sexta-feira, 10 de março de 2017

Filha de Adriana Bombom e Dudu Nobre tem alta: 'É só uma anemia'


Final feliz para o susto que Olívia Soares Nobre deu em seus pais, Dudu Nobre e Adriana Bombom, nesta semana. A menina, que passou mal e precisou ser internada após alguns desmaios, teve alta nesta sexta-feira, 10, depois de passar por uma bateria de exames e ser constatada que a origem do problema era mesmo uma anemia.
"Ela teve alta agora à tarde, foi embora com a mãe, e está tudo bem. Era só uma anemia mesmo", disse Dudu Nobre ao EGO. O cantor foi ao hospital para conversar com os médicos e se inteirar sobre o tratamento de Olívia daqui para frente.
A menina, que faz crossfit e jiu-jítsu, também é atleta de levantamento de peso do CEFAN (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes) e está se preparando para competir no campeonato carioca de levantamento de peso.
Inicialmente, chegou-se a cogitar que Olívia pudesse ter uma arritimia cardíaca por causa da característica dos desmaios acompanhados de falta de ar. Mas, depois da realização de exames neurológicos e cardíacos, essa possibilidade foi descartada.
"Ela está sendo monitorada, fazendo vários exames. Ela estava com muita falta de ar, teve desmaios, mas vai ficar bem. Ainda não tem um diagnóstico concreto porque estão fazendo uma etapa de exames para dar um parecer completo. Ela está sendo toda controlada", disse Adriana Bombom na quinta-feira, 9, ao EGO quando o diagnóstico ainda não havia sido fechado.

Mãe do cantor também saiu da UTI
Dudu Nobre também estava com sua mãe Anita Nobre internada em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro por causa de um problema do intestino. Ela já está melhor e também deixou a UTI e foi levada para um quarto. "

Fonte: EGO

Aos 79 anos, Martinho da Vila faz faculdade de relações internacionais

Cantor, compositor, poeta e escritor, o músico Martinho da Vila tem mostrado que nunca é tarde para aprender e voltou às salas de aula aos 79 anos. Aluno do curso de relações internacionais de uma universidade privada no Rio de Janeiro, o autor de canções emblemáticas da música brasileira e de 14 obras literárias, o artista tem dado exemplo para quem tem receio em começar ou voltar a estudar na vida adulta.
Em entrevista ao jornal Extra, Martinho contou que escolheu o curso - sua primeira graduação - por causa do seu trabalho como embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLT): "Já pratico relações internacionais há muito tempo, mas eu queria pegar um pouco de conhecimento mais teórico".


"Na faculdade, eu sou um aluno de conhecimento, um ouvinte. Faço os trabalhos que todos fazem, cumpro uma carga horário, mantenho a frequência nas aulas, mas não preciso fazer prova", explica. Ele releva ainda que sua atitude de voltar a estudar tem servido de exemplo para muita gente retornar às salas de aula. "Várias pessoas de uma certa idade, até de 50 anos, que tinham vontade de fazer um curso superior, mas que não tinham muita coragem, chegam e falam que foram incentivados por mim a estudar. E isso é bacana. Conhecimento nunca é demais".

Fonte: Diário de Pernambuco

Produtor do SBT é demitido após forjar traição em reportagem


O produtor Cristian Gomes foi demitido após forjar um flagrante de traição para uma matéria do programa "Primeiro Impacto", apresentado por Dudua Camargo. A cena foi interpretada por atores contratados.
A reportagem foi editada por Gomes. Contudo, as imagens brutas, antes da edição, revelavam a armação. Gomes argumentou para o Blog do Maurício Stycer que a intenção da matéria era mostrar a rotina de um detetive particular.
Ele acredita que sua demissão, duas semanas após ser contratado, será revertida. "Já chegou ao conhecimento do Silvio (Santos) e me falaram para eu ficar tranquilo".
Ele foi produtor executivo da Rede TV! e animador de auditório na produtora de Gugu Liberato.

Fonte: Portal A Tarde

Vivianne Pasmanter fica irreconhecível para personagem em novela


A atriz Vivianne Pasmanter ficou totalmente irreconhecível para interpretar a personagem Germana em "Novo Mundo", próxima novela das 18h da Rede Globo. Com a transformação para o novo papel, nem mesmo os colegas de trabalho conseguiram reconhecer a artista.
"Preguei muita peça em muita gente antes de sair minha foto! Eu experimentei a personagem com meus conhecidos. Foi muito divertido, as pessoas falavam comigo, eu dizia: ‘Você me conhece, eu sou a Vivianne’, e nem assim. Foi muito legal", contou Vivianne.
Para se transformar em Germana, a atriz passa cerca de uma hora e meia na sala de maquiagem. Na caracterização, são usados apliques pretos no cabelo, esmalte nos dentes e uma prótese dentária para dar ideia de que estão estragados, além de lentes de contato e uma pinta falsa.
A nova trama estreia no dia 22 de março.

