quinta-feira, 1 de junho de 2017

Após 7 dias em coma, mãe acorda e descobre que filha morreu


Lisa Roussos, de 48 anos, foi ao show da cantora Ariana Grande com as duas filhas no último dia 22 de maio. Após um atentado que vitimou 22 pessoas e 116 feridos, Lisa ficou sete dias em coma induzido e só acordou nesta semana. Ela ficou sabendo então que a filha de 8 anos, Saffie, foi uma das vítimas do ataque de um homem-bomba, a mais nova delas. As informações são do UOL.
A notícia da melhora de Lisa foi informada em um grupo no Facebook, chamado Leyland Memories. "Ela está acordada e saiu de uma cirurgia. Está falando e plenamente consciente da situação", afirmou Mike Swanny, identificado pela BBC como um amigo da família.
"Eu espero que essa notícia possa fazer todos sorrirem, pois é a melhor novidade desde que passamos por essa tragédia", disse Swanny, sobre a melhora no estado de saúde da vítima, que foi internada em condição crítica, e chegou a respirar com o auxílio de aparelhos.
Segundo ele, o marido de Lisa e pai das duas meninas, Andrew, tem sido forte. "Ele não aceitou o luto e não quis lamentar até saber que a esposa estava fora de perigo. Ele tem sido uma máquina a semana toda", revelou.
Ariana Grande fará um show beneficente em Manchester para homenagear as vítimas no próximo dia 4 de junho, no Old Trafford Cricket Ground. A apresentação contará com as participações de Justin Bieber, Miley Cyrus, Katy Perry, Coldplay, entre outros.

Fonte: Catraca Livre

Thammy revela briga interna e desiste de sair de peça


O filho trans de Gretchen, que debutou nas artes cênicas na novela Salve Jorge, de Gloria Perez, resolveu sair de uma peça onde estava há pouco tempo.
O espetáculo chama-se “T.R.A.N.S – Terapia de Relacionamento Amorosos Neuróticos Sexuais”. No entanto, ele desistiu da ideia e irá continuar na atração.
“A gente revolveu o que ficou mal-entendido”, disse Thammy, sobre uma conversa decisiva que teve com os produtores.
“Hoje não fizemos o ensaio aberto. Amanhã faremos e dia 2 estreamos normalmente. Faremos essa primeira temporada e conversaremos sobre outras”, afirmou ele, que vive um surfista.

Com informações de Leo Dias, do jornal O Dia.

Fonte: TV Foco

Afastado há alguns meses, Luis Ernesto Lacombe se despede da Globo

Afastado há alguns meses, Luis Ernesto Lacombe se despediu oficialmente da Rede Globo na quarta-feira, 31. No Instagram, ele postou uma foto de seu crachá e agradeceu.
“Hoje, oficialmente, termina meu contrato com a Rede Globo, que não será renovado por decisão da emissora. Dos meus 29 anos de carreira como jornalista, 20 foram na Globo, os últimos 13 como apresentador do Esporte, dois anos na Editoria Rio e cinco na GloboNews”, escreveu o apresentador.
“Chegou a hora de descobrir um novo mundo, novas histórias, acreditando ainda que a notícia é o principal, que a informação é a estrela. Agradeço a todos, de coração, pela parceria”, finalizou.
Lacombe esteve no ar pela última vez em janeiro de 2017, no quadro esportivo do Bom Dia Brasil.

Maria Fernanda Cândido elogia Isis Valverde: 'Muito concentrada'

O diretor Fábio Strazzer orientando Ísis e Maria Fernanda Cândido em cenas da novela
Gshow - Ísis Valverde e Maria Fernanda Cândido acordaram cedo para rodar cenas de A Força do Querer. A dupla marcou presença em um shopping nesta quinta, 1/6, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Nos bastidores, Maria Fernanda é só elogios à colega de cena: "Isis é muito concentrada e muito aplicada".
A intérprete de Joyce não fazia uma novela inteira há quase uma década. Seu afastamento teve um motivo bem especial: a morena quis se dedicar ao papel de mãe. "Priorizei meus filhos e, como moro em São Paulo, não dava para encarar essa rotina por mais de 8 meses", explicou.

