sábado, 1 de outubro de 2016

Antene-se - Descubra o que acontece se você tomar água com mel de estômago vazio


Fatos Desconhecidos - O mel é uma substância bastante utilizada em receitas naturais quando o assunto é saúde. Não é para menos, ele possui diversas propriedades que fazem bem ao organismo.
Além de ser nutritivo e uma fonte de energia, ele também ajuda a tratar doenças respiratórias e reforça o sistema imunológico.
Mas as propriedades benéficas do mel não param por aí. Ele pode ter efeitos ainda mais poderosos se você ingeri-lo com água.
Vários estudos apontam que o consumo da mistura com o estômago vazio pode ter muitas vantagens. Duvida? Então confira algumas delas:

Ajuda a perder peso
Como o mel é um alimento que promove uma sensação de saciedade, ele aliado a água pode ser uma alternativa ao controle de peso.
Além de causar sensação de saciedade, a mistura também controla o mecanismo do cérebro que provoca o desejo de ingerir açúcar.


Combate a artrite
Pode parecer inacreditável, mas um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen demonstrou que os pacientes que consumiram água com mel sentiram um alívio de suas dores em questão de minutos.
Por isso, se recomenda o consumo de água com mel para prevenir e combater as dores provocadas pela artrite.


Ajuda a reduzir os níveis de colesterol
Outro estudo realizado pela mesma universidade apontou que os pacientes com colesterol alto podem diminuir seus níveis em até 10% após duas horas de ingerir água com mel.
Por causa disso, o mel diluído em água poderia ajudar a resolver problemas de circulação e doenças cardiovasculares.


Fortalece o sistema imunológico
Não é à toa que o consumo de mel é indicado para pessoas com gripes ou resfriados. O mel é um alimento com propriedades antibióticas e antibacterianas, que ajudam a manter longe os vírus e bactérias causadores de infecções.
A água com mel em jejum é uma excelente alternativa para aumentar as defesas e prevenir uma grande quantidade de doenças.


Aprenda a preparar
Não há segredo! Para preparar a mistura basta diluir uma colher de mel orgânico em um copo de água morna e bebê-lo em jejum.
Para maximizar os efeitos, especialistas recomendam que a solução seja consumida todas as manhãs com o estômago vazio.

O Melhor das Novelas - "Mr. Vain", de Culture Beat, grande sucesso das pistas nos anos 90


O projeto de eurodance Culture Beat lançou em 1993 o hit Mr. Vain, que está presente na trilha sonora internacional da novela das seis Sonho Meu, do mesmo ano. O folhetim foi um de vários que não foram reprisados até hoje, nem no Vale A Pena ver de Novo, nem no Canal Viva, embora tenha atingido 44 pontos de audiência que foram excelentes para o horário.


A canção chegou ao 1º lugar na parada de sucessos da Alemanha, Áustria, Itália, Irlanda, Canadá, Austrália e Bélgica.
Relembre Mr. Vain:

Dance Mania - "Fiesta Loca", de Desaparecidos

Artista: Desaparecidos
Música: Fiesta Loca
Ano: 2009
Álbuns no Brasil: Vibe 97 - Vol. 12; Superpop - Volume 3; Summer Eletrohits 6
Gravadora: Building Records

Pesquisador comemora vacina, mas alerta: "Dengue não vai acabar amanhã"

A primeira vacina contra a dengue já está acessível gratuitamente para a população de 30 municípios do Paraná. Embora ainda não exista previsão para que outras regiões do país sejam beneficiadas pela novidade, a espera não deve ser longa.
A notícia é comemorada por especialistas, mas o pesquisador João Bosco Siqueira Júnior, da Universidade Federal de Goiás (UFG), alerta que é preciso dosar a euforia, já que leva tempo entre a introdução de uma vacina e a percepção de seu impacto na saúde da população.


