terça-feira, 11 de outubro de 2016

Dance Mania - outra versão de You See The Trouble With Me, de Black Legend


O sucesso You See The Trouble With Me foi o que consagrou o DJ Black Legend, levando-o ao auge. Não foi mais esquecido, e então, no ano de 2012, a dupla Lyssat & Voltaxx lança a sua versão. Assista o clipe e escute a música:

O Melhor das Pistas - "Look For Love", do DJ Sammy


Foi o último single conhecido de DJ Sammy no Brasil e lançado em 2012. O músico, nascido na Espanha, é lembrado sempre pelo remake Heaven, de 2002, gravado em parceria com Yanou e a cantora Do. Heaven foi lançada pela primeira vez pelo cantor Bryan Adams em 1985.
Outro remake do DJ que se tornou single tem o nome de Boys Of Summer, do cantor Don Henley.
Em 2012, DJ Sammy lançou o single 'Look For Love', que não tem informações se caiu nas paradas de sucesso, porém, no Brasil, integrou o repertório dos álbuns Na Balada - Hits 2012, Vibe 97 - Winter 2012, e Double Play Vol. 4, todos lançados pela Building Records.
Assista o videoclipe:

Quais novelas que a Globo poderia reprisar no Vale A Pena Ver de Novo?

Novelas do horário das oito
Dancin' Days (1979): embora a novela seja antiga, a história é contagiante. Tem um toque cultural ao vermos roupas e acessórios daquela época que eram febre no país e também músicas da era disco. Foi protagonizada pela lindíssima Sônia Braga, famosa também pela sua atuação em Gabriela (1975). Nessa novela, de Gilberto Braga, ela deu vida à ex-presidiária Júlia, que passou onze anos na prisão por atropelar um homem durante uma fuga de um assalto a banco. A abertura dessa novela era 'Dancin Days', das Frenéticas.


Sônia Braga em Dancin' Days

Torre de Babel (1998): teve como antagonista o ator Tony Ramos, que estava acostumado a somente interpretar mocinhos. Nessa novela, de Sílvio de Abreu, ele dá vida ao ex-presidiário Clementino, responsável pela morte da esposa e de seu amante.
Teve uma média geral de 44 pontos. Torre de Babel sofreu várias alterações ao longo do tempo que foi exibida para escapar do fracasso, pois os personagens Guilherme (Marcello Anthony), Leila (Sílvia Pfeifer) e Neuza (Christiane Torloni) foram rejeitados pelo público. Ele por ser dependente químico. Elas por formarem um casal. Todos morreram na explosão do Shopping Tropical Towers, ocorrida no segundo mês de exibição da trama, gerando um mistério que durou até o capítulo final: "quem explodiu o shopping?".


Cartaz de propaganda sobre a estreia da novela, em 1998


O Dono do Mundo (1991): na época, a novela de Gilberto Braga foi a substituta de Meu Bem, Meu Mal, já exibida no Vale A Pena ver de Novo em 1996. Enredo:
O antiético cirurgião plástico Felipe Barreto, casado por interesse com Stella, filha do rico empresário Herculano Maciel, sente uma forte atração por Márcia, uma simplória professora, tímida e suburbana, noiva de Walter, um funcionário de sua clínica. Essa fascinação aumenta quando ele descobre que a garota é virgem. Durante o casamento de Márcia, Felipe aposta uma caixa de champanhe com Júlio, gerente da clínica, dizendo que fará amor com a moça antes do noivo. A fim de alcançar seu objetivo, ele oferece uma viagem ao Canadá para o casal. No estrangeiro, arma para que Walter se distancie e seduz Márcia quando a mesma o procura. Com efeito, a moça, antes de sua noite de núpcias, acaba se rendendo a Felipe, o que faz com que sua vida desmorone: Walter, ao descobrir a traição, comete o suicídio. Márcia consequentemente passa a sofrer inúmeras dificuldades até ser expulsa de casa pela própria família. Começa então a se dedicar somente à vingança contra o médico.
Ao mesmo tempo vemos o drama de Thaís, vizinha de Márcia, moça simples que, para ascender na vida, decide se prostituir, contando para isso com a ajuda de Olga Portela, uma sofisticada cafetina, mulher que sabe os segredos do passado de Felipe e de sua família.

Em sua exibição, teve média de 47 pontos. Contou com Antônio Fagundes, como o cirurgião Felipe; Glória Pires, Daniela Perez, Letícia Sabatella, Ângelo Antônio, Antônio Calloni, Fernanda Montenegro, Kadu Moliterno, Maria Padilha, Stênio Garcia, Alexia Deschamps, Tuca Andrada, Lucinha Lins, Hugo Carvana, Marcelo Serrado, Cristina Galvão e Yaçanã Martins.



Mandala (1987): novela escrita por Dias Gomes, teve média geral de 70 pontos. Abordou assuntos extremamente polêmicos na época, como o misticismo, bissexualidade, incesto, drogas, racismo e alcoolismo. Chegou a ser vetada pela Censura Federal no governo de José Sarney, porém, Dias Gomes fez alguns reparos e a trama foi finalmente liberada. Dias escreveu Jocasta para Dina Sfat, mas ela não pôde aceitar o papel por já estar debilitada por causa do câncer de mama, então, a oportunidade foi dada para Vera Fischer. É lembrada pelo romance de Vera com Felipe Camargo, que se conheceram nesta novela.