Fonte: Portal A Tarde

O Paduano, da Região Serrana, é o destino provável do ex-camisa 1 do Flamengo

Desde que deixou a prisão, onde passou seis anos depois de ter sido condenado pelo assassinato de Elisa Samúdio, o goleiro Bruno voltou a aparecer nos noticiários esportivos em busca de um clube. O ex-jogador do Flamengo teria recebido propostas de diversos clubes, alguns deles até mesmo da Série A, mas pode estar mais perto de uma equipe da terceira divisão do Rio de Janeiro.


Segundo o jornal Extra, os advogados de Bruno fizeram contato com o Paduano, clube do município de Santo Antônio de Pádua, na Região Serrana do Rio de Janeiro: “O Paduano foi procurado pelos advogados para ver se viabilizava um possível retorno do Bruno. Fomos sondados, fizemos contatos por telefone, mas ainda não tem nada certo, nada assinado”, disse o advogado Lúcio Adolfo.
"É uma contratação que parece firme, mas é complicada tanto para ele quanto para qualquer clube que ele for. Eu tenho que ver todo o aparato jurídico que envolve a situação (...) Ele e o clube vão ter que estar preparados para as críticas”, completou.

Fonte: Goal.com

#DanceMania - "Everybody Dance Now! 2011", de Plastik Funk, um remake de sucesso


Um dos pontos altos na carreira da dupla Plastik Funk foi, sem dúvida, o remake de um dos clássicos da banda C+C Music Factory, "Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)", de 1991, que chegou ao primeiro lugar nas paradas alemãs e estadunidenses e integrou a trilha internacional de O Dono do Mundo. A versão de Plastik Funk obteve o mesmo efeito no Brasil quando foi divulgada pela distribuidora Building Records, no mesmo ano que foi lançada. Seu vídeo atingiu 1,5 milhão de visualizações no Youtube, e a canção entrou para as seguintes coletâneas lançadas pela mesma gravadora:
  • Adrenalina 2011 - Vol. 2 (Transamérica FM);
  • Na Balada - Hits 2011 (Jovem Pan FM);
  • Freedom 97FM - Vol. 3 (Energia 97 FM);
  • Skol Sensation - Os Mistérios de Wonderland (Sensation)

Alok, o 'topzera' do streaming: Como um DJ goiano criou o hit 'Hear me now'?

É de se estranhar que o brasileiro mais bombado nos serviços de streaming seja um DJ vindo da terra do sertanejo? Sim, um pouco. Mas sertanejo até que tem algo a ver com Alok, goiano de 25 anos que levou "Hear me now" à parte mais alta do Deezer e do Spotify.
O empresário do DJ era mais visto com duplas sertanejas. Hoje, Marcos Aurélio Araújo, dono da produtora Audio Mix, se divide entre nomes como Jorge & Matheus & Alok.
E são hits do sertanejo (e do funk) que duelam com Alok na parte alta das paradas de streaming desde dezembro, quando começou a bombar até bater 100 milhões de audições no Spotify. Marca inédita para um brasileiro. "Hear me now" também chegou no top 30 mundial.
"Vejo que 'Hear me now' foi uma quebra de paradigna. Sempre quem dominava era sertanejo. Imagina ver uma música de DJ nacional, um eletrônico no topo? Quero ver em primeiro lugar o nome da música, não o meu nome. Isso ajuda a solidificar a minha carreira", explica Alok ao G1.

E o hit deste ano, te deu onda?
"Ela é chiclete, um fenômeno. Mas 'Deu onda' é passageira, bomba só no verão. Ela tem uma letra de excelente aceitação. Muita música chega ao topo porque tem uma fórmula, porque está bombando só um tipo de música. É apelativa", adjetiva.

Mas por que 'Hear me now' é diferente?
"As músicas que marcam buscam formatos diferentes, arriscam algo, acreditam em uma tendência antes que ela seja forte. Assim, ela tem destaque por mais tempo, tenta algo fora do mercado. Você é lembrado por ter feito algo de único, tem sua sonoridade, tem sua timbragem".
O sucesso, claro, encheu os bolsos. Mas também encheu a caixa de e-mail. "Recebo muito vocalista mandando ideia, mas nunca faço música com vocais e melodias prontas. Gosto de criar do início mesmo. Geralmente eu faço a melodia base e peço para alguém tratar. Eu não sou muito bom de escrever, mas vou escrevendo junto com o vocalista. Eu sou mais do lance da melodia".

Pai DJ
E faz tempo que a melodia está na vida de Alok Achkar Peres Petrillo. O DJ nasceu em Goiânia, mas só ficou por lá até os cinco anos. Depois, viveu entre Holanda, Inglaterra, Alto Paraíso (GO) e Brasília. Mudava para acompanhar o pai, o guitarrista e produtor Juarez Petrillo, conhecido como DJ Swarup e um dos criadores do festival Universo Paralello. Alok estudou Relações Internacionais na Universidade Católica de Brasília, mas largou o curso pela metade. Queria "viver de música".