Siqueira Júnior lembrou que, no passado, a introdução de outras vacinas demoraram a surtir efeito na população e que as gerações atuais vivem um cenário em que várias doenças já estão erradicadas. "Essa pessoas, não têm a vivência, por exemplo, de que entre o início da vacina da poliomelite e o controle da doença, se passou um bom tempo. Então é preciso educar a população nesse sentido, pois a dengue não vai acabar amanhã", disse ele na 18ª Jornada Nacional de Imunizações, que começou ontem (29) em Belo Horizonte e vai até sábado (1º).
O laboratório francês Sanofi Pasteur é o responsável pelo desenvolvimento da vacina contra a doença, que é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Como não há muitos casos de dengue na França, a avaliação de campo ocorreu na Ásia e na América Latina, incluindo o Brasil. O imunizante é indicado para pessoas entre 9 e 45 anos e deve ser aplicado em três doses com intervalos de seis meses.
Registrada em dezembro de 2015 na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprimeira campanha da vacina atendeu a rede pública do Paraná, em julho. A primeira dose já foi distribuída a 30 municípios. Em 28 deles, a campanha tem como público-alvo pessoas entre 15 e 27 anos. Nas outras duas cidades, atende a faixa etária entre 9 a 45 anos.
Enquanto não chega à rede pública de outros estados, a vacina pode ser encontrada em hospitais e clínicas de imunização privados. O custo para os estabelecimentos varia entre R$ 132 e R$ 138, conforme determinou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos(Cmed). Para o consumidor, o valor sai mais caro.
A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, também avalia de forma positiva a novidade, mas ressalta o desafio de conscientizar a população.
"A vacina é ótima. Tem uma eficácia de mais de 90% para as formas mais graves da doença. O único ponto negativo é a necessidade de três doses. Por que digo isso? Porque é muito difícil vacinar o adulto. Quando o alvo é uma faixa etária de 9 a 45 anos, há um desafio enorme de trazer as pessoas para a sala de vacinação. Ainda mais quando precisamos fazer isso três vezes, em intervalos de seis meses"

Saiba Mais

Isabella diz ainda que a inclusão da vacina na rede pública demanda estratégia. "Antes do governo adquirir do laboratório, nós precisamos ter um plano elaborado que permita trazer as pessoas à sala de vacinação. Este é o maior desafio. Do contrário, a vacina fica parada na geladeira. E é preciso garantir também que não vai faltar orçamento para adquirir nenhuma das três doses", acrescentou.

Estudos
Siqueira Júnior explica que a experiência no Paraná vai permitir avançar em pesquisas sobre os impactos na saúde pública. "A vacina tem resultados que foram divulgados para um indivíduo. Os benefícios individuais estão bem registrados. A nossa próxima pergunta é qual o impacto que a vacina tem na perspectiva da saúde pública. Qual é o resultado de se ter muita gente imunizada?", indaga.
Segundo ele, um aspecto que precisa ser analisado é a situação dos idosos. Pessoas acima de 60 anos compõem um grupo de risco entre pacientes com o vírus da dengue. Segundo o Ministério da Saúde, idosos têm 12 vezes mais chances de morrer pela doença do que pessoas de outras faixas etárias. No entanto, a vacina foi elaborada para quem possui entre 9 e 45 anos. Ou seja, os idosos estão fora do público alvo.
"Mesmo assim, eles podem ser beneficiados. Pois se as pessoas entre 9 e 45 anos estiverem imunizadas, elas deixam de ser fonte do vírus para o mosquito que picá-las. Dessa forma, espera-se que a quantidade de mosquitos infectados caia. Assim, nós protegemos indiretamente os idosos. É um contexto possível, mas que só as pesquisas poderão confirmar", explica Siqueira Júnior.
O pesquisador não acredita em prejuízos à população pela vacina. "No passado, isso já ocorreu. Quando foi desenvolvida a vacina para rubéola, por exemplo, as crianças eram o foco. A doença se deslocou para adultos jovens. E, quando mulheres gestantes contraem rubéola, os bebês podem nascer com alguma malformação. Mas a rubéola é uma transmissão de pessoa para pessoa. No caso da dengue, se trata de uma transmissão vetorial. O mosquito não vai alterar seu hábito porque a pessoa tomou ou não a vacina. Para ele, isso não faz diferença", avalia.

Controle de vetor
Como o resultado da imunização leva tempo para beneficiar a população e, em um primeiro momento, não haverá vacina para todos, o combate ao mosquito precisa continuar.
"A vacina só protege contra a dengue e nós temos também a zika e a febre chikungunya. O mosquito ainda transmite a febre amarela, embora seja uma doença que já tenha vacina há bastante tempo. E mesmo que, no futuro, tenhamos vacina para zika e febre chikungunya, o combate ao Aedes não acaba. Estes mosquitos são muito capazes de transmitir vírus. Futuramente eles podem se adaptar para disseminar novas doenças. Além disso, outros vírus podem também se adequar ao mosquito", avalia Siqueira Júnior.
O pesquisador da UFG acredita que em breve poderemos contar com novas tecnologias para controle do Aedes aegypti. Ele aponta dois estudos promissores. Um deles pretende utilizar mosquitos geneticamente modificados para impedir a reprodução da espécie.
O outro faz uso da bactéria Wolbachia, facilmente encontrada no meio ambiente. Pesquisa preliminares têm apontado que o vírus da dengue, da febre chikungunya e da zika, quando são infectados por esta bactéria, não conseguem mais ser transmitidos pelo mosquito.

