domingo, 7 de maio de 2017

Ritinha, de 'A Força do Querer', confessa a Marilda que quer que Zeca continue gostando dela


Mesmo casada com Ruy (Fiuk), Ritinha (Isis Valverde) confessa para Marilda (Dandara Mariana) que quer que Zeca (Marco Pigossi) continue gostando dela. Nos próximos capítulos de "A força do querer", Marilda pergunta à amiga se ela não tem pena de contar para o ex-caminhoneiro que o filho é dele. "O filho é meu! Quem tá carregando sou eu! Tu querias mesmo que eu chegasse pro Zeca e falasse: ó, o pai és tu, visse?!Tu não vais abrir essa boca pra fazer intriga, hem Marilda?", pede Ritinha.
Marilda diz que não vai falar nada e Ritinha continua: "Zeca teve pena de mim quando me botou pra correr a tiro lá de Parazinho? Teve? Podia ter me acertado, visse? E eu não tava nem mais aqui! Nem eu nem Ruyzinho!". Marilda pergunta a ela se ela não sente mais nada por Zeca e a sereia dispara: "Tá perguntando porque? Tu queres o Zeca?". Marilda nega e Ritinha diz que Edinalda (Zezé Polessa) sempre falou que a amiga queria ele. Tô perguntando por mim não!", fala Marilda "Se tiver, já fica sabendo que eu me importo, sim!", fala Ritinha.
Marilda fica chocada: "Então tu ainda gostas dele!". "Gosto que ele fique comigo na cabeça! Gosto! Não sou falsa! Tá pra nascer a mulher que não gosta de ter um homem doido por ela! Tá pra nascer!". "Tu achas que ele inda é doido por ti?", pergunta Marilda. Mas o papo das duas é interrompido pela chegada de Zu (Claudia Mello).

Fonte: Extra

Júlia vai se passar por Lorena para descobrir o passado da gêmea em Rock Story


Júlia (Nathalia Dill) se passará por Lorena (Nathalia Dill) para descobrir informações sobre o passado dela nos próximos capítulos da novela "Rock story". 
Convidada pelo editor Ricardo (Nicola Lama) a escrever um livro sobre sua história, a mulher de Gui (Vladimir Brichta) resolverá pesquisar a vida da irmã gêmea. Ela encontrará uma foto da vilã ao lado de Samira (Júlia Konrad), Mário (Cleiton Rasga) e do mafioso Salvatore (Simon Petracchi). 
Ricardo e Júlia descobrirão que Samira, ex-namorada de Mário, está em Nova York e decidirão viajar para lá. O editor entrará em contato com a moça e dará uma desculpa para encontrá-la. Ele levará Júlia, que fingirá ser Lorena.
- Como você teve coragem de voltar, Lorena? Por sua causa, o Mário está morto! - dirá Samira.
- Eu estava longe, não fiquei sabendo direito o que aconteceu - arriscará Júlia.
- Deixa de ser cínica! O Mário te protegeu, deixou você fugir. Podia ter acabado com você naquele dia, mas não! E, quando o Salvatore descobriu, ficou com ódio dele! 
- Eu tinha que dar uma sumida, Samira. Tentar entender por que o Salvatore queria a minha cabeça.
- Você sabe muito bem! A polícia estava atrás de você por causa de alguma confusão que você se meteu no Brasil. Foram te procurar na casa do Salvatore, você acha que ele ia gostar? Ele já estava de saco cheio de você, mandou o Mário sumir contigo! Aí chegou o tal amigo teu do Brasil, você aproveitou e viajou com ele. Mas o Mário devia ter apagado você e o cara! Se ele tivesse feito isso, estava vivo!
- Então o Salvatore matou seu namorado só porque a Lorena escapou, Samira? - perguntará Ricardo.
- Não só por isso. O Mário também teve a infeliz ideia de roubar um caderninho de contabilidade do Salvatore para se proteger. Eu disse para ele que não ia dar certo. Os capangas do Salvatore começaram a caçar o Mário, como um bicho. Até que um dia foi pego. Queriam que ele falasse onde estava o caderninho, mas ele não disse. Ele ainda tentou tirar a arma de um dos capangas. O resto vocês já sabem. E agora o Salvatore está atrás de mim também! Ele acha que eu sei alguma coisa. Eu não aguento mais! Tenho certeza que você está metida nisso, Lorena! É você que ele devia estar infernizando, não eu! - revelará Samira.

Fonte: Patrícia Kogut

Leopoldina fica chocada com ordem de Avilez em 'Novo Mundo'


Mais uma vez, Avilez (Paulo Rocha) vai até a princesa para dar uma má notícia. "Um navio português chegou há pouco para levá-los de volta a Europa! Os senhores partem ainda hoje ao anoitecer!", ele avisa.