Ísis Valverde gravando cenas como Ritinha

Baleia Azul será tema da novela 'A Força do Querer'


Segundo a revista 'Conta Mais', o personagem Yuri (Adriano Alves), que é viciado em computador, aceitará convite para o jogo 'Baleia Azul', que na vida real, é a causa de mutilamentos e suicídios entre jovens do Brasil. O garoto deixará a mãe preocupada com seu comportamento. O garoto, para cumprir todas as fases do jogo, irá passar as noites em claro.
O Baleia Azul assustou a Rússia e chegou ao Brasil. São 50 fases, sendo após a 29ª missões aleatórias e a última o suicídio, que finaliza o jogo. Será que Yuri irá chegar na fase final?

Após virada de Rubinho em ‘A força do querer’, Emilio Dantas não perde mais o noticiário policial


Emilio Dantas não passa mais batido por uma banca de jornal. Intérprete do traficante Rubinho, de “A força do querer”, o ator conta que está de olho nas notícias sobre o universo que seu personagem está inserido.
— Fico atento a histórias reais. Agora mesmo teve o lance do Fernandinho Beira-Mar... Descobriram sogra, cinco filhos, irmãos, todos envolvidos nos negócios dele. Os caras se comunicando com bilhetes em marmita, linha com marimba... Hoje em dia, sou aquele que passa em frente a banca de jornal, para e fica vendo todas as manchetes, acompanhando todas as notícias desse mundo — afirma o ator.

Rubinho será preso em casa

Netflix anuncia fim da série 'Sense8' após duas temporadas


A Netflix anunciou nesta quinta-feira, 1º, que a série “Sense8” foi cancelada e não terá uma terceira temporada.
A segunda temporada de "Sense8" teve cenas gravadas durante a Parada do Orgulho LGBT, em São Paulo, que ocorreu em 2016. Na série criada pelas diretoras de "Matrix", as irmãs Wachowski, oito pessoas ao redor do mundo passam a dividir consciência, habilidades e memórias de forma repentinamente.
A primeira temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue.
A segunda temporada foi comandada por Lana Wachowski, antes Larry Wachowski e que fez o anúncio da mudança de gênero no início da década. Ela dirigiu sozinha quase toda a segunda temporada, sem a sua irmã Lilly, corroteirista e anteriormente Andy Wachowski, que mudou de nome e gênero em 2016.

Fonte: G1

Pijama fashion: Renata Vasconcelos arrisca usar tendência das passarelas, mas confunde o público


R7 - Renata Vasconcelos causou o maior alvoroço nas redes sociais ao aparecer, na noite de quarta-feira (31/5), vestida com uma espécie de roupão em uma chamada do Jornal Nacional.
O público fez piada, a cena virou meme, e Renata acabou mudando de roupa e apresentou o telejornal com uma blusinha de tricô bem básica. O look usado por Renata, acreditem, está na moda.
Marcas como Thakoon e Alexander Wang mostraram looks do gênero na passarela e algumas das celebridades mais arrojadas em termos de estilo, como Selena Gomes, Jéssica Alba e Rihanna, já circularam por aí como se tivessem saído da cama diretamente para a balada.


A moda do pijama fashion vem na cola do sucesso do slip dress, o vestidinho tipo camisola adorado no mundo das celebridades americanas e das blogueiras brasileiras. São peças que trazem para as ruas caimentos soltos, tecidos leves e renda, características típicas das camisolas e dos pijamas.
Claro que é preciso ter estilo para dar pinta por aí usando vestidos curtos imitando camisolas até robes de seda usados como quimonos, que foi o caso de Renata Vasconcelos.
Para quem quer arriscar, vale combinar as peças com uma calça jeans, um blazer ou algum item mais casual. As que topam ser vanguarda podem fazer como as ousadas e encarar um pijamão fashion em rede nacional.

Modelo pijama fashion domina as passarelas

'Fera Radical', mais um sucesso que está de volta!


Título: Fera Radical
Data de Estréia: 28 de março de 1988
Horário: 18hrs
Autor: Walther Negrão
Data do Último Capítulos: 18 de novembro de 1988
Capítulos: 203

A Novela
Nesta segunda (05), a novela Fera Radical será reprisada no canal fechado Viva, às 14h30, substituindo Torre de Babel. Foi escrita por Walther Negrão, Ricardo Linhares e Luís Carlos Fusco, com direção-geral de Gonzaga Blota, direção de Blota, Denise Saraceni e Fernando R. de Souza, substituindo Bambolê e antecedendo Vida Nova.
Com o sucesso, a novela foi reapresentada no Vale A Pena Ver de Novo entre 16 de dezembro de 1991 e 08 de maio de 1992, substituindo Cambalacho e antecedendo Vale Tudo, contando com 105 capítulos.


