sábado, 4 de março de 2017

José Mayer é acusado de assédio por funcionárias da TV Globo


O ator José Mayer, que atualmente está na novela “A Lei do Amor”, foi acusado de assediar duas funcionárias da TV Globo. Um delas, que não quis ser identificada, denunciou o caso ao colunista Leo Dias. Segundo a mulher, o artista a teria ameaçado e insultado, além de ter tocado nela à força.
Ainda de acordo com a coluna, uma outra funcionária pediu demissão após o ator ter agarrado a mulher também à força no camarim. Em nota, a TV Globo disse que não comenta assuntos internos. 

Confira o comunicado na íntegra:
“As relações entre funcionários e colaboradores da Globo se dão em um ambiente de harmonia e colaboração, de acordo com o Código de Ética e Conduta do Grupo Globo. O desrespeito no ambiente de trabalho não é tolerado pela emissora. A Globo não comenta assuntos internos”.

Fonte: Metrópoles

Moro ignora pedido de absolvição sumária e extingue punibilidade de Marisa Letícia

O juiz Sergio Moro extinguiu a punibilidade em relação à mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marisa Letícia, morta em fevereiro deste ano depois de sofrer um derrame cerebral. “Pela lei e pela praxe, cabe, diante do óbito, somente o reconhecimento da extinção punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa ou inocência do acusado falecido em relação à imputação”, disse o magistrado da 13ª Vara Federal em Curitiba. Ex-primeira-dama morreu em fevereiro deste ano, depois de sofrer um derrame.


Conjur - Apesar da extinção e das citações à lei, Moro, além de não atender ao pedido de absolvição sumária da defesa da ex-primeira-dama, ignorou os artigos 107 do Código Penal e 397, inciso IV, do Código de Processo Penal.
O primeiro dispositivo garante a extinção da punibilidade “pela morte do agente”, enquanto o segundo determina que “o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar [...] extinta a punibilidade”.
Segundo Moro, a absolvição sumária não seria necessária porque só é absolvido quem é culpado, e só é culpado quem foi apenado — o que não vale para Marisa Letícia. "Cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada por condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente", disse o juiz federal ao lamentar a morte da ex-primeira-dama.
Em 2016, Marisa Letícia viu seu nome envolvido nas investigações da operação “lava jato” e tornou-se ré nas investigações após a Justiça aceitar a denúncia do Ministério Público Federal contra ela e Lula no caso do triplex no Guarujá (SP). A decisão de Moro, curiosamente, foi proferida um dia antes do “aniversário” de um ano da busca e apreensão promovida na casa da ex-primeira-dama completar um ano.
Na mesma data, Lula foi conduzido coercitivamente para depor. Ainda sobre o ex-presidente, ele e o diretor de seu instituto, Paulo Okamoto, tiveram suas audiências marcadas na mesma decisão que extinguiu a punibilidade de Marisa Letícia. Lula será interrogado no dia 3 de maio, às 14h, enquanto Okamoto falará com Moro em 28 de abril, no mesmo horário.

Em nota, os advogados da ex-primeira-dama criticaram a decisão de Moro.
O juiz de primeira instância lotado na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba afronta a lei ao proferir, como fez nesta data (03/03/2016), decisão por meio da qual, dentre outras coisas, deixou de declarar a absolvição sumária de D. Marisa Letícia Lula da Silva, falecida no dia 03/02/2016, tal como requerido por nós, seus advogados.
Segundo o artigo 107, do Código Penal, a morte do agente deve motivar a extinção da punibilidade. E o artigo 397, inciso IV, do Código de Processo Penal, com a redação dada pela Lei no. 11.719/2008, por seu turno, estabelece que o juiz “deverá” absolver sumariamente o acusado quando verificar “IV – extinta a punibilidade do agente”.
Como visto, a lei dispõe expressamente que o óbito deve motivar a extinção da punibilidade e, ainda, a absolvição sumária do acusado. Mas, ao contrário, o magistrado enxergou apenas que “diante da lei e pela praxe, cabe diante do óbito somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa do acusado falecido em relação à imputação”.
Mais lamentável é verificar a triste coincidência (ou não) de fatos. No dia 4/3/2016, Lula foi levado coercitivamente a depor, ato inaceitável considerando que jamais negou-se a dar quaisquer informações requeridas, e a privacidade de sua família foi exposta com a invasão de sua residência e a de seus filhos, gesto que logrou atestar apenas a truculência da imprópria decisão.
Resta indagar o motivo pelo qual o juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba insiste em desrespeitar a lei em relação a Lula, sua esposa e seus familiares. Depois de cometer diversas ilegalidades contra D. Marisa, como foi o caso da divulgação de conversas privadas que ela manteve com um de seus filhos, agora afronta a sua memória deixando de absolvê-la sumariamente, como determina, de forma expressa, a legislação.
Na condição de advogados constituídos por D. Marisa, questionaremos também essa decisão do juiz de primeiro grau perante as instâncias recursais e lutaremos para que ela tenha, mesmo após o falecimento, o mesmo tratamento que a legislação assegura a todos os jurisdicionados."
Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

Acusado de agressão, Victor apaga fotos da esposa da web


Victor Chaves deletou todas as fotos da esposa, Poliana Bagatini de seu perfil no Instagram, após ser acusado pela moça de agressão, no dia 24 de fevereiro.
Segundo a revista “Quem”, a assessoria de imprensa do cantor ainda não sabe se os dois continuam juntos, pois o sertanejo está de férias e deve retomar a agenda de shows ao lado do irmão, Léo, em 10 de março.
Victor e Poliana são pais de Maria Vitória, de 1 ano. A esposa do artista está à espera de seu segundo filho, um menino, que deve se chamar João.

Entenda a polêmica
Poliana registrou boletim de ocorrência contra Victor Chaves, alegando ter sido jogada no chão pelo cantor, que a agrediu com chutes, no apartamento onde estavam em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Segundo relato da moça, um segurança do cantor e a irmã dele, Paula, teriam impedido Poliana de deixar o local, mas uma vizinha ouviu os gritos e a ajudou.
Poliana realizou o exame de corpo de delito no dia seguinte. Na mesma data, a mãe de Vitor, Marisa Chaves, registrou boletim de ocorrência contra a nora.
Dois dias depois de ir à polícia pela primeira vez, em 26 de fevereiro, Poliana divulgou carta aberta defendendo o marido e negando que tenha sido agredida.
Apesar disso, Victor, a mãe e a irmã foram intimados a depor sobre o caso na capital mineira. Ainda de acordo com a publicação, os documentos foram entregues em mãos à mãe de Victor na casa dela.

Fonte: Correio do Estado