sábado, 29 de abril de 2017

Patricia Abravanel se casa em cerimônia discreta neste sábado (29)

A apresentadora Patricia Abravanel e Fábio Faria se casaram na tarde deste sábado (29), em uma cerimônia discreta, na mansão de Silvio Santos, pai da apresentadora. 
Junto desde 2013, o casal decidiu celebrar a união de maneira íntima, reunindo cerca de 200 convidados, entre amigos próximos e familiares. 


Na porta da mansão, Wanessa Camargo e o marido, Marcus Buaiz, além de Ronaldo e Celina Locks, Tiago Abravanel, Silvia Abravanel e o próprio Silvio Santos foram fotografados. 
A noiva pediu para que os convidados não compartilhassem imagens da cerimônia e por conta disso, uma hashtag oficial do evento não foi divulgada. Patricia e Fábio são pais de Pedro, de 2 anos.

Fonte: iBahia

Hacker rouba episódios de ‘Orange is the new black’ e cobra resgate da Netflix

Correio da Bahia - Difícil de acreditar que (ainda) em 2017 vazamentos de filmes, músicas e séries muito aguardados pelo público aconteçam. Mas aconteceu e desta vez a 'vítima' é a queridinha "Orange Is The New Black".
Dez episódios da nova temporada da série da Netflix foram roubados por um hacker (ou um grupo), autodenominado como TheDarkOverlord. O invasor cobra um pagamento do serviço de streaming para que todo conteúdo não seja divulgado antes da estreia oficial da quinta temporada da série, prevista para 9 de junho.


"Estamos cientes da situação", confirmou a Netflix ao site Deadline em um comunicado. "Um fornecedor de produção usado por vários grandes estúdios de TV teve sua segurança comprometida e as autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei foram chamadas. O FBI e outros órgãos estariam à frente da investigação do "sequestro" dos episódios.
O grupo de hackers publicou uma mensagem com ameaças ao outros canais americanos como ABC, National Geographic e Fox, indicando que teria em mãos conteúdos ainda não divulgados. Um trecho do post foi dedicado à Netflix:
"Não tinha que ser assim, Netflix. Você vai perder muito mais dinheiro em tudo isso do que a nossa modesta oferta foi. Estamos muito envergonhados de respirar o mesmo ar que você. Imaginamos um negócio pragmático como vocês mesmos veriam e compreenderiam os benefícios de cooperar com uma entidade razoável e misericordiosa como a nossa"
No Twitter, fãs da série estão chocados com caso. Alguns afirmam que o primeiro episódio já foi divulgado, e aproveitam para ameaçar quem publicar spoilers.

Atriz é proibida de fazer novos filmes por ser extremamente sexy

O sonho de muitas garotas é ser famosa. Infelizmente, muitas vezes, esse sonho pode ser apagado pelo fato de não existirem chances suficientes de se chegar ao estrelado. Aos vinte e quatro anos, o problema da atriz [VIDEO] Denny Kwan é exatamente outro. Ela até teve chances de ficar famosa e fez muitos filmes. O problema é que ela é considerada uma espécie de "vergonha nacional" no Camboja. O Ministério da Cultura e Belas Artes do país afirma que Denny violou todos os códigos de ética daquele país e que, por isso, por ser muito bonito e exagerar na forma extremamente sexy em que aparecia em filmes, acabou sendo proibida a filmar novas películas por doze anos.
Denny já tem mais de trezentos mil seguidores nas redes sociais e após o seu caso ser revelado por muitos noticiários, esse número não para de aumentar. A jovem se defende e diz que jamais fez qualquer cena que pudesse ser igualada aos filmes eróticos. No entanto, mesmo assim, o Ministério da Cultura do Camboja exige que ela pague esse duro castigo em sua vida, que pode trazer ainda mais problemas para o seu legado profissional. Em entrevista, a moça alegou que em seu país existem várias atrizes sexys e que algumas até exageram mais do que ela, mas por ser famosa, acabou sendo ela a punida.
A jovem atriz acusa outras colegas de darem beijos marcantes e que ela tem o direito de fazer o que quiser. Ela ainda lamentou o fato do seu povo não estar mais aceitando a forma como ela se veste e porta nos filmes e que queria muito ser aceita. Denny ainda informou que, a partir de agora, tentará não ser mais tão sexy como antes, mas que ainda não sabe muito bem como começar isso. Essa não foi a primeira vez que a moça tem problemas com o governo cambojano. Ela relata que os servidores da pasta da cultura a trataram como se estivessem educando uma filha e que chegou a ser constrangedor passar por isso tudo apenas por conta de sua vestimenta.