Corpo a Corpo (1985): escrita por Gilberto Braga, teve como protagonistas Glória Menezes, Antônio Fagundes, Débora Duarte e Flávio Galvão. Leia o enredo:
Teresa foi apaixonada por Osmar, um homem bem mais novo que preferiu se casar com Eloá. Anos mais tarde, Teresa vai trabalhar como enfermeira na casa do rico empreiteiro Alfredo Fraga Dantas e acaba se casando com ele. O casamento de Osmar e Eloá entra em crise quando Eloá tenta sua ascensão profissional, e Teresa volta à cena, preparando uma surpreendente vingança contra Osmar, o homem que a fizera sofrer muito no passado. Ao mesmo tempo, a ambiciosa Eloá conhece Raul, homem elegante, misterioso e aparentemente rico com o qual faz um estranho pacto a fim de atingir o topo. Seria ele o diabo?

Foi exportada para vários países, como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Uruguai, Portugal, Espanha, Canadá e Colômbia.



Novela do horário das seis
Sonho Meu (1993): exibida de setembro de 1993 à maio de 1994, teve como protagonista a atriz Patrícia França, que deu vida à Cláudia, uma mulher que fugiu do marido, o ciumento e violento Geraldo (José de Abreu). Ela perdeu a guarda da filha, Maria Carolina (Carolina Pavanelli), que passa a ficar sob tutela da tia, Elisa, mulher que é capaz de tudo para subir na vida. Além disso, Cláudia é disputada por dois irmãos: Jorge (Fábio Assunção), que administra os negócios de sua família, e Lucas (Leonardo Vieira), que consegue com que a moça realmente se apaixone por ele.
Teve média geral de 44 pontos, sendo considerada um grande sucesso.


Carolina Pavanelli foi o grande destaque de Sonho Meu

Novelas do horário das sete
Hipertensão (1986): escrita por Ivani Ribeiro, conseguiu 52 pontos de audiência, um fenômeno para o horário. Foi o primeiro trabalho do apresentador César Filho como ator, sendo também um dos protagonistas. Leia o enredo:
Carina é a estrela da companhia de teatro mambembe de Sandro Galhardi. Em suas viagens, ela conhece três simpáticos velhinhos: Candinho, Romeu e Napoleão. Porém ela não sabe que um deles é seu pai. No passado, os velhinhos haviam se casado com trigêmeas e uma delas era a mãe de Carina. Este mistério permanecerá até o final da trama. Enquanto isso, a jovem Luzia é assassinada e entre os suspeitos está Ray, filho da poderosa Donana, que fará de tudo para inocentá-lo.
Luzia é filha da empregada Odete, que sempre lutou para sua filha se casar com Ray; quando Odete soube da morte de sua filha, fica magoada por perdê-la e como antes tinha perdido o marido, Odete quer vingança da pessoa que a matou. Quem era muito apaixonado por Luzia era o radialista Túlio, que tem certeza que Ray não é culpado e ele vai conquistar o coração da doce e meiga Carola, que tem muitas desconfianças do jovem Fratelo, por achar que ele é o culpado da morte de Luzia.
Acham que Ray é o suspeito mas teve muita gente que estava perto de Luzia e pode ser o culpado como: Fratelo que paquerava Luzia, Beatriz que era rival de Luzia, Gioconda que odiava Luzia, Raquel que sentia ciúmes de Ray e Luzia e um culpado misterioso que estava perto desses suspeitos.

Contou também com os atores Stênio Garcia, Lília Cabral, Elizabeth Savalla, Paulo Betti, Maria Zilda Bethlem, Cláudia Abreu, Carla Marins, Nelson Xavier, Paulo Gracindo, Débora Evelyn, Antônio Calloni e Fafy Siqueira.



Olho no Olho (1993): escrita por Antônio Calmon, apresentou Tony Ramos, Stênio Garcia, Nico Puig, Natália do Vale e Maria Zilda Bethlem nos papéis principais. Marcou a estréia de Patrícia de Sabrit na televisão e foi a última novela de Thales Pan Chacon, que veio a falecer vítima do vírus da AIDS em 1997. Leia o enredo:
A trama tem início em Roma, quando Armando (Stênio Garcia) revela, em confissão ao padre Guido Bellini (Tony Ramos), que é procurado por uma organização criminosa chefiada por um jovem paranormal. Algum tempo depois, Guido descobre que Armando morrera e, culpado por não ter tentado impedir o assassinato daquele homem, decide largar a batina e voltar para o Brasil.
Na cidade de São Paulo, Guido passa a se dedicar ao estudo da paranormalidade, no intuito de combater a organização, chefiada por César Zapata (Reginaldo Faria) e seu sobrinho Fred (Nico Puig), o jovem poderoso a quem Armando se referira. Para enfrentar os Zapata, Guido conta com a ajuda do também paranormal Alef (Felipe Folgosi), um jovem que ainda não tem pleno domínio de seus poderes.
Paralelamente ao combate à organização criminosa, Guido vive um romance com Débora (Natália do Vale), mãe de Alef. Seu principal oponente, César, também gosta de Débora e faz tudo para afastá-la de Guido. Ele arma uma verdadeira guerra contra o ex-padre, usando os poderes malignos de Fred.
Valquíria (Maria Zilda Bethlem) é cunhada de Cesar Zapata, viúva, mora na casa do vilão e, assim como ele, sonha em ver Fred naPresidência do Brasil, tendo com Cesar uma relação de amor e ódio, sujeitando-se a todas as suas exigências.
Malena (Helena Ranaldi) é amiga de infância de Guido, por quem é apaixonada desde jovem. Quando a família se mudou para aItália, continuou no Brasil e foi morar com as tias de Guido, Julieta (Cleide Yáconis) e Viridiana (Eva Todor). Depois que Guido retorna ao Brasil, sua paixão reacende-se pelo ex-padre, e vai viver uma perigosa relação de amor e ódio com ele.

Teve média geral de 44 pontos, sendo assim considerada um grande sucesso, já que a média do horário na época era de 40.