Avilez visita princesa para dar má notícia
Leopoldina (Letícia Colin) se desespera: "Eu estou grávida, general, não posso correr o risco de meu filho nascer no mar! É perigoso! Além do mais... Eu... Eu preciso arrumar tudo!". Irônico, Avilez diz para eles se inspirarem na fuga de Dom João (Leo Jaime).


Aos 43 anos, Eliana revela que quase perdeu o bebê: 'Senti muito enjoo'


Correio da Bahia - Grávida do segundo filho, a apresentadora Eliana, 43 anos, revelou em entrevista à Revista Claudia que quase perdeu a sua filhinha. "Senti muito enjoo e, aos três meses, precisei de uma cirurgia porque havia o risco de perder o bebê", disse durante a entrevista, mas não entrou em detalhes da operação. A loira está grávida de três meses, de uma menina, que deve nascer no mês de outubro.
A apresentadora é mãe do pequeno Arthur, de 5 anos, do casamento com João Marcello Bôscoli e revela que já conversa com o filho mais velho sobre a chegada da irmãzinha. 
"Faço questão de estar presente nos momentos simples ou importantes, arrumar você (se dirigindo ao menino), arrumar você de manhã para ir à escola, pentear seus cabelos, ajudar na lição de casa...", iniciou. "Os desenhos que faz depois do jantar e as nossas conversas antes de dormir, com a luzinha apagada, quando me conta como foi o seu dia, são uma delícia", conta feliz.

Emoção em abril
Bastante emocionada, a apresentadora contou que a gravidez foi planejada pelo casal, juntos há dois anos. "Eu estou grávida mais uma vez, depois de dois anos de relacionamento ganhamos esse presente lindo essa gravidez tão desejada e sonhada. Eu só posso agradecer primeiramente a Deus por me fazer mãe novamente depois dos quarenta anos de idade", disse.
Em suas redes sociais, a apresentadora compartilhou uma foto ao lado do atual noivo e recebeu elogios e felicitações dos fãs nos comentários. "Deus possa estar sempre com vcs. Eliana vc é minha inspiracao de vida estilo de elegância e profissionalismo. Bj", escreveu uma fã. "Parabéns maravilhosa, parabéns aos dois, e que o papai do céu abençõe mais e mais vocês e essa linda família", comentou outra.

Vendedor transexual é encontrado morto após sumir de casa em Salvador

O vendedor Thadeu Nascimento, transexual de 24 anos, morador de Salvador, foi morto a tiros e teve o corpo encontrado no bairro São Cristóvão, após desaparecer de casa, onde segundo familiares, havia sinais de arrombamento e objetos foram levados. Conforme registro no boletim da Secretaria de Segurança Pública, (SSP-BA), o corpo da vítima foi localizado na manhã de sexta-feira (5), às 7h33, na Rua da Rodagem.
Segundo relatos da família, Thadeu havia desaparecido do apartamento onde morava sozinho, no bairro de Fazenda Grande II. A mãe da vítima contou que fez o último contato com o filho na quinta-feira (4), mas os parentes só descobriram o crime no sábado (6), com a informação de que o corpo de Thadeu estava no Instituto Médico Legal (IML), para onde foi levado após localização no dia anterior.
Têu, como era conhecido, trabalhava como vendedor em uma loja de informática, em um shopping na capital baiana. A mãe conta que recebeu ligações de colegas de trabalho dele que estavam preocupados porque Thadeu havia faltado ao trabalho na sexta-feira. No dia seguinte, a mãe foi até o apartamento onde ele morava e encontrou uma grade arrombada. Ainda de acordo com a mãe, objetos foram roubados da residência, como televisão, máquina fotográfica, DVD e celular.
O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ainda não há informações divulgadas sobre motivação ou autoria. A mãe de Thadeu detalha que, segundo policiais que estiveram no local do crime, não havia sinais de luta no apartamento.
O enterro está programado para acontecer às 10h de segunda-feira (8), no Cemitério do Campo Santo, bairro da Federação, em Salvador.

