terça-feira, 9 de maio de 2017

Enem 2017 chega a um milhão de inscritos em cerca de 27 horas


Cerca de 27 horas após a abertura das inscrições, a edição de 2017 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegou a um milhão de inscritos. Segundo segundo balanço parcial divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na tarde desta terça-feira (9), às 11h40, o sistema registrava 1.000.072 inscrições. O prazo para participar começou às 8h desta segunda (8). Isso quer dizer que, até agora, a média foi de aproximadamente 37 mil inscrições por hora, ou cerca de 615 inscrições por minuto.
Os candidatos devem se inscrever até as 23h59 do dia 19 de maio. As provas serão realizadas em dois domingos, dias 5 e 12 de novembro. Neste ano, a taxa subiu para R$ 82 e o boleto precisa ser pago até 24 de maio.

Novo sistema de segurança
Na edição 2017, o sistema do Enem ganhou reforços de segurança para evitar furtos de senha. A partir deste ano, não será mais possível criar uma nova senha direto no próprio site, e o usuário receberá um alerta por e-mail quando sua senha for alterada. O Inep já havia anunciado que mudaria o sistema em fevereiro. As medidas foram tomadas depois que uma brecha foi supostamente por internautas em um fórum anônimo, que disseminaram dicas para "furtar" a senha de candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que se destacaram no Enem 2016.
Procurado pelo G1, o Inep afirmou que não vai divulgar detalhes sobre as alterações porque "o objetivo é evitar eventuais tentativas de burlar os procedimento de segurança que foram implementados" para a edição atual. "O Sistema de troca de senha do Enem passou por mudanças para a edição 2017. Mas, como o objetivo é evitar eventuais tentativas de burlar os procedimento de segurança que foram implementados, o Inep não divulgará detalhes. O sistema é auto explicativo e os participantes conhecerão o processo no momento que buscarem o serviço de troca de senha", disse, em nota, o instituto.
A senha escolhida pelos candidatos no ato da inscrição é importante não só para o acesso ao local de provas e ao resultado do exame. Ela também é necessária na hora da inscrição no Sisu, já que os dois sistemas, apesar de estarem em páginas diferentes, são integrados. Em janeiro deste ano, na primeira edição do Sisu, o MEC afirmou que, em dois dias, pelo menos 100 mil candidatos pediram para trocar a senha do Enem.

Fonte: G1

Com fim da greve, Correios dizem que entregas devem ser normalizadas esta semana

Os Correios informaram nesta terça-feira (9) que, com o fim da greve dos trabalhadores da empresa, as entregas em atraso devem ser normalizadas ainda esta semana.
Segundo a estatal, a paralisação de empregados chegou ao fim em todo o Brasil.
"Levantamento realizado nesta terça-feira (9) mostra que 99,85% do total de empregados dos Correios está trabalhando", informou a empresa, destacando que nos estados onde ainda houver carga represada, "as ações contingenciais continuarão a ser adotadas até que as entregas sejam normalizadas".
"Desde o início da paralisação, os Correios colocaram em prática um plano de continuidade de negócios, estabelecendo ações de contingência para amenizar eventuais impactos à população. Entre as medidas estão o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, contratação de mão de obra temporária e realização de mutirões nos fins de semana", acrescentou a nota.

Crise nos Correios
Na negociação, os Correios voltaram atrás da decisão de suspender as férias dos trabalhadores. Eles também prometeram não judicializar a questão do plano de saúde, enquanto o tema estiver sob mediação do Tribunal Superio do Trabalho (TST).
Os Correios enfrentam uma severa crise econômica e medidas para reduzir gastos e melhorar a lucratividade da estatal estão em pauta.

Nos últimos dois anos, os Correios apresentaram prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões. Desse total, 65% correspondem a despesas de pessoal.
Para a Fentect, federação que representa os trabalhadores, é preciso "provar que os Correios podem, sim, permanecer no mercado como empresa de qualidade e altamente lucrativa, sem deixar de exercer o papel social e sem reduzir o direito dos ecetistas" e de forma a evitar uma possível privatização.
"Os ecetistas alcançaram não somente a unificação do movimento sindical, mas, também, com todas as associações de Correios. Todos em busca de uma solução para a crise financeira da empresa. Foram deliberadas várias ações em conjunto para esclarecer a sociedade sobre a necessidade da manutenção dos Correios público e de qualidade", afirmou em nota a federação, citando a audiência pública marcada no Plenário da Câmara.

Fonte: G1

Costelas aparentes viram a nova mania nas mídias sociais


RIO - Já teve o "thigh gap", o espaço entre as coxas; o "ab crack", apelido para o "vão" que surge no meio do abdômen ultradefinido, o "thighbrow", dobrinha gerada em cima das coxas ao sentar-se, e a ‘bikini bridge’, termo usado para quando a calcinha fica levemente suspensa por causa dos ossinhos saltados do quadril. Agora, a nova obsessão das jovens nas mídias sociais é o "ribcage bragging", que consiste em mostrar as costelas aparentes em looks que deixam esta parte do corpo à mostra.

Uma série de modelos, cantoras e influenciadoras digitais, como Bella Hadid, Rita Ora e Kourtney Kardashian, têm compartilhado imagens que deixam em evidência as costelas esqueléticas. E mais uma vez, junto com o modismo, vem a preocupação com a difusão de um estereótipo de beleza que cultua a magreza estrema.


A modelo e atriz Emily Ratajkowski nem precisa se deitar para nos mostrar seus ossos evidentes. Os nomes podem não ser familiares para alguns, mas, com certeza, suas influências são fenomenais. Com milhões de seguidores no Instagram (Bella e Emily tem mais de 12 milhões cada uma), essas duas modelos internacionais são ícones para as adolescentes que compõem a maior parte de seus fãs.