Trama Principal
Para escrever a novela, Walther Negrão se inspirou na peça A Visita da Velha Senhora, escrita pelo suíço Friedrich Dürrenmatt, e contou a história de Cláudia (Malu Mader), uma jovem que deixa o Rio de Janeiro disposta a vingar-se dos responsáveis pelo assassinato de sua família, em um incêndio na pequena cidade de Rio Novo, 15 anos antes. Ao chegar, conseguiu emprego de analista de sistemas na Fazenda Olho d'Água, cuja propriedade é dos suspeitos do assassinato de seus pais e irmãos que a moça pretende destruir. Assim que conhece os supostos envolvidos no crime, a moça tenta agir friamente, mas se surpreende com a demonstração de amizade feita por Altino Flores (Paulo Goulart), o patriarca da família, e com o amor dos filhos dele, Heitor (Thales Pan Chacon) e Fernando (José Mayer), por quem se apaixona de verdade.

Malu Mader e José Mayer em Fera Radical
José Mayer e Thales Pan Chacon nos bastidores de Fera Radical
A jovem tem que enfrentar as perseguições de Joana (Yara Amaral), esposa de Altino, que descobre sua verdadeira identidade e com quem ela esteve por todos esses anos: Marta (Laura Cardoso), uma cafetina, o antigo amor de Altino e mãe de Olívia (Denise del Vecchio), fruto desse amor.

Denise del Vecchio como Olívia
Laura Cardoso como Marta
Paulo Goulart como Altino, em Fera Radical
Yara Amaral em cena de Fera Radical
Outro suspeito de ter cometido o mega-assassinato é o também fazendeiro Donato Orsini (Elias Gleizer), sócio e vizinho de Altino. Ele é pai de Marília (Carla Camuratti), noiva de Heitor e amante de Fernando que, com a chegada de Cláudia, sente-se ameaçada e passa a disputar o amor deste último com ela.

Carla Camurati e Thales Pan Chacon em cena
Elias Gleizer como Donato Orsini
Mais Personagens
Jorge Mendes (Rodrigo Santiago), mora com Olívia no Rio de Janeiro. Tiveram de filhos o playboy Rafael (George Otto), e a estudante de agronomia Ana Paula (Cláudia Abreu). Interesseiro e oportunista, é capaz de fazer tudo para prejudicar seus cunhados.
Lourdes (Cleide Blota - esposa de Gonzaga Blota) aluga quartos de sua casa para estudantes, onde moram Paxá (Tato Gabus Mendes), que se encalacrou depois que seu pai decidiu não lhe mandar mais dinheiro; Marcelo (Raul Gazolla), estudante de agronomia, e o desajeitado Dudu (Luiz Maçãs). Lourdes é casada com Robério (Older Cazarré), com quem teve Elizabeth (Alexandra Marzo), amiga de Ana Paula e apaixonada por Rafael.

Cazarré e Cleide Blota, como Robério e Lourdes
Malu Mader, Cláudia Abreu e Alexandra Marzo nos bastidores de Fera Radical
Tato Gabus Mendes era o eterno estudante Paxá, na novela das seis
Marcelo, o estudante de agronomia
Donato tem uma criada desde que sua mulher era viva: Júlia (Chica Xavier), mãe de dois filhos, Jaci (Daúde) e José Sebastião (Pratinha), e amiga do patrão. Jaci voltou para a fazenda para ser secretária do patrão, mas a mãe acredita que a jovem tem uma queda por Heitor. Já o Sebastião mora no Rio de Janeiro.

Daúde, em Fera Radical
Júlia, a criada de Donato
Trilha Sonora


A novela contou com duas trilhas sonoras, Nacional e Internacional. Entre os artistas que estão presentes na trilha nacional, estampada por Carla Camurati, estão Cazuza, com a música 'Vida Fácil', Lulu Santos, com 'A Cura', Maria Bethânia cantando 'Verdades e Mentiras', e Solange, que canta a música de abertura 'Fera Radical'.