Para jovem, preconceito falou mais alto
Agora o Ministério da Cultura quer que o povo seja preservado e que a atriz fique pelo menos um ano sem fazer qualquer gravação, ou entrar em um estúdio. Ela acusa o órgão de ser preconceituoso e que esse tipo de punição é efetuado apenas contra as mulheres do seu país.
E você, o que pensa sobre a proibição do Camboja em relação ao trabalho artístico da famosa, cujo crime foi ser bonita demais? Deixe o seu comentário. Ele é sempre importante e ajuda no diálogo de temas relevantes para toda a sociedade. #Famosos

Juliana Paes reprova montagem que aumenta o seu bumbum: 'Prefiro do jeito que é'


EXTRA - Dona de um corpão de fazer inveja, Juliana Paes reprovou um retoque que um internauta fez numa foto dela de maiô. A atriz de 38 anos, recém-completados, e mãe de dois filhos, foi fotografada durante uma gravação na praia, e um seguidor tentou dar uma forcinha, retocando o bumbum dela e deixando-o maior. A montagem do antes e depois chegou ao conhecimento de Juliana, que logo reprovou a alteração.
"Eu prefiro do jeito que é mesmo", escreveu ela nos comentários do post.

Prêmio Sexy Hot 2017: 'Oscar pornô' anuncia indicados; veja lista

Aqui estão os ganhadores do Sexy Hot 2016, apresentado por Léo Jaime
A organização do Prêmio Sexy Hot, conhecido como "Oscar pornô brasileiro", já definiu os indicados da edição 2017 do evento (veja abaixo), que o G1 divulga em primeira mão nesta sexta-feira (28).
A cerimônia de entrega acontece em São Paulo, no dia 6 de junho, e pela primeira vez será transmitida ao vivo no canal do Sexy Hot no YouTube, o Só para Maiores. O apresentador vai ser o mesmo do ano passado, o cantor Leo Jaime.
O 4º Prêmio Sexy Hot tem 17 categorias. O público escolhe, pela internet, os ganhadores de 13 delas – a votação começa no dia 2 de maio, no site oficial do evento.
Nas outras quatro categorias – que são melhor diretor, melhor filme hétero, melhor cena homo feminino e melhor cena transexual – quem elege os vencedores é um júri técnico.
Em 2017, foram 200 inscrições ao todo ao Prêmio Sexy Hot, número superior ao do ano passado, afirmou em nota, Maurício Paletta, diretor da Playboy do Brasil, responsável pelo canal Sexy Hot e pelo evento.
"Isso mostra que cada vez mais as pessoas envolvidas na produção dos filmes querem fazer um bom trabalho e ver seu esforço reconhecido", avaliou Paletta.
“Ao longo desses anos estivemos à frente de diversas novidades e vivemos muitas mudanças no universo pornô. Não teria melhor momento para comemorar do que no Prêmio, que já virou um marco na nossa história”, comemorou, em referência aos 21 anos de existência do canal Sexy Hot.
Leo Jaime completou: "Foi ótimo apresentar o Prêmio ano passado. É muito importante dar luz e visibilidade a esses profissionais e fiquei muito feliz em ser chamado novamente. Com certeza esse ano teremos surpresas e uma noite divertida acima de tudo".

Veja, abaixo, os indicados ao Prêmio Sexy Hot 2017:

Melhor cena de sexo oral
Fabi Thompson e Ed Junior ("Sessões de fetiche")
Emme White e Erick Fire ("Desejos femininos"
Aninha Galzerano e Ricardo Branco ("Menina gulosa")

Melhor cena de sexo anal
Britney Bitch e Erick ("Rabão ostentação")
Aline Rios & Loupan ("Fantasias sexuais 3")
Elisa Sanches e Yuri ("Sexy blonde")

Melhor cena de DP
Polly Petrova, Fabiano e Renan Cobra (As aventuras de Grazy")
Rebeca Oliveira, Vinny e Yuri ("Duas gatas, um desejo")
Ana Julia, Eduardo Lima e Jack kallahari ("Molhadinhas e meladinhas 2")

Melhor cena de orgia/gang bang
Emme White, Mel Fire, Angel Lima, Fabi Thompson e Paty Kimberly ("Orgasmos múltiplos")
Aleksandra Yalova, Barbara Costa, Fabiane Thompson, Gween Black, Mayanna Rodrigues e Sweet Bird ("Orgia Xplastic")
Alessandro Italiano, Nina Lins, Elisa Sanches e Polly Petrova ("Garotas da van: Alessandro, o vulcão italiano")

Melhor cena de menage
Jully DeLarge, Susan Miller e André Garcia ("Player")
Polly Petrova, Sol Soares e Renan Cobra ("As aventuras de Grazy")
Giovanna Bombom, Pamela Pantera e Jack Kallahari ("Uma tarde ninfo – Conto erótico")

Melhor cena de fetiche
Grazzie e Toshi San ("Sessões de fetiche 2")
Nego Catra e Sandy Cortez ("Masturbatrix 9")
Britney Bitch e Nina Lins ("Tesão por Pés")