Uma publicação compartilhada por Emily Ratajkowski (@emrata) em

#EstadosUnidos - Imigrantes não denunciam abuso com medo da deportação

(Clic RBS) Los Angeles – Cristina conta que seu marido batia nela e a ameaçava há anos, mas foi só no ano passado que começou a temer pela segurança de seus filhos também. Relutante, denunciou-o e fez um boletim de ocorrência.
A imigrante mexicana que chegou aos Estados Unidos na adolescência, na década de 1980, deu entrada em um visto especial para vítimas de abuso que a colocaria no caminho da cidadania e de sua própria liberdade. Então recentemente, disse a seu advogado que já não queria o visto. Contou que estava com muito medo, não do marido, mas do governo.
"Tenho medo que eles me encontrem", disse em uma entrevista Cristina, que vive em um subúrbio de Los Angeles e que pediu que seu sobrenome não fosse usado.
A violência doméstica sempre foi um crime de difícil punição. Muitas vezes as vítimas levam anos para procurar ajuda e frequentemente têm que ser convencidas a testemunhar contra seus agressores. E para muitas delas, em situação ilegal, dar esse passo se tornou extremamente difícil por causa do medo de que o governo possa detê-las e deportá-las se derem queixa, de acordo com agentes da lei, advogados e defensores por todo o país.
Desde a eleição presidencial, houve uma diminuição acentuada de relatos de abuso sexual e violência doméstica entre os latinos nos EUA e muitos especialistas atribuem o declínio ao medo da deportação. Policiais em várias cidades grandes, incluindo Los Angeles, Houston e Denver, dizem que a consequência mais perigosa das mudanças na política e das declarações duras sobre a imigração é que menos imigrantes estão dispostos a ir à polícia.
O número de latinos relatando estupros em Houston caiu mais de 40 por cento este ano, em comparação com o mesmo período de 2016, segundo Art Acevedo, chefe do Departamento de Polícia da cidade. "Essa diminuição parece o início de um quadro em que as pessoas não denunciam crimes".
Em Los Angeles, este ano, os relatos de violência doméstica entre os latinos caíram 10 por cento e os de abuso sexual, 25 por cento em relação a um ano atrás, diminuição que, para Charlie Beck, chefe do Departamento de Polícia, provavelmente se deve ao medo do governo federal. Dezenas de prestadores de serviços e advogados entrevistados disseram que as mulheres imigrantes estavam decidindo não denunciar abuso nem dar queixa.
"Sempre dizemos às nossas clientes que, mesmo estando em situação irregular, não precisam se preocupar, que os policiais vão protegê-las", disse Kate Marr, diretora executiva da Sociedade de Assistência Jurídica do Condado de Orange, na Califórnia. O medo agora, no entanto, é diferente de tudo que já viu em suas quase duas décadas de trabalho com sobreviventes de violência doméstica, contou ela.
"Tudo o que já dissemos a nossos clientes foi esquecido. É muito desmoralizante e assustador imaginar o que acontecerá se isso continuar", disse.
O medo entre os imigrantes foi agravado por um caso em El Paso, onde agentes de imigração prenderam uma mulher em fevereiro, momentos depois de ter recebido uma ordem de proteção contra o homem que havia abusado dela. Na semana passada, a Comissão Americana de Direitos Civis, agência independente bipartidária, exigiu que os policiais federais reconsiderassem suas táticas de detenção em tribunais. A agência disse que o caso do Texas e de outras detenções semelhantes estavam tendo um efeito negativo entre os imigrantes em todo o país.
O Departamento de Justiça se recusou a comentar sobre as preocupações em relação ao medo entre os imigrantes.
A Laura's House, que todos os anos ajuda centenas de vítimas de violência doméstica no Condado de Orange, sempre pergunta aos clientes sobre seu status de imigração, para que possa ajudá-los a solicitar a proteção do visto, se necessário. Com o que é conhecido como visto U, vítimas de certos crimes recebem permissão para permanecer nos Estados Unidos se ajudarem a polícia – e a promessa do visto frequentemente convence vítimas de violência doméstica e abuso sexual a se apresentar.
Antes, quase metade dos mais de 70 casos novos que a Laura's House recebia por mês vinha de imigrantes ilegais; nos últimos três meses, esse número caiu para menos de um por semana.
Muitas mulheres compartilham as preocupações de April, de 23 anos, que esperou durante anos antes de apresentar queixa contra o pai de seus filhos e que pediu que seu nome completo não fosse divulgado.
"Eu chamava a polícia e usava outro nome, ou uma vizinha chamava. Quando vinha atrás de mim, ele dizia que eu seria mandada de volta para o México e nunca mais veria meus filhos. Acreditei nele por muito tempo", disse April, que cruzou a fronteira do México quando tinha cerca de oito anos e vive no Condado de Orange.
O Capitão James Humphries, que supervisiona a divisão de investigações de vítimas especiais no Condado de Montgomery, em Maryland, disse que teve vontade de relatar o retrocesso drástico da região, onde os imigrantes representam uma grande parcela da população. Sua unidade recebeu cerca de metade das chamadas por agressão sexual e violência doméstica este ano em comparação ao mesmo período do ano passado.
"Para nós, é um desafio constante tranquilizar a comunidade, dizer que nada mudou na maneira que operamos e que a Casa Branca não pode nos dizer como fazer nosso trabalho. Isso diz respeito a todos os crimes, mas se as vítimas de violência doméstica não se apresentam, a realidade é que não confiam na polícia", disse Humphries.
No entanto, o xerife Chuck Jenkins, do vizinho Condado de Frederick, em Maryland, é um defensor aguerrido do controle de imigração e disse que não há evidências de diminuição de denúncias entre os imigrantes de sua área.
"Eles não querem ser vítimas de ninguém. Nada do que fazemos nas ruas tem a ver com o status de imigração, e as pessoas de comunidades de imigrantes, legais ou ilegais, são inteligentes o suficiente para saber disso", disse Jenkins.
O Conselho de Violência Doméstica do Condado de Los Angeles normalmente recebia uma meia dúzia de chamadas por semana, com pelo menos metade de falantes de espanhol, mas, desde janeiro, recebeu apenas duas, de acordo com Olivia Rodriguez, a diretora-executiva.
"Isso não é normal. Eles acreditam que se chamarem uma entidade do governo, tudo está ligado, que serão delatados e mandados embora. E em vez disso, toleram o abuso", disse Rodriguez.
Yanet, de 56 anos, que pediu que seu sobrenome não fosse usado por medo da deportação, disse que havia sofrido mais de uma década de abuso do marido em El Salvador, onde as vítimas de agressão têm poucos recursos, antes de decidir fugir para os Estados Unidos, há vários anos. Ela trabalhava como cozinheira em cozinhas de Los Angeles e, em 2005, tentou obter um visto destinado a mulheres fugindo de violência.
Mas conta que o advogado que procurou tentou forçá-la a fazer sexo oral em troca de sua ajuda. Yanet a princípio ficou preocupada em denunciá-lo à polícia, mas acabou dando queixa depois de decidir que não ia mais ser uma vítima. Agora, está relutando em continuar com a acusação e o pedido de visto.
"Todos os dias tenho medo que algo aconteça. Tenho medo até de sair de casa. Fazer alguma coisa que chame a atenção do governo é pior. Não sei em quem acreditar ou o que é seguro fazer para me proteger."