Fonte: EBC

Muçulmana é capa da 'Playboy' pela 1ª vez


A edição norte-americana de outubro da revista "Playboy" trará pela primeira vez na capa uma mulher muçulmana completamente vestida e usando um hijab. Trata-se da jornalista Noor Tagouri, 22 anos e nascida nos Estados Unidos, mas descendente de libaneses.
A foto de Tagouri faz parte de uma edição especial da publicação masculina, com o título "Renegades" (Renegados, em tradução livre), dedicada a "homens e mulheres que têm arriscado tudo, inclusive a vida, para fazer o que ama".
Na entrevista, a jornalista revela que quer ser a primeira apresentadora a utilizar o hijab na televisão norte-americana. Tagouri, que tem 100 mil seguidores nas redes sociais, é um dos ícones da comunidade muçulmana nos EUA e defensora do uso do véu islâmico em seu país.
"O grande desafio que enfrento é o processo de fazer com que as pessoas confiem em mim para contar suas histórias", explicou Tagouri à "Playboy". A capa da revista desencadeou muita polêmica na imprensa local. "'Playboy' é sinônimo de pornografia", criticou a publicação muçulmana digital "The Muslim Vibe".
Já Asma Uddin, diretora de uma plataforma online para mulheres islâmicas, disse ao jornal "The Washington Post" que "a entrevista de Noor desvaloriza o pudor e ofende as mulheres". A blogueira Nishaat Ismail também fez uma dura crítica. "A 'Playboy' existiu durante 63 anos para permitir aos homens admirarem mulheres nuas", disse.
Por sua vez, a fotógrafa Aymann Ismail escreveu na revista "Slate" que a imprensa deveria aplaudir Noor. "Faz um ano que a 'Playboy' abandonou a nudez e mudou. A entrevista de Noor na capa sobre sua experiência com o véu nos Estados Unidos, suas aspirações e o atual clima político foi uma ocasião ótima de visibilidade para todas as mulheres muçulmanas", afirmou.
Além de Tagouri, participaram da edição de outubro a bailarina Stoya, que se tornou uma das atrizes pornográficas mais conhecidas do mundo, e Laura Jane Grace, líder da banda Against Me!, que vai "revelar os desafios de ser transgênero no punk rock".

Fonte: Jornal do Brasil

Antene-se - Meu tímpano perfurou, e agora?

Antes de falarmos sobre tímpano perfurado é importante explicar como este processo funciona. A membrana do tímpano é uma proteção que separa a orelha externa da orelha média. A orelha média é uma cavidade preenchida por ar que contém os ossículos da audição. O som é captado pela vibração da membrana do tímpano, que faz os ossículos se movimentarem. Para tudo funcionar bem, a pressão do ar contido dentro da orelha média deve ser a mesma da pressão atmosférica do local onde estamos. A abertura da tuba auditiva, que conecta a orelha média à parte mais profunda do nariz, faz a conexão da orelha média com o ambiente externo.
Um fato interessante é que problemas nasais, como rinite e aumento da adenoide (que se localiza na parte posterior do nariz) podem obstruir a tuba auditiva e prejudicar a aeração da orelha. Em situações como mergulho ou voo, a mudança da pressão atmosférica pode ser muito brusca a ponto de a orelha média não conseguir equalizar a pressão interna com o ambiente externo ao mesmo tempo. A membrana do tímpano é tracionada pela pressão externa e pode ser rompida.
Outra situação em que o tímpano pode ser perfurado são as infecções. Em casos graves, a orelha fica preenchida por secreção purulenta que faz pressão sobre o tímpano levando ao seu rompimento. Objetos inseridos na orelha com muita força (como cotonetes) ou substâncias como ácidos e água muito quente também podem romper o tímpano.

Tratamento e cuidados
Para se tratar o tímpano perfurado, primeiro, deve-se afastar infecção (otite). Como o tímpano é uma barreira de proteção, seu rompimento facilita a entrada de bactérias. Se o médico constatar sinais de infecção, o tratamento será feito com antibióticos, que podem ser por via oral ou gotas otológicas. A dor costuma ser intensa nesses casos e, em geral, são necessários anti-inflamatórios e analgésicos.
Proteção contra a água é o principal cuidado quando o tímpano foi perfurado. Durante o acompanhamento médico, poderá se optar por observação, aguardando-se um prazo de alguns meses para que haja fechamento da perfuração de forma espontânea. Se não houver, pode ser necessária uma cirurgia para correção do tímpano.
Para se proteger contra a água na hora do banho, deve-se colocar uma bola de algodão embebido em algum óleo, como óleo de amêndoas, que funciona como uma barreira contra a água. Deve-se evitar frequentar piscinas, praticar mergulho ou qualquer atividade com risco de entrada de água na orelha.
A mudança de pressão atmosférica, como em voos ou subida/descida de serra não causará alterações pois a perfuração funciona como uma comunicação com o ambiente externo. A pressão da orelha média será igual à da pressão atmosférica.

