sábado, 15 de julho de 2017

A Força do Querer: Silvana vira prisioneira por causa de dívida de jogo


Silvana (Lilia Cabral) ficará presa em um cassino clandestino após perder todo o seu dinheiro em uma mesa de jogo em A Força do Querer. A arquiteta começará com sorte, mas não saberá a hora certa de parar e acabará com uma dívida. O responsável pela casa de jogos a manterá prisioneira no local, e Eurico (Humberto Martins) chamará a polícia.
Para alimentar mais uma vez seu vício, Silvana inventará para o marido que vai passar o dia em um spa e partirá para uma casa de jogos mais barra-pesada, diferentemente das mesas que ela está acostumada a frequentar. Após várias derrotas, a mãe de Simone (Juliana Paiva) pedirá para ir buscar o dinheiro e perceberá que a barra pesou.
"Bom, não dá mais pra mim. Quanto eu devo? Anota sua conta no banco que eu faço o depósito", pedirá ela. "Não! O dinheiro é agora!", sentenciará um funcionário do cassino. "Mas agora eu não tenho! Como é que eu podia saber que ia perder tudo isso?", argumentará a arquiteta.
O homem insistirá em receber o valor que ela perdeu na mesa, e Silvana tentará convencê-lo a confiar nela. "Estão desconfiando de mim? Achando que eu não vou pagar? Nunca deixei de pagar uma dívida de jogo", explicará.
"Aqui não tem depois, não! Perdeu, pagou!", insistirá o cobrador. "Porque não ligou para alguém trazer o dinheiro? Não tem o dinheiro, não é?", indagará ele, desconfiado. "Tenho! Eu tenho o dinheiro! Só preciso ir em casa!", pedirá a mulher de Eurico.
Ao perceber que está presa, Silvana ficará desesperada. "Eu não sou viciada! Jogo pra mim é distração! Eu paro quando quero! Já parei não sei quantas vezes! Nem tenho jogado muito. Nunca fui viciada, nunca!", dirá, emocionada.
O capítulo do dia 12 de agosto terminará na cena em que Eurico aparecerá preocupado com o sumiço da mulher. "Aconteceu alguma coisa com ela! Só pode ter acontecido! Eu vou chamar a polícia!", decidirá Eurico.

Fonte: Notícias da TV

Papa coloca um aviso em sua porta: 'É proibido reclamar'


G1 - Um curioso aviso foi colocado na porta do quarto do papa Francisco na casa Santa Marta, no Vaticano, diz "É proibido reclamar", revelou nesta sexta-feira (14) o vaticanista do jornal La Stampa.
Trata-se de um presente dado por um psicólogo durante uma audiência-geral na Praça de São Pedro e que o Papa decidiu colocar na porta de seu quarto. Francisco está de férias e tem recebido vários amigos e sacerdotes em suas instalações particulares.
A história foi divulgado junto a uma foto da placa pelo vaticanista Andrea Tornielli na editoria Vatican Insider do La Stampa.
Com tom de brincadeira, a placa também alerta que "transgressores são sujeitos a uma síndrome de vitimismo com a consequente diminuição do tom de humor e da capacidade para resolver problemas".
A placa foi presente do psicólogo Salvo Noé, autor de vários livros e cursos motivacionais.

Japão proíbe visitas à ilha de Okinoshima, patrimônio mundial da Unesco

O Japão proibirá a partir do próximo ano as visitas à ilha de Okinoshima, um dos lugares mais sagrados do arquipélago e inscrito no domingo passado no patrimônio mundial da Unesco.
Esta ilha no Mar do Japão estava vetada às mulheres e só recebia visitantes um dia por ano, em 27 de maio. Seu número se limitava a 200 homens, que deviam fazer suas abluções antes de entrar em Okinoshima.
Mas o complexo de templos Munakata Taisha, proprietário da ilha, decidiu proibir a partir de 2018 as visitas de todos os laicos, mulheres ou homens, para proteger o lugar, segundo um dos porta-vozes.
Os monges xintoístas serão os únicos que poderão ter acesso à ilha, assim como pesquisadores que trabalham para preservar a zona.
Segundo a tradição, o único residente de Okinoshima, situada diante de Kyushu, a ilha mais meridional do Japão, é um monge.
A ilha foi durante muito tempo local de intercâmbio com o exterior e abriga inúmeros vestígios desse passado.