A vida de Dolores Gonçalves Costa, ou simplesmente Dercy


Os primeiros anos da vida de Dercy Gonçalves não foram flores. Nasceu numa família pobre em Santa Maria Madalena, no interior do RJ, em 23 de junho de 1905, sendo registrada em 1907 pois naquela época isso era muito comum de acontecer. Era filha do alfaiate Manuel Gonçalves Costa e da lavadeira Margarida Gonçalves Costa. Sua mãe abandonou o lar e os sete filhos por infidelidade do pai, quando ela ainda era pequena, sendo criada apenas por ele, que era alcoólatra. Sofria preconceitos por ser chamada de 'negrinha', pois era neta de negros.

Dercy Gonçalves em 1928
Dercy em 1943
Dercy Gonçalves em 1957
Se interessou pela vida artística ao trabalhar na bilheteria de um cinema da cidade, aprendendo a se maquiar e atuar como as artistas, e aos dezessete anos, destinada a tornar seu sonho de ser atriz realidade, fugiu para Macaé para se juntar a uma trupe de teatro, a Companhia Maria de Castro. Nessa companhia, conheceu Eugênio Pascoal, seu primeiro marido, com quem havia feito dupla em suas apresentações itinerantes. Casaram-se em 1932, e na primeira noite juntos, ele a violentou sexualmente. Por causa de ciúmes violentos de Eugênio, se separaram depois.
Ela contraiu tuberculose nas excursões com o grupo de teatro, tendo se curado tempos depois graças ao exportador de café Ademar Martins, que pagou as contas da internação da atriz para se tratar, já que ela não tinha dinheiro suficiente para isso. Os dois viveram um romance, embora ele estivera casado, e tiveram uma filha, Dercimar, nascida em 1936, a única de Dercy. Mesmo sendo casado, garantiu que ia registrar a criança, e colocou Dercy numa casa boa para se viver e ajudou nas despesas. Ia visitá-la de vez em quando, porém, um dia, não apareceu mais. Dercy, sem outra saída, voltou a trabalhar no teatro.
Sua primeira filmografia foi em 1943, intitulada Samba em Berlim. Fez também 'Depois eu Conto' (1956), 'A Baronesa Transviada' (1957), 'Cala a Boca, Etelvina' (1959), 'A Viúva Valentina' (1960) e 'Se Meu Dólar Falasse' (1970).
A TV Tupi foi a primeira emissora que Dercy foi contratada, em 1957, porém, só conseguiu êxito quatro anos mais tarde, quando foi para a Excelsior no programa Viva o Vovô Deville, no quadro A Perereca da Vizinha, que foi proibido de ir ao ar por causa da ditadura militar de 1964.

Dercy em 1968
Foto de 1980
Dercy, em 1992, pronta para desfilar na Unidos do Viradouro
Transferiu-se para a Rede Globo em 1967, onde apresentou um dos primeiros sucessos da emissora, Dercy de Verdade, um programa que realizava gincanas, entrevistas e incluía também a participação do auditório para discutir temas relevantes. Era realizado em São Paulo, sendo transmitido ao vivo às segundas-feiras. Em abril de 1969, o programa foi punido pela Censura Federal com 15 dias de suspensão, pois segundo os censores, a produção havia desrespeitado o artigo que proibia alterações feitas nos programas aprovados pela Censura. O programa Dercy de Verdade obteve 70% de audiência quando foi exibida.

Dercy em 1966, apresentando o programa 'Dercy Espetacular'
Voltou a aparecer pouco na televisão nos anos 70 e 80, pois estava envolvida no teatro, fazendo peças como 'Dercy Biônica', 'Dercy Vem Aí', 'A Gatatarada', 'A Difa...Amada', 'Tudo na Cama' e 'Dercy de Cabo a Rabo'. Retornou às câmeras somente em 1989, quando fez uma participação na novela 'Que Rei Sou Eu?', ganhando personagem fixo em novelas no ano de 1992, em 'Deus Nos Acuda'.

Dercy em cena na novela 'Que Rei Sou Eu?' (1989)
Ao lado de Cláudia Corrêa e Castro em 'Deus Nos Acuda'

A última vez que foi vista foi no filme 'Nossa Vida não cabe num Opala', numa rápida participação em 2008, ano de sua morte por pneumonia que causou uma sepse pulmonar e insuficiência respiratória, aos 103 anos. O estado do Rio de Janeiro decretou três dias de luto em memória de Dercy.

Dercy sendo sepultada
Dercy Gonçalves em 'Deus nos Acuda' (1992)
A atriz era considerada uma das artistas mais revolucionárias do século XX, sendo muito conhecida também por ser debochada e por soltar muitos palavrões. Está no livro Guiness de recordes por ser a única atriz que com 100 anos atuou em um filme.
Causou polêmica em 1991 ao desfilar com os seios à mostra, na escola de samba Unidos do Viradouro, com o enredo Bravo Bravíssimo.
Ela participou por cinco anos do Domingão do Faustão, no quadro Jogo da Velha.
No seu sepultamento, em sua cidade natal, ela pediu para que fosse 'de pé' para dar continuidade à sua caminhada após a morte.
Enquanto apresentava uma peça teatral, descobriu que na platéia havia um agente da Censura que anotava coisas consideradas 'desrespeitosas' pela lei da ditadura militar. Ela deu três palavrões para provocar o agente e cancelou o restante de sua apresentação, mandando devolver o dinheiro dos ingressos.

Dercy em 'Que Rei Sou Eu?' (1989)
Dercy em 2007
Frases:

"Quem me criou foi o tempo, foi o ar. Ninguém me criou. Aprendi como as galinhas, ciscando, o que não me fazia sofrer eu achava bom."

"Tudo que passou, acabou. Eu sobrevivi."

"O ontem acabou. Não tenho mágoa de nada e nem saudade de nada. Vivo o hoje. Tenho alegria de viver, adoro a vida."

