sábado, 8 de abril de 2017

Âncora noticia ao vivo na TV acidente que matou o próprio marido


A apresentadora de um telejornal indiano noticiou ao vivo neste sábado o acidente de carro que matou o próprio marido. Supreet Kaur, que ancora o programa IBC24, de Chhattisgarh, transmitia o caso quando identificou, nas imagens da tragédia, o veículo em que viajava o cônjuge. A jornalista de 28 anos ainda manteve a compostura até o fim do noticiário – e então começou a chorar.


O marido de Supreet, Harshad Kawade, viajava com outras cinco pessoas quando seu carro foi atingido, provavelmente por um caminhão. O repórter que participava da cobertura não chegou a revelar os nomes das vítimas, mas Supreet reconheceu o veículo e a região da batida.
A agonia de Supreet durou mais dez minutos. Só depois de encerrada a transmissão, ela começou a chorar e a ligar para os parentes, segundo o jornal Indian Express. Mais tarde, a polícia do distrito de Mahasamund confirmou a morte de Harshad Kawade.

Fonte: VEJA

Goleiro Bruno volta a disputar uma partida oficial após 7 anos


Menos de um mês após ser apresentado como reforço do Boa Esporte, o goleiro Bruno fará a sua estreia pela equipe neste sábado, às 17h30, na partida contra o Uberaba, válida pela primeira rodada do hexagonal final da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro. O jogo será disputado em Varginha, casa do Boa Esporte.
O técnico Julinho Camargo confirmou a informação na quinta-feira dizendo que Bruno está em forma física satisfatória e pronto para atuar. A previsão era que o goleiro fizesse a sua estreia somente em maio, na Série B do Campeonato Brasileiro, mas Bruno evoluiu rápido.
O goleiro, é bom lembrar, não disputa uma partida oficial desde o dia 5 de junho de 2010 (há exatos 2499 dias), quando jogou pelo Flamengo contra o Goiás, no Maracanã. Na ocasião, o Rubro-negro foi derrotado por 2 a 1 com uma atuação muito ruim do arqueiro.
Bruno foi contratado pelo Boa Esporte após deixar a cadeia no dia 24 de fevereiro. Preso em 2010, ele foi condenado pelo envolvimento no assassinato da ex-amante Eliza Samudio e cumpriu sete anos. Enquanto esteve preso, Bruno chegou a fazer alguns treinamentos para manter a forma física, mas quase nunca como goleiro e sim como jogador de linha.

Fonte: Meio Norte

Temer coloca o Brasil na rota do apartheid social


Quando foi apresentado na Câmara dos Deputados há quase 20 anos, o Projeto de Lei nº 4.302, de 1998, tinha o objetivo principal de alterar a legislação do trabalho temporário urbano no Brasil, mas também sugeria mudanças na prestação de serviços terceirizados.
Depois de ser aprovado na Câmara, em 2000, e no Senado, em 2002, foi alvo de um pedido de arquivamento por parte do ex-presidente Lula, em 2003. Deveria ter sido arquivado, mas ficou nas gavetas do Congresso Nacional até ser ressuscitado e aprovado de forma definitiva no dia 22 de março. 
Michel Temer deu, por fim, contornos finais ao episódio. No anoitecer da última sexta-feira 31, o peemedebista sancionou o projeto, enquanto milhares de pessoas protestavam, simultaneamente, contra o governo em várias cidades do País, e poucas horas após a popularidade do presidente cair para 10% de aprovação, de acordo com pesquisa do Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A manobra antidemocrática, realizada por Michel com ajuda da Câmara, deve trazer consequências graves para os mais pobres e alterar, profundamente, a estrutura do mercado de trabalho brasileiro. ”O que estudos apontam é que, caso essa lei seja de fato sancionada, você vai perceber uma mudança estrutural em cinco ou seis anos”, explica o professor Ruy Braga, da Universidade de São Paulo, especialista em sociologia do trabalho.
“O trabalho diretamente contratado passará a ser a minoria e o trabalho terceirizado passará a ser maioria no mercado. Isso com todos os desdobramentos possíveis: menores salários, jornadas mais longas, flexibilização da jornada de trabalho, intensificação da rotatividade.”
Há várias análises que tentam antecipar as consequências da terceirização irrestrita no Brasil. Um dos mais recentes é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de 2016, assinado pelo técnico em planejamento e pesquisa André Gambier Campos. O estudo foi rea­lizado antes que se pudesse imaginar que o PL nº 4.302/1998 tivesse qualquer chance de aprovação.
Ainda assim, baseado nas discussões em curso naquele momento, o órgão calculou que o impacto da terceirização nos rendimentos do trabalhador é, em média, de 11,5%. Já o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estimou, em 2011, que a diferença média de remuneração entre assalariados diretos e terceirizados é de 27,1% em desfavor dos segundos.
O texto sancionado pelo Palácio do Planalto tem ainda outra consequência relevante: a “pejotização” de parte da força de trabalho, o que enfraquece o conjunto de direitos estabelecidos pela CLT em 1988. "O texto impulsiona a pejotização,que já é um problema no mercado de trabalho hoje. A empresa utiliza o mecanismo do Pessoa Jurídica para não pagar os direitos trabalhistas, isso é fraude", diz Braga.