Prognóstico
Em determinados casos, principalmente se a perfuração ocorreu por uma infecção, o tímpano pode se regenerar. Isso vai depender de vários fatores, como a extensão da perfuração, demora para tratamento da infecção e da imunidade do paciente.
Sobre os riscos do problema voltar a acontecer, tudo irá depender da causa da perfuração. Em geral, perfurações recorrentes são relacionadas a infecções crônicas e doenças nasais. A rinite sem tratamento ou a hipertrofia da adenoide levam à má ventilação do ouvido. No caso da adenoide, pode ser necessária retirada com cirurgia.

Fonte: Minha Vida

"Mendigo", do Pânico, exibe corpo sarado após perder 17 kg


Carlinhos Silva, o Mendigo do programa "Pânico", mostrou que é possível alcançar a boa forma, mantendo a disciplina com uma boa alimentação e exercícios físicos. O humorista perdeu 17 kg e compartilhou a foto do corpo sarado em seu perfil no Instagram.
Carlinhos afirmou que o sobrepeso que adquiriu com os anos foi decorrente de bebedeiras e de "quase todo dia e comendo só besteiras, além de centenas de noites mal dormidas".
"Sequei um pouco sim, tudo naturalmente com muito esforço, ajuda e toques de profissionais da saúde como alimentação sem ser radical e treinando todos os dias, fazendo aeróbico e musculação, chegando a ficar três horas na academia, pois eu queria e precisava mudar", revelou o comediante.
A postagem é uma verdadeira lição de incentivo para quem quer perder os quilinhos indesejados. "Está aí a maior prova de que fazemos o que queremos com nosso corpo e mente, basta colocarmos a mão na consciência e dar o ponta pé inicial. É meio árduo e doloroso, mas lembrem 'sem dor, sem ganho'" diz o humorista em outro trecho.

Fonte: Portal A Tarde

Ivete será supertécnica do The Voice Brasil


Ivete Sangalo vai ser a supertécnica do The Voice Brasil, que estreia na quarta-feira (5). A cantora vai dar suporte aos quatros técnicos da edição adulta.
O jornal Extra, destaca que Ivete já começa a gravar na segunda-feira (3) com Claudia Leitte, na terça (4) com Michel Teló, na quarta (5) com Lulu Santos e na quinta (6) com Carlinhos Brown.
Ela será a única assistente para ajudar os times treinados pelos técnicos. Nas edições anteriores, cada técnico tinha um assistente. Os cantores Alexandre Pires, Di Ferrero, Dudu Nobre, Ed Motta, Luiza Possi, Maria Gadú e Rogério Flausino já ocuparam o posto em outras temporadas.

Fonte: O Fuxico

Mara Maravilha antes de voltar ao SBT: 'Passei necessidade'


De volta ao SBT - emissora que a lançou no Show Maravilha - após 22 anos, Mara Maravilha está de desde segunda-feira (26), na bancada do programa Fofocando. Ao mesmo tempo em que comemora o retorno à TV, ela enfrenta críticas da comunidade evangélica por trabalhar falando da vida alheia.
"Tem muito julgamento dentro da própria igreja. Na mesma medida que me julgam, eles serão julgados. Se eu estou onde estou é graças a Deus, e a gente só agrada a Ele. Minha fé é minha prioridade, estou mais com Deus do que em outros tempos. Continuo indo à igreja, guardo o sábado, não como carne", disse ela ao jornal Extra. 
A apresentadora e cantora, que frequenta a Adventista do Sétimo Dia, está em paz com a decisão de ir para a bancada do vespertino.
"Só Deus sabe como eu estava precisando dessa oportunidade. As pessoas não imaginam a necessidade que eu estava passando. E, se eu ficar me preocupando com o que os outros falam da minha vida, não vou viver. Essas pessoas que me julgam estão tão preocupadas comigo que eu vou mandar para elas as contas que chegam a minha porta. Não estou pegando homem de ninguém nem matando ou me prostituindo. Estou trabalhando!".
Mara apresentou alguns programas na Rede Record até 2007 e voltou para para participar, em 2015, do reality show A Fazenda, do qual foi eliminada depois de uma participação muito polêmica.
"Eu não levei o maior prêmio, mas o que eu ganhei depois não dá para medir. A vida é muito rápida, por isso a gente tem que abraçar e fazer bom proveito das oportunidades. Não queria essa exposição, mas precisava do dinheiro. Desta vez não, não estou num programa em qualquer lugar. Sempre sonhei voltar para o SBT".
Ao jornal Extra, Mara destacou que está mais ouvindo do que falando no momento e se colocou à disposição da direção da emissora para fazer o que eles quiserem.
"Tenho muitos projetos, sou muito criativa, mas hoje estou aqui para obedecer e dar resultado. Eu me sinto muito em casa, ao lado de um monte de gente que me conhece. Não vou deixar nada nem ninguém atrapalhar esse trabalho".