"Eu já fui acusada de tudo. Eu era "negrinha" [a avó era negra], menina de rua, mas nada disso me atingiu porque eu não sabia o que era o mundo. Não tinha nem amigos. Passeava na rua e era perseguida com 7, 10 anos, porque o negro é perseguido há séculos."

“Não acredito em santo nenhum. Minha religião é a natureza. Deus é um apelido. Ele pra mim não existe. O que existe é a natureza. Deus é fantasma, mas a natureza é a verdade”

“Eu vou sentir falta de vocês. Mas vocês também vão sentir a minha”

“Todas as manhãs, a solidão me deixa deprimida. Moro sozinha, tem três pessoas que se revezam para me acompanhar. Minha filha não mora comigo. Filho não gosta de mãe; é a mãe que gosta do filho. Eles crescem, ganham independência e passam a ter prioridades. Eu me animo no cair da tarde, às 16h mais ou menos. Luto para ter forças para sair. Aí me arrumo, vou pro bingo. Lá, sou muito bem tratada, ganho cartelas e me distraio. À noite, vou a festas, jantares, adoro comer. E volto pra casa, durmo feliz. Assim são meus dias, sem expectativa”







Dercy Gonçalves desfilando, em 1991, com os seios a mostra
Dercy e Zé Trindade
Fonte(s): Funarte; Wikipédia; Memória Globo; Cinema Clássico; Gshow; Dercy de Verdade (programa)
Imagens: UOL; Correio de Uberlândia; Canal Viva; Abril; RD1; Funarte

Acessem o blog de Odele Souza; mãe da garota Flávia, que está em coma há 18 anos


O nome do blog se chama Flávia Vivendo em Coma, e foi criado por Odele Souza, mãe da moça de 28 anos que vive em coma desde janeiro de 1998 (quando tinha 10), quando brincava com seu irmão numa piscina e teve seu cabelo sugado. Sofreu danos cerebrais e está em coma até os dias atuais. Em seu blog, ela mostra a vida de Flávia com a cabeça completamente desligada do mundo, seus desabafos por não tê-la visto se desenvolvendo, seja na escola ou na vida íntima. Leia um trecho:

Quanta coisa foi subtraída da vida desta menina!
... a primeira menstruação;
... o garoto bonitinho;
... aquela roupa linda, aquele sapatinho, aquela boneca e o batom; 
... o primeiro beijo, o primeiro namorado!!!! 
... as fofocas com as amigas no telefone, cinema, pipoca e sorvete no shopping
... a escolha do vestido de 15 anos;
... o boletim, as provas, passar de ano;
... o stress do vestibular, do que-vou-ser-quando-crescer
... os torras da mãe, a hora marcada prá chegar;
... baladas, passeios, novidades... 
... enfim, a vida foi roubada da Flavia.

Flávia em foto de 2009
Flávia em 2014, com a cadeira de rodas 'stand up'
Leia também a carta que ela escreveu para a filha, em maio deste ano:

Carta para minha filha em coma, Maio de 2016


Querida filha,

De novo é Dia das Mães. De novo assumo o seu lugar, no envio desta carta que você fazia questão de escrever para mim, todos os anos, no Dia das Mães. Você sabe que não dou importância a dia disto ou daquilo e, tenho cá pra mim querida, que essas datas são feitas mais para aquecer o comércio. Que seja, mas você dava importância ao Dia das Mães, e só por isso a carta que você me escrevia, eu escrevo pra você, todos os anos na data de hoje.
E só para te relembrar: Já faz 18 anos filha que você vive em coma. Você estava com 10 anos e quando brincava e nadava em uma piscina que funcionava fora dos padrões de segurança, você teve os cabelos sugados pela sucção do ralo e se afogou. Era o dia 06 de Janeiro de 1998, um dia que jamais vai sair de minha memória. As lembranças daquele dia Flavia, vão estar me assombrando para sempre. Para sempre.
Filha, você está com 28 anos, completados em Dezembro. Me desculpe se você não precisar que eu relembre sua idade e mesmo assim eu estar te relembrando, me desculpe. Mas sabe filha, é que eu, apesar de todos esses anos em que venho cuidando de você, pouco sei sobre o misterioso estado de coma, esse brutal sono sem despertar que te mantém tão perto e tão longe de mim, O que eu sei, ou melhor, o que eu sinto filha, é que o estado de coma é algo intermediário entre a vida e a morte, entre o ir e o ficar, entre eu ter e não ter você aqui participando ativamente de minha vida. De nossas vidas.
Sobre a Lei Federal para Segurança nas Piscinas pela qual eu e você, por anos a fio, tanto temos lutado, lamento te dizer Flavia que essa Lei ainda é um sonho em nosso país. O projeto dessa tão importante Lei que poderia evitar que outras crianças e outras mães venham a ter destinos idênticos ao nosso, o projeto dessa lei avançou alguns passos, mas continua enfrentando burocracia, morosidade e falta de atenção por parte dos políticos que poderiam decidir sobre a votação da Lei.
O que posso te dizer de positivo filha, é que felizmente, algumas pessoas continuam se empenhando para que lá em Brasilia, o enrosco se desfaça e a Lei possa vir a existir. Daqui a quanto tempo? Não sei te dizer filha, mas saber que existem pessoas que estão dispostas a trabalhar para que a Lei Federal para Segurança nas Piscinas venha a ser uma realidade no Brasil, já me faz sentir esperança Flavia. E filha, preciso dessa esperança para ter um mínimo de paz, preciso dessa esperança para sentir que o seu estado de coma e que a nossa luta não terá sido em vão. Preciso dessa esperança filha.

Beijos,
Mainha

Odele Souza
Para ver o blog da Flávia e da Odele, clique aqui!