Melhor atriz hétero
Fabi Thompson ("Sessões de Fetiche 2")
Giovana Bombom ("Quer sorvete?")
Paty Kimberly ("Uberxxx da Paty")

Melhor ator hétero
Talmo ("Amor e outros fetiches")
Loupan ("Casa da mãe Joana")
Big Macky ("Na pele e no pelo 2")

Melhor atriz transexual
Carol Penélope ("Gang bang com Carol")
Michelly Cinturinha ("Travessuras sexuais")
Melyna Merlyn ("Trannybrazil: Merlyna Merlyn")

Melhor ator homo masculino
Kampfer ("Leticia Rodriguez & Kampfer")
Kaleb ("O tímido da sauna")
Terrence ("Meus 2 maravilhosos cus de bonecas")

Melhor atriz homo feminina
Jully DeLarge ("Encontros e fetiches")
Mel Fire ("Brancas como leite")
Emme White ("Festival bucetal")

Revelaçção do ano – LGBT
Mel Fire ("Orgasmos múltiplos")
Grazi Cinturinha ("Doutor, ponha no meu rabo por favor")
Lucas Katter ("A mente perversa de Katter")

Revelação do ano – hétero
Emme White ("Desejos femininos")
Elisa Sanches ("Abundância")
Giovanna Bombom ("A cor da pele 2")

Melhor cena homo feminina
Emme White e Grazzie ("Sessões de fetiche 3")
Aleksandra Yalova, Barbara Costa, Fabiane Thompson, Gween Black, Mayanna Rodrigues e Sweet Bird ("Orgia Xplastic")
Patricia Kimberly, Grazy Moraes e Elisa Sanchez ("Garotas da van: Rolê VIP")

Melhor cena transexual
Barbara Perez e Kampfer ("Barbara Perez & Kampfer")
Grazi Cinturinha, Victoria Carvalho e Erick Fire ("Doutor, ponha no meu rabo por favor")
Merlyna Merlyn, Yago Ribeiro e Babi Ventura ("Trannybrazil: Merlyna Merlyn")

Melhor filme hétero
"Loucuras de Casal", de André Garcia (elenco: Polly Petrov, Elisa Sanches, Katrinha e Capoeira)
"Desejos femininos", de Bruno Grosso (elenco: Emme White, Barbara Costa, Radinha e Erick)
"Spa do prazer" , de Giovanni Jr. (elenco: Sandy Cortez, Suzy Slut, Mary, Cassio Reys, Tony Tigrão e Fabiano)

Melhor diretor
Marco Cidade ("Player")
Bruno Grosso ("Desejos femininos")
Marcos Morais ("Masturbatrix 9")

Fonte: G1

Trump e Japão condenam teste da Coreia do Norte e avaliam sanções

Sul-coreanos observam notícia de teste com míssil
WASHINGTON, NOVA YORK E SEUL - EUA e Japão deram uma dura resposta ao lançamento de míssil norte-coreano na manhã de sábado (hora local), em aparente resposta a uma reunião do Conselho de Segurança da ONU em meio à escalada de tensões com o governo de Donald Trump. O lançamento do projétil foi o terceiro disparo em cerca de um mês, e fontes de Inteligência em Washington e Seul indicaram que o projétil explodiu pouco depois ainda sobre terra, após voar cerca de 30 a 40 quilômetros em direção ao Mar do Japão.
O presidente americano qualificou no Twitter de "falta de respeito aos desejos da China e de seu altamente respeitado presidente o lançamento, sem sucesso, de um míssil hoje". "Ruim!, completou Trump.
O Japão também fez um protesto formal ao Conselho de Segurança, destacando que o lançamento viola resoluções internacionais. Em Londres, o premier Shinzo Abe destacou que se tratou de uma "grave ameaça".
— Apesar de fortes advertências da comunidade internacional, a Coreia do Norte prosseguiu com o lançamento de um míssil balístico. É uma grave ameaça a nosso país. É absolutamente inaceitável. Condenamos fortemente estas ações — protestou Abe.
Com a Coreia do Norte agindo em desafio às pressões dos Estados Unidos e de própria principal aliada, a China, o governo Trump também poderia conduzir novos exercícios navais e colocar mais navios e aeronaves na região como uma demonstração de força, afirmou uma fonte dos EUA, falando sob condição de anonimato.
— É possível que algo possa ser acelerado — disse a autoridade sobre a possibilidade de impor novas sanções unilaterais contra a Coreia do Norte. — Algo que está pronto poderia ser retirado de um pacote maior.
As críticas também vieram da França, destacando que o teste ratifica a vontade do regime da obter capacidade operacional nuclear.
"Apesar do fracasso, este teste (...) constitui uma ameaça à paz e à segurança internacionais", avaliou em nota a Chancelaria francesa.