Fonte: O Fuxico

Lista de novelas das sete que poderiam ser reprisadas no Vale A Pena Ver de Novo


01. Que Rei Sou Eu? (1989): a trama se passava no século XVIII em um fictício país europeu, e tinha como protagonistas os atores Edson Celulari e Giulia Gam, contando também com Tereza Rachel, Tato Gabus Mendes (filho do autor da trama, Cassiano Gabus Mendes) como o antagonista principal, Cláudia Abreu, Jorge Dória, Marieta Severo, Natália do Vale e Antônio Abujamra. Esta foi a segunda novela de Antônio na emissora.
Estreou em 13 de fevereiro de 1989 e seguiu no ar até 15 de setembro do mesmo ano, totalizando 185 capítulos.
Ambientada em 1786, num fictício país europeu, Que Rei Sou Eu? aludia à Revolução Francesa para fazer uma paródia do Brasil, além de refletir o momento histórico vivido pelo país, que se preparava para a primeira eleição direta para presidente da República após quase 30 anos.
No imaginário reino de Avilan, o povo miserável vive às voltas com governantes corruptos, sucessivos planos econômicos, moeda desvalorizada e altos impostos. Com a morte do rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri) – cujo único herdeiro é o filho bastardo Jean Pierre (Edson Celulari) –, os conselheiros reais, que exercem forte influência nas decisões da rainha Valentine (Tereza Rachel), resolvem entregar a coroa ao mendigo Pichot (Tato Gabus Mendes). A armação é obra de Ravengar (Antônio Abujamra), o bruxo do condado. Revoltado, Jean Pierre lidera um grupo de revolucionários para derrubar os vilões. Em meio aos conflitos, a princesa Juliette (Cláudia Abreu) se apaixona por Pichot.
O herói Jean Pierre é um jovem corajoso e íntegro, que se divide entre o amor da revolucionária Aline (Giulia Gam), que trabalha no palácio, e o da nobre Suzanne (Natália do Vale), mulher do conselheiro Vanoli (Jorge Dória).
Foi reprisada na Sessão Aventura em 70 capítulos, um mês após a exibição do último capítulo, e no canal por assinatura Viva na íntegra.


02. Uga-Uga (2000): de Carlos Lombardi, foi uma de poucas novelas de sucesso que sequer foram reprisadas nem no Vale A Pena Ver de Novo e muito menos no canal pago Viva.
Está na lista das novelas das sete mais assistidas nos últimos anos por conseguir atingir exatos 38 pontos de audiência, já que o horário exigia 35.
O protagonista era o índio Tatuapu, vivido pelo ator Cláudio Heinrich. No folhetim, seu personagem nasceu na cidade, porém viveu em uma família de índios. Conta-se também com Humberto Martins, Viviane Pasmanter, Mariana Ximenes, Vera Holtz, Lima Duarte, Sílvia Pfeifer, Tato Gabus Mendes, Françoise Forton, Nair Bello e Marcos Frota.
O Ministério da Justiça proibiu a Rede Globo de reprisar a novela antes das 20h00 pelo número de cenas de nudez.