Por Jennifer Medina

Após imigração de índios venezuelanos, Manaus decreta emergência social


RIO - A prefeitura de Manaus decretou situação de emergência social. O motivo é o grande número de índios venezuelanos, da etnia Warao, que cruzaram a fronteira e se instalaram na capital do Amazonas para fugir da grande crise econômica do país vizinho. Hoje são 355 índigenas, incluindo crianças e idosos, vivendo nas ruas da cidade.
O decreto, publicado no dia 4 de maio, servirá para desburocratizar procedimentos simples como a emissão de documentos e para facilitar o atendimento aos venezuelanos.
“Ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens e serviços necessários à execução do Plano de Ação Intersetorial para atender aos indígenas da etnia Warao no Município de Manaus”, estabelece o decreto assinado pelo prefeito Arthur Neto.
Os indígenas começaram a chegar em dezembro e vivem em barracas ou sob lonas em condições insalubres. Eles sobrevivem com doações, venda de artesanato e a ajuda do poder público.
- Temos convicção que esse é um problema humanitário. E que a prefeitura sozinha não tem como resolver - afirma o secretário Elias Emanuel, da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh), que informa que já acionou o Ministério da Integração Regional, a Secretaria Nacional da Defesa Civil, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), além do governo do estado.
- O que nós queremos verdadeiramente é a inclusão do governo federal e do governo do Amazonas nas ações que tem como objetivo dar uma solução a curto prazo para o drama dos venezuelanos indígenas warao. Quando eles aqui chegaram eram um grupo de 35 pessoas. Hoje nós já temos mais de 350. A situação é verdadeiramente de emergência - conta o secretário.
Para a prefeitura, a principal preocupação é uma eventual disseminação de doenças. Crianças, adolescentes e idosos estão em situação de maior risco.
- A gente já identificou alguns casos aqui de tuberculose e de catapora. Há uma preocupação com várias doenças que podem vir junto com esse grupo para a cidade.
De acordo com a prefeitura, todos os órgãos e entidades do município estão em estado de alerta para atender as atividades, caso sejam solicitadas pela Semmasdh.
- Ao mesmo tempo estamos avaliando os possíveis locais que servirão para o abrigamento dessas pessoas. Temos todo um trabalho de monitoramento de entrada e saída das famílias de Manaus e agora, com o decreto, poderemos avançar mais no atendimento - explica o secretário.
Segundo dados do Ministério da Justiça, de janeiro até a primeira semana de maio, o Brasil já registrou 8.291 pedidos de refúgio de venezuelanos. Durante todo o ano de 2016 foram 3.375. O pedido de refúgio é o caminho mais rápido e seguro para um estrangeiro legalizar sua situação no Brasil.

Fonte: Globo

Na Colômbia, sobreviventes do acidente da Chapecoense revelam vontade de visitar local da queda


A Chapecoense tem a chance de conquistar o segundo título em quatro dias na noite desta quarta-feira, mas não é o troféu da Recopa Sul-Americana que está no centro das atenções neste momento. Nesta segunda-feira, quatro dos sobreviventes do acidente aéreo de 29 de novembro do ano passado desembarcaram em Medellín e completaram a viagem que não terminou. E o brinde à vida foi a grande conquista celebrada por Jakson Follman, Alan Ruschel, Neto e Rafael Henzel na chegada à Colômbia.

Assediados desde que pisaram no solo do país vizinho, os três jogadores e o jornalista concederam uma entrevista coletiva no hotel onde a Chapecoense está concentrada. Além de agradecer todo o carinho recebido, eles revelaram um desejo em comum: visitar o local do acidente que vitimou 71 pessoas, o que deve acontecer na tarde desta terça-feira.
- Eu me emocionei ao chegar na Colômbia, ao sobrevoar as montanhas, passamos perto do local. Vou me emocionar, mas necessito. Preciso sentir esse emoção, de ir neste local. Talvez, aquele local fosse do término da minha vida e preciso ver tudo de novo. Eu precisava ver de perto tudo isso e foi para isso que vim - disse o zagueiro Neto, o último dos sobreviventes a ser resgatado do avião.

As linhas do destino colocaram Medellín como um destino da Chapecoense pouco mais de cinco meses depois da tragédia. Por ser campeã da Sul-Americana, a Chape enfrenta o Atlético Nacional na decisão da Recopa, já que o clube colombiano foi o vencedor da última Libertadores. Pouco mais de cinco meses depois do acidente, os atletas do Verdão ainda estão em busca de respostas.
- Eu era a única pessoa que não queria ir (ao local do acidente), mas quando cheguei na Colômbia decidi ir. Estamos juntos nessa. Como não lembramos de muita coisa, pode ser uma resposta. Na verdade, é mais uma curiosidade para apagar de vez - completou o goleiro Jakson Follmann.

Já o lateral Alan Ruschel, em estágio bastante avançado de recuperação, que já foi reintegrado aos treinamentos, quer aproveitar a oportunidade para agradecer toda a solidariedade demonstrada pelo povo colombiano desde o acidente.
- É uma página que jamais será virada, nunca vamos esquecer. Viemos aqui para agradecer por tudo que o povo colombiano fez pela gente, os médicos, a torcida. Era importante para gente estar aqui. Nossa vinda é de agradecimento. Nossa viagem começou no dia 28 de novembro e não se encerra aqui. Continuam com as boas lembranças que vamos levar.

Fonte: DC (Clic RBS)

Política de imigração de Trump provoca respostas extremas no Texas e na Califórnia