LANÇAMENTO FRACASSA
O míssil foi lançado de Bukchang, a nordeste da capital norte-coreana, Pyongyang. Foi o 75º teste ordenado pelo ditador Kim Jong-un, e o segundo que fracassa nas duas últimas semanas, numa clara provocação ao governo Trump, que disse que “a paciência estratégica” com a Coreia do Norte acabou, ameaçando retaliar o país se houver a realização de um novo teste nuclear ou de míssil balístico.
Mas os Estados Unidos vêm dando sinais trocados sobre a estratégia a ser adotada com Pyongyang. O presidente admitiu na quinta-feira a possibilidade de um “grande conflito” com a Coreia do Norte, mas o secretário de Estado, Rex Tillerson, defendeu no Conselho de Segurança uma abordagem multilateral focada em pressão internacional, sanções e diálogo.
— Há uma chance de que acabemos tendo um grande, grande conflito com a Coreia do Norte — disse Trump à Reuters. — Adoraríamos solucionar as coisas diplomaticamente, mas é muito difícil.
Os EUA enviaram um submarino nuclear e uma força-tarefa liderada por um porta-aviões à Península Coreana. Trump ressaltou apoio à China rumo a uma solução para a crise, elogiando o presidente Xi Jinping.
— Acredito que ele está se esforçando muito. Sei que ele gostaria de ser capaz de fazer algo. Talvez seja possível que não.
Pequim tem pedido o fim do desenvolvimento de armas nucleares e mísseis balísticos por Pyongyang, que tem no país vizinho seu mais importante e crucial parceiro comercial. Mas o chanceler chinês, Wang Yi, ressaltou que o uso da força não resolve as diferenças e “só vai causar desastres ainda maiores”. Wang criticou o escudo antimísseis que os EUA estão começando a montar em território sul-coreano.
— A instalação do sistema antimísseis dos EUA na Coreia do Sul sabota seriamente a segurança estratégica da China e prejudica a confiança entre os envolvidos na questão coreana — declarou Wang antes da reunião do Conselho de Segurança da ONU dedicada à Coreia do Norte. — Resolver de maneira pacífica a questão nuclear da península por meio do diálogo e de negociações representa a única opção correta, realista e viável.
Tillerson, que presidiu o encontro, não excluiu uma conversa direta, mas garantiu que Pyongyang “deve falar” sobre a desnuclearização da península. Ao pedir à China que controle seu aliado, repreendeu os países-membros por não terem aplicado maior pressão financeira contra a beligerância norte-coreana.
— Se este organismo tivesse imposto plenamente e apoiado resoluções decretadas no passado, aplicando vigorosamente as sanções com total conformidade, talvez não nos encontrássemos confrontados com a alta tensão que enfrentamos hoje — acusou. — Não recompensaremos violações das resoluções e mau comportamento com conversas.

TRUMP IRRITA SEUL
No meio do impasse, Trump conseguiu também irritar os sul-coreanos: na entrevista à Reuters, insinuou que espera US$ 1 bilhão deles pelo sistema antimísseis Thaad, que vem sendo instalado na península, para consertar o atual “terrível acordo bilateral” entre Washington e Seul. Ele foi logo alvo de uma série de reações críticas.
“Não há mudança na posição de que nosso governo proverá espaço e instalações, e os EUA cobrirão o custo de envio, operação e manutenção do Thaad”, rebateu em nota o Ministério da Defesa.
Assessores parlamentares americanos avaliaram a declaração de Trump como “completamente sem discernimento”, porque o Thaad é uma alternativa de interesse direto dos EUA.
— Não parece muito estratégico dar margem a dificultar a relação — disse Bonnie Glaser, especialista em Ásia do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), em Washington.

