forma, agora, estou meio vazia. A coisa da separação me tirou a fé nos casais, no amor, sabe? Estamos separados, mas somos uma família. Nem a gente sabe, na verdade", afirmou ela, em entrevista à colunista Sonia Racy, do jornal "O Estado de S. Paulo", desta segunda-feira (26).
Enquanto casados, os dois criaram diversas polêmicas nas redes sociais com fotos íntimas da artista - todas publicadas por Pedro em seu perfil do Instagram. Apesar da exposição, Luana não acredita que teve relevância no ponto final da relação: "Não acredito que rede social pode atrapalhar relacionamento. A não ser que a pessoa não saiba usar a ferramenta, aí talvez possa atrapalhar. No meu caso, eu uso a rede social, não é a rede social que me usa. Tenho total noção do meu domínio."

Atriz explica relação do filho Dom com o pai
Além dos gêmeos, com quem ela está passando uma temporada em São Paulo, os dois também são pais de Dom, de 4 anos, com quem o surfista tem uma ótima relação: "O Pedro tem um lado incrível, de diversão, de entretenimento, tem uma vida preenchida de amigos. Ele passa muito disso para o Dom. Eles são muito amigos e a gente também é muito amigo. Temos um amor eterno um pelo outro. Só que depois que ele saiu de casa não entendi de novo como ele voltar. "
"Nós já vínhamos numa rotina que para eles não mudou tanto, porque o Pedro viaja muito. O Dom sabe que o pai saiu de casa, mas não se assustou. Desde muito pequeno ele me acompanha em viagens", concluiu a atriz.

(Por Rahabe Barros)

Fonte: Purepeople

Esnobado pelo MinC, ‘Aquarius’ ainda tem chances no Oscar!


Cine POP - O elogiadíssimo ‘Aquarius‘ não foi o escolhido pela comissão do Ministério da Cultura (MinC) para representar nosso país na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Em seu lugar, foi escolhido o duvidoso ‘Pequeno Segredo‘.
Mas o filme dirigido por Kleber Mendonça Filho ainda tem chances no Oscar: a Vitagraph Films, que distribuirá a produção nos Estados Unidos, irá lançar uma campanha para tentar uma indicação de melhor atriz para a protagonista Sonia Braga.
A distribuidora lançará o filme nos EUA em 14 de outubro, logo após sua exibição na 54ª edição do Festival de Cinema de Nova York, um dos mais festivais importantes dos EUA.

Dedos cruzados!

Recentemente, Mendonça Filho falou sobre a decisão do MinC em não indicar o filme:
“É bem possível que a decisão da comissão esteja em total sintonia com a realidade política do Brasil, ou seja, é coerente e já esperada. Para além de decisões institucionais via Governo Brasileiro,AQUARIUS tem conquistado internacionalmente um tipo raro de prestígio, e isso inclui distribuição comercial em mais de 60 países enquanto já se aproxima dos 200 mil espectadores nos cinemas brasileiros, com um tipo de impacto popular também raro. Mais ainda, é um filme que já faz parte da cultura e desse tempo, num ano difícil no nosso país. No final das contas, AQUARIUS é um filme sobre o Brasil, que está no filme da maneira mais honesta possível. Talvez seja exatamente esta honestidade que tenha feito de AQUARIUS um filme forte como agente cultural, social e produto da nossa indústria do entretenimento. Sonia está aqui do lado, poderosa como Clara. Ela manda beijos!”, afirmou.

Em ‘Aquarius‘, Clara (Sonia Braga) mora em um apartamento localizado na Av. Boa Viagem, no Recife, onde criou seus filhos e viveu boa parte de sua vida. Interessada em construir um novo prédio no espaço, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase todos os apartamentos do prédio, menos o dela. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vendê-lo, Clara sofre todo tipo de assédio e ameaça para que mude de ideia.

Leonardo DiCaprio pede mais de U$2 milhões em venda de casa, diz site


EGO - Leonardo DiCaprio está vendendo uma de suas propriedades. Segundo o site "TMZ", o ator mora em Hollywood Hills, perto de seus amigos, e essa seria apenas uma de suas casas. O imóvel, que foi construído em 1937, tem quatro quartos, três banheiros, um quintal enorme e uma piscina. Tudo construído em mais de 1.400 metros quadrados.
Para os interessados em comprar a casa de Léo, é necessário desembolsar a quantia de 2.395 milhões de dólares. Na descrição do site da imobiliária, a região é conhecida por ser uma das mais seguras.