Donald Trump queria pôr a política de imigração no centro do debate nos Estados Unidos e conseguiu. Em poucos meses, as políticas locais e estaduais por todo o país estão sendo levada a extremos e aprofundando as divisões políticas. O exemplo mais grave até agora é a lei antissantuário do Texas que obriga todas as forças de segurança locais a colaborar com a polícia de imigração e dá amplos poderes para deter imigrantes em situação irregular. A lei é um divisor de águas na política do Texas.
O governador Greg Abbott assinou a lei conhecida como SB4 na noite de domingo. É a legislação mais radical contra os imigrantes irregulares em todos os EUA. O texto quer punir as cidades definidas como santuário, isto é, que não entregam detidos à polícia de imigração somente por razão de seu status migratório. Existem diferentes níveis dessa medida, mas, em geral, centenas de cidades adotam a política de não perguntar a seus cidadãos, nem mesmo aos detidos, se têm documentos ou não. Em alguns locais isso se chama santuário, uma palavra utilizada por São Francisco para definir sua política nesse sentido, mas que muitos rejeitam.
Isso acabou no Texas. A nova lei, que entra em vigor em 1º de setembro, impõe multas a policiais que se negarem a cumprir as diretrizes da polícia federal de imigração (ICE) de reter detidos sem documentos para que possam ser encaminhados aos federais e deportados. Além disso, permite que a polícia pare qualquer um na rua para lhe pedir uma prova de que se encontra legalmente nos EUA. Essa política abre as portas para a discriminação racial, pois a cor da pele é a única maneira de alguém se tornar suspeito de imigração ilegal. Uma lei similar no Arizona foi declarada inconstitucional.
No mês passado, vários chefes de polícia locais, incluindo os de Houston e Dallas, publicaram uma carta no Dallas Morning News, o principal jornal conservador do norte do Texas, opondo-se à medida com os mesmos argumentos apresentados pelas polícias de todas as grandes cidades dos EUA. A lei “tornará nossas comunidades mais perigosas”, diziam, porque desloca recursos de segurança local para uma área de competência federal. E, além disso, porque aprofunda a desconfiança na polícia por grande parte da população.
Os dados mais recentes do Pew Research Center (2014) apontam que as cidades de Houston e Dallas são terceira e quarta com maior número imigrantes irreguladores (as duas juntas têm quase um milhão) dos EUA, depois de Nova York e Los Angeles. São cidades em que há anos a polícia chegou à conclusão de que ter mais de meio milhão de moradores aterrorizados e sem falar com a polícia local por medo de serem deportados era, em geral, uma má política de segurança.
A nova lei é diretamente inspirada no extremismo do Governo federal sobre esse assunto. As ordens executivas do presidente Trump sobre imigração orientavam a ICE a buscar a colaboração das polícias locais na detenção de imigrantes sem documentos e ameaçavam cortar recursos federais das cidades que não o fizessem. Trata-se de uma mera aspiração, pois Trump não tem jurisdição para obrigar as polícias locais a fazer qualquer coisa, mas o Texas decidiu ser o primeiro a seguir as políticas extremas de Trump.
Ao mesmo tempo, a investida de Trump encontrou na Califórnia o efeito contrário. O presidente do Senado californiano, Kevin de León, propôs em dezembro a chamada lei SB54, ou Lei dos Valores da Califórnia. Trata-se de uma legislação que faz exatamente o contrário: transforma todo o estado em santuário e proíbe todas as forças de segurança de colaborar com a ICE. A lei foi aprovada no Senado e está em discussão na Assembleia. Não está claro se o governador, Jerry Brown, é partidário da medida. A Califórnia se tornaria um caso extremo de proteção dos imigrantes irregulares nos EUA. Também teve suas críticas. A SB54 está fortalecendo a pequena oposição republicana no estado e foi criticada pelos xerifes, que consideram melhor para seu trabalho conservar certa margem de atuação contra os imigrantes sem documentos.
Texas e Califórnia são dois estados antagônicos em política. Ambos têm cerca de 40% de população hispânica e têm a maior fronteira com o México e as economias mais integradas à do país vizinho (60 bilhões de dólares – cerca de 200 bilhões de reais – por ano no comércio Califórnia-México e 200 bilhões no comércio Texas-México). Ambos são estados monocromáticos em política. Na Califórnia, os democratas têm maioria reforçada nas duas Câmaras e o governador. No Texas, os republicanos têm maioria nas duas Câmaras e o governador.
Mas há uma diferença. Enquanto, na Califórnia, o Partido Republicano não deixa de minguar (já há mais californianos registrados como independentes que como republicanos), no Texas o Partido Democrata controla as grandes cidades e vai crescendo pouco a pouco. Na Califórnia, uma política estadual extrema dos republicanos contra os imigrantes indocumentados no início da década de 1990 provocou a mobilização definitiva do eleitorado latino que, poucos anos depois, afundou o Partido Republicano.

Fonte: El País

Estrela de 'A Usurpadora' conta que foi envenenada por sua assistente: 'Estou viva por um milagre'


A atriz Gaby Spanic, conhecida no Brasil por sua atuação na novela A Usurpadora, revelou na TV que foi vítima de um plano macabro.
Durante seis meses, a atriz e sua família foram evenenadas por uma assistente, contou no Programa do Porchat desta segunda-feira, 8.
"Ela envenenou a mim e outras pessoas. Era a minha assistente. Envenenou minha mãe, minha irmã, meu filho, que tinha um ano e meio, a mim e minha assessora. Ela colocou amônia na comida. Colocou cloreto de amônia na comida de todo mundo. Suspeita-se que por 6 meses. Estou viva por um milagre", disse. "No mundo inteiro, segundo estatísticas, 15% da população mundial tem doenças psicológicas. Você não sabe porque uma pessoa faz isso. As vezes as pessoas parecem serem boas, mas são psicopatas", acrescentou a estrela.

Spanic contou que a assistente foi condenada, mas ficou apenas dois anos presa. Tudo foi descoberto com a ajuda de um médico.
"O nosso índice [de intoxicação] estava muito elevado. Os médicos, depois de exame, perceberam que era um agente externo que causou aquela concentração. Há sequelas no nosso corpo até hoje", disse.

Fonte: Caras

Marcos vê sua lista de pacientes aumentarem depois de deixar casa do BBB


Marcos Harter revelou que seus pacientes aumentaram significativamente desde que ele deixou a casa do BBB.
Segundo o cirurgião plástico, nem mesmo a denúncia de agressão apresentada por Emilly arranhou sua imagem e a confiança que seus pacientes têm em seu trabalho. "Realmente o número de clientes aumentou e para mim, como médico, é muito bom saber que tanta gente confia ou admira meu trabalho. Foi uma experiência que me ensinou muito e certamente me mostrou que sempre precisamos melhorar como seres humanos e em nossos relacionamentos. Como médico, foi uma experiência enriquecedora porque sempre tive curiosidade na área de psiquiatria nas relações interpessoais decorrentes do confinamento, participar como 'cobaia' foi sensacional", completou Marcos em entrevista ao portal UOL.
Ainda segundo o médico, ele fará um leião dos itens que usou no programa para ajudar instituições beneficentes e o dinheiro arrecadado vai para a caridade das cidades dos respectivos compradores.
"Decidi fazer esse leilão com o intuito de ajudar o próximo. Entendo que se cada um fizer a sua parte, contribuir com aquilo que estiver ao seu alcance, podemos fazer a diferença", finalizou.