03. Vamp (1991): foi reprisada na Sessão Aventura em 130 capítulos, e na íntegra no Canal Viva. Foi a última novela do ator Flávio Silvino antes do acidente automobilístico que abalou a sua carreira, deixando-o quase inutilizado até hoje.
O folhetim de Antônio Calmon, que atingiu 52 pontos de audiência, contou com os atores Ney Latorraca, Cláudia Ohana, Reginaldo Faria, Joana Fomm, Nuno Leal Maia, Fernanda Rodrigues, Evandro Mesquita, André Gonçalves, Bel Kutner, Marcos Frota, Vera Zimmermann, Vera Holtz e Marcos Breda. Foi a única novela de Amora Mautner, que deixou de ser atriz para se dedicar à direção.
A abertura era a famosa Noite Preta, de Vange Leonel (1963-2014).
Em Armação dos Anjos, litoral do estado do Rio de Janeiro, o capitão reformado Jonas Rocha, viúvo com seis filhos, casa-se com a historiadora Carmem Maura, também viúva e com seis filhos. Eles terão problemas inéditos, além daqueles comuns a uma família numerosa, ao entrar em contacto com os vampiros que assolam a cidade com a chegada da famosa cantora Natasha para a gravação de um clipe.
Natasha, uma cantora de rock, vendeu sua alma ao terrível conde Vladymir Polanski, chefe dos vampiros, para brilhar na carreira. Mas ele descobre que em encarnações passadas ela era Eugênia, o seu amor, que preferiu ficar com Rocha, a outra vida do capitão Jonas. O conde passa então a perseguir Natasha e a família do capitão, inclusive usando de seus poderes para envolver Carmem Maura.
Natasha, por sua vez, quer destruir Vlad para se livrar de sua maldição. A única arma de que dispõe para isso é a Cruz de São Sebastião, que está escondida em algum lugar em Armação dos Anjos. A cruz deve ser manejada por um homem chamado "Rocha". O herói é portanto o capitão Jonas.
Também está em Armação o bandido Jurandir, fugindo de Cachorrão, um líder de marginais que Jurandir assaltou por engano. Na cidade, ele se esconde nas vestes de um padre, fica amigo da garotada e recebe o apelido de "Padre Garotão". A batina, no entanto, não é tropeço para seu louco namoro com Marina, a protegida de Cachorrão.



04. Kubanacan (2003): outra novela que não foi reprisada nem no Vale A Pena Ver de Novo e nem no Viva, sendo alvo do Ministério da Justiça por cenas de nudez, violência, nudez e sexo, consideradas impróprias para o horário as 19hrs.
Kubanacan escapou de se tornar um fiasco em decorrência de seu esticamento, pois até o capítulo 150 tinha uma média de 38 pontos, e como foi esticada, caiu para 36. Mesmo assim, foi uma ótima média para o horário das sete.
O autor, Carlos Lombardi, homenageou Cassiano Gabus Mendes com a sátira política como crítica aos problemas enfrentados pelos países de terceiro mundo, como foi feito em Que Rei Sou Eu?.
A história se passa nos anos 50, num país fictício com o nome da telenovela, supostamente localizado no Caribe e comeconomia fortemente baseada na exportação de produtos agrícolas como a banana. A língua oficial do país seria o espanhol. Oprotagonista, Esteban Maroto (interpretado por Marcos Pasquim, que tinha como característica o grande número de cenasfeitas com o torso nu, imagem que foi utilizada, por exemplo, na capa da trilha sonora da novela), é um homem que sofre deamnésia, e que se vê transformado em um herói contra a própria vontade, sendo envolvido inclusive na política do país. Ao longo da trama descobrimos que Esteban sofre de um distúrbio (mais tarde diagnosticado como esquizofrenia) que lhe provoca dupla personalidade. No final, é revelado que quem dizia ser Esteban era, na verdade, Leon, filho dele com Rubi (Carolina Ferraz), vindo do futuro para impedir que a Fênix (uma arma de destruição em massa) matasse várias pessoas, como na épocadele. Suas "lembranças", na verdade, eram fruto da árdua pesquisa sobre seu pai Esteban, em conjunto com a desorientação severa causada pela viagem no tempo. Leon descobre que Esteban estava vivo, mas manco de uma perna, devido a umacidente que sofrera ao cair de um avião.




05. Cara & Coroa (1995): outra que nunca foi reprisada, mesmo conseguindo atingir excelentíssimos 41 pontos de audiência. A novela foi escrita por Antônio Calmon, e se passava em duas fases. Christiane Torloni deu vida às gêmeas Fernanda e Vitória, que mesmo sendo iguais na aparência, o temperamento é diferente. Suas personagens se conhecem na prisão, onde a Vitória é presa por roubo de jóias, e a Fernanda é condenada por assassinato.
A trama contou com Miguel Falabella, Luís Melo, Rosi Campos, Henri Pagnoncelli, Maitê Proença, Carlos Zara, Márcio Garcia, Wolf Maya, Natália Lage, Juliana Baroni e Alexandre Frota.