Facebook lança nova aplicação chamada Events


O Facebook acabou de apresentar uma nova aplicação chamada Events. É uma aplicação que surgiu especificamente para todos aqueles que fazem da rede social a sua agenda de compromissos e eventos.
Segundo o Facebook, mais de 100 milhões de utilizadores tem este hábito, pelo que fez algum sentido produzir uma aplicação em que num só sitio o utilizador consiga de um modo fácil e rápido encontrar eventos nas suas redondezas bem como descobrir coisas novas.
Ao utilizar o Events, podemos pois estar ao corrente de tudo aquilo que os nossos amigos estão interessados, bem como as actualizações de informações de eventos que estejamos interessados em seguir.
Os eventos poderão ser mostrados ordenadamente segundo a hora, localização, e interesses pessoais.
Existe também um mapa interactivo onde são mostrados eventos marcados, bem como um calendário que lhe permite verificar em que dias tem algo agendado ou se terá o dia livre.

Fonte: Phone Arena

Guardado há 60 anos, maior dinossauro do Brasil é descoberto

O Brasil acaba de descobrir seu maior dinossauro... guardado no armário de um museu.
Quando habitou o planeta, há 66 milhões de anos, este herbívoro de pescoço longo media 25 metros e podia comer folhagens altas das árvores em grande velocidade.
A monumental criatura foi descoberta pelo prestigiado paleontólogo brasileiro Llewellyn Ivor Price em 1953, quando restavam apenas alguns poucos fósseis de sua gigantesca espinha dorsal.
Imediatamente, os cientistas souberam que tinham em suas mãos algo importante. Mas não possuíam os funcionários e os recursos necessários para decifrar a dimensão da descoberta e os restos do dinossauro permaneceram armazenados durante seis décadas no Museu de Ciências da Terra do Rio de Janeiro. Até esta semana.
Os fósseis do "Austroposeidon magnificus", apresentado como o maior dinossauro descoberto no Brasil, foram exibidos ao público pela primeira vez na quinta-feira.
Uma vértebra quase completa - grande como um micro-ondas, inteiramente petrificada - e vários fragmentos de outras vértebras são expostos sobre uma tela preta em um salão do museu.
Junto aos fósseis, um desenho em escala real mostra como o "Austroposeidon magnificus" era durante sua vida: cabeça pequena, pescoço longo, corpo e cauda gigantes.
- 60 anos em um armário? -
O diretor do Museu, Diógenes de Almeida Campos, admite que seis décadas parece ser una demora muito longa para uma descoberta deste tipo.
"Um amigo me disse ontem, 'Diógenes, como? Levou 60 anos'?", relata com um sorriso. "Soa um pouco ridículo dizer isso", admite.
Mas explica que na década de 1950 Price e seus assistentes eram pioneiros da paleontologia no Brasil, e embora "estivesse claro que algumas vértebras deste tamanho eram de um animal gigante, precisavam ser estudadas".
Segundo Campos, a falta de dinheiro e de funcionários capacitados adiaram a pesquisa.
"Estávamos esperando que existissem funcionários (...) para um laboratório que surgiu do nada e demorou a se desenvolver", relata. "Fizemos um primeiro esforço com estudantes há oito anos, mas não funcionou".
Finalmente, uma aluna de Campos, Kamila Bandeira, converteu o gigante herbívoro em sua tese de doutorado e conseguiu solucionar o quebra-cabeças nos últimos quatro anos.
- Descoberta surpresa -
As descobertas mais espetaculares de dinossauros ocorrem em áreas desertas, como no sudoeste dos Estados Unidos, na Patagônia argentina ou na Mongólia, onde são mais fáceis de detectar. Os ossos fossilizados do maior dinossauro conhecido até a data - de 40 metros, foram desenterrados na Argentina em 2014.
Os restos do "Austroposeidon magnificus" foram encontrados, como costuma ocorrer, por acaso durante a construção de uma estrada perto de São Paulo. Acharam apenas alguns pedaços, e não o esqueleto completo, devido ao final pouco cerimonioso que seu corpo teve.
"Quando estes animais morriam, eram (...) uma fonte enorme de carne. Todos os predadores carnívoros o comeram. Primeiro a cabeça, porque seu cérebro deve ter sido a parte mais saborosa".
"Também quebraram os ossos mais longos para chegar ao interior. Depois vieram animais menores e acabaram com tudo. O que restou foi para os besouros, as aranhas e as formigas. Quando só restaram os ossos, chegou a vez das bactérias. Finalmente, os ossos afundaram na lagoa".
Na densa flora brasileira muitas descobertas podem estar à espera de serem reveladas.
"Prestem atenção quando construírem estradas, quando escavarem poços", aconselhou Campos. "Pode ter um dinossauro em seu jardim e não sabe!".
- A extinção antigamente e agora -
Uma vida inteira atrás dos fósseis de gigantes extintos deu a Campos, de 73 anos, uma perspectiva singular sobre os conceitos de criação e destruição. Mas o mundo atual, dominado pela atividade humana, o inquieta.
"A extinção é algo normal para os paleontólogos, assim como o surgimento de uma nova espécie", afirma. "Mas, comparando com o que está ocorrendo hoje - a extinção de tigres ou baleias - isso não ocorre de forma natural".
"É preocupante", opina.
Neste museu, afirma que seu trabalho sempre foi sua grande paixão.
Lembra a época em que estudava sob a supervisão de Price - falecido em 1980 - e "viajava com ele praticamente por todo o Brasil, coletando material".
Seus olhos se enchem de lágrimas ao afirmar que agora ele, Price e Bandeira formam parte de uma espécie de árvore genealógica da paleontologia.
A caça de dinossauros "é uma atividade que pode ser comparada à arte", conclui, com a voz emocionada.