Adolescente que sumiu em SC há 5 meses morre após acidente em Goiás


Uma adolescente de 16 anos morreu após se envolver em um acidente de trânsito na madrugada deste domingo (7), em Caldas Novas, região sul de Goiás. Segundo a Polícia Militar, Brenda Gabriela Cidral vivia em Joinville (SC), mas estava desaparecida há cinco meses. Um outro menor, que estava com ela e não teve a identidade revelada, ficou ferido na colisão.
Brenda estava na garupa de uma moto, conduzida pelo garoto. O veículo foi atingido por um carro, que fugiu em seguida. Ambos foram socorridos e levados ao hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. Já o rapaz sofreu lesões leves, recebeu atendimento e já foi liberado.
De acordo com o comandante da PM em Caldas Novas, tenente-coronel Carlos Eduardo Belelli, a família da vítima já foi localizada. "Após o acidente, fomos puxar informações para ver de quem se tratava. Ela não tinha parentes na região. Nas buscas, descobrimos que ela constava em um cadastro de pessoas desaparecidas em SC", disse ao G1.
A mãe dela está a caminho da cidade goiana para fazer a liberação do corpo. À PM, ela confirmou que a filha havia desaparecido, mas não soube dizer por quais motivos.
O corpo de Brenda está no Instituto Médico Legal (IML) de Caldas Novas à espera da liberação.

Fonte: G1

Caso Rafael Braga expõe a dramática estatística das prisões brasileiras

Apesar de antigo, o caso de Rafael Braga ainda é pouco conhecido e comentado. Único preso nas ‘jornadas de 2013’, inicialmente a cinco anos de prisão, o catador de latas cumpria regime aberto em pouco mais de um mês quando, em janeiro do ano passado, foi novamente preso sob acusação de tráfico de drogas e condenado a 11 anos e três meses de reclusão. O rigor da pena e as dúvidas lançadas sobre o processo tornam o caso de Rafael um símbolo de discrepâncias, num momento em que o país vive um conturbado momento político-social em que todas as instituições são questionadas.
“O Rafael é símbolo de um sintoma maior do que é a política criminal de drogas, que caracteriza vários jovens negros da periferia como inimigos públicos”, disse Carlos Eduardo Martins, secretário adjunto do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH) e um dos advogados de defesa do ex-catador.
Para pessoas ligadas ao caso ouvidas pelo JB, foi seu grau de vulnerabilidade ao sistema penal, e não o cometimento de qualquer crime, que propiciou a condenação de Rafael Braga desde dezembro de 2013. Jovem negro, pobre favelado, e sem trabalho formal, o ex-catador seria a regra, e não a exceção. Tal como ele, 67,1% dos presos no Brasil são negros – representados na soma de 18,1% negros e 49% pardos –, não tiveram acesso à educação formal para além da alfabetização (52,9% não completaram o ensino fundamental) e pertencem à população empobrecida, de acordo com o diagnóstico do sistema carcerário publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Essa característica da população carcerária tem chamado atenção para uma das principais facetas do sistema penal: sua seletividade. 
“Por mais que a defesa se esforce, ela não consegue refutar da mesma maneira que esses casos de corrupção no Brasil conseguem refutar os fatos. Há um enquadramento defensivo dentro de uma possibilidade menor”, acrescentou Carlos, comparando o caso aos crimes cometidos no âmbito dos recentes escândalos da Lava Jato. 
Outro dado importante é o número de presos, que salta de 148.760, em 1995, para 711.463. Ou seja, a população carcerária brasileira aumentou quatro vezes nos últimos 20 anos, de acordo com informações do Conselho Nacional de Justiça. Mas esse é apenas mais um dos aspectos criticados desse sistema.
“O sistema penitenciário brasileiro não alimenta, ele pune muito e pune mal. Temos massacres que colocaram o estado na berlinda. O Carandiru e as recentes rebeliões em Manaus estão ai para nos mostrar isso”, lembrou o advogado, que continua buscando uma solução: “Precisa-se investir no combate à cultura autoritária que permeia a cabeça de juízes que consideram a prisão a única solução para o sistema de justiça, e abarrota os cárceres com pessoas que poderiam responder acusações em liberdade. É um caldeirão que cobra um preço e ele tem sido alto para o estado brasileiro”.