Christiane Torloni em Cara & Coroa


06. Quatro Por Quatro (1994): novela escrita por Carlos Lombardi, e tem como protagonistas as mulheres que sofreram nas mãos de seus parceiros, Abigail (Betty Lago), Auxiliadora (Elizabeth Savalla), Tatiana (Cristiana Oliveira) e Babalu (Letícia Spiller). Elas se conhecem no trânsito, onde o carro de Babalu fica sem freio e bate com os que estavam na frente, que eram o carro das outras moças. Já na cadeia, uma sabendo da relação amorosa da outra, e juntas travam um pacto de vingança contra os homens que fizeram sofrer; assim, cada um ficaria responsável pelo ex da outra.
Em nove meses, com 233 capítulos exibidos, a novela conseguiu uma média de 44 pontos




07. Perigosas Peruas (1992): foi a segunda novela da modelo Sílvia Pfeifer, que deixou claro ter chegado para ficar. Ela interpreta Leda, e Vera Fischer dá vida a Cidinha. Amigas desde a infância, seguiram caminhos opostos: a primeira virou uma dona-de-casa que jamais pensou em trabalhar fora, e a segunda tornou-se uma profissional bem sucedida, com aversão a casamento e filhos. Em comum, apenas um amor do passado: Belo (Mário Gomes), filho da italiana Dona Gema (Nair Bello), o qual acabou por casar-se com Cidinha.
O que Cidinha não sabe é que, durante a sua gravidez, Leda também esperava um bebê de Belo e que, com a morte prematura do bebê de Cidinha, Belo havia trocado os bebês na maternidade.
De volta ao Brasil depois de anos de sucesso profissional no exterior, Leda irá reivindicar a guarda da filha com Cidinha. Mas Belo trabalha para os Torremolinos, uma família poderosa da Máfia, chefiada pelos primos Franco (Cassiano Gabus Mendes) e Branco (José Lewgoy). E eles envolvem Belo em uma grande enrascada: ou ele mata Leda e Cidinha, ou eles o matam.

O folhetim contou com Guilherme Karan, Irving São Paulo, Gerson Brener, Sílvia Buarque, Tato Gabus Mendes, Natália Lage e Beth Goulart. Foi a única novela em que o Cassiano Gabus Mendes atuou como ator.
Em seis meses de exibição, obteve uma média de 38 pontos, considerada razoável. Mas, mesmo assim, dá pra passar de novo, né?


08. Morde & Assopra (2011): foi a penúltima novela das sete que conseguiu atingir a meta estabelecida pela Globo, que era 30 pontos de audiência, e sendo assim, conseguiu esse mesmo número. Teve no folhetim Adriana Esteves, Matheus Solano, Marcos Pasquim, Vanessa Giácomo, Klebber Toledo, Marina Ruy Barbosa, Bárbara Paz, Carla Marins, Caio Blat, André Gonçalves, Joaquim Lopes e Sérgio Marone.
A paleontóloga Júlia começa no Japão à procura de fósseis de uma nova espécie pré-histórica para finalizar sua tese de doutorado, e assim se casar com seu chefe e noivo, o inglês John Lewis. Depois de sofrer um acidente onde perde quase toda sua pesquisa, Júlia conhece Ícaro, um inventor, que está na "terra do sol nascente" em busca de métodos tecnológicos para criar um robô com as características de Naomi, sua amada esposa que desapareceu e foi dada como morta há alguns anos atrás em um acidente. Ícaro revela para a jovem que na cidade onde vive, no interior de São Paulo, foram descobertas recentemente várias ossadas de animais pré-históricos de 90 milhões de anos. Os olhos de Júlia brilham e ela vê nesta oportunidade a chance de realizar o maior feito de qualquer pesquisador: descobrir uma nova espécie de dinossauro.
Júlia chega na pequena cidade de Preciosa junto de sua equipe de paleontologia, formada pelo atrapalhado e gago Cristiano, pelo sedutor Tiago – que nutre um amor por ela – e pela ambiciosa Virgínia, que planeja passar a perna na amiga para ser reconhecida internacionalmente. Lá Júlia conhece Abner, viúvo rude, dono de uma fazenda e pai da pequena Tonica. Os fósseis descobertos estão exatamente no cafezal da fazenda, e Abner é contra as pesquisas em suas terras, vivendo aos tapas e beijos com Júlia em uma paixão cheia de confusões pela personalidade forte de ambos. Os dois engatarão um romance, mas, naturalmente, terão que vencer alguns obstáculos para viverem esse amor, sendo o maior deles Celeste, irmã da falecida esposa de Abner e que é loucamente apaixonada por ele.
Enquanto isso, Preciosa vive às voltas com moradores pitorescos. Como Dona Salomé, mãe de Celeste, uma mulher sovina e ardilosa que não sossegará enquanto não separar o filho Marcos da mulher dele, Natália, a quem sempre considerou imprópria para o caçula por ter origem humilde. O prefeito corrupto Isaías e a primeira-dama Minerva, aguardam a volta do filho Áureo, que abandonou Celeste no altar em outros tempos sem motivo revelado, e tem uma surpresa ao perceber que o filho está mais delicado. Na cidade grande Áureo descobriu sua homossexualidade e agora, de volta à cidade, se torna melhor amigo de Celeste e faz de tudo para seduzir o peão Josué, que acaba se interessando por ele mesmo sem perceber e não consegue mais dormir longe do filho do prefeito. E Dulce, a humilde e simplória vendedora de cocadas, orgulhosa do filho Guilherme, que acredita ter se formado médico, mas que na verdade torrou toda a grana que a mãe mandava para custear seus estudos na capital em farra e agora volta sem nada. Guilherme, além de iludir a mãe sustentando a mentira de que é médico recém formado, tentará enganar Alice, filha do prefeito, dizendo que é rico para se casar com ela e tomar posse de seu dinheiro.