Fonte: O Globo

Temer minimiza greve geral e diz que reformas serão debatidas só com Congresso

Protesto no Largo da Batata, em São Paulo
A manhã despontou no coração de São Paulo e os transeuntes que se via eram basicamente os moradores de rua que ali passam seus dias. Lojas fechadas, pouquíssimo trânsito e entradas de metrô completamente desertas. A imagem se repetiu durante horas nesta sexta-feira nas principais cidades brasileiras. Foi uma demonstração de força do movimento sindical que convocou uma greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária do Governo Michel Temer e conseguiu paralisar a rotina nas capitais graças, principalmente, à crucial adesão do setor de transportes. A única exceção foi o Rio de Janeiro, onde o metrô não parou e os ônibus circularam parcialmente.
Em sua primeira paralisação realmente nacional em 21 anos, os sindicalistas contaram com apoios pouco frequentes contra o Planalto, como a participação da Força Sindical, uma organização que apoiou o impeachment, a mobilização explícita da cúpula católica e a interrupção das aulas até em caros colégios particulares em várias capitais. “É preciso reivindicar nossos direitos que estão sendo retirados por um presidente impopular e ilegítimo”, dizia, na zona oeste de São Paulo, o estudante de escola privada André Neto, de 17 anos, num dos poucos protestos da jornada que acabaria em repressão policial diante da casa de Michel Temer na cidade. Enquanto em Brasília houve tensão, mas não incidentes, no Rio, as cenas dramáticas de ônibus incendiados por mascarados se mesclaram às dos manifestantes correndo das bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela polícia.
Instado a se manifestar sobre a mobilização, o presidente Temer fez uma declaração pública na qual reduziu a greve geral a "pequenos grupos que bloquearam rodovias e avenidas". Ele insistiu que seguirá seus propósitos de "modernizar a legislação nacional" e descartou qualquer diálogo com sindicatos ou outros grupos da sociedade civil ao advertir que o debate sobre as reformas se realizará "na arena adequada para essa discussão, que é o Congresso Nacional".
De fato, está no Congresso tanto as chances de sobrevivência do Governo Temere sua agenda liberal como o termômetro real do impacto da mobilização desta sexta-feira sobre os parlamentares. O Planalto, que conseguiu na Câmara passar a reforma trabalhista nesta semana, agora mapeia os parlamentares traidores para se preparar para a batalha mais difícil: a da reforma da Previdência. Se perceber que pode sofrer derrota ou mais defecções em sua pressionada base de apoio, o Governo será obrigado ao menos adiar o cronograma da votação na comissão especial do tema, prevista para o dia 3, e no plenário, entre 8 e 20 de maio. Se isso acontecer, pode ser ao menos uma vitória tática as forças que foram às ruas.

André Neto, 17, no Largo da Batata
A mensagem das organizações da greve geral é que a pressão não cessará. No Largo da Batata, o principal ato em São Paulo, que, segundo seus convocadores reuniu 70.000 pessoas, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), Guilherme Boulos, exigia que, “após a maior greve dos últimos 30 anos no Brasil”, os senadores ouvissem “a voz das ruas” para reverter a reforma trabalhista. “Entre a aprovação na Câmara e o texto ir para o Senado nós paramos o Brasil”, disse. Por diferentes razões, Temer também se volta ao senadores, preocupado com os cálculos de uma Casa povoada por denunciados na Operação Lava Jato e, especialmente, com a resistência de um neooposicionista, o ex-presidente do Senado e implicado nas investigações, Renan Calheiros (PMDB-AL).

A guerra de narrativas sobre a greve
No Largo da Batata também se faziam sentir os ecos da Lava Jato na primeira manifestação após o bombardeio das delações da Odebrecht. Acuados por inquéritos da operação, os senadores petistas Lindberg Faria (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) discursaram em cima do carro de som. “Essa greve é o começo da derrubada de Temer”, afirmou Faria, sem empolgar a multidão que ouvia, e informando que a bancada do partido irá apresentar um projeto de lei para antecipar as eleições presidenciais para outubro deste ano.
No público, crianças, bandeiras com o arco-íris símbolo do movimento LGBT, representantes do movimento negro e de vários coletivos da periferia dividiam o espaço com as tradicionais bandeiras vermelhas de movimentos como o MTST, CUT e MST. Estava por lá também um professor vestido com a camisa da seleção brasileira e segurando uma bandeira do país, numa indumentária típica dos atos pró-impeachment de 2015 e 2016. Wirmondes Corrêa Birges lamentava a participação dos petistas no ato. “Eu estou aqui lutando por melhores condições para meus filhos e netos, não queria que PT ou PSDB transformassem isso em uma coisa partidária”, afirmou.
O professor simbolizava uma das interrogações da jornada: a mobilização conseguiria implodir a polarização política entre forças esquerdistas e o PT de um lado e forças à direita do outro para conquistar um público mais geral contra as reformas? A pergunta não tem resposta clara ainda, mas o que também se viu nesta sexta-feira foi uma reencenação do fla-flu político, com uma feroz disputa sobre a narrativa da greve. Liderando o front de resistência, estava o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), que chamou os grevistas de "vagabundos". A controvérsia envolveu até a TV Globo, que foi criticada porque seu Jornal Nacional não havia noticiado a greve prevista na quinta. Nas redes sociais, a resistência também foi palpável. Mesmo com um Governo aprovado por menos de 10% da população e com uma agenda que seria impopular em boa parte do mundo, houve um bom volume de críticos dos transtornos da paralisação e de táticas de piquetes e bloqueios para forçar a adesão ao movimento.