O Melhor das Novelas - "Piscar o Olho", de Tiê


"Piscar o Olho" é tema do casal Cida (Isabelle Drummond) e Conrado (Jonatas Faro) em Cheias de Charme, reprisada no Vale A Pena Ver de Novo desde 19 de setembro, substituindo Anjo Mau; música da paulista Tiê, conhecida também pelo sucesso A Noite, que integrou na trilha sonora da novela I Love Paraisópolis, em 2015.

DANCE MANIA - "Do U Wanna Dance", de The Bitch Hotel


Música lançada em 2003 e lembrada por integrar o álbum duplo As 7 Melhores 2004, da rádio Jovem Pan FM, distribuído pela Building Records.
Ouça:

Wanessa Camargo: ‘Sou bela, recatada e do bar’


Para além de um retorno ao sertanejo – que já nem é aquele sertanejo que ela fazia antes –, o que o novo CD de Wanessa Camargo revela de mais interessante é a própria cantora. Aos 33 anos e nove de casamento com o empresário Marcus Buaiz, a vida pessoal é matéria-prima para a cantora, que fala de tudo no disco que pode se chamar #W15 – Uma Nova Era: da relação com o marido (“A gente não é um casal perfeito”) às lembranças da vida de solteira (“Já fui chifrada mais de uma vez. E também o contrário”).

“Não tem problema nenhum dizer que você já caiu de cara no chão, já bebeu demais, porque faz parte da vivência”, conta, por exemplo, sobre as experiências que serviram de base à música Coração Embriagado, faixa do novo CD. Foi sobre tudo isso, e mais um pouco, que Wanessa falou ao site de VEJA.

Por que você voltou para o sertanejo?
Por que não? Foi muito orgânico para mim esse CD. Eu comecei a trabalhar nele em maio do ano passado. Estava ouvindo as músicas que me mandavam e pedindo outras para editoras, muito insatisfeita, porque era tudo mais do mesmo, e decidi começar a escrever as minhas próprias. Então, vi outra pessoa surgir ali, com outra linguagem musical, muito romântica, basicamente por causa do piano, que usei para compor. Chamei minha prima, Dayane, que está se lançando na dupla Day e Lara, para criar comigo. Depois, conheci a Marcinha Araújo, o César Lemos. Foi tudo natural e logo nos primeiros movimentos eu percebi que o disco seria em português e que o romântico voltaria com força. Eu estou cantando músicas de fazer chorar o coração, o que a gente chama de sofrência. E descobri que sou uma cantora de sofrência há muito tempo, porque minhas músicas antigas são quase todas assim. Podem chamar meu novo disco de sertanejo porque gostam de colocar rótulo. Mas não é só sertanejo. Tem elementos latinos, do folk, do pop. Essa mistura, que faz parte da minha essência, está ali.

Uma das músicas do disco é Coração Embriagado. De onde veio o título?
O coração está de certa maneira tonto, sem saber para onde ir. E, claro, quando a gente está na fossa, bebe um pouco mais. Muitas vezes, eu me utilizei desse artifício (risos). Mas agora não faz parte da minha vida. Eu até bebo de vez em quando, mais socialmente. Quando você faz uma música sobre algo, não quer dizer que você viva esse aquilo naquele momento. Eu resgato minha memória afetiva, memória de coisas que eu vivi.

A sensação que a gente tem é de que, com Marcus Buaiz, sua vida entrou mais nos eixos. É isso?
A gente não é um casal perfeito. A gente tem brigas, também. A gente tem personalidade forte, e às vezes discorda, discute e tenta não dormir brigado. Mas o relacionamento tem várias cores, que eu posso explorar na música, de dor, de mágoa…. O disco tem a ver com essa minha fase mais madura, o que estou vivendo e já vivi. Um relacionamento que está desgastado, por exemplo. O que pega mais no casamento é justamente esse desgaste e o desafio de renovar a relação. O repertório tem também traição, que é um tema recorrente nesse estilo de música. Mas acho importante, mais do que dizer “Você me traiu, você me traiu” o CD inteiro, dizer “Você é o cara que eu escolhi”.