Fonte: Tribuna Hoje

GRACYANNE BARBOSA MOSTRA MINICINTURA, MAS BARRIGA 'ESTRANHA' DIVIDE OPINIÕES

Gracyanne Barbosa sempre dividiu bastante o público por conta de sua silhueta. Dedicadíssima à malhação e alimentação pra lá de balanceada, a modelo já conquistou muitas críticas e elogios pelo corpão sarado.
Em foto divulgada no seu Instagram, mais uma vez ela recebeu diversos comentários dos fãs, que falaram da famosa cinturinha de Gracy e da barriga sarada. Na imagem, alguns internautas falaram mal da barriga "estranha" da musa fitness, enquanto outros vieram em defesa dela.
"Chega até ser feio...", comentou um rapaz. "Essa foto não ficou boa, não, amiga", escreveu uma moça. "Gente, caprichou no Photoshop", escreveu uma seguidora. "Photoshop é esse Brasiiiil?!", disparou outra. "Essa foto não tem nada haver com você, tá estranha!", opinou um fã.
Outros, entretanto, defenderam Gracy. "Tá linda, é só a posição da foto. É gostosa e top e morram de inveja", disparou uma moça. "Gente ela é maravilhosa aceitem isso! O ângulo da foto fez com que ela ficasse com essa barriga. Você acha mesmo que a gra tem a necessidade de usar Photoshop pelo amor né", elogiou outra. "Lacradora sempre! Não é Photoshop, é a tudona", defendeu uma terceira. "Que cinturinha é essa??? Perfeita!" e "ela já cansou de falar... Isso é a posição que dá esse efeito de microcintura... Uma mulher desse tamanho, com tudo esculpido, usar Photoshop na cintura??? Não creio!", comentou uma admiradora.

Enem 2017 ganha novo sistema de segurança para evitar furtos de senha

O sistema do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que foi aberto hoje para as inscrições da edição 2017, ganhou reforços de segurança para evitar furtos de senha. A partir deste ano, não será mais possível criar uma nova senha direto no próprio site, e o usuário receberá um alerta por e-mail quando sua senha for alterada.
O Inep já havia anunciado que mudaria o sistema em fevereiro. As medidas foram tomadas depois que uma brecha foi supostamente por internautas em um fórum anônimo, que disseminaram dicas para "furtar" a senha de candidatos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que se destacaram no Enem 2016.
Procurado pelo G1, o Inep afirmou que não vai divulgar detalhes sobre as alterações porque "o objetivo é evitar eventuais tentativas de burlar os procedimento de segurança que foram implementados" para a edição atual. "O Sistema de troca de senha do Enem passou por mudanças para a edição 2017. Mas, como o objetivo é evitar eventuais tentativas de burlar os procedimento de segurança que foram implementados, o Inep não divulgará detalhes. O sistema é auto explicativo e os participantes conhecerão o processo no momento que buscarem o serviço de troca de senha", disse, em nota, o instituto.
A senha escolhida pelos candidatos no ato da inscrição é importante não só para o acesso ao local de provas e ao resultado do exame. Ela também é necessária na hora da inscrição no Sisu, já que os dois sistemas, apesar de estarem em páginas diferentes, são integrados. Em janeiro deste ano, na primeira edição do Sisu, o MEC afirmou que, em dois dias, pelo menos 100 mil candidatos pediram para trocar a senha do Enem.
O G1 separou abaixo dicas para manter sua senha do Enem segura, e explica os passos para recuperá-la, caso você a perca:

Como manter a senha segura
Além de um sistema de segurança reforçado pelo Inep, a segurança da senha do Enem de um candidato também depende dele mesmo. Segundo Altieres Rohr, especialista em segurança digital e colunista do G1, não existe uma única estratégia perfeita para isso: tudo depende da conveniência de cada um.
Guardar a informação só na memória pode ocasionar o esquecimento. Mas nem sempre anotá-la em um papel pode resolver esse problema. "Anotar a senha é questão de quem você acha que tem mais probabilidade de causar problemas. Se o seu principal inimigo é o seu irmão menor querendo te pregar uma peça, tem que levar isso em conta, porque ele vai ter acesso às suas coisas e via pegar sua senha."
Ele afirma que, caso a pessoa tenha um local físico seguro onde deixar a informação anotada, essa pode ser uma opção. Uma alternativa é o que Altieres chama de "solução digital". Segundo ele, há programas que guardam todas as senhas do usuário de modo que só ele tenha acesso. O especialista também lembra que, em telefones celulares com criptografia, é possível deixar a senha anotada dentro do aparalho. "Existem vários meios que funcionam de acordo com a conveniência."
Uma coisa que todos os candidatos devem fazer, porém, é garantir que, durante todo o período do Enem e do Sisu, eles tenham acesso direto ao endereço de e-mail e ao telefone celular indicado no ato de inscrição. Além de facilitar o processo de recuperação de senha, com a nova camada de segurança aplicada pelo Inep no Enem 2017, o candidato receberá por e-mail um alerta caso alguém tente acessar sua conta. "Se você for deixar de utilizar o e-mail, já faz a troca, deixa os dados sempre atualizados, para não correr o risco de perder o aviso se acontecer algum problema", recomenda o especialista.

Como recuperar a senha
O G1 testou o novo sistema de troca de senha. De acordo com informações do Inep, agora, a lista de informações exigida para recuperar o acesso vai mudar aleatoriamente a cada pedido. No primeiro teste do G1, foi possível cadastrar um novo e-mail utilizando os seguintes dados pessoais: CPF, e-mail, telefone celular e nome completo da mãe. Já em uma segunda tentativa, foi preciso informar o RG, por exemplo.


Caso a pessoa responda às questões corretamente, ela pode escolher um novo endereço de e-mail e um novo número de telefone para receber uma senha temporária. Depois, deverá retornar ao site para escolher uma nova senha. Ao mesmo tempo, o sistema encaminha, no e-mail antigo, um e-mail automático alertando sobre a mudança. Segundo o Inep, o e-mail também vai avisar que, caso o candidato não tenha solicitado a alteração, ele deve entrar em contato com o Inep.