Fonte: Estado de Minas

Faça a dieta do chá

O Melhor das Pistas - "Cry", com System F


Vamos relembrar uma de muitas músicas de rápida velocidade que estava na moda. System F (Ferry Corsten) foi um dos DJ's que revolucionou a cena da música eletrônica ao apresentar para o mundo as canções Out Of The Blue, já mostrada aqui antes, e Cry! Foi divulgada no Brasil pela Building Records, passando a integrar o álbum Metro Tech 11. A Som Livre adquiriu os direitos autorais e integrou a mesma no Global Pride - Club Mix 2001.
A era trance acabou em 2007, mas nunca foi esquecida pelos fãs. Assista o videoclipe:

Memória da TV - Pátria Minha (1994), um sucesso ou fracasso?


Uma das poucas novelas das oito que nunca foram reprisadas nem no Vale A Pena Ver de Novo nem no Canal Viva tem o nome de Pátria Minha. De autoria de Gilberto Braga, teve os atores Tarcísio Meira, Vera Fischer, José Mayer, Eva Wilma, Renata Sorrah, Carlos Vereza e Isadora Ribeiro nos papéis principais.


Estréia: Pátria Minha foi marcada para substituir Fera Ferida em 18 de julho de 1994, e o tema principal eram as questões ética e moral, abordadas pelo autor em outras novelas de sua autoria, como Vale Tudo (1988) e O Dono do Mundo (1991).



Enredo: Alice (Cláudia Abreu), uma estudante idealista, presencia um atropelamento causado por Raul Pellegrini (Tarcísio Meira), um empresário inescrupuloso, arrogante e prepotente, e é pressionada a testemunhar a favor dele. A partir do momento em que ela se recusa a aceitar as tentativas de suborno, estabelece-se o principal conflito da história.
Lídia Laport (Vera Fischer), a mãe de Rodrigo (Fábio Assunção), o namorado de Alice, abomina a pobreza. Através de golpes e armações, ela se aproxima de Teresa (Eva Wilma), a mulher de Raul Pellegrini, com a intenção de acabar com o seu casamento de 39 anos e tornar-se a nova senhora Pellegrini.
Enquanto isso, Pedro Fonseca (José Mayer) regressa ao Brasil depois de longa temporada como imigrante nos Estados Unidos, encontrando o pai, Deodato (Ivan Cândido), e os irmãos, Inácio (Felipe Camargo) e Joel (André Pimentel), vivendo em uma favela. Com o apoio de Alice, ele lidera uma revolta contra Raul Pellegrini, que ordenara a desocupação do terreno da favela em que moravam os Fonseca.
Lídia fica balançada entre uma vida fútil, com conforto material, ao lado de Raul, e um grande amor sem segurança financeira ao lado de Pedro, sua antiga paixão.
Com Raul mora sua sobrinha Loreta (Marieta Severo), uma viúva interesseira , sustentada pelo tio, a qual vive armando planos para se dar bem, além de Gustavo (Kadu Moliterno), filho de Raul, que trabalha com o pai. No passado, ele teve um romance com Natália Proença (Renata Sorrah), o qual rendeu um fruto: Alice, a principal adversária de Raul Pellegrini e também sua neta desconhecida.



Tramas Paralelas:
JUVENTUDE PARALELA - Por meio da trama dos casais Alice (Cláudia Abreu) e Nando (Rodrigo Santoro) e, posteriormente, Alice e Rodrigo (Fábio Assunção), a novela tratou de assuntos pertinentes à juventude, como virgindade, primeira experiência sexual, uso de preservativos, maternidade na adolescência e diálogo entre pais e filhos.
RACISMO - A trama que envolvia o empregado negro Kennedy (Alexandre Morenno), humilhado por Raul Pelegrini (Tarcísio Meira), pôs em debate o preconceito racial. Embora a intenção de Gilberto Bragafosse denunciar o racismo, integrantes de movimentos negros não gostaram da cena, criticando o comportamento submisso do rapaz. Em outra sequência, o jovem é duramente revistado em uma blitz enquanto seus amigos brancos, Alice (Cláudia Abreu) e Rodrigo (Fábio Assunção), são ignorados pelos policiais.


