quarta-feira, 20 de junho de 2018

#ABSURDO - Brasileiros fazem chacota com mulheres na Rússia e são detonados na web

*G1; Meio Norte; Revista Fórum; Rede Brasil Atual; Estadão; Revista Fórum

Está com alta repercussão esses dias o vídeo no qual aparecem vários babacas, que são daqui do Brasil, fazendo uma mulher repetir frases com conotação sexual explícita. O grupo ao mesmo tempo dizia tais frases com um teor de racismo, pois como a vítima das piadinhas, cuja nacionalidade não foi identificada e não entende nada de português, é branca, portanto, segundo eles, a sua genitália é "bem rosinha". Assistam o vídeo:


Até o momento, três panacas já foram identificados, a começar por Eduardo Nunes, um tenente da Polícia Militar que trabalha em Lages, interior de Santa Catarina. A corporação emitiu uma nota informando que, assim que já estiver de volta, irá responder um processo administrativo por sua conduta.

Aí está a cara do meliante
O segundo elemento que, ao ser conhecido nas ruas, será bastante hostilizado (e com razão), é Diego Valença Jatobá, advogado e ex-secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Ipojuca, interior de Pernambuco. Foi acusado de fazer mau uso do dinheiro público pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e condenado por não pagar pensão alimentícia à sua ex-mulher.

Que bonito, hein, Diego?
O terceiro (e último, até agora) é o empresário Luciano Gil Mendes Coelho, nascido no Piauí na cidade de Jaicós. No vídeo, ele aparece de camiseta preta com um celular na mão, filmando tudo e achando engraçado, assim como os demais. Ex-integrante do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí), é mais um que tá mais sujo do que pau de galinheiro, pois há três anos, foi preso pela Polícia Federal por fraude em licitação quando trabalhava em Pernambuco, na prefeitura da cidade de Araripina.
O mais irônico disso tudo é que ele é casado e tem uma filha. Pode isso, produção?

Com esse sorriso, mal sabe ele o que lhe vem pela frente!
Agora é rezar para que esse crime não fique impune, não é mesmo? A feminista e jurista russa Alyona Popova escreveu uma petição contra os atos de violência e humilhação pública à honra e à dignidade de outra pessoa. Caso receba muitas assinaturas, o caso será investigado pelo Ministério de Assuntos Interiores.

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