Calheiros manifesta o desconforto da própria bancada
A forma súbita como a proposta foi aprovada no Congresso – o que já é uma característica da gestão Temer – impossibilitou o debate mais profundo sobre os direitos trabalhistas brasileiros. Em 2015, o tema foi amplamente discutido por conta da votação de outro projeto sobre o mesmo assunto, o PL nº 4.330/2004.
Na ocasião, centrais sindicais e partidos ligados aos trabalhadores conseguiram fazer com que a proposta fosse preenchida com salvaguardas, antes de ser aprovada pela Câmara. O projeto foi, então, para o Senado, onde aguarda votação até hoje.
Essa estratégia fez com que se perdesse uma série de mecanismos de proteção na regulação do processo de terceirização no Brasil. Uma das que foram deixadas de lado pela base aliada do governo é a que impediria o empregador de demitir o funcionário de carteira assinada para, imediatamente, recontratá-lo para a mesma função, em regime diferenciado.
“Eu acho que o PL nº 4.330 tem uma série de garantias em favor dos trabalhadores que esse 4.302, de 1998, não tem. O PL nº 4.330 veda, por exemplo, a seguinte situação: a empresa demitir o trabalhador CLT e recontratá-lo sob a forma de conta própria ou de pessoa jurídica para executar basicamente o mesmo trabalho. O projeto impedia isso pelo prazo mínimo de um ano. Uma coisa importante”, destaca Gambier Campos.
Por ter um texto genérico, o projeto aprovado pela Câmara também não deixa claro quais setores públicos podem ou não terceirizar suas atividades. Essa brecha abre a possibilidade de serviço terceirizado também na esfera pública. Isso quer dizer que até professores de escola pública ficariam sujeitos à terceirização e, consequentemente, precarização das condições de trabalho.
Todos esses pontos criaram uma repercussão negativa. E esse clima adverso fez com que o governo, rapidamente, descumprisse um acordo concluído com os próprios deputados. Anteriormente, o combinado era que a base aliada aprovasse também a outra proposta de terceirização, o PL nº 4.330, que tramita no Senado como PLC nº 30/2015.