Para Altieres Rohr, o reforço da segurança é positivo, mas que ainda há riscos de que pessoas mal intencionadas possam obter os dados pessoais dos candidatos. "No Brasil você tem uma série de bancos de dados a que pessoas maliciosas podem ter acesso que têm praticamente todas as informações que nós temos. Nesse sentido não tem muita diferença você solicitar uma coisa ou outra", explicou ele sobre as perguntas aleatórias.
Ele afirma, porém, que, ao trocar as exigências a cada solicitação de troca de senha, é possível oferecer maior conveniência aos usuários, sem fragilizar a segurança. "Precisa ter facilidade de uso, esse é um sistema usado por muita gente, eles têm que levar sempre isso em conta. Essa é a grande dificuldade, o grande quebra-cabeças que ele tem que resolver. Unir tanto a segurança ao fato de que o sistema precisa ser utilizado em todas essas circunstâncias. Aí existe um limite de segurança que você vai alcançar." Segundo ele, o sistema não poderia negar acesso a alguém que perdeu a senha do e-mail e do telefone, por exemplo. "Você não pode negar acesso, é uma condição do sistema."
Além disso, ele explica que o novo sistema pode ter, além dessa faceta externa e pública, algumas camadas de segurança internas que usem o comportamento do usuário para prever e detectar quando uma solicitação de troca de senha tem risco de ser maliciosa. "Pode às vezes ter uma inteligência interna do sistema que está fazendo um alerta, alguma coisa, além do que a gente está vendo por fora. Existe em muitas empresas, os bancos utilizam isso hoje, se foi registrada um troca de senha e de repente você teve uma transferência para a China, por exemplo. Você pode ter esse tipo de inteligência no sistema, utilizar uma série de combinações de fatores para atribuir um fator de confiança naquela recuperação."

Fonte: G1

LISTA: veja os 10 carros zero mais baratos do Brasil


Depois de ultrapassar a barreira dos R$ 30 mil, a lista dos carros mais baratos do Brasil voltou a ter um representante abaixo deste valor. Na linha 2018, a Chery lançou uma versão do QQ por R$ 25.990. Assim, o veículo produzido em Jacareí (SP) é R$ 7.710 mais barato do que o segundo colocado, o Fiat Mobi Easy.
Por outro lado, pela primeira vez a lista dos carros mais baratos à venda no país tem um veículo que custa mais de R$ 40 mil. É o Kia Picanto, estreante no levantamento feito pelo G1. Ele tomou o lugar do Chery Celer Sedan, que custa R$ 41.990 na linha 2018 e aparecia na lista de janeiro.

Chery QQ Smile: R$ 25.990


Motor: 3 cilindros, 1.0, 75 cv 
Principais itens de série: vidros elétricos, rádio com entrada USB e computador de bordo 
Para a linha 2018, o motor 1.0 de 3 cilindros passou a beber etanol. A potência saltou de 69 cavalos para 75 cv. Outra novidade é a chegada de uma nova versão de entrada, Smile
Ela é vendida por R$ 25.990, que faz do QQ, com sobras, o carro mais barato do país. Mas há uma série de concessões na comparação com a versão Look, de R$ 31.290. Não há ar-condicionado, direção hidráulica, limpador do vidro traseiro e travas elétricas. Até o número de cores disponíveis é reduzido: o QQ Smile só sai de fábrica em branco, preto e vermelho.

Fiat Mobi Easy: R$ 33.700


Motor: 4 cilindros, 1.0, 75/73 cv 
Principais itens de série: calotas, "brake light", apoios de cabeça traseiros, banco traseiro bipartido e tampa do porta-malas de vidro. 
Nesta configuração de entrada do Mobi, o motor é o velho 1.0 Fire. O novo 1.0 de 3 cilindros, Firefly, só é oferecido atualmente na intermediária Drive. Além disso, essa opção mais barata do hatch sofre com a escassa lista de itens de série: não tem nem ar-condicionado ou direção hidráulica nem como itens opcionais. Para isso, o consumidor deve migrar para a opção Like, que bate nos R$ 40 mil.

Volkswagen Gol Trendline 2 portas: R$ 36.550


Motor: 3 cilindros, 1.0, 82/75 cv 
Principais itens de série: direção hidráulica, travas e vidros elétricos. 
Um dos poucos (senão o único) modelos com carroceria de duas portas, o Gol trocou de lugar com o Up! e agora é o veículo de entrada da Volks no Brasil.
Em sua versão de entrada, Trendline, há alguns itens de série interessantes, mas falta o ar-condicionado. Para ter as duas portas traseiras, paga-se a quantia de R$ 2.050. O ar-condicionado custa outros R$ 3.010.

Jac J2 Pack 1: R$ 36.990


Motor: 4 cilindros, 1.4, 113 cv 
Principais itens de série: direção elétrica, travas elétricas 
Para manter o preço de R$ 36.990, a Jac promoveu uma “limpa” na lista de equipamentos do J2. A versão Pack 1 não traz ar-condicionado, rádio, vidros elétricos, limpador e desembaçador traseiro – todos disponíveis a partir do Pack 2, de R$ 38.990
Na opção mais em conta, restam apenas direção elétrica e volante com regulagem de altura. O ponto positivo é o motor de 114 cavalos, que sobram na carroceria de cerca de 900 kg.

Lifan 530: R$ 37.990


Motor: 4 cilindros, 1.5, 103 cv 
Principais itens de série: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, sensor de ré, fixação Isofix e rádio. 
O sedã chinês é bem equipado mesmo nesta versão, que é a básica. O motor de 103 cv é apenas suficiente, e não empolga. Suspensão macia demais e acabamento ruim jogam contra. Fora isso, o visual moderno agrada. É o veículo mais espaçoso da lista.

Volkswagen Take Up!: R$ 37.990


Motor: 3 cilindros, 1.0, 82/75 cv 
Principais itens de série: calotas, banco do motorista com regulagem de altura, chave tipo canivete, limpador e desembaçador traseiro, apoios de cabeça traseiros, suporte para celular e fixação Isofix. 
A linha 2018 do Up! chegou com a remodelação no visual – para-choque, grade dianteira e lanternas ganharam um novo desenho. Dentro, o interior tem acabamento mais caprichado. Acompanhando as mudanças está um reajuste na tabela.
E considerando que a versão com carroceria duas portas não é mais oferecida, a versão mais em conta, Take Up! parte de R$ 37.990. Caro para um modelo que não traz ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas. A seu favor, o Up! tem um projeto moderno e figura entre melhores consumos de combustível do país.

Chery Celer Hatch: R$ 38.490


Motor: 4 cilindros, 1.5, 113 cv 
Principais itens de série: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, sensor de ré e rádio. 
O hatch compacto aposta em motor acima de 1.0, espaço interno e lista de equipamentos completa para agradar. De quebra, custa mais de R$ 10 mil a menos do que os concorrentes diretos, como Chevrolet Onix 1.4 e Hyundai HB20 1.6. Mesmo com a evolução do modelo nacional em relação ao chinês, ainda deve um pouco em refinamento, fato atenuado pelo bom preço de compra.