Personagens:
RAUL RAMOS PELEGRINI (Tarcísio Meira) - O ditado que define bem o proprietário do Grupo Ramos Pelegrini, composto por uma construtora e uma rede de hotéis, é:” Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento.” Sua ótima aparência e o jeito de ser sedutor camuflam enorme falsidade. Outras características do vilão são a arrogância, o autoritarismo e a prepotência. A mesquinharia sempre o acompanha, a ponto de ele não querer que sua mulher, Teresa (Eva Wilma), e seu único filho, Gustavo (Kadu Moliterno), conheçam o valor do patrimônio familiar. Sua antagonista é Alice (Cláudia Abreu), uma adolescente que testemunha um acidente de trânsito causado por ele. Mais tarde, descobre que Alice é sua neta.
TERESA GODOY RAMOS PELEGRINI (Eva Wilma) - De origem oposta à do marido, Raul (Tarcísio Meira), que venceu na vida à custa de muitas falcatruas, ela é de uma família aristocrática que perdeu o patrimônio. É frustrada duplamente: porque não fez carreira como professora de geografia, matéria em que se graduou, e também porque não se realizou afetivamente com Raul, que a trai com frequência. Preenche sua vida com cursos e obras sociais. É mãe de Gustavo (Kadu Moliterno).
GUSTAVO GODOY RAMOS PELEGRINI (Kadu Moliterno) – Filho de Raul (Tarcísio Meira) e Teresa (Eva Wilma). Trabalha com o pai, apesar do relacionamento dos dois não ser um mar de rosas. Herdou de Raul o poder de sedução e a vontade de exercê-lo sobre as mulheres. Já foi casado, mas não teve filhos. É perseguido pela ex-mulher, que ainda usa seu sobrenome. No decorrer da trama, descobre-se que Gustavo é pai de Alice (Cláudia Abreu), fruto de um relacionamento dele com Natália (Renata Sorrah).
LORETA RAMOS PELEGRINI VILELA (Marieta Severo) - Única sobrinha de Raul (Tarcísio Meira), parecida com o tio no caráter. Sua elegância é lendária. Apesar de dona de uma butique feminina chique e bem sucedida, é economicamente dependente de Raul, a quem odeia. É muito inteligente e divertida, e tem um filho, Murilinho (Petrônio Gontijo). Ficou viúva há muitos anos e, no mesmo acidente de avião em que morreu o marido, perdeu também o pai.
INÁCIO FONSECA (Felipe Camargo) – Filho de Deodato (Ivan Cândido), irmão de Pedro (José Mayer) e Joel (André Pimentel). Revoltado, não hesita em usar de expedientes não muito de acordo com a rigorosa formação dada pelo pai. É mecânico de automóveis, e trabalha numa oficina.
PEDRO FONSECA (José Mayer) - O herói da história, filho de Deodato (Ivan Cândido) e irmão de Inácio (Felipe Camargo) e Joel (André Pimentel). De família muito humilde, sempre foi um batalhador. Marido de Ester (Patrícia Pillar) e pai de Gabriel (Eduardo Caldas), quando se viu em dificuldades para manter a família foi ilegalmente para os Estados Unidos, com o propósito de juntar dinheiro para comprar uma casa e ter seu próprio negócio. Mas na hora de regressar, Ester muda de ideia e não quer mais deixar o novo país. Ela acaba sendo forçada a isso, por circunstâncias alheias à sua vontade.
ALICE PROENÇA (Cláudia Abreu) - Adolescente, filha de Natália (Renata Sorrah), com quem se dá muito bem. Namora Nando (Rodrigo Santoro), seu colega de escola. Vive perguntando a si mesma se deve perder a virgindade com ele ou esperar pela grande paixão. Ela se torna antagonista de Raul (Tarcísio Meira) ao presenciar um acidente causado pelo empresário e vê-lo “tirar o corpo fora”. A partir daí, vira a pedra no sapato dele, e os valores dos dois entram em confronto permanente. Alice se apaixona por Rodrigo (Fábio Assunção) e, no decorrer da trama, descobre que é filha de Gustavo (Kadu Moliterno) e, portanto, neta de Raul.
LÍDIA THOMPSON LAPORT (Vera Fischer) - Filha de imigrantes, nasceu pobre, no interior do Rio Grande do Sul. Graças a sua enorme beleza, tornou-se modelo e teve acesso ao mundo dos ricos. Foi casada durante dez anos com Max (Carlos Vereza), com quem teve um filho, Rodrigo (Fábio Assunção). Depois foi à luta para se manter na high society, que adora. Trabalha com antiguidades, mas passa por muitos problemas financeiros. Ao ser tratada como mulher-objeto por Raul Pelegrini (Tarcísio Meira), resolve se casar com ele por vingança e, a partir daí, planeja cada etapa de sua conquista como um estrategista que prepara várias batalhas em uma guerra.
RAFAEL NOVAES (Fulvio Stefanini) - Professor de História, trabalha no colégio de Marina (Renée de Vielmond). Viúvo, no início da novela está de partida para a Alemanha, onde foi convidado a trabalhar por de cinco anos como pesquisador. A diabólica Lídia (Vera Fischer) consegue envolvê-lo com a mal amada Teresa Pelegrini (Eva Wilma).
SIMONE BARCELOS PELEGRINI (Lilia Cabral) - Grande amiga de Lídia (Vera Fischer), com quem tem em comum o fato de ser uma alpinista social e de desenvolver alguns trabalhinhos em vendas. Simone já deu um golpe do baú: por um ano foi nora de Raul Pelegrini (Tarcísio Meira), tendo sido casada com Gustavo (Kadu Moliterno). Os Pelegrini a detestam, porque continua usando o nome da família. Ao longo da novela, tenta se dar bem através do casamento.
NATÁLIA PROENÇA (Renata Sorrah) – Mãe de Alice (Cláudia Abreu), que decidiu criar como uma produção independente. Formada em Belas Artes, foi figurinista de teatro, tendo ganhado um Prêmio Moliére. Assumiu um cargo menos criativo numa revista a fim de sustentar a filha e poder proporcionar a ela uma boa escola. Fica desempregada, e enfrenta um grande dilema: suas únicas chances profissionais são fora Brasil.

Curiosidades:
Taís Araújo aparecia rapidamente na abertura da novela, sendo que nessa época ela não era atriz e seu primeiro papel foi em Tocaia Grande, de 1995.
Vera Fischer e Felipe Camargo, que estavam juntos desde Mandala (1987), se separaram em dezembro de 1994, no quarto mês da trama, porque, segundo ela, Felipe teria beijado os seios de Isadora Ribeiro, que vivia Cilene, e esta acusação nunca foi provada. Depois da separação, os dois não queriam nem se olhar, e a solução que Gilberto Braga encontrou para os seus personagens foi matá-los carbonizados em um incêndio. Na trama, ela vivia Lídia, uma das vilãs da novela.
Foi exibida no Chile, em Portugal, na Rússia, no Uruguai e na Venezuela, entre outros países.

Música: foi nessa novela que o grupo La Bouche foi revelado, com a canção 'Sweet Dreams'. Além dele, tem o cantor Double You, o DJ Bobo e Enigma na trilha internacional, sendo Fábio Assunção a capa do CD. Cláudia Abreu é capa da trilha nacional, que trouxe artistas como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Emílio Santiago, Os Paralamas do Sucesso, Gal Costa e Milton Nascimento.