O caso
Rafael Braga Vieira, 28 anos, vive uma verdadeira saga há três anos e dez meses. Em 20 de junho de 2013, o catador foi acusado de portar material explosivo quando, segundo sua defesa, levava dois frascos plásticos lacrados por produtos de limpeza. Em regime aberto, após exame do recurso de apelação pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Rafael, que antes se encontrava no Complexo Penitenciário de Bangu, foi autuado, em 12 de janeiro de 2016, por tráfico de drogas, associação para o tráfico e colaboração com o tráfico. 
“Tráfico, associação e colaboração são julgamentos desproporcionais. Não é possível uma convivência entre associação e colaboração segundo código penal -- a colaboração pressupõe grau de associação menor”, alertou Carlos Eduardo.
A defesa afirma que há contradições nos depoimentos das testemunhas de acusação colhidos em audiências. O PM Pablo Vinícius Cabral, primeiro a depor, alegou que, antes de ser conduzido à 22ª DP (Penha), Rafael fora levado à sede da UPP local, versão que consta no registro da ocorrência e também relatada pelo ex-catador de latas. Já o policial Victor Hugo Lago afirmou que eles o levaram diretamente para a delegacia, sem parar na UPP. Além disso, o primeiro policial afirmou que Rafael foi levado na caçamba da viatura, ao passo que o segundo disse que ele foi colocado no banco de trás. 
Rafael alega, de acordo com a defesa, desde o seu primeiro depoimento, que aquele material não lhe pertencia e que, sob ameaça e agressões “caso ele não delatasse os traficantes da região”, os policiais “jogariam arma e droga na conta dele”. Rafael também conta que, na ocasião, ele caminhava da casa de sua mãe para uma padaria na Vila Cruzeiro, favela no bairro Penha, Zona Norte do Rio, onde vive sua família, sem portar qualquer objeto ou droga. Ainda de acordo com a defesa, somente na 22ª Delegacia de Polícia (Penha), Rafael se depara com 0,6 g de maconha, 9,3 g de cocaína e um rojão, porte atribuído pelos policiais que o prenderam. Rafael: 'Nunca vendi droga na minha vida'
“Mandaram eu abrir a mão, abriram o plástico, botaram pó na minha mão, me forçando a cheirar. Mas eu não cheirei. Aí me levaram para a 22ª DP e apresentaram essas drogas, que não eram minhas não. Nunca participei [de tráfico], nunca vendi droga na minha vida”, relata Rafael à defesa.
Como os policiais que o prenderam caíram em contradição, o DDH, que atua na defesa de Rafael Braga desde dezembro de 2013, identificou a necessidade de obter acesso ao registro legível do GPS da tornozeleira eletrônica que Rafael usava no então regime aberto e também as imagens da câmera da viatura em que ele fora levado pelos PMs, e da câmera da UPP Vila Cruzeiro, para onde fora conduzido antes de seguir para a delegacia.
Em fevereiro deste ano, o juiz Ricardo Coronha Pinheiro, que julga o atual processo contra o ex-catador, negou à defesa o pedido de diligências sob o argumento de que o registro e as imagens seriam desnecessários para o desfecho do processo. Se atendido, o DDH afirma que poderia mudar o rumo do caso. 
“É uma visão clássica de um juízo que tem o entendimento conservador sobre o tema de diligencias. Ele é o destinatário da prova, ele pode modificar o pedido de defesa. Só que, na verdade, a gente mostrou que não é impertinente. É uma informação importante para o processo.”, explicou o advogado de Rafael, acrescentando: “O STF tem várias decisões atribuindo esse poder ao juiz. O nosso sistema de justiça criminal é falho em geral. Não estou falando do perfil de um juiz, estou partindo de um diagnóstico de dados que juízes atuam conservadoramente”.
A defesa destaca ainda duas características comuns das duas prisões de Rafael: nos dois casos, ele foi preso apenas com base na palavra dos policiais — algo propiciado pela súmula 70 no estado do Rio de Janeiro — e adiciona um trecho do processo publicado pelo TJRJ no último dia 20 de abril: “a sua personalidade voltada para a criminalidade”. 
“A maioria das fundamentações dos tráficos de droga no Rio partem da súmula 70 do Tribunal, que diz que a palavra dos policiais é suficiente quando é prova única para condenar alguém. Como policiais que têm atuação de flagrante forjado vão admitir o flagrante? É algo que vulnerabiliza a defesa. Enfrentar um tema sumulado em toda essa conjuntura é muito mais complicado”, completou Carlos Eduardo. 

2013
Na grande manifestação do dia 20 de junho de 2013, o Centro do Rio de Janeiro foi tomado por quase um milhão de pessoas. Rafael Braga foi abordado por dois policiais civis quando saía do local onde dormia e armazenava as latas, garrafas e demais objetos que recolhia nas ruas – uma loja abandonada em frente à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), na Rua do Lavradio, bairro da Lapa. Segundo Rafael e os próprios policiais que o detiveram, a prisão ocorreu porque ele levava consigo dois frascos de produtos de limpeza – um de cloro (água sanitária “Barra”) e um de desinfetante (“Pinho Sol”), ambos lacrados.
Mesmo sem qualquer indício de envolvimento nos protestos, e totalmente à parte da militância política, Rafael foi conduzido à 5ª Delegacia de Polícia, sob a alegação de que os produtos que levava seriam usados como coquetel molotov (arma química incendiária comumente utilizada em protestos). 
“Existem vaguezas dentro do laudo que torna ele uma peça – ‘mínima aptidão e ínfima possibilidade de atuar como incendiário explosivo’. Dentro de uma lógica jurídica que trabalha com sim ou não, se é mínima ou ínfima, a resposta é não”, acrescentou o advogado de defesa. 
Entretanto, diferentemente dos vários manifestantes presos durante a onda de protestos de junho de 2013, a maior parte brancos de classe média, Rafael foi impedido de responder ao processo em liberdade, permanecendo detido até o julgamento.
Os principais argumentos defendidos no recurso de apelação de Rafael, no qual o DDH deu entrada em 20 de fevereiro de 2014, baseiam-se nas “contradições entre o laudo e a condenação por ele motivada”, dada a “absoluta impropriedade” das garrafas para funcionarem como coquetel molotov, e consideram absurdo que a posse de substância livremente comercializada no país configure crime de porte de artefato explosivo. 
Os embargos declaratórios também refutam o fato de o julgamento “macular o Princípio da Presunção de Inocência”, direito fundamental salvaguardado no Artigo 5º, LV e LVII, da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
O desembargador Carlos Eduardo Roboredo, relator da apelação que diminuiu a primeira sentença de Rafael em dois meses, admite que o “coquetel molotov” do ex-catador tinha baixo poder de impacto, mas diz que ainda assim o artefato não deixa de ser incendiário.
Procurada pelo JB, a assessoria do TJRJ disse que “juiz não comenta a decisão em processo”.