Você perdoaria?
Ah, depende da traição. Na faixa Perseguição, eu falo disso: “Se fosse com outra, até tinha perdão / Mas me trair com ex eu não aceito, não”. Isso não quer dizer que aconteceu comigo, vamos deixar em aberto.

Mas aconteceu ou não?
Ai, gente… quem nunca? (risos) Já fui chifrada mais de uma vez. E também o contrário.

No seu relacionamento atual?
Não, não. Até porque a letra fala que ela paga a roupa e a prestação do carro dele. Quem nunca? (risos) Compor é isso, você resgata coisas que você já viveu.

Você já sustentou namorado, é isso?
Quem nunca?

É ótimo que você fale de tudo.
Mas e por que não? É claro que você tem de ter um certo limite para falar porque às vezes o julgamento é muito pesado. Então, você filtra. Mas não tem problema nenhum dizer que você já caiu de cara no chão, já bebeu demais, porque faz parte da vivência. Quem nunca fez um barraco? (risos)

O que você faz para manter o casamento depois de nove anos e dois filhos?
Sabe o segredo? É saber perdoar os pequenos errinhos de cada um. A gente se apega muito às pequenas coisas e aquilo vira uma bola de neve. Mãe tem isso de querer ser dona da razão. E não é assim, ele é pai tanto quanto eu, e é um pai muito participativo. É importante relevar aquilo que te incomoda para dar valor ao que ele faz de bom, que é muito maior.

Ainda sobre o teor autobiográfico das músicas do disco, você é ciumenta?
A música Fora de Mim é minha, e fala de uma mulher desesperada, porque o homem não atende ao celular. Ela fez uma besteira, ficou cega, deu um escândalo e sufocou o cara, que passou vergonha e agora não atende o telefone. Ela promete mudar pelo cara, o que é uma ilusão – ninguém muda por ninguém, mas por si mesmo. Ela é tipo… louca. Eu já fui uma mulher louca em algum momento. Quem nunca? Esse CD precisa se chamar ‘Quem nunca?’ (risos)

E hoje?
Hoje eu sou tranquila com ciúme. Eu fiz Agora Eu Sei para esse amor calmo. Ela achou que já tinha se apaixonado, que já tinha amado, mas ela agora sabe que esta é a primeira vez. “Era para ser mais um dia normal / Mas acordei mais cedo que você / Na correria, nem te disse tchau”. Então, ela pensa como seria a vida se não tivesse o “Bom dia” dele todos os dias e percebe que o ama. “Se esse amor um dia acabar / Eu não suportaria.”

E a mulher poderosa, onde aparece?
Em Boquinha de Açúcar, que é provocativa. “Porque eu sou pimenta / na sua boca / boquinha de açúcar / diz que a minha boca é afrodisíaca / tá querendo, tá”. É uma brincadeira da mulher poderosa. Mas eu sempre trabalhei com o empoderamento feminino. Tenho músicas de oito anos atrás que falam dessa mulher forte, como Culpada, que eu gravei há uns nove anos, sobre uma mulher que traiu um cara. “Eu também te traí / Eu também te enganei / O sabor do pecado / Eu também já provei / Fui pior que você / Porque eu soube esconder / Então, já não se culpe, meu bem / Eu sou culpada também”.

Você não faz a linha bela, recatada e do lar, né?
(Risos) Não, mesmo. Como diz uma amiga, sou bela, recatada e do bar. Eu mesma só bebo socialmente. Mas quando tinha meus 20 anos… (risos) Eu fui uma adolescente como qualquer outra, que sentiu ciúme, chorou pelo namorado, e que foi amadurecendo a sua relação com o outro. E eu espero falar com você daqui a dois anos e estar mais madura do que hoje, mais tolerante, sabendo respeitar o outro. Sou apaixonada pelo ser humano e as suas maluquices. Poderia ser psicóloga fácil. O que eu quero é ter amigos e construir uma vida linda, para no final me orgulhar.