09. Lua Cheia de Amor (1990): foi escrita por Ricardo Linhares, Maria Carmem Barbosa e Ana Maria Moretzohn, e exibida por sete meses. É protagonizada por Marília Pêra, que deu vida à camelô Genuína. A personagem é uma mulher sem estudos e que foi maltratada pela vida. Sonha em reencontrar seu marido Diego (Francisco Cuoco), desaparecido há anos. É mãe de Rodrigo (Roberto Bataglin) e Mercedes (Isabela Garcia), que sentem vergonha de sua pobreza.
Apesar das críticas, o folhetim fez sucesso, chegando à exatos 45 pontos.
É uma adaptação da novela Dona Xepa, de Gilberto Braga.
Contou com a atuação de Susana Vieira, Bete Mendes, Maurício Mattar, Lú Mendonça, Norma Blum, John Herbert, Chica Xavier, Paula Lavigne, Totia Meireles, Marcelo Faria e Arlete Salles.


10. Um Sonho a Mais (1985): foi outra novela que ficou na mira do Ministério da Justiça, que exigiu a retirada dos travestis na trama, interpretados por Marco Nanini e Antônio Pedro. O único que ficou foi o de Ney Latorraca, pois a sinopse com seu personagem já havia sido aprovada pela censura. O espanhol Daniel Más é o autor, e durante o lançamento, disse que os personagens eram inspirados em figuras da sociedade carioca e paulista. Mas à partir do capítulo 37, foi substituído por Lauro César Muniz devido à críticas.
Na década de 1960, Antônio Carlos Volpone é acusado de matar o Dr. Telles, seu futuro sogro, e pai de Stella, sua noiva.
Para fugir da acusação, Volpone foge do país, com seu amigo Mosca, faz fortuna, e passa a viver no Egito. Stella casa-se com o ríval de seu antigo noivo, Orlando Aranha e têm uma filha, Mônica.
Vinte anos depois, Volpone vê Stella e Mônica passeando pelo Cairo, sente que continua a amando e decide voltar ao Brasil.
Para não ser preso, anuncia que está com uma grave doença e por isso vive preso numa redoma de plástico, e como está moribundo, procura um herdeiro. Sua chegada ao Rio de Janeiro atrai a atenção da imprensa, em especial da repórter Amélia Bicudo, que passa a investigar sua vida.
Enquanto um ator fica dentro da bolha de plástico, simulando ser Volpone, ele circula disfarçado entre seus antigos amigos e inimigos, investigando quem é o verdadeiro assassino, tentando se aproximar de Stella e vivendo várias aventuras. Volpone assume personalidades como a secretária Anabela Freire, o médico Nilo Peixe, o advogado Augusto Mello Sampaio e o motorista André Silva, tudo isso escudado por seu fiel amigo Mosca.

Em sua última cena na novela, Edgar/Edson aparece no topo de um prédio com uma guitarra e canta uma música de despedida:
Alguém se entregou no lugar de quem não fez
Mas a raposa livre a verdade vai resgatar
Tudo o que eu sei, que eu fui, que eu fiz
Neste momento vai se apagar
Pelos poderes herdados de Diana Cris
Pelos poderes herdados de Diana Cris

O personagem então invoca seus poderes paranormais e desaparece da novela, a sua existência sendo apagada da memória de todos os outros.
Para muitos, foi a primeira novela a exibir um beijo gay, sendo, na verdade, um discreto selinho entre dois homens.