Campanha de Liberdade
Ativistas abraçaram a causa e, cerca de um mês após a prisão de Rafael, deram início às reuniões que culminaram na criação da campanha “Pela Liberdade de Rafael Braga Vieira”. Formado por coletivos, movimentos e militantes de direitos humanos, o grupo se reúne todas as terças-feiras na Cinelândia, no Centro do Rio, para definir atividades, que envolvem doações de mantimentos para a custódia de Rafael e o acompanhamento do caso. 
No ano passado, movimentos e coletivos de outros estados e países, como Uruguai, Alemanha e Estados Unidos, aderiram à campanha e realizaram, paralelamente, atividades culturais e debates que discutem a "seletividade do sistema penal brasileiro, discriminação racial e questões sociais".
Deisi Souza é professora e membro da campanha. Ela conta que o único foco é a liberdade do ex-catador. “O Rafael não era manifestante, era alguém que trabalhava no Centro do Rio e, como ele não tinha grana para voltar para casa, ele optava por dormir ocasionalmente na rua”, disse. 
O movimento também busca dar amparo à família e criar formas de organização política. “Tentamos visibilizar o caso dele”, afirmou Deisi. Na última quinta-feira (5), um ato, puxado pelo movimento saiu da Cinelândia até a Lapa às 17h, passando em frente ao TJRJ, onde, segundo organizadores, reuniu aproximadamente 500 pessoas em prol da causa. “Essa condenação foi tão arbitrária que o assunto está reverberando e cada vez mais gente adere ao protesto”, contou a professora. 
Os cantores de rap Criolo e Emicida também aderiram à causa e manifestam publicamente, tanto em redes sociais quanto em shows, seu apoio à campanha pela liberdade de Rafael Braga. 
O secretário adjunto do DDH, Carlos Eduardo, finaliza contando sobre o estado emocional do acusado: “Ele não consegue compreender todas as nuances desse processo. Ele não entende por que, de repente, ele foi guindado à situação de acusado. Uma pessoa que não tem nem noção da conjuntura política que o Brasil viveu e depois se tornar símbolo, sem que ele fizesse esforço no sentido de angariar essa popularidade, só pode ter sentimentos ambivalentes. Rafael se tornou símbolo do processo de violação de direitos humanos dentro do estado do Rio”.

Criolo e DJ DanDan apoiam campanha pela liberdade de Rafael

Bruna Marquezine e Sasha se divertem cantando música de Kelly Key


Observatório da Televisão - Bruna Marquezine ainda está em Nova Iorque e tem se divertido bastante na companhia da amiga Sasha. Hospedada na casa da estudante de moda e filha de Xuxa, a atriz compartilhou em seu Instagram Stories neste sábado (06) diversos momentos, um deles onde canta com Sasha músicas de Kelly Key.
Bruna também esteve presente na noite anterior na festa de aniversário de uma amiga de Sasha, onde também estavam tocando músicas da cantora brasileira. “Estou numa fase Kelly Key”, explicou a atriz.


Pitty não aceita cantar música de Daniela Mercury em campanha de cosméticos

Pitty, Daniela Mercury, Karol Conka e Gaby Amaranto foram contratadas pela Avon para uma campanha, para internet, sobre empoderamento feminino.
Tudo estava lindo e maravilhoso e elas já até posaram de lingerie.


Só que...
Pitty sugeriu que elas fizessem uma música para o clipe. A Avon adorou a ideia, mas Daniela fez tudo sozinha. Nisso, a roqueira baiana disse que não cantaria. Aliás, veja os cachês: Karol ganhará R$ 1 milhão; Pitty, R$ 400 mil; Daniela, R$ 250 mil; e Gaby, R$ 200 mil.