Fonte: em.com.br

Chefe do Estado Islâmico no Afeganistão foi morto


O Departamento da Defesa dos EUA anunciou que os militares norte-americanos mataram o novo chefe do grupo radical Estado Islâmico (EI) no Afeganistão, através de um ataque aéreo, no início da semana, na província de Kunar.
"As forças americanas mataram Abou Sayed", líder do EI-Khorasan, designação do ramo local do grupo em terras afegãs, num "ataque ao quartel-general do grupo", em 11 de julho, especificou, em comunicado, a porta-voz do Pentágono, Dana White.
A morte deste chefe do grupo, também designado por Daesh, ocorre três meses depois da morte do seu antecessor em circunstâncias similares.
Os EUA estão a intensificar a sua luta contra o EI no Afeganistão, por recearem que este país se torne num ponto de apoio para este grupo, que está a perder terreno no Iraque e na Síria.
"O ataque aéreo também matou outros membros do EI-Khorasan e vai perturbar de forma considerável os objetivos do grupo terrorista de intensificar a sua presença no Afeganistão", adiantou White.
Abou Sayed é o terceiro chefe do Daesh no Afeganistão a ser abatido pelos EUA, depois de Hafiz Sayed Khan em 2016 e Abdul Hasib no final de abril.
Este último foi abatido durante uma operação conjunta de forças norte-americanas e afegãs, no leste do país.

Fonte: TSF Online

Por que, apesar de condenar, Moro não mandou prender Lula?

O aspecto mais marcante da decisão de quarta-feira (12) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a admissão do juiz de que Lula merece tratamento especial, aponta o texto publicado nesta sexta-feira (14) por Brian Winter, editor-chefe da revista Americas Quarterly e vice-presidente de política da Americas Society/Council of the Americas.
Ele afirma que isso, mais do que qualquer outro detalhe, sugere que o homem que dominou a política brasileira nos últimos 30 anos ainda pode evitar a prisão - e até mesmo se tornar presidente em 2018, como prometeu fazer em uma emocionante coletiva de imprensa na quinta-feira (13).
Brian informa ao leitor que o juiz federal Sérgio Moro, rosto público "intocável" da Lava Jato, determinou que Lula é culpado por aceitar cerca de US $ 1,2 milhão da empresa de engenharia OAS e o condenou a quase 10 anos de prisão.
No entanto, acrescenta o autor, Lula permanecerá livre enquanto apela para segunda instância. Nos parágrafos finais de sua decisão de 218 páginas, Moro escreveu que, devido ao registro de Lula de supostamente tentar intimidar o tribunal, e instruir terceiros para destruir provas, "seria potencialmente considerável " ordenar o ex-presidente à prisão enquanto aguarda o recurso, mas Moro concluiu que "considerando que a prisão preventiva de um ex-presidente da República envolveria certos traumas, a prudência recomenda" que Lula não seja preso por enquanto.


Para o colunista e um dos principais especialistas em política da América Latina, Moro "balançou". 
Brian fala que é importante enxergar a importância disso. Em dezenas de casos nos últimos três anos, Moro ordenou um réu a prisão preventiva, assim como também estava claramente inclinado a voltar atrás com parecer razoável, levando em conta os incansáveis ​​esforços dos advogados de Lula para retratá-lo como politicamente tendencioso, bem como a cobertura da mídia brasileira noticiando o caso como um jogo de rancor do estilo World Wrestling Federation de Moro contra Lula. "A decisão não traz a satisfação pessoal deste juiz", escreveu Moro.
Ao mesmo tempo, é difícil não ver nas palavras de Moro, pelo menos um vestígio da deferência ao poder, e preferência instintiva pelo compromisso, que há muito caracterizou a cultura política brasileira - e pode, em última instância, ser a salvação de Lula, analisa o autor.
Isso muitas vezes é difícil de definir, e é difícil para os estrangeiros entenderem. Alguns vêem isso como um código que protegeu a impunidade entre os elites do Brasil durante séculos. Outros argumentam que uma cultura de compromisso, mesmo entre os rivais amargos, é o que manteve um país do tamanho de um continente com terríveis desigualdades e violências e evitou a polarização desestabilizadora que há muito se viu em países próximos como Argentina, Venezuela e Chile.
O trabalho de Moro desde 2014 tem sido acabar com a cultura de impunidade do Brasil, e ele fez progressos extraordinários. Na decisão de quarta-feira, ele citou o lendário historiador inglês do século 17 Thomas Fuller: "Não importa o quão alto você esteja, a lei ainda está acima de você".
Mas Lula pode ir muito mais longe, opina Brian. Na prática, mesmo os mais rigorosos rivais políticos de Lula admitiram que ele merece cautela especial - ou "prudência", para usar a palavra de Moro. O ex-líder trabalhista de 71 anos supervisionou um longo crescimento econômico de 2003 a 2010 e deixou o cargo com uma classificação de aprovação de quase 90%. Embora seu legado esteja manchado pelo colapso econômico do Brasil e pela Lava Jato, Lula continua sendo um herói popular para muitos. Ele lidera as eleições para o próximo ano e está crescendo à medida que alguns brasileiros estão ansiosos pelo retorno à estabilidade e prosperidade dos anos 2000.
Se até mesmo "Eliot Ness do Brasil" foi levado por tais considerações, imagine a reação dos juízes de alto escalão que são mais simpatizantes do próprio Lula ou mais sintonizados com as antigas formas brasileiras, ironiza Brian. Há também especulações persistentes de que o Supremo, cuja maioria foi nomeada por Lula e seu partido, poderia encontrar uma maneira de absolvê-lo e ainda deixa-lo concorrer à presidência, prossegue o texto. 
A análise do Americas Quarterly ainda aponta: Se isso parece ridículo, considere que este é o Brasil em 2017 - um lugar em que o atual presidente foi acusado de corrupção, a maioria do Congresso enfrenta a perspectiva de acusações criminais, a economia está presa em sua pior recessão em um século, e os três ramos do governo estão envolvidos em uma "guerra" aberta pela sobrevivência, ressalta o autor.
O artigo destaca: O pântano atual também explica por que a decisão de quarta-feira provavelmente não prejudicará a posição política de Lula. O caso se concentra em um apartamento à beira-mar que a OAS alegadamente deu a Lula e sua família em troca de um contrato da Petrobras. Mas isso - vamos ser honestos - é uma esmola em comparação com as acusações contra vários outros políticos brasileiros, frisa Brian Winter.
Se houvesse uma era em que Lula pudesse ser retratado como o vilão inequívoco em uma batalha entre o bem e o mal, passou em meados de 2016, quando a maior parte do establishment político do Brasil apoiou Temer. Enquanto os promotores em Curitiba insistiram repetidamente que Lula era o chefe de todo o esquema da Petrobras, Moro explicitamente criticou essa questão na decisão da quarta-feira, dizendo que não era "necessário" decidir por enquanto, destaca o artigo.
É verdade que Lula ainda enfrenta mais quatro processos criminais - todos os quais são vistos por analistas legais como mais fortes que as alegações dos apartamentos à beira-mar, lembra o editor chefe da Americas Quarterly. Mas este foi o único que provavelmente poderá resultar em prisão antes da campanha presidencial. Ao debater o destino de Lula, alguns brasileiros adotaram o ditado "Ou preso, ou presidente" - "Ou prisão, ou a presidência". A longo prazo, ainda apostaria no primeiro, mas ele ainda tem uma chance de ser o último, conclui o autor.
*Brian Winter é editor-chefe da revista Americas Quarterly e vice-presidente de política da Americas Society / Council of the Americas. Autor e colunista é um dos principais especialistas em América Latina e um orador freqüente para mídia e eventos internacionais.