Contra até mesmo Paulinho da Força
Assim Temer poderia usar os vetos presidenciais para combinar as duas propostas em uma só. Mas, após a aprovação do projeto da Câmara, Temer foi pressionado por empresários a sancionar, o mais rapidamente possível, o PL nº 4.302. E cedeu, como de costume.
“O modelo de terceirização que está sendo ensaiado faz parte de uma ofensiva mais ampla, que é estratégico para setores empresariais, principalmente aquele que depende de exportações”, enfatiza Braga. “Essa é uma agenda que já está posta pela Fiesp há bastante tempo. Eu me lembro daquela famosa entrevista de Benjamin Steinbruch, então vice-presidente da Fiesp, dizendo que não tem sentido ter uma hora de almoço, porque você pode operar uma máquina com uma mão e comer um sanduíche com a outra.”
A disposição de Temer em atender o apelo de setores empresariais criou clima desfavorável entre as centrais sindicais e até na própria bancada do PMDB. O líder do partido no Senado, Renan Calheiros, mobilizou outros oito parlamentares e divulgou uma carta em que pedia que o presidente vetasse integralmente a proposta aprovada na Câmara.
“Recomendamos que, por enquanto, o presidente não sancione, porque ele vai assumir a responsabilidade definitiva do agravamento do desemprego, da precarização das relações do trabalho e, pior, da queda da arrecadação e do aumento de imposto, que são consequências diretas”, resumiu Renan Calheiros na ocasião.
Até mesmo centrais sindicais próximas ao governo, como Força Sindical, UGT, CSB e NCST, decidiram se unir à CUT e à CTB para, juntas, divulgarem um manifesto contrário à sanção da terceirização. Os sindicatos pediam o veto integral da proposta. Não adiantou. E agora essa pauta deve ser incorporada à greve geral de 28 de abril, cuja agenda principal seria apenas a reforma da Previdência.
"Temer me prometeu vetar o trecho da pejotização, mas ele não vai vetar nada", já repetia, antes do desfecho, um decepcionado Paulinho da Força (SD-SP), aliado da Fiesp e seus patos amarelos quando o primeiro projeto sobre o assunto começou a ser discutido, em 2015.
A sanção da terceirização evidencia ainda as contradições já visíveis do arrocho fiscal implantado pela equipe econômica, à custa dos mais pobres. Ao sancionar a terceirização irrestrita e abrir as portas para a “pejotização” sem controle, o governo deve sentir a diminuição da arrecadação de impostos provenientes da folha salarial. Isso tudo num cenário de recessão econômica profunda. 
Todo esse embate deve levar o Supremo Tribunal Federal a ter, mais uma vez, de se manifestar sobre o assunto. Parlamentares da Rede Sustentabilidade, PT e PDT entraram com um mandado de segurança no STF em que alegam que a votação da terceirização foi nula, uma vez que o ex-presidente Lula tinha prerrogativa para retirar o projeto de pauta, como solicitou em 2003. E o ministro decano do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello decidiu solicitar informações sobre a aprovação da proposta na Câmara.
Ainda que o STF derrube a votação, a perda de direitos é iminente com Temer no Planalto. Agora a Câmara dos Deputados acelera a tramitação da reforma trabalhista em si, que tem como ponto principal estabelecer que o negociado entre patrão e empregado pode ter mais valor do que o que está na lei.
“Nos últimos 13 anos, do ponto de vista dos regimes de proteção do trabalho, estávamos nos aproximando de países do Sul da Europa”, complementa o professor Ruy Braga. “Agora estamos caminhando aceleradamente para o baixíssimo nível de proteção que você encontra nos países africanos, em especial na África do Sul. A terceirização coloca o Brasil na rota de um aprofundamento do apartheid social.”

Fonte: Carta Capital

Na volta aos gramados, Bruno comete pênalti, e Boa só empata


O goleiro Bruno Fernandes voltou aos gramados neste sábado, após quase sete anos. Em sua estreia oficial, o arqueiro condenado pela morte de Eliza Samudio cometeu um pênalti e a equipe do Boa Esporte apenas empatou com o Uberaba em casa, pela primeira rodada do Hexagonal Final do Módulo II do Campeonato Mineiro.
O Boa abriu o placar aos 22 minutos do primeiro tempo, com Jean Henrique. Bruno teve pouco trabalho e praticamente não foi exigido pelo ataque do Uberaba no primeiro tempo.
Já no segundo tempo, logo aos oito minutos, Bruno Henrique foi lançado na área e acabou derrubado por Bruno, que levou cartão amarelo após a marcação do pênalti. Na cobrança, o atacante do Uberaba deslocou o goleiro e empatou o jogo.
A estreia de Bruno neste sábado ocorreu apenas 25 dias após ele ser apresentado pelo clube. A previsão anterior é que ele voltasse a jogar dentro de 50 a 60 dias. O goleiro não disputava uma partida oficial desde 5 de junho de 2010, quando, ainda pelo Flamengo, atuou na derrota de 2 a 1 para o Goiás no Maracanã. Desde então, são 6 anos e 10 meses sem atuar.
O grupo Góis & Silva, maior patrocinador do clube, chegou a anunciar o rompimento com o clube, mas placas de publicidade com o nome da empresa foram exibidas no Estádio Municipal de Varginha neste sábado – assim como no uniforme dos atletas.
No Hexagonal Final do Módulo II do Campeonato Mineiro, seis equipes se enfrentam em turno e returno e as duas melhores colocadas sobem para a elite do Estadual em 2018.
(Com Gazeta Press)