Manifestante gesticula próximo a ônibus incendiado no Rio
Nas ruas, a questão do apoio à pauta se tornava mais complexa. Fabiana Paiva, que trabalha em um lanchonete dentro do terminal Jabaquara, em São Paulo, reclamava da clientela fraca. Contava que conseguira uma lotação para ir ao trabalho, mas que não tinha a menor ideia de como iria voltar para casa. "Acho que essa paralisação é correta. Sou contra todas essas reformas do Governo, mas prefiro não protestar para não ter problema aqui no trabalho."
A preocupação de Fabiana não soa menor diante dos novos dados de desemprego. Quando a jornada da greve ainda começava nesta sexta, os brasileiros toparam com uma notícia do IBGE que refletia a profundidade da crise econômica. Pela primeira vez na história, o Brasil ultrapassou a marca de 14 milhões de desempregados, ou 13,7% da população economicamente ativa. A cifra é aterradora num país que até pouco tempo flertava com a ideia do pleno emprego e um complicador a mais para Temer: não trazia nenhum sinal da recuperação econômica prometida por ele.

Fonte: El País

Karina Bacchi revela motivos para escolher gravidez independente


Grávida de seis meses, a atriz Karina Bacchi revelou os motivos que levaram ela a decidir ter um filho sozinha: problemas de saúde.
Durante o “Programa do Porchat”, nessa quinta-feira (27/4), ela contou que, após o fim de um casamento de seis anos e meio, ela teve que fazer uma cirurgia para retirar as trompas.
“Foi difícil, estava casada há seis anos e meio, estou com 40 anos e, ano passado, retirei as trompas. Não ia pegar o primeiro que visse pela frente e optei pela inseminação. Achei que era mais justo comigo e com o meu filho que fosse dessa forma”, comemora ela.
A futura mamãe também falou sobre a escolha pela fertilização in vitro, de um banco de doadores internacional.
Diferentemente do que muitos pensam, Bacchi afirmou que a escolha não foi baseada pensando na nacionalidade da criança, e sim porque lá fora encontrou mais informações sobre o pai biológico, como dados clínicos, históricos de saúde e familiar da pessoa. Além disso, ela pode ver fotos da infância e optou por uma pessoa parecida com ela.
“Assim posso me identificar com os traços da criança”. O nome real do doador não é revelado.

Fonte: Mídia News

‘Foi um crime premeditado’, diz aposentado agredido por ser gay


VEJA - No dia 21 de abril, feriado de Tiradentes, Eduardo Michels, 62 anos, e seu companheiro, Flavio Micellis, 60 anos, foram espancados por moradores do prédio onde moravam. Com chutes, socos e enforcamento, o casal foi agredido por cerca de 20 homens que participavam de uma festa na aérea externa do prédio, localizado na Barra da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Eduardo contou a VEJA que enfrenta dificuldades no relacionamento com os vizinhos há cerca de dois anos. As reclamações registradas por Flavio, que é engenheiro civil aposentado e Eduardo, funcionário público aposentado, à imobiliária do prédio sempre foram relacionadas a perturbação do sossego devido a festas com som acima do permitido.
Antes das agressões, o casal ouviu um dos homens dizer que “hoje o pau vai quebrar. É hoje que a gente pega eles” – eles moram no térreo e as janelas do apartamento são direcionadas para aérea de festas. Eduardo esperou Flavio chegar para poder sair do prédio – ao sair foi abordado por um dos homens que deu início às agressões. Flavio foi jogado no chão e recebeu diversos chutes na região genital. Segundo Eduardo, os agressores humilharam o casal, disseram diversos palavrões e afirmaram que ali “não era lugar de veado”.
“Tivemos que sair escoltados pela polícia. Foi um fato muito traumático para nós dois. Depois das agressões, nós trancamos em casa aterrorizados. A polícia nos escoltou para fora do prédio e ainda ouvimos uma mulher dizer que Deus nos ama e vai nos curar”, disse.
O caso foi registrado no 20º DP da Vila Isabel como contravenção penal. “Foi um crime premeditado. Um ataque tipicamente homofóbico. Estamos sentindo muito medo desde o ocorrido e não temos mais segurança para andarmos na rua”, afirmou. Segundo ele, um dos agressores é policial militar aposentado.
Desde o ocorrido, o casal não conseguiu voltar para o apartamento e enfrenta problemas com a administradora do prédio. “A imobiliária entrou com uma ordem de despejo contra nós e ainda nem sabemos o motivo. Só quero voltar pra lá para pegar nossas coisas e, para isso, estou aguardando o efeito das medidas protetivas que pedimos. Não vou me calar. O que aconteceu no feriado foi uma tentativa de homicídio, um crime premeditado”, afirmou Eduardo.
O aposentado ainda conta que registrou o início das agressões com o celular. “Saí filmando para baixo para não correr o risco de ser agredido logo de cara, mas não adiantou, eles vieram pra cima de nós do mesmo jeito. Hoje vivemos uma sensação de vulnerabilidade total.”
Nas imagens é possível ouvir um homem dizer: “Não fica tirando onda aqui, não. Eu vou te meter a porrada”. Confira o vídeo momentos antes do início das agressões:

Katy Perry lança o single 'Bon appétit'

UAI - Katy Perry liberou nesta sexta-feira, 28, sua nova música de trabalho, Bon appétit, em parceria com o trio de hip-hop Migos. A música é o segundo single oficial do quarto disco da cantora, ainda sem nome ou data de lançamento. 