A trilha sonora internacional tem como destaque o cantor e ator Patrick Swayze e a canção 'She's Like The Wind', sucesso no filme Dirty Dancing, de 1987. No CD, que teve como capa o ator José Mayer, inclui também 'Lessons In Love', da banda Level 42, 'Get Outta My Dreams, Get Into My Car', de Billy Ocean, 'Special Way', de Kool & The Gang, e a animada 'Promises', da cantora polonesa Basia.


Curiosidades

  • Foi o último trabalho de Yara Amaral. A atriz perdeu a vida no naufrágio do Bateau Mouche no réveillon de 1988/1989, deixando dois filhos, Bernardo e João Mário. A mãe dela, Elisa, também estava no barco e também morreu. Yara não sabia nadar.
Yara Amaral começou sua carreira na TV Tupi, no fim dos anos 60
  • Walther Negrão já tinha se inspirado na peça A Visita da Velha Senhora para escrever outra novela sua, Cavalo de Aço, veiculada em 1973 pela mesma emissora.
  • A novela conseguiu 43 pontos de audiência geral, sendo assim um fenômeno para a emissora, que exigia 35 pontos de meta. Ainda não há detalhes da audiência diária da novela, somente a semanal.
  • As cenas da cidade fictícia de Rio Novo foram gravadas em Vassouras, interior do Rio de Janeiro. Lá também foram gravadas as cenas da Fazenda Olho D'Água, que na vida real é chamada de Fazenda Aliança. Já as cenas do pensionato de Lourdes e Robério foram feitas no Retiro dos Artistas, uma instituição da Zona Oeste do Rio de Janeiro que abriga homens e mulheres com mais de 70 anos que fazem parte do meio artístico.
  • Thales Pan Chacon e Carla Camurati se conheceram nesta novela e foram casados por seis anos. Após a separação, continuaram amigos. Thales morreu aos 40 anos vítima do vírus HIV. Carla deixou de ser atriz para se tornar cineasta.
Thales Pan Chacon já foi ao ar no Canal Viva uma outra vez em 'Meu Bem, Meu Mal'

Jim Carrey pode ser julgado por homicídio culposo


Jim Carrey será julgado por homicídio culposo após ser acusado de fornecer os remédios utilizados por sua ex-namorada, Cathriona White, que cometeu suicídio em 2016.
O site My News La publicou que a juíza da Corte Superior de Los Angeles ouviu a mãe da ex-namorada do ator e se mostrou favorável aos argumentos dela
Segundo os advogados do humorista, o suicídio foi uma decisão pessoal e independente. Portanto, ele não deveria ser acusado de homícidio culposo.
Em breve, essa decisão será divulgada pela Juíza responsável pelo caso.

Fonte: R7

Anitta fala sobre futuro da carreira internacional: "Todo o meu planejamento foi até aqui. Não se compra um sucesso"


Anitta deu um passo importante para o início da carreira internacional nesta quarta-feira (31) com o lançamento do clipe de Paradinha, primeira música solo interpretada em espanhol. A canção foi escrita pela cantora em parceria com os produtores Umberto Tavares e Jefferson Junior em abril deste ano. E o vídeo parece ter agradado o público: ultrapassou dois milhões de visualizações em apenas duas horas. Apesar dos números expressivos aqui no Brasil, a funkeira sabe que vai precisar começar a carreira do zero lá fora.
— Como sou muito grande aqui no Brasil, minha carreira tomou proporções grandes, as pessoas esperam que a carreira comece já gigantesca nos outros países. Só que não é bem assim. Aqui no Brasil, tive um início. Comecei no subúrbio do Rio, depois fui para o Rio de Janeiro, depois para o Sudeste, depois para o Brasil. E assim é uma carreira internacional. Poucas pessoas vão me conhecer, depois mais e mais pessoas. Então, não dá para esperar que na primeira música seja um sucesso absoluto e que todo mundo esteja me escutando em todos os cantos do mundo. Vai ser um sucesso gradativo e espero esse resultado para definir os próximos passos.