Você se tornou musa gay. Não tem medo de perder esse público?
Engraçado que uma boa parte desses fãs já estava comigo desde o começo. Acho que vamos continuar juntos. Além disso, é natural, na música, ter like e dislike. Faz parte.

Não tem medo de crítica?
Qualquer coisa que eu fizesse seria criticada. Não ligo.

Quem é seu maior conselheiro profissional?
O meu marido. Eu adoro a opinião da minha mãe e do meu pai, que, lógico, entende muito de música tecnicamente. Ele me ajudou a dar vazão a essa minha mudança. Fui compondo e ele sugerindo caminhos. “A gente precisa chamar um produtor assim, assado para essa música.”

Mas seu pai gostou do seu “retorno” ao sertanejo?
Lógico, porque ele tem uma identificação maior. Quando eu fui para o pop, ele me apoiou, mas mal sabia cantar. Ele fala espanhol, mas inglês não. Fazia “Shine it on, shine it on” e não ia além disso (risos).

Fonte: Veja

Ator americano é condenado à morte após assassinar duas pessoas


O ator americano Daniel Patrick Wozniak, de 32 anos, foi condenado à morte nesta sexta-feira (23) após ter matado duas pessoas. Ele tirou a vida do soldado Samuel Herr, de 26 anos, e sua amiga, a estudante Julie Kibushi, de 23 anos. 
Os crimes aconteceram no sul da Califórnia, em 2010, e por motivo fútil. Endividado, sem dinheiro para pagar o aluguel, as despesas do casamento e sua lua de mel, Daniel planejou o assassinato do veterano de guerra com o intuito de roubar 60 mil dólares que ele havia recebido pelos serviços prestados no Afeganistão.


Ele atraiu o soldado para o sótão fingindo que precisava de ajuda para transportar alguns móveis e atirou nas costas de Herr enquanto ele se ajoelhava. Em seguida, o ator decepou a cabeça, as mãos e o antebraço, e despejou o corpo em um parque. 
Para despistar a polícia, Wozniak usou o celular da vítima para enviar mensagens a sua amiga Julia Kibuishi, e a atraiu até o apartamento do soldado. Ele atirou duas vezes na cabeça da jovem, removendo suas roupas e refazendo a cena do crime para parecer que o soldado tivesse a estuprado. 
Quando não estava planejando os assassinatos, o ator estrelava o musical Nine, no teatro Hunger Artists na cidade de Fullerton. 
Dias depois ele foi preso, durante sua despedida de solteiro. A pena do ator será cumprida no presidio de San Quentin, e ele aguardará a execução no corredor da morte da penitenciaria.

Fonte: Portal do Holanda

Atenção: o que deve cair no Enem


O conteúdo de matérias do Enem é tão extenso que os estudantes não sabem nem por onde começar. A área de humanas costuma embaralhar ainda mais a cabeça do aluno, por estar mais sujeita a subjetividades. No geral, há ênfase aí nos conflitos por liberdade, em questões de direitos humanos e na interpretação dos processos históricos. Uma análise das últimas cinco provas mostra que existe um padrão do que é requerido do aluno em cada disciplina. A pedido de VEJA, quatro experiente professores na maratona dos cursos preparatórios ressaltam o que mais tem sido cobrado. Que sirva de guia para o uso mais racional do tempo. E bom estudo.

HISTÓRIA
Dica: A história contemporânea tem grande peso
Escravidão – A relação entre o tráfico negreiro nos períodos colonial e imperial e os problemas sociais contemporâneos
Os índios – Seu papel na formação da identidade nacional e a atuação da igreja na questão indígena
Era Vargas – Revolução de 30, Estado Novo e a crise que levou ao suicídio. Movimentos sociais, voto feminino e conquistas trabalhistas
Império e República oligárquica – Crise do café, queda do império, guerra do Paraguai e coronelismo
História Geral – Transição do feudalismo para o capitalismo, revoluções Industrial e Francesa, as duas Guerras Mundiais e colonialismo