Bon appétit segue a sonoridade utilizada pela cantora, que apresenta um ritmo dançante aliado a letras repetitivas, além da presença dos versos cantados pelo trio de rappers. 
Ao contrário de sua última música de trabalho, a engajada Chained to the rhythm, na qual Katy apresentava duras críticas ao presidente norte-americano Donald Trump, no novo single a estrela pop deixa suas opiniões políticas de lado e conta sobre uma história de amor em que ela representa uma personagem sedutora. 
O novo trabalho de estúdio da cantora é esperado para o segundo semestre de 2017, e ela vem provocando os fãs com uma série de vídeos no Instagram em que aparece trabalhando no disco. O último álbum de Katy Perry, Prism, foi lançado em 2013 e contou com singles de sucesso como Roar e Dark horse.

Análise: Greve é tentativa política da oposição de voltar para o jogo

Estadão - Derrotada expressivamente nas últimas eleições municipais e com alguns de seus maiores expoentes envolvidos nas investigações da Operação Lava Jato, a oposição utiliza a mobilização da chamada greve geral para tentar reocupar espaço na disputa política nacional. Na prática, a agenda das reformas trabalhista e previdenciária deu à oposição um discurso para tentar recuperar apoio dos eleitores, pregando que trabalhadores e aposentados perderão seus direitos com as propostas bancadas pelo governo de Michel Temer.
Se esse discurso é discutível no seu conteúdo, dá à oposição e, em especial, ao PT, algum tipo de fôlego para tentar sair do canto do ringue político para o qual foi arremessada nas eleições do ano passado. O problema é que a paralisação dos meios de transportes e a proximidade de um feriadão não permitem saber o quanto de adesão popular real existe a esse discurso antireformista. E, mesmo que haja, não dá para calcular se as pessoas estão dispostas a se realinhar às propostas da oposição por causa disso. As eleições passadas, aliás, indicam que não. Misturada com os escândalos de corrupção, a eventual insatisfação com as propostas parece mais propensa a aumentar o combustível dos chamados não políticos.


Também é impossível ignorar que as centrais sindicais se mobilizaram fortemente no dia de hoje para tentar reverter a aprovação do fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, o que lhes cortará oxigênio financeiro. Se a proposta tivesse sido derrubada, sua adesão seria, sem dúvida, muito mais baixa.
Com Luiz Inácio Lula da Silva liderando as primeiras pesquisas de intenção de voto para 2018, mas com o peito cravado de flechas vindas da direção da Lava Jato, o discurso antireformista e em defesa dos trabalhadores cai do céu para a oposição, que não precisa falar apenas sobre denúncias de corrupção. O problema é que apenas trabalhar para explodir o governo Temer, sem trazer propostas alternativas consistentes para recuperar a economia, pode fazer o tiro político sair pela culatra, à medida em que atrasa ainda mais qualquer tentativa de recuperação do Pais e, claro, dos empregos.

2ª temporada de '13 Reasons Why' pode estar a caminho, diz site americano


A Netflix está a poucos passos para oficializar a segunda temporada da polêmica série "13 Reasons Why". De acordo com o site americano The Hollywood Reporter, a equipe de roteiristas do serviço de streaming já estariam trabalhando no projeto a portas fechadas nas últimas semanas. Procurada pelo site, a Netflix não comentou sobre o assunto.
Controversa e bem-sucedida, a série gira em torno da adolescente Hanna Baker, interpretada por Katherine Langford, que gravou várias fitas com os motivos pelos quais decidiu tirar a própria vida. Na trama, Hanna é alvo de bullying, cyberbullying, assédio e abuso sexual.
Até agora, a série é a mais comentada de 2017, com mais de 11 milhões de tuítes em 20 dias. O sucesso, no entanto, não foi unânime. Enquanto recebia elogios por expor e propor o debater um assunto ainda tabu, ela recebeu críticas por mostrar detalhes do suicídio e não cumprir recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde).
Nesta reportagem, você acompanha Como '13 Reasons Why' nos alerta das metáforas do desespero adolescente. Neste artigo estão 13 razões para você assistir à série. Já neste outro estão 6 motivos para não assistir.