Fonte: VEJA

Mulheres perdem cada vez mais a vergonha de assumir que usam objetos eróticos

Rio - Na primeira vez, ela entrou tímida. Só de curiosidade. Para comprar um ‘creminho de massagem’. Aos poucos, virou mania. Hoje, o gasto com a sex shop já entrou no orçamento da gestora ambiental Camila Vilela, de 39 anos. Casada há três anos, ela encontrou numa pequena loja de galeria no Centro do Rio um verdadeiro ‘parque de diversões’ para alegrar — e apimentar — a relação. E, para tornar tudo muito mais agradável e divertido, haja criatividade: de roupas sensuais, géis e instrumentos eróticos até um macaco de pelúcia que esconde um vibrador e um aparelho que estimula o pompoarismo, técnica de musculação vaginal que promete aumentar o prazer feminino.


“Chego em casa com tanta coisa diferente que ele fica até assustado”, brinca Camila, hoje totalmente à vontade com o que chama de um novo ‘vício’. A última novidade que ela levou para casa foi um hidratante que promete exalar ferormônio, hormônio sexual que estimula a atração física. É tiro e queda para chamar a atenção até daquele homem mais apegado ao controle remoto. “O verdadeiro elixir da sedução!”, garante a vendedora Silvana Doval, 31, da Chocolate com Pimenta. A loja oferece até horário especial para as clientes mais envergonhadas.
E cada vez elas estão perdendo mais a timidez. Pesquisa da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme) aponta que as mulheres já são responsáveis hoje por 70% das vendas em sex shops. Para este mercado, não existe crise. O setor tem crescido, em média, 8,5% ao ano e chegou a faturar R$ 1,7 bilhão em 2015, segundo pesquisa da Erótika Fair, maior feira do segmento no Brasil. O aumento, em 2016, foi de 14,5% segundo a mesma pesquisa.
O interesse é tão grande que gerou até estudo universitário e acabou virando tema de livro. No recém-lançado ‘Mulheres que não ficam sem pilha: como o consumo erótico feminino está transformando vidas, relacionamentos e a sociedade’, Luciana Walther trata de sua tese de Doutorado em Administração pelo Instituto Coppead, a escola de negócios da UFRJ.
“Agora elas são mais bem acolhidas nos sex shops e nas butiques eróticas femininas”, ressalta. Apesar disso, a pesquisa mostrou que no Brasil ainda há muito tabu e preconceito contra o consumo erótico feminino. Luciana lembra que a primeira sex shop foi criada em 1962 por uma mulher, a alemã Beate Uhse, para mulheres. “Com o passar dos anos, foram introduzidos serviços destinados ao público masculino na sex shop, o que afugentou as clientes do sexo feminino”.


A advogada Mariana Pimentel, 35, garante não sentir vergonha de admitir que usa produtos eróticos, mas prefere não ser fotografada, por medo de ser rotulada. “Não falo para todo mundo, mas não tenho vergonha de falar com os meus amigos. Não falo também por causa da minha profissão.”
Para o empresário Rodrigo Bordallo, esse tabu tem logo que acabar. “Em vários países se encontram lojas nas esquinas, e aqui no Brasil não existe isso”, afirma o proprietário da sex shop online Sexo Falado.
Luciana diz que isso tem explicação na questão cultural: “Ainda há homens que consideram traição o uso individual por sua parceira de um produto como o vibrador. Outras pessoas ainda acham que a mulher que usa o faz porque não obteve sucesso na busca por um parceiro ou porque seu parceiro não a satisfaz. Outras mais associam os produtos eróticos à perversão.” 
Mas nada que uma boa conversa não resolva. Aos 27 anos, Renata Frisson, a Mulher Melão, diz que já perdeu a conta de quantos brinquedinhos já usou para ‘dar um gás’ na relação. Adepta de gel, óleo lubrificante, fantasias e acessórios, ela vê com naturalidade o uso do vibrador numa relação: “No começo o homem machista se assusta, fica um pouco ciumento. Mas a mulher segura e bem resolvida consegue tudo com jeitinho. É só ser bem feminina que ele vai cair no encanto”.
Camila Vilela também dá as dicas, para o caso das casadas. “Tudo é uma questão da forma como vai levar para o marido. Tem que mostrar que pode ser um prazer a dois, que não está tirando algo que ele pode te oferecer”. Ainda segundo ela, é preciso seguir etapas. “Não foi fácil para ele me ver chegar com um vibrador. Mas tudo foi devagar... Primeiro passando um creminho... Fui descobrindo as coisas na loja e levando... Não cheguei e impus. Consegui quebrar essa barreira, construí uma ponte entre nós dois”, afirma.
Para a Mulher Melão, consumir produtos eróticos é uma conquista da liberdade sexual. “Antigamente era um tabu tão grande a mulher se estimular por meio de um objeto sexual... Hoje é mais livre, o casal usa para apimentar a relação, além de ajudar a mulher a conhecer melhor o corpo e chegar ao ápice”. E ápice é tudo que elas desejam. “Não existe nada proibido entre quatro paredes porque o objetivo é só prazer. Mas jamais vou trocar um homem de verdade por algo de borracha. Com certeza complementa, mas eu gosto muito do verdadeiro”, diz ela, aos risos.