Jac J3S Pack 1: R$ 39.990


Motor: 4 cilindros, 1.5, 127 cv 
Principais itens de série: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos. 
O hatch da Jac tem uma versão básica. Apesar de ser vendido sem rádio e com calotas, há ar-condicionado e direção assistida de série. O motor 1.5 de quase 130 cv garante um bom desempenho, aliado ao espaço interno compatível com a categoria e o acabamento correto.

Nissan March 1.0 Conforto: R$ 39.990


Motor: 3 cilindros, 1.0, 77 cv 
Principais itens de série: ar-condicionado e direção elétrica.
Empatada com o Jac J3S, a versão de entrada do March fica pouco abaixo dos R$ 40 mil. Na comparação com o chinês, perde em itens de série e no desempenho, já que tem motor 1.0. Mas tem grande vantagem na desvalorização menor e no consumo de combustível mais baixo. Esta versão traz calotas e acabamento na cor preta nas maçanetas e nos retrovisores.

Kia Picanto: R$ 40.990


Motor: 3 cilindros, 1.0, 80 cv 
Principais itens de série: ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricos, banco traseiro bipartido, rádio com Bluetooth, volante multifuncional e Isofix. 
O Kia Picanto figura pela primeira vez entre os mais baratos do Brasil. Ele tomou o lugar do Chery Celer Sedan, que na linha 2018 custa R$ 41.990. O modelo, importado da Coreia do Sul, é bem completo, e traz um bom motor 1.0 de três cilindros.
Ele só não é uma boa compra para os que desejam amplo espaço interno e capacidade no porta-malas. Mas isso é comum a praticamente todos os subcompactos.

Fonte: G1

Imagens mostram roubos com ajuda de vendedores na Praia de Copacabana

O Jornal Nacional teve acesso ao registro da ação criminosa de uma quadrilha num dos cenários mais famosos do Rio de Janeiro e do Brasil: a Praia de Copacabana. Flagrantes feitos de um posto de observação da polícia mostram a ousadia de criminosos que atuam na região, inclusive com a ajuda de vendedores ambulantes.
A estratégia dos bandidos é sair calmamente e atacar. Nas imagens, uma das vítimas ainda tenta perseguir os ladrões, mas eles fogem desviando de carros. Segundo a polícia, turistas raramente prestam queixa, por isso, acabam virando o alvo preferencial dos criminosos.
“Essa quadrilha, eles agem especialmente contra turistas. Por quê? Porque na maioria das vezes os turistas não querem perder o tempo de vir a delegacia pra registrar a ocorrência. E também eles não ficam visíveis. Como eles estão ali hoje, amanhã esse turista não vai estar mais. Então é difícil a identificação”, diz a delegada Cristiana Bento, da 13ª DP (Ipanema).
Muitos turistas também não estão acostumados a essa realidade em que o perigo pode vir de todos os lados, até de bicicleta.
“Na maioria das vezes eles não atuam com arma de fogo, embora a gente sabe que há, sim, o emprego da arma. A faca é muito utilizada por eles também. Por isso é importante que a vítima não reaga, procure a delegacia de polícia pra fazer o registro”, orienta a delegada.


Ajuda de vendedores de canga
As quadrilhas atacam no calçadão e também na areia. Os ladrões seguem criando novas formas de ataque, para surpreender até que já acha que está acostumado com às supresas da praia.
Em um dos vídeos feitos por policiais, um grupo de ladrões que parece estar só passeando, está planejando um ataque. Do outro lado, vem caminhando um vendedor de cangas, que também faz parte da quadrilha. Os bandidos apontam discretamente o local onde vão agir e o vendedor se dirige pra lá.
O papel dele é abrir as cangas, bloqueando a visão da vítima. Numa espécie de balé do crime, os ladrões ainda aproveitam a passagem de um outro vendedor, que não faz parte do bando. Quando a vítima percebe o que aconteceu, eles já estão longe.
Mas, pelo menos após um dos flagrantes obtidos pelo Jornal Nacional, os criminosos não foram tão longe. Todo grupo foi preso, até o vendedor de cangas, que confessou na delegacia: ele dividia o produto do roubo com os outros ladrões.
“É meio a meio. O que fica pra nós é meio a meio. Muitas vezes vem um aparelho [celular]. Eu falo pra eles assim: 'Você me dá um dinheiro e eu dou o aparelho'. Ele me dá um dinheiro e leva o aparelho”, disse vendedor de canga preso por participar do esquema.
A quadrilha que atuava sempre no mesmo trecho da praia já vinha sendo investigada. A polícia montou um ponto de observação em copacabana e gravou as imagens do bando em ação.
Os policiais fecharam o cerco e prenderam também dois suspeitos de receber os produtos roubados. Ao todo, 7 adultos foram presos e dois menores apreendidos. Mesmo assim, a polícia recomenda cuidado na região.


Fonte: G1

Microcelular: conheça o telefone que está tomando as prisões do Brasil

Um telefone que cabe na palma da mão, com 99% de plástico, que apenas faz ligações e recebe SMS. A tecnologia pode parecer ultrapassada, mas é exatamente por ter essas configurações que os microcelulares estão tomando as prisões do Brasil ao passarem despercebidos pelos detectores de metal.
Com cerca de seis centímetros, os aparelhos fabricados na China têm visuais curiosos, semelhantes a pequenos brinquedos. Apesar de não terem homologação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), os dispositivos são vendidos livremente em sites de compra por um preço médio de R$ 230. Em alguns casos, é possível escolher até mesmo entre cinco cores do modelo.


Fáceis de comprar e de esconder, os microcelulares têm formatos variados, todos com tamanho equivalente ao de uma tampa de caneta ou, no máximo, de um isqueiro. Alguns lembram os antigos "tijolões" da Nokia, enquanto outros apostam nos fãs de carros de luxo ao simular chaves e miniaturas de BMW, Audi, Porsche ou Ferrari.
Além do tamanho e do disfarce no visual, uma das especificações que faz com que o dispositivo entre em presídios sem ser notado é a fabricação em plástico. Segundo vendedores, os "menores celulares do mundo" têm apenas 1% de metal, o que impede que detectores percebam o aparelho. O detalhe é tão característico que não é difícil encontrar questões em sites de compra confirmando a barreira de identificação.