Fonte: Huff Post Brasil

Kim Kardashian perde 100 mil seguidores após serem divulgadas fotos suas com celulite


A socialite Kim Kardashian foi 'desmascarada' após fotos suas, sem nenhum retoque, tiradas numa praia do México, serem divulgadas. 100 mil usuários não perdoaram Kim e deixaram de segui-la no Instagram, no qual costumava ser muito popular.
A justificativa dos ex-fãs da mulher de Kanye West é que deixaram de confiar em Kim por esta sempre ter colocado fotos editadas onde não revelava 'gordurinhas', nem mesmo uma celulite.


"Kim, você me deixa enjoada falando sobre seu corpo sem falhas enquanto corre para o cirurgião plástico por qualquer coisa. Não há nada real em você.", lê-se num comentário. "Mais falsa que uma moeda de chocolate", escreveu outro seguidor.
Sobre a polêmica, Kim se mostrou confiante sobre seu próprio corpo. Ela brincou nas redes sociais que acompanharia as discussões tomando milkshake.

Gilmar Mendes manda soltar o empresário Eike Batista


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus nesta sexta-feira (28) para libertar o empresário Eike Batista, preso em janeiro pela Polícia Federal na Operação Eficiência.
Eike teve a prisão preventiva decretada após dois doleiros dizerem que ele pagou US$ 16,5 milhões a Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, o equivalente a R$ 52 milhões, em propina. O pagamento teria sido feito em troca de contratos com o governo estadual. Ele já foi denunciado nas investigações por corrupção e lavagem de dinheiro.
De acordo com a decisão de Gilmar Mendes, caso haja algum outro mandado de prisão expedido, Eike deverá permanecer preso. Procurado pelo G1, o advogado Fernando Martins, que defende o empresário, disse que não há outros decretos de prisão contra Eike e que, com a decisão de Gilmar Mendes, ele deverá ser solto.
Na decisão, Gilmar Mendes determinou que o juiz responsável pelo caso, Marcelo Bretas, analise a necessidade de medidas cautelares alternativas à prisão.
Tratam-se de restrições, que podem incluir uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico à Justiça, proibição de encontrar outros investigados e de deixar o país, por exemplo.
"[...] Defiro o pedido de medida liminar para suspender os efeitos da ordem de prisão preventiva decretada em desfavor do paciente Eike Fuhrken Batista [...] se por algum outro motivo não estiver preso, determinando, ainda, que o Juízo analise a necessidade de aplicação das medidas cautelares previstas", diz o ministro na decisão.
A decisão do ministro já foi encaminhada ao juíz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Dessa forma, Eike Batista pode ser solto já nesta sexta, a depender da velocidade dos trâmites burocráticos, como a notificação do juíz e a comunicação ao presídio onde o empresário permanece detido.

Decisão
A defesa do empresário entrou com pedido de liberdade no Supremo por entender que não havia justificativa legal para que a prisão preventiva fosse mantida.
No pedido de liberdade, a defesa de Eike diz que a prisão foi decretada com base em outra investigação, ligada à Operação Lava Jato, numa apuração sobre sua relação com a esposa do marqueteiro João Santana, Mônica Moura.
Além disso, disse que ele não poderia ser preso pelos mesmos fatos de que é acusado nem somente por depoimentos de delatores e que as suspeitas remetem ao ano de 2011.
“Todas as decisões que envolvem o ora paciente eximem-se de indicar fato concreto e atribuível no sentido de que ele representaria um risco à instrução criminal – não se fala de testemunhas ameaçadas ou da possibilidade de destruição de provas – tampouco que ele, empresário nacionalmente reconhecido, represente risco à ordem pública ou econômica ao ser posto em liberdade’, diz o pedido de liberdade.
Na decisão, Gilmar Mendes afirma que os supostos crimes investigados, de corrupção e lavagem de dinheiro, são "graves". Apesar disso, segundo o ministro, teriam sido cometidos entre 2010 e 2011 e são "consideravelmente distantes no tempo da decretação da prisão".
"O paciente não é formalmente acusado de manter um relacionamento constante com a suposta organização criminosa liderada por Sérgio Cabral. Pelo contrário, a denúncia não imputou ao paciente o crime de pertencer a organização criminosa", sustenta o ministro.
Dessa forma, segundo Gilmar Mendes, entre os supostos crimes e a decretação da prisão há um "lapso temporal considerável". Ele afirma ainda que não há notícias de que Eike "tenha adotado ulterior conduta para encobrir provas".
"O fato de o paciente ter sido denunciado por crimes graves – corrupção e lavagem de dinheiro –, por si só, não pode servir de fundamento único e exclusivo para manutenção de sua prisão preventiva", diz o ministro na decisão.
Para Gilmar Mendes, o "perigo que a liberdade do paciente representa à ordem pública ou à instrução criminal" podem ser substituídos por medidas cautelares "menos gravosas" do que a prisão preventiva.

Fonte: G1