Andressa Urach apaga post que confirma término de casamento com Tiago Costa

Um dia pós compartilhar nas redes sociais um post confirmando o término de seu casamento com Tiago Costa, Andressa Urach apagou a publicação do Instagram. Em seguida, ela dividiu com seguidores a passagem de um versículo bíblico.
— Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. 


No sábado (6), a ex-modelo supreendeu a muitos com a notícia da separação. 
— Bom dia a todos! Venho através dessa mensagem comunicar que eu e @tiago_lcosta estamos nos separando infelizmente. Mas na vida temos escolhas e somos responsáveis por cada ato. Desejo a ele que seja muito feliz e que Deus o abençoe em cada passo em sua vida.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Andressa Urach informou que por enquanto não irá falar sobre o assunto.

Fonte: R7

Lista de novelas que já abordaram o Espiritismo

A Viagem (1994): espiritismo (de modo geral)
A Viagem abordava o tema da vida após a morte de acordo com a doutrina espírita kardecista. Escrita por Ivani Ribeiro, foi transmitida no horário das sete entre 11 de abril e 22 de outubro de 1994, contabilizando 167 capítulos. Remake da novela homônima veiculada pela TV Tupi em 1975, também escrita por Ivani Ribeiro, foi inspirada na filosofia espírita de Allan Kardec, responsável por divulgar e espalhar o espiritismo pelo mundo.


O personagem que conduz toda a trama principal é Alexandre, interpretado por Guilherme Fontes. É um rapaz que veio de uma família rica, que tenta roubar o cofre do escritório onde trabalha para quitar uma dívida. Pego em flagrante, ele se desespera e mata o tesoureiro da empresa. Seu irmão, Raul (Miguel Falabella), e o cunhado, Téo (Maurício Mattar), com quem o jovem não mantém boa relação, o entregam à polícia. Diná (Christiane Torloni), sua irmã mais velha, decide protegê-lo e, para isso, recorre aos melhores profissionais para defendê-lo. Sua mãe, dona Maroca (Yara Cortes), apesar de sofrer muito com as atitudes do filho caçula, também fica ao lado dele. Sua namorada, Lisa (Andréa Beltrão), cansada do conturbado e inconstante romance, decide abandoná-lo. 
Ciente da gravidade do caso de Alexandre, Diná implora ao conceituado criminalista Otávio Jordão (Antonio Fagundes) que cuide do caso, mas, amigo do tesoureiro morto, Otávio se recusa a defender o rapaz. Seu maior objetivo, inclusive, é colocá-lo na cadeia, custe o que custar. Alexandre é condenado e, sem esperança, comete suicídio na prisão, e passa a infernizar a vida de todos que ele julga serem responsáveis pelo seu trágico destino.
Quem descobre que a rotina dos outros personagens foi modificada pelo espírito do Alexandre é o médico Alberto (Cláudio Cavalcanti), que é adepto ao espiritismo.
A trama ganha um novo rumo com a morte de Otávio. Diná e ele passam a viver um amor transcendental, que supera todas as barreiras. Distante, ele manda sinais à amada na Terra. Ela acaba adoecendo, morre e parte ao seu encontro. Finalmente, juntos em outro plano, em um lugar denominado Nosso Lar, os dois agem juntos para neutralizar a má influência de Alexandre sobre os vivos.
Durante os seis meses em que foi transmitida, A Viagem acumulou média geral de 52 pontos, sendo assim classificada como um mega fenômeno, pois a meta estabelecida pela Rede Globo até antes de 1996 era de 40 pontos.

Alma Gêmea (2005): reencarnação
Walcyr Carrasco abordou o espiritismo de forma leve e trágica ao mesmo tempo ao escrever Alma Gêmea, no ar entre 20 de junho de 2005 e 11 de março do ano seguinte. A novela foi dividida em duas fases. A primeira passa-se em 1920, e mostra o botânico Rafael (Eduardo Moscovis) e a bailarina Luna (Liliana Castro) se apaixonarem à primeira vista e logo logo estarem casados e com um filho. Esse amor era invejado pela governanta Cristina (Flávia Alessandra), que se acha injustiçada porque sua prima Luna, além de estar casada com Rafael, o homem a quem sempre desejou, também herda as jóias de sua avó, Adelaide (Walderez de Barros). Cristina arma uma pra cima do casal com o seu admirador, Guto (Alexandre Barillari), planejando um assalto na saída do Teatro Municipal de São Paulo, onde a bailarina se apresentou. Dois bandidos, sendo um deles o Guto, surpreendem o casal. O botânico reage, o Guto dispara um tiro, mas quem é atingida é Luna, que se jogou na frente do amado, salvando-lhe a vida.