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GEOGRAFIA
Dica: Ênfase em geografia social e humana, com interpretação de gráficos e tabelas
Urbanização – O crescimento das cidades e as desigualdade sociais e as questões ambientais
Industrialização no Brasil – Reorganização do trabalho, tecnologia e desemprego
Agricultura – Produtividade X sustentabilidade e conflitos agrários
Setor Energético – Diversificação da matriz, crise hídrica, apagão e o impacto ambiental do velho modelo
Globalização – Mudança na produção industrial, relação de dependência entre economias e o papel da mão de obra asiática

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BIOLOGIA
Dica: As questões são voltadas para temas concretos do dia a dia
Ecologia – Poluição, cadeias alimentares, ciclo do nitrogênio e fluxo de energia
Genética – DNA, transgênese, sistema ABO, imunologia e imunização
Fisiologia animal – Hormônios, nutrição, sistemas digestivo e circulatório
Citologia – Células-tronco, mitocôndrias e fermentação alcoólica
Botânica – Fotossíntese

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FÍSICA
Dica: Prioridade em questões sobre energia, mecânica e eletricidade
Eletricidade – Circuitos elétricos, potência e transformações. Instalações residenciais
Energia – Transformações de energia, energia térmica, potencial e cinética
Mecânica – Newtoniana
Calorimetria – Temperatura, equilíbrio térmico e calor
Ondas – Feixes, refração, velocidade, comprimento e frequência

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QUÍMICA
Dica: Conceitos químicos aplicados ao cotidiano
Termoquímica – Cálculo da quantidade de calor liberado na queima de diferentes materiais
Cálculo estequiométrico e concentração de soluções – Cálculos que envolvem relações de massa, volume e quantidade de matéria (mol)
Química ambiental – Camada de ozônio e lixo
Eletroquímica e termoquímica – Pilhas, baterias e eletrólise
Compostos inorgânicos – Ácidos, bases, sais e óxidos, funções orgânicas, isomeria e separação de misturas

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MATEMÁTICA
Dica: Conceitos matemáticos aplicados a situações do cotidiano que exigem interpretação de figuras e textos
Geometria – Geometria plana e espacial, áreas e volume
Estatística – Probabilidade, percentuais e técnica de contagem
Análise Combinatória – Permuta e combinação
Funções – Aplicações gráficas da fórmula y=f (x). Progressão aritmética e geométrica
Trigonometria – Seno, cosseno e tangente

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PORTUGUÊS
Dica: Foco nos grandes movimentos literários e em interpretação de textos retirados da imprensa, de charges e até de tirinhas
Escolas literárias – Romantismo, realismo, modernismo. Drummond sempre cai
Gêneros textuais – Comparação entre tipos de texto
Norma culta e popular – Estratégias argumentativas em poemas, crônicas, artigos e letras musicais
Figuras de linguagem – Metáfora e metonímia
Sintaxe – Tempos e concordância verbais, regências, sujeito, predicado e adjuntos

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INGLÊS E ESPANHOL
Dica: A prova é voltada para interpretação de textos, a maioria deles retirada da imprensa internacional
Fonte: Professores Rafael Pina, Natália Souza, Rodrigo Reis, Felipe Rossi e Andreia Castro

Fonte: Veja

Bebê da capa de ‘Nevermind’, do Nirvana, refaz foto após 25 anos


Veja - Em 24 de setembro de 1991, as lojas recebiam o disco Nevermind, da banda grunge Nirvana, o segundo da breve carreira do grupo. A capa do álbum, que se tornou um clássico, é facilmente reconhecida até hoje, 25 anos depois. Um bebê pelado nada, submerso em uma piscina, atrás de uma nota de dólar. Para celebrar o aniversário do disco – e da icônica imagem – o fotógrafo John Chapple convidou o modelo original para recriar a cena.
Spencer Elden, 25, disse ao jornal New York Post que pediu para fazer a foto pelado, como no passado. Porém, Chapple preferiu o jovem com uma bermuda. “Ele achou que seria esquisito. Então, usei meus shorts”, contou Elden.
O rapaz, que hoje trabalha com artes plásticas, disse não se lembrar do dia em que protagonizou a foto original, mas que ela possui um significado especial em sua vida. “É engraçado pensar que eu fiz isso por cinco minutos, quando eu tinha quatro meses de vida, e se tornou uma imagem tão famosa.”
Nevermind, considerado o disco que marcou o início do movimento grunge, vendeu mais de 30 milhões de cópias no mundo e colocou no mercado hits como Smells Like Teen Spirit e Come as You Are. A foto da capa original foi feita pelo fotógrafo Kirk Weddle. Ele conhecia o pai de Elden e pediu para fotografar a criança, que recebeu 200 dólares de cachê. Agora adulto, o rapaz ganhou a mesma quantia de John Chapple para recriar o momento.