Recursos


Por dentro, os pequenos telefones têm configuração básica e já conhecida por quem teve um celular quinze anos atrás. É possível fazer e receber ligações e SMS, adicionar contatos e usar a calculadora ou o rádio FM. Em alguns mais avançados há conectividade Bluetooth e uma função curiosa identificada na caixa de um dos modelos da Long-CZ: um modificador de voz.
Todos os microcelulares encontrados à venda em sites brasileiros são fabricados em países como China e India. De marcas desconhecidas, muitas vezes sem página oficial na web, ou encontradas apenas após longas traduções para o chinês, os telefones são completamente desbloqueados e funcionam com chips de qualquer operadora.

Tamanho


Entrar com um microcelular na prisão pode não ser o objetivo que levou à criação dos pequenos telefones. Entretanto, o tamanho e peso dos aparelhos facilitam qualquer operação mal-intencionada. Um modelo com design tradicional tem, em média, 7 centímetros de altura, 2,3 cm de largura e espessura de 1,3 cm. O peso é de aproximadamente 20 g.
Já os celulares em formato de chave ou miniatura de carro, como é o caso dos modelos da Zanco e da Haimingelec, são mais espessos, com 3 centímetros e peso de 30 g. Para compensar, a altura dos dispositivos é ainda menor, por volta de 5,5 centímetros. É exatamente o tamanho de uma tampa de caneta.

Preço


Em sites de compra brasileiros, os microcelulares podem ser encontrados com facilidade por a partir de R$ 200. Há modelos com os mais diferentes visuais e até mesmo opções de cores. Em algumas páginas, vendedores costumam oferecer uma “garantia de funcionamento”.
Fora do país, no entanto, os aparelhos considerados “os menores celulares do mundo” estão à venda por cerca de € 26,99 ou US$ 30, aproximadamente R$ 94, sem taxas. Neste caso, há telefones ainda mais sofisticados, com promessas de câmeras e slots para cartão de memória.

Fonte: Tech Tudo

Consideradas satânicas, bandas brasileiras são retidas em Bangladesh


RIO — Duas bandas brasileiras de metal ficaram retidas em Bangladesh, na Ásia, por agentes da imigração. Os integrantes do Krisiun e do Nervo Chaos aterrissaram no Aeroporto Internacional de Hazrat Shahjala, em Daca, na madrugada desta terça-feira e foram abordados por agentes de segurança enquanto buscavam a bagagem. Em seguida, os artistas tiveram os passaportes retidos por serem considerados "satânicos".
Os músicos só foram liberados com ajuda do consulado brasileiro. Um dos integrantes do Nervo Chaos explicou, em um post no Facebook, que os artistas foram rotulados como "bandas satânicas". Lauro Bonometti relatou que os passaportes foram levados por policiais federais e considerou o episódio "patético". A postagem já não é encontrada na conta pessoal do músico. Outro músico publicou um vídeo sobre os momentos de tensão vividos no aeroporto (veja abaixo).
O impasse atrasou os músicos e rendeu o cancelamento do show em Bangladesh — país marcado pela influência islâmica radical, embora as autoridades aleguem ser regidas por leis secularistas liberais. Era mais uma apresentação da turnê internacional das bandas. Os ingressos estavam esgotados.
"Infelizmente, por razões fora de nosso controle, o show em Bangladesh está CANCELADO!", compartilharam os músicos em suas redes.
Os grupos vinham de apresentação no Hammersonic Festival, em Jacarta, na Indonésia. Depois de mais de oito horas retidos no aeroporto, as duas bandas seguiram para shows na Mongólia, na China, no Japão e na Coreia do Sul.


Fonte: Globo.com

Rainha Elizabeth é vista dirigindo carro

Rainha Elizabeth II, de 91 anos, foi flagrada dirigindo seu Jaguar sozinha neste domingo (8), ao voltar de uma missa na Capela Real de Todos os Santos, em Windsor Park. A foto foi divulgada pelo jornal britânico "Telegraph":

De acordo com o jornal, a rainha é a única pessoa que pode dirigir sem uma licença no Reino Unido.
Elizabeth é a monarca a ocupar o trono britânico por mais tempo. Seu marido, o Príncipe Philip, anunciou nesta semana que não participará mais de eventos públicos. Elizabeth e Philip completam 70 anos de casados neste ano.

Fonte: G1

Estados Unidos estudam enviar 3 mil soldados para Afeganistão


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda uma nova estratégia para o Afeganistão que inclui o envio de 3 mil soldados, além de ceder o poder ao Pentágono, elaborado por assessores militares e na política externa, informou nesta terça-feira o jornal "The Washington Post".
De acordo com funcionários americanos consultados pelo jornal, o envio de mais tropas tem como objetivo voltar à mesa de negociação com os talibãs.
Se Trump autorizar o novo plano, o número de soldados americanos aumentaria de 8,4 mil para 11,4 mil, e seriam a partir de agora os militares do Pentágono, e não a Casa Branca, os responsáveis por retirar ou implantar novos militares.
Segundo o "The Washington Post", a nova estratégia foi idealizada pelo tenente-general H.R. McMaster, assessor de Segurança Nacional do presidente.
Os EUA tinham 100 mil soldados no Afeganistão durante a presidência de Barack Obama, quando em 2011, no vizinho Paquistão, matou o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden.
Aqueles que se opõem a esta nova estratégia intervencionista argumentam que, mesmo assim, nem sequer Obama atingiu concessões militares dos talibãs.
Trump chegou à Casa Branca com a promessa de reduzir o intervencionismo militar dos EUA no exterior, mas também de combater o terrorismo.
No mês passado, utilizou pela primeira vez sua maior bomba não-nuclear, um gigantesco míssil de 10 toneladas, para destruir um complexo sistema de túneis do Estado Islâmico no Afeganistão.

Fonte: G1

Marina Elali emplaca música em trilha da novela O Rico e Lázaro


Marina Elali acaba de emplacar a primeira música em trilha sonora de uma novela da Record TV. Uma das cantoras que mais gravou músicas para trilhas sonoras em TV, ela é responsável por Juntos Somos Mais, tema dos personagens Asher e Joana, de O Rico e Lázaro.
Essa é a nona música da cantora em atrações televisivas. Além disso, Marina também já gravou para o cinema, minisséries e programas especiais. 
Natural do Rio Grande do Norte, Marina tem o DNA da música em suas veias. A cantora é neta de ninguém menos que Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga em hits como O Xote das Meninas e Cintura Fina. Ouça a música de Marina na trilha de O Rico e Lázaro.