Luna é hospitalizada, não resiste aos ferimentos e morre, mas não acabou pra ela. No momento em que Rafael se desespera por perder a esposa, a índia Jacira (Luciana Rigueira) dá à luz Serena, sendo ela na verdade o espírito da falecida Luna.
Vinte anos depois, Serena, interpretada por Priscila Fantin, e Rafael, se conheceram e viveram um intenso e conturbado amor, já que Cristina aprontava um monte para separá-los, à fim de se tornar mulher oficial de Rafael.
Em quase nove meses, Alma Gêmea conseguiu média geral de 39,1 pontos, sendo que a meta da Rede Globo, entre 1995 e 2006, era de 30 pontos. Portanto, pode ser chamada também de mega sucesso.

O Profeta (2006): premonição
No ar entre 11 de outubro de 2006 e 11 de maio de 2007, baseada na versão original de Ivani Ribeiro, de 1977, transmitida pela TV Tupi. Ambientada nos anos 1950, O Profeta contou a história de Marcos (Thiago Fragoso), que tinha o dom de prever o futuro, pois ele anunciava várias coisas que acabavam acontecendo depois, e uma delas foi a morte de seu irmão mais novo, Lucas (Henrique Ramiro), que é arrastado pela correnteza de um rio, localizado numa fazenda do interior de São Paulo, onde seus pais, Ana (Vera Holtz) e Jacó (Stênio Garcia), moravam.


Preocupados com o sofrimento do filho, Ana e Jacó o estimularam a ir morar em São Paulo, com a irmã Ester (Vera Zimmermann), para tentar esquecer a tragédia. Marcos decidiu ir. E lá, ele conheceu Sônia (Paolla Oliveira), e sentiu que esta era a mulher de sua vida, que o faria feliz novamente. Sônia também ficou balançada ao ver o moço, mas fez de tudo para esquecê-lo, pois era noiva do primo do rapaz, Camilo (Malvino Salvador). Posteriormente, a moça cai nas mãos de Clóvis (Dalton Vigh), dono de uma fábrica de cristais que faz da vida dela um inferno, sendo mais uma preocupação para Marcos, que não desiste de tê-la em seus braços.
Em sete meses de exibição, a novela acumulou média geral de 33 pontos, sendo mais um sucesso da Globo.

Anjo de Mim (1996): regressão
Vidas passadas é o tema da história de Walter Negrão, que foi ao ar no horário das seis, entre 09 de setembro de 1996 e 28 de março de 1997. O cético escultor Floriano Ferraz (Tony Ramos), atormentado por visões indecifráveis de uma mulher que morre a seus pés, resolve procurar a ajuda do psiquiatra Ulisses (Odilon Wagner). Com técnicas de regressão, descobre que em 1880, na cidade fluminense de Petrópolis, ele fora Belmiro, um tenente apaixonado pela jovem Valentina, que morrera tragicamente nas circunstâncias que apareceram em seus sonhos. Antes de morrer, ela marcara um encontro com o amado nos dias atuais, numa determinada mansão.



A experiência transtorna completamente a vida de Floriano, que resolve abandonar tudo, inclusive a namorada Antônia (Tássia Camargo), para encontrar a reencarnação da amada. O escultor muda-se para Petrópolis, mas sua busca não é nada fácil, porque Valentina não reencarna com a mesma fisionomia. Ele encontra três possíveis candidatas: Maria Elvira (Paloma Duarte), Joana (Helena Ranaldi) e Lavínia (Vivianne Pasmanter).
O antagonista de Floriano em sua empreitada romântica é Nando Monterrey (Marcio Garcia). Os dois disputam um velho palacete que Floriano quer restaurar, porque o prédio é o ponto de encontro com sua amada. Nando deseja derrubar o palacete para construir um shopping e encobrir um crime do passado. A luta entre os personagens coloca em discussão o debate entre preservação do patrimônio e progresso, dividindo a opinião pública da cidade. Afinal, revela-se que Nando é a reencarnação de Cincinato, responsável pela morte de Valentina.

Escrito Nas Estrelas (2010): espiritismo (de modo geral)


O espiritismo é um dos assuntos prediletos da autora Elizabeth Jhin, que escreveu também Amor Eterno Amor (2012), e Além do Tempo (2015), todas de cunho espiritualista. A novela Escrito Nas Estrelas conta a história de Daniel (Jayme Matarazzo), filho do médico e dono de uma clínica de fertilidade, Ricardo (Humberto Martins). O jovem conhece Viviane (Nathalia Dill) mas falece em um acidente de carro. No plano espiritual, ele é recebido por sua mãe, Francisca (Cássia Kiss), seu anjo da guarda Seth (Alexandre Rodrigues) e por um espírito de luz, Athael (Carlos Vereza). O jovem continua de olho em Viviane, protegendo-a e fazendo com que ela sinta sua presença.
Teve 143 capítulos exibidos entre 12 de abril e 24 de setembro de 2010.