Por onde anda Edson Fieschi, o João Emanuel de "Meu Bem, Meu Mal"?

Edson, ao lado de Adriana Esteves (que interpretava sua irmã, Patrícia), e Armando Bogus (seu pai, Felipe)
Edson Fieschi nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 15 de maio de 1964, sob o nome de Edson Baptista Fonseca Junior. Entrou para a carreira artística em 1981 quando estudava num curso pré-vestibular para a faculdade de Engenharia e se matriculou na escola de teatro Tablado, onde estudava dramaturgia ao lado de nomes como Malu Mader, Felipe Camargo e Maurício Mattar, e foi com eles mesmos que atuou na peça Os Doze Trabalhos de Hércules, de 1983. Ao todo, atuou em mais de 20 peças.


Estreou na TV em 1988 com a novela Vale Tudo fazendo uma rápida participação, mas ganhou destaque ao interpretar João Emanuel, jovem ambicioso e mau-caráter na novela Meu Bem, Meu Mal, em 1990.
Voltou à TV em 1992 na minissérie Tereza Batista, da mesma emissora, até que se mudou para a Record, em 1997, e fez a novela Canoa do Bagre.

Edson com os colegas de Insensato Coração: Leonardo Miggiorin, Giovanna Lancellotti e Jonatas Faro
Depois de 18 anos, interpreta o advogado homossexual Nelson em Insensato Coração, no horário nobre. Fora da TV desde então, se dedica às peças de teatro e agora está em cartaz com 'Ela é o Cara' ao lado de Vera Fischer. Ele interpreta o terapeuta Gilberto, e Vera interpreta ela mesma, uma de suas pacientes.

Edson Fieschi e Vera Fischer em 'Ela É O Cara' (nos bastidores)

Bárbara Evans briga com o namorado e cai no choro no meio da rua

A animação de Bárbara Evans, que até havia publicado uma selfie mostrando seu look para sair sábado à noite com o namorado, Antonio Villarejo, chegou ao fim ao final da noite. Isso porque a dupla se desentendeu e a modelo acabou o encontro chorando na frente de uma festa no restaurante Bagatelle, na Gávea, Rio de Janeiro.


A filha de Monique Evans caiu no choro ao se desentender com o amado após vê-lo dançando com outras mulheres dentro do local, do qual é sócio. Irritada, a vencedora de “A Fazenda” chegou a sair do estabelecimento sozinha e ficou esperando sentada do lado de fora com cara de poucos amigos.
Quando finalmente saiu do restaurante, Antonio e Bárbara começaram a discutir e a moça caiu no choro. O motorista do empresário – que aparece nas imagens – teve que intervir para tentar amenizar a situação. Ao final, tudo ficou ao menos um poucos certo e os dois deixaram o lugar no mesmo carro.

Fonte: MSN

Grazi Massafera é indicada ao Emmy Internacional de melhor atriz por papel em "Verdades Secretas"


O desempenho de Grazi Massafera na novela Verdades Secretas, de 2015, continua rendendo frutos. Ela acaba de ser indicada ao Emmy Internacional – premiação considerada o Oscar da TV – na categoria Melhor Atriz por sua atuação como a modelo Larissa, que acaba caindo no mundo das drogas.


Quem também concorre ao prêmio é Alexandre Nero. Ele foi indicado a Melhor Ator por sua atuação em A regra do jogo. Na novela, ele foi o protagonista Romero Rômulo.
No total, a TV Globo recebeu seis indicações. Além de Grazi e Nero, as tramas deVerdades secretas e A regra do jogo concorrem na categoria melhor novela. Zorra vai disputar o prêmio de Melhor Série de Comédia e Os experientes de Melhor Minissérie.


Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de premiação que será realizada em novembro, nos Estados Unidos.