Dupla com irmão gêmeo
Começou tocando com seu irmão gêmeo, Bhaskar. Fizeram barulho juntos de 1998 a 2010, quando Bhaskar largou a música por um tempo. "Foi difícil. Era minha outra metade. Aquilo me fez crescer: a minha responsabilidade dobrou", contabiliza.
"Muita coisa não fazia por ele, havia um choque de ideias. Fiquei livre para voar", metaforiza. Bhaskar voltou a ser DJ e Alok tenta ajudar. Afinal, entende pelo que o irmão passou: "Viver de arte não é tão simples, traz insegurança. A gente é rotulado, quer ter algo seguro, estabilidade".

25º na lista da 'DJ Mag'
Alok garante que chegar em primeiro na lista não é o "objetivo da vida". "Estar no top 25 é bom para virar os holofotes para mim. Lá fora, consegui mais visibilidade para minha carreira. Conheço várias pessoas que são populares mas não deixaram a marca do legado", explica.

Quem acessa o Instagram de Alok já viu o cara vestido:
Como um índio em uma tribo
Com uma túnica branca em Abu Dhabi
Com um chapéu militar batendo continência no Vietnã
Com um lenço típico em Bali...

Não basta ir tocar no lugar, tem que botar o traje de quem mora lá? Como não banalizar?
"Tento buscar inspirações em lugares que tocam a nossa alma. Eu tinha vida antes de ir pros lugares e continuo a ter depois. A minha experiência é o que importa. Não muda a forma como eu me visto. Eu quero voltar para lá e tocar. É algo que marca minha vida. A forma como você se veste não vai mudar. Isso não tem a ver com meu lado espiritual. Não é porque eu curto uma parada orgânica que eu não posso andar de jato", explica, deixando claro que estilos de vida e culturas diferentes podem fazer parte do dia a dia dele.
A experiência mais marcante foi ter vivido três dias na aldeia Yawanawá Mutum, no interior do Acre. "O Alberto (Hiar, dono da marca Cavalera) me apresentou à tribo. Eu me amarrei e quis conhecer. Era para ser uma experiência profissional, mas virou muito mais forte. Eu mergulhei de ponta na cultura deles". Ele se empolga ao dizer que participou de rituais como "o da vacina do sapo e o da Ayahuasca".
Documentou tudo e transformou a experiência em músicas. "Escolhemos a tribo porque ela mantém a sua essência, sem energia elétrica. São valores bem sólidos. Foram seis horas de voo até Rio Branco,13 horas de estrada, nove horas de barco. É bem punk para chegar".

5 festas em um fim de semana
Hoje, ele faz até cinco festas em um fim de semana. "Quero continuar com foco na internacionalização do Alok", adianta. "Quero ter reconhecimento internacional. Temos uma carência de ser valorizado lá fora. Eu me encho de orgulho de ver jogadores, esportistas brasileiros com sucesso no exterior. Manter uma carreira no Brasil é difícil. Eu quero que tenham saudade de mim, não quero me saturar no mercado".
Segundo Alok, seu mais novo parceiro é o holandês Tiesto. "Mas as músicas continuam sendo a minha cara, querem apostar no meu estilo de som. Eu estava agora mostrando músicas pro Tiesto. Eu perguntei pra ele do futuro da cena, e ele disse que eram as minhas músicas..."

Fonte: G1

Após 1 mês do AVC, Jorge Fernando ainda sofre com sequelas que afetam movimentos e fala


Pouco mais de um mês depois de ter sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral), o diretor Jorge Fernando ainda sente os efeitos das sequelas do problema — que tomaram conta de todo o lado esquerdo do corpo dele, prejudicando os movimentos e a fala. 
Segundo o jornal Extra, a mãe de Jorge, Hilda Rabelo, contou que sente falta da companhia divertida do filho:
— Ele está fazendo fono e fisioterapia todos os dias. Já está falando melhor. Ele é uma pessoa muito ativa e sente falta da rotina dele.
A rotina do diretor se baseia nas consultas médicas. Enfermeiros ajudam nos cuidados diários. 
— Ele já estava num processo de emagrecimento, mas perdeu bastante peso.
O musical Vamp, dirigido por ele, estreia na próxima semana. Mas quem tem cuidado dos preparativos finais é um assistente do diretor. 
— Ele não está em condições de trabalhar como sempre fez. O que ele precisa, a Maria, irmã dele faz. Ele diz que uma é a mãe de rezar, que sou eu, e a outra a mãe de fazer.
A novela Deus Salve o Rei, da Rede Globo, que seria dirigida por Jorge Fernando, ficou sob o comando de Fabricio Mamberti.

Fonte: R7