Para a funkeira, o reinício serve também como uma forma de manter os pés no chão.
— Às vezes, para outras pessoas, pode ser difícil sair de um patamar em que você pode fazer exigência, que todo mundo te quer, quer falar com você e ir para um lugar em que você não faz a menor diferença. Elas não querem nem saber se você está ali ou não. Mas entendo o meu lugar, entendo o meu tamanho em cada lugar. Acho, inclusive, um exercício muito bom para mim de ir para um lugar em que não sou ninguém. Às vezes, minha equipe fica meio assim. Mas digo que sou fulana no Brasil e não posso querer chegar causando num país em que ninguém nunca me viu. Às vezes eu mesma tenho que puxar a minha equipe para a realidade e dizer que estou só começando e que as pessoas não sabem quem sou eu. A gente tem que começar tudo de novo. É difícil às vezes até para a gravadora, porque eles têm os meus números. Mas é preciso retroceder e começar de novo, do zero, como quando comecei.

A partir dos números de Paradinha é que Anitta vai decidir os rumos que vai traçar para a carreira no exterior.
— Não estou fazendo nenhum planejamento daqui em diante para fora do país. Todo o meu planejamento foi até aqui porque não se compra um sucesso. A gente tem como fazer uma música que acredita que é incrível. A gente tem como fazer um clipe que acredita que é incrível, apostar no que a gente acredita, mas não tem como ter certeza do que vai dar certo. Então, primeiro preciso ter feedback do público, saber o resultado dessa música. É a primeira vez que faço um lançamento meu com todo mundo junto: Brasil e outros países.

E a funekira está preparada para o que der e vier após a tentativa da carreira internacional.
— Pode ser que seja um grande sucesso em outros países. Pode ser que não seja sucesso nem aqui nem em outro país. Pode ser que toque relativamente bem. Me preparo muito e não faço nada de que não tenha absoluta certeza de que estou fazendo bem feito. Pode fracassar? Pode. Mas tenho certeza de que dei o meu melhor.


Ela se certificou também de que estava com o espanhol na ponta da língua e se cercou de profissionais para auxiliá-la no idioma.
— Chamei várias pessoas de países diferentes para deixar o meu sotaque o mais neutro possível. Depois do resultado, mostrei. Quem escreveu em espanhol fui eu. Só tive o professor do lado para saber se estava escrevendo certo. Já tenho aula de espanhol faz um tempo. Óbvio que não converso igual a uma nativa, mas me viro. Mas nativos me disseram que meu sotaque está ok e acredito neles [risos]. A questão de tornar público é a de entender que, por maior que você seja grande aqui, nos outros países as pessoas não têm ideia de quem você é.

Anitta planejou ainda a data de divulgação para conseguir bombar lá fora e precisou batalhar bastante para conseguir gravar em espanhol.
— Com certeza o verão europeu influenciou no lançamento da música, para dar tempo de a gente trabalhar até lá. A decisão de fazer em espanhol foi bem dura. Todo mundo ficou debatendo. A minha pesquisa sobre a música em espanhol começou tem dois anos, que eu já viajava para outros países para entender a cultura. Nessas viagens, entendi que em pouco tempo as pessoas estariam consumindo a música em espanhol em todo o mundo. O que eu precisava fazer era fazer o brasileiro se acostumar com a música em espanhol. Esse foi o diferencial que quis trazer: o espanhol. Bati o pé e consegui trazer. O nosso país já está consumindo esse tipo de música, já não é mais tão arriscado assim gravar em espanhol. Então, não é só voltado para o público internacional. Essa música a gente escreveu em português antes, mas amei. Achei uma música muito chiclete e falei: “tem que ser essa”.

Confira, a seguir, sobre quais temas Anitta falou durante a coletiva de imprensa na sede do Google, em São Paulo, nesta quarta-feira (31).

Funk, novo álbum e Reggaeton:
— Na verdade, nem estou fazendo álbum. Não gosto de álbum porque nos Estados Unidos, por exemplo, quando o álbum é muito bom, as pessoas escutam ele inteiro. Mas também o artista tem que ser muito grande já. Aqui no Brasil, ainda não é assim. As pessoas escutam o single. Às vezes, você faz o álbum inteiro e acaba jogando um monte de música boa no lixo porque as pessoas não vão ter o costume de escutar. Não estou fazendo álbum, estou fazendo músicas que vou lançar como single e clipe. Uma delas vai ter sonoridade de funk. Estou tentando sair agora do reggaeton, só tem mais uma que vai ser nessa sonoridade, até porque não foi criação minha. Mas vou fugir disso agora porque todo mundo está fazendo. Então, daqui a um tempo as pessoas vão estar cansando.