Fonte: DC.ClicRBS

Vladimir Brichta faz papel duplo e será roqueiro bad boy em nova novela da Globo

Correio da Bahia - Nascido em Diamantina (MG) e criado em Salvador, Vladimir Brichta, 40 anos, enterrou o malandro Armane de Tapas & Beijos há um ano, quando a série acabou, e está num ritmo frenético em 2016. Viveu o nada certinho, mas simpático Celso na série Justiça (que terminou sexta), interpreta Arnaldo e Arnaldo 2 em Um Homem Só e vem aí como protagonista da novela Rock Story, que estreia na Globo em novembro, no horário das 19h. 


O que te atraiu em Arnaldo, que explora nuances diferentes das suas habituais em novelas e numa série cômica como Tapas & Beijos? 
Exatamente poder ampliar o leque e sair daquele arquétipo meu mais conhecido de malandro astral ou cafajeste na TV, explorar o drama também, assim como na série Justiça e como faço no teatro. Gosto do humor também, me identifico e pessoalmente sou um cara bem humorado, mas fico feliz quando alguém acostumado só com meu lado cômico na TV se surpreende comigo num drama. Não sou eu que estou me descobrindo - é essa pessoa que está me descobrindo. Tem humor em Um Homem Só, mas é algo sutil e mais para o tom de comédia do cinema indie americano, na qual você pode passear por camadas de interpretação.

Depois de 11 anos, você volta às novelas em novembro em Rock Story, como Guilherme, um roqueiro bem temperamental. Verdade que você buscou inspiração para o personagem em Chorão (1970-2013)? 
Nessa parte do temperamento sim, porque as pessoas que conviveram de perto com Chorão dizem que ele era um cara carinhoso, mas capaz de explosões furiosas com outras pessoas. Logo no primeiro capítulo, o personagem joga uma garrafa de água em alguém da plateia que está falando ao celular. Depois vai num show de um rival e soca o cara. E também busquei inspiração no jeito de palco de Cássia Eller (1962-2001), no Márcio Mello, lá da Bahia. Guilherme é um roqueiro que sucesso nos anos 90 e está numa fase meio decadente. 

Aos 40 anos, como você vê sua trajetória até aqui? 
Um dia desses falei que o melhor está por vir e Adriana (Esteves, atriz e esposa do ator) arregalou os olhos e disse: "É mesmo?". Me orgulho muito do que já fiz, a começar pelo início no teatro baiano, por peças como Calígula e Equus, com Fernando Guerreiro. Considero Calígula minha melhor atuação no teatro. Foi graças ao teatro baiano que João Falcão me chamou para A Máquina, em 2000, assim como Wagner (Moura) e Lazinho (Lázaro Ramos). Depois vim para a Globo e cheguei à protagonista, mas teve um momento que fiquei insatisfeito com o que estava fazendo na TV e voltei para o teatro para, em seguida, retornar para as séries. Foi uma crise necessária para meu crescimento.

Para um bom ator ter 40 anos é sentir-se ainda até meio adolescente em termos de aprendizado... 
Até fisicamente (risos). Hoje, eu não precisaria pesquisar para um personagem com problema na lombar (risos). Já sei o que é isso.

Onde está Rodrigo Pandolfo, o Humberto de 'Cheias de Charme'?


Rodrigo Pandolfo tem 32 anos e é natural de Três de Maio (RS) em 24 de julho.
Ele já morou em Primavera do Leste (MT), e com 15 anos se mudou para o Rio de Janeiro (RJ) para seguir a carreira de ator. Quando acabou o ensino médio, se matriculou na escola de teatro Tablado.
É formado em artes cênicas pela UniverCidade, além de já ter estudado na Casa de Arte das Laranjeiras.
Sua primeira peça começou em 2006 com Cine-Teatro Limite. Participou de um quadro no Fantástico do mesmo ano, Santos Dumont - O Desafio no Ar, marcando assim a sua estréia na TV.
Pode ser visto em Cheias de Charme, que está no ar desde 19 de setembro. Além desta novela, fez também Geração Brasil (2014).
Fora da Globo desde então, está na série da Fox Brasil Nem Vem Que Não Tem, como o protagonista Sérgio Henrique, um ex-atleta olímpico que se vê na falência.