Fonte: Jornal do Brasil

Turista morre após ser derrubada por rajada de vento de avião no Caribe


Uma turista da Nova Zelândia, de 57 anos, morreu atingida pela descarga de ar da turbina de um avião na Ilha de Saint Martin.
O local é muito famoso justamente pelo fato de a praia ser literalmente colada ao aeroporto Princess Juliana, e os visitantes conseguem ver os aviões passando muito baixinho.
A polícia informou que a vítima estava pendurada numa cerca de onde é possível observar pousos e decolagens quando foi arremessada pelo vento causado pela força dos motores da aeronave.
De acordo com diversos relatos da imprensa local, ela teria batido as costas contra um muro de concreto e sofreu ferimentos sérios. A mulher chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu.
Embora autoridades visitem a área com frequência e tenham colocados sinais para alertar o público para não ficar no caminho dos aviões, a prática, extremamente perigosa, é muito comum por turistas do mundo todo que visitam o local.
O diretor de turismo da ilha, Rolando Brison, disse ao jornal “New Zealand Herald” que entrou em contato com a família da mulher morta. “Eles reconhecem que o que ela fazia estava errado em virtude dos sinais de perigo claramente visíveis, e lamentam que o risco terminou da pior maneira possível”.

Fonte: Yahoo

Casquinha de doce de leite é real/oficial no McDonald’s Brasil


A sobremesa já é vendida em alguns países como Uruguai e Argentina – o país onde tudo leva doce de leite -; e vai desembarcar por aqui graças ao sucesso que foi o teste de experimentação com o público brasileiro.
Como nem tudo é um mar de rosas, o sabor doce de leite vem para substituir o de chocolate no menu, só que por tempo limitado. Ele estará disponível entre os dias 26 de julho até 26 de agosto, juntamente com o sabor baunilha, ou em um mix baunilha + doce de leite. Porém, será necessário acabar com o estoque do sabor chocolate para que o sorvete doce de leite comece a ser comercializado (por isso os prazos podem ser modificados).
O preço sugerido da casquinha é de R$2,00 em todos os restaurantes da rede McDonald’s que vendem sorvete.

Fonte: Teste Pra Mim (blogue)

Zeca Pagodinho sofre acidente com quadriciclo


O veículo que o cantor pilotava tombou em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na noite desta sexta-feira (14), sendo depois socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao hospital Caxias D'Or. Policiais relataram que o cantor tentou fazer o retorno em uma via quando perdeu o controle do quadriciclo e tombou.
A assessoria disse que ele já chegou em casa e está descansando. As informações são do G1.