Fonte: Jornal O Dia

#Fofura - Cadelinha supera perda de filhotes com bichinhos de pelúcia

Rio - A história da cadelinha Twinkle, fotografada com bichinhos de pelúcia enquanto dorme, vem comovendo a internet. A poodle ganhou os brinquedos da dona após perder seus três filhotes e demonstrar mudança de comportamento e sinais de depressão.


O relato do dono, através do Twitter, na última quarta-feira, explicando a situação, emocionou os usuários da rede social: "minha cachorra estava prenha e perdeu todos os três filhotes, então minha mãe comprou esses três brinquedos. Isso parte meu coração".
A história da cadelinha viralizou, chegando a ser compartilhada por mais de 15 mil pessoas. Ao Buzzfeed, o dono do animal contou que os filhotes da poodle já nasceram sem vida. Para o dono, a "companhia"dos brinquedos está fazendo a diferença, já que ela parece estar mais feliz.

Fonte: Jornal O Dia

"TEMOS O PODER DAS ESCOLHAS", DIZ VICTOR CHAVES APÓS SER INDICIADO POR AGRESSÃO


Victor Chaves, da dupla com Leo, compartilhou uma reflexão com os fãs nesta quinta-feira (6). "Temos o poder das escolhas, mas a ética mora em limita-las por própria vontade. O poder mora na reflexão", escreveu o sertanejo.
O cantor foi indiciado por agredir a esposa grávida na última terça-feira (4). E se pronunciou em vídeo sobre o caso. "Pessoal, eu vim à público para esclarecer uma coisa, diante da qual surgiram e surgem incontáveis boatos. Eu fui indiciado legalmente por vias de fato. Contravenção, ou seja, eu não machuquei ninguém. O que eu pratiquei foi um ato de desespero para conter uma pessoa que estava completamente fora de si de pegar uma criança de 1 ano. E pela minha família o que eu fiz, eu faria de novo. Então tudo está sendo apurado devidamente", falou o cantor.

Entenda o caso
Victor Chaves Zapala foi acusado pela mulher de agressão em fevereiro. Poliana Bagatini foi até uma delegacia da Polícia Civil por volta das 11h da manhã do dia 24 de fevereiro e encaminhada à Delegacia da Mulher de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
De acordo com o boletim de ocorrência, o músico de 41 anos jogou a mulher no chão e a agrediu com chutes algumas vezes. Após a confusão, um segurança do cantor e a irmã dele teriam impedido Poliana de deixar o local, mas uma vizinha ouviu os gritos e ajudou a mulher.
O casal tem uma filha, Maria Vitória, de pouco mais de 1 de idade, e Poliana está grávida do segundo bebê. Eles anunciaram a gravidez há pouco mais de um mês.

Fonte: Revista QUEM

Na novela A Força do Querer, Cláudio beija Ivana, e ela se incomoda


A jovem se arruma toda para sair para jantar com o rapaz, que é cavalheiro com ela. Mas apesar de dizer a Simone (Juliana Paiva) que gostou de Cláudio, ela diz que se sentiu estranha com o encontro.
“Não era aquele Cláudio da praia! Brother!Vocês não entendem...! Vocês não conseguem entender: o que me põe pra baixo é justamente essa obrigação de ficar representando uma coisa que eu não sou...! Minha única insegurança é essa: não consigo representar o que eu não sou! Eu não me encaixo! Como é que faz?”, pergunta ela a prima, que fica sem resposta.