Amor Eterno Amor (2012): crença em vidas passadas

Aos 3 anos, Rodrigo, o rico herdeiro da família Borges, sumiu misteriosamente. O menino é levado para brincar na pracinha pela babá, Teresa (Rosi Campos), e nunca mais volta para casa. Na verdade, ele é vítima de um sequestro orquestrado pelos tios, Melissa (Cassia Kis), irmã de Verbena, e Dimas (Luis Melo). Os vilões querem impedir que o menino tenha, um dia, direito aos bens da família. Melissa deseja ficar com tudo para si. Para a execução do plano, o casal conta com a cumplicidade de Juca (Júlio Braga), ex-funcionário da Construtora Prado Borges, empresa dos pais de Rodrigo.


O menino Rodrigo é levado para a pequena Arraial de Fora, em Minas Gerais. Ele recebe o nome de Carlos e é criado como filho legítimo de Angélica (Denise Weinberg), ex-mulher de Juca e atual companheira de Virgílio (Osmar Prado).

A mãe verdadeira, Verbena (Ana Lúcia Torre), nunca desistiu de Rodrigo, mesmo tendo se passado 30 anos, próximo ou mais do que isso. Enquanto isso, ela ainda faz muitas perguntas: Onde ele está? Quem o levou? Por quê? Fingindo-se boazinha, Melissa (Cássia Kiss), a irmã de Verbena, demonstra se preocupar com a dor da irmã e oferece a companhia de seu filho, Fernando (Carmo Dalla Vecchia), como tentativa de amenizar a dor da família, sendo que, na verdade, ela quer que Verbena entregue sua fortuna nas mãos de Fernando.
Pouco tempo depois, Verbena encontra seu filho, mas morre em seus braços. Antes de morrer, ela o fez jurar que não iria dar sua herança em favor de Melissa. Emocionado, o rapaz lhe garante não entregar o patrimônio a quem não mereça, cuidar da ONG – dedicada à busca de crianças desaparecidas – e descobrir quem foi o responsável pelo seu sequestro.
Amor Eterno Amor foi ao ar entre 05 de março e 07 de setembro de 2012 em 161 capítulos.

Alto Astral (2014): mediunidade
A novela foi escrita por Daniel Ortiz e veiculada entre 03 de novembro de 2014 e 08 de maio de 2015. É focada no personagem Caíque (Sérgio Guizé), que vê espíritos desde criança, e sua família não aceita sua paranormalidade, principalmente seu irmão, Marcos (Thiago Lacerda), que joga na cara que ele tem problemas mentais e faz isso para chamar a atenção.


O dom de Caíque se manifestou na infância, após um acidente aéreo. Foi neste momento que o clínico conheceu seu mentor espiritual, o também médico Castilho (Marcelo Médici). Mas naquela época, ele acreditava que Castilho estava vivo e não desconfiava que os dois haviam sido médicos e parceiros em outras vidas. Na última encarnação, os amigos iam construir um hospital para a população pobre, mas a vaidade e a ambição de ambos foram mais forte do que a ação humanitária que estavam prestes a realizar. Caíque e Castilho contraíram dívidas e acabaram assassinados por seus credores.
Caíque reencarna e quem aparece como espírito para ele é Castilho. Em outra vida, o clínico havia feito um acordo com o amigo de trabalhar juntos para reparar os erros do passado. De volta à vida real, o Caíque esquece o combinado e fica perplexo com as aparições do médico. Depois de um tempo, ele reconhece o que aconteceu com ambos e põe em prática a missão que tinham: ajudar pessoas carentes.

Além do Tempo (2015): o reencontro
Além do Tempo conta a história de amor entre Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso). Dividida em duas fases, a trama mostra o encontro do casal no século XIX. Ele é de uma família nobre e está de casamento marcado com Melissa (Paolla Oliveira). Lívia é de origem humilde e vive no convento por imposição da mãe, Emília (Ana Beatriz Nogueira). Os dois jovens se conhecem em Campobello - cidade fictícia localizada no sul do país -, iniciam um relacionamento conturbado e têm um fim trágico.


Cerca de 150 anos depois, acontece um novo encontro entre Lívia, Felipe e as pessoas que conviveram com eles no passado. Todos têm a chance de consertar os erros cometidos na outra vida. Alguns seguem um novo caminho. Outros não.