Mostrar o quadradinho para o mundo inteiro:
— É importante, para mim, que eles vejam a coreografia acontecer. O quadradinho eu sei que aqui no Brasil é muito comum, todo mundo já viu. Mas estou mostrando isso para outros países, para lugares que não sabem nem quem sou eu. Não dá para a gente fazer uma Anitta muito diferente, uma beleza diferente. Tem que fazer uma coisa mais perto do comum possível para me apresentar, porque são pessoas que nunca me viram na vida. Fiz a coreografia com a Arielle [Macedo], a gente sempre faz juntas porque ela tem uma parte mais técnica, mais balé, mais incrível e eu venho com a parte popularizando o que ela criou. Quero que meu público tente fazer. Então, não adianta vir um bailarino fazer movimentos impossíveis. Até tento não ficar tão boa na dança para conseguir compreender a mente de uma pessoa que não dança, para eu conseguir fazer uma coreografia que uma pessoa vai entender. Então, foi rápido. Ela me mostrou a coreografia, falei para trocar uns movimentos e já estava pronto.

Participação no Jimmy Fallon:
— Foi incrível, uma oportunidade muito boa. A Iggy foi muito generosa e muito paciente comigo, porque a questão do sotaque foi difícil. Cantar em inglês é um pouco mais complicado do que em espanhol, porque são fonemas diferentes, que a gente não aprendeu na nossa infância, então é complicado de tirar isso. No Jimmy foi histórico. Nunca um brasileiro cantou nesse programa ou em um programa dessa proporção. Me senti muito... as pessoas veem depois do que acontece, falam que foi incrível. Elas não têm noção de quão trabalhoso foi o caminho. Desde o estudo da melhor maneira de chegar até esse primeiro passo e até chegar nesse primeiro passo de fato. As pessoas encaram como um grande acontecimento, mas para mim foi só o início. Foi uma pequena participação, um pequeno início e uma demonstração do quanto precisa se lutar para conseguir uma coisa dessas. Aqui no Brasil é imenso, porque ninguém nunca tinha feito isso. Mas lá fora isso é pequeno. É comum. Uma pessoa fazendo uma ponta num musical. E já é muito difícil conseguir uma coisa muito comum e muito pequena como essas.


O preconceito sofrido pelos funkeiros:
— Acho que o funk é uma questão política. As pessoas reclamam do que a letra fala, do conteúdo, mas nunca pararam para enxergar a realidade do local, o ambiente em que vivem as pessoas que fazem. Então, para reclamar do conteúdo que o brasileiro está produzindo, você tem que entender o ambiente em que ele vive. Primeiro, você teria que modificar aquela realidade para a pessoa ter acesso a outras coisas para ela falar sobre outras coisas. Acho que o funk tem melhorado muito nesse quesito. Não vou ser hipócrita de falar que não tinha músicas que não são legais. Mas as músicas basicamente falam as mesmas coisas que as músicas em inglês, só que como não é a língua natural, as pessoas não entendem automaticamente o que está sendo falado. Quando ouve em inglês, acha lindo. Mas quando ouve me português, fala que não presta.

A mensagem que suas músicas passam:
— A minha música é para entretenimento, para as pessoas dançarem, se divertirem. Não necessariamente precisa ensinar a cultura do país, a política, a ciência, a biologia. É para você dançar na boate, na festa. Ela tem o objetivo de entreter. Eu ainda tento passar o recado de autoestima, de autoconfiança, de igualdade entre homens e mulheres e de você se curtir como você é. Mas tento fazer isso com uma linguagem legal, divertida, fácil. Imagina você chegar na balada, no clube, pra distrair a cabeça e você chega e lá e escuta um “a política do Brasil está muito ruim”, sabe? Como você vai curtir? Você procura maneiras divertidas e populares de falar sobre esses assuntos. Talvez as pessoas que tenham muita cultura e estudo e inteligência não saibam passar isso para uma linguagem deles. Mas vai quebrando com o tempo. As pessoas que têm uma visão musical de fato, verdadeiramente, não acham isso do meu trabalho. Caetano Veloso, Gilberto Gil, que são grandes mestres da música brasileira, admiram o meu trabalho. E isso vai abrindo muitas portas para outras pessoas do funk, isso tira pessoas da criminalidade, da prostituição, das drogas, do crime. Quando a pessoa critica e tenta colocar para baixo um funkeiro, ela não faz ideia da mudança que o ritmo pode mudar na vida dessa pessoa e daquela população que está ali ao redor.