Audiência: a novela começou bem, pois apresentou 54 pontos no primeiro capítulo, porém, foi caindo para 52 no segundo, 50 no terceiro, 44 no quarto e quinto capítulo, e 41 no sexto, sendo que a meta na época era 45. Ao longo da trama, a audiência oscilava entre 35 e 44 pontos. A menor pontuação foi registrada nos dias 24 e 31 de dezembro, quando Pátria Minha havia registrado 28 pontos. O último capítulo registrou 54 pontos, assim como na sua estréia. Sendo assim, a média geral da novela foi de 43 pontos, considerada razoável na época.

Cenas disponíveis:








Fotos de Pátria Minha nas revistas:







Fotos dos atores:

Vera Fischer como Lídia Laport


Cláudia Abreu como Alice
Tarcísio Meira como Raul
Marieta Severo como Loretta
Alexandre Moreno como Kennedy; Isadora Ribeiro como Cilene; Rodolfo Bottino como Heitor
Deborah Evelyn como Bárbara; Eva Wilma como Teresa
Audiência Detalhada:
Semana 01: 18/07 a 23/07/1994 = 54 | 52 | 50 | 44 | 44 | 41 = 47.5
Semana 02: 25/07 a 30/07/1994 = 53 | 48 | 48 | 48 | 50 | 41 = 48.0
Semana 03: 01/08 a 06/08/1994 = 47 | 42 | 43 | 43 | 39 | 37 = 41.8
Semana 04: 08/08 a 13/08/1994 = 45 | 46 | 44 | 45 | 43 | 39 = 43.6
Semana 05: 15/08 a 20/08/1994 = 44 | 44 | 43 | 45 | 42 | 37 = 42.5
Semana 06: 22/08 a 27/08/1994 = 44 | 43 | 46 | 41 | 43 | 38 = 42.5
Semana 07: 29/08 a 03/09/1994 = 45 | 44 | 44 | 43 | 44 | 38 = 43.0
Semana 08: 05/09 a 10/09/1994 = 46 | 46 | 46 | 43 | 44 | 39 = 44.0
Semana 09: 12/09 a 17/09/1994 = 45 | 44 | 48 | 43 | 42 | 36 = 43.0
Semana 10: 19/09 a 24/09/1994 = 45 | 42 | 43 | 43 | 44 | 41 = 43.0
Semana 11: 26/09 a 01/10/1994 = 44 | 45 | 43 | 47 | 44 | 44 = 44.5
Semana 12: 03/10 a 08/10/1994 = 50 | 48 | 47 | 50 | 50 | 42 = 47.8
Semana 13: 10/10 a 15/10/1994 = 50 | 47 | 48 | 48 | 48 | 43 = 47.3
Semana 14: 17/10 a 22/10/1994 = 51 | 46 | 44 | 50 | 49 | 43 = 47.1
Semana 15: 24/10 a 29/10/1994 = 46 | 46 | 46 | 47 | 46 | 42 = 45.5
Semana 16: 31/10 a 05/11/1994 = 42 | 41 | 43 | 44 | 39 | 35 = 40.6
Semana 17: 07/11 a 12/11/1994 = 46 | 40 | 40 | 41 | 42 | 35 = 40.6
Semana 18: 14/11 a 19/11/1994 = 46 | 46 | 43 | 44 | 44 | 38 = 43.5
Semana 19: 21/11 a 26/11/1994 = 47 | 47 | 46 | 46 | 44 | 39 = 44.8
Semana 20: 28/11 a 03/12/1994 = 46 | 45 | 45 | 44 | 37 | 38 = 42.5
Semana 21: 05/12 a 10/12/1994 = 46 | 45 | 44 | 44 | 38 | 35 = 42.0
Semana 22: 12/12 a 17/12/1994 = 43 | 43 | 41 | 42 | 42 | 36 = 41.1
Semana 23: 19/12 a 24/12/1994 = 42 | 41 | 42 | 41 | 40 | 28 = 39.0
Semana 24: 26/12 a 31/12/1994 = 43 | 42 | 41 | 39 | 38 | 28 = 38.5
Semana 25: 02/01 a 07/01/1995 = 44 | 43 | 40 | 42 | 44 | 35 = 41.3
Semana 26: 09/01 a 14/01/1995 = 44 | 45 | 42 | 40 | 40 | 40 = 41.8
Semana 27: 16/01 a 21/01/1995 = 43 | 41 | 42 | 40 | 42 | 33 = 40.1
Semana 28: 23/01 a 28/01/1995 = 42 | 44 | 40 | 42 | 42 | 35 = 40.8
Semana 29: 30/01 a 04/02/1995 = 46 | 44 | 42 | 42 | 40 | 35 = 41.5
Semana 30: 06/02 a 11/02/1995 = 44 | 44 | 42 | 37 | 40 | 36 = 40.5
Semana 31: 13/02 a 18/02/1995 = 45 | 44 | 43 | 39 | 40 | 37 = 41.3
Semana 32: 20/02 a 25/02/1995 = 44 | 44 | 42 | 37 | 40 | 36 = 40.5
Semana 33: 27/02 a 04/03/1995 = 40 | 41 | 43 | 39 | 42 | 38 = 40.5
Semana 34: 06/03 a 11/03/1995 = 46 | 47 | 46 | 51 | 54 | 42 = 47.6
MÉDIA GERAL: 42,92 PONTOS (43)
SITUAÇÃO: RAZOÁVEL

Fontes: Wikipédia (informação), Memória Globo (texto e imagem), Revista Amiga Novelas (Blogspot - imagem), Mercado Livre (imagem), Audi Televisão (audiência detalhada).