Fonte: Extra

Dono de produtora pornô nacional rebate críticas por qualidade de filmes

Capa de um dos filmes da Brasileirinhas
EGO - O dono da produtora de filmes adultos Brasileirinhas Clayton Nunes e a atriz Márcia Imperator, que teve uma carreira meteórica nesse estilo, não ficaram felizes com os comentários feitos pela ex-BBB Priscila Pires e o namorado dela, João Reis. Em entrevista ao EGO, o casal criticou os filmes pornês nacionais, chamando-os de "feios", e também detonou os atores que fazem essas produções, classificando-os como "feios" e "barrigudos".
Clayton, que trabalha há 17 anos no ramo da indústria pornográfica, sendo dez deles com as Brasileirinhas, discorda. "Tentamos atender a todo o tipo de beleza. Temos marombados e marombadas, temos gordelícias, temos magrinhas, coroas... Acho que tem beleza em todos os estereótipos", disse ele. Clayton conta que recebe, inclusive, pedidos para ter atores mais "reais" em suas produções.
"A principal reclamação que temos hoje em dia é que as meninas estão cada vez mais musculosas, bombadas e a galera prefere beleza natural, pelo menos nos filmes adultos. Acho que o pessoal está muito bitolado nesse novo padrão de ter que ser marombado. Se o padrão de beleza aceitável para eles são os marombados, há quem discorde muito", acrescentou.
Clayton também rebate a declaração de João de que os filmes pornôs brasileiros são feios. "Essa é a visão de pessoas bitoladas em um único padrão estético. Tá na cara, né? Olha a foto deles. Essa galera normalmente não percebe que existe mundo além do fisiculturismo", rebateu.

'Prefiro um cara barrigudo', diz Marcia Imperator

Márcia Imperator
Márcia Imperator, que estrelou 16 filmes adultos entre 2005 e 2007 (depois disso ela não fez mais esse tipo de produção), também rebateu as críticas. "Em primeiro lugar, quem é Priscila Pires? Isso mesmo, apenas uma ex-BBB. Então quem é ela para falar de quem quer que seja?", alfinetou ela.
"Não sei como está o físico dos atores atuais, mas prefiro um cara barrigudo que vá me satisfazer do que um bombado que vai ficar se comendo no espelho. Uma vez saí com um cara bombado. Ele me colocou na cama e ficou olhando os próprios músculos no espelho. Literalmente se comendo", relembrou ela.
Márcia ainda mandou um recado a Priscila e João. "Será que eles olharam direito para os atores? Olha o corpo do Rogê (Ferro) e do Pitt (Garcia). Gravei mais com eles e são perfeitos."
Priscila Pires e João Reis posam para o Paparazzo

Thomaz Costa confirma amizade com Larissa Manoela


Registro POP - Quando o assunto da galera são os atores mais badalados, Thomaz Costa nunca fica de fora da lista! Em meio as especulações sobre um dos casais mais queridos entre o público juvenil, tem sido constante cogitada a volta do “Tholari”, porém mesmo que não estejamos vendo os dois como um casal novamente, o fato continua segue em alta.
Em entrevista exclusiva ao nosso repórter Luca Moreira, Thomaz mostrou o quanto mudou desde a época em que começou em “Carrossel”, no ano de 2012.
O ator pode ser considerado um grande exemplo para o cotidiano dessass últimas gerações de artistas, que cresceram e acabaram levando suas personalidades a um lado negativo.
Hoje, Thomaz Costa deixa certo que cresceu, sempre mostrando responsabilidade, disposição, dedicação a carreira, tudo o que poderíamos esperar em um verdadeiro ator bem-sucedido e amado pelo público brasileiro.

No começo, o que lhe motivou seguir uma carreira tão desafiadora que é a de ator?
Eu quis ser ator por vontade própria, mas minha família achava muito difícil, e no meu primeiro teste para publicidade eu passei e desde então as portas foram se abrindo.

Desde pequeno, você sempre teve o corpo bem definido. Hoje você toma algum cuidado especial como alimentação, exercício ou alguma atividade esportiva? O trabalho e a sua imagem também influenciam?
Eu sempre fui apaixonado por esportes, nunca tive preguiça para fazer nada, sempre estou no pique, até hoje eu vou para onde me chamarem, mas não faço nada regrado como academia, etc.… como eu trabalho com a imagem acho que isso influencia sim!

Desde que interpretou o Daniel quando era criança, até os dias de hoje, já se passaram muito tempo e a turma toda do elenco também cresceu e foi se transformando. Na sua opinião, o que mais mudou em você?
Quando estávamos gravando, eu era bem pequeno, agora tive a fase da adolescência em que aprendi muitas coisas, amadureci! Meu estilo agora é próprio, procuro me sentir bem com o que gosto, e não para mostrar algo para os outros.

Sobre a turma, vocês ainda têm contato juntos?
Quando nos encontramos, ficamos relembrando, passamos muito tempo juntos, nos apegamos, mas nós nos afastamos, tenho contato com umas 2 pessoas apenas!

Como você se define como pessoa? (Thomaz por Thomaz)
Eu sou uma pessoa que gosto de esportes, gosto de trabalhar, gosto de estar com meus amigos, gosto de sair, de namorar, amo estar com a minha família, sou uma pessoa bem tranquila e caseira.

Logo depois da novela, veio outras novidades, inclusive no cinema que foram os filmes da novela e o novo filme você fez “Eu Fico Louco” desse ano. Qual é a maior diferença entre gravar para a televisão e para o cinema?
Sem dúvidas, o cinema exige mais, porque os detalhes ficam mais nítidos pelo tamanho da tela em que se passa. No filme nós gravamos 2 ou 3 cenas por dia, repetimos várias vezes, já na novela eram cerca de 18 por dia, bem mais rápido.

Qual foi a cena mais difícil da novela que você se lembra de ter gravado?
Acho que as cenas de emoção são as mais difíceis, porque você não tem que apenas fingir, você tem que entrar na cena e sentir o que o personagem quer passar, senão não fica real!

Como foi a sensação de ver seu rosto nas telonas pela primeira vez?
Eu fiquei muito feliz e orgulhoso, meu primeiro pensamento foi que valeu à pena todos os dias de gravação, pensei nas pessoas que iriam me assistir, que seriam muitas, e até me emocionei.

Sobre o assunto envolvendo a atriz Larissa Manoela de “Carrossel”, a Revista Capricho noticiou esse ano ainda que vocês teriam voltado novamente. O que houve entre vocês?
Depois do término do namoro de nós dois, nos reaproximamos sim, sempre fomos muito amigos, embora temos nos afastado quando estávamos namorando, a amizade continua!

Quando não está nos bastidores ou gravando, quais são seus passa tempos favoritos?
Esporte! Eu amo estar em atividade! Eu descanso quando estou praticando algum esporte!

Como considera a relação entre você e seus fãs nas redes sociais?
Eu sou muito apegado aos meus fãs, sempre que estou em casa sem fazer nada, entro nas redes sociais e converso, curto publicações, comento fotos e vejo eles e elas felizes, e isso não tem preço!

Para terminar, se você pudesse passar uma dica sua para um fã, o que falaria?
Para nunca desistir de seus sonhos, eu digo isso porque também tenho um ídolo, e aprendi à nunca desistir de meus sonhos e com fé em Deus, nunca desistir.

Fonte: Registro POP

Christiane Torloni surpreende fãs e participa de passeio pelas locações de “A Gata Comeu”, em exibição no VIVA

Christiane Torloni em evento que homenageia a novela A Gata Comeu
Os fãs da novela “A Gata Comeu”, em exibição no Viva, organizaram, através de um grupo no Facebook, um passeio realizado neste sábado (8) pelas locações da trama no bairro da Urca, Rio de Janeiro. E Christiane Torloni, intérprete da protagonista Jô Penteado, surpreendeu a todos ao marcar presença no evento. A atriz tirou fotos com os presentes e fez um discurso emocionante, sobre a trama e sobre o mundo de hoje.
Outros membros do elenco do folhetim, veiculado originalmente às 18h em 1985, também participaram. Casos de Mayara Magri, Nina de Pádua, Raphael Alvarez e Kátia Moura (os dois últimos pertenciam ao núcleo infantil de “A Gata Comeu”), além da coautora Marilu Saldanha, parceira de Ivani Ribeiro na adaptação da obra, cuja versão original (“A Barba Azul”) foi exibida pela Tupi em 1975.
Mayara Magri reagiu surpresa ao ver Christiane Torloni, que comentou que a atriz ainda era um “bebê” na época em que a trama foi gravada, diferente dela e de Nina de Pádua. Antes do início do passeio pela locação, Torloni discursou, conforme vídeo publicado no grupo do evento: “[A personagem] Foi escrita por uma mulher muito importante que era a Ivani Ribeiro, uma mulher espiritualista, uma mulher que não tinha preconceito: religiosos, de gênero, de cores”.
“Uma mulher que nos libertou muito não só na “Gata Comeu” como também na “Viagem””, concluiu fazendo referência a outro trabalho seu em parceria com Ivani. Christiane ainda fez um pedido aos fãs: “Muitas orações estão sendo feitas, pelas crianças da Síria, por esse momento pré-guerra que a gente está vivendo. […] Se organizem em grupos e orem, orem porque esse é um momento de muita oração no mundo, orem pelo Papa Francisco também porque ele tá sendo um grande líder”.

Fonte: RD1

Maitê Proença traz uma outra visão sobre do assédio de José Mayer

Catraca Livre - Em seu perfil no Facebook, Maitê Proença faz uma reflexão um pouco diferente sobre o caso de assédio sexual cometido por José Mayer contra a figurinista Su Tonami.
A atriz, considera inadmissível a atitudes de Mayer, mas não deixa de considerar fatores culturais, o "permissivo" ambiente artístico e ainda diz que " Tem que haver um grau de tolerância, ou a vida fica rígida e chata."
"É inadmissível e nada justifica. Tampouco se deve usar da posição para encurralar quem tem menos poder, notoriedade, estabilidade profissional, e tudo o que envolve um ator-galã de sucesso. Mas justamente, talvez o Zé tenha se movido, não por um condicionamento de sua “geração machista”, como disse - porque outros de sua geração não agem desta forma - mas sim por sentir que esteja perdendo o apelo do galã desejado por todas, jovens e maduras. Talvez esteja internamente enraivecido com essa traição do Tempo, de que nem os galãs se safam. Foi descontar na juventude da menina e fez feio."
Maitê não deixa de lado a, chamada por ela de, histeria midiática: "Agora, como tudo nessa era da histeria midiática, há exageros.
Temos que situar os fatos. Nós não estamos nos EU, aquele país construido por Pilgrims e Quakers puritanos. Aqui a construção da moral foi outra. A moça passa na obra, os rapazes gritam gostosa, ela ri e rebola ainda mais. Tira de letra!"
"Além disso, o meio artístico é mais permissivo que outros. Quem entra ali tem que ser casca grossa. Ali a moça escuta e dá o troco com graça ou com tapa, mas se vira. Tem que haver um grau de tolerância, ou a vida fica rígida e chata."

Sandra Annenberg, vítima de assédio: ‘Perdi muitos trabalhos’


Veja - Sandra Annenberg, apresentadora de TV, 48 anos: “Eu ainda veria esse dia! Dia em que nós mulheres não teríamos mais medo de denunciar. Quem nunca foi assediada? Não é só no meio artístico, mas em todos os meios em que os homens se julgam superiores e, pior, donos do sexo feminino. Eu já passei por muitas e péssimas, não tive coragem na época de tomar a mesma atitude que a Susllem… Mas nunca compactuei, e por isso perdi muitos trabalhos. Agora não é hora de lamentar o passado, mas de comemorar o presente e olhar para o futuro que deixaremos para as nossas filhas e filhos, um futuro (ainda de muita luta!) de igualdade, sem seres superiores nem inferiores e em que todos tenham as mesmas oportunidades para mostrar seus talentos. Obrigada, Susllem. E gostei de ver a atitude da empresa onde trabalho.” (em depoimento no Facebook)

Divaldo Franco terá sua história contada em filme

Às vésperas de fazer 90 anos, 70 dedicados ao espiritismo, o médium Divaldo vai virar filme. As primeiras cenas da obra sobre o baiano que escreveu 250 livros e vendeu 10 milhões de exemplares foram feitas pelos diretores Clóvis de Mello e Raul Dória, esta semana, no Teatro Municipal do Rio, durante palestra que lotou os 2,1 mil lugares da casa de espetáculo.


Fonte: Correio da Bahia