Parceria com Iggy Azalea:
— Não é pouco espaço que a Iggy me deu. É uma música dela, um dueto. Se você ver qualquer música internacional que é um feat, vai ver que tem gente que canta até menos. Se fosse um dueto, cantaria mais. Mas é uma música dela.

Anitta e o feminismo:
— Eu falo de caráter, não necessariamente de mulher e de homem. Às vezes, as pessoas entendem que você é uma pessoa que gera buzz, repercussão e se aproveitam disso para criar uma situação ou levantar uma questão. O que não gosto é de hipocrisia. Às vezes, as pessoas falam algumas coisas, levantam uma bandeira, mas nos bastidores não agem de acordo com o que falam. Ajo de acordo com o que falo. Sou feminista a partir do momento que sei que o feminismo é aquilo que luta pelos direitos iguais: mulheres, homens etc. Mas o feminismo, para quem entende, sabe que ele tem muitas vertentes. Às vezes isso se confunde, mas acho que o radicalismo não é legal. Se você não quer ser tratada de algum jeito, você não tem que fazer com o próximo, independente se é homem, mulher, travesti, qualquer coisa. Só acho que muita gente prega o feminismo, mas não age de acordo. Eu, por exemplo, sofro muito mais preconceito de mulheres do que de homens. Pela forma que danço, pelo meu tipo de música. Às vezes só querem levantar uma bandeira, mas são tão preconceituosas ou mais. As pessoas que julgam a outra, na verdade, não estão felizes com elas mesmas. Não acho que exista uma maneira certa ou errada de ser mulher. Existe uma forma certa de ser um ser humano, que é você respeitar o outro, você ser uma pessoa honesta, ter caráter...

Pessoas próximas viram sinais de uma 'fase difícil' de Andreas Von Richthofen


SÃO PAULO - Depois que Andreas Von Richthofen, único irmão de Suzane, condenada pelo assassinato dos pais, foi internado, na manhã de terça-feira, na ala psiquiátrica de um hospital em São Paulo, pessoas que estiveram com ele nos últimos meses rememoraram detalhes que poderiam ser sinais de que o rapaz, doutor em Química pela Universidade de São Paulo, entrava em um novo momento difícil na vida. De acordo com os relatos, ele vinha se vestindo com cada vez mais displicência, seus dentes da frente teriam começado a apresentar marcas. Apesar disso, todos os amigos ou conhecidos ouvidos pelo GLOBO se disseram surpreendidos pelo episódio.
— Ele é um menino fantástico, esteve no meu escritório há dois anos para me visitar e estava cheio de planos, concluindo o doutorado, com a carreira acadêmica a toda, propostas de universidades e empresas. Ao mesmo tempo, o inventário da família finalmente começava a se resolver, ele estava se livrando dessa tralha do passado — afirmou o advogado e ex-procurador Roberto Tardelli, responsável pela acusação criminal de Suzane, seu namorado Daniel Cravinhos e o cunhado Cristian Cravinhos.

Andreas von Richthofen aos 15 anos
Graças ao desenrolar dos processos, a casa onde os pais foram mortos pôde ser vendida em 2015. Andreas, no entanto, não foi para longe dali. Morava em uma rua paralela à do imóvel em que cresceu.
Tardelli, no entanto, ressalta que Andreas teria “todos os motivos para ser infeliz”. Quando a irmã matou os pais, ele perdeu praticamente toda a família. Sobraram apenas a avó, já falecida, e um tio materno, o médico Miguel Abdalla, que foi tutor de Andreas até a maioridade. O rapaz tímido perdeu ainda o melhor amigo, o cunhado Daniel, que costumava levá-lo para jogar jogos online em lan houses. Na noite do crime, enquanto os pais eram assassinados, Andreas estava entretido com uma dessas maratonas em lan house, longe da cena do crime.

Apesar do baque emocional, o rapaz teve disciplina e talento suficientes para passar em terceiro lugar no curso de Farmácia Bioquímica da USP apenas três anos após a morte dos pais e a prisão da irmã.
— Ele é simplesmente brilhante. Muito inteligente e excelente aluno — afirmou o advogado Alberto Toron, auxiliar da acusação no caso Richthofen.

Colegas e veteranos da USP não tiveram dúvida de quem era o novo aluno ao ler o sobrenome na lista de aprovados. Decidiram, no entanto, ter o cuidado de jamais abordar o assunto com ele, nem mesmo em brincadeiras como o trote. Mas não foi sempre assim. Jovem, Andreas se incomodava com o fato de que não podia entrar nem mesmo em uma balada sem ser imediatamente reconhecido. A conhecidos, ele lamentava carregar tal “rótulo”, o que fez com que muitas vezes optasse por não ir a festas e bares e atrapalhou sua interação social.
A disputa da herança com a irmã, que acabou deserdada por decisão da Justiça, também custou caro à saúde mental de Andreas. Ela era a pessoa em que ele mais confiava, e o rapaz oscilava entre nunca mais querer contato e a vontade de se reaproximar de Suzane. Teria ainda acumulado alguns desentendimentos com o tio, que ainda não o viu desde a internação.
Nos próximos meses, porém, as questões de herança, a carreira acadêmica ou o relacionamento com a irmã e o tio terão que ficar de lado. Andreas aceitou se tornar um dentre os mais de 100 internados na Casa de Saúde São João de Deus. Sua permanência na unidade será custeada pelo SUS, em convênio com a Prefeitura de São Paulo. Ali ele deve se dedicar a uma rotina de atividades lúdicas, artesanais e de jardinagem, além de tratamento psiquiátrico.

Fonte: Extra

Danilo Gentili é condenado a indenizar jornalista e apagar posts


VEJA - As piadinhas sem graça de Danilo Gentili não são apenas alvo de crítica de colegas. São também caso de Justiça. Posts feitos pelo humorista no Facebook levaram o jornalista Gilberto Dimenstein a acioná-lo na Justiça. Dimenstein venceu o processo em primeira instância, uma decisão que obriga Gentili a apagar as publicações das redes sociais, sob a pena de multa de 1.000 reais por dia em que demorar a fazê-lo. O comediante, que não costuma pedir desculpas, pode recorrer. A indenização pedida é de 100.000 reais.
Gilberto Dimenstein processou Gentili após o apresentador tê-lo chamado de “repugnante” no Facebook. O humorista reclamou de uma reportagem do site “Catraca Livre”, administrado pelo jornalista, criticando uma publicação de Gentili no Instagram. “O repugnante Gilberto Dimenstein e seu bebê de Rosemere [sic] Catraca Livre são aqueles que tiraram proveito da lamentável tragédia da Chapecoense em troca de cliquezinhos e defendia ditaduras e políticos criminosos. Mas, para eles, piada entre amigos não pode. É ‘incorreto’. Atenção Dimenstein e Catraca Livre: conforme a imagem abaixo sugere, tem um canavial de #$%& esperando por vocês. Se quiserem, eu até tatuo a cara do Lula ou Fidel nelas”, escreveu o apresentador, em um posto acrescido de xingamentos de cunho sexual. 
“Há prova inequívoca da verossimilhança da alegação inicial podendo se extrair do conteúdo divulgado – ao menos pelo exame da inicial — que o réu divulgou mensagens que desabonam a imagem do autor. Tal indício justifica a sua pretensão para que o réu retire a publicação ofensiva, sob pena de aplicação de multa diária”, diz o juiz Edward Albert Lancelot D C Caterham Wickfield, da 35ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, na sua decisão, datada de 26 de maio. 
“Defiro, pois, o pedido de tutela de urgência, para o fim de determinar ao réu a obrigação de fazer, consistente em remover das redes sociais, no prazo de 48 horas, as publicações de cunho ofensivo contra o autor Gilberto Dimenstein, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais).
Nesta quarta e nesta quinta-feira, Dimenstein usou o Facebook para comemorar a decisão e criticar duramente Gentili, que diz ser adepto da “baixaria” e não respeitar nem mesmo as vítimas do Holocausto e de estupro. Segundo o post do j0rnalista, o valor pago por Danilo Gentili irá para a Orquestra Sinfônica de Heliópolis. “Aliás, tudo o que eu arrecadar em todos os processos (e são muitos) irá para essa orquestra expandir seu projeto de música clássica